Um homem foi detido na manhã de sexta-feira, em João Pessoa, na Paraíba, após matar a gerente de uma loja no Mangabeira Shopping.
Segundo a Polícia Militar, o homem, identificado como José Carlos, de 35 anos, teria ido à loja para uma entrevista de emprego, mas foi rejeitado. Em seguida, ele retornou ao local armado e atirou na gerente, identificada como Mayara Barros, de 27 anos.
A vítima foi socorrida pelos bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Além de matar a gerente, o homem também manteve outras pessoas reféns na loja. Após negociação com a polícia, ele se rendeu e foi preso.
A polícia apreendeu com o homem um revólver calibre .38 e 40 munições.
A administração do shopping lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade aos familiares da vítima.
O crime ocorrido no Mangabeira Shopping é um exemplo da violência que tem assolado o Brasil nos últimos anos. O agressor, que foi rejeitado para uma vaga de emprego, cometeu um crime brutal que resultou na morte de uma pessoa inocente.
Este caso também mostra a importância de se investir na prevenção da violência. É preciso criar políticas públicas que ajudem a combater o desemprego e a desigualdade social, que são fatores que contribuem para a violência.
O líder da lista da Renamo na Cidade de Maputo nas últimas eleições autárquicas revelou em Nacala, na província de Nampula, a sua intenção de concorrer à presidência do partido.
Venâncio Mondlane visitou a cidade de Nacala nesta sexta-feira para encontrar-se com o presidente da autarquia, Raul Novinte, que esteve em prisão domiciliária por 30 dias, acusado de incitamento à desobediência coletiva.
Ao chegar à residência de Novinte, acompanhado por membros e simpatizantes da Renamo, Venâncio Mondlane aproveitou a ocasião para anunciar a sua intenção de candidatar-se à presidência da Renamo.
“Quero anunciar para Moçambique e para o mundo, aqui em Nacala, onde consigo sentir os ideais do primeiro Comandante-em-Chefe das Forças da Resistência Nacional de Moçambique, que eu, Venâncio Mondlane, membro sénior do partido Renamo, estou disponível e vou avançar como candidato à presidência da Renamo no próximo Congresso”, afirmou Mondlane.
Na mesma ocasião, criticou novamente as declarações do porta-voz do partido, José Manteigas, que sugeriu que o facto de Venâncio Mondlane e Manuel de Araújo terem sido candidatos nas autárquicas e obtido um número elevado de votos, e serem “novos” na Renamo, não os torna mais qualificados do que Ossufo Momade para liderar o partido.
Contrariando essa informação, Venâncio apelou à consideração do envolvimento dos jovens presentes nas marchas e na campanha eleitoral.
O líder da lista da Renamo na Cidade de Maputo afirmou ainda já ter o seu manifesto pronto para apresentar aos membros da Renamo, assim que forem anunciadas as candidaturas para as eleições internas do partido.
Uma equipa de médicos do Instituto de Oncologia Giovanni Paolo II de Bari, em Itália, retirou um tumor de 50 quilos do abdómen de uma mulher de 66 anos.
A operação, que durou quatro horas, foi realizada pela equipa de Cirurgia Geral, liderada pelo médico Aurelio Costa. O tumor, um lipossarcoma, tinha origem no retroperitónio e já tinha invadido diversos órgãos, incluindo o rim esquerdo, o cólon esquerdo, o pâncreas esquerdo, os anexos uterinos e parcialmente o diafragma.
O diretor-geral do hospital, Alessandro Delle Donne, disse tratar-se de um caso raro de cirurgia oncológica. “É uma operação complexa e exigente, que exige um elevado nível de experiência”, disse.
A doente, que notava um aumento do volume do abdómen há cerca de um ano, associou-o a uma perda de peso. Os sarcomas retroperitoneais são tumores raros, que representam cerca de 10 a 15% de todos os sarcomas dos tecidos moles.
A mulher não teve quaisquer complicações após a operação e regressou a casa duas semanas depois. Também recuperou completamente a autonomia funcional motora e digestiva.
