Mais de quatro mil consumidores do distrito de Massingir, na província de Gaza, voltaram a ter acesso à energia eléctrica da rede nacional, após um período de mais de 50 dias de interrupções causadas por cheias e inundações que danificaram a linha de transporte.
A Electricidade de Moçambique (EDM) foi responsável pelo restabelecimento do serviço, mobilizando equipas técnicas que se dedicaram à reconstrução das infra-estruturas comprometidas pela força da água. Júlio Simango, director da Área de Serviço ao Cliente de Chókwè, informou que foram necessários aproximadamente dez dias de trabalho contínuo para a recuperação do fornecimento de energia.
As equipas técnicas implementaram mais de 50 postes ao longo de uma extensão que ultrapassa os seis quilómetros, numa área onde a infraestrutura tinha sido severamente danificada. Simango destacou que Massingir foi o distrito mais afectado pelas cheias, em virtude da complexidade dos estragos, mas o fornecimento normal de energia já voltou.
A EDM pediu aos consumidores que utilizem a energia eléctrica de forma responsável e segura, uma vez que algumas instalações domésticas poderão ter sido afectadas. Simango esclareceu que as equipas continuam a realizar verificações das ligações e a identificar pontos que não estejam em condições seguras para o restabelecimento do fornecimento. Nesses casos, o fornecimento poderá continuar suspenso até que estejam presentes as condições técnicas adequadas.
Com a normalização do fornecimento em Massingir, todos os 14 distritos da província de Gaza estão novamente conectados à rede nacional de energia eléctrica.
O bairro Mpáduè, situado nas imediações do monte Caloeira, foi palco de uma aterrorizante invasão perpetrada por mais de 12 homens armados com uma arma de fogo e catanas.
Os assaltantes invadiram residências de pelo menos quatro famílias e um armazém, agredindo um guarda e dois chefes de família, além de roubar bens de fácil transporte e dinheiro.
Os dados recolhidos pelo “Notícias Online” indicam que os incidentes ocorreram por volta da 1.00 hora. As vítimas relataram que, ao conseguirem entrar em uma casa, os agressores exigiam dinheiro e proferiam ameaças contra os vizinhos, garantindo que iriam incendiar as suas habitações.
Um dos sobreviventes, após ser agredido na perna e em outras partes do corpo, conseguiu fugir e regressar à sua casa, onde fechou a porta e a bloqueou com um varão. Posteriormente, entrou em contacto com a polícia localizada na zona conhecida como Café Jurídico. As autoridades deslocaram-se ao local em motorizada e, ao avistarem a presença policial, os assaltantes puseram-se em fuga.
O Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) foi contactado e assegurou que se pronunciará oportunamente sobre o caso. Entretanto, o “Notícias Online” apurou que, na tarde de ontem, teve lugar uma reunião no bairro, onde foram delineadas estratégias preventivas em parceria com a Polícia, que intensificou o patrulhamento na área de Mpáduè.
Uma colisão entre duas motorizadas resultou na morte de três pessoas, incluindo dois moto-taxistas, na Estrada Nacional Número Um (N1), no distrito de Metuge. O acidente, que ocorreu nas primeiras horas do dia, provocou ainda danos materiais significativos.
A informação foi divulgada pela porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Cabo Delgado, Eugénia Nhamussua, durante uma conferência de imprensa onde fez o balanço das ocorrências na província. Segundo Nhamussua, as motorizadas colidiram enquanto circulavam em sentidos opostos, uma situação que pode ter sido consequência de um cruzamento irregular e do excesso de velocidade.
“Ambas as motorizadas seguiam em alta velocidade e colidiram durante o cruzamento”, afirmou a porta-voz.
No local do acidente, dois moto-taxistas e um dos ocupantes faleceram de imediato devido à violência do embate. Em resposta a esta tragédia, a PRM apela a todos os condutores para respeitarem as normas de trânsito, evitem a velocidade excessiva e adoptam uma condução responsável, com o intuito de minimizar os acidentes nas estradas da província.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, reafirmou na passada quarta-feira, em Lisboa, a robustez das relações bilaterais com Portugal, expressando um interesse renovado em realizar visitas oficiais ao mais alto nível em breve.
Durante a cerimónia de investidura do novo Presidente português, António José Seguro, Chapo destacou uma nova fase de dinamismo na cooperação política, comercial e social, enfatizando a importância do fortalecimento do bem-estar entre os povos dos dois países.
