O Plano de Paz na RDC e o restabelecimento das boas relações com o Rwanda vão ser aprovados hoje, em Luanda, na Cimeira que se realiza por iniciativa do Presidente da República de Angola, no quadro da mediação angolana.
Na qualidade de Campeão da Paz e Reconciliação da União Africana (UA) e de presidente em exercício da Conferência Internacional para a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), João Lourenço, convidou os Chefes de Estado Paul Kagame do Rwanda, Félxi Tshisekedi da RDC, Évatiste Ndayishimiye do Burundi e o an-tigo Presidente do Quénia Uhuru Keniatta.
João Lourenço informou a União Africana, durante a reunião da Mesa da Assembleia Geral, realizada, este mês, por vídeo conferência, que o diálogo é a única via para a solução do conflito na RDC e o restabelecimento das boas relações entre so dois países.
No encontro de hoje, os Chefes de Estado mais o antigo Presidente do Quénia vão apreciar, em profundidade, o dossier RDC, cujos últimos acontecimentos levaram ao agravamento da situação no Leste daquele país e tiveram como consequência política a expulsão do embaixador do Rwanda de Kinshasa.
Após uma visita de trabalho do Chefe de Estado angolano aos homólogos do Rwanda e da RDC, ficou acordado, este mês, que as partes haviam de trabalhar para uma concertação no âmbito da mediação angolana. Assim, os Governos da República Democrático do Congo (RDC) e do Rwanda reconheceram que a solução política para a crise de segurança que se vive, neste momento, na região Leste da RDC, é o Roteiro de Luanda, documento aprovado durante a cimeira tripartida da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), que abordou, na capital angolana, no dia 6 de Julho deste ano, o processo de pacificação naquela zona.
A informação foi avançada pelo ministro das Relaçôes Exteriores, Téte António, no final do encontro que o Presidente João Lourenço manteve com o homólogo Félix Tshisekedi, no quadro do processo de mediação que está a levar a cabo, a mando da União Africana, para sanar o clima de tensão reinante, neste momento, entre a RDC e o Rwanda. “Há um denominador comum que é o Roteiro de Luanda e, em função disso, todos concordam que o Roteiro de Luanda é a saída política”, salientou o chefe da diplomacia angolana, lembrando que este mesmo instrumento é reconhecido pela região e, também, pelo próprio Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Téte António esclareceu que esta não é uma iniciativa nova, mas a modalidade prática de implementação é que se deve adaptar a todas as situações que possam ocorrer. Em relação ao encontro que João Lourenço manteve, com Félix Tshisekedi, no Palácio Presidencial de Kinshasa, o ministro das Relações Exteriores referiu que o mesmo não difere do que manteve com Paul Kagame, em Kigali, Rwanda, no âmbito da mediação, dado o agravamento da situação no Leste da RDC.
“Trata-se de adaptar a mediação à situação prevalente no Leste da RDC”, frisou Téte António, explicando que conciliar neste caso, significa trazer iniciativas que possam impulsionar a implementação do Roteiro de Luanda. “Nós não vamos entrar nos detalhes das discussões de Kigali e de Kinshasa. O Presidente João Lourenço tem propostas concretas para as partes analisarem no momento apropriado e verem como podem avançar”, realçou. Por seu lado, o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros da RDC, Christophe Lutundula Pen´Apala, referiu, também à imprensa, que o Presidente Félix Tshisekedi manifestou gratidão ao estadista angolano pelo empenho como mediador à busca de soluções que visam a paz para o povo congolês.
Antes da sua deslocação a Kinshasa, o estadista angolano passou por Kigali, onde manteve, também, um encontro com o homólogo Paul Kagame, e abordar o mesmo assunto.
A bola já rola no Mundial, mas a competição vê-se privada de um “onze” de cuja lista constam ilustres jogadores. O último a juntar-se foi exactamente o “Bola de Ouro´2022”.
Karim Benzema lesionou-se num treino a três dias da estreia da França no Mundial. O actual “Bola de Ouro” é mais uma ausência de vulto na actual campeã da Europa e “reforça” uma lista de ausentes por lesão neste Mundial onde já figurava o melhor jogador africano do ano, Sadio Mané, e o português Diogo Jota, avançado do Liverpool.
O seleccionador Didier Deschamps anunciou entretanto que o avançado do Real Madrid não vai ser substituído na lista de convocados, deixando, assim, os “galos” com apenas 25 jogadores disponíveis para disputar este Mundial.
