A Confederação das Associações Empresariais de Moçambique (CTA) sublinha o grande potencial a ser explorado na área de cooperação económica e empresarial entre Moçambique e a Finlândia.
O presidente da CTA, Álvaro Massingue, fez estas declarações aos jornalistas após um encontro com a Embaixadora da Finlândia em Moçambique, Satu Lassila. Massingue enfatizou que a cooperação comercial entre os dois países ainda carece de expansão, com o intuito de potenciar oportunidades para o sector privado, além de identificar áreas específicas para fortalecer a colaboração institucional.
“Apesar do progresso alcançado na cooperação entre Moçambique e a Finlândia, existe um enorme potencial a ser explorado na área económica e empresarial. É essencial diversificar esta cooperação, promovendo parcerias estratégicas”, afirmou.
O presidente da CTA afirmou ainda que é necessário desenvolver parcerias entre empresas moçambicanas e finlandesas, fomentar joint ventures, transferências de tecnologia e reforçar as cadeias de valor locais. Massingue considera que a experiência da Finlândia é crucial para a inovação, sustentabilidade e digitalização do país.
“Finlândia pode oferecer contribuições transformadoras ao nosso ecossistema empresarial, especialmente às pequenas e médias empresas, que constituem a espinha dorsal da nossa economia”, concluiu.
Durante o encontro, a CTA convidou a Embaixada da Finlândia a participar na 20.ª Conferência Anual do Sector Privado (CASP), agendada para os dias 12 a 14 de Novembro deste ano.
No último ano, o volume de comércio bilateral entre Moçambique e a Finlândia situou-se abaixo dos 15 milhões de dólares americanos, com as exportações moçambicanas a consistirem principalmente de produtos agrícolas e minerais.
Uma mãe da cidade da Beira denunciou um alegado caso de abuso sexual contra a sua filha de apenas seis anos, supostamente perpetrado por um vizinho de 25 anos.
A mulher, que se encontra em estado de desespero, revelou que tem estado a receber ameaças por parte do suspeito há cerca de um mês.
Segundo o relato da mãe, as suspeitas sobre o comportamento do jovem começaram há três meses, quando a criança começou a apresentar sinais de desconforto e medo em relação ao vizinho. “A criança tirava o corrimento. Um dia, quando a levei a banhar, disse que estava a doer. O jovem, que eu já suspeitava, fazia com que a minha filha fugisse e se escondesse em baixo da cama. Perguntei-me porque é que ela tinha tanto medo dele”, contou a mãe.
Após as suspeitas, a mãe levou a filha a uma esquadra da polícia, onde foi encaminhada para a medicina legal. O laudo médico confirmou o abuso sexual e indicou que a menor contraiu uma doença sexualmente transmissível.
O suspeito foi notificado pelas autoridades, mas, ao refutar as acusações, a polícia informou à mãe que, como ela não presenciou o crime, não havia fundamento para a detenção do jovem, que permanece em liberdade enquanto aguarda julgamento.
Em meio ao sofrimento pela dor infligida à sua filha e enquanto lutava pela sua saúde, a mãe afirmou que foi alvo de ameaças. “No dia seguinte, a família do jovem veio até à minha casa ameaçar-me. Ninguém fez nada,” lamentou.
Desesperada, a mãe, acompanhada de familiares, dirigiu-se ao Gabinete de Atendimento à Família e Menores Vítimas de Violência em busca de justiça. As autoridades deste gabinete atenderam a sua solicitação e, em coordenação com outras instituições, estão a dar seguimento ao caso.
Um ataque aéreo realizado por drones israelitas na área de Abasan al-Kabira, situada a leste de Khan Yunis, no sul de Gaza, resultou na morte de um palestiniano e deixou seis feridos, dos quais dois em estado grave, conforme informou o Ministério da Saúde do enclave.
Segundo a Rede de Notícias Quds, associada ao grupo islamita Hamas e citada pela agência EFE, as vítimas foram transportadas para o Hospital Nasser em Khan Yunis logo após o ataque, que ocorreu por volta das 09h00, horário local. A mesma fonte mencionou que uma segunda pessoa pode ter sucumbido aos ferimentos, embora o Ministério da Saúde do Hamas tenha confirmado, até ao momento, apenas uma morte.
