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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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Galp e Autoridade Tributária em disputa sobre ganhos de capital na exploração de gás

A prestigiada ONG de combate à corrupção, Centro de Integridade Pública (CIP), acusou a empresa petrolífera portuguesa Galp de ameaçar a soberania económica de Moçambique numa disputa legal em curso com a Autoridade Tributária (AT) do país.

A contenda iniciou quando a Galp decidiu vender, ao longo do último ano, a sua participação no consórcio que explora gás natural na Área Quatro da bacia do Rovuma, localizada ao largo da costa da província de Cabo Delgado, à ADNOC, a empresa petrolífera estatal dos Emirados Árabes Unidos.

A Galp alienou os seus activos em Moçambique por 1,2 mil milhões de euros (cerca de 1,3 mil milhões de dólares americanos, segundo a taxa de câmbio actual).

Segundo a AT, este valor resulta num ganho de capital tributável de 162 milhões de euros, fundamentado na aplicação da taxa padrão de 17,6%. Contudo, a Galp argumenta que o ganho de capital justo não ultrapassa os 26 milhões de euros.

Com o intuito de contestar a decisão da Autoridade Tributária, a Galp decidiu levar o caso para arbitragem internacional, através do Centro Internacional de Resolução de Disputas de Investimento (ICSID) do Banco Mundial.

Segundo a análise do CIP, a decisão da Galp de contestar as exigências da AT e optar pela arbitragem internacional “coloca em conflito o direito legítimo de um Estado de tributar os seus recursos subsolares com a estratégia de uma empresa de minimizar a sua carga tributária através de estruturas corporativas complexas e mecanismos de litígios internacionais.”

O CIP salienta que a empresa terá que provar em tribunal que os seus investimentos dedutíveis eram quase três vezes superiores ao valor aceito pela Autoridade Tributária. Esta discrepância sugere uma interpretação fiscal agressiva por parte da Galp, que poderá estar a inflacionar artificialmente os custos dedutíveis para erosionar a base tributável e, por conseguinte, o imposto a pagar.

O cerne da disputa, segundo o CIP, reside na maneira como a transacção foi estruturada, uma vez que a Galp não vendeu directamente a sua licença de operação no país, mas sim acções da sua subsidiária Galp Energia Rovuma B.V., sediada na Holanda.

A organização argumenta que “o objetivo é transferir o local legal da transação para uma jurisdição estrangeira, na tentativa de a retirar da autoridade fiscal do país onde se encontram o ativo físico e o seu valor económico.” Os indícios sugerem que a empresa visa evitar o pagamento de impostos em Moçambique, invocando extraterritorialidade, e não pagar impostos na Holanda, beneficiando de regimes fiscais internos favoráveis, conhecidos como isenções de participação.

O CIP observa que, na ausência de um Acordo de Dupla Tributação com a Holanda, a legislação moçambicana é a única regra aplicável. O código tributário moçambicano determina que os ganhos provenientes da venda indireta de ativos localizados em Moçambique são considerados rendimento de origem moçambicana, independentemente do local onde a transação ocorra. Esta norma, concebida especificamente para combater o planeamento fiscal agressivo, sustenta a posição da AT.

A organização acredita também que a Galp recorreu à arbitragem internacional para “explorar o profundo desequilíbrio de poder financeiro entre a empresa e o Estado moçambicano, forçando o país a aceitar um acordo desfavorável para evitar custos legais exorbitantes, estimados conservadoramente entre 6 e 8 milhões de dólares, o que corresponde a cerca de 3,4% a 4,6% do total de imposto devido.”

O CIP, citando estudos sobre litígios fiscais no setor extrativo, refere que “nestes cenários, as empresas não buscam necessariamente vencer. Muitas vezes, o seu objetivo é forçar concessões e impor uma negociação injusta. Neste campo de batalha, o processo legal deixa de ser um instrumento de justiça e transforma-se numa arma de dissuasão económica.”

Actividade económica em Moçambique atinge pico de crescimento em dois anos

A actividade económica em Moçambique alcançou, no último mês, o seu crescimento mais robusto em dois anos, conforme revela o Índice de Gestores de Compras (PMI) divulgado pela filial moçambicana do Standard Bank da África do Sul.

Segundo o relatório, as condições de negócios em Moçambique melhoraram pela primeira vez em três meses durante o mês de Julho, evidenciando uma expansão significativa da actividade em resposta ao aumento de novos negócios. O crescimento da actividade foi o mais acentuado verificado nos últimos dois anos.

