As famílias com renda financeira devem distanciar-se do processo de cadastramento de pessoas vulneráveis que decorre desde o princípio deste mês na cidade da Beira, com vista à atribuição, em Novembro próximo, do subsídio destinado à mitigar os efeitos da pandemia do novo coronavírus.
O apelo foi lançado há dias pela secretária de Estado na província de Sofala, Stella Zeca, no final de visita de monitoria a alguns locais de inscrição no posto administrativo de Inhamízua, concretamente nos bairros de Chingussura, Vila-Massane e Nhaconjo.
Para o efeito, a governante advertiu que todos os oportunistas serão retirados das listas dos beneficiários daqueles subsídios e poderão ser criminalmente responsabilizados por prática de falsas declarações aos inquiridores do Instituto Nacional de Acção Social (INAS).
Outro caso, segundo a secretária, está relacionado com a dupla inscrição de algumas pessoas nos bairros periféricos daquela urbe. Lembre-se que, se pretende abranger um total de 149.026 agregados na Beira e 36.944 na vizinha cidade do Dondo, totalizando 185.970 famílias.
O acto começou no último trimestre do ano passado com a pré-inscrição do grupo-alvo através das autoridades comunitárias locais contando com o envolvimento de técnicos, supervisores e inquiridores previamente capacitados.
Mesmo assim, indicou que apesar de o processo ter sido dado como concluído há reclamações por parte de alguns cidadãos sob alegação de não terem sido inscritos. No entanto, pelo menos nos bairros de Maquinino, Chaimite, Ponta-Gêa, Chipangara, Matacuane, Esturro, Pioneiros, Macurungo, Estoril e Macúti, os técnicos do INAS constataram que algumas pessoas que foram alistadas são funcionários públicos.
Reafirmou que este apoio visa cobrir as famílias sem rendimento que serão pagas em tranches o valor de 1500 meticais num período de seis meses totalizando nove mil. O cadastramento decorre de casa-a-casa e em pequenos grupos, no âmbito da prevenção do coronavírus.
Neste contexto, apelou a todos que sejam vigilantes revelando que alguns funcionários vão responder em tribunal por falsas declarações que culminaram com o recebimento de alguns benefícios relativos às vítimas do ciclone Idai.
Ministra Verónica Macamo tem reunião de trabalho com homólogo brasileiro Carlos França à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas. Governo brasileiro anuncia interesse de cooperação via redes sociais.
O Governo brasileiro informou na quinta-feira (23.09) que está “disposto a cooperar” para o fortalecimento das forças moçambicanas que enfrentam o terrorismo na província de Cabo Delgado, no norte daquele país africano.
A declaração foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil na rede social Twitter, onde foram partilhadas fotografias de um encontro entre o chefe da diplomacia brasileira, Carlos França, e a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Verónica Macamo, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
O Ministério da Saúde (MISAU) anunciou na quinta-feira (20) mais um óbito por Covid-19, num dia em que mais 90 pessoas foram diagnosticadas com o vírus. A vitima é um indivíduo moçambicano, de 51 anos de idade cujo óbito foi declarado hoje, o que eleva para 1.907 mortos por coronavírus.
As autoridades sanitárias informaram que a província de Gaza registou 28 casos, correspondente a 31,1 por cento do total de casos registados nas últimas horas, seguida da província de Nampula com 20 novas infecções, o equivalente a 22,2 por cento.
Dados referentes às últimas 24 horas apontam que a taxa de positividade manteve-se em cinco por cento, enquanto a positividade acumulada foi de 16,8 por cento, dos 150.370 casos já registados em todo o país.
O comunicado do MISAU observa ainda que 65 pessoas recuperaram da Covid-19, elevando assim para 146.155 o número de pacientes livres da doença enquanto 2.304 casos continuam activos.
Durante o período em análise houve oito internamentos e igual número de altas hospitalares, enquanto outras 43 pessoas continuam acamadas nos centros de internamento e outras unidades sanitárias.