A remoção de um tumor de 50 quilos é um feito médico notável. A operação foi bem-sucedida e a doente recuperou completamente.
Este caso demonstra a importância da experiência e da especialização dos médicos em cirurgia oncológica. A excisão completa do tumor é importante para garantir a remoção radical do cancro.
A TJ Consultants, uma empresa especializada em consultoria estratégica de Recursos Humanos, está atualmente recrutando um (1) Gestor de Programas. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor do Projecto (NORAD). Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Redução de Risco de Desastres (RRD) e Mudanças Climáticas (CC) – NORAD. Saiba mais.
O Sindicato Nacional dos Empregados Bancários (SNEB) está a recrutar profissionais para seu quadro de pessoal e para o efeito pretende recrutar uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A Global Alliance for Improved Nutrition (GAIN) pretende recrutar um (1) Consultancy to Support Micro, Small and Medium Enterprises (MSMES) under the CD FSS Project. Saiba mais.
A Solidarités International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividade de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência. Saiba mais.
Milhares de agricultores alemães estão a bloquear estradas em todo o país, em protesto contra os cortes nos subsídios do combustível agrícola.
A medida, anunciada pelo Governo de Olaf Scholz, visa reduzir os incentivos fiscais dirigidos à agricultura, para resolver uma crise orçamental.
As mensagens de protesto são claras: “Não há cerveja sem agricultores”, “Nunca morda a mão que alimenta” ou “Sem agricultores não há futuro”.
A ação de protesto vai perdurar pelo menos uma semana. O Governo de coligação está a ser pressionado a recuar nos cortes, que ameaçam o setor agrícola alemão.
Cortes para acertar o orçamento
O Governo alemão aboliu a isenção do imposto automóvel para veículos agrícolas, assim como os benefícios fiscais sobre o gasóleo. Os cortes de subsídios foram idealizados para resolver uma crise orçamental.
Em causa estão 60 mil milhões de euros originalmente destinados a amortecer as consequências da pandemia da covid-19 e direcioná-los para medidas que ajudassem a combater as mudanças climáticas e modernizar o país.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, está agora entre a espada e a parede depois de uma decisão judicial a forçar o Governo federal a desenvolver um mecanismo de poupança para o orçamento de 2024.
Perante a pressão do setor, na semana passada, Scholz decidiu recuar parcialmente. Prevê-se agora que o benefício no imposto sobre veículos rurais permaneça em vigor. Porém, o subsídio ao combustível agrícola passará eliminado gradualmente ao longo de três anos, em vez de ser abolido imediatamente.
A Associação dos Agricultores Alemães não concordou e continua a insistir na reversão total dos cortes aos benefícios fiscais.
Extrema-direita à espreita
O presidente da associação agrícola, Joachim Rukwied, declarou ao jornal Bild am Sonntag não pretender “ter grupos de direita e outros grupos radicais” nas manifestações. Mas a ala da direita radical está na rua a apoiar a insatisfação dos produtores rurais.
O líder da bancada da AfD na Turíngia, Björn Höcke, quer fazer parte da equação governativa do Estado nas eleições no final de 2024 e, por isso, tenta capitalizar simpatizantes rurais, apoiando as reivindicações contra os cortes nos subsídios do diesel. Curiosamente, o programa do seu partido defende o fim das subvenções a produtores agrícolas.
Matthias Quent, investigador de temas relacionados com a extrema-direita, em entrevista à rádio Deutschlandfunk, adverte os produtores rurais para que semarquem dos radicais de direita: “Os agricultores que estão a protestar não têm só que se distanciar verbalmente. Eles precisam de agir para que as manifestações não sejam instrumentalizadas e exploradas visualmente”.
A jornalista da publicação alemã Der Spiegel Ann-Katrin Müller vai ao encontro das palavras de Quent numa publicação na rede social Twitter e partilha imagens de tratores com símbolos do movimento Landvolk – povo do campo: um arado branco com uma espada vermelha contra um fundo preto. Fundado nos anos 20, o movimento Landvolk tem um histórico enraizado no antissemitismo, racismo e antidemocrático.
