Um grave acidente ocorreu esta madrugada no sul da Índia, quando um camião carregado de brita para betão colidiu com um autocarro de passageiros, resultando na morte de pelo menos 20 pessoas e ferindo outras duas dezenas.
As autoridades locais confirmaram o incidente próximo da cidade de Chevalla, no estado de Telangana.
O autocarro, que transportava cerca de 70 passageiros em direcção à cidade de Hyderabad, foi severamente danificado na frente, dificultando a saída de vários ocupantes. O superintendente do hospital de Chevalla, Rajendra Prasad, informou que 20 corpos foram levados para a morgue, onde estão a ser identificados antes de serem entregues às respectivas famílias.
Este trágico acidente ocorreu apenas um dia após um miniautocarro no estado do Rajastão, no oeste do país, ter colidido com um camião estacionado, resultando na morte de pelo menos 15 pessoas e ferindo outras duas. Nesse incidente, os passageiros regressavam à cidade de Jodhpur após uma peregrinação na cidade de Kolayat. Entre os falecidos, contavam-se 10 mulheres, quatro crianças e o motorista, conforme relatou a responsável do Governo, Shweta Chauhan.
Relatos indicam que muitos dos feridos ficaram presos na estrutura retorcida do autocarro após a colisão. A polícia local afirmou que o condutor do mini-autocarro tentava ultrapassar outro veículo quando colidiu com o camião estacionado à beira da autoestrada.
A Índia enfrenta um problema recorrente de veículos, especialmente camiões e reboques, estacionados de forma desordenada nas autoestradas, frequentemente sem a devida sinalização ou luzes de aviso, o que representa um sério risco para os condutores, especialmente durante a noite.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, juntamente com os líderes estaduais de Telangana e do Rajastão, expressaram as suas condolências às famílias enlutadas pelas perdas trágicas.
A África do Sul tornou-se o primeiro país africano a registar a vacina anti-HIV, denominada Lenacapavir. O anúncio foi feito pela Autoridade Reguladora de Produtos de Saúde sul-africana, que aprovou a vacina, após um pedido formal submetido por uma empresa biofarmacêutica dos Estados Unidos da América.
Este organismo é responsável pela monitorização, avaliação, investigação, inspecção e registo de todos os produtos de saúde no país. Com o registo concluído, o próximo passo consiste em aguardar a emissão de um sinal verde por parte do comité de medicamentos essenciais da África do Sul para a aquisição das primeiras doses da vacina.
O Ministério da Saúde sul-africano já revelou que a distribuição da nova vacina anti-HIV terá início em Abril do próximo ano. Na fase inicial, o Lenacapavir será administrado em 23 distritos com alta incidência da doença, situados em seis províncias do país. Estão previstas intervenções em trezentas e sessenta clínicas públicas reconhecidas pela sua eficácia na prevenção e combate ao HIV/SIDA.
O público-alvo prioritário para esta fase inicial incluirá mulheres grávidas e lactantes, adolescentes, jovens, trabalhadoras do sexo e homossexuais. Esta primeira etapa deverá abranger aproximadamente quatrocentas e cinquenta mil pessoas, um número ainda longe do ideal, que seria entre um a dois milhões, considerando a gravidade da epidemia de HIV/SIDA na África do Sul.
Segundo dados recentes, cerca de oito milhões de pessoas vivem actualmente com o vírus do HIV no país, representando cerca de doze por cento da população. Apesar deste cenário alarmante, os mesmos dados indicam progressos significativos na prevenção e tratamento da doença, com mais de seis milhões de pessoas a receberem tratamento antirretroviral e uma redução substancial nas novas infecções.
Adicionalmente, a África do Sul recebeu recentemente um plano transitório dos Estados Unidos, no valor de 115 milhões de dólares, destinado a financiar programas de tratamento e prevenção do HIV/SIDA até Março do próximo ano.
Moçambique está a intensificar a sua cooperação estratégica com os Estados Unidos da América, tendo como principal foco o combate ao terrorismo que afecta a província de Cabo Delgado, no norte do país, desde Outubro de 2017.
Este compromisso foi reafirmado durante a recente visita de trabalho do Presidente da República, Daniel Chapo, que se reuniu com o Vice-Presidente dos EUA, David James Vance. A administração norte-americana manifestou a sua disposição em continuar a apoiar Moçambique na estabilização e restauração da segurança em Cabo Delgado, através de acções conjuntas que incluem formação, assistência técnica e partilha de inteligência.
