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Ossufo Momade rejeita tentativas de transformar congresso da Renamo em campo de batalha

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O líder da Renamo, Ossufo Momade, expressou o seu descontentamento face à tentativa de alguns membros de transformar o partido num campo de batalha, durante a abertura do VII Congresso da Renamo, realizado no município de Alto-Molócuè, na província da Zambézia.

Momade sublinhou a importância de manter a Renamo como uma escola de democracia, onde todos os membros possam sair vencedores.

“Lamentamos profundamente que alguns membros do partido pretendam transformar a Renamo num campo de batalha para fins inconfessáveis”, declarou Momade, reforçando que “o congresso deve ser uma verdadeira escola da democracia”.

O evento, que se estende por dois dias, terá a eleição de novos órgãos colegiais, incluindo o presidente do partido. Dez candidatos estão na corrida ao mais alto cargo da Renamo, incluindo o actual líder, que concorre à sua própria sucessão. Entre os candidatos estão Ivone Soares, ex-chefe da bancada parlamentar da Renamo e sobrinha de Afonso Dhlakama; Elias Dhlakama, coronel na reserva das Forças Armadas de Defesa de Moçambique; André Magibire, antigo secretário-geral da Renamo; Hermínio Morais e Alfredo Magumisse, membros da Comissão Política da Renamo; Anselmo Victor, chefe do Departamento de Formação; Juliano Picardo, presidente do Conselho Provincial de Tete do partido; Pedro Murema, membro do conselho provincial da cidade de Maputo da Renamo; e Venâncio Mondlane, excluído do congresso, que foi cabeça-de-lista da Renamo para presidente do Município de Maputo nas eleições autárquicas de 2023.

Momade destacou a necessidade de uma análise profunda da actividade política da Renamo durante o congresso, com o objectivo de definir estratégias para os próximos cinco anos, especialmente com foco nas eleições gerais agendadas para 9 de Outubro.

“Não deve haver perdedores porque todos seremos vencedores; terá ganho a democracia, a Renamo e Moçambique”, afirmou Momade, apelando para que cada membro veja o congresso como uma oportunidade privilegiada para o exercício democrático, afastando os que têm interesses individuais.

O líder da Renamo espera que, ao final do congresso, os membros respeitem os novos órgãos eleitos e trabalhem juntos para alcançar os objectivos do partido, resumidos em “ganhar eleições”.

Participam no congresso um total de 611 congressistas, incluindo mais de 200 convidados, num evento que Momade espera transformar numa festa de afirmação para todos os membros do partido.

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