Lesionados
Guarda-redes: Mike Maignan (França); defesas: Reece James (Inglaterra), Presnel Kipembe (França), Scott Kenedy (Canadá) e José Gaya (Espanha); médios: N’Golo Kanté (França), Giovani Lo Celso (Argentina), Marco Reus (Alemanha); avançados: Diogo Jota (Portugal), Sadio Mané (Senegal) e Benzema (França).
Além dos dois avançados, os “galos” estão ainda privados dos médios N’Golo Kanté (Chelsea) e Paul Pogba (Juventus), do defesa Presnel Kipembe (Paris Saint-Germain) e do guarda-redes Mike Maignan (AC Milan).
Em termos globais, Benzema é agora a grande figura de uma lista de ausentes onde se inclui ainda o segundo mais votado para a “Bola de Ouro” deste ano e melhor jogador africano de 2022, o senegalês Sadio Mané (Bayern Munique).
A outro nível, surgem o português Diogo Jota (Liverpool), os alemães Marcos Reus (Borussia de Dortmund) e Timo Werner (RB Leipzig), os argentinos Giovani Lo Celso (Villarreal) e Nico Gonzalez (Fiorentina), o brasileiro Philippe Coutinho (West Ham), o neerlandês Giorgino Wijnaldum (Países Baixos), o inglês Reece James (Chelsea).
Na tarde desta terça-feira o Manchester United utilizou de suas redes sociais para anunciar o rompimento do contrato entre a equipa inglesa, e o astro português Cristiano Ronaldo.
A situação entre Cristiano Ronaldo e Manchester United já não era boa e o atleta cinco vezes eleito melhor do mundo, não vinha sendo utilizado pelo técnico Erik Ten Hag. Neste mês antes do início da Campeonato do Mundo, o português deu uma série de declarações polêmicas para o jornalista Piers Morgan.
Dessa forma, com as falas do atacante criticando o técnico dos ingleses, e fazendo críticas a direção do clube, o clima já estava instável. Por outro lado, o elenco da equipa também sentiu as declarações, o que tornou a situação insustentável.
Portanto, a direção do Manchester já analisava o que poderia fazer para punir o astro. Nesta terça-feira a decisão foi divulgada ao público, que soube pelas redes sociais que Cristiano Ronaldo deixa de ser do Manchester United, e está livre no mercado.
Agora sem clube, o astro português deve buscar uma nova equipe para seguir atuando, isto porque aos 37 anos, o atacante não parece estar perto do fim de sua carreira. No início do ano o jogador se comparou com Tom Brady e Lebron James e reforçou o desejo de seguir em campo por mais alguns anos:
– Estou feliz, quero continuar aqui, ver no que vai dar. Se chego aos 40 anos jogando, 41, 42… Mas o mais importante é desfrutar o momento. Eu consegui ter esse equilíbrio, saber adaptar cada idade a uma nova filosofia de jogo, do seu corpo, da sua mente. Me sinto orgulhoso por as pessoas continuarem a dizer que o Cristiano, com 37, 38 anos, continua a manter o nível.
O vice-ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa, disse, nessa terça-feira, que o Governo já repôs os valores de subsídios que tinha retirado no âmbito da Tabela Salarial Única (TSU), provocando descontentamento nos trabalhadores do Estado.
“Para estas classes que reivindicavam esta abordagem de reintrodução dos subsídios, foi fixado o quantitativo nominal, ou seja, aquilo que recebia quando se aplicava o percentual da tabela salarial antiga”, afirmou Impissa, citado pelo jornal Notícias.
Aquele responsável, avançou que o Governo também encontrou uma solução para a redução do fosso salarial entre dirigentes e subordinados, que também está na origem da contestação contra a Tabela Salarial Única.
“Tínhamos situações em que um certo director de uma escola recebia três vezes mais do que um professor”, exemplificou.
A implementação da TSU está a ser alvo de forte contestação por parte de várias classes profissionais, concretamente médicos, juízes e professores.
Grupos de professores ameaçaram boicotar exames e a Associação Médica de Moçambique remarcou para 5 de Dezembro uma greve nacional, dependente da resposta a várias reivindicações.
Por seu turno, a Associação Moçambicana de Juízes (AMJ) ameaçou impugnar o novo modelo salarial, considerando que o instrumento “põe em causa o estatuto constitucional dos juízes”.
O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional informou, esta segunda-feira, através de uma nota de imprensa, que concluiu a primeira revisão do acordo da Facilidade de Crédito Alargada para Moçambique, dando ao país acesso de 59,26 milhões de dólares.
O valor é parte dos 456 milhões de dólares aprovados pelo FMI em Maio de 2021, depois de sete anos de corte do financiamento ao Orçamento do país.