Abasan al-Kabira está situada dentro da “linha amarela”, a demarcação onde o exército israelita se retirou em Gaza após a implementação do cessar-fogo. O território entre esta linha e a fronteira de Gaza com Israel, que representa pouco mais de 50% da Faixa, permanece sob controlo militar israelita.
O acordo de trégua entre Hamas e Israel abrange toda a Faixa de Gaza, implicando que o exército israelita deve recuar até à “linha amarela”. No entanto, o acesso dos habitantes de Gaza a esta área e a aplicação do cessar-fogo na mesma têm gerado controvérsias, uma vez que Israel justifica os disparos contra palestinianos nesta zona com base na defesa legítima e em alegadas ameaças às suas tropas.
Desde o início do cessar-fogo em 11 de Outubro, mais de 93 residentes de Gaza perderam a vida em ataques israelitas, segundo os dados do Ministério da Saúde. Pelo menos 43 vítimas foram relatadas como resultado de tiroteios e bombardeamentos, frequentemente por cruzarem a linha amarela, enquanto cerca de 45 faleceram no domingo, quando Israel reiniciou os ataques em Gaza em resposta a um confronto com supostos militantes do Hamas em Rafah.
O Ministério da Saúde do Governo do Hamas acrescentou que, ao longo do domingo, os hospitais de Gaza receberam oito cadáveres recuperados de escombros ou de locais de difícil acesso. Com essas adições, o número total de mortos desde Outubro de 2023 ascende a 68.527, enquanto o total de feridos chega a 170.395.
Adicionalmente, o Ministério informou que, dos 195 corpos de palestinianos devolvidos a Gaza por Israel, apenas 72 foram identificados pelas famílias devido à falta de recursos adequados nos hospitais do enclave.
Governo moçambicano destina 862,8 milhões de meticais a comunidades locais e províncias com projectos mineiros e de gás natural
O governo de Moçambique anunciou a destinação de 862,8 milhões de meticais, equivalentes a mais de 15 milhões de dólares à taxa de câmbio actual, para as comunidades locais e províncias que acolhem projectos de exploração mineral e de gás natural.
Esta informação consta no plano económico e social e no orçamento de Estado para 2026, que foi submetido à Assembleia da República.
Segundo o documento apresentado, 625,5 milhões de meticais, ou seja, 72,5% do total, serão alocados às províncias, enquanto 237,3 milhões de meticais, representando 27,5%, serão direccionados a comunidades locais. Esta quantia representa um aumento de 140,4 milhões de meticais em comparação ao orçamento projectado para 2025, que previa uma transferência de 722,4 milhões de meticais, dos quais 523,7 milhões seriam destinados às províncias e 198,7 milhões às comunidades.
A medida implementa a legislação que determina a transferência de 10% das receitas provenientes de impostos sobre a produção mineira e de hidrocarbonetos para as províncias, distritos e comunidades locais onde os projectos são realizados.
A província de Cabo Delgado, que alberga projectos de exploração de gás natural e rubis, será a maior beneficiária, recebendo 223,5 milhões de meticais. Seguem-se as províncias centrais de Zambézia e Tete, que receberão 222,8 milhões de meticais e 213,1 milhões de meticais, respectivamente.
A província de Inhambane será contemplada com 128,4 milhões de meticais, enquanto Nampula receberá 71,4 milhões de meticais e Gaza está prevista para receber apenas 2,2 milhões de meticais. Entre as províncias que irão receber menos de um milhão de meticais encontram-se a província de Maputo, com 229,160 meticais; a província central de Sofala, com 253,640 meticais; e a província do Niassa, com 586,240 meticais. O documento não faz menção à província central de Manica.
O Programa Global para a Agricultura e a Segurança Alimentar (GAFSP) anunciou a concessão da sua primeira alocação, no valor de 14 milhões de dólares, ao Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), com o objectivo de mitigar os riscos do sector privado.
Esta alocação faz parte de uma nova janela de financiamento cuja meta é desbloquear um total de 200 milhões de dólares para melhorar a segurança alimentar em países de baixo rendimento, através de iniciativas do sector privado.