“Durante os protestos dos #agricultores #b0801 encontrei numerosas mensagens e símbolos antidemocráticos e extremistas de direita. A AfD e os media afiliados à AfD são anunciados. Os cartazes mais radicais são populares: os participantes na manifestação param repetidamente em frente deles e tiram fotografias”.
Os receios dos observadores sobre a radicalização do debate político acentuam-se e alertam para a possibilidade de, pela primeira vez desde 1945 e o fim do regime nazi de Adolf Hitler, um extremista de direita possa voltar a ocupar um cargo governamental na Alemanha.
As três empresas indianas que participam no projeto de pesquisa e exploração de hidrocarbonetos na Área 1 da Bacia do Rovuma, em Moçambique, garantiram que vão retomar as atividades o mais rápido possível.
Para o efeito, irão injectar 13 bilhões de dólares norte-americanos, que correspondem a 30% do investimento global aplicado no megaprojeto, operado pela TotalEnergies.
O anúncio foi feito pelo Ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, Carlos Zacarias, no final de três encontros que o Presidente da República, Filipe Nyusi, manteve com representantes das empresas indianas e com o Secretário de Estado de petróleo e gás da Índia.
Sem indicar datas, Zacarias garantiu que foi estabelecido um cronograma para o retorno dos investidores indianos à Bacia do Rovuma. Também foram definidas todas as ações necessárias para o rápido reatamento das atividades na Área 1.
“Foi um encontro bastante cordial e que mostra que as duas partes (governo e parceiros) estão totalmente comprometidas para o retorno, o mais breve possível, das atividades na Área 1 da Bacia do Rovuma”, frisou o ministro.
“Como sabe este é um projeto muito importante tanto para Moçambique como para os parceiros e é interesse de todos que o mesmo seja retomado”, acrescentou.
Ainda em Gujarat, no âmbito da diplomacia económica, o Presidente Nyusi reuniu-se com os representantes da Jindal, empresa indiana que opera na área carbonífera, na província de Tete.
Na audiência, os representantes da Jindal afirmaram que vão incrementar os níveis de produção e transporte do carvão através da linha-férrea até ao porto de Nacala.
O Presidente Nyusi cumpre hoje o segundo dia de trabalho na Índia. À tarde, discursará no Fórum de Negócios Moçambique-Índia, antes de se reunir com a diáspora moçambicana no país.
O anúncio do retorno das atividades na Área 1 da Bacia do Rovuma é uma notícia positiva para Moçambique. O projeto tem o potencial de gerar bilhões de dólares em receitas para o país e criar milhares de empregos.
O compromisso dos investidores indianos de injectarem 13 bilhões de dólares no projeto é um sinal de confiança na economia moçambicana.
O retorno das atividades também é importante para a segurança energética de Moçambique. O país é um exportador de petróleo e gás, e a Área 1 é uma das maiores reservas de gás natural do mundo.
O Presidente Nyusi está a fazer uma visita à Índia com o objetivo de fortalecer as relações económicas entre os dois países. O anúncio do retorno das atividades na Área 1 da Bacia do Rovuma é um resultado concreto dessa visita.
A sede do posto administrativo de Chire, no distrito de Morrumbala, na província da Zambézia, está isolada da sede distrital devido ao transbordo dos rios Zimuco e Missungue.
A chuva que cai desde o mês de dezembro passado fez com que os rios transbordassem, inundando as estradas que ligam a sede do posto administrativo à sede distrital.
As pontes que atravessavam os dois rios desabaram há mais de um ano, durante a passagem dos dois últimos ciclones.
Como resultado, a população da sede do posto administrativo de Chire está a ter dificuldades para se deslocar e a receber bens e serviços essenciais.
O diretor do Serviço distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Morrumbala, Filipe Choroso, disse que para garantir a assistência sanitária à população do posto administrativo, o setor adoptou a estratégia de preposicionamento de meios e medicamentos.