O documento classifica Julho como um mês de recuperação da actividade económica, sublinhando que o emprego também registou uma subida, marcando assim o segundo aumento mensal consecutivo.

Entretanto, as compras e os estoques de matérias-primas diminuíram. Os custos de venda mantiveram-se estáveis após aumentos consecutivos, uma vez que as empresas procuraram preservar os preços num ambiente de custos favorável.

O PMI subiu de 50,2 em Março para 50,5 em Abril, permanecendo acima do valor neutro de 50 durante três meses consecutivos. No entanto, caiu para 49,6 pontos em Maio e 49,1 em Junho, voltando a território positivo em Julho ao atingir 50,7 pontos.

O relatório destaca uma melhoria nas condições de negócios em comparação com os meses anteriores. Os indicadores abaixo deste patamar sinalizam deterioração.

O índice indica uma leve melhoria na saúde da economia do sector privado. As empresas de Moçambique registaram um aumento nas vendas no início do terceiro trimestre, à medida que as condições de procura se elevaram após um período de fraqueza em Junho.

Os dados também sugerem que as empresas aumentaram a sua produção ao longo do mês de Julho, com uma taxa de crescimento sólida, a mais acentuada nos últimos dois anos. O sector da construção lidera este crescimento, com os inquiridos a mencionar novos projectos e uma produtividade melhorada.

A produção aumentou em todos os outros sectores, excepto no grossista e retalho, onde a actividade total foi estável. O aumento das vendas contribuiu para a criação de empregos no sector privado de Moçambique em Julho, ajudando as empresas a reduzir as suas pendências na maior medida em quase dois anos.

Vagas de emprego do dia 08 de Agosto de 2025

Foram publicadas hoje, dia 08 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vagas para Estafetas

A Pluma pretende recrutar para sua equipa dois (2) Estafetas. Saiba mais.

2. Vagas para Comerciais Jr

A Pluma pretende recrutar para sua equipa dois (2) Comerciais Jr. Saiba mais.

3. Vaga para Supervisor de Loja

A Pluma pretende recrutar para sua equipa um (1) Supervisor de Loja. Saiba mais.

4. Vaga para Consultor para Avaliação Técnica Final de um Projecto

A MADRE CORAJE pretende recrutar um (1) Consultor para Avaliação Técnica Final de um Projecto. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Coordenador Associado de Conteúdo

A GiveDirectly (GD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Associado de Conteúdo. Saiba mais.

2. Vaga para Programme Policy Officer (Disaster Risk Financing)

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Programme Policy Officer (Disaster Risk Financing). Saiba mais.

3. Vaga para Tractor Operator

A Unitrans pretende recrutar um (1) Tractor Operator. Saiba mais.

4. Vaga para Oficial de Ligação Comunitária

O Santuário Bravio de Vilanculos (Sanctuary) pretende recrutar um (1) Oficial de Ligação Comunitária. Saiba mais.

5. Vaga para Senior Security Specialist

A McDermott International pretende recrutar um (1) Senior Security Specialist. Saiba mais.

6. Vaga para National Climate Change and Environmental Officer

A International Organization for Migration (IOM) pretende recrutar um (1) National Climate Change and Environmental Officer. Saiba mais.

7. Vagas para Engineers in Training

A Sasol pretende recrutar dez (10) Engineers in Training. Saiba mais.

8. Vaga para Site Maintenance Assistant (Cleaner)

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Site Maintenance Assistant (Cleaner). Saiba mais.

9. Vaga para Técnico Analista de Sistemas de Informação para a Saúde

A Dream – Sant’Egidio pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Analista de Sistemas de Informação para a Saúde. Saiba mais.

10. Vaga para Técnico de Nutrição

A Associação para o Desenvolvimento Sustentável de Moçambique (APDS-MOZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Nutrição. Saiba mais.

11. Vaga para Principal Project Controls Specialist

A CB&I pretende recrutar um (1) Principal Project Controls Specialist. Saiba mais.

12. Vaga para Exams Invigilator

A British Council pretende recrutar um (1) Exams Invigilator. Saiba mais.

13. Vaga para Especialista – Proteção à Criança em Emergências

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Especialista – Proteção à Criança em Emergências. Saiba mais.

14. Vaga para Platform Engineer

A Vodafone pretende recrutar um (1) Platform Engineer. Saiba mais.

15. Vaga para Procurement Specialist – Commercial & Service

A Vodafone pretende recrutar um (1) Procurement Specialist – Commercial & Service. Saiba mais.