A presença de Moçambique na investidura é vista como um marco na diplomacia bilateral, com Chapo a sublinhar a “extrema importância” da data para a avaliação das históricas relações de amizade e cooperação que unem as nações. No encontro com António José Seguro, o Presidente moçambicano transmitiu felicitações, manifestando optimismo em relação ao futuro institucional e às oportunidades de colaboração.
Daniel Chapo manifestou a convicção de que a nova administração em Portugal irá contribuir decisivamente para o fortalecimento das relações de cooperação, solidariedade e fraternidade. Entre os tópicos abordados, destacaram-se os mecanismos de cooperação existentes, com ênfase na rica herança comum, e na importância de aprofundar a colaboração nas áreas política, social e comercial.
O Chefe de Estado moçambicano reiterou o desejo de atrair mais investimentos e incentivou parcerias que vão além do âmbito governamental. Destacou ainda a relevância de dinamizar as relações económicas e sociais, promovendo investimentos que beneficiem tanto os sectores público como privado.
Portugal mantém-se como um dos principais investidores externos em Moçambique, e Chapo revelou que se está a trabalhar na materialização de uma linha de crédito de 500 milhões de euros, aberta em Dezembro, com perspectivas de crescimento no seu uso e eficácia nos próximos anos.
O Presidente acredita que a execução positiva deste mecanismo poderá estimular cada vez mais colaborações frutíferas entre os dois países.
O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, confirmou o envio de quinhentos e cinquenta militares para a província de Gauteng, com o objectivo de apoiar a Polícia no combate ao aumento do crime violento.
Esta confirmação foi feita através de uma carta dirigida à Presidente do parlamento, Thoko Didisa, enviada na véspera. Na missiva, Ramaphosa detalha que o destacamento de militares permanecerá em Gauteng durante um período de um ano, e que o custo estimado totaliza 80 milhões de rands, o que corresponde a mais de 300 milhões de meticais.
Adicionalmente, foi anunciado que um contingente semelhante de militares será destacado para as províncias do Cabo Ocidental e do Cabo Oriental, também com a finalidade de reforçar a segurança e combater a criminalidade.
O Programa Mundial para Alimentação (PMA) emitiu um alerta sobre a possibilidade de que o aumento dos preços dos combustíveis resulte em um agravamento da fome em várias partes do mundo.
No seu comunicado, a instituição enfatiza que a crise no Oriente Médio terá repercussões em cadeia, afectando principalmente os países em vias de desenvolvimento.
O PMA sublinha que o conflito em curso entre o Irão, os Estados Unidos da América e Israel já está a ter um impacto devastador sobre a população civil, gerando não apenas mortes, mas também destruição generalizada e deslocamentos em massa. A situação exige atenção urgente, uma vez que as suas consequências podem ser sentidas de forma acentuada em regiões mais vulneráveis.
Este panorama representa um desafio significativo para a segurança alimentar, suscitando preocupação entre as organizações internacionais que trabalham na mitigação da fome e na promoção da estabilidade em contextos de crise.
O Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Kazem Gharibabadi, revelou que várias nações, entre as quais se destacam a China, a Rússia e a França, estabeleceram contacto com Teerão para discutir a possibilidade de um cessar-fogo.
Durante uma entrevista divulgada pela agência de notícias persa ISNA, Gharibabadi enfatizou que a principal condição imposta pelo Irão para um cessar-fogo é a garantia de que não ocorrerá repetição de agressões.
O diplomata sublinhou ainda que o Irão não foi o iniciador do conflito, argumentando que está, na verdade, a defender-se. Estas declarações surgem em resposta à recusa do Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, em negociar um acordo de paz com os Estados Unidos, reiterando que o Irão está preparado para continuar os ataques até que considere necessário.
Araqchi, num comunicado à emissora norte-americana PBS News, expressou que as negociações com Washington “já não fazem parte da agenda” do país. Durante uma entrevista na NBC, o ministro também rejeitou solicitações para um cessar-fogo imediato.
As tensões escalaram ainda mais quando o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contraditórias sobre a situação da guerra, ao afirmar que esta estava “praticamente terminada”, enquanto expressava incertezas sobre os possíveis desdobramentos futuros do conflito.
Trump enumerou várias supostas vitórias ao longo de dez dias de confrontos, como ataques a cinco mil alvos, afundamento de mais de cinquenta navios e redução da capacidade de mísseis do regime iraniano.
