O San Lorenzo venceu a Taça Libertadores, conquistando, por isso, um lugar no Mundial de Clubes, que decorrerá em Marrocos entre 10 a 20 de dezembro deste ano.
Confiante, o médio argentino Juan Mercier não pretende tirar fotos com Cristiano Ronaldo, pelo menos por sua própria iniciativa.
«Não, não vou pedir para tirar uma foto com Cristiano Ronaldo. Ele é que vai pedir para tirar uma selfie comigo», afirmou o jogador ao jornal Olé.
Mercier perspetivou ainda um possível jogo do San Lorenzo com o Real Madrid. Para o médio, são «11 contra 11» e a sua equipa «não é menor» que os merengues.
Além de San Lorenzo e Real Madrid, também já estão garantidos no Mundial de Clubes os mexicanos do Cruz Azul, os neozelandeses do Auckland City e os marroquinos do Moghreb Tétouan.
Nomeado capitão do Manchester United, Wayne Rooney garante que está preparado para liderar a equipa.
“É um papel muito importante que acarreta muita responsabilidade, estou consciente disso. Sinto que estou preparado para o desempenhar nesta fase da minha carreira. Falei com o treinador e ele disse-me que eu era a pessoa certa para esta função e estou muito satisfeito. É uma honra”, disse.
“Joguei com grandes capitães, no clube e na seleção, e vou tentar dar um pouco que recebi deles. Depois vou liderar com trabalho em campo e dedicação. Vamos mostrar aos adeptos que queremos vencer.”
Arrancam segunda-feira, na cidade de Tete, os Campeonatos Nacionais de Atletismo da edição-2014 envolvendo todas as províncias do país, em juvenis, juvenis, juniores e seniores.
Estes poderão ser os campeonatos mais concorridos, tanto em termos de escalões e sexos, sendo que não há limites de inscrições, o que abre espaço para que todos os atletas interessados participem. Segundo a organização, metade dos clubes praticantes da modalidade estarão presentes, bem como individuais, o que não permite, até agora, avançar estimativas em termos de número de participantes.
Os “Nacionais”, que se prolongarão até ao dia 25 de Agosto, compreenderão as provas dos 100, 200, 400, 800 e 1500 metros, bem como 100 barreiras. Já em estafetas, estão previstas as provas de 4×100 e 4×400 metros. Para além destas provas, haverá lançamento de disco, salto em atura e comprimeiro, triplo salto, lançamento de peso e dardo, bem como as provas de fundo, nomeadamente 5000 e 10.000 mil metros.
Entretanto, os juvenis serão os primeiros a entrarem em cena, nos dias 18 e 19. Já nos dias 20 e 21 evoluirão os juniores. O dia 22 está reservado para o descanso e, para fechar, os seniores entrarão em competição entre 23 e 24. O dia 25 será reservado para o encerramento.
Para estes “Nacionais”, a organização convidou países vizinhos, como forma de promover o intercâmbio com os atletas da região e proporcionar maior competitividade aos “Nacionais”.
O Desportivo de Maputo procura esta tarde no campo do Costa do Sol, diante do Estrela Vermelha, também da capital, dar a volta à desvantagem de 1-2 nos quartos-de-final da Taça de Moçambique/mCel.
Trata-se, portanto, de um embate arriscado para os “alvi-negros”, que, como outras equipas do Moçambola, procuram, nesta que é segunda maior prova futebolística do país, chegar ao título. E só com golos poderão lograr os seus intentos, sendo que o Estrela busca, nesta competição, a estima entanto que equipa da divisão secundária.
Os quartos-de-final prosseguem amanhã. O Costa do Sol recebe, à porta fechada, o HCB com o objectivo de segurar a vantagem de 1-0 conseguida em Tete. Sob castigo, devido às escaramuças provocadas pelos seus adeptos no jogo com a Liga Desportiva de Maputo pontuável para a 16ª ronda do Moçambola, os “canarinhos” jogarão sem o público, situação que pode influenciar negativamente no seu desempenho. Porém, têm depositado nesta prova as suas maiores esperanças, pelo que serão obrigados a dar o seu máximo perante um adversário que, embora não esteja a registar bom momento, não deixa de ser um forte oponente.
Ainda amanhã estarão frente-a-frente os Ferroviários da Beira e de Nampula, no reduto da primeira formação. Trata-se de uma desforra que vai dar muito de falar, porque opõe equipas em igualdade de circunstâncias. Empataram a uma bola, mas os “locomotivas” beirense têm o privilégio de jogar em casa, onde têm sido implacáveis perante o seu ferrenho público.
Na luta pela sobrevivência está também o Ferroviário de Maputo, que já esgotou as possibilidades de chegar ao título no Moçambola, estando neste momento a lutar pela manutenção. Os “locomotivas” da capital defrontam, também amanhã, o seu homónimo de Quelimane, levando a vantagem de 2-1 conseguida em Maputo. Portanto, é um resultado menos confortável, o que exige da equipa treinada por Victor Pontes muitas cautelas, sobretudo porque joga em terreno alheio.
Lola Benvenutti na verdade chama-se Gabriela Natália Silva. Nascida em Pirassununga, cidade do interior de São Paulo, formou-se em Letras pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mas decidiu torna-se garota de programa porque realmente “gosta da coisa”. O interesse pelo sexo começou quando Lola ainda era criança.