“Estamos a garantir que os meios e medicamentos cheguem à sede do posto administrativo, mesmo com as dificuldades de acesso”, disse Choroso.
O diretor do Serviço distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Morrumbala apela à população para que tome precauções para evitar doenças, como diarreia e malária.
O transbordo dos rios Zimuco e Missungue é um problema sério que está a afetar a população da sede do posto administrativo de Chire.
O Governo deve tomar medidas para resolver este problema o mais rapidamente possível, para que a população possa ter acesso a bens e serviços essenciais.
O ano lectivo 2024 arrancará a 1 de Fevereiro, com um total de 9.979.525 alunos inscritos do ensino primário ao secundário, anunciou o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH).
A abertura solene do ano lectivo será a 31 de Janeiro.
Manuel Simbine, porta-voz do MINEDH, recordou que a preparação do ano lectivo começou com as matrículas de novos ingressos da 1.ª classe, de 2 de Outubro a 29 de Dezembro de 2023.
Até ao momento foram matriculados 1.1 milhão de alunos, para uma meta de cerca de 1.6 milhão de novos ingressos em todo o país.
A realização de 82% da meta de novos ingressos deve-se a vários factores, incluindo a falta de recursos financeiros e a falta de infraestruturas escolares.
Apesar disso, o MINEDH não prorrogou o período das matrículas, tendo em conta a necessidade de constituição de turmas e horários, alocação de professores e a colocação do material de ensino e aprendizagem nas escolas.
O ano lectivo 2024 terá como lema “Educação de qualidade para todos”.
O início do ano lectivo 2024 é um marco importante para a educação em Moçambique. O número de alunos inscritos é significativo, mas ainda há desafios a serem superados, como a falta de recursos financeiros e infraestruturas escolares.
É importante que o governo de Moçambique continue a investir na educação, para que todos os moçambicanos tenham acesso a uma educação de qualidade.
O recém-nomeado chefe do Dicastério para a Doutrina da Fé do Vaticano (DDF) da Igreja Católica, o cardeal argentino Víctor Manuel Fernández, encontra-se sob pressão por parte das conferências episcopais devido a um livro que escreveu em sua juventude.
Intitulada “A Paixão Mística: Espiritualidade e Sensualidade” (1998), a obra contém descrições gráficas de orgasmos.
O livro apresenta uma exploração das experiências místicas sensuais, tanto masculinas quanto femininas, com Deus. Nos capítulos finais, o sacerdote analisa o orgasmo em ambos os géneros, fornecendo descrições gráficas e comentários sobre a dominação sexual, pornografia, o papel do prazer no plano divino e o desejo sexual.
O cardeal tem sido reservado ao abordar o assunto. Em comentários ao portal católico Crux, ele apenas mencionou que escreveu a obra quando era jovem e lamentou a sua publicação, tendo pedido que fosse interrompida pouco tempo após o lançamento. Fernández também explicou que a ideia de abordar o tema surgiu após entrevistar jovens casais interessados em aprimorar os seus relacionamentos.
Até agora, o Vaticano ainda não se pronunciou sobre o assunto.
A carne de cão tem sido parte integrante da culinária sul-coreana há muitos anos, no entanto, o seu consumo diminuiu significativamente nos últimos tempos.
O recentemente aprovado projeto de lei torna ilegal o abate, a criação, o comércio e a venda de carne de cão para consumo humano a partir de 2027.
A aprovação da lei que proíbe a criação, venda e abate de cães para consumo na Coreia do Sul está a suscitar preocupações quanto ao futuro dos restaurantes e a gerar críticas por parte dos consumidores.
O Parlamento sul-coreano aprovou, nesta terça-feira, uma lei que proíbe a criação, venda e abate de cães para consumo, que entrará em vigor no prazo de três anos.
As violações desta lei serão puníveis com até três anos de prisão e uma multa de 30 milhões de won (cerca de 20.800 euros).
Num beco escondido no mercado de Chilseong, na cidade de Daegu, no sul, o restaurante de Choi Tae-yeon serve pratos tradicionais sul-coreanos, incluindo carne de cão cozida no vapor ou em caldo.
O Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) começou a julgar o caso apresentado pela África do Sul contra Israel, que acusa de genocídio na Faixa de Gaza.
Na primeira audiência do principal órgão judicial da ONU, a África do Sul apresentou sua argumentação, defendendo que o TIJ decrete medidas de emergência, incluindo ordenar que Israel cesse imediatamente as operações militares e todos os “atos genocidas” descritos no pedido.
A África do Sul alega que, dado o “dano contínuo, extremo e irreparável sofrido pelos palestinos em Gaza”, se impõe essa medida complementar.
A acusação sul-africana se baseia na reação israelita aos atos perpetrados pelo movimento islamita Hamas em 7 de outubro de 2023, na sequência de um ataque maciço daquele movimento extremista que incluiu o lançamento de foguetes e a infiltração simultânea de milhares de milicianos que massacraram cerca de 1.200 pessoas e raptaram outras 250 em colonatos judaicos nos arredores da Faixa de Gaza.
Desde então, o exército israelita lançou uma forte ofensiva aérea, terrestre e marítima no enclave palestino, onde, para além dos mortos e feridos, cerca de dois milhões de pessoas, a maioria da sua população, sofrem uma crise humanitária sem precedentes.
A contestação e defesa de Israel está marcada para sexta-feira.
Na apresentação do caso, Pretória enfatiza em 84 páginas a obrigação de todos os Estados Partes da Convenção de 1948, de tomar “todas as medidas razoáveis ao seu alcance para prevenir o genocídio”.
Como tal, instou o Tribunal a reconhecer que Israel violou esta obrigação.
Na sequência da queixa sul-africana, Israel condenou e rejeitou a alegação de genocídio, que classificou de “repugnante”, tendo dois dias depois o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusado as autoridades sul-africanas de “espalharem mentiras”.
Os Estados Unidos opuseram-se à iniciativa sul-africana, qualificando-a de “contraproducente e completamente desprovida de base factual”, mas a causa é apoiada por outros países.
O executivo sul-africano tem sido historicamente um forte apoiante da causa palestiniana e o Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês) tem frequentemente associado a causa à sua própria luta contra o regime segregacionista do ‘apartheid’ (1948-1994) na África do Sul.
O julgamento do caso de genocídio em Gaza pelo Tribunal Internacional de Justiça é um evento de grande importância, com o potencial de ter um impacto significativo na situação na região.
A decisão do TIJ sobre se Israel cometeu ou não genocídio contra os palestinos terá implicações jurídicas, políticas e humanitárias.
Se o TIJ decidir a favor da África do Sul, isso poderia levar a sanções internacionais contra Israel e poderia fortalecer a causa palestiniana.
Por outro lado, se o TIJ decidir a favor de Israel, isso poderia minar a credibilidade do tribunal e poderia fortalecer a posição de Israel na disputa com os palestinos.
O setor de saúde da província do Niassa está a reforçar as ações de prevenção e combate à cólera com a formação de 64 técnicos de saúde em matérias de manuseamento de casos da doença.
Os técnicos vão reforçar as ações de prevenção e combate à cólera nos distritos de Lichinga, Chimbunila e Majune, que registaram até esta quarta-feira, 220 casos com um óbito.
O médico-chefe provincial do Niassa, Narciso Rondinho, disse que paralelamente decorre a distribuição de diversas quantidades de fármacos de combate à cólera, purificadores de água e sabão.
Rondinho exorta a população a envolver-se nas ações de prevenção da doença através da intensificação das medidas de higiene individual e coletiva.
As medidas de prevenção recomendadas pelo setor de saúde incluem:
Lavar as mãos com água e sabão ou desinfetá-las com álcool gel com frequência;
Ferver a água para consumo;
Cobrirem os alimentos com tampas;
Evitar o contato com pessoas doentes;
Procurar atendimento médico se apresentarem sintomas de cólera, como diarreia, vômitos, febre e dor abdominal.