16. Vaga para Site Maintenance Assistant

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Site Maintenance Assistant. Saiba mais.

17. Vaga para Técnico Agrónomo

A Progettomondo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Agrónomo. Saiba mais.

18. Vaga para HSE Officer

A DP World pretende recrutar um (1) HSE Officer. Saiba mais.

19. Vaga para Gestor Associado de Administração

A GiveDirectly (GD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Associado de Administração. Saiba mais.

20. Vaga para Country Technical Adviser

A DAI pretende recrutar um (1) Country Technical Adviser. Saiba mais.

21. Vaga para Senior Manager, Africa Region, Partnership for Healthy Cities

A Vital Strategies pretende recrutar um (1) Senior Manager, Africa Region, Partnership for Healthy Cities. Saiba mais.

22. Vaga para Consultor Para Gestão de Bases de Dados do Projecto FILOVC-AMASI

A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Para Gestão de Bases de Dados do Projecto FILOVC-AMASI. Saiba mais.

23. Vaga para Gestor de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem

A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem. Saiba mais.

24. Vaga para Facilitator

Empresa anónima pretende recrutar um (1) Facilitator. Saiba mais.

Lançamento aéreo de ajuda alimentar em Gaza não resolve crise de fome

No contexto da crescente crise alimentar em Gaza, Israel permitiu que diversos países realizassem lançamentos aéreos de alimentos no território palestino. 

Aviões dos Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Egito, Alemanha, Bélgica e Canadá despejaram 120 fardos de ajuda, conforme informações das Forças de Defesa de Israel (FDI).

Após este ato, o governo israelense anunciou, no dia seguinte, que permitiria a entrada parcial de mercadorias para comércio em Gaza, através de fornecedores locais, com o propósito de reduzir a dependência da ajuda humanitária.

Contudo, tanto palestinos quanto organizações humanitárias têm relatado que a quantidade de alimentos que chega ao enclave, seja por via aérea ou terrestre, é insuficiente para mitigar a crise alimentar, além de não ser distribuída de forma equitativa entre a população.

Philippe Lazzarini, comissário-geral da Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para Refugiados Palestinos (UNRWA), afirmou que “lançamentos aéreos custam pelo menos 100 vezes mais do que caminhões. Um caminhão carrega o dobro do que um avião”.

Indivíduo detido por assassinato e tentativa de ocultação de corpo em Marracuene

Um homem encontra-se detido e indiciado pelo crime de assassinato, bem como pela tentativa de ocultar o corpo da vítima, no município de Marracuene, na província de Maputo.

O incidente teve lugar na zona de Xipassane, no bairro Mali, conhecido popularmente como Santa Isabel. Segundo relatos de vizinhos, o autor do crime terá acusado a vítima de ter roubado os seus pertences, o que culminou na tragédia.

As autoridades locais estão a investigar o caso, na busca por mais detalhes que possam esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Tete: Polícia detém três indivíduos por posse ilegal de arma e equipamento militar

A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Tete realizou a detenção de três indivíduos em flagrante delito, na posse de uma arma de fogo, fardamento militar e diverso equipamento relacionado.

Entre os detidos, encontram-se dois ex-militares das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, que planeavam vender a arma, e um cidadão indiano que manifestou intenção de adquirir o armamento.

Feliciano da Câmara, porta-voz do Comando Provincial da PRM, revelou que a operação que culminou nas detenções resultou de um trabalho de investigação efectuado pelos membros da unidade de Lei e Ordem, após o recebimento de denúncias que alertaram para a situação.

As autoridades continuam a investigar o caso e a reforçar a segurança na região, tendo em vista a redução de actividades ilícitas.

Nigéria enfrenta fome severa em meio a violência e falta de financiamento

Agências humanitárias alertam que cortes no financiamento e a violência jihadista incessante geram uma combinação devastadora para a insegurança alimentar na Nigéria.

A Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu um alerta sobre a grave crise de fome que afecta o norte da Nigéria, onde mais de cinco milhões de crianças estão a sofrer de desnutrição aguda. Esta região, que paradoxalmente representa o coração agrícola do país, enfrenta uma situação alarmante.

No nordeste da Nigéria, que inclui o estado de Borno, mais de um milhão de pessoas estão a passar fome. De acordo com Margot van der Velden, directora regional para a África Ocidental do Programa Alimentar Mundial (PAM), cerca de 31 milhões de nigerianos necessitam de assistência urgente para sobreviver.