A empresa Eletricidade de Moçambique (EDM) anunciou o restabelecimento parcial da energia a Mocímboa da Praia, vila portuária de Cabo Delgado reconquistada a grupos rebeldes em agosto.
Após um apagão que durou cerca de um ano, a eletricidade da rede nacional volta a abastecer a base das Forças de Defesa e Segurança, decorrendo intervenções nas infraestruturas da vila para que o resto da rede de baixa tensão seja ligada.
A EDM reconstruiu 45 quilómetros de linha elétrica desde a subestação de Awasse até à vila e mantém o plano de recuperação anunciado no início de setembro durante a visita ao local pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela.
Mocímboa da Praia esteve ocupada por insurgentes durante um ano, até ao início de agosto, até ser reconquistada por forças moçambicanas e do Ruanda – que juntamente com tropas da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) estão a virar a maré do conflito a favor das forças estatais.
O Governo estima que os distritos afetados pela violência armada necessitem de 11 milhões de dólares de investimento para reposição de emergência da rede elétrica. Além daquele valor, só a subestação de Awasse – a partir de onde é distribuída toda a energia da rede – requer reparações da ordem dos 10 milhões de dólares.
A reposição da rede móvel de telecomunicações depende da distribuição de eletricidade pelos distritos afetados pela insurgência armada.
O Governo moçambicano aprovou na passada terça-feira em sessão do Conselho de Ministros o plano de reconstrução de Cabo Delgado para o período de 2021-24, cujos detalhes foram remetidos para cerimónias a realizar em breve.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) acrescentou hoje dois medicamentos à lista de fármacos admitidos para tratamento da covid-19 e pediu à farmacêutica que os produz para baixar os preços e levantar as patentes.
O casirivimab e o imdevimab, fabricado pela norte-americana Regeneron, são incluídos nas recomendações da OMS para tratamento de casos ligeiros de covid-19 em doentes que estejam em maior risco de hospitalização e, condicionalmente, no tratamento de casos graves da doença se se tratar de pessoas sem anticorpos.
A OMS já lançou entre as empresas farmacêuticas um apelo para que candidatem versões dos medicamentos para pré-qualificação, o que permitiria aumentar o nível de produção.
Salienta ainda que o tratamento com os dois medicamentos não deve ser dado a pacientes que tenham anticorpos contra a covid-19 para “não exacerbar a desigualdade e a disponibilidade limitada do tratamento”.
A OMS pede ainda aos médicos que apliquem “testes rigorosos” aos pacientes para perceberem quais é que terão mais a ganhar com este tratamento, os que ainda não tenham desenvolvido anticorpos naturais contra a covid-19.
Uso de máscara só vai ser exigido nos lares, hospitais, transportes públicos, salas de espetáculos e grandes superfícies comerciais.
O uso de máscara vai deixar de ser obrigatório em restaurantes e cafés, comércio local, recreios das escolas e também em bares e discotecas, que reabrem a partir de dia 1 de outubro. A resolução do Conselho de Ministros é omissa sobre a obrigação ou não de uso de máscara nos locais de trabalho, mas as empresas não constam da lista de locais onde vai ser obrigatório o seu uso.
A 3ª fase de desconfinamento, anunciada esta quinta-feira pelo primeiro-ministro, António Costa, traz o regresso das visitas aos hospitais, a eliminação da recomendação de teletrabalho e da obrigatoriedade de testagem em locais de trabalho com mais de 150 trabalhadores.
Atirador mata uma pessoa, fere 12 e comete suicídio em supermercado nos EUA
23/09/2021
Joe Rondone/The Commercial Appeal/USA Today via REUTERS.
Um atirador abriu fogo em um supermercado no Estado norte-americano do Tennessee na quinta-feira, matando uma pessoa e ferindo ao menos 12 antes de tirar sua própria vida.
Policiais chegaram à cena do crime pouco depois do início do ataque no mercado Kroger, em Collierville, próximo à cidade de Memphis, afirmou o chefe de polícia, Dale Lane, a jornalistas. A cidade fica a cerca de 50 quilômetros ao leste de Memphis, no sul do Tennessee.
