Apesar de doadores, liderados pelos Estados Unidos e pela União Europeia (UE), terem prometido 600 milhões de dólares adicionais para o Iêmen, as Nações Unidas temem que milhões de cidadãos daquele país asiático passem fome por falta de recursos.
Em evento nas Nações Unidas onde prometeu doar mais 290 milhões de dólares, os Estados Unidos disseram que a solução real consiste em acabar com a guerra que levou ao que a ONU chama de a pior situação humanitária do mundo. “A ajuda humanitária faz uma diferença crítica na vida das pessoas, mas, sozinha, não pode resolver a crise”, apontou o secretário de Estado Antony Blinken.
O chefe da diplomacia americana pediu à Arábia Saudita – que realiza uma campanha aérea militar devastadora no Iêmen -, aos rebeldes huthis e ao governo ajuda para garantir o fluxo de combustível naquele país, fator que desestabilizou a economia e impede o acesso de muitos iemenitas a itens básicos.
A UE prometeu 119 milhões de euros. Segundo a Oxfam, cerca de 600 milhões de dólares foram prometidos no total, mas falta 1 bilhão para se atingir os 3,9 bilhões estipulados pela ONU para lidar com a catástrofe.