De acordo com um comunicado do BAD, a nova janela, denominada Business Investment Financing Track, foi lançada em 2024 como a segunda geração de financiamento voltada para o sector privado do GAFSP.
A primeira alocação será utilizada para estabelecer um Mecanismo de Partilha de Riscos para Insumos Agrícolas, um fundo com um total de 200 milhões de dólares que será gerido pelo BAD. Este fundo contará com uma parcela de 10 milhões de dólares destinada à redução de riscos. Além disso, serão disponibilizados 4 milhões de dólares em recursos de subvenção para apoiar assistência técnica, visando catalisar até 200 milhões de dólares em empréstimos do sector privado para pequenas e médias empresas agrícolas na Etiópia, Uganda, Tanzânia, Maláui e Zâmbia.
O Mecanismo de Partilha de Riscos para Insumos Agrícolas tem como objectivo incentivar os bancos locais a conceder crédito a fornecedores de insumos agrícolas. Natasha Hayward, gestora do Programa Global de Agricultura e Segurança Alimentar, afirmou que “esta primeira alocação demonstra o interesse dos financiadores em trabalhar em conjunto neste novo modelo para resolver um desafio antigo do financiamento para pequenos agricultores: o risco.”
Com esta iniciativa, espera-se que mais de 1,5 milhões de pequenos agricultores, bem como 500 comerciantes agrícolas e cooperativas, sejam beneficiados.
As autoridades de saúde da província de Nampula divulgaram que nos últimos nove meses, 75 mulheres perderam a vida devido ao cancro da mama e do colo do útero, com este último a ser o mais letal entre os casos reportados.
A informação foi apresentada durante o lançamento da Associação das Mulheres Empresárias e Empreendedoras de Nampula, onde se realizou uma palestra sobre a relevância das consultas regulares em hospitais para o rastreio precoce do cancro. Durante o evento, as participantes sublinharam a importância de realizar exames médicos regulares e de seguir correctamente as fases de tratamento, de forma a aumentar as hipóteses de recuperação.
Especialistas em saúde alertaram para o facto de que o cancro da mama pode ter uma componente hereditária. Adicionalmente, foi destacado que o planeamento familiar não previne o aparecimento da doença, sendo que mulheres que amamentam mais filhos apresentam uma menor probabilidade de desenvolver cancro da mama.
O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força da oposição no país, solicitou maior rigor e honestidade nas negociações do Diálogo Nacional Inclusivo, um processo que visa promover a estabilidade política e impulsionar o desenvolvimento económico de Moçambique.
O apelo foi feito pelo chefe da bancada do MDM na Assembleia da República (AR), Fernando Bismarque, durante a cerimónia de abertura da 2ª sessão ordinária da AR, que decorre na 10ª legislatura.
Bismarque expressou a sua satisfação pela participação inédita de todos os sete partidos com assento na AR, além de representantes de assembleias provinciais e municipais, bem como de organizações da sociedade civil. Este facto, conforme destacou, simboliza um compromisso pela inclusão.
“Seremos todos responsáveis pelos resultados do Diálogo Nacional, que pela primeira vez conta com a participação do MDM e de mais partidos políticos e a sociedade civil”, afirmou Bismarque. Ele salientou que o Diálogo deve ser considerado como uma oportunidade crucial para reconstruir a confiança perdida, promovendo reformas significativas na Constituição, no sistema de governação, na legislação eleitoral, na governação descentralizada e na política fiscal.
Bismarque também enfatizou a importância do Diálogo Nacional Inclusivo para assentar as bases de uma verdadeira unidade nacional, que proporcione felicidade ao povo moçambicano. O compromisso político estabelecido por sete partidos, segundo o líder do MDM, não deve ser apenas uma manobra política.
É essencial, segundo defendeu, que as lideranças políticas assumam as suas responsabilidades, permitindo que as soluções provenientes da auscultação pública realizada em Setembro ajudem a recuperar a confiança do povo nas instituições.