As autoridades não providenciaram explicações públicas sobre um possível motivo. Nenhuma das vítimas ou o suspeito foram identificadas imediatamente. O canal de televisão WREG-TV afirmou que o atirador era um funcionário que havia sido demitido na quinta-feira, citando uma fonte policial não identificada. A cidade fica a cerca de 50 quilômetros ao leste de Memphis, no sul do Tennessee.
As autoridades não providenciaram explicações públicas sobre um possível motivo. Nenhuma das vítimas ou o suspeito foram identificadas imediatamente. O canal de televisão WREG-TV afirmou que o atirador era um funcionário que havia sido demitido na quinta-feira, citando uma fonte policial não identificada.
Uma Empresa de Construção Civil e Obras Públicas, com representação em Moçambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista de Camião de Longo Curso. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Técnico de Educação e Escolas Seguras em Emergências. Saiba mais.
Uma Organização não governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretaria/Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association (FH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de WASH (Água, Saneamento e Higine). Saiba mais.
A PERHESTIA Trading LDA é uma empresa de Construção e Manutenção Civil que pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público pretende admitir para o seu quadro de pessoal cinquenta (50) Procuradores da República de 3.ª. Saiba mais.
Funcionário cortou-se e parte do dedo acabou na refeição de uma cliente.
Uma mulher boliviana certamente vai pensar duas vezes antes de voltar a fazer uma refeição fora de casa. Estefany Benitez estava a comer um hambúrguer quando mastigou algo que lhe soube muito mal.
Cuspiu o pedaço em causa e ficou em choque quando viu que se tratava de um dedo humano.
A mulher reclamou com a responsável do restaurante, que prontamente lhe substituiu a refeição. “Nada disto aconteceu antes”, terá dito a funcionária à cliente, argumentando que a carne dos hambúrgueres vem previamente preparada. Segundo o New York Post, a responsável garantiu que o espaço ia ser fechado para averiguar de onde vinha o dedo, mas Estefany garante que, após abandonar o local, o restaurante continuou a funcionar como se nada fosse.
Suspeito foi detido pela polícia e disse que agiu “sem raiva” ao atirar num funcionário de uma bomba de gasolina. Crime chocou a cidade de Idar-Oberstein, no oeste da Alemanha. País enfrenta campanha negacionista.
A polícia na Alemanha informou que um homem de 49 anos foi preso por suspeita do assassinato a tiros de um funcionário de uma bomba de gasolina na sequência de uma discussão sobre máscaras faciais. O crime ocorreu na cidade de Idar-Oberstein, no estado da Renânia-Palatinado.
As autoridades policiais informaram na noite da segunda-feira (20.09) que o suspeito disse aos agentes que agiu “sem raiva” depois de ter ido a uma bomba de gasolina no sábado para comprar cerveja e o funcionário de 20 anos pediu-lhe que pusesse uma máscara.
De acordo com a polícia, o suspeito deixou inicialmente a bomba de gasolina, mas voltou meia hora depois com uma máscara e disparou na cabeça do funcionário.
O suspeito, um cidadão alemão que não foi identificado pelo nome em conformidade com as leis de privacidade, inicialmente fugiu do local, mas entregou-se à polícia no domingo (19.09) de manhã.
Tem havido protestos regulares, alguns violentos, contra as restrições à pandemia na Alemanha. Uma força motriz por detrás dos protestos é o movimento de “Querdenken” – que inclui pessoas que se opõem às máscaras e vacinas, adeptos de teorias da conspiração e alguns integrantes da extrema direita.
Quatro juízes-presidentes dos tribunais distritais que tomaram posse ontem, na cidade de Maputo, foram instados a agir de forma concreta contra a criminalidade urbana que sobrecarrega os tribunais e superlota as cadeias.