Citada pelo O País, a instituição financeira avança que todos os critérios de desempenho do programa, os objectivos indicativos e a referência estrutural foram cumpridos.
Além disso, o FMI revela, na sua avaliação, que a orientação da política monetária dada pelo Banco Central é adequada para enfrentar uma inflação mais elevada. Ainda assim, a instituição reitera que os riscos para as perspectivas económicas são significativos.
O actual preço dos combustíveis e dos produtos alimentares e o terrorismo no Norte do país constituem, segundo o FMI, retrocessos na economia nacional.
O FMI prevê um crescimento real do Produto Interno Bruto do país para 5% próximo ano, impulsionado por grandes investimentos em projectos de gás natural liquefeito e por levantamento total das restrições da COVID-19 em Julho de 2022.
“Embora as perspectivas se mantenham positivas, impulsionadas por grandes projectos de gás natural liquefeito, subsistem riscos significativos, incluindo de eventos climáticos adversos e de uma situação de segurança frágil. As deficiências de governação e as vulnerabilidades da dívida também representam desafios”, disse Bo Li, director-executivo-adjunto do FMI, tendo acrescentado que Moçambique ainda precisava do apoio dos doadores e do desenvolvimento contínuo da capacidade de governação.
O acordo do FMI de financiamento ao país é de três anos e visa apoiar a recuperação económica, reduzir a dívida pública e as vulnerabilidades de financiamento e fomentar um crescimento mais elevado e mais inclusivo através de reformas estruturais.
Ao terceiro dia, eis que surgiu a primeira grande surpresa do Mundial’2022. A Argentina caiu aos pés da Arábia Saudita (1-2), esta terça-feira, na ronda inaugural do grupo C, num jogo que teve direito a remontada… saudita. Messi até desfez o nulo bem cedo, mas a seleção albiceleste foi superada pela reação da Arábia Saudita na segunda parte, acabando por iniciar o Mundial da pior forma: a perder.
Na primeira parte a Argentina comandou o jogo a seu bel-prazer, com Messi a abrir as contas no Lusail Stadium aos 10 minutos. O VAR vislumbrou uma falta sobre Paredes na grande área e Messi não perdoou na marca do castigo máximo, tornando-se no quinto jogador da história a marcar em cinco edições do Campeonato do Mundo.
Até ao intervalo, a Argentina ainda conseguiu fazer mais três golos, mas todos eles foram anulados, ora pelo árbitro assistente, ora pelo VAR.
Na segunda parte surgiu a reação de Arábia Saudita e logo de forma supersónica. Al-Shehri, ex-Beira Mar e Mafra, restabeleceu o empate aos 48 minutos, ao passo que Al-Dawsari, aos 53′, marcou um belo golo, completando a reviravolta no marcador. A surpresa estava, assim, consumada.
Argentina tentou ir atrás do prejuízo, Scaloni mexeu na equipa, fazendo entrar Enzo Fernández, médio do Benfica, em campo, mas a seleção albiceleste esbarrou sempre na muralha defensiva ‘montada’ pelos sauditas após assumirem a dianteira no marcador.
Com esta surpreendente derrota, a Argentina, uma das favoritas neste Mundial’2022, entra da pior forma na fase de grupos. Ainda no grupo C, México e Polónia medem forças também esta esta terça-feira (16h00). No sábado, a Argentina defronta o México e a Arábia Saudita vai enfrentar a Polónia.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Avaliação Final de Projecto. Saiba mais.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Ligação e Retenção. Saiba mais.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Tecnologias de Informação. Saiba mais.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Técnico de Apoio Psico-Social e Saúde Mental. Saiba mais.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Segurança e Protecção. Saiba mais.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Ligação e Retenção. Saiba mais.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Técnico Sénior de Género e Direitos Humanos. Saiba mais.
O Centro Internacional para a Saúde Reprodutiva (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Desenvolvimento Organizacional. Saiba mais.
O Rapidinho – Sociedade Unipessoal, Lda é uma empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e cinco (25) Motoristas. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente quatro (4) Representante de Vendas Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente dois (2) Motoristas de Camião. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imóveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores de Limpeza e Higienização. Saiba mais.
A Companhia de Micro Seguros (Safeline) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão de Risco e Controle Interno. Saiba mais.
A Eurotresa Lda que se dedica a actividade de transporte de mercadoria pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Documentation/ Back Office. Saiba mais.
A Eurotresa Lda, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Frotas. Saiba mais.