“Estamos a enfrentar uma situação crítica, justamente quando os fundos para a África Ocidental estão a diminuir”, salientou Margot van der Velden.

Jovem detido em Sofala por burlar centenas com falsas promessas de emprego

Um jovem de 26 anos foi detido no distrito de Dondo, acusado de ter burlado mais de cem pessoas com promessas de emprego nas cidades da Beira e Dondo, na província de Sofala.

As vítimas relataram que o suspeito criou uma falsa Organização Não-Governamental, através da qual exigia quantias que variavam entre 1500 e 5000 meticais para a aquisição de vagas de trabalho.

Atraídas pela promessa de um salário de 8500 meticais, as pessoas acabaram por assinar contractos de trabalho, que nunca se concretizaram.

Dércio Chacate, porta-voz da Polícia da República de Moçambique na província de Sofala, confirmou a detenção do indivíduo na cidade de Dondo, acrescentando que estão a decorrer investigações para apurar os detalhes do caso.

Isolamento hospitalar não é necessário para a maioria dos casos de Mpox em Moçambique

O Director Nacional de Saúde Pública, Quinhas Fernandes, confirmou que, apesar da capacidade das unidades sanitárias para o isolamento de pacientes, tal medida não é necessária actualmente.

Durante uma actualização na província de Maputo sobre a evolução da Mpox no país, Fernandes assegurou que os pacientes que contraíram a doença estão a apresentar uma recuperação satisfatória, mesmo no seu isolamento domiciliar. “A Mpox é uma doença zoonótica de origem viral e, geralmente, autolimitada. A maioria dos pacientes evolui de forma positiva, não necessitando de internamento”, explicou.

Actualmente, Moçambique regista um total de 31 casos cumulativos de Mpox, com 28 casos na província de Niassa, dois em Manica e um na província de Maputo. Entre os confirmados, 13 são do sexo feminino, 18 do sexo masculino, e a maioria dos casos (80%) ocorre na faixa etária dos 15 aos 45 anos, havendo também dois casos em crianças com menos de cinco anos. Treze pacientes já receberam alta após o período de isolamento, enquanto 18 permanecem em acompanhamento, todos a evoluir de forma satisfatória, sem registos de óbitos.

Quinhas Fernandes informou que todas as províncias possuem capacidade para isolar casos que requeiram cuidados hospitalares, mas indicou que a maioria dos pacientes não necessitará de internamento.

Até então, o país reporta 185 casos suspeitos de Mpox, com 153 testados, dos quais 122 resultaram negativos e 32 estão ainda em processamento.

O elevado número de casos suspeitos é considerado normal e reflete um estado de alerta no país. De acordo com Fernandes, isso é indicativo da capacidade de resposta do sistema de saúde, uma vez que várias outras doenças apresentam sintomas semelhantes.

Em relação à vacinação, o director esclareceu que esta é uma medida complementar e não a principal, destacando o caso de 2022 em Maputo, em que a doença foi controlada sem necessidade de vacinação. Embora o país espere solicitar vacinas, o acesso a elas é limitado ao nível global.

Fernandes apelou à população para a intensificação das medidas de prevenção, incluindo o isolamento de casos positivos e a evitação de contacto com objectos dos doentes. O uso de máscara é crucial, especialmente para os afectados, para reduzir a disseminação do vírus. Ademais, recomenda-se a prática de relações sexuais protegidas.

No encerramento, deixou um apelo para evitar a propagação de desinformação que possa gerar pânico e discriminação entre aqueles que se encontram infectados, e reiterou a necessidade de que todos os casos suspeitos sejam encaminhados para as unidades sanitárias para verificação e análise laboratorial.

Elefantes causam inquietação nas comunidades de Cahora Bassa

A presença de manadas de elefantes nas comunidades de Cahora Bassa tem gerado preocupação entre a população local e as autoridades do distrito. 

A situação tem-se agravado, levando o governo distrital a buscar soluções em colaboração com diversas instituições.

Santos Canizane, director dos Serviços Distritais das Actividades Económicas de Cahora Bassa, revelou que a administração está em parceria com o Parque Nacional de Mágoè e os Serviços Provinciais de Ambiente para abordar o problema.

Segundo Canizane, uma das medidas propostas consiste na colocação de colares nos elefantes mais problemáticos, permitindo o seu monitoramento através de dispositivos móveis, como smartphones e computadores, utilizando programas específicos para o efeito.