O apelo foi lançado pela juíza-presidente do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, Gracinda Muiambo, aos empossados, que vão trabalhar nos distritos municipais de KaMpfumu, KaMaxakeni, KaMavota e Nhlamankulu, onde se vão deparar com frequentes problemas de furtos, roubos, burlas, entre outros crimes.
A Argélia decidiu na quarta-feira (22) fechar de forma “imediata” o seu espaço aéreo para todos os aviões civis e militares do Marrocos, assim como os que possuem matrícula no reino do norte da África, anunciou a Presidência argelina.
A decisão foi anunciada após uma reunião do HCS, liderada pelo presidente Abdelmadjid Tebboune e dedicada à situação nas fronteiras com o Marrocos. O governo argelino decidiu fechar o espaço aéreo “devido à continuidade das provocações e de práticas hostis por parte do Marrocos”.
No dia 24 de agosto, a Argélia rompeu relações diplomáticas com o Marrocos ao acusá-lo de empreender “ações hostis” após meses de tensões entre os dois países do Magrebe. O ministro das Relações Exteriores argelino, Ramtane Lamamra, criticou na época o governo marroquino por “nunca ter deixado de cometer ações hostis contra a Argélia”.
As relações entre Argel e Rabat sempre foram complicadas e se deterioraram ainda mais devido à questão do Saara Ocidental, considerado um “território não autônomo” pela ONU, mas onde o grupo Frente Polisário trava um conflito com o Marrocos que já dura décadas.
Os independentistas exigem a realização de um referendo de autodeterminação contemplado pela ONU, enquanto o Marrocos, que controla mais de dois terços dessa ex-colônia espanhola no Magrebe, propõe no máximo uma autonomia sob sua soberania.
A normalização das relações diplomáticas entre Marrocos e Israel, em troca do reconhecimento da “soberania” marroquina sobre o território por parte dos Estados Unidos, intensificou as tensões com a Argélia, que apoia a causa palestina. Além disso, o governo argelino denunciou que se tratam de “manobras estrangeiras” para desestabilizar o país.
Os vínculos diplomáticos entre Argélia e Marrocos foram quebrados pela primeira vez em 7 de março de 1976, quando Argel reconheceu a República Árabe Saaraui Democrática (RASD), autoproclamada pelos independentistas da Frente Polisário.
O padre Francisco Spagnesi, da diocese de Prato, em Itália, foi detido por roubar dinheiro da paróquia para comprar drogas, nomeadamente cocaína e GBL, conhecida como a “droga da violação”. As substâncias adquiridas pelo sacerdote, de 40 anos, são para uso próprio e para serem utilizadas em orgias.
O padre terá comprado a droga com o dinheiro dos donativos dos fiéis, justificando que era para ajudar as pessoas necessitadas da paróquia. De acordo com o diário italiano Il Giornale, a detenção ocorreu após a polícia ter apanhado o cúmplice que lhe levava a droga da Holanda.
A investigação das autoridades locais começou em agosto. Atualmente o padre Francisco Spagnesi encontra-se em prisão domiciliária.
Através de escutas colocadas no telemóvel do sacerdote, foi possível descobrir a atividade ilegal, assim como mais de uma dezena de participantes nas festas de sexo organizadas pelo padre. A droga seria, por isso, utilizada durante as orgias, onde os participantes eram ‘recrutados’ através de sites de encontros sexuais.
Alemanha diagnosticou, no último dia, 10.696 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, elevando para 4171.666 o número total de contágios desde o início da pandemia.
De acordo com os dados atualizados esta quinta-feira pelo Instituto Robert Koch, nas últimas 24 horas, morreram vítimas da Covid-19 mais 115 pessoas.
No total, desde que a pandemia começou, morreram 93.238 pessoas devido à doença.
A taxa de incidência da Covid-19 na Alemanha fixa-se agora nos 63,1 casos por 100 mil habitantes.
O presidente da Associação dos Ruandeses Refugiados em Moçambique pediu ontem a criação de uma comissão independente para investigação do homicídio a tiro de um conterrâneo na cidade da Matola, província de Maputo.