A P&O Maritime Moçambique S.A, Empresa de prestação de serviços marítima ao Porto de Maputo, pretende admitir para o seu quadro do pessoal um (1) Mestre de Rebocador (Tugmasters). Saiba mais.
A P&O Maritime Moçambique S.A, Empresa de Prestação de Serviços Marítima ao Porto de Maputo, pretende admitir para o seu quadro do pessoal um (1) Responsável de Embarcação (Mestre/ Skipper). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende contratar para sua equipa uma (1) Coordenador Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Polícia da República de Moçambique deteve três agentes da corporação que se apoderaram de dinheiro roubado em setembro por uma quadrilha numa agência bancária na província de Tete, disse a instituição.
A porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic) na província de Tete, Celina Roque, citada pela Rádio Moçambique, avançou que os três agentes ficaram com mais de 2,5 milhões de meticais (mais de 38 mil euros) roubados de uma agência bancária no distrito de Macanga.
Roque afirmou que os polícias também deixaram em liberdade um dos membros da quadrilha, sob promessa de que nada lhe iria acontecer, a troco de dinheiro.
Lionel Messi compareceu, esta segunda-feira, pela primeira vez perante os jornalistas, no Qatar, na véspera do encontro entre a ‘sua’ Argentina e a Arábia Saudita, a contar para a jornada inaugural do Grupo C do Campeonato do Mundo.
O jogador do Paris Saint-Germain fez questão de dissipar todas as dúvidas em torno do seu estado físico, ao garantir que se encontra “muito bem” e “preparado” para desfrutar “de cada momento” daquele que será o último Mundial da sua carreira.
“Sinto-me muito bem, fisicamente. Chego num grande momento, tanto do ponto de vista pessoal como físico. Treinei à parte porque tinha um golpe, mas nada de extraordinário”, afirmou, em declarações reproduzidas pelo jornal espanhol Mundo Deportivo.
“Não fiz nada de especial. Cuidei de mim mesmo e trabalhei como sempre fiz ao longo da carreira. É a minha última oportunidade de concretizar o sonho que todos queremos, o de conquistar o Mundial. É o meu último Mundial”, acrescentou.
O internacional argentino agradeceu, ainda, as “demonstrações de carinho” que lhe têm sido dirigidas: “É bonito que tantas pessoas que não são argentinas queiram que a Argentina vença, por mim. Estou muito grato”.
Kanye West anunciou no Twitter este domingo, dia 20 de Novembro, que vai avançar com uma candidatura às presidenciais norte-americanas de 2024.
Num vídeo partilhado na conta PatriotTakes, e que foi entretanto removido, o rapper mostra que já está a trabalhar na campanha, revelando algumas camisolas onde é possível ler ‘YE24’. Ye, recorde-se, é o nome pelo qual Kanye quer agora ser tratado.
A campanha, segundo foi anunciado no mesmo vídeo, citado pelo ao Minuto, será feita em conjunto com Milo Yiannopoulos, jornalista associado à extrema-direita.
Importa lembrar que em 2020, Kanye West desistiu da corrida eleitoral à qual se havia candidatado. Na altura, o cantor não reuniu as assinaturas necessárias para avançar com a petição.
Os Países Baixos conseguiram vencer o Senegal por 2-0 num jogo a contar para o Grupo A do Campeonato do Mundo de futebol que decorre no Qatar.
Terceiro jogo e primeiro encontro indeciso até ao fim entre holandeses e senegaleses no Estádio Al Thumama em Doha.
Os Países Baixos eram vistos como os favoritos desta partida porque o Senegal não pode contar com a estrela da equipa, Sadio Mané, avançado do Bayern Munique.
No entanto, este favoritismo não foi visto dentro das quatro linhas ao longo dos minutos deste encontro.
Na primeira parte, os senegalesas e os holandeses não arriscaram muito e acabaram empatados a zero no intervalo, primeiro jogo nessa situação desde o início do Mundial.
No segundo tempo, o equilíbrio manteve-se até à hora de jogo. Aliou Cissé refrescou a equipa nos setores intermediário e ofensivo, e a equipa cresceu. O Senegal fez mais remates à baliza, mas nunca conseguiu ultrapassar o gigante Noppert.
Aos 73 minutos, Idrissa Gueye recebeu a bola em zona frontal, na “meia-lua”, e tinha tudo para fazer o 1-0, mas a bola saiu na direção do guarda-redes Noppert.
Aos 84 minutos, no único remate dos Países Baixos à baliza, a seleção neerlandesa marcou. Cruzamento da esquerda de De Jong, e sozinho, na antecipação, Gakpo – um talento em ascenção do PSV – ganhou de cabeça a Mendy e fez o 0-1. Saída em “falso” do guarda-redes que atua no Chelsea, que não ficou bem na fotografia.