O dirigente referiu ainda à necessidade de renovar o compromisso com a juventude moçambicana, reconhecida como a força propulsora das mudanças e do desenvolvimento do país. “Um país que exclui e não investe na juventude está condenado ao fracasso”, sublinhou, defendendo que “fazer coisas diferentes para obter resultados diferentes deve basear-se na promoção de políticas de habitação, emprego e educação”.
A 2ª sessão ordinária da Assembleia da República está programada para encerrar a 18 de Dezembro próximo.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Líder de Equipa Integrada. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Administração (Matola). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder – Financeiro de Programa (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Diretor Adjunto de Projecto – (Matola). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Supply Chain (Matola). Saiba mais.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Oficial Administrativo(a) & Financeiro(a). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Monitoria e Avaliação (Matola). Saiba mais.
A General Express Service uma empresa de ramo da Contrução Civil, situada na provincia de Maputo, pretende contratar para sua equipa três (3) Assistentes Administrativos. Saiba mais.
A General Express Service uma empresa do ramo de Construção Civil, situada na provincia de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro três (3) Mecânicos. Saiba mais.
A General Express Service, empresa moçambicana que atua no setor de Construção Civil, sediada na Cidade de Maputo, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering e eventos, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de três (3) Assistentes Comerciais. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Fiel de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Supervisor de Segurança. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de cinco (5) Ajudantes de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Supervisor de Cozinha. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Cozinha. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Limpezas. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Inventário. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Custos. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo. Saiba mais.
A Chicken Palace Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar Administrativo. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Comercial. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Controle. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Frotas. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Operador de CCTV. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Cozinheiro. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Decorador. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estafeta de Contabilidade. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Nutricionista. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Segurança. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Servente de Limpeza. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Servente de Mesa. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Limpezas. Saiba mais.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) para Revisão e Documentação de Resultados do ano 2025. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Protecção Social e Género para o projecto LINK/MEGA LINK (LPSG). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
Sean ‘Diddy’ Combs, o magnata do hip-hop, enfrentou uma situação alarmante enquanto se encontrava detido no Metropolitan Detention Center (MDC) de Brooklyn, em Nova Iorque.
O artista acordou com uma faca encostada ao pescoço, uma situação revelada pelo seu amigo próximo, Charlucci Finney.
Segundo informações veiculadas por órgãos de comunicação internacionais, Finney confirmou que a intervenção rápida de um guarda prisional evitou que o músico fosse atacado. O amigo descreveu o incidente como uma “experiência aterradora”, sublinhando que a intenção do recluso que se aproximou de Diddy era intimidá-lo, especialmente num ambiente onde os detidos com acusações de crimes sexuais enfrentam severas hostilidades.
Diddy cumpre uma pena de quatro anos e dois meses de prisão por crimes relacionados com a prostituição, embora tenha sido absolvido das acusações mais graves de tráfico sexual e extorsão.
Um trágico naufrágio ocorreu nas proximidades de Bodrum, no sudoeste da Turquia, levando à morte de pelo menos 14 migrantes que tentavam atravessar o mar Egeu rumo à Grécia.
As autoridades locais confirmaram que o número de vítimas aumentou, após o resgate de duas pessoas que sobreviveram ao acidente.
Inicialmente, a imprensa turca noticiou a recuperação de sete corpos e a sobrevivência de dois indivíduos. Contudo, as últimas actualizações indicam que os corpos de 14 migrantes irregulares foram recuperados pelas autoridades da província de Bodrum.
O naufrágio ocorreu perto da popular estância balnear de Bodrum, que se encontra a menos de cinco quilómetros de várias ilhas gregas, incluindo Kos, uma das principais portas de entrada da União Europeia através do mar Egeu. Este mar, parte do Mediterrâneo, é frequentemente palco de travessias perigosas, com naufrágios a tornarem-se comuns nesta rota.
Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), quase 1.400 migrantes desapareceram ou perderam a vida no Mediterrâneo em 2025. A Grécia continua a ser uma das principais portas de entrada para a União Europeia, especialmente para migrantes e refugiados que chegam por via marítima, frequentemente oriundos da Turquia. Embora muitos utilizem a Grécia como ponto de passagem para outros destinos, como a Alemanha, as ilhas gregas têm reportado um aumento no número de chegadas, enfrentando desafios significativos em termos de acolhimento.