O empresário ruandês da área do comércio, Revocat Karemangingo, a residir em Moçambique desde 1996 – onde se refugiou após o genocídio no Ruanda em 1994 -, foi morto a tiro perto de casa quando voltava de automóvel, sozinho, de um dos seus armazéns de venda de refrigerante e cervejas, segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM).
Revocat terá sido intercetado no dia 13, às 17:30, por duas viaturas, que o bloquearam, a partir das quais desconhecidos fizeram vários disparos.
O presidente da associação dos ruandeses quer que a mesma comissão independente investigue também o desaparecimento, em maio, do jornalista Ntamuhanga Cassien que residia na ilha de Inhaca, em Maputo, bem como uma tentativa de rapto do secretário da associação.
Cleophas Habiyareme questiona o facto de a comunidade ruandesa ser a “única” que passa por esse tipo de problemas e, por isso, pede que o Governo moçambicano “pense sobre isso”.
A variante Delta espalha-se como fogo em palha em São Tomé e Príncipe e o número de vítimas continua a subir. Um hotel, na capital, transformou-se num hospital de campanha e o PR pondera confinar o país.
A variante Delta do novo coronavírus, detetada em julho passado em São tomé e Príncipe (STP), provocou seis mortes por Covid-19 no país só na semana passada. É o que diz a médica e chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica são-tomense, Andressa Sousa.
Por isso, foi decretado, no último sábado (18), estado de calamidade pública no país, por um período de 15 dias, devido ao aumento do número de casos de Covid-19 nas últimas semanas. É uma consequência da realização das eleições presidenciais e das férias entre julho e setembro corrente.
Dados do Governo indicam que das 3.115 pessoas infetadas desde que começou a pandemia 46 morreram. O sistema nacional de saúde de São Tomé está em alerta máximo.
A taxa de contaminação em todos os distritos do país atingiu um nível preocupante, indica Andresa Sousa. A responsável do Departamento de Vigilância Epidemiológica informa, porém, que há um baixo número de infeções entre as crianças.
A luta contra as uniões prematuras só poderá alcançar sucessos com a formação profissional das raparigas, através da qual, terão a liberdade de se casarem por uma questão natural e não de sobrevivência.
As estatísticas indicam que 48 por cento das pessoas no país unem-se antes de atingirem 18 anos de idade. Uma prática que afecta as meninas que são forçadas a se casarem prematuramente para garantirem o sustento, em relação aos rapazes, devido a vigência das normas do patriarcado, um acto que perpetua a dependência da mulher e veda o seu contributo para o desenvolvimento do país.
A informação foi avançada segunda-feira, pela directora do Serviço Provincial de Assuntos Sociais (SPAS), Célia Zandamela, falando na cerimónia de abertura da formação de 40 raparigas, em matéria de acesso ao fundo de desenvolvimento e gestão de projectos, para auto-sustento, no distrito de Magude, província de Maputo.
Na ocasião, Zandamela explicou que a formação visa adoptar as raparigas em ferramentas que lhes possibilite iniciar pequenos negócios através dos conteúdos ministrados sobre o empreendedorismo, educação financeira e poupança, elaboração de projectos, procedimentos para acesso ao fundo Pro-Azul, criação, licenciamento e início de actividade económica e a transferência de tecnologias.
A capacitação realizada em parceria com a Agência Andaluza de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento inclui também a componente casamentos prematuros, abordando os efeitos nocivos desta prática para a sociedade, por um lado, e por outro, transmitir às formandas as estratégias para contornar e inverter o cenário.
A fonte disse que a iniciativa surge em resposta aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, no seu número cinco que preconiza alcançar a igualdade de género e empoderar todas as mulheres e raparigas.
Referiu que com a capacitação espera-se que as participantes repliquem a iniciativa nos seus respectivos bairros, localidades e postos administrativos, para garantir que mais raparigas tenham capacidade de ter auto-sustento e para que não sejam forçadas a unirem-se prematuramente.