— Eu tinha uns nove anos de idade e me lembro de colocar o Ken e a Barbie pelados um sobre o outro simulando a noite de núpcias. Eu ficava muito excitada!
A descoberta da sexualidade de Lola não se deu apenas com uma simples brincadeira com bonecos. Os seios à mostra das passistas que sambavam na Praça da Apoteose no Carnaval do Rio também mexiam com o imaginário daquela menina.
— Eu via a mulherada pelada e ficava estimulada. Um dia coloquei um travesseiro entre as pernas e me deu uma coisa. Minha mãe viu e me pergunto o que era aquilo. Disse que nada, mas entendi que ali talvez tivesse alguma coisa que era proibida.
O `adeus` à virgindade deu-se precocemente. Lola tinha apenas 11 anos de idade e conta como isso aconteceu.
— Foi com um senhor de 30 anos que eu conheci na internet. Não me senti violada, nem estuprada. Foi um processo natural. Ele estava mais nervoso que eu. Ele não sabia ao menos abrir a minha blusa, mas enfim, fiz com naturalidade.
O tempo passou, Lola seguiu se relacionando com alguns rapazes da sua idade, um ou outro tornaram-se namorados, mas aos 17 anos de idade ela decidiu cobrar por aquilo que já fazia de graça.
— Comecei (a cobrar) porque via (a prostituição) como algo glamouroso e não com vulgaridade. Via a (atriz) Audrey Hepburn como a Bonequinha de Luxo (filme da década de 1960) e achava lindo, queria uma vida daquela pra mim. A imagem de prostituição que tenho é muito mais essa do que qualquer outro nicho tipo Rua Augusta, por exemplo. Sempre achei glamouroso um cara pagar para ter sexo. Isso empondera a mulher. As feministas querem me matar quando eu falo isso (risos).
Durante o tempo em que fez faculdade, Lola manteve o trabalho de prostituta com descrição. Assim que concluiu o curso, ela lançou um blog contando suas aventuras, onde também oferecia seu trabalho. Nesta época, a relação dela com a família, em especial com os pais, ficou crítica.
— Se por uma lado ganhei minha liberdade, por outro perdi um bem muito precioso que foi a minha família. Esse processo de aceitação dos meus pais foi muito doloroso. Sofri muito com a indiferença da minha mãe. Ela passou um ano sem falar comigo.
Filha de um ex-militar com uma enfermeira, Lola ainda assim preferiu seguir em frente.
— Ser prostituta é uma batalha diária. Você sempre vai encarar uma situação ruim, algum preconceito. Mas nunca pensei em desistir. Ser puta é negar tudo aquilo que eu sou.
Quando nova, Lola desejou começar a tatuar o corpo como forma de se assumir como realmente era: uma menina descolada.
— Não porque eu era rebelde, mas porque queria ter uma tatuagem. Acho que essa coisa de me assumir puta e de ser tatuada choca muito as pessoas, mas nunca me senti uma pessoa rebelde, é diferente. Tatuagem, piercing, isso tudo nunca foi para afrontar os meus pais. Era uma forma de assumir quem eu realmente era.
Amante de literatura, Lola não esconde sua admiração pelos escritores Guimarães Rosa e Manuel Bandeira. Tanto é que tatuou na sua pele clara trechos de obras importantes destes dois grandes mestres. No braço ela recita Bandeira. “Dizer insistentemente que fazia sol lá fora”.
Já nos ombros, sentencia Guimarães Rosa. “Digo: o real não está na saída nem na chegada. Ele se dispõe para a gente no meio da travessia”.
Lola diz que não faz ideia de quantos homens já se relacionou, mas acredita que o número passe dos 3 mil.
— É bem possível que com mais de 3 mil. Já transei com muita gente. Tenho carinho pelas pessoas. Acho que foi isso que me fez chegar até aqui e é o que faz com quem as pessoas me liguem. Não trato o sexo de uma maneira mecânica e convencional. Me importo com as pessoas e elas sabem disso no início eram de oito a dez programa por dia, diz ela.
— Foi uma fase. Eu também não sabia administrar tudo isso recém-chegada em São Paulo. Eu não comia, não dormia, era um ritmo frenético. Hoje eu atendo no máximo duas ou três pessoas, cobrando um valor mais acima também
Nem sob tortura Lola releva o que já conseguiu comprar com o dinheiro de seu trabalho, diz apenas que comprou um carro (ela tem um Fiat 500) e um apartamento nos Jardins, bairro nobre da cidade de São Paulo.
— Tenho muitas roupas, gosto de ter um relógio bacana, eu vivo bem. Gosto de ir à bares e pedir uísque, e eventualmente fumo um bom charuto.
Lola conta que a agenda com seus clientes são feitos directamente com ela.
— A pessoa me liga, fala comigo e marca. Eu cobro também com cartão de crédito. Tenho a maquininha e parcelo em até duas vezes. É engraçado isso, né! Mas é assim mesmo (risos)
Outra inovação que promete fidelizar ainda mais sua clientela está num projecto que Lola está a desenvolver.
— Estou criando um sistema para os clientes Premium, onde a pessoa terá um club de vantagens com direito a alguns benefícios ou uma saída a mais comigo
Por trás das cifras já conquistadas por Lola há também muitas, muitas histórias. Uma delas aconteceu na cidade de Ribeirão Preto, a 313 quilômetros de São Paulo, onde fez sexo com 15 casais ao mesmo tempo.
— Fui chamada para uma festa privê que reuniu a alta sociedade da cidade. Tudo era muito sofisticado. Já tinha participado de swings, mas eram mais modestos. Foi f***, atendi as 30 pessoas, e algumas delas mais de uma vez. Depois de uma dessa, fico uns dias de repouso, faço uma compressa com camomila para dar uma “acalmada”, porque o negócio é punk!
Lola mal se recuperou de um choque, e já caiu em outro, esse ainda mais surreal, quando resolveu atender um cliente de 90 anos de idade.
— O cara era muito louco. Essa foi uma cena que me chocou muito. Eu ainda morava em um hotel, quando um dos recepcionistas me disse que estava rolando uma festinha em um dos quartos e que o tal hóspede queria me conhecer. Lembro do rapaz me dizendo: ‘mas só não se assusta na hora que for entrar, tá?’
Lola descreveu a cena.
— Era um senhor. Ele não conseguia nem andar direito por causa da idade. Estava sendo carregado e não tira ereção. Com ele, haviam dois garotos de programa, daqueles bem fortes, e mais uma menina. Vi um monte de consolo de tamanhos colossais espalhados pelo apartamento, rolando tudo o que você podia imaginar. O cara gostava mesmo de inversão de papel
Cenas engraçadas e acontecimentos constrangedores também já arrancaram boas risadas de Lola durante o trabalho.
— Uma vez um cara saiu comigo e a hora que ele tirou a roupa vi que ele tinha uma tatuagem na pélvis que era um cadeado com o nome da ex-namorada. Eu não consegui parar de rir. Ri tanto que o cara até brochou. Outra vez um outro cara também soltou um pum, era um senhor. Eu não tinha entendido. Ouvi o barulho e na hora ele pediu desculpa. Lembro que o músculo do meu rosto contraiu de um jeito que eu não conseguia mais para de rir (risos)
E não é porque Lola escolheu trabalhar como garota de programa que ela topa tudo que a pedem, certo?
— Uma vez um cliente me ligou me pedindo para transar com ele a mãe junto. Nem pensar! É muito esquisito. Outro queria que eu transasse com um orangotango na frente dele. Sem contar numa outra proposta que recebi, em que o cara queria que eu treinasse os cães dele para zoofilia (sexo com animais) Não, né!
A moça das letras, que se prepara para lançar seu primeiro livro contando sobre o dia a dia com seus clientes, falou ainda sobre a experiência dos seus atendimentos com mulheres.
— Com mulher é mais delicado. Por exemplo, eu cobro 10% a mais para atender uma. Rola mais envolvimento… Às vezes acontece delas me perseguirem. Geralmente são meninas mais novas, carentes, que estão se descobrindo. E aí acontece dela ter um orgasmo comigo e aquilo muda a vida dela. Por isso tenho que tomar cuidado para ser legal mas nem tanto. Mulher tem uma predisposição maior para se apaixonar, homem já não
Lola, que já namorou sério enquanto trabalhava (o namorado era cliente antes), disse também sobre a tão falada questão do beijo.
— Acho isso uma babaquice. Lógico, se chega um cara ali com um bafinho eu dou uma viradinha de rosto, uma coisa discreta, dou um beijinho sem língua. Mas a priori eu acho que tem que beijar. O sexo começa no beijo.
Lola, que nesta segunda-feira (11) lançará O Prazer é Todo Nosso, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, falou também a respeito do acompanhamento médico que faz regularmente.
— Tenho uma médica que me acompanha sempre e sempre faço exames de sangue. Minha mãe que é enfermeira, sempre esclareceu tudo pra mim: usar camisinha, doenças, gravidez, tudo. Sempre fui muito preocupada e jamais transo sem camisinha.
Sabendo dos riscos que corre dentro da sua profissão, Lola segue ainda à risca alguns cuidados quando se prepara para atender um determinado cliente.
— Eu nunca levo ninguém para a minha casa. Não vou na casa de nenhum cliente. Atendo somente em motéis que eu conheço e também não entro no carro de ninguém. Se eu sentir alguma coisa estranha na conversa do cara eu já caio fora
Vale a pena ser prostituta?
— Pra mim valeu mito a pena porque eu me descobri como pessoa em todos os sentidos, mas acho que tem um lado social muito complicado que é força e fibra para aguentar diariamente… São questões que só cada uma das pessoas pode avaliar. Eu digo que eu não recomendo isso para ninguém. Cada um tem que escolher o seu caminho. Eu escolhi e não me arrependo.
Um indivíduo de 72 anos foi detido ontem na 3ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro do Fomento, município da Matola, acusado de ter violado sexualmente uma menor de 10 anos.
A criança, que é filha do irmão da esposa do indiciado, portanto sua sobrinha, terá sido levada de Inhambane para viver com a tia em Maputo, onde ajudaria a cuidar das tarefas domésticas.
O cidadão, Leonardo Bié, nega a acusação alegando que, pela sua idade e problemas de saúde, é sexualmente impotente.
“Fiquei surpreso quando cheguei a casa e encontrei-a povoada. Quando procurei saber o que se passava informaram-me que supunha-se que eu tinha violado a minha sobrinha, coisa que é absolutamente impossível porque nem mesmo com a minha esposa me envolvo sexualmente, pois há pouco tempo, num intervalo ínfimo, sofri duas operações na bexiga que me deixaram neste estado”, defendeu-se.
Bié foi mais longe, tendo dito que todas as acusações que pesam sobre si não passam de uma invenção da representante do bairro que procura, a todo custo, artimanhas para expulsá-lo da sua casa. É que Bié vive de aluguer na casa desta, mas há dois meses que não consegue pagar a renda.
“Jamais tive relações sexuais com esta criança. Vivo com ela desde Março de 2013 mas nunca sequer pensei nisso. O que acontece é que a chefe do quarteirão já não me quer na casa dela porque não consigo pagar o aluguer”, disse.
Por seu turno, a representante do bairro, Maria Alcinda, disse que nem sequer sabia do sucedido, tendo sido interpelada pelos vizinhos que lhe questionaram porque é que não fazia nada “foi daí que tomei conhecimento do caso e encaminhei de imediato para as autoridades policiais”.
Maria Alcinda disse a nossa equipa de reportagem que a tia da menor já sabia de tudo, mas disse que o assunto resolver-se-ia em família
Entretanto, a vítima afirma que o seu tio terá mesmo abusado de si e que esta nem era a primeira vez que isto acontecia. O acto já havia sido protagonizado por quatro vezes e esta seria a quinta.
“Da primeira vez, logo depois que minha tia foi trabalhar, chamou-me para o quarto dele, tirou-me a roupa e veio para cima de mim. Quando terminou, disse-me para não contar a ninguém o que tinha acontecido”, afirmou.
Quando estava em Inhambane, com os pais, a menor frequentava a 3ª classe, mas desde que chegou a Maputo nunca mais sentou-se na carteira de uma escola.
O porta-voz do Comando Provincial da PRM, Emídio Mabunda disse que tomou conhecimento do caso pelas estruturas do bairro e que neste momento a menor já foi encaminhada às unidades sanitárias e que agora esperam pelos resultados dos exames para prosseguir com as investigações e provar a veracidade dos factos.
Não sendo capaz de ocupar rua por rua ou casa por casa, a polícia tem interagido com os populares no sentido de alertar e fazer circular a informação sempre que algo ocorrer fora da lei.
A malária continua a ser a principal causa de internamentos nas unidades sanitárias da província da Zambézia.
Este dado foi tornado público pela Directora Provincial da Saúde, Luísa Cumba, durante o 34° Conselho Coordenador provincial do pelouro.
“Reconhecemos que as doenças endémicas como a malária, o HIVSIDA, a tuberculose, assim como a má nutrição, igualmente, a mortalidade materno-infantil, continuam sendo um problema sério na nossa província, tendo um grande impacto no estado de saúde da população, contribuindo de forma importante para a morbilidade e mortalidade geral”, disse a responsável pelo pelouro da Saúde.
Segundo Cumba, o aumento de casos está associado a não observância pela população de medidas básicas transmitidas pelo pessoal da saúde e a não aderência ao uso das redes mosquiteiras.
Por seu turno, a Secretária Permanente provincial da Zambézia, Elisa Somane, disse que o Governo está a trabalhar com os parceiros no sentido de encontrar formas de combater esta doença, pois “a malária continua a matar impiedosamente e a prejudicar grandemente o nosso esforço de construção da nossa economia”.
O Conselho Coordenador se realiza em Quelimane e decorre sob o lema “O nosso maior valor é a vida”.
Os clientes que por ventura, sofrerem uma burla, devem imediatamente, se queixar nos seus serviços bancários, de modo que a instituição solucione o problema, entretanto, não é correcto levar esse tipo de problemas a imprensa, apela, o Banco de Moçambique.
O Banco de Moçambique, pronunciando-se sobre casos de utilização indevida de cartões electrónicos de débitos, no sistema nacional de pagamentos o que no entanto em no mercado do país, trata-se de um serviço que não está em vigor no território moçambicano.
“Lamentavelmente, ainda temos a ocorrência desses fenómenos, mas gostaria de destacar que estes fenómenos não são exclusivos do sistema financeiro moçambicano, essas actividades fraudulentas são crimes transnacionais”, apelou o Administrador do Banco de Moçambique, Waldemar de Sousa.
“Nós o Banco de Moçambique, como uma autoridade reguladora, estamos em permanente articulação com os nossos parceiros reguladores, visando colher e trocar informação”, disse.
Os clientes do sistema bancário devem utilizar devidamente, os cartões electrónicos. Os clientes mais do que alertar os órgãos de comunicação social devem alertar aos seus bancos, porque nestas instituições tem serviços próprios de atendimento ao cliente, como o caso do livro de reclamação.
Os responsáveis do Ministério da Saúde, do Instituto Nacional de Saúde e do Hospital Central de Maputo, asseguram não haver nenhum caso de ébola nem pacientes suspeitos de ter contraído o vírus da mesma.
Estes pronunciamentos foram feitos ontem em conferência de Imprensa concedida na capital do país por responsáveis do Ministério da Saúde, do Instituto Nacional de Saúde e do Hospital Central de Maputo, a maior unidade sanitária do país.
Está reservada ao hospital Central de Maputo a tarefa de avaliar os pacientes suspeitos de estarem infectados pelo vírus da ébola e, em caso de testes positivos, coordenar a transferência dos doentes para o Hospital Geral de Mavalane, local preparado para atender situações desta natureza.
Refira-se que esta reacção das autoridades sanitárias vem abater o boato postos a circular através das redes sociais, dando conta da existência de casos confirmados da doença no país, facto que já começava a criar mal-estar entre os cidadãos.
Segundo João Fumane, director-geral do HCM, o hospital conta, desde Agosto de 2012, com um comité de emergência e trauma responsável pela gestão de crises como é o caso da ébola.
“O órgão, que já foi activado, está a fazer treinamento e consciencialização do pessoal médico nos sectores de primeiro contacto com os doentes, com destaque para os Serviços de Urgência, para que identifique os sintomas da ébola e saiba como agir em segurança para evitar infecções face à sua grande exposição”, disse João Fumane alertando que a febre alta na ordem de 40 graus fraqueza náuseas e vómitos são os principais sintomas dessa doença.
Entretanto o director nacional de Saúde Pública, Francisco Mbofana, referindo-se ao reforço da vigilância nas fronteiras nacionais, explicou que no momento as atenções estão mais viradas para as aéreas, tendo em conta que a ébola, transmitida no contacto com pessoa já doente, não apenas ainda infectada, ocorre na África Ocidental.
Com vista a garantir protecção e evitar que a o vírus da ébola ganhe espaço no território moçambicano equipas de Saúde, coadjuvadas entre outros pelo pessoal de Migração, posiciona-se nos aeroportos de Maputo, Vilankulo, Inhambane, Beira, Tete, Nampula e Pemba, onde procuram viajantes que tenham passado pelos países afectados e submetem-lhes a uma verificação e interrogatório, para além de recolherem contactos para posterior interacção até pelo menos 21 dias após a chegada no território nacional.
Acrescentou que em cenários como estes, o Ministério da Saúde deve ser a principal fonte de informações, e ao abrigo das orientações da OMS não há nenhum interesse em esconder a ocorrência da doença ou de casos suspeitos.
Ainda no quadro de esforços de preparação para a eclosão de eventuais casos, o sector da Saúde está em processo de compra de 2500 unidades de equipamento de protecção do pessoal médico a ser encarregue pelo tratamento dos doentes, que em cada província do país será feito em unidades específicas e não em todas.
Sobre a possibilidade da doença chegar ao país antes dos macacões, capacetes, botas e luvas próprias, o director- Geral do HCM Afirmou que o pessoal médico tem equipamento e treino com os quais pode ir minimizando o contágio e ou propagação da ébola.
A Sede do posto administrativo de Sena, distrito de caia, em Sofala, e a vila de Nhamayabwe, no distrito de Mutarara, em Tete passa a contar com um batelão, que recentemente iniciou a operar no rio Zambeze, ligando os dois distritos.
O batelão segundo escreve o Jornal Notícias na sua edição de hoje tem a capacidade de 90 toneladas de arqueação bruta e 40 metros de cumprimento.
No entanto, tem a capacidade de transportar numa única viagem, para além de passageiros, um camião articulado, duas viaturas pesadas ou seis camionetas de nove toneladas cada, motorizadas e bicicletas, o transporte gasta aproximadamente 30 minutos para ligar as duas margens do rio Zambeze.
Assim para a travessia, os indivíduos pagam dez meticais, as biciletas 20 meticais cada, 50 para motorizadas, 500 para as viaturas ligeiras e até 2.500 por cada camião articulado embarcado respectivamente.
A circulação da embarcação constitui motivo de grande satisfação no vale do Zambeze, pois abrange as províncias de Manica, Sofala, Tete e Zambézia.
Portanto, a embarcação constitui uma mais-valia para as intensas transações comerciais com a vizinha comunidade de Nsangue, em Malawi, que dista a 40 quilómetros da vila de Sena.
Antes da conclusão da ponte Armando Guebuza, o referido batelao, denominado Caia operava ainda sobre o rio zambeze entre o caia e Chimura, no Zambeze, depois passou a navegar na ligação da cidade de Tete.
O facto acontece depois da correcção das rampas de acostagem daquela embarcação, erguidas em 2007, marcando assim o fim do drama de travessia daquele rio.
Caia vai funcionar em moldes de gestão privada, devendo ser lançado nos próximos dias um concurso público de adjudicação, pois, ainda está na fase experimental e na tutela das autoridades de Mutarara.
Adamo Ossumane, chefe administativo de Sena disse que aquele ponto da província de Sofala regista, consequentemente, um intenso movimento de pessoas e bens, sobretudo gente proveniente de algumas comunidades do vizinho Malawi.
Segundo o jornal Noticias, a fonte realçou que anteriormente as trocas comerciais
O povoado de Nacivare da vila-sede distrital de Chiúre e que dista a cerca de 15 quilómetros da capital de Cabo-Delgado, Pemba, deixou de exercer as suas actividades, logo nas primeiras horas da manhã de ontem, alegando que ia procurar medicamentos que estariam ao seu dispor para ajudar na prevenção de doenças negligenciadas.
Os habitantes daquela região, maioritariamente camponeses, tomaram uma decisão pouco comum na esfera social.
Segundo apurou o Jornal Notícias, os populares há muito que vem sofrendo de doenças que não conhecem o nome, a sua classificação, muito menos a sua proveniência.
A comunidade vem sofrendo de forma clinica, de tinhas, que mais atacam as crianças.
Por outro lado os residentes queixam-se de dor de vista de forma repetitiva que não tem tido solução. Essas doenças além de atacar crianças, também atacam mulheres.
Para solucionar o problema a população recorre à seiva do embondeiro.
Na última quarta-feira, a cerimónia foi bastante concorrida por crianças, homens e mulheres, alguns dos quais preparados para exibir o melhor do seu conhecimento em matéria de doenças tradicionais. É sempre assim quando recebem visitas.
A comunidade aproveitou o momento da visita da delegação da Saúde que integrava representantes da instituição a nível central, provincial e distrital, os parceiros de cooperação como RTI, a Sekelekane, uma organização não-governamental virada para a área de comunicação, o governo distrital entre outras entidades que visitavam o local.
Após, a saudação de praxe com os locais a mostrarem ao máximo a sua dança a antecipar o momento mais importante que era a campanha de tratamento massivo para a prevenção foram apresentadas mensagens apelativas, onde o ponto mais alto era a higiene pessoal.
Na ocasião o Diretor provincial da Saúde em Cabo Delgado, Sãozinha Agostinho, destacou a lavagem das mãos, do banho (pelo menos duas vezes por dia) e do rosto.
Os membros da delegação visitante se fizeram em primeiro lugar na mesa para tomarem os medicamentos apresentados pela comunidade.
Segundo a fonte “aquela foi uma das estratégias encontradas para combater o já crónico problema de desinformação nas comunidades de Cabo Delgado, sempre que se realizam campanhas de Saúde”.
A cidade de Inhambane é desde ontem a capital da cultura moçambicana, ao acolher o VIII Festival Nacional da Cultura, que decorre sob o lema “Unidade na Diversidade Cultural, Inspiração para a Construção da moçambicanidade”.
O evento para além de ser o ponto mais alto da exposição da cultura moçambicana revelou ser o momento de exaltação da auto-estima dos moçambicanos.
O Presidente da República Armando Guebuza, classifica o evento como sendo um elemento catalisador da unidade nacional na medida em que aglutina todas as manifestações artístico-culturais do país.
“Estas diferentes manifestações tornam os moçambicanos um povo unido através do propósito de fazer da sua diversidade cultural uma força motor da auto-estima dos moçambicanos para a consolidação da moçambicanidade”, disse Armando Guebuza do interior do Campo de Muelé, local que acolheu as cerimónias de abertura do festival.
O festival segundo afirma o Presidente da República constitui um veículo de transmissão do sistema de valores de geração em geração, para além de ser uma oportunidade para a exibição das potencialidades culturais.
A cerimónia de abertura do evento contou com a declamação do poema laudatório oficial na voz do jovem Júlio Malambe, que com versos enalteceu os feitos do Presidente da República para a construção do país. Recuando no tempo para recordar o sacrifício pelo qual os moçambicanos passaram para a libertação do país do domínio colonial, incluindo o próprio Chefe do Estado, que foi preso, na década 60, na penitenciária de Mabalane, em Gaza, quando procurava chegar a Tanzânia, onde iria se juntar aos outros companheiros, para juntos combaterem o regime colonial português.
Exibindo um semblante alegre Armando Guebuza felicitou por seu turno a província de Inhambane e a todos os fazedores da cultura, pelo alto nível de organização deste evento, e assumindo que nenhuma tarefa e exequível por si só acrescentando que a forma como os membros da equipa se complementaram na realização desta missão, deixa uma grande lição para os moçambicanos.
Na ocasião, Armando Guebuza saudou igualmente os líderes comunitários, pelo seu empenho na preservação da cultura e na implantação de novas florestas que se posicionam como farmácia verde.
O festival iniciou com o desfile das províncias e das cinco delegações estrangeira, nomeadamente Suazilândia, França, Turquia, Egipto e Maurícias.
Refira-se que das manifestações culturais a serem exibidas durante os seis dias do festival, destacam-se as danças Niketxe e Tufo de Nampula, Mapiko de Cabo Delgado, Xigubo e Marrabenta de Gaza e Maputo, respectivamente, assim como a Utsi e Chioda de Manica e Niassa, tidas como expressões passíveis de serem proclamadas pela UNESCO, como património oral e imaterial da humanidade.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MINEC) e a República Federal da Alemanha assinaram ontem um acordo de financiamento de 27 milhões de euros equivalente a de 1,080 milhões de meticais com objectivo de melhorar a educação no país nomeadamente a construção e apetrechamento de mais escolas durante o período 2014-2015.
Deste valor, 25 milhões de euros são destinados ao Fundo Comum de Apoio ao Sector da Educação (FASE) e os restantes dois milhões vão para apoio técnico ao departamento de construção de escolas do Ministério da Educação (MINED).
Falando momentos a assinatura do acordo, o vice-ministro do MINEC Henrique Banze disse que a cooperação entre os dois países tem alcançado progressos assinaláveis na área de educação e saúde, com destaque para o apoio ao programa de combate ao HIV/SIDA, e nas áreas de descentralização e Desenvolvimento Rural, Meio ambiente e Governação.
“Este acordo testemunha a importância da contribuição da Alemanha nos esforços que o governo moçambicano tem feito para acelerar o desenvolvimento económico e social do nosso país”, afirmou Banze.
Banze reiterou o compromisso do executivo moçambicano em continuar a adoptar medidas para o crescimento do pais.
“Renovamos o nosso compromisso em continuar a redobrar esforços para que daqui a 10 anos possamos alcançar bons resultados mas também do desenvolvimento do país”, disse.
Por outro lado, segundo Banze, o sistema de educação expandiu significativamente de 3,8 milhões de estudantes, em 2004, para 5,5 milhões, em 2013.
Por sua vez, o embaixador da República Federal de Alemanha, Phillipp Schauer disse que, nos próximos anos, o sector de educação continuará um dos focos de cooperação entre os dois países porque, sublinhou, uma população bem formada é a base do desenvolvimento social e económico.
”O sector de educação é uma das áreas focais da cooperação Moçambique Alemanha há mais de dez anos. Só uma população bem qualificada poderá desfrutar das grandes oportunidades económicas que se apresentam no país”, referiu.
Desde há dez anos, a Alemanha apoiou o desenvolvimento do sector de educação com mais de 200 milhões de euros.
A Associação das Secretárias e Secretários de Moçambique (ASSEMO) celebra 20 anos da sua existência, lutando pela profissionalização e igualdade vencendo os preconceitos e tabus.
O evento deste ano decorre sob o lema” 20 anos Quebrando Preconceitos e Tabus”, decorre de 12 a 15 de Agosto corrente.
Falando na ocasião, o Primeiro- Ministro, Alberto Vaquina disse que o trabalho realizado pela Associação das Secretárias e Secretários de Moçambique (ASSEMO) tem contribuído para a melhoria do funcionamento das instituições, incluindo a qualidade dos serviços prestados à população.
Segundo Vaquina esta melhoria resulta do sentido de responsabilidade, competência e brio profissional que as secretárias e secretários têm demonstrado no exercício das suas funções.
“É dependendo da qualidade da interacção e da resposta desta privilegiada porta de entrada da instituição que muitas vezes os utentes definem e caracterizam a boa ou má imagem da instituição. O carinho, bom atendimento e gentileza com que as secretárias e os secretários moçambicanos lidam com utentes das instituições contribui para a criação de um ambiente de cada vez maior respeito e serenidade nas relações entre as instituições e as populações”, explicou
Por sua vez, a Presidente da ASSEMO Julieta Juma , disse que o balanço da associação nesses anos é positiva e o desafio é a profissionalização dos seus membros e nesse momento estão a trabalhar em parceria com o ministério da função Pública para o efeito.
” Se tenho a minha carreira profissionalizada, seja onde estiver, eu a exerço e serei respeitada”, disse.
No entanto, as dificuldades vividas no dia-a-dia são a questão de Nomeação e mudança de carreira.
O ganho nesse momento é introdução do homem nessa área, porque antes só a mulher é que exercia a função, foram vencidos os preconceitos e tabus que existiam em volta do sexo para exercer a função.
” No começo não tínhamos homens na profissão, agora temos tantos, um exemplo disso é que a Governadora da Província de Maputo tem um secretário”, realçou
Na sequência, a Presidente afirmou que o secretariado é um cargo de confiança para tal é necessário ganhar e dar, porém o segredo para ser uma boa secretaria é o sigilo, competência e honestidade.
Quanto ao assédio, juma disse que é algo individual e as elas são conotadas devido a sua posição na instituição.
” A secretaria é a segunda pessoa da instituição, porque lida directamente com o dirigente “, frisou.
Julieta juma é secretária a 19 anos, exerceu vários cargos de direcção no secretariado, formou-se em assessoria de direcção, está a trabalhar no conselho de administração a assessorar directamente os dirigentes e está feliz, pois formou-se na sua área, actualmente exerce a função de assistente.
“O ganho que tive é a formação, pois formei-me e estou a trabalhar na minha área “, disse.
A ASSEMO começou com 200 a 300 membros, hoje alberga mais de 3500 membros entre eles Homens e Mulheres que lutam para o cumprimento dos seus direitos.
A Ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, anunciou na tarde de hoje, que o gás natural produzido na Bacia do Rovuma, terá como destino, o mercado asiático, e serão investidos mais de 30 milhões de dólares para a instalação de unidades de liquefacção.
Durante a fase inicial, o gás natural produzido nos depósitos de petróleo, será liquefeito, tendo como mercado preferencial, o asiático, por este, oferecer melhor preço, defende a ministra.
Adiante, Esperança Bias, sustentou a razão pela escolha do mercado asiático como destino de venda daquele produto, “de acordo com as estatísticas e previsões dos grandes centros de análises de mercado deste produto, é por essa razão, afirmou.
Mais de 30 milhões de dólares serão investidos para a instalação de unidades liquefacção de gás natural na bacia do Rovuma
Refira-se que, o volume de reservas de gás natural disponível nos depósitos descobertos na Bacia do Rovuma, estima-se em cerca de 200 triliões de pés cúbicos.
Sendo que, a metade das reservas descobertas, localizam-se em depósitos de petróleo que são abrangidos por ambas áreas 1 e 4. E outros depósitos encontram-se integralmente compreendidos dentro de cada área de contrato de concessão.
O Conselho Municipal de Nampula (CMN) pretende adquirir ainda este ano 40 novos autocarros para diminuir a problemática da insuficiência de transporte público que a capital do norte enfrenta.
Para tal, a edilidade local solicitou um pedido de financiamento ao First Nacional Bank (FNB), a título de empréstimo, no valor de 65.666.520,00 meticais, quantia prontamente aprovada pelo banco.
Da nova frota de 40 autocarros, 10 são de 32 lugares e os restantes 30 são de 40 lugares. Os mesmos serão geridos pela Empresa Municipalizada de Transportes Públicos e Infra-estruturas, pertencente ao CMN, que actualmente conta com apenas três autocarros.
O valor em questão deverá ser amortizado num prazo de três anos, a uma taxa de juro de 14,75 por cento, segundo consta da proposta da segunda revisão do plano de actividades e orçamento de 2014, recentemente aprovado pela Assembleia Municipal de Nampula.
Entretanto, apesar de aprovado o financiamento, o município contínua sem avançar datas em que os autocarros estarão em Nampula.
O Departamento de Planificação e Desenvolvimento Curricular do Instituto Nacional do Desenvolvimento da Educação pretende, nos próximos três anos, aumentar de 12 para 16 horas semanais, a carga horária na disciplina de Português, especialmente da primeira e terceira classes.
De acordo com o chefe daquele departamento, Trindade Nahara, esta medida visa aprimorar a leitura e escrita nestas classes do ensino primário do primeiro grau em Moçambique.
Este plano foi tornado público na abertura das III Jornadas da Educação, edição 2014, que decorrem de 13 a 15 de Agosto corrente, sob o lema “Leitura e escrita na formação e desenvolvimento de competências para a vida”. Na sua intervenção, Nahara afirmou que “a mudança da carga horária será aliada à introdução de outros instrumentos de avaliação para identificar, com exactidão, os problemas dos alunos muito cedo”.
Na ocasião, a vice-ministra da Educação, Leda Hugo, desafiou os profissionais e gestores da educação a incentivar, cada vez mais, nas crianças, jovens e adultos o gosto pela escrita e leitura.
Alguns participantes apontaram como um dos factores que contribuem para este problema a fraca qualidade psico-pedagógica de alguns professores.
Os jornalistas dos Países Africanos da Língua Oficial Portuguesa (PALOP), estão satisfeitos pela estabilidade política que se regista em Moçambique, sobretudo pela recente Lei de amnistia aprovada pelo parlamento moçambicano.
Os profissionais apontam o diálogo e a tolerância política, como condições fundamentais para a paz e estabilidade em Moçambique, pela recente aprovação da Lei de amnistia.
“Esta decisão dos deputados da Assembleia da Republica, ilustra vontade política para se ultrapassar os diferendos pela via do diálogo”, cita a RM.
Para os comunicólogos, os moçambicanos sempre mostraram compromisso com o diálogo, é bom para o país que haja estabilidade política em Moçambique, em África, nos PALOP.
Em Moçambique, ainda não se declarou a cessação das hostilidades militares, aguarda-se em breve, um encontro entre o chefe de Estado, Armando Gubuza e o líder da Renamo, Afonso Dlakhama, para que, estes assinem documentos que possam declarar em definitivo, a cessação das hostilidades, para a paz duradoira e tranquilidade do país
A Assembleia da República, o Parlamento moçambicano aprovou hoje, na especialidade, uma proposta de revisão da Lei de Petróleos, com votos favoráveis ao partido no poder, Frelimo, e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), a terceira força política. A Renamo, o maior partido da oposição moçambicana, votou contra.
O Partido Renamo, com 25 deputados presentes, votou contra, contestando a composição da instituição que regula as actividades petrolíferas em Moçambique, a Alta Autoridade da Industria Extractiva.
Entretanto, a Renamo, não quer que, a composição daquela instituição seja, regulada pelo Governo.
De acordo com o documento, “o Estado controla a prospecção, pesquisa, produção, transporte, comercialização, refinação e transformação de hidrocarbonetos líquidos e gasosos e seus derivados, incluindo actividades de petroquímica e GNL e GTL. E que “e as empresas de exploração petrolífera devem garantir o emprego e formação técnico-profissional de moçambicanos e assegurar, a sua participação na gestão e nas operações petrolíferas”
O Comandante-Geral da Polícia, Jorge Khálau, apelou ontem às forças policiais do posto fronteiriço da Namaacha, em Maputo, a elevarem a sua prontidão combativa e intensificarem o patrulhamento da linha de fronteira, de modo a evitar a travessia de gado e viaturas roubadas.
Falando numa parada com as forças no Comando Provincial da PRM, na Matola, Khálau encorajou as forças policiais moçambicanas a se aplicarem para que os crimes transfronteiriços sejam reduzidos e que os autores identificados sejam levados à barra da justiça.
Outros crimes transfronteiriços têm preocupado a polícia, que já desenvolve estratégias de combate, por exemplo, contra o tráfico de drogas, armas de fogo e órgãos humanos.
De visita à província de Maputo até ao próximo sábado, Jorge Khálau sublinhou que “um dos grandes desafios da corporação, em especial a da província de Maputo, é preparar-se melhor para garantir segurança durante a campanha eleitoral que se avizinha, bem como no decurso das eleições de 15 de Outubro”, disse.
Na oportunidade, dirigindo-se a um grupo de 41 agentes que encerraram o 2.º curso de chefia sectorial dos diferentes postos na corporação, O Comandante-Geral disse que estes têm a grande responsabilidade de melhorar a prestação dos serviços ao cidadão. O grupo estava em formação desde Janeiro último e será distribuído por todos os distritos da província de Maputo para dinamizarem os diferentes sectores.
Durante a visita à província de Maputo, Jorge Khálau irá trabalhar no Comando Provincial na Matola, nos distritos de Matutuine, Namaacha, Magude e no posto fronteiriço da Ponta do Ouro.
De salientar que no último fim-de-semana, a PRM assinou um memorando de entendimento com a sua congénere da Suazilândia com vista, justamente, ao combate conjunto do roubo de gado e de viaturas, bem como para a facilitação do tráfego de pessoas e bens.
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A suspensão do serviço...