Aos 90+8, Klaassen fez o 0-2 e matou o jogo para os Países Baixos.
O Senegal precisa de vencer o Catar e decidir o apuramento dos oitavos de final frente ao Equador na 3ª e última jornada do Grupo A.
A Inglaterra aplicou a primeira goleada do Mundial do Qatar, por 6-2, diante do Irão, no estádio Estádio Ahmed bin Ali, esta segunda-feira, em jogo referente ao grupo B.
Foi preciso aguardar até aos 14 minutos de jogo para haver a primeira razão de preocupação, o guarda-redes do Irão, Alireza Beiranvand teve de ser substituído depois de um choque violento num lance involuntário com um colega de equipa.
Aos 20 minutos, Hossein Hosseini entrou para o seu lugar.
15 minutos depois, Jude Bellingham abriu o activo para a formação britânica. E aos 43 minutos, Bukayo Saka fez o 2-0 com um remate potente que só parou no fundo das redes e Sterling dilatou o resultado para 3-0, de seguida.
A Inglaterra geriu a posse de bola até terminar a primeira parte, com os iranianos a não conseguirem causar perigo.
Destaque para o longo período de descontos, 14 minutos, devido ao momento quase trágico que envolveu Alireza Beiranvand.
Para a segunda parte, Carlos Queiroz lançou para o terreno, Ali Gholizadeh para o lugar de Alireza Jahanbakhsh e Saeid Ezatolahi para o lugar de Ali Karimi.
Aos 62, Bukayo Saka bisou na partida, o seleccionador do Irão voltou a mexer e retirou Milad Mohammadi para a entrada de Mehdi Torab.
Aos 65 minutos, o avançado do FC Porto, Mehdi Taremi, reduziu a desvantagem no marcador, para 4-1.
Aos 66′, Harry Maguire lesionou-se e Gareth Southgate teve de colocar Eric Dier no seu lugar aos 70 minutos, aproveitando também para tirar Bukayo Saka e para meter Marcus Rashford e Phil Foden para o lugar de Mason Mount.
Aos 71 minutos, o seleccionador da Inglaterra ainda lançou Jack Grealish para o lugar de Raheem Sterling, mas o impacto imediato foi de Rashford, ao anotar o quinto golo dos três leões.
Aos 75′, Harry Kane foi descansar e saiu para a entrada de Callum Wilson.
Aos 77′, Sardar Azmoun substituiu Ahmad Noorollahi.
Já em cima do minuto 90, Jack Grealish recebeu um passe de Callum Wilson, também saído do banco, para anotar o sexto golo.
O árbitro deu 10 minutos de descontos. Aos 98 minutos, quase que o Irão marcava o segundo, o suplente utilizado, Sardar Azmoun atirou à trave. Aos 90+10, há um lance de potencial penálti para os iranianos, o árbitro foi ver e foi assinalado penálti. Aos 90+12, Mehdi Taremi bisa na partida, depois de uma cobrança bem-sucedida da marca dos 11 metros.
O guarda-redes do Warrington Town, clube da 7.ª liga inglesa, bebeu urina que um adepto colocou dentro da sua garrafa durante o jogo com o Guiseley, e acabou por ser expulso.
Segundo o ‘Daily Mail’, tudo aconteceu ao minuto 61 da partida. Tony Thompson bebeu da sua garrafa, apercebeu-se do que continha e atirou o líquido em direção do adepto. O incidente provocou alguns minutos de paragem no jogo, com os jogadores a confrontarem os adeptos, e o guarda-redes acabou por ser expulso. O adepto deixou o recinto.
O árbitro da partida interviu no imediato e deu cartão vermelho a Tony que foi obrigado a abandonar o jogo antes do final.
No Twitter, mais tarde, o guarda-redes lamentou esta atitude que diz ter colocado em causa a sua saúde e a saúde da família.
Teodoro Obiang Nguema Mbasogo lidera a contagem de votos das eleições de domingo (20.11) na Guiné Equatorial, segundo os resultados provisórios divulgados pelo Ministério do Interior na segunda-feira. Até agora, somou 44,2% dos boletins depositados em quase metade das assembleias de voto no país.
Andres Esono Ondo – candidato do único partido da oposição que não está proibido, a Convergência para a Democracia Social (CPDS) – surge com 1,34%. O líder do Partido da Coligação Social Democrática (PCSD), Buenaventura Monsuy Asumu, um senador e aliado crónico de Obiang, obteve, até agora, 0,35%.