O apoio dos EUA contempla também a capacitação institucional das Forças de Defesa e Segurança, através de treinamentos especializados e da melhoria do equipamento disponível. A agenda bilateral enfatizou a urgência de intensificar esforços para neutralizar as células extremistas que permanecem a ameaçar as comunidades e infraestruturas estratégicas na região norte.
Os ataques terroristas registados já causaram a morte de mais de três mil pessoas e forçaram mais de um milhão a abandonar as suas casas, agravando uma crise humanitária na província. Assim, a cooperação almeja não apenas a segurança, mas também a promoção da inclusão social, geração de emprego e dinamização da economia, aspectos considerados cruciais para evitar o aliciamento de jovens por grupos armados.
No âmbito económico, a visita do Presidente Chapo permitiu fortalecer as relações com instituições financeiras internacionais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), com o objectivo de mobilizar financiamento para projectos estruturantes. Áreas prioritárias incluem a produção de energia, digitalização, agricultura, turismo e a expansão de corredores logísticos, destacando-se o Corredor de Desenvolvimento de Nacala.
Este corredor é visto como fundamental para o crescimento económico regional, permitindo uma circulação mais eficiente de pessoas e bens, além de facilitar o comércio e aumentar a produtividade. A melhoria das infraestruturas logísticas é considerada uma parte significativa do esforço para acelerar o desenvolvimento do norte do país e, por conseguinte, contribuir para a estabilidade e resiliência comunitária.
A visita insere-se num contexto de crescente reconhecimento internacional dos progressos de Moçambique no campo económico e regulatório, com a recente saída da lista de jurisdições de alto risco. Este avanço reforça a confiança dos investidores externos, impulsionando a retoma gradual dos grandes projetos de gás natural na Bacia do Rovuma, que são vistos como motores de crescimento e geração de receitas fiscais.
Durante os trabalhos, várias empresas norte-americanas demonstraram interesse em expandir os seus investimentos em Moçambique, focando-se em sectores que podem servir de base para a segurança e o desenvolvimento sustentável. O governo reafirmou que a criação de oportunidades económicas e o fortalecimento das competências nacionais são parte integrante da estratégia para a estabilização de Cabo Delgado, sublinhando o compromisso de aprofundar a cooperação bilateral na luta contra o terrorismo e na promoção da industrialização, com o objectivo de melhorar as condições de vida dos cidadãos.
A paz e segurança foram destacados como pilares essenciais para o futuro económico do país.
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Populares da localidade de Miangalewa, na província de Cabo Delgado, reportaram o saque de campos agrícolas por supostos grupos armados, que têm actuado na região desde 2017.
A denúncia vem de fontes locais que afirmam que os alvos dos ataques têm sido as culturas de milho, feijões e verduras, especialmente na zona do regadio Nguri.
Os saques, que começaram a ser registados em Setembro, ocorreram quando as colheitas da segunda época produtiva tornavam-se prontas para o consumo, coincidindo com o início da época das chuvas. Uma fonte de Miangalewa expressou a preocupação com a situação, afirmando: “Estão a tirar nossas culturas das machambas e isso já vai nos provocar fome.”
A constante presença dos grupos armados tem levado várias famílias a abandonarem as suas áreas de cultivo, refugiando-se em comunidades próximas, como Miangalewa e Primeiro de Maio. Uma das residentes, manifestando-se sobre a situação, questionou: “Não sei o que será de nós no tempo das chuvas, porque em Miangalewa temos abandonado, por medo deles”, apelando assim por apoio militar.
Um levantamento recente da organização ACLED, divulgado pela Lusa, indica que Cabo Delgado registou, pelo menos, 12 eventos violentos entre 13 e 26 de Outubro, a maioria envolvendo extremistas associados ao Estado Islâmico, resultando em 18 mortes de civis. Desde o início da insurgência em Outubro de 2017, a organização contabiliza 2.236 eventos violentos, dos quais 2.061 estão ligados ao Estado Islâmico Moçambique (EIM).