Um grave acidente ocorrido na aldeia de Chinnatekuru, perto de Kurnool, sul da Índia, resultou na morte de pelo menos 25 pessoas, após um autocarro de passageiros ser consumido pelas chamas.
O sinistro iniciou, quando uma moto, que colidiu a alta velocidade com o autocarro, ficou presa na parte traseira do veículo, provocando faíscas que incendiaram o tanque de combustível.
Segundo o relato do chefe da polícia local, a colisão arrastou a moto por uma certa distância, contribuindo para a rápida propagação do fogo. O motorista do autocarro tentou extinguir as chamas utilizando um extintor, mas não conseguiu controlar a situação, que evoluiu rapidamente. A bordo do autocarro estavam 44 passageiros, muitos dos quais seguiam a viagem a dormir, o que dificultou a sua evacuação. Alguns conseguiram quebrar as janelas para escapar.
As autoridades locais, citadas pela Associated Press, informaram que há registo de feridos além das vítimas mortais. Uma equipa de peritos forenses está a investigar as causas do acidente.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o chefe do governo local expressaram as suas condolências às famílias das vítimas. Este incidente marca o segundo acidente do mesmo tipo ocorrido no país este mês, após um incêndio semelhante em Rajasthan que resultou na morte de pelo menos 20 pessoas.
Uma operação da Polícia Municipal no Mercado Limpopo resultou em confrontos entre agentes e vendedores informais, deixando uma vendedora de 40 anos gravemente ferida.
Em resposta à abordagem policial, mais de 1200 vendedores bloquearam a principal via do mercado, obstruindo a circulação de pessoas e veículos durante quase quatro horas.
O incidente que desencadeou a revolta ocorreu quando a vendedora, que preferiu não se identificar, foi arrastada por uma viatura da polícia durante uma ação destinada a retirar os vendedores informais da área comercial. Em lágrimas, a mulher relatou a brutalidade dos agentes: “Eles me puxaram no carro. Arrastaram-me daqui até onde tem lomba. O carro não parou.”
Os vendedores, que afirmaram não ter conseguido vender nada, usaram barricadas e fogo para bloquear a via principal, levando à paralisia do comércio local. A situação provocou uma onda de protestos em frente ao Comando da Polícia Municipal, onde os vendedores exigiram respostas sobre o tratamento que a vendedora recebeu.
Em resposta aos acontecimentos, Nelson Pedro, Comandante da Polícia Municipal de Xai-Xai, confirmou o ferimento da vendedora, mas alegou que houve resistência por parte dos vendedores. “O número não podemos especificar. Temos informações de que são acima de 1500 vendedores informais que se amotinavam. Nós não podíamos permanecer com a viatura,” afirmou.
Pedro justificou a acção policial, dizendo que os agentes estavam desprotegidos e que era necessário garantir uma saída de emergência. “Foi neste processo de retirada da viatura que uma das senhoras, nós nem percebemos, pendurou-se na viatura. Com o arranque da viatura, ela acabou caindo e feriu-se,” explicou.
Os vendedores, no entanto, consideraram as declarações do comandante meras justificativas e mantiveram a sua posição de reivindicação por justiça e apoio à vendedora ferida. A situação no Mercado Limpopo continua tensa, à medida que os vendedores clamam por uma solução e responsabilização por parte das autoridades locais.
A bancada do Povo Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS), principal partido da oposição na Assembleia da República, expressou o seu repúdio em relação a discursos incendiários e confrontos desmedidos promovidos por alguns dirigentes de partidos políticos.
Esta posição foi apresentada pelo chefe da bancada do PODEMOS, Sebastião Mussanhane, durante a abertura da 2ª sessão ordinária da Assembleia, realizada na capital do país, Maputo. Mussanhane sublinhou que o seu partido opta pelo caminho mais desafiante do diálogo, enfatizando a importância da responsabilidade e da preservação da vida.
“Recusar a violência e defender o respeito pelas regras coloca a vida acima da vingança e o voto acima da força. Este posicionamento distingue o político legítimo do populista, e o estadista do agitador”, afirmou o líder da bancada, ao traçar comparações entre os líderes partidários.
