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Quinta-feira, Agosto 6, 2026
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Donald Trump condenado a indemnizar E. Jean Carroll em 83 milhões de dólares

O ex-Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado esta sexta-feira a pagar uma indemnização de 83,3 milhões de dólares (cerca de 76 milhões de euros) a E. Jean Carroll, uma escritora que o acusou de a ter violado há cerca de 30 anos.

O júri, composto por sete homens e duas mulheres, deliberou em menos de três horas antes de determinar o montante da indemnização. Este valor ultrapassa significativamente os 10 milhões de dólares inicialmente requeridos pela escritora.

A acusação considerou que Trump mentiu sobre não ter violado Carroll, quando, em 2019, negou as acusações numa entrevista à revista “The New York Times”.

A escritora, de 80 anos, alega que Trump a violou num provador de uma loja de departamentos em Manhattan, em meados da década de 1990.

Trump já reagiu à condenação, considerando-a “completamente ridícula” e anunciando a intenção de recorrer.

Esta não é a primeira vez que Trump enfrenta uma condenação num caso semelhante. Em maio, outro júri já havia condenado o ex-Presidente a pagar 5 milhões de dólares a Carroll por difamação e agressão sexual. No entanto, Trump recorreu dessa decisão.

A condenação de Trump é um revés significativo para o ex-Presidente, que sempre negou as acusações de abuso sexual.

Moçambique precisa de 140 milhões de dólares para electrificar 75 postos administrativos

O projecto “Energia para todos”, uma iniciativa do governo moçambicano, necessita de 140 milhões de dólares para a electrificação de mais 75 postos administrativos em todo o país até finais de 2024.

Deste montante, 92 milhões de dólares serão direccionados à empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) e os restantes 48 milhões ao Fundo de Energia (FUNAE).

Após a reestruturação do projecto em 2020, foram identificados 135 sedes de postos administrativos sem energia.

Segundo o gestor do Projecto de Electrificação Rural, Samuel Issaia Gazite, neste momento estão ligados a rede de energia nacional 341 postos administrativos de um total de 416 existentes no país.

O Plano Quinquenal do governo prevê que 64 por cento da população moçambicana tenha acesso a energia da rede nacional até ao fim do quinquénio prestes a findar e os restantes no período 2025/2030.

“O projecto visa acelerar o acesso universal à electrificação rural no nosso país. Tem sido um sucesso, tendo em conta que foi possível de 2020 até ao final do ano 2023 ligar 60 postos administrativos a energia da rede nacional”, disse Samuel Gazite.

Afirmou que no período referido, o governo desembolsou 78 milhões de dólares, dos quais 45 milhões foram alocados a EDM e 31 milhões ao FUNAE.

O outro desafio, apontado pela fonte tem haver com o plano de electrificação no presente ano, que projecta 570 mil novas ligações em todo território nacional, das quais 320 pela EDM e 250 pelo FUNAE.

No ano transacto em todo país foram efectuadas 536 mil novas ligações. Até ao fim do ano do ano passado 3.260.000 famílias tinham acesso a energia da rede nacional.

O projecto “Energia para todos” é uma iniciativa importante para o desenvolvimento de Moçambique. A electrificação dos postos administrativos é um passo fundamental para melhorar a qualidade de vida das populações rurais, que têm acesso a serviços básicos como educação, saúde e comunicação.

O projecto também tem um impacto positivo na economia do país, ao permitir o desenvolvimento de actividades económicas nas zonas rurais.

Hamas regista 26.257 mortos em Gaza

O Ministério da Saúde do Hamas anunciou que 26.257 pessoas perderam a vida, em sua maioria mulheres, adolescentes e crianças, na Faixa de Gaza, desde o início da guerra com Israel, em 7 de outubro.

De acordo com o grupo islâmico palestino, que está no poder em Gaza, nas últimas 24 horas, 174 pessoas foram mortas, e 64.797 ficaram feridas.