Os ataques já resultaram em mais de 6.600 mortes em pouco mais de oito anos, incluindo as 18 vítimas reportadas em Outubro. O relatório da ACLED destaca um aumento da actividade insurgente na província, com ataques às forças de segurança e a continuação de homicídios de civis nos distritos de Mocímboa da Praia, Muidumbe e Metuge.
Além disso, a insegurança tem um impacto severo nas comunidades piscatórias, que se encontram expostas a ataques dos insurgentes e a ofensivas das autoridades. A dispersão das actividades insurgentes por Cabo Delgado sugere que estes grupos operam de forma coordenada e abrangente na região.
O furacão Melissa, que atingiu a Jamaica com intensidade devastadora, resultou na morte de 19 pessoas, conforme anunciou a ministra da Informação, Dana Morris Dixon.
Este número foi confirmado pela imprensa local, com a ministra a detalhar que nove das vítimas se encontram na extremidade ocidental da ilha. No Haiti, as autoridades relataram pelo menos 30 mortos devido ao mesmo fenómeno.
Classificado como o mais poderoso a atingir a terra em 90 anos, o furacão Melissa atingiu a Jamaica na terça-feira com a categoria máxima de 5 na escala Saffir-Simpson, apresentando ventos que alcançaram cerca de 300 km/h.
As consequências do furacão são alarmantes, com mais de 700.000 crianças e adolescentes a necessitarem urgentemente de alimentos e água potável nas Caraíbas. O alerta foi feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que destacou que as inundações provocadas pelo Melissa transformaram a vida de centenas de milhares de crianças numa verdadeira calamidade. O director regional da UNICEF para a América Latina e o Caribe, Roberto Benes, sublinhou a necessidade urgente de alimentos, água potável, saneamento básico, acesso a serviços de saúde e educação.
Além disso, o Programa Alimentar Mundial (PAM) estimou que cerca de 700.000 pessoas em Cuba, mais de 7% da população, também necessitam de assistência após a passagem do furacão pela região leste da ilha. Os cálculos preliminares indicam que metade dessas pessoas requererá apoio material durante três meses, enquanto o restante precisará de assistência por um período de seis meses.
Dois dias após a operação policial mais letal na história do Rio de Janeiro, que resultou em 121 vítimas confirmadas e corpos ainda sem identificação, uma série de denúncias por parte dos moradores aponta para práticas de tortura e execuções sumárias por parte das forças de segurança.
Este episódio trágico, que ultrapassou os 111 mortos da invasão policial à Penitenciária do Carandiru, em São Paulo, em 1992, está actualmente sob investigação do Ministério Público e poderá ser também alvo de um inquérito pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).
Flávia Froes, advogada e fundadora da ONG Anjos da Liberdade, que apresentou a denúncia à CIDH, afirma que vários jovens, supostamente mortos em confrontos, segundo a versão policial, foram encontrados amarrados a árvores, desfigurados por facadas e com tiros na nuca. Um morador da favela do Alemão, que preferiu manter-se anónimo por receio de represálias, revelou que foi informado da prisão do filho, o músico Jean Alex Santos Fontes, de 17 anos. Horas depois, o corpo do jovem foi encontrado abandonado na mata que separa a favela do Alemão da favela da Penha, onde a operação contra o Comando Vermelho foi desencadeada.
A manicura Beatriz Nolasco, também residente na região, partilhou um relato chocante sobre o sobrinho, o mototaxista Yago Ravel Rodrigues, de 19 anos, que teve a cabeça decapitada. Ela descreve que o jovem não apresentava qualquer ferimento visível; simplesmente, cortaram-lhe a cabeça e penduraram-na numa árvore.
Apesar das inúmeras denúncias que continuam a ser encaminhadas ao Ministério Público e a organismos de defesa dos direitos humanos, a polícia nega qualquer abuso. Em conferência de imprensa, o secretário de Polícia assegurou que, se os corpos foram encontrados na mata, isso se deve ao facto de serem criminosos, sublinhando que moradores honestos e trabalhadores não se aventurariam em áreas de mata durante o dia.
O príncipe William e a princesa Kate Middleton, do Reino Unido, conseguiram uma vitória judicial contra uma revista francesa que publicou fotografias da família sem o seu consentimento, durante umas férias nos Alpes Franceses.
A disputa legal teve origem na divulgação das imagens, onde o casal foi visto na varanda de um chalé, acompanhado pelos filhos, George, Louis e Charlotte.