A iniciativa visa não apenas proteger as comunidades locais, mas também assegurar a conservação da fauna selvagem na região. As autoridades destacam a importância de encontrar soluções que respeitem tanto os direitos da população como a preservação dos elefantes.

Nampula: Acesso à sede de Lalaua continua difícil devido a pontes destruídas

O acesso à sede do distrito de Lalaua, na província de Nampula, continua a ser um desafio significativo devido ao corte das pontes sobre os rios Mpuipui e Lalaua, que permanecem sem solução desde as intempéries que afectaram a região.

O incidente ocorreu no troço que liga o distrito de Ribauè a Lalaua, tendo sido provocado pela passagem da tempestade tropical JUDE em Março deste ano.

A situação obrigou os moradores a recorrer a um percurso alternativo que se estende por mais de duzentos quilómetros, em comparação com os oitenta quilómetros originalmente previstos, antes da destruição das infraestruturas.

Teófilo Feliciano, secretário-permanente do distrito de Lalaua, confirmou que a população enfrenta dificuldades acrescidas devido à degradação de várias faixas de rodagem, o que tem comprometido a mobilidade e o transporte de bens essenciais na região.

Ministra das Finanças lança estratégia para ampliar inclusão financeira e modernizar serviços até 2031

A ministra das Finanças, Carla Louveira, apresentou a Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF) para o período de 2025 a 2031, em um evento realizado em Maputo.

A iniciativa tem como objectivo promover um crescimento económico sustentável e inclusivo em Moçambique.

Durante o lançamento, Louveira enfatizou que a nova estratégia é coesa com o primeiro pilar da Estratégia Nacional de Desenvolvimento (END) 2025–2044, que se refere à transformação estrutural da economia moçambicana, alinhando-se também aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“A estratégia que hoje iniciamos visa garantir o acesso e a utilização de produtos e serviços financeiros de qualidade e acessíveis. É primordial proporcionar conhecimento, confiança e segurança, de forma responsável, contribuindo para o bem-estar da população moçambicana”, afirmou a ministra.

O documento da nova estratégia BASEIA-SE em quatro pilares centrais. O primeiro foca na acessibilidade a produtos e serviços financeiros de qualidade. O segundo aborda a promoção do uso destes produtos, através da digitalização dos pagamentos, melhoria do acesso ao crédito, estímulo ao investimento e ao financiamento verde.

O terceiro pilar destaca a importância da literacia financeira, especialmente nas zonas rurais, capacitando os cidadãos com conhecimentos e competências necessárias para tomarem decisões financeiras conscientes. O último pilar destina-se a reforçar a protecção dos consumidores, promovendo a consciencialização sobre os direitos dos mesmos e a segurança digital, através de uma regulamentação robusta.

Carla Louveira reconheceu os progressos da anterior estratégia (ENIF 2016–2022), mas admitiu que persistem desafios significativos. A percentagem de adultos com contas bancárias aumentou de 30,1% em 2015 para 32,3% no primeiro trimestre de 2025, ainda aquém da meta de 60%. A cobertura geográfica do sistema bancário avançou, passando de 68% para 82,6% no mesmo período.

A ministra apelou à implementação de medidas que promovam a inclusão e a flexibilidade no acesso aos serviços financeiros, destacando que reformas profundas e o uso de tecnologias emergentes, como a inteligência artificial e a biometria, são essenciais para acelerar a inclusão financeira.

Por sua vez, o Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, reiterou que a nova estratégia reafirma o compromisso de construir um sistema financeiro mais justo e acessível a todos os cidadãos, incluindo aqueles que habitam nas áreas mais remotas do país.

Ester dos Santos, presidente do Conselho de Administração do Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM), acrescentou que o principal objetivo da ENIF é fixar diretrizes que expandam o acesso e aumentem a utilização de produtos e serviços financeiros de qualidade para todos os moçambicanos.

Menciona-se que a elaboração da estratégia resultou de um processo abrangente de consultas com o Governo, instituições financeiras, sector público e privado, assim como com parceiros de desenvolvimento, através de entrevistas.

Zelensky revela que Rússia mostra maior disposição para cessar-fogo

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que a Rússia demonstra uma crescente disposição para considerar um cessar-fogo, após a visita do enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, a Moscovo.

Durante o seu discurso nocturno, Zelensky sublinhou que a pressão internacional sobre a Rússia está a produzir resultados. “Parece que a Rússia está agora mais inclinada a um cessar-fogo. A pressão sobre eles está a surtir efeito. Mas o mais importante é que não sejamos enganados nos detalhes – nem nós, nem os Estados Unidos”, afirmou.