A divulgação dos resultados oficiais está agendada para sábado. No entanto, já é dada como certa a vitória de Teodoro Obiang para um sexto mandato, após 43 anos no poder. O chefe de Estado de 80 anos tem o apoio de uma coligação de 15 partidos, incluindo o Partido Democrático da Guiné Equatorial (PDGE), no poder.
O PDGE, que foi o único movimento político legal do país até 1991, detém 99 dos 100 lugares na Assembleia Nacional cessante e todos os 70 lugares no Senado. Nas últimas eleições presidenciais, em 2016, Obiang foi reeleito com 93,7% dos votos.
No domingo, Andrés Esono disse ter recebido “queixas de todos os cantos do país”, com alegações de “fraude massiva” e irregularidades. O partido da oposição Cidadãos pela Inovação (CI) questionou igualmente a transparência das eleições.
O Centro para a Democracia e Desenvolvimento denunciou, esta segunda-feira (21.11), a detenção de imigrantes ilegais em “condições desumanas”, numa esquadra da cidade de Maputo. ONG exige investigação.
“Dezenas de imigrantes ilegais de vários países africanos estão detidos em condições completamente desumanas nas celas da 18ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM)”, lê-se no comunicado divulgado, esta segunda-feira (21.11), pela organização não-governamental Centro para a Democracia e Desenvolvimento.
Segundo a ONG, que refere ter visualizado imagens e vídeos sobre o caso, os imigrantes, na sua maioria jovens, estão “apinhados num minúsculo e imundo compartimento” com “duas pequenas janelas” e deitam-se sobre pedaços de caixas e de tecido.
“As duas pequenas janelas denunciam deficiências no arejamento da cela, o que é crítico no atual período quente”, refere a organização, acrescentando que num dos vídeos, guineenses, senegalenses e congoleses pedem socorro.
Para o CDD, as condições de detenção dos imigrantes ilegais são “um grave atropelo à dignidade humana”, referindo que além de imigrantes africanos, houve também asiáticos que foram supostamente libertados “graças a esquemas de corrupção”.
“Com dedo apontado às autoridades policiais, um dos detidos confirma extorsões com promessa de libertação”, que nunca aconteceu, acrescenta o CDD.
A entidade pede que seja criada uma comissão de inquérito para investigar o caso e apurar as devidas responsabilidades.
A Lusa contactou o Serviço Nacional de Migração (Senami) para esclarecimentos, mas não obteve resposta.
Moçambique é sobretudo ponto de trânsito de imigrantes ilegais que têm como destino a África do Sul.
Novos ataques ocorridos desde a semana passada em Cabo Delgado, colocaram em fuga 2.000 residentes em comunidades do distrito de Muidumbe, anunciou a Organização Internacional das Migrações (OIM). População procura abrigo em Mueda.
“Medo e ataques confirmados de grupos armados não estatais no distrito de Muidumbe (Muambula) desde 16 de novembro desencadearam 2.024 movimentos para o distrito de Mueda”, informa a organização em comunicado.
O documento resume dados de apenas dois dias, segundo os quais 43% dos deslocados são crianças e 848 pessoas têm vulnerabilidades.
A maioria (76%) fugiu pela primeira vez, mas um quarto dos deslocados já escapou à violência armada por três vezes.
Ainda em Cabo Delgado, no distrito de Meluco, os residentes da comunidade de Minhanha relataram o rapto de quatro pessoas, das quais duas mulheres grávidas, uma criança de cinco anos e um homem.
O sequestro ocorreu na tarde de sexta-feira (18.11), em campos agrícolas e os raptores estavam encapuzados com lenços pretos, segundo relataram à Lusa testemunhas que fugiram para Mueda.
Um dos residentes disse ter ouvido os raptores a falar em kimwani, língua local, dizendo que “vão continuar a controlar Minhanha, porque nas ‘machambas’ [campos agrícolas] há muita comida”.
Em cinco anos, o conflito em Cabo Delgado já fez um milhão de deslocados, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, e cerca de 4.000 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED.
O Supremo Tribunal de Recurso sul-africano (SCA, na sigla em inglês) rejeitou hoje um recurso do ex-Presidente Jacob Zuma reiterando a “ilegalidade” da liberdade condicional médica, e ordenando que acabe de cumprir a pena na prisão, noticiou a imprensa.
Na sua decisão, a juíza Tati Makgoka, citada pela imprensa local, sublinhou que “o senhor Zuma, em direito, não terminou de cumprir a sua sentença”.