O Palácio de Kensington, residência dos príncipes, divulgou um comunicado enfatizando o compromisso da família em proteger a sua privacidade e a de seus filhos, sublinhando que não hesitarão em tomar as medidas necessárias para assegurar esses limites. “O Príncipe e a Princesa de Gales estão empenhados em proteger a privacidade da sua família e em garantir que os seus filhos possam crescer sem escrutínio ou interferência indevidos,” pode ler-se na nota.
As fotografias foram publicadas pela revista Paris Match em Abril, levando o casal a iniciar o processo judicial a 28 de Abril, apenas 12 dias após a divulgação das imagens. O tribunal de Nanterre, nos arredores de Paris, emitiu uma ordem provisória a favor dos príncipes a 18 de Setembro, confirmada como uma sentença definitiva a 14 de Outubro.
O tribunal francês considerou que a Paris Match infringiu os direitos de privacidade e de imagem da família real, ordenando ainda que a revista pagasse as custas judiciais e publicasse um comunicado reconhecendo a infracção.
Um porta-voz do Príncipe de Gales descreveu as fotografias produzidas por um paparazzi como “extremamente invasivas”, destacando a necessidade de respeitar a privacidade da família real em momentos de lazer.
Portugal irá realizar as eleições presidenciais no dia 18 de Janeiro de 2026, conforme anunciado pela Presidência da República. O decreto que fixa a data foi assinado pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa e será publicado no Diário da República.
Nos últimos meses, o chefe de Estado havia indicado a intenção de marcar as eleições para este dia. Em Junho, ao ser questionado sobre as candidaturas, optou por não comentar, afirmando: “Não me vou pronunciar daqui até à eleição, que é em Janeiro, espero que a 18 de Janeiro, ainda nem sequer fixei a data.”
As declarações do Presidente seguiram-se a uma primeira referência, em Janeiro deste ano, onde Marcelo mencionou a possibilidade de as eleições ocorrerem no dia 25. Com a oficialização da data, os cidadãos portugueses já sabem que irão às urnas a 18 de Janeiro.
A escolha desta data evita que o prazo limite para a entrega de candidaturas coincida com o Natal e garante que uma eventual segunda volta não ocorra no domingo de Carnaval. Assim, se necessário, a segunda volta das presidenciais, que deve acontecer três semanas após a primeira, será realizada a 8 de Fevereiro, evitando o conflito com as festividades do Carnaval, que ocorrem a 15 de Fevereiro.
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que a retoma dos testes com armas nucleares é uma decisão responsável, em resposta às instruções do presidente Donald Trump.
O pedido para iniciar testes nucleares foi feito por Trump antes de um encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, que ocorreu na Coreia do Sul.
Hegseth declarou em Kuala Lumpur que “o Presidente foi claro: precisamos de uma dissuasão nuclear credível” e que a retoma dos testes é “uma forma bastante responsável” de alcançar esse objectivo. Estas declarações surgem após o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ter alertado sobre os riscos associados a testes nucleares, afirmando que nunca devem ser permitidos em nenhuma circunstância.
O porta-voz adjunto de Guterres, Farhan Haq, reiterou a preocupação do secretário-geral, sublinhando que os riscos nucleares são “alarmantemente elevados” e que devem ser evitadas acções que poderiam resultar em erros de cálculo ou escaladas com consequências desastrosas. Haq lembrou ainda a memória dos mais de 2.000 testes nucleares realizados nos últimos 80 anos, enfatizando a necessidade de prevenir novos testes.
A decisão dos EUA de considerar a retoma de testes nucleares ocorre no contexto de tensões internacionais, especialmente em relação à Rússia e China. Recentemente, o presidente russo, Vladimir Putin, ordenou testes com um drone submarino de capacidade nuclear.
Trump, através da rede social Truth Social, revelou que, em face das actividades de testes de outras nações, solicitou ao Departamento de Defesa que inicie os testes nucleares “em pé de igualdade”, com um processo a ter início imediato. Os Estados Unidos não realizam testes nucleares desde 1992.
O Cemitério São Francisco Xavier, localizado na zona da Ronil, na Cidade de Maputo, será requalificado com o intuito de erguer um memorial da cultura moçambicana.