A cólera é uma doença diarreica aguda causada pela bactéria Vibrio cholerae, que pode ser transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Os sintomas da cólera incluem diarreia intensa, vômitos, febre e dor abdominal. A doença pode ser fatal se não for tratada.
A ruptura de uma âncora de cabos pendurais na Ponte Samora Machel, na cidade de Tete, no centro de Moçambique, está a causar dificuldades para milhares de pessoas que precisam atravessar o rio Zambeze.
A âncora rompeu-se há cerca de uma semana devido à passagem de veículos com excesso de peso. Numa primeira fase, a Administração Nacional de Estradas (ANE) interditou apenas a passagem de camiões, mas no sábado viu-se que o caso era mais delicado e teve de se impedir todo o tipo de veículos, enquanto se fazia uma reparação provisória.
Assim, todos os que saíam dos bairros Matundo e Chingodzi, assim como os oriundos de distritos como Chiúta, Chifunde, Marávia, Zumbo, e da República da Zâmbia e vice-versa, ficaram privados da atravessar com as suas viaturas, pois só era permitida a passagem de peões.
A ANE estima que a reparação provisória da âncora demore cerca de uma semana. No entanto, a reparação definitiva deverá demorar vários meses.
A ruptura da âncora na Ponte Samora Machel é um incidente grave que está a causar transtornos a milhares de pessoas.
A ANE está a trabalhar para reparar a âncora o mais rapidamente possível, mas a reparação definitiva deverá demorar vários meses.
Durante esse tempo, as pessoas que precisam atravessar o rio Zambeze terão de encontrar alternativas, como usar balsas ou barcos.
A ANE deve tomar medidas para evitar que este tipo de incidente volte a acontecer.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve em Maputo três indivíduos suspeitos de envolvimento numa fraude eletrónica numa instituição bancária, onde desviaram mais de seis milhões de meticais.
Os suspeitos teriam aproveitado uma falha no sistema bancário e dirigiram-se a uma casa de apostas, onde realizaram apostas. Dado que o sistema não estava a funcionar corretamente, conseguiram desviar cerca de seis milhões de meticais.
De acordo com Hilário Lole, porta-voz do SERNIC na cidade de Maputo, os indivíduos solicitaram aos gestores da casa de apostas que parte do pagamento fosse efetuado em numerário.
Segundo Lole, o crime pode ter sido cometido em conluio com colaboradores da instituição bancária.
O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou na quarta-feira que o país começará a deportar prisioneiros estrangeiros, em especial colombianos, para reduzir a população carcerária e os gastos. A medida ocorre em meio a uma onda de violência e guerra civil no país.
De acordo com Noboa, atualmente há cerca de 1.500 colombianos presos no Equador. Esses, somados com detentos do Peru e da Venezuela, representam 90% da população carcerária do país.
A declaração do presidente ocorre um dia depois dele assinar um decreto declarando um “conflito armado interno” no país. A medida veio como resposta a uma onda de criminalidade que sucedeu a fuga de José Adolfo Macías Salazar, conhecido como “Fito”, líder de uma das principais organizações de narcotraficantes do Equador, os Choneros, da prisão, no último domingo.
Após o decreto de guerra, tanques militares foram registrados em patrulhamento nas ruas de Quito, capital do Equador. Na segunda-feira, Noboa havia declarado estado de exceção para permitir que o exército interviesse no sistema prisional, além de um toque de recolher das 23h às 5h.
A deportação de prisioneiros estrangeiros é uma medida polêmica, mas que pode ajudar a reduzir a população carcerária do Equador, que é uma das maiores da América Latina. No entanto, é importante que o país garanta os direitos humanos dos deportados, que devem ser tratados com dignidade e respeito.
A decisão do presidente Noboa de deportar prisioneiros estrangeiros é uma resposta à crise de segurança que o Equador enfrenta. A fuga de “Fito” e a subsequente onda de violência levaram o país a declarar um estado de guerra.
A deportação de prisioneiros estrangeiros pode ajudar a reduzir a população carcerária do Equador e os gastos do governo. No entanto, é importante que o país garanta os direitos humanos dos deportados.
Dois mísseis russos atingiram um hotel na cidade de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, na noite de quarta-feira, ferindo 13 pessoas, incluindo dois jornalistas estrangeiros.
Entre os feridos estão um cidadão turco e um cidadão georgiano, ambos jornalistas da imprensa turca. Dez pessoas estão hospitalizadas, e três estão em estado grave.
O ataque também danificou vários outros edifícios, incluindo dois prédios residenciais, bem como automóveis.
O governador da região de Kharkiv, Oleg Synegoubov, disse que os mísseis russos S-300 atingiram o hotel por volta das 22h30.
Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, está localizada a cerca de 30 quilômetros da fronteira com a Rússia. A cidade é regularmente alvo de bombardeamentos russos.
O Ministério da Defesa russo afirmou durante a noite ter destruído quatro drones ucranianos sobre as regiões de Tula, Kaluga e Rostov.
As autoridades regionais de Voronezh, no oeste da Rússia, também indicaram que um drone ucraniano atingiu “o telhado de um edifício não residencial”, sem causar feridos.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste do país e “desnazificar” a Ucrânia.
A ofensiva militar mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial.
O ataque a um hotel em Kharkiv é mais um exemplo da violência indiscriminada da Rússia contra a população civil ucraniana.
Os mísseis russos atingiram um edifício onde se encontravam 30 civis, incluindo dois jornalistas estrangeiros. O fato de dois jornalistas terem sido feridos é particularmente grave, pois demonstra que a Rússia não está poupando ninguém, nem mesmo os profissionais da imprensa.
O ataque também mostra que a Rússia está intensificando seus bombardeamentos contra Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia. A cidade está sendo repetidamente atingida por mísseis e artilharia, causando grandes danos e mortes.
A ofensiva militar russa na Ucrânia está causando uma crise humanitária de proporções catastróficas. Milhões de pessoas foram deslocadas de suas casas, e milhares foram mortas.
A comunidade internacional precisa agir com urgência para acabar com a guerra e proteger a população civil ucraniana.
O Ministério da Saúde (MISAU) emitiu um alerta sobre o aumento de casos de Infecções Respiratórias Agudas (IRA), também conhecidas como síndromes gripais, em Moçambique.
As IRA são causadas principalmente por vírus respiratórios, como o da Influenza, o sincicial respiratório e o SARS COV-2.
O MISAU refere que o aumento de casos ocorre geralmente nos meses de janeiro a abril, com pico em março, e de junho a setembro, com pico em agosto.
Para prevenir a propagação das IRA, o MISAU recomenda o reforço das seguintes medidas:
Etiqueta da tosse: cobrir a boca e o nariz com o cotovelo ou um lenço descartável ao tossir ou espirrar.
Higiene individual e coletiva: lavar as mãos com água e sabão ou desinfetá-las com álcool gel com frequência.
Uso de máscaras para os indivíduos com sintomas respiratórios agudos.
O MISAU também recomenda que as pessoas que apresentem sintomas de IRA, como febre, tosse, dificuldade em respirar, dor de garganta, dores musculares e dores de cabeça, procurem atendimento médico.
O alerta do MISAU é importante, pois as IRA podem ser graves, especialmente em crianças pequenas, idosos e pessoas com problemas de saúde.
As medidas de prevenção recomendadas são simples e eficazes para reduzir o risco de propagação das IRA.
É importante que as pessoas estejam informadas sobre o risco de IRA e tomem as medidas necessárias para se protegerem.
A violência no Equador continua a causar estragos, mas as forças de segurança do país estão a intensificar a sua resposta.
O comandante das Forças Armadas, almirante Jaime Vela, informou que nas últimas 24 horas foram detidos 329 suspeitos de terrorismo ligados a organizações criminosas.
Além disso, o Exército resgatou 41 pessoas sequestradas e recapturou 25 presos que tinham fugido de diversas prisões do país.
No entanto, ainda há pelo menos 139 guardas prisionais retidos em cinco prisões do país e o seu estado de saúde é atualmente desconhecido.