“Ele deve regressar ao Centro Correcional [Estcourt] para o fazer. Se o tempo despendido por Zuma em liberdade condicional ilegalmente concedida deve ser levado em conta para determinar o período restante da sua prisão, não é uma questão para este tribunal decidir”, salientou.
A liberdade condicional médica foi concedida ao antigo chefe de Estado sul-africano pelo então responsável dos serviços prisionais Arthur Fraser, que anulou uma recomendação de um painel de aconselhamento dos serviços correcionais permitindo a Jacob Zuma cumprir a pena prisional na sua residência próximo do estabelecimento prisional na província sul-africana de KwaZulu-Natal, sudeste do país.
Em dezembro último, o Supremo Tribunal de Pretória considerou que Fraser agiu ilegalmente ao conceder liberdade condicional médica a Zuma.
O ex-Presidente sul-africano cumpriu menos de dois meses de uma pena de prisão de 15 meses a que foi condenado no ano passado por desrespeito à Justiça.
No ano passado, o Tribunal Constitucional da África do Sul condenou em 29 de junho o ex-Presidente Jacob Zuma a 15 meses de prisão por desrespeito ao tribunal, ao recusar repetidamente cumprir a citação que lhe exigia o testemunho em investigações de corrupção.
Zuma foi considerado culpado por não obedecer à ordem do tribunal para comparecer perante a comissão que investiga alegações de grande corrupção no Estado sul-africano durante o seu mandato presidencial de 2009 a 2018.
Esta é a primeira vez na história da África do Sul que um ex-Presidente é condenado a uma pena de prisão.
Em 07 de julho de 2021, Jacob Zuma entregou-se às autoridades minutos antes da meia-noite local, o prazo limite para a sua detenção ordenada pelo Tribunal Constitucional, tendo sido escoltado pelos serviços de proteção presidencial.
Os incidentes de violência, saques e intimidação que eclodiram após a prisão de Jacob Zuma fizeram pelo menos 354 mortos, segundo a Presidência da República sul-africana.
Pelo menos 40 mil empresas sul-africanas foram saqueadas, queimadas ou vandalizadas, nos violentos protestos de julho, segundo o Governo sul-africano.
Cerca de uma centena de negócios de grandes empresários portugueses, incluindo filhos de madeirenses, no setor alimentar e de bebidas, foram saqueados e vandalizados, segundo a comunidade portuguesa radicada no país.
O Rapidinho – Sociedade Unipessoal, Lda é uma empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e cinco (25) Motoristas. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente quatro (4) Representante de Vendas Van. Saiba mais.
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A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imóveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores de Limpeza e Higienização. Saiba mais.
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A P&O Maritime Moçambique S.A, Empresa de Prestação de Serviços Marítima ao Porto de Maputo, pretende admitir para o seu quadro do pessoal um (1) Responsável de Embarcação (Mestre/ Skipper). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende contratar para sua equipa uma (1) Coordenador Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A cimeira sobre a crise entre o Rwanda e a República Democrática do Congo (RDC), inicialmente programada para segunda-feira (21), em Luanda, foi adiada para quinta-feira.
O encontro destina-se a encontrar vias de superação da crise entre o Rwanda e a República Democrática do Congo (RDC), gerada pelo ressurgimento da rebelião armada do M23, no Leste congolês.
A reunião foi convocada pelo Presidente angolano, João Lourenço, na sua qualidade de mediador da União Africana (UA) no conflito, para aprovar um Plano de Acção para Paz na RDC e o “restabelecimento das boas relações” entre os dois países vizinhos da região dos Grandes Lagos.
Para participar no encontro, João Lourenço convidou os homólogos Paul Kagamé, do Rwanda, Félix Tshisékédi, da RDC e Évariste Ndayishimiye, do Burundi, bem como o antigo Chefe de Estado queniano, Uhuru Kenyatta, como facilitador da paz designado pela Comunidade dos Estados da África Oriental (EAC).
O Burundi é um dos países vizinhos da RDC, que, desde Agosto passado, desdobrou um contingente militar, na província congolesa do Kivu-Sul, no quadro da força regional da EAC, criada em Junho passado para ajudar a combater os grupos armados em território congolês.
O Plano de Acção a ser aprovado na próxima reunião resulta de uma proposta da mediação angolana para se adaptar o Roteiro de Paz de Luanda à nova realidade registada no terreno, desde finais de Outubro passado, com a intensificação dos combates, na região do Kivu-Norte.
A proposta foi apresentada por João Lourenço ao Rwanda e à RDC, durante a sua última deslocação a estes dois países, entre 11 e 12 de Novembro deste ano, na sequência do agravamento da violência na fronteira comum, com a retomada das acções militares do M23.