A iniciativa foi anunciada pelo Conselho Municipal de Maputo, que promoveu uma auscultação pública para discutir o projecto denominado “Memorial da Cultura Moçambicana e Mural de Azulejos no Cemitério de São Francisco Xavier (Ronil) em Homenagem ao Doutor Eduardo Mondlane, Arquitecto da Unidade Nacional”.
O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, enfatizou que o memorial não servirá apenas como um espaço de recordação, mas também de educação, convivência e inspiração para as futuras gerações. Manhique reafirmou o compromisso da edilidade na valorização da memória e cultura nacionais, reconhecendo-os como pilares fundamentais da actual governação.
O vereador de Educação e Cultura do Município de Maputo, Osvaldo Faquir, destacou que a requalificação do cemitério visa tornar o espaço mais agradável. “A requalificação visa criar um bom ambiente que todos possamos frequentar. Haverá espaços culturais e será ampliado. A ideia é tornar o local mais aprazível”, afirmou Faquir.
Os arredores do Cemitério São Francisco Xavier, frequentemente referido como cemitério da Ronil, têm sido alvo de queixas por parte dos munícipes, que apontam o local como refúgio para malfeitores. Um munícipe, Fernando José, lamentou: “As pessoas passam mal aqui, são assaltadas, perdem suas perucas, faróis dos carros, telefones e depois os malfeitores se escondem ali no cemitério”.
Em resposta às preocupações sobre a vandalização dos túmulos, as autoridades planearam preservar os restos mortais existentes no local através da construção de um ossário. “Julgamos que é preciso fazer alguma coisa para respeitar a dignidade dos que descansam, e a melhor forma de requalificar o cemitério é construir um ossário para recuperar os ossos que ali ainda estão”, acrescentou um representante do conselho.
O memorial a ser erguido irá homenagear figuras de destaque na cultura moçambicana. Os trabalhos de requalificação terão início após a conclusão das auscultações que ainda estão em curso sobre a matéria.
As forças armadas da Federação Russa realizaram ataques a infraestruturas ferroviárias nas regiões de Sumi e Kharkiv, no noroeste da Ucrânia, onde se registaram confrontos entre as tropas russas e ucranianas, conforme informado pela companhia de transportes Ukrzaliznytsia.
A companhia ferroviária ucraniana denunciou que os militares russos causaram danos significativos num depósito de composições de passageiros em Sumi, inutilizando várias carruagens e instalações.
Adicionalmente, uma ação militar russa provocou estragos na ferrovia de Lozova, na região de Kharkiv, afectando a linha que liga Gusarivka, no nordeste da Ucrânia, a Ivano-Frankivsk, na parte ocidental do país.
A primeira-ministra ucraniana, Yulia Sviridenko, já tinha indicado que a Rússia está a tentar isolar as áreas mais próximas das fronteiras, contabilizando mais de 300 ataques a infraestruturas ferroviárias desde Agosto. Esta rede de comboios tem-se revelado crucial para o transporte de pessoas, mercadorias e material militar.
O presidente russo, Vladimir Putin, insinuou que as tropas ucranianas estariam cercadas, solicitando a Kyiv que ordenasse a rendição dos seus soldados, recordando situações anteriores da guerra, como a queda da cidade de Mariupol.
Em resposta, o Exército da Ucrânia emitiu um comunicado negando que as suas forças estejam cercadas em Kupiansk.
Uma tragédia chocante ocorreu na cidade de Vasilyevo, em Tartarstão, Rússia, onde um bebé recém-nascido perdeu a vida após ser arremessado pela janela do quarto andar de um prédio.
Investigações preliminares indicam que a responsável pelo ato é a irmã mais velha, de apenas 5 anos.
Segundo informações divulgadas por veículos de comunicação russos, o incidente aconteceu enquanto as duas crianças se encontravam sozinhas em casa. Os pais, que haviam saído por alguns minutos, deixaram a menina e o bebé a dormir no apartamento.
Por motivos ainda em investigação, a menina aproximou-se do berço, pegou o irmão e, num ato impulsivo, lançou-o pela janela. O bebé, que tinha menos de um mês de vida, não sobreviveu à queda e faleceu no local.
