Milhares de militares – cerca de cinco mil – serão colocados em locais considerados “críticos” ou de “potencial risco”. Decisão foi anunciada por Theresa May. Significa que poderá estar iminente um novo atentado.
É a primeira vez, desde 2007, que o nível de alerta terrorista é colocado no máximo.
Theresa May explica que há suspeitas de que o bombista Salman Abedi faça parte de uma rede que estará activa.
A governante afirmou que o “ataque cobarde e insensível” de segunda-feira justifica o reforço das medidas de segurança definido pelo Governo britânico.
Assim, polícias serão substituídos por militares sob orientação policial em “locais chave” do país, permitindo “à polícia aumentar significativamente o número de agentes armados em patrulha”.
A primeira-ministra assinalou ainda que serão destacados militares para patrulhar concertos e jogos desportivos.
Theresa May considerou que é “uma resposta sensata e proporcional” elevar o nível de alerta, indicando que haverá militares em patrulha em locais sensíveis e acontecimentos com muito público, como a final do campeonato de futebol inglês que se joga no sábado no estádio londrino de Wembley e em que estará presente o príncipe William.
O ataque em Manchester foi o mais mortífero desde que quatro bombistas suicidas mataram 52 pessoas que viajavam em autocarros e no metropolitano de Londres, em 2005.
Ao final da manhã de terça-feira, a polícia de Manchester anunciou ter detido um jovem de 23 anos, na zona sul de Manchester, por suspeita de ter ligação ao atentado. Já ao início da tarde, as autoridades informaram que executaram dois mandados de detenção, em Whalley Range e em Fallowfield, onde efectuaram uma “explosão controlada”. As detenções estão ligadas à investigação ao “terrível ataque” da Arena de Manchester.
DN

