Os últimos relatos no terreno apontam para uma progressão dos rebeldes do Movimento de 23 de Março (M23) em direcção a Goma, capital provincial do Kivu-Norte, depois de violentos confrontos com unidades das Forças Armadas da RDC (FARDC) e a tomada de novas localidades pelos rebeldes.
Os mesmos relatos colocam a cerca de 20 quilómetros de Goma a batalha pelo controlo desta placa giratória comercial congolesa, de perto de 76 quilómetros quadrados de área e 250 mil habitantes na fronteira com o Rwanda.
Os confrontos já terão feito vários mortos e feridos entre os civis, bem como centenas de milhares de deslocados e refugiados no vizinho Uganda, no meio de uma grave situação humanitária.
Segundo o Gabinete da ONU de Coordenação das Ajudas Humanitárias (OCHA), estima-se em 262 mil o número de pessoas deslocadas e sete mil refugiados, desde o início dos combates, em Março passado, entre as FARD e os rebeldes do M23.
O Parlamento Europeu (PE) vai aprovar na quarta-feira, em Estrasburgo (França), uma resolução que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo para que Moscovo venha a responder por crimes alegadamente cometidos na Ucrânia.
A resolução, que foi debatida na sessão plenária de Outubro, tem aprovação garantida pelos dois maiores grupos do PE, o Partido Popular Europeu (PPE) e a Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (S&D).
Uma delegação dos Verdes/Aliança Livre Europeia, que incluía a vice-presidente Terry Reintke (Alemanha), discutiu a iniciativa do PE em Kiev com o chefe-adjunto de gabinete presidencial, Ihor Zhovkva, anunciou a presidência ucraniana em comunicado no sábado.
“Este comportamento da Rússia é uma justificação directa para a necessidade de o Parlamento Europeu adoptar uma resolução designando a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo”, disse Zhovka, referindo-se aos ataques russos na Ucrânia, citado no comunicado.
Zhovka registou os esforços dos Verdes/Aliança Livre Europeia em “assegurar um forte apoio à Ucrânia” por parte do PE, incluindo iniciativas para investigar e julgar alegados crimes de guerra russos, e para criar um mecanismo de compensação pela Rússia dos danos causados ao país vizinho.
A resolução, que será votada no dia em que se completam nove meses da invasão russa, não tem carácter vinculativo, tal como as resoluções a condenar o regime do Presidente Vladimir Putin aprovadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
“Ao declarar a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, os eurodeputados querem preparar terreno para que Putin e o seu Governo sejam responsabilizados por estes crimes perante um tribunal internacional”, disse o PE na antecipação da sessão plenária de Novembro, que começa na segunda-feira.
A União Europeia (UE) não tem um quadro legal que lhe permita declarar um Estado como patrocinador do terrorismo – como lembrou a comissária europeia para os Assuntos Internos, a sueca Ylva Johansson, no debate em Outubro -, ao contrário dos Estados Unidos.
O Departamento de Estado norte-americano tem actualmente a Síria (desde 1979), o Irão (1984), a Coreia do Norte (2017) e Cuba (2021) na lista de Estados patrocinadores do terrorismo.
Em Setembro, a administração do Presidente Joe Biden anunciou que não iria incluir a Rússia na lista, apesar de resoluções nesse sentido aprovadas pelas duas câmaras do Congresso, por receio de “consequências não intencionais para a Ucrânia e para o mundo”.
Ainda sobre a guerra na Ucrânia, a agenda da sessão de Novembro do PE inclui a aprovação de um empréstimo de 18.000 milhões de euros a Kiev e um debate sobre os esforços internacionais para evitar uma crise alimentar.
Os eurodeputados também vão debater a não-aceitação na UE de passaportes emitidos pela Rússia em áreas ilegalmente ocupadas da Geórgia e da Ucrânia.
Na agenda, está igualmente a aprovação do orçamento da UE para 2023, que “visa maior eficácia em lidar com as consequências da guerra na Ucrânia e o processo de recuperação da pandemia” de covid-19.
A criação de um roteiro para as competências digitais, a gestão dos fluxos migratórios para a Europa, o reforço da presença de mulheres nos conselhos de gestão das empresas, os direitos humanos no Qatar e a protecção de infra-estruturas essenciais da UE são outros dos temas do plenário.
Os eurodeputados vão ainda assinalar, na terça-feira, os 70 anos do PE, numa cerimónia que abrirá com uma declaração da presidente do parlamento, a maltesa Roberta Metsola.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...