O portal Argumenty i Fakty reportou que o incidente ocorreu por volta das 17h (horário local). Os vizinhos, ao ouvirem o estrondo e os gritos da criança, rapidamente alertaram as autoridades. A polícia e os serviços de emergência chegaram prontamente, mas não conseguiram salvar o recém-nascido.
As autoridades russas abriram um inquérito criminal para apurar as circunstâncias da morte e avaliar a responsabilidade dos pais, que poderão enfrentar acusações de negligência e abandono de menores. O Comité de Investigação da Rússia anunciou que está a reunir depoimentos e realizará avaliações psicológicas para entender os motivos que levaram a menina a cometer tal ato.
A imprensa local sugere que a criança poderá ter agido motivada por ciúmes em relação ao irmão mais novo ou sem compreender a gravidade das suas acções, considerando a sua tenra idade.
Victor Moekeletsi, presidente da associação de taxistas de Alexandra, Marlboro e Midrand (ARMSTA), foi assassinado a tiros por um grupo de indivíduos desconhecidos na província de Gauteng, África do Sul.
Moekeletsi encontrava-se a bordo de um veículo Audi, acompanhado por um carro Mahindra que transportava quatro dos seus guarda-costas. Durante o ataque, um dos guarda-costas perdeu a vida no local, enquanto os outros três sofreram ferimentos e foram encaminhados para um hospital local.
Além disso, duas pessoas que seguiam numa viatura Toyota Avensis ficaram feridas após o motorista perder o controle do veículo e embater no Audi de Moekeletsi durante a troca de tiros.
A porta-voz da polícia de Gauteng, Coronel Dimakatso Nevhuhulwi, informou que Moekeletsi e o seu guarda-costas foram alvejados por indivíduos que se encontravam num BMW X5, o qual foi encontrado a alguns quilómetros do local do crime. “Suspeita-se que o motivo esteja relacionado à violência no sector de táxis”, afirmou a coronel.
Victor Moekeletsi assumiu a presidência da ARMSTA em 2019, no mesmo ano em que foi alvo de uma emboscada. A sua ascensão ao cargo ocorreu em um período marcado pela violência no sector, com o assassinato do presidente interino e do seu antecessor a ocorrerem com poucos meses de diferença.
Uma organização japonesa de sobreviventes da bomba atómica, laureada com o Prémio Nobel da Paz em 2024, manifestou a sua indignação perante o anúncio do Presidente dos Estados Unidos sobre a retoma dos testes de armas nucleares, classificado como “absolutamente inaceitável”.
Donald Trump ordenou ao Departamento de Guerra americano que “comece a testar” as armas nucleares do país, justificando a decisão ao referir-se aos “programas de testes realizados por outros países”, nomeadamente a Rússia e a China. O anúncio surgiu após o Presidente russo, Vladimir Putin, ter dado a ordem para um teste com um drone submarino equipado com capacidades nucleares.
A organização Nihon Hidankyo, que representa os sobreviventes da bomba atómica, expressou a sua preocupação em uma carta de protesto enviada à embaixada dos Estados Unidos no Japão, que foi citada pela agência de notícias France-Presse. A Hidankyo afirmou que a ordem de Trump “contraria os esforços das nações de todo o mundo para construir um mundo pacífico sem armas nucleares”.
No ano passado, a Hidankyo recebeu o Prémio Nobel da Paz, tendo na cerimónia feito um apelo global pela abolição das armas nucleares. As bombas atómicas lançadas pelos Estados Unidos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasaki, em Agosto de 1945, resultaram na morte de mais de 200 mil pessoas, constituindo os únicos casos conhecidos de utilização de armas nucleares em conflito armado.
Os sobreviventes, conhecidos como ‘hibakusha’, enfrentaram traumas físicos e psicológicos ao longo da vida, além de discriminação relacionada com a sua condição de vítimas da bomba atómica.
Outras duas associações de sobreviventes com sede em Hiroxima também emitiram declarações de protesto, exigindo que não sejam realizados testes nucleares. O Congresso de Hiroxima Contra as Bombas Atómicas e de Hidrogénio (Hiroshima Gensuikin) e a Federação da Prefeitura de Hiroxima das Vítimas da Bomba Atómica declararam em conjunto: “Numa guerra nuclear, não há vencedores nem vencidos. Toda a humanidade perde”.
A província de Sofala regista, este ano, a morte de trinta e três pessoas devido à malária. Este alarmante número insere-se num total de setecentos e onze mil casos diagnosticados desde o início do ano.