Em resposta, a Guarda da Revolução Islâmica declarou que os seus mísseis são agora mais poderosos do que no início da guerra e que possuem capacidade para expandir o conflito.
As informações continuam a evoluir conforme a situação no terreno se desenrola.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Impacto e Gestão de Conhecimento – Baseado(a) – Nampula. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital para Gestão de Casos – Pemba. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director de Operações Programáticas para Maputo. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Distribuição e Armazém (Cabo Delgado – Pemba). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Comunicação (Cabo Delgado – Pemba). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – MEAL (Cabo Delgado – Pemba). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Inclusão Social – Género e Inclusão da Deficiência (Gaza e Cabo D elgado). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende contratar uma (1) Consultoria (Indivíduo ou Empresa) para Elaboração da Política de Partilha de Custos da AMODEFA – CATH4. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Alimentação Escolar para Moamba. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Alimentação Escolar para Manhiça. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Alimentação Escolar para Matutuine. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Alimentação Escolar para Magude. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador do Cluster de Educação para Maputo. Saiba mais.
A Província da Zambézia alcançou um montante superior a vinte mil milhões de meticais na actual campanha de comercialização agrária. Este resultado positivo é fruto da venda de mais de três milhões e seiscentas toneladas de diversos produtos agrícolas.
A informação foi divulgada pela Delegada do Instituto de Cereais de Moçambique na Zambézia, Rosa Mandara. Durante a sua intervenção, a responsável destacou que a aplicação de preços justos para os produtores continua a representar um desafio significativo.
A campanha agrária, que se estende por várias semanas, reflecte o esforço contínuo dos agricultores da região e o potencial agrícola da Zambézia.
O crescente tráfego rodoviário nas áreas urbanas, particularmente na cidade de Maputo, tem levado um número considerável de agentes reguladores de trânsito a intensificar a sua presença nas ruas.
Essa medida tem sido crucial para garantir a fluidez do trânsito, especialmente durante as horas de maior movimento.
Os reguladores do trânsito, tanto da administração municipal como da Polícia da República de Moçambique, têm desempenhado um papel fundamental na promoção da segurança pública. A sua actuação frequentemente previne acidentes, especialmente diante da intolerância demonstrada por alguns automobilistas.
Apesar do esforço de muitos agentes em facilitar a circulação dos veículos, existem algumas preocupações. Há relatos de que certos agentes têm aproveitado a sua posição para fins pessoais, comprometendo a ética profissional e decepcionando a confiança que o Estado moçambicano depositou neles. Essas acções, muitas vezes, culminam em extorsões aos automobilistas, que se veem forçados a contribuir com “refrescos” em troca de uma condução descomplicada.
A conduta inadequada de alguns reguladores, influencia de forma negativa o comportamento dos condutores. Esta situação tem levado a um aumento nos comportamentos imprudentes, pois muitos automobilistas acreditam que podem contornar a lei com subornos, resultando por vezes em acidentes trágicos.
Outros problemas surgem da falta de conhecimento dos próprios agentes sobre o Código de Estrada. Em situações em que são questionados sobre infracções, muitos demonstram insegurança e incapacidade em esclarecer a legalidade dos actos praticados.
É imperativo que se reforce a formação e o rigor na selecção dos agentes de trânsito. Através de uma abordagem criteriosa, pode-se assegurar que os indivíduos escolhidos tenham o conhecimento adequado para desempenhar as suas funções de forma profissional e eficaz.
Os agentes de trânsito são incentivados a reconhecer a importância do seu cargo e a agir com responsabilidade, uma vez que a sua inacção pode perpetuar a cultura de impunidade entre os automobilistas, levando a acidentes evitáveis.
Adicionalmente, é necessário promover campanhas de sensibilização e educação rodoviária não apenas para os condutores, mas para toda a população. Muitas vezes, peões atravessam as ruas de maneira imprudente, acreditando que a prioridade recai sempre sobre eles.
A responsabilidade pela segurança nas estradas é uma tarefa colectiva, envolvendo tanto os reguladores do trânsito como os cidadãos.
O Hospital Central de Nampula tem registado, em média, de dois a três casos por semana de crianças que engolem moedas e necessitam de intervenção cirúrgica para a remoção do objecto do esófago.