Este desenvolvimento surge num contexto de intensificação dos esforços diplomáticos para encontrar uma solução pacífica para o conflito em curso na Ucrânia, com o governo ucraniano a reiterar o seu compromisso com uma paz justa e duradoura.

Venda nos passeios de Xikhelene autorizada a partir das 16 horas

Os vendedores informais da Praça dos Combatentes, popularmente conhecida como “Xikhelene”, poderão retomar as suas actividades nos passeios a partir das 16 horas. 

Esta decisão, que se encontra numa fase experimental, resulta de um acordo entre o Conselho Municipal de Maputo e a Associação dos Trabalhadores Informais, tendo como objectivo garantir um uso mais ordenado do espaço público.

A medida foi anunciada duas semanas após a retirada dos vendedores informais dos passeios, no âmbito de um reordenamento urbano promovido pelo Município de Maputo.

Naftal Lay, porta-voz da Polícia Municipal, esclareceu que os vendedores solicitaram à autarquia a identificação de espaços periféricos ao mercado da Praça dos Combatentes, onde poderiam comercializar os seus produtos em horários específicos.

O porta-voz destacou que o município está a trabalhar com os vendedores na demarcação dos locais autorizados para a venda.

Contudo, existem áreas que estão expressamente interditas à ocupação, independentemente do acordo estabelecido. “Os passeios centrais, os da rotunda e os que circundam o monumento são espaços proibidos. Estes locais não devem ser ocupados, mesmo após as 16 horas”, afirmou Lay.

As zonas disponíveis para venda são limitadas e esta abordagem será testada de forma experimental. O intuito é avaliar a convivência entre o comércio informal e a circulação pedonal, sem comprometer a ordem urbana. Caso a experiência se revele positiva, o Conselho Municipal poderá formalizar esta medida de forma definitiva.

Moçambique inicia produção nacional de livros escolares

A produção de livros escolares para 1ª a 3ª classes do Sistema Nacional de Ensino já se encontra em andamento nas gráficas moçambicanas. 

A informação foi divulgada pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, durante um briefing à imprensa, após a 27ª sessão ordinária daquele órgão de soberania.

“É preciso assegurar aos nossos amigos da imprensa e a todos os moçambicanos que a produção dos livros escolares já começou e está a ser realizada em todo o país”, afirmou Impissa. O ministro da Administração Estatal e Função Pública enfatizou a importância de que os livros escolares sejam fabricados internamente, um esforço que visa não apenas a sustentabilidade, mas também a autonomia do país.

Nos anos anteriores, a produção de livros era realizada no exterior, devido a dificuldades financeiras e a condições impostas pelos parceiros internacionais, um facto que provocava um certo desconforto na sociedade. Impissa sublinhou que “era necessário que o governo assumisse esta responsabilidade, pois trata-se de um investimento”.

Em relação à escassez de carteiras nas escolas primárias e secundárias, que tem levado milhares de alunos a sentar no chão, o porta-voz revelou que está em curso um processo entre os ministérios da Educação e Cultura, e Agricultura, Ambiente e Pescas, para que a aquisição de carteiras seja realizada com base na exploração florestal.

“Informamos que há muita madeira ociosa que foi cortada, mas não foi levada à venda”, acrescentou. A madeira cortada ilegalmente em anos anteriores será recolhida para ser transformada em carteiras, com o intuito de mitigar a falta deste material nas escolas.

Impissa chamou à calma os moçambicanos, advertindo que “nem todas as actividades vão decorrer ao mesmo tempo”. Embora possa não ser possível resolver a questão neste ano, a meta é reduzir o problema gradualmente.

Defesa de Bolsonaro recorre para revogar prisão domiciliária

A defesa do ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, apresentou um recurso com o objectivo de revogar a prisão domiciliária imposta ao político.

Os advogados argumentam que Bolsonaro não violou as restrições que lhe foram atribuídas.

Os representantes legais do ex-chefe de Estado solicitaram que o recurso seja analisado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), composta por cinco juízes, evitando que a decisão recaia exclusivamente sobre Alexandre de Moraes, o juiz responsável pelo processo que envolve Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado.

Na última segunda-feira, Alexandre de Moraes ordenou a prisão domiciliária de Bolsonaro, justificando que o ex-presidente teria infringido as medidas cautelares impostas no mês anterior, que proíbem o uso de mensagens nas redes sociais, tanto nas suas contas pessoais como nas de terceiros.