Em comparação com o período homólogo, observa-se um aumento dramático de quase cem por cento. No ano passado, foram contabilizados quatrocentos e cinquenta mil casos de malária, os quais resultaram em nove óbitos.
O director do Serviço Provincial de Saúde de Sofala, Assane Abdala, atribui este crescimento preocupante a diversos factores, incluindo o fraco saneamento do meio, o uso incorrecto das redes mosquiteiras e os efeitos das mudanças climáticas.
As autoridades de saúde locais continuam a trabalhar na implementação de medidas que visem conter a propagação da doença e reduzir os impactos negativos na população.
O distrito de Matutuine, na província de Maputo, enfrenta um risco iminente de inundações devido às descargas da Barragem de Pongolapoort, na África do Sul, que começaram na quarta-feira.
As autoridades preveem que o pico das descargas no Rio Maputo ocorrerá no dia 8 do próximo mês.
Segundo a Administração Regional de Águas do Sul (ARA-Sul), as localidades de Matebula e Catuane estão entre as mais vulneráveis às inundações, com a expectativa de que as zonas agrícolas sejam severamente afectadas, assim como algumas vias de acesso à sede distrital de Matutuine, Bela Vista.
A ARA-Sul já mobilizou uma equipa para monitorar a situação no Rio Maputo, com a responsabilidade de acompanhar a evolução dos escoamentos causados pelas descargas. Para minimizar os potenciais danos, a entidade recomenda às comunidades que retirem os seus bens e evitem a travessia do rio, a fim de não serem apanhadas pela força das águas.
A ARA-Sul afirmou que a situação deverá normalizar-se até ao dia 11 do próximo mês, mas alerta para a importância da prudência e da preparação das comunidades locais face às possíveis inundações.
A província de Niassa continua a registar casos pontuais de Mpox, o que impede Moçambique de declarar oficialmente o fim do surto da doença. As autoridades de saúde alertam para a falta de isolamento e fazem um apelo à colaboração da população.
As autoridades de saúde moçambicanas informaram que ainda surgem novas infecções de Mpox na província de Niassa, que permanece como o epicentro da doença, o que impossibilita a declaração do fim do surto no país, apesar do número elevado de recuperados.
“Para declararmos o fim do surto, temos que ter 60 dias sem um caso positivo. Tendo em conta que na província de Niassa ainda estamos a ter casos positivos, não podemos neste momento declarar o fim do surto de Mpox no país”, esclareceu à Lusa a directora nacional adjunta de Saúde Pública, Aleny Couto.
A responsável acrescentou que, actualmente, o país ainda possui casos activos de Mpox, com destaque para a província de Niassa, em particular no distrito de Lago. Na terça-feira, aquela província registou mais um caso da doença, elevando o total acumulado para 80, seguida pelas províncias de Maputo (quatro), Manica (três) e Tete (dois).
As autoridades reiteram a necessidade de medidas de prevenção e isolamento para controlar a propagação da doença e solicitam à população que colabore na identificação e reporte de possíveis casos.
Seis vidas foram perdidas desde o início do ano devido a acidentes associados à exploração mineral na província de Tete, de acordo com dados da Inspecção Geral de Recursos Mineração e Energia.
Dos óbitos registados, dois ocorreram durante a mineração artesanal, onde os garimpeiros exerciam a actividade sem o devido título, enquanto os restantes estão ligados a megaprojectos.
Joaquim Chaleca, delegado da Inspecção Geral de Recursos Mineração e Energia (INGREME), revelou que, além das fatalidades, os acidentes resultaram em catorze feridos e quatro ocorrências de danos materiais. Para mitigar o aumento dos sinistros, a instituição está a implementar um programa de sensibilização destinado a trabalhadores e operadores do sector.
O trabalho da INGREME visa não só a promoção da segurança nas actividades de exploração mineira, mas também a regularização dos garimpeiros que operam sem licença, um dos principais factores que contribuem para a ocorrência de acidentes na zona.
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A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Líder de Equipa Integrada. Saiba mais.
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Edson Macuácua, Presidente da Comissão Técnica (COTE) para o Diálogo Nacional Inclusivo, revelou que o Presidente Daniel Chapo assumiu o compromisso de submeter uma...