A informação foi partilhada pela médica otorrinolaringologista Sónia Marrime, responsável pelo sector de Otorrinolaringologia da instituição.
Em uma entrevista ao Jornal Rigor, a especialista destacou que a ingestão de moedas tornou-se a principal causa de cirurgias de urgência no serviço de otorrinolaringologia do hospital. Desde o início da sua actuação na unidade sanitária, em 2020, Marrime revelou que entre 700 e 800 moedas foram retiradas do organismo de pacientes, a maioria das quais crianças. A idade média dos casos verificados é de cerca de dois anos, embora haja registos que variam desde bebés de nove meses até crianças de dez anos.
A médica alertou sobre os riscos associados à permanência prolongada da moeda no esófago, que pode resultar em inflamações, perfuração do esófago, infecções graves e até pneumonia, representando um risco significativo para a vida da criança.
Diante dessa problemática, os especialistas recomendam que, em caso de ingestão de uma moeda ou outro objecto estranho, os pais devem levar imediatamente a criança ao hospital e evitar dar alimentos antes da avaliação médica.
Os profissionais de saúde também alertam sobre os perigos das pilhas de botão, frequentemente utilizadas em brinquedos, que podem ocasionar queimaduras internas graves em poucas horas ao entrarem em contacto com os ácidos do organismo.
A falta de energia eléctrica, que tem afectado algumas regiões da província de Gaza desde 14 de Janeiro, está a causar prejuízos significativos aos agentes económicos do distrito de Massingir.
Este cenário tem desencorajado clientes a frequentar estâncias turísticas, restaurantes e talhos, numa altura em que as comunidades e os empresários tentam reconstruir e recuperar as perdas provocadas pelas recentes cheias.
Em declarações, operadores económicos manifestaram preocupação quanto à impossibilidade de retomar as suas actividades, uma vez que muitas delas dependem da corrente eléctrica.
A energia é essencial não apenas para a operação dos negócios, mas também para garantir o abastecimento de água para consumo e para os diversos serviços prestados. Com a falta de energia, a água tem sido transportada em baldes para os estabelecimentos hoteleiros, especialmente para uso sanitário.
Consequentemente, muitos clientes, principalmente oriundos da África do Sul e da cidade e província de Maputo, têm evitado procurar alojamento na região de Massingir. Os empresários do sector hoteleiro relataram que a falta de energia está a impactar negativamente a arrecadação de receitas, além de dificultar a melhoria das condições de acomodação, que já foram severamente afectadas pelas intempéries.
“Estamos preocupados, pois os produtos que estavam nos congeladores ou geleiras ficaram estragados e a procura da carne baixou”, lamentou Bonifácio Mazive, um dos investidores do distrito.
Américo Mapandzene, outro operador económico, destacou diversos constrangimentos resultantes da situação, pedindo a intervenção do governo local para minimizar os impactos. “Desde a semana passada, prometem-nos restabelecer a corrente, contudo, até hoje (sexta-feira) continuamos às escuras. Estamos a acumular prejuízos. Água e energia são recursos muito importantes, os quais não temos neste momento”, concluiu.
A Banda Safari, com uma trajectória de cerca de 50 anos na cena musical moçambicana, anunciou o término da sua jornada artística. O líder e membro fundador, Bento Magonzana, revelou que a decisão de encerrar as actividades se deve às dificuldades de sustentar a vida apenas com a música em Moçambique.
A despedida será marcada por uma caravana que percorrerá todas as províncias do país nos próximos meses, culminando com o último espectáculo agendado para 31 de Dezembro de 2026.
“Esta é a última música dos Safari. Já faz muito tempo… nós tocamos e… é a nossa reforma agora. Portanto, Dezembro, fim do ano, será o último concerto nosso e cada um vai à sua vida”, afirmou Magonzana.
Em entrevista à Televisão de Moçambique, o músico expressou sua frustração em relação ao cenário actual da música no país. “A gente vai parar com isso porque, realmente, em Moçambique a música não dá para viver. Vive de música quem realmente é insistente como eu sou”, considerou.
Magonzana também criticou o formato excludente dos concertos, que, segundo ele, não favorecem os músicos. “Isso não é bom. Tem que dar espaço para toda a gente. Isso realmente dói”, lamentou.
Além disso, o artista teceu comentários sobre os conteúdos das músicas contemporâneas, observando que actualmente não há censura, permitindo que cada músico cante o que lhe vem à mente. “Agora não há censura na música. Cada um canta o que lhe vai à cabeça. Fica complicado. Naquele tempo havia censura”, disse.