A defesa sustenta que Jair Bolsonaro não cometeu nenhuma infracção, nem violou as medidas cautelares estabelecidas, incluindo aquela que lhe proíbe de utilizar as redes sociais. Os advogados afirmam que o ex-presidente não pode ser responsabilizado por saudar os seus apoiantes através das contas de outras pessoas.

“Ao Brasil, um abraço a todos. É pela nossa liberdade. Estamos juntos”, teria sido a mensagem de Bolsonaro durante as manifestações do último domingo, conforme os seus advogados relataram.

Adicionalmente, a defesa argumenta que o ex-presidente não foi impedido de conceder entrevistas ou expressar suas opiniões, como já foi reconhecido pelo juiz instrutor em decisões anteriores. Os advogados afirmam ainda que Bolsonaro não tem controle sobre terceiros que possam partilhar o conteúdo de sua participação, directa ou indirecta.

No pedido de análise do recurso pela Primeira Câmara, os advogados enfatizam que a legislação do STF determina que a prisão domiciliária requer validação colectiva.

Além da prisão domiciliária, Alexandre de Moraes impôs ao réu a proibição de receber visitas, excepto de familiares e advogados, e a obrigação de usar uma pulseira electrónica.

A prisão foi decretada no contexto do processo em que Jair Bolsonaro é acusado de liderar uma conspiração para obstruir a posse do atual Presidente, Lula da Silva, que o derrotou nas eleições presidenciais de 2022.

87 escolas encerradas em Cabo Delgado devido a ataques terroristas em Chiúre

Cabo Delgado regista o encerramento de 87 escolas em consequência dos recentes ataques terroristas que têm assolado diversas comunidades no distrito de Chiúre, localizado no extremo sul da província.

Informações preliminares revelam que esta situação afecta mais de 48 mil alunos e 490 professores, que se encontram impossibilitados de prosseguir com as suas actividades escolares.

Rachid Sualé, Chefe do Departamento Pedagógico, Gestão e Garantia da Qualidade na Direcção Provincial da Educação em Cabo Delgado, confirmou que as autoridades estão actualmente a realizar um levantamento das crianças que não têm condições para realizar os testes trimestrais devido à instabilidade provocada pelas incursões terroristas.

Governo confirma aluguer de aviões pela LAM para reforçar operação durante reestruturação

O governo de Moçambique confirmou que a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) irá recorrer ao arrendamento de aeronaves enquanto a companhia está em processo de reestruturação.

Em Fevereiro, a LAM anunciou a aquisição de oito aeronaves, resultante da venda de 91 por cento das acções do Estado na empresa, num total de 130 milhões de dólares.

O porta-voz do governo e Ministro da Administração Estatal, Inocêncio Impissa, fez estas declarações, após uma reunião do Conselho de Ministros. Segundo Impissa, o arrendamento das aeronaves permitirá que a LAM prossiga com a compra normal de novos aparelhos.

“Alugar uma ou duas aeronaves parece ser a solução mais rápida para facilitar o processo de aquisição habitual. Garantimos que o processo de aquisição continua em curso, enquanto a LAM está a ser reformulada”, afirmou o ministro. “O sonho de adquirir aeronaves para a LAM tornar-se-á realidade”, prometeu.

Conforme explicou Impissa, a criação do comité de reestruturação da LAM tem como objectivo não apenas solucionar a actual crise financeira, mas também normalizar as operações da companhia e a aviação no país.

A LAM acredita que o arrendamento de aeronaves irá satisfazer a crescente procura por serviços de transporte aéreo de passageiros e carga, em resposta à tendência de crescimento verificada nos mercados nacional e regional. “A expectativa é que essa tendência de crescimento continue nos próximos anos, impulsionada maioritariamente por mega-projectos e pelo turismo”, concluiu.

O Conselho de Administração da LAM é composto por representantes das três empresas públicas que adquiriram acções na companhia: a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), que opera a barragem de Cahora Bassa no Rio Zambeze, a empresa de caminhos-de-ferro e portos CFM, e a seguradora EMOSE.

Ministros do Gana morrem em trágico acidente de helicóptero

Um trágico acidente de helicóptero ocorrido resultou na morte dos ministros da Defesa e do Ambiente do Gana, com a presidência a confirmar que não há registo de sobreviventes. 

A aeronave, que transportava três tripulantes e cinco passageiros, desapareceu dos radares pouco após a descolagem de Acra, a capital do país, rumo a Obuasi, localizada a noroeste da cidade.