As forças de segurança também apreenderam diversas armas, munições, artefatos explosivos, barcos, veículos, equipamentos de comunicação e substâncias sujeitas a controle.
O caos no Equador começou após a fuga da prisão do chefe dos Los Choneros, José Adolfo Macías, também conhecido como ‘Fito’.
A fuga levou o governo a declarar o estado de emergência e o presidente a declarar que o Equador vive um “conflito armado interno”.
A comunidade internacional tem mostrado o seu apoio ao presidente e ao povo do Equador, condenando os atos criminosos e oferecendo ajuda.
As operações das forças de segurança no Equador são um passo positivo na luta contra o crime organizado.
Os detidos e recapturados são uma amostra do poder e da influência das organizações criminosas no país.
No entanto, ainda há muito trabalho a fazer para restaurar a ordem no Equador.
A comunidade internacional deve continuar a apoiar o governo equatoriano e o povo do país na sua luta contra o crime organizado.
A Renamo acusou a Procuradoria-Geral da República (PGR) de ser “marionete” da Frelimo, depois de esta ter rejeitado as queixas do partido contra o Conselho Constitucional e o Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM).
Em declarações à imprensa, a mandatária da Renamo, Glória Salvador, disse que a resposta da PGR é “vazia e sem argumentos” e que não faz sentido que diga que o Conselho Constitucional é um órgão irrecorrível, visto que este também não seguiu o que está preconizado na lei.
“O Ministério Público, quando diz que não há motivos, que não há formalidades, nós dizemos que é mentira porque há formalidades, sim; o CC não pode violar a lei e ficar assim e o CC solicitou da CNE editais originais e a CNE levou cópias e ainda assim o CC pulou por cima, e agora a PGR está a carimbar a mesma situação, isso é estranho”, disse, indignada.
Em relação à resposta sobre a queixa contra o Comandante-Geral da PRM, Glória Salvador referiu que o pedido de desculpas era um ensaio, para que a PGR não visse o problema no que ele fez durante as eleições. Para a mandatária da Renamo, a atitude da PGR mostra que quem manda é a Polícia e não os órgãos eleitorais.
“Nós sabemos que quem manda aqui não são as leis, é alguém que é o número um do partido Frelimo, que dá ordens a todos, mas temos fé de que a sociedade toda está a assistir ao que está a acontecer e, um dia, vai reagir”, disse.
A Renamo submeteu queixas contra o Conselho Constitucional, o Comandante-Geral da PRM, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e a televisão pública. A mandatária do partido diz que já imagina que as respostas serão iguais, pois considera que as instituições vão de mal a pior.
“Não vamos deixar a Frelimo fazer e desfazer e a PGR tem de se colocar no seu lugar, não pode fazer apenas o que a Frelimo quer”, disse.
Glória Salvador também reagiu à prisão domiciliária dos edis de Nampula e Nacala-Porto, eleitos pela Renamo, e disse que esta é a prova de que as leis não funcionam, uma vez que a própria PGR não as respeita.
“Os edis foram eleitos pelo povo e o que vem da eleição deve ser respeitado, mas a Frelimo colocou-os na cadeia; a Renamo fez foi ter com a PGR para ter explicações do que aconteceu e lá foi-nos dito que houve um mal-entendido entre eles e que, em breve, resolveria o assunto, mas já sabemos que não depende da PGR, mas de alguém lá, na Frelimo.”
A Renamo diz que não vai desistir e ainda vai reunir-se para ver que outros caminhos usar para continuar a reivindicar o que chama de “verdade eleitoral”.
O Sindicato Nacional dos Empregados Bancários (SNEB) está a recrutar profissionais para seu quadro de pessoal e para o efeito pretende recrutar uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A Global Alliance for Improved Nutrition (GAIN) pretende recrutar um (1) Consultancy to Support Micro, Small and Medium Enterprises (MSMES) under the CD FSS Project. Saiba mais.
A Solidarités International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividade de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência. Saiba mais.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...