Ali Faque, outro membro da Banda Safari, também manifestou sua preocupação, afirmando que as músicas actuais deixaram de reflectir a cor local que marca a identidade e a origem dos cantores. “Estão a tocar coisas da cabeça deles”, concluiu.
A Comissão Nacional do Consumidor da África do Sul anunciou a recolha de fórmulas infantis da marca Nutricia, incluindo o produto Aptamil Nutribiotik 2 de 800 gramas e o Aptajunior Nutriobitik 3, também de 800 gramas.
A medida foi tomada devido a preocupações de que alguns lotes possam estar contaminados com uma toxina resistente ao calor, conhecida como cereulide, que pode provocar intoxicação alimentar severa, apresentando sintomas como vómito, diarreia e cólicas estomacais.
Segundo o portal sul-africano News24, esta decisão segue uma medida semelhante anunciada há algumas semanas pela fabricante francesa Danone, proprietária da marca Nutricia, que anteriormente informou sobre a retirada de produtos afectados em outros países, como o Reino Unido, onde os produtos foram retirados das prateleiras há cerca de um mês.
Na África do Sul, foi estabelecido que 2.989 unidades da fórmula infantil devem ser devolvidas. Além disso, os produtos também foram exportados para países vizinhos, como Botsuana e Namíbia.
Em um contexto recente, em Janeiro, a Nestlé já havia retirado da venda um lote de fórmula infantil na África do Sul devido a problemas com um dos ingredientes.
O Papa Leão XIV reiterou o seu apelo pelo fim da guerra no Oriente Médio durante a oração do Angelus. O pontífice fez uma súplica pela abertura do diálogo e pela cessação das hostilidades no Irã, enfatizando que o conflito tem gerado um ambiente de “ódio e medo” na região.
Leão XIV manifestou preocupação com a desestabilização do Líbano, um país que considera um “baluarte” para os cristãos. Nos últimos dias, o Líbano tem sido alvo de ataques em meio ao confronto entre o Irã, os Estados Unidos e Israel.
“Do Irã e de todo o Oriente Médio, continuam chegando notícias que causam profunda consternação. Os episódios de violência e devastação, somados ao clima de ódio e medo, alimentam o temor de que o conflito se alastre, podendo arrastar outros países da região, incluindo o querido Líbano, para a instabilidade novamente”, afirmou o Papa.
O pontífice expressou a sua “profunda consternação” pelos combates na área e reiterou a importância do diálogo, sublinhando a necessidade de que a “voz do povo seja ouvida”.
“Elevemos nossa humilde oração ao Senhor, para cessar o barulho das bombas, calem-se as armas e se abra um espaço de diálogo, onde se possa ouvir a voz dos povos. Confio esta súplica a Maria, Rainha da Paz: que ela interceda por aqueles que sofrem devido à guerra e acompanhe os corações pelos caminhos da reconciliação e da esperança”, concluiu Leão XIV.
O Irã anunciou a nomeação de Mojtaba Khamenei, de 56 anos, como o novo líder supremo do país. Ele é o segundo filho do aiatolá Ali Khamenei, que ocupou o cargo anteriormente.
A escolha foi confirmada pela mídia estatal iraniana e foi realizada pela Assembleia de Peritos, órgão responsável pela eleição do líder máximo desde a Revolução Islâmica de 1979.
Eshkevari Hosseinali, membro da Assembleia de Peritos, declarou em um vídeo que Mojtaba foi escolhido com a maioria dos votos, afirmando que ele dará continuidade ao legado do Imam Khomeini e do falecido Imam Khamenei. Segundo Hosseinali, “o nome de Khamenei permanecerá”.
Mojtaba Khamenei é clérigo de posição intermediária e é conhecido por suas estreitas ligações com a Guarda Revolucionária Islâmica, a força militar mais influente do Irã. Apesar de não ter estado entre os clérigos de maior prestígio da hierarquia religiosa iraniana ao longo dos anos, ele agora ascende ao cargo mais alto do país.
No contexto do islamismo xiita, os religiosos são classificados com base na sua formação teológica e na influência que exercem. Antes de receber o título de aiatolá, Mojtaba Khamenei era considerado um clérigo de nível intermediário, possuindo formação religiosa, mas não integrando o seleto grupo de autoridades religiosas mais influentes. O anúncio oficial da sua nomeação será feito pelo chefe do secretariado da Assembleia, composta por 88 aiatolás.