O chefe de gabinete da presidência, Julius Debrah, expressou as condolências do Presidente e do Governo às famílias das vítimas, considerando-as “camaradas e militares que morreram ao serviço da nação”.

Entre os falecidos encontram-se Edward Boamah, ministro da Defesa, Ibrahim Muhammed, ministro do Ambiente, Alhaji Muhammad, coordenador-adjunto da segurança nacional e antigo ministro da Agricultura, assim como Samuel Sarpong, vice-presidente do partido Congresso Nacional Democrático (NDC), liderado pelo Presidente John Mahama.

A Força Aérea do Gana continua a investigar as circunstâncias do acidente, que causou uma vaga de consternação no país.

Vagas de emprego do dia 07 de Agosto de 2025

Foram publicadas hoje, dia 07 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

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Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Coordenador Associado de Conteúdo

A GiveDirectly (GD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Associado de Conteúdo. Saiba mais.

2. Vaga para Programme Policy Officer (Disaster Risk Financing)

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Programme Policy Officer (Disaster Risk Financing). Saiba mais.

3. Vaga para Tractor Operator

A Unitrans pretende recrutar um (1) Tractor Operator. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Oficial de Ligação Comunitária

O Santuário Bravio de Vilanculos (Sanctuary) pretende recrutar um (1) Oficial de Ligação Comunitária. Saiba mais.

2. Vaga para Senior Security Specialist

A McDermott International pretende recrutar um (1) Senior Security Specialist. Saiba mais.

3. Vaga para National Climate Change and Environmental Officer

A International Organization for Migration (IOM) pretende recrutar um (1) National Climate Change and Environmental Officer. Saiba mais.

4. Vagas para Engineers in Training

A Sasol pretende recrutar dez (10) Engineers in Training. Saiba mais.

5. Vaga para Site Maintenance Assistant (Cleaner)

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Site Maintenance Assistant (Cleaner). Saiba mais.

6. Vaga para Técnico Analista de Sistemas de Informação para a Saúde

A Dream – Sant’Egidio pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Analista de Sistemas de Informação para a Saúde. Saiba mais.

7. Vaga para Técnico de Nutrição

A Associação para o Desenvolvimento Sustentável de Moçambique (APDS-MOZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Nutrição. Saiba mais.

8. Vaga para Principal Project Controls Specialist

A CB&I pretende recrutar um (1) Principal Project Controls Specialist. Saiba mais.

9. Vaga para Exams Invigilator

A British Council pretende recrutar um (1) Exams Invigilator. Saiba mais.

10. Vaga para Especialista – Proteção à Criança em Emergências

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Especialista – Proteção à Criança em Emergências. Saiba mais.

11. Vaga para Platform Engineer

A Vodafone pretende recrutar um (1) Platform Engineer. Saiba mais.

12. Vaga para Procurement Specialist – Commercial & Service

A Vodafone pretende recrutar um (1) Procurement Specialist – Commercial & Service. Saiba mais.

13. Vaga para Site Maintenance Assistant

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Site Maintenance Assistant. Saiba mais.

14. Vaga para Técnico Agrónomo

A Progettomondo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Agrónomo. Saiba mais.

15. Vaga para HSE Officer

A DP World pretende recrutar um (1) HSE Officer. Saiba mais.

16. Vaga para Gestor Associado de Administração

A GiveDirectly (GD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Associado de Administração. Saiba mais.

17. Vaga para Country Technical Adviser

A DAI pretende recrutar um (1) Country Technical Adviser. Saiba mais.

18. Vaga para Senior Manager, Africa Region, Partnership for Healthy Cities

A Vital Strategies pretende recrutar um (1) Senior Manager, Africa Region, Partnership for Healthy Cities. Saiba mais.

19. Vaga para Consultor Para Gestão de Bases de Dados do Projecto FILOVC-AMASI

A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Para Gestão de Bases de Dados do Projecto FILOVC-AMASI. Saiba mais.

20. Vaga para Gestor de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem

A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem. Saiba mais.

21. Vaga para Facilitator

Empresa anónima pretende recrutar um (1) Facilitator. Saiba mais.

22. Vaga para Camp Boss

A Saipem pretende recrutar um (1) Camp Boss. Saiba mais.

23. Vaga para Driver

A International Potato Center (CIP) pretende recrutar um (1) Driver. Saiba mais.

24. Vaga para Administrative Assistant

A Food and Agriculture Organization (FAO) pretende recrutar um (1) Administrative Assistant. Saiba mais.

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