Apesar de doadores, liderados pelos Estados Unidos e pela União Europeia (UE), terem prometido 600 milhões de dólares adicionais para o Iêmen, as Nações Unidas temem que milhões de cidadãos daquele país asiático passem fome por falta de recursos.
Em evento nas Nações Unidas onde prometeu doar mais 290 milhões de dólares, os Estados Unidos disseram que a solução real consiste em acabar com a guerra que levou ao que a ONU chama de a pior situação humanitária do mundo. “A ajuda humanitária faz uma diferença crítica na vida das pessoas, mas, sozinha, não pode resolver a crise”, apontou o secretário de Estado Antony Blinken.
O chefe da diplomacia americana pediu à Arábia Saudita – que realiza uma campanha aérea militar devastadora no Iêmen -, aos rebeldes huthis e ao governo ajuda para garantir o fluxo de combustível naquele país, fator que desestabilizou a economia e impede o acesso de muitos iemenitas a itens básicos.
A UE prometeu 119 milhões de euros. Segundo a Oxfam, cerca de 600 milhões de dólares foram prometidos no total, mas falta 1 bilhão para se atingir os 3,9 bilhões estipulados pela ONU para lidar com a catástrofe.
Três imigrantes do Bangladesh detidos pela PJ de Lisboa por extorsão a pelo menos duas dezenas de vítimas no espaço de 4 meses.
São operacionais de um gang constituído por naturais do Bangladesh (país no Sul da Ásia) que extorquiu e ameaçou duas dezenas de compatriotas, em Lisboa e Faro, para lhes ficar com dinheiro.
O pico da violência ocorreu a 18 de janeiro de 2020, no bairro lisboeta da Mouraria, quando os três suspeitos, de 31, 32 e 36 anos, dispararam contra um grupo e golpearam para matar, causando cinco feridos graves.
A maioria dos 8.000 habitantes de uma pequena cidade birmanesa perto da fronteira com a Índia foram forçados a fugir após ataques de artilharia pelo exército terem destruído cerca de 20 casas e causado o caos.
Segundo os meios de comunicação locais, os residentes da pequena cidade de Thantlang no estado de Chin fugiram após a cidade ter sido completamente devastada durante o fim de semana por ataques a edifícios civis pelo exército, que tomou o poder num golpe de Estado a 01 de fevereiro.
Imagens divulgadas nos últimos dias pelos media locais mostram uma cidade devastada onde pelo menos dezanove casas foram destruídas em ataques de artilharia no sábado em Thantlang, ao mesmo tempo que eclodiram confrontos entre os grupos de defesa militar e civil na cidade vizinha de Hakha.
Segundo a imprensa local, milhares dos que fugiram atravessaram a fronteira para o estado indiano de Mizoram por medo de represálias da junta militar especialmente depois dos soldados terem morto um pastor cristão que saiu para apagar um incêndio numa casa incendiada pela artilharia.
Em resposta, o jornal pró-governamental Global New Light of Myanmar disse quarta-feira que a morte do pastor está sob investigação e justificou os ataques como uma emboscada por uma centena de “terroristas” contra os soldados.
De acordo com o Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA), mais de 206.000 pessoas foram deslocadas pelo conflito desde o golpe de fevereiro e três milhões de pessoas necessitam de assistência no país.
O Governo de Moçambique, em colaboração com o sector privado, está a trabalhar na harmonização da proposta de Regulamento do Código do Imposto sobre...
O governo moçambicano anunciou hoje a implementação de um programa abrangente destinado a aumentar a capacidade do país em realizar cirurgias especializadas.
Esta iniciativa visa...
O Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFiM) comunicou que mais de quatro mil operações suspeitas são reportadas anualmente no âmbito da Lei de...
O Ministério da Saúde (MISAU) promoveu a Reunião Bianual do Sector da Saúde (RBSS) 2026, um importante fórum multi-sectorial que visa fomentar o diálogo...