As autoridades municipais de Inhambane anunciaram um plano de reassentamento para as famílias afectadas pelas recentes inundações que devastaram várias áreas da província.
Cerca de 300 famílias, que perderam as suas casas e bens, serão realojadas em bairros designados especialmente para este fim.
A decisão surge na sequência de uma avaliação minuciosa dos danos e das necessidades das comunidades impactadas. O processo de reassentamento incluirá a construção de infra-estruturas básicas, como água potável, energia eléctrica e escolas, para garantir que as famílias possam reconstruir as suas vidas num ambiente seguro e sustentável.
A edilidade apelou à solidariedade da população e a órgãos de cooperação, instando-os a contribuir com donativos e apoio logístico, vital para o sucesso do reassentamento. Os líderes comunitários também foram convocados a colaborar activamente no processo, para que o mesmo reflita as necessidades reais das comunidades.
As autoridades garantiram que a implementação do plano será monitorizada de perto e que se privilegiará a transparência em todas as fases do reassentamento, assegurando que os beneficiários estejam envolvidos. Os primeiros realojamentos estão previstos para iniciar no próximo mês, com a expectativa de que todos os afectados sejam acomodados até ao final do ano.
O Serviço Nacional de Migração (SENAMI) iniciou uma operação solidária em Niassa, na qual canalizou vários produtos ao Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) para ajudar as vítimas de calamidades naturais que recentemente afectaram as regiões Centro e Norte de Moçambique.
Os donativos entregues incluem arroz, farinha, feijão, óleo alimentar, sal, sabão, além de vestuário. Esta iniciativa resultou da colaboração entre os funcionários do SENAMI, que se uniram para amenizar o sofrimento das populações em situação vulnerável.
Durante a cerimónia de recepção dos donativos, o secretário de Estado em Niassa, Silva Livone, enfatizou a relevância de manter viva a solidariedade em momentos de crise. O governante destacou que muitas famílias perderam não apenas as suas casas, mas também as principais fontes de subsistência, como campos agrícolas e outros meios de renda.
Livone apelou ainda ao INGD para que a distribuição dos bens seja efectuada com a máxima rapidez e segurança, assegurando que o apoio chegue de forma eficiente às comunidades que mais necessitam.
Um agente económico foi linchado por residentes do posto administrativo de Micaune, no distrito de Chinde, sob a acusação de envolvimento no tráfico de órgãos humanos.
O Administrador de Chinde, José da Cruz, confirmou que mais de trezentas pessoas cercaram a residência do referido agente económico, agredindo-o até à morte. Durante o tumulto, a esposa do agente sofreu ferimentos graves e a habitação foi incendiada.
A revolta da população iniciou na passada segunda-feira, após a morte de um jovem na localidade de Magaza, acompanhada da extracção de órgãos humanos. O clima de tensão e indignação parece ter culminado neste trágico incidente, reflectindo as preocupações crescentes sobre o tráfico de órgãos na região.
A situação continua a ser monitorizada pelas autoridades locais, que apelam à calma e à resolução pacífica dos conflitos.
A Administração Nacional de Estradas (ANE) anunciou que irá impor restrições na circulação de viaturas na ponte sobre o rio Limpopo, localizada na estrada R856, que conecta Chókwè a Guijá.
As medidas de condicionamento terão início hoje e prolongar-se-ão até 31 do mesmo mês.
De acordo com uma nota divulgada pela ANE, durante o período em questão, a via será limitada a uma meia faixa entre as 7:00 e as 17:00 horas, com o objectivo de facilitar os trabalhos de substituição das juntas de dilatação. É importante salientar que estas intervenções poderão resultar na interrupção total da circulação nas duas faixas por períodos que não excedem uma hora.
A ANE apela a todos os utilizadores da estrada que estejam atentos à sinalização temporária instalada nas proximidades, garantindo assim a segurança e o bom andamento das obras.
A Empresa de Distribuição de Electricidade de Moçambique (REVIMO) deu início a um importante projecto de expansão de iluminação pública na estrada que conecta...
Um novo balanço das trágicas inundações que assolaram o Nepal na semana passada relata um aumento significativo no número de vítimas.
A autoridade nepalesa responsável...