O relatório anterior do Hamas, datado de 26 de janeiro, indicava 26.083 mortos.

Em 7 de outubro, o grupo islâmico palestino Hamas, que governa a Faixa de Gaza desde 2007 e é designado como organização terrorista pelos Estados Unidos, União Europeia e Israel, realizou um ataque sem precedentes em território israelense.

O ataque, o maior desde a criação do Estado de Israel em 1948, resultou em 1.139 mortes, na maioria civis, de acordo com o mais recente balanço das autoridades israelenses. Além disso, cerca de 250 pessoas foram feitas reféns, com 127 delas ainda em cativeiro.

Elefante selvagem mata agricultor em Massingir

Um cidadão morreu, na sexta-feira, vítima de um ataque de elefante no distrito de Massingir, na província de Gaza.

O homem, de 50 anos, estava a trabalhar na sua machamba, na aldeia de Marrenguele, quando foi surpreendido pelo elefante que se evadiu do Parque Nacional do Limpopo.

O animal atacou o homem com os seus dentes e presas, causando-lhe ferimentos fatais.

A administradora do distrito de Massingir, Esmeralda Muthemba, disse que apesar das dificuldades, estão a ser tomadas medidas para capturar o elefante.

“Os conflitos homem-fauna bravia são reportados todos os dias, tornando-se mais preocupante a situação nos últimos dias, em que ataques têm resultado em morte de pessoas”, disse Muthemba.

Este é o segundo caso de morte de pessoas por elefantes no distrito de Massingir no mês de janeiro. O primeiro caso ocorreu a 17 de janeiro, na aldeia de Nhampane.

A administradora do distrito apelou à população para ter cuidado e evitar entrar em áreas próximas do Parque Nacional do Limpopo.

O ataque ocorreu por volta das 10h00 da manhã, na aldeia de Marrenguele, que fica a cerca de 10 quilómetros da Vila-sede do distrito de Massingir.

O homem, que não foi identificado, estava a trabalhar na sua machamba quando foi surpreendido pelo elefante.

O animal atacou o homem com os seus dentes e presas, causando-lhe ferimentos fatais.

O homem morreu no local.

Os conflitos entre humanos e fauna bravia têm-se agravado nos últimos anos em Moçambique, devido a uma série de factores, incluindo as mudanças climáticas.

O aumento das temperaturas e a redução das chuvas estão a reduzir as áreas de pastagens e água disponíveis para a fauna bravia, o que os obriga a aproximar-se das zonas habitadas.

Estes conflitos têm causado a morte de pessoas, animais e danos materiais.

Exército do Mali e rebeldes separatistas do Norte terminam acordo de paz

(FILES) Tuaregs fighters of the Coordination of Movements of the Azawad (CMA) drive near Kidal, northern Mali on September 28, 2016, where rival groups have clashed in recent weeks over the country's shaky peace deal. The ex-rebels from the Coordination of Azawad Movements (CMA) in northern Mali said on September 11, 2023 they were in a "time of war" with the ruling junta, in a statement received by AFP. The CMA, an alliance of Tuareg-dominated groups seeking autonomy or independence from the Malian state that was signatory to a 2015 peace deal, called on all residents of Azawad to "go to the field to contribute to the war effort" in a statement also distributed on social media networks. (Photo by STRINGER / AFP)

O acordo de paz que existia entre o governo do Mali e os rebeldes separatistas do Norte chegou ao fim na quinta-feira. O anúncio foi feito pelo exército do país.

De acordo com a Agência France-Presse, o fim do acordo, em vigor desde 2015, tem efeitos imediatos.

O acordo em causa existia desde 2012 e era considerado essencial num país que, desde 2012, tem vindo a ser atingido por uma onda de violência jihadista.

Causas do fim do acordo

O porta-voz do governo, citado pela AFP, disse que a junta militar culpa “a mudança de postura de alguns grupos signatários do acordo”, mas também “actos hostis” levados a cabo pelo mediador principal deste acordo, a Argélia.

A junