Foi uma sexta-feira marcada por violentos confrontos, em Hong Kong, os primeiros desde o início dos protestos de estudantes por mais democracia e pela demissão do líder desta região administrativa especial da China.
A polícia afirma ter detido 19 pessoas, algumas que acredita terem ligações ao crime organizado. Durante os confrontos pelo menos 12 manifestantes e seis polícias ficaram feridos.
As manifestações foram decorrendo de forma pacífica. Os estudantes, chegaram a reunir com um representante do líder do Executivo de Hong Kong. O diálogo foi interrompido quando grupos pró-Pequim enfrentaram e, alegadamente, atacaram, os manifestantes.
Esta manhã a situação parece mais tranquila mas os manifestantes não arredam pé da zona onde se localizam os gabinetes ministeriais.
Há duas semanas que Ayn al Arab, também conhecida por Kobani, é palco de intensos combates entre extremistas do Estado Islâmico e as forças curdas.
A ofensiva, contra a cidade curda, na fronteira Síria-Turquia, continua apesar dos recentes ataques aéreos liderados pelos EUA.
John Allen, o norte-americano que coordena a coligação internacional contra o movimento Estado Islâmico, elogiou os esforços do governo do primeiro-ministro iraquiano, para trabalhar com os líderes provinciais e tribais, e falou dos próximos passos:
“Derrotar esta força no espaço físico vai exigir uma contraofensiva e nós vamos ajudar a treinar as forças que farão parte dessa contraofensiva, vamos ajudar com a aplicação do poder aéreo.”
Combatentes curdos continuam a lutar contra o grupo Estado Islâmico, ao longo da fronteira com a Turquia, uma aproximação que não agrada aos turcos que não querem que Kobani caia nas mãos dos extremistas.
O parlamento turco aprovou novos poderes para o governo lançar incursões militares na Síria e no Iraque. Mas as autoridades sírias já avisaram que isso será considerado um ataque à sua integridade territorial. As autoridades turcas vão também permitir que as forças estrangeiras lancem operações a partir do seu território.
É neste país que estão refugiados cerca de 160 mil sírios forçados a fugir das suas vilas e da guerra.
Os desmobilizados de guerra, a nível nacional, anunciaram o seu voto a favor do partido Democrático de Moçambique (MDM) e do seu candidato, Daviz Simango.
Jossias Matsenhe, chefe nacional do conjunto, considera que, depois de várias manifestações pacíficas por eles levadas a cabo, algumas das quais resultaram em actos de violência, perpetrados pela Polícia de Intervenção Rápida (FIR), a resposta a todos os problemas que inquietam os desmobilizados só poderá vir do MDM, pois é um partido que se preocupa com o bem estar dos cidadãos.
“Convido a todos os desmobilizados de guerra, do Rovuma ao Maputo, a apoiar o partido MDM e o seu presidente, Daviz Simango, que tem falado nos seus comícios e nos trabalhos que vem realizando, juntamente com os membros do seu partido, que o seu governo resolverá os nossos problemas”, disse Matsenhe acrescentando ainda que Simango, pelos seus feitos, já demonstrou ser um homem de confiança. “Este homem e o seu partido sabem cumprir com as promessas que fazem. As cidades da Beira, Quelimane e Nampula são um exemplo claro de que podemos confiar. É só olhar para a satisfação dos munícipes daqueles pontos do país”, referiu.
Para conseguir este feito, o MDM teve que incluir no seu manifesto uma resposta rápida para os desmobilizados, para um problema que já está pendente há anos.
Daviz Simango prometeu que, com o seu governo, em apenas seis meses poderá atribuir as devidas pensões a todos os mobilizados de guerra.
O Presidente do partido da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Afonso Dlhakama, apresentou na última quinta-feira (03) a sua vontade em participar nas cerimónias estatais do país, tendo prometido começar a se fazer presente neste sábado (04), nas cerimónias centrais em Maputo, pela passagem do dia da paz.
Ora, seria pela primeira vez, em que o líder da Renamo, Afonso Dlhakama participaria nas cerimónias do Estado, junto com as estruturas governamentais moçambicanas, desde a assinatura dos acordos de paz em Roma, em 1992.
“Pela primeira vez, sou capaz de ir participar a estas cerimónias oficialmente, não sei se será o governador que estará lá presente. Se fosse em Maputo, eu estaria com o próprio Guebuza a discursar”, ambicionou o Presidente da Renamo, Afonso dlhakama.
Igualmente, a assinatura do acordo sobre a cessação das hostilidades militares, entre o executivo e a Renamo, marcou uma nova etapa na história dos moçambicanos.
Entretanto, a ambição de Dlhakama é de facto, discursar com o seu colega na arena política, o Presidente da República, Armando Guebuza. Pois, para a fonte, a assinatura dos acordos sobre o fim das hostilidades em definitivo no país, tem todas as condições criadas para que a reconciliação nacional comece a andar com os seus próprios pés. “Eu quero participar nas cerimónias do Estado junto com as estruturas do governo, para mostrar que a reconciliação nacional está a sortir efeitos”, sublinhou.
Cinco por cento de terra está regularizada em Moçambique
A União Nacional dos Camponeses (UNAC) está agastada com o Governo Moçambicano por não cumprir com a lei do Direito do Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT), acusando-o de conceder terras a investidores internacionais sem se fazer consulta comunitária.
Segundo o presidente da União Nacional dos Camponeses (UNAC), Augusto Mafigo, os camponeses moçambicanos estão a ser confrontados pelos investidores estrangeiros que tem autorizações de DUAT, concedidos pelo Governo, desconhecendo os projetos de investimento em causa.
Para Mafigo, o governo está a autorizar a ocupação de terras por investidores estrangeiros, que mostram aos camponeses as autorizações emitidas em Maputo. A fonte disse explicando que, nem os governos distritais não conseguem tomar medidas para mitigar a situação. “Constitui uma grande preocupação para nós a UNAC, a usurpação de terras dos camponeses moçambicanos, pois estamos preocupados com isso”, desabafou.
Ademais, segundo um estudo apresentado recentemente, em Maputo, pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que reunia empresários nacionais que operam nesta área, revela que, em Moçambique, apenas 5 por cento das terras estão devidamente regularizadas, sendo que o remanescente, 95 por cento, está a solta.
O Presidente da República, Armando Guebuza inaugurou na manha desta quinta-feira (02) a Matchedje Motor, uma fábrica de montagem de automóveis na Machava, no Município da Matola.
Falando minutos a após a inauguração da infa-estrutura, Guebuza disse que trata-se de uma fábrica que demonstra e sublinha de forma inequívoca que Moçambique está a crescer e está a explorar de forma mais inteligente possível a tecnologia.
“São tecnologias que estão a ser colocadas ao serviço do nosso crescimento e ao dispor dos moçambicanos. A Matchedje Motor constitui a primeira marca automóvel registada e produzida em Moçambique facto que alegra mais ainda a nossa auto estima como moçambicanos “, explicou.
A implantação daquela unidade fabril surge no contexto da cooperação de amizade e solidariedade que existe entre Moçambique e China.
“Hoje uma vez mais a China está connosco neste contexto estratégico que desenvolveu-se entre os dois países. Por isso estamos hoje na inauguração desta fábrica, resultado da implementação de política nacional de industrialização que prevê a criação do modelo de desenvolvimento industrial de que essa empresa se beneficia”, asseverou.
Para o presidente, a indústria automóvel constitui uma alavanca para o desenvolvimento sócio-económico para o país, inaugurando assim mais postos de trabalho e oportunidades para os moçambicanos poderem demonstrar as suas capacidades e habilidades, respondendo aos padrões internacionais.
“De modo geral esta indústria tem o potencial de contribuir para redução das importações de viaturas ligeiras e pesadas e propiciar soluções através de tecnologias de ponta. A implantação e entrada em funcionamento da Matchedje Motor abre boas perspectivas para o crescimento da economia moçambicana”, frisou Guebuza.
Na ocasião, a Governadora da província de Maputo, Maria Jonas explicou que o projecto Matchedje é o mais importante em Moçambique e o governo tem um alto grau de atenção e vai dar todo o apoio, pois a sociedade precisava de uma indústria automóvel própria. “Portanto, esperamos sinceramente que Matchedje produza veículos de boa qualidade, o mais rapidamente possível “, referiu.
Por sua vez, o Presidente do Conselho de Admnistração da Machedje Motor Cau Hongru disse que é com alegria que testemunham a inauguração da primeira fábrica de montagem de automóveis em Moçambique.
“O projecto Matchedje que hoje começa é um programa de desenvolvimento consistente e nos próximos 05 á 10 anos, teremos um plano de construção de um parque industrial de 590 hectares.E para alcançar a plena capacidade vamos fabricar quase todos os tipos de automóveis, incluindo a produção de uma variedade de auto peças, máquinas formadoras, produtos químicos, indústria leve, automóvel electrónico cadeia da indústria, em seguida, promover plenamente a indústria automobilística e desenvolvimento económico de Moçambique”, explicou.
Ainda segundo Cau Hongru, a capacidade de produção será de 120 á 150 viaturas por mês, nesta primeira fase, incluindo a produção de vários tipos de acessórios e uma cadeia de indústria automóvel , promovendo desta forma o crescimento económico do país.
De acordo com o Embaixador da República da China em Moçambique Li Chunhua referiu que é com grande satisfação que fazem o lançamento dos primeiros carros de marca Matchedje em Moçambique.
” Isso demonstra que Moçambique tem um grande potencial na área da indústria automóvel e temos a ambição de nos expandirmos o mais rápido possível não só para dentro do país como também para os países africanos. E os nossos produtos vão cobrir viaturas de pequeno, médio e grande porte, a óleo diesel e gasolina com duas e quatro rodas motrizes”, afirmou.
De referir que nesta primeira fase de implementação a Matchedje Motor vai montar quatro a cinco carros diários e 150 carros mensais.
Iniciou esta quinta-feira (02), na capital do país, a implementação do projecto Bus Rapid Transit (BRT) ou simplesmente Corredor Exclusivo para Transporte, inserido no âmbito da elaboração do Plano Director de Mobilidade de Transportes a nível da área metropolitana de Maputo.
A primeira fase que iniciou tem a conclusão prevista para Agosto de 2015 e encontra-se inserida no âmbito do projecto de engenharia que passa necessariamente por um trabalho de pesquisa na via pública e dos trabalhos do estudo ambiental que estão a ser realizados.
Com o início das obras previsto para o segundo semestre do próximo ano, a operacionalização do BRT está garantida para os finais de 2017, segundo avançou João Matlombe, vereador do pelouro dos transportes no Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM).
“A nossa previsão é que as pessoas comecem a beneficiar-se do funcionamento do sistema em princípio até finais de 2017.”
Avaliada em 225 milhões de dólares norte-americanos, a Linha Um do projecto conta com uma extensão de cerca de 17 quilómetros e irá percorrer cinco avenidas da capital do país, nomeadamente Eduardo Mondlane, Julius Nyerere, Guerra Popular, FPLM e Acordos de Lusaka.
O projecto tem 20 estações (paragens) caracterizadas por terem uma plataforma elevada e nivelada com a porta dos autocarros, permitindo o embarque e desembarque dos passageiros com maior velocidade.
No que tange as terminais, Matlombe explicou que serão construídas duas, e requalificadas outras duas que abrigarão um total de 72 autocarros com capacidade para 160 passageiros.
“Do ponto de vista prático estamos a falar da requalificação na zona do Museu onde vamos instalar a terminal, da alteração na zona da Praça dos Trabalhadores, também vamos ter uma terminal para poder acomodar o modelo de infra-estruturas que vai ser integrado. Estamos a falar, também da instalação de mais duas terminais, uma na Praça dos Combatentes, que vai ser exclusivamente do projecto BRT, e uma terminal, com a estação de serviços e área de recolha dos autocarros, na Praça da Juventude, em Magoanine.”
A nova realidade irá resolver, segundo a fonte, um problema que os transportes semi-colectivos não conseguem, minimizando até certo ponto a duração da viagem de cerca de duas horas para 25 a 40 minutos, dependendo da carreira (expresso ou normal).
Matlombe garantiu que a introdução do novo modelo de transporte não trará nenhuma modificação no que tange a estrutura tarifária.
“Nós fizemos o modelo financeiro do projecto, isso permite implementar o projecto dentro dos custos actuais da tarifa mediante o mecanismo estruturado do subsídio que obviamente passa pelo modelo actual que o Estado tem subsidiado sem encarecer aquilo que é o custo real que o passageiro tem para apanhar o transporte público ou semi-colectivo”, finalizou o vereador.
Concluído o projecto, os transportes semi-colectivos de passageiros vulgo chapas 100 passarão a ser alimentadores do BRT, ou seja, deixarão de levar passageiros à cidade de Maputo nas rotas abrangidas pelo novo modelo, nomeadamente Magoanine/Museu (serviço expresso), Magoanine/P.Trabalhadores (serviço expresso), Magoanine/P.Trabalhadores (serviço normal), P.Combatentes/Museu (serviço normal).
Maria da Luz Guebuza, esposa do Presidente do partido Frelimo, Armando Guebuza, escalou nesta quinta-feira (02), o bairro da Mafalala, nas artérias da cidade de Maputo, para caçar voto e ao mesmo tempo, apresentar aos munícipes, a esposa do candidato presidencial do seu partido, Filipe Nyusi.
Faltando apenas seis dias, para Moçambique acolher as quintas eleições gerais, a Presidente da Organização da Mulher Moçambicana (OMM), Maria Guebuza, disse durante a apresentação pública da esposa do partido Frelimo, Isaura Nyusi, aos Mafalenses, que pela moldura humana presente no local, é sinal de vitória para o seu partido, naquele ponto do país.
“Votar na Frelimo e no seu candidato, Filipe Nyusi é garantir a continuidade do desenvolvimento do país, pois este é o libertador do país, valoriza a mulher, jovens e a todas camadas sociais. A moldura humana que se fez presente no local é a mesma que se espera que, com o seu voto, possa culminar com a vitória do nosso candidato”, reiterou Maria Guebuza.
Por sua vez, os simpatizantes do partido presentes no local, garantiram votar a favor do partido do batuque e da maçaroca. Temos a convicção de que a vitória em todo o país está garantida, visto que “o Nyusi apresenta um projecto exequível, inclusive para os jovens, onde prometeu abrir muitos postos de trabalho que vão gerar emprego, a política de habitação, que será para se fazer construção a baixo custo, por isso nós acreditamos e votaremos nele” sublinhou Justino Carlos Novela.
“O projeto de governação de Nyusi, é bom porque, ele diz que vai dar continuidade daquilo que já vem se fazendo, então acho importante porque sempre estive ao lado da Frelimo, e gostaria que quando ele tomar o poder, melhorasse o acesso ao emprego, sobretudo para os jovens, porque estes estão cada vez mais a se formar nas universidades, e sente-se que há muita falta de emprego, é preciso melhorar mais nestes aspetos”, afirmou, Alice de Carvalho.
Aliais, para a fonte, embora não conheça melhor ainda a esposa do Nyusi, mas se ela garante também, dar continuidade naquilo que actual primeira-dama da República faz em prol do país, então, acho que é uma boa mãe para nós e merece a nossa confiança”, desabafou, Alice.
A insegurança faz com Moçambique recue duas posições no Índice Ibrahim de Boa Governação Africana (IIGA) 2014, para o vigésimo segundo, entre 52 países africanos avaliados. “Este índice obriga ao estabelecimento de certas prioridades” e “há-de ser necessário saber como adaptar o que o índice sugere para Moçambique”, sugeriu o antigo presidente da República, Joaquim Chissano.
Moçambique, cuja estabilidade estava reflectida na avaliação do índice nos últimos anos, perdeu dois pontos no espaço de 12 meses devido às questões relacionadas com a segurança nacional e pessoal.
São apontadas como causas, as hostilidades militares protagonizadas entre o governo e homens residuais da Renamo, desestabilização que durou um período de mais de um ano e meio.
Falando na passada terça-feira (30), em Londres, o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano, citado pela Lusa, entende que, para se inverter a situação, carece o estabelecimento de certas prioridades.
“Esta questão da segurança pode ser que não seja exactamente assim. O índice foi feito num determinado momento, refere-se ao ano passado e a situação parece ter melhorado, os raptos, tanto aqueles motivados por dinheiro como aqueles que tenham como objectivo o tráfico de pessoas, pararam”, realçou Chissano.
No topo dos cinco melhores mantêm-se Ilhas Maurícias (81,7 pontos), seguidas por Cabo Verde (76,6), Botsuana, (76,2), África do Sul (73,3) – quem conquistou a quarta posição é Ilhas Seicheles (73,2).
No âmbito dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), encontra-se na melhor posição, Cabo Verde que ocupa o segundo lugar no ranking, à frente de São Tomé e Príncipe (12º), Moçambique (22º), Angola (44º) e Guiné-Bissau (48º).
Por sua vez, Moçambique recuou duas posições e aparece na 22ª posição, devido sobretudo à maior insegurança no país.
São Tomé e Príncipe é um dos países que continua a progredir na avaliação, mas perdeu um lugar e caiu para o 12º posto. A Guiné-Bissau foi um dos países que piorou nos últimos cinco anos.
Angola inverteu a tendência de subida dos últimos anos ao cair para o 44º lugar na tabela de 52 países, perdendo cinco posições devido, essencialmente, a recuos nas áreas da igualdade entre sexos, participação cívica e direitos humanos, bem como no ambiente económico.
Refira-se que, a Fundação Mo Ibrahim, homónima do milionário sudanês que a criou em 2006, apoia a boa governação e a liderança em África e elabora anualmente desde 2007 o Índice Ibrahim, o mesmo tem como objectivo informar e ajudar os cidadãos, sociedade civil, parlamentos e governos a medir o progresso.
A avaliação é feita seguindo diferentes critérios, agrupados em quatro categorias nomeadamente, Segurança e Estado de Direito; Participação e Direitos Humanos; Oportunidade Económica Sustentável; e Desenvolvimento Humano.
O mundial de basquetebol, em seniores femininos, que moçambique participou pela primeira vez na sua história, vai ficar registado nos livros sagrados, pelo menos em termos individuais.
É que a atleta moçambiacna Leia Dongue, ou simplesmente Tanucha, foi eleita a quarta melhor atleta da primeira fase da prova, que ainda decorre na Turquia. A eleição das melhores atletas é feita pela FIBA em função das estatísticas dos jogos, sendo considerados os pontos convertidos,s ressaltos, as assistências. No conjunto dos três jogos da fase inicial, a jogadora moçambicana somou 15 pontos, apenas atrás da espanhola Sancho Lyttle (17 pontos), da norte-americana Maya Moore (16) e da cubanna Yamara Amargo (15.7).
Em termos de pontos convertidos nos três jogos, Tanucha fez dez no primeiro jogo, 18 no segundo e 17 no terceiro, sendo que nesta utima partida, foi a melhor marcadora. No total converteu 45 pontos.
A seguir, na lista dos melhores, nesta primeira fase da prova, da selecção nacional, aparece a Deolinda Ngulela, na 24ᵃ posição, com 10,7 pontos, ela que converteu nos três jogos um total de 32 pontos
Georgia Mitchell, de 5 anos de idade, passa os meses quentes de verão assistindo os amigos brincarem do lado de fora, enquanto olha desesperada através da janela querendo lhes fazer companhia à luz do sol.
Mas uma condição rara na pele a deixa coberta de escamas dolorosas, a mantendo dentro de casa durante toda a estação, com medo de ficar exposta aos raios solares.
Quando Georgia nasceu, os médicos a diagnosticaram com uma doença extremamente rara, chamada Eritrodermia ictiosiforme não bolhosa. O caso se agrava com o sol e o calor.
A mãe de Georgia, Misty Mitchell, de 33 anos, disse que logo que ela deu à luz sua filha, sabia que algo estava errado. “Quando Georgia nasceu ela tinha escamas em toda a sua pele, parecia que havia sido queimada”, disse ela.
Uma das complicações da doença é que ela impede o processo normal de transpiração. Isso significa que a luz solar e os exercícios podem agravar os problemas na pele, a deixando mais dolorosa e ferida.
Misty, disse: “Houve muitas festas de aniversário que ela pediu para ir e tivemos que dizer não, por causa do calor. Mas é incrível que quando o inverno chega a cada ano, podemos deixá-la sair.”
Misty e seu marido, Sonny, de 38 anos, foram avisados de que a filha poderia não sobreviver mais do que duas semanas. Mas a criança vem surpreendendo a todos e melhorando sua condição de vida, apesar do problema raro.
Os adeptos do Chelsea elegeram Diego Costa como o melhor jogador do mês de Setembro, depois de este ter levado o prémio de melhor jogador da Premier League em Agosto.
Escolha feita por meio de votação, justificando assim o arranque extraordinário da época do avançado. Diego Costa chegou ao Chelsea na última janela de transferências, sendo a maior aposta do José Mourinho. Em seis jogos, Diego Costa balançou as redes contrarias por oito vezes.
Duas professoras do nível médio da cidade de St. Charles Parish, em Louisiana, foram detidas após serem acusadas de manter relações sexuais há três com um dos seus alunos, menor de idade.
Shelley Dufresne, 32 anos, e Rachel Respess, 24 anos, davam aulas de inglês na Destrehan High School.
Segundo a polícia, o estudante manteve relações sexuais a três com as duas professoras na casa de Rachel Respess. Os investigadores confirmaram que o primeior encontro foi em 12 de Setembro após um jogo de futebol americano e teriam ficado juntos até o amanhecer. Os três fizeram vídeos pelo celular dos seus encontros.
Dufresne, que dava aulas na escola há 10 anos, foi presa nesta terça-feira e condenada a pagar uma fiança de US$ 200 mil. Além disso, está sob prisão domiciliar, e não poderá sair de casa, excepto para a continuação do tratamento intensivo de saúde mental, consultas médicas e igreja.
Já Respess, que dava aulas no local há dois anos, se entregou na quarta-feira, mas não foi divulgada sua pena.
A polícia começou a investigação na última sexta-feira depois do estudante contar aos colegas que mantinha relações sexuais com as professoras. Segundo a lei do Estado da Louisiana, uma pessoa com menos de 17 anos não pode ter relações sexuais com qualquer pessoa com mais de 30 anos de idade. O ato é considerado um crime contra a moralidade sexual.
Os ecologistas italianos estão revoltados com a licença para matar lobos, assinada pelo presidente da câmara de Verona. Em Setembro, Flávio Tosi publicou um edital que autoriza os agricultores a matarem lobos – se estes representarem um perigo para as vidas humanas ou para os rebanhos. Desde maio, 37 animais – incluindo burros – foram atacados por lobos, na região de Verona.
Uma pessoa morreu carbonizada num incêndio que destruiu uma centena de habitações, numa favela de São Paulo, no Brasil.
O fogo deflagrou durante a madrugada, numa das barracas de Sapopemba e alastrou-se rapidamente, devido ao vento e às construções em madeira. As chamas foram controladas horas depois pelos 75 bombeiros enviados para o local.
Pequim diz que os protestos pró-democracia em Hong Kong são “ilegais” e avisa os países estrangeiros de que se trata de um “assunto interno”.
A posição da China foi reafirmada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, durante uma visita aos Estados Unidos. Wang Yi foi recebido pelo presidente Barack Obama e pelo secretário de Estado John Kerry.
O chefe da diplomacia chinesa frisou que o seu governo “exprimiu de forma clara e firme a sua posição. O que se passa em Hong Kong é um assunto interno da China e todos os países devem respeitar a soberania chinesa. É um princípio básico da governação internacional”.
Mas Obama frisou a Wang Yi que Washington seguirá de perto a situação e apelou a uma resolução pacífica.
Kerry sublinhou, por seu lado, que os Estados Unidos, acreditam “que uma sociedade aberta com o mais alto nível de autonomia que for possível e governada pelo estado de direito é essencial para a estabilidade e prosperidade de Hong Kong”. E disse esperar “que as autoridades de Hong Kong exerçam moderação e respeitem o direitos dos manifestantes a exprimir pacificamente os seus pontos de vista”.
Indignados com a decisão da China de limitar a escolha dos candidatos para as eleições de 2017 em Hong Kong, os manifestantes exigem a demissão do chefe do executivo local. A ala estudantil dos protestos deu até esta quinta-feira para que isso aconteça, caso contrário, ameaça começar a ocupar, não só as ruas, mas também edifícios governamentais.
“Mesmo sem vencer, Moçambique teve boa prestação” afirmam adeptos do basquetebol, face a estreia da selecção no Mundial da Turquia.
Basquetebol em feminino acreditam que a primeira prestação da selecção no mundial pode ter criado expectativa e, cultivar ar de esperança para as próximas competições do género. Apesar de não ter conseguido nenhuma vitória no campeonato, a que reconhecer a atitude, a coragem e sobre tudo a determinação, que elas exibiram na Turquia.
Não foi fácil estar na competição, como se não bastasse pela primeira vez fora do seu país, diante do seu público, incluindo até uma estadia naquele país asiático onde, as regras quer tradicionais, culturais ou religiosas são completamente diferentes.
Um ar de esperança “vibra” na selecção, foram três jogos em que as expectativas eram poucas, assim sendo, foram poucas mesmo, pois, a selecção não conseguiu vencer nenhuma partida, o que ditou última posição na fase de grupos e, tendo ficado por terra.
Arone Magul amante de desporto e adepto do Maxaquene afirmou ao MMO que “a nossa selecção esta com caminho meio andado, pois não foi fácil jogar com selecções que já tem longas andanças nestas arenas”. Tendo acrescentado que, “uma coisa é estar e a outra é saber estar, sendo esta última característica que esteve a par das meninas”.
Acredita-se que a prestação exibida na Turquia foi uma das melhores, apesar de terem averbado derrotas em todos os jogos. Numa outra vertente perder não significa deixar tudo para trás, muito menos “sinónimo de não saber jogar”, mas sim uma luta contínua.
Em entrevista cedida ao canal desportivo da Rádio Moçambique, Nazir Salé técnico da selecção Nacional de Basquetebol teceu elogios face a exibição de Moçambique, “de certeza que estávamos num campeonato que não é nosso, numa competição que abundam grandes selecções, por isso, temos que reconhecer o talento das nossas «meninas». Elas fizeram tudo para nos dignificar, pena porque não conseguiram vencer nenhum jogo, mas ainda há esperanças para tal”.
Salé acredita que a sua comitiva teve experiência para pensar nos próximos episódios, quer em campeonatos mundiais ou de outras categorias. Com a maturidade que se viu, tomara que sirva para outras gerações que vão compor este elenco, pois esta é uma experiência que deve ser transmitida.
Salé afirmou que o jogo mais difícil foi contra a selecção francesa, no qual Moçambique perdeu por uma diferença de cerca de quarenta pontos (40), “a França entrou destruidora e, não nos deu tempo para reagir, a medida em que o jogo ia-se intensificando tentávamos dar volta sem sucesso, criamos oportunidades e sempre falou mais alto a turma francesa”.
Deolinda Ngulela capitã da selecção falando em directo para RM, avançou que a Selecção soube estar e, que realmente dignificou o país. Para ela jogar pela primeira vez no campeonato do mundo com grandes selecções é um sonho de todos que ainda não tiveram oportunidade.
A capitã aproveitou a ocasião para afirmar que estar no campeonato do mundo é um sonho que esteve em sua mente desde que se apaixonou pela modalidade. O que não acreditava era um dia chegar lá. Por outro lado, referiu que o sonho deixou de ser expectativa virou realidade.
“Foi mais uma aula para as nossas “meninas”, depois de conquistar a segunda posição no campeonato africano, em que fomos anfitriões, esperávamos um pouco mais, a sorte não esteve connosco, mas acreditamos que ganhamos experiência e maturidade para as próximas oportunidades” afiançou Jaime Mendes fã da selecção Nacional e do Clube Desportivo de Maputo.
Sendo pela primeira vez que a Selecção Nacional de Basquetebol em Feminino participa nesta modalidade, lhe foi transmitido atitude, dignidade, sem portanto exigir vitórias porque ainda é cedo para que isso se concretize.
Capitã da Selecção despe-se
A capitã da Selecção Nacional de Basquetebol em feminino, Deolinda Ngulela depois do jogo frente a Turquia, despediu-se da selecção nacional da modalidade e avançou que poderá não participar mais.
Ngulela vincou que foi um sonho chegar ao nível em que chegou junto das companheiras e, toda delegação que sempre lutou para marcar a sua presença neste mundial. Não foi fácil, mas chegamos e demonstramos que somos capazes de ir para longe.
1 de Outubro foi consagrado o Dia Internacional do Idoso pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1991, com o objectivo de sensibilizar a sociedade para as questões de envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar da população idosa.
Neste âmbito, o Conselho Municipal da cidade de Maputo (CMM) organizou uma festa para celebrar a data comemorativa junto aos idosos do lar da terceira idade, no Distrito Municipal Ka Mubukwana, em Matendene.
Na ocasião, a Vereadora para a Área de Saúde e Acção Social, Nurbai Calú, disse que esta celebração representa um momento de reflexão em volta dos cuidados a ter com a pessoa idosa.
“O idoso é o futuro de todos nós. Todos nós temos um idoso em casa e quando chegam estas datas temos uma oportunidade para reflectirmos, se tratamos essa pessoa com o carinho e a atenção que ela merece ou se há alguma coisa que melhor poderemos fazer por ela”, afirmou a vereadora, referindo igualmente que o idoso deve ser respeitado, na sua condição, pois este não deixa de ser humano pelo avançar da idade. “Os idosos, pela experiência de vida que têm, são como bibliotecas vivas e com eles podemos trocar experiências e aprender lições muito importantes, por isso devem ser respeitados e tratados como membros da sociedade”, disse.
Actualmente, o lar da terceira idade de Matendene tem internado pouco menos de vinte idosos. “Temos espaço para receber mais idosos, mas neste momento não é possível porque a política do Governo não visa a institucionalização destes lares. Quando encontramos um idoso em situação de vulnerabilidade fazemos visitas e procuramos ver se há condições do mesmo ficar sob o cuidado dos seus familiares. Caso haja, não internamos”, explicou a Nurbai Calú.
Armando Mandlate de 82 anos, tem nove filhos, 20 netos e oito bisnetos. É um dos acolhidos no lar dos idosos e considera-se felizardo por ter tido a oportunidade de fazer parte da família que lá se constitui. “Estou muito bem aqui. Graças a Deus, estou bem de saúde e a vida corre normalmente. Até ainda tenho força para partir lenha”, brincou o madala, deixando recomendações para os jovens que pretendem ter vida longa e saudável. “Cuidado com os vícios, pois não é ancorado a esse tipo de vida que chegamos a esta idade. Os vícios matam. Ser velho não deve ser considerado uma maldição por nenhuma pessoa, porque faz parte do ciclo da vida que só termina com a morte. Respeitem aos velhos, pois um dia vocês também serão”, advertiu.
O Bairro do Zimpeto foi representado na festa por um grupo coral que brindou aos idosos com o seu produto, a música.
Frederico Magaia, um dos membros do grupo coral, referiu que, neste dia tão importante para a sociedade no geral e para o idoso em particular “é uma honra conviver com os ‘vovôs’ neste momento tão especial onde condecoramos estas pessoas e reconhecemos que elas fazem parte do nosso quotidiano”, disse.
A mensagem do dia do idoso é passar mais carinho aos idosos, muitas vezes esquecidos pela sociedade e pela família.
Os Chefes das delegações do Governo e da Renamo, nomeadamente José Pacheco e Saímone Macuiane, respectivamente, pediram mais responsabilidades a equipa de observadores militares internacionais que acompanhará o processo de implementação das hostilidades militares já em curso.
A equipa de observadores militares composta por 93 peritos militares, dos quais, 23 internacionais, 70 nacionais divididos em dois grupos, 50 por cento pertencem a força política da Renamo e a outra parte do Governo, poderão discutir assuntos militares.
Para o efeito, na cidade de Maputo, já foi instalado um comando central com sub-comandos nas províncias de Inhambane, Sofala, Tete e Nampula, onde os peritos militares chefiados pelo brigadeiro do Botswana, Therego Tseretse, poderão juntos com a equipa composta por militares do Governo e forças residuais da Renamo, encontrar melhores estratégias para implementar os documentos sobre a cessação das hostilidades militares em prática.
Neste âmbito, o chefe da delegação da Renamo, Saímone Macuiane, reiterou o compromisso para fazer cumprir todos os entendimentos alcançados, acreditando, que este propósito abre uma nova história para o país, usando esta oportunidade como o reencontro entre a família moçambicana, com vista a uma verdadeira reconciliação, considerando deste modo, como uma condição para o alcance de uma paz duradoira e genuína.
“O acompanhamento da comunidade internacional neste processo, é fundamental para não voltarmos a situação que se deu após a declaração de paz, assinado em Roma, em 1992”, referiu Macuiane.
E por seu turno, o chefe da delegação do Governo, José Pacheco, a principal missão da Equipa Militar de Observação da Cessação das Hostilidades Militares (EMOCHM), é de observar, monitorar e garantir a implementação do processo de cessação das hostilidades militares. “Iniciar o processo de inserção dos homens residuais da Renamo na Polícia da República de Moçambique (PRM) e nas Forças de Defesa e Segurança de Moçambique (FDS), bem como, iniciar o processo de reinserção no processo social e económico.
“Garantir que nenhum partido possa se manter homens armados e nem armas de fogo, reconhecemos que a missão da EMOCM é complexa e delicada, porém apelamos que se assegure a materialização dos objectivos, tendo em conta o período estipulado nos termos de referências, de 135 dias”, apelou Pacheco.
O novo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Electricidade de Moçambique E.P. (EDM), Engenheiro Gildo Abílio Sibumbe, tomou posse na manhã desta quarta-feira (01), numa cerimónia que contou com a presença do anterior Presidente, Eng. Augusto de Sousa Fernando.
O novo PCA tem como principais desafios o aumento do acesso à energia eléctrica e a melhoria dos serviços prestados ao cliente.
Durante a cerimónia do empossamento, o Primeiro-ministro, Alberto Vaquina, reforçou que é necessária uma maior atenção à electrificação dos locais com maior potencial agro-industrial e de rápido desenvolvimento, o que implica a extensão da rede nacional de energia.
Para tal, “o desenvolvimento de infra-estruturas de produção e transporte de energia eléctrica assume um papel de relevo, sendo imperioso assegurar a disponibilidade de energia para o crescente consumo, bem como a capacidade de transporte para os diversos centros de carga”, referiu o chefe do executivo moçambicano.
Intervindo na ocasião, o actual PCA da empresa estatal afirmou que irá dar continuidade à implementação do plano estratégico da empresa.
“Darei continuidade ao trabalho que tem sido feito por aqueles que me anteciparam , nomeadamente o aumento do acesso as populações à energia eléctrica, tentar expandir na medida do possível o parque de geração para ter mais energia disponível”, disse Sibumbe, tendo avançado que a qualidade de melhoria da energia é uma meta.
Formado em engenharia electrotécnica e quadro da EDM há 25 anos, até à data da sua nomeação, Gilgo Sibumbe ocupava o cargo de Administrador para o Pelouro Técnico na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).
A nomeação do Eng. Gildo Sibumbe para a liderança da estatal surge na sequência da exoneração de Augusto de Sousa Fernando aprovada na sessão ordinária do Conselho de Ministros reunido esta terça-feira (30).
Augusto de Sousa Fernando é afastado da EDM dois anos e meio depois de ter sido nomeado para a presidência da empresa pública.
Sem terminar o mandato, o também engenheiro electrotécnico é exonerado numa altura em que a empresa enfrenta grandes desafios, entre os quais, a expansão da rede eléctrica e a melhoria da qualidade de energia.
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