O chefe da bancada sublinhou também que o líder do PODEMOS, Albino Forquilha, reconhece que dirigir implica não apenas falar para as massas, mas também proteger o sentido humano das causas que mobilizam essas pessoas. Assumir responsabilidades é um gesto de coragem, e um líder deve estar preparado para responder pelos efeitos das suas decisões, mesmo que estas sejam fundamentadas em princípios de justiça e legitimidade.
Mussanhane enfatizou que o líder do PODEMOS não se escusa da história; pelo contrário, enfrenta-a com a consciência tranquila, ciente de que a verdadeira mudança só é possível quando se preservam a paz, a justiça e a dignidade de todos.
No que diz respeito ao Diálogo Nacional Inclusivo, Mussanhane caracterizou este processo como uma demonstração de maturidade política, responsabilidade patriótica e compromisso com o bem comum. Num país marcado por desigualdades e desconfianças históricas, o diálogo é visto como a forma mais elevada de coragem nacional.
O chefe da bancada concluiu que, para o PODEMOS, o Diálogo Nacional Inclusivo não deve ser um evento isolado, mas sim um processo contínuo, plural e genuíno, que visa restaurar a confiança do povo nas instituições do Estado.
A cerimónia contou com a presença da Primeira-Ministra, Benvinda Levi, da presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro, e de diversos representantes do governo, embaixadores e dirigentes de entidades públicas e privadas.
Moçambique deixou a “lista cinzenta” internacional de branqueamento de capitais, segundo informação confirmada por uma fonte oficial moçambicana à Lusa.
A decisão foi anunciada durante a plenária do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI), realizada em Paris, e foi aprovada por unanimidade por todas as organizações e países presentes.
Luís Abel Cezerilo, coordenador nacional para a remoção de Moçambique desta lista, afirmou que a saída foi oficializada às 09:30 e destacou a importância deste passo para o país. Apesar da boa notícia, a plenária fez uma recomendação para que Moçambique continue a “trabalhar” na “melhoria do mapeamento de risco”, reforçando a necessidade de permanecer atento às questões relacionadas com a prevenção do branqueamento de capitais.
Este desenvolvimento surge três anos após a inclusão de Moçambique na lista, marcando um avanço significativo na luta contra práticas financeiras ilícitas.
O Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Joaquim Sive, admitiu que há agentes da corporação em Nampula implicados em esquemas de tráfico de droga e actividades de mineração ilegal.
A declaração surge após a desarticulação de uma rede criminosa em Mogovolas, que operava a partir do comando distrital da PRM, há três meses, resultando na detenção do então comandante distrital, do chefe das operações e de três agentes.
Na cerimónia de apresentação do novo comandante provincial da PRM, Sive expressou a sua preocupação com a participação de membros da polícia em actos ilícitos, afirmando que tais comportamentos comprometem a credibilidade da instituição. “Temos situações que nos preocupam, de colegas envolvidos em actos criminais, alguns com participação directa e outros orientando, criminosos. Também há colegas envolvidos em actividades de mineração ilegal, com investigações em curso e indícios de participação de um ou dois elementos nossos,” afirmou Sive.
O Comandante-Geral enfatizou a importância de mudar esta realidade, que, segundo ele, mancha o esforço colectivo da polícia. Citado pelo Jornal Rigor, Sive instou a nova liderança em Nampula a combater de forma incisiva a corrupção interna e a recuperar a confiança da população em relação à polícia.
Adicionalmente, Sive destacou a necessidade de fortalecer as acções operativas de prevenção e resposta à criminalidade, reafirmando que, apesar dos desafios relacionados com a segurança e a ordem pública, a PRM deve continuar a aprimorar as suas estratégias e a antecipar-se aos fenómenos criminalidade.
Um novo programa de capacitação empresarial está a oferecer oportunidades inovadoras para as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) localizadas no Corredor Logístico de Nacala.
Esta iniciativa visa fortalecer a capacidade competitiva das empresas, promovendo o desenvolvimento sustentável e a integração económica na região.
No decorrer do programa, empresários e gestores terão acesso a formações que abordam temas cruciais, como gestão financeira, marketing estratégico e inovação tecnológica. Através de workshops e consultorias, os participantes poderão adquirir conhecimentos práticos e aplicáveis às suas realidades empresariais, aumentando assim as suas possibilidades de sucesso no mercado.
A implementação deste projecto conta com a colaboração de diversas entidades, que reconhecem a importância das MPMEs para o crescimento económico de Moçambique. As empresas deste sector representam uma parte significativa do tecido económico nacional e são fundamentais para a geração de emprego e a promoção da inclusão social.
Os beneficiários do programa expressaram entusiasmo quanto às potencialidades que esta capacitação traz para o seu desenvolvimento. Muitos já começam a vislumbrar uma melhoria na sua capacidade de operação, bem como novas estratégias para expandir os seus negócios.
O Corredor Logístico de Nacala, uma das principais vias de transporte do país, apresenta-se como um espaço propício para esta iniciativa, uma vez que liga Moçambique a mercados internacionais, facilitando a exportação de produtos e a atracção de investimentos. A capacitação das MPMEs nesta região poderá, portanto, contribuir para uma dinâmica económica mais robusta e diversificada.
O programa está agendado para as próximas semanas, com inscrições já abertas para todos os interessados. A expectativa é de que este esforço conjunto resulte num impacto positivo, não apenas para as empresas, mas também para o desenvolvimento económico de Nacala e arredores.
Um grupo de investidores chineses, que planeava estabelecer uma fábrica de cimento no distrito de Chibabava, foi multado em mais de 14 milhões de meticais por iniciar obras sem a devida autorização ambiental.
A penalização, emitida esta semana, resulta da infracção das normas legais relacionadas com a obtenção de licença ambiental.
O governo já havia afastado o seu apoio ao projecto, tendo em consideração a falta de conformidade com os requisitos estabelecidos, especialmente no que diz respeito à preservação ambiental e a não indemnização de várias famílias camponesas cujas terras foram ocupadas pelos investidores. Após a tomada de conhecimento dos factos, uma investigação foi desencadeada, levando à decisão da Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA) de aplicar a multa.
A AQUA revelou que a empresa procedeu à abertura de uma área para a instalação da fábrica de cimento, actividades que incluíram o abate de árvores e a compactação de solos, sem qualquer licença ambiental. A situação levanta preocupações sobre a protecção dos recursos naturais e dos direitos das comunidades locais.
O Tribunal Administrativo (TA), entidade responsável por verificar a legalidade da despesa pública em Moçambique, identificou diversas irregularidades nas contas do Estado para 2024.
Segundo o relatório, o governo, então liderado pelo Presidente Filipe Nyusi, não canalizou uma parte das receitas provenientes do gás para o Fundo Soberano do país.
Estabelecido no ano passado, o Fundo Soberano tem como objectivo gerir as receitas da produção de gás natural liquefeito nas áreas marítimas 1 e 4 da Bacia do Rovuma, situada na província setentrional de Cabo Delgado. A missão do fundo é supervisionar as receitas auferidas nos primeiros 15 anos de exploração, das quais 40% são destinadas ao fundo e 60% ao Orçamento do Estado.
Num documento submetido à Assembleia da República, o TA relatou a detecção de contas desalinhadas, falta de transparência e várias violações legais durante a auditoria às contas de 2024. O relatório revela que a Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma joint venture composta pela ExxonMobil, a companhia energética italiana ENI e a CNPC da China, pagou ao Estado cerca de 33,6 milhões de dólares em impostos sobre a produção de hidrocarbonetos. Contudo, apenas 24,6 milhões de dólares foram confirmados como canalizados para o Orçamento do Estado, o que implica que cerca de nove milhões de dólares estão em falta.
“O valor remanescente não pôde ser certificado devido à ausência de guias de cobrança, documentos essenciais para a discriminação das receitas e confirmação da arrecadação junto ao CUT (Conta Única do Tesouro). Este facto confirma que essas receitas não foram dirigidas à Conta Transitória, o que contradiz substancialmente as informações governamentais”, menciona o documento.
Para solucionar as questões assinaladas, o Tribunal fez um apelo ao governo para reorganizar a Conta Geral do Estado, buscando clareza, precisão e simplicidade. Assim, o governo deverá fundamentar os números e reapresentá-los para análise.
O relatório ainda explicita que as receitas provenientes de projetos de petróleo e gás são inicialmente direcionadas a uma conta transitória aberta no Banco Central antes de serem transferidas para o Fundo Soberano e para o Orçamento do Estado. Esta situação implica uma escassez de coordenação institucional, prejudicando o Estado.
Adicionalmente, o TA destacou a fraca coordenação entre as principais instituições responsáveis pela supervisão das atividades de exploração mineral e de hidrocarbonetos, tais como o Instituto Nacional de Minas (INAMI), o Instituto Nacional de Petróleo (INP) e a Autoridade Tributária.
“Isso contribui para que as empresas operem fora do controle do sistema tributário, resultando na perda de receitas fiscais e disparidades nas informações reportadas por estas instituições. O Instituto Nacional de Petróleo, como regulador do setor, tem sido ignorado pelas empresas concessionárias diante das exigências que realiza nas auditorias que efetua”, conclui o documento.
Um agente de segurança da empresa Executive Protections foi fatalmente atingido durante um assalto perpetrado por indivíduos ainda não identificados, que ocorreu no início desta semana.
O crime teve como alvo um carro blindado destinado ao transporte de dinheiro, do qual foram subtraídos três sacos contendo valores monetários não divulgados.
De acordo com informações avançadas pela TV Sucesso, o incidente iniciou na segunda-feira, quando um grupo de agentes da Executive Protections foi destacado para efectuar o levantamento de dinheiro numa agência bancária na cidade de Chimoio. A directiva inicial era que os valores fossem transportados para outra agência no distrito de Machaze. No entanto, uma ordem superior alterou o plano, decidindo que o transporte do dinheiro deveria ser feito no dia seguinte, terça-feira. O carro blindado, já carregado com os sacos de dinheiro, foi estacionado nas instalações da empresa.
Na transição entre segunda e terça-feira, o assassinato do agente e o subsequente roubo ocorreram. A Polícia da República de Moçambique (PRM) confirmou a detenção de cinco indivíduos, que são seguranças da própria agência. “Estes cidadãos encontram-se aqui detidos, indiciados de crime de negligência, porque deveriam ter feito o encaminhamento do valor no mesmo dia,” declarou o porta-voz da PRM em Manica, Mouzinho Manasse.
Manasse acrescentou que a polícia está a investigar possíveis ligações entre os seguranças detidos e os crimes cometidos. A empresa Executive Protections não divulgou informações sobre o valor exacto que estava nos sacos roubados. A situação levanta preocupações sobre a segurança das operações de transporte de valores na região.
As autoridades de saúde moçambicanas confirmaram um total de 89 casos de mpox desde o início do surto, que iniciou na província de Niassa. Segundo os dados oficiais, 70 pacientes já se encontram recuperados, sem registos de óbitos.
Segundo o boletim mais recente da Direcção Nacional de Saúde Pública, que abrange o período de 11 de Julho a 21 de Outubro, a província de Niassa, considerada o epicentro do surto, reportou 79 casos acumulados. As províncias de Maputo, Manica e Tete seguem com quatro, três e dois casos, respectivamente.
O último caso confirmado laboratorialmente ocorreu no distrito de Lago, a 21 de Outubro. Do total de 89 casos positivos, apenas 19 continuam sob vigilância nas províncias de Tete e Niassa, enquanto 70 indivíduos já foram considerados recuperados.
Desde o início de Julho, foram registados 1.729 casos suspeitos e realizados 1.695 testes laboratoriais em Moçambique. As autoridades sanitárias asseguraram que o país está preparado para enfrentar a situação, com capacidade para realizar 4 mil testes localmente, nas capitais das províncias, através dos laboratórios de Saúde Pública.
A mpox é uma doença viral zoonótica, identificada pela primeira vez em 1970 na República Democrática do Congo. No surto actual na África Austral, desde 1 de Janeiro, foram notificados 77.458 casos da doença em 22 países, com 501 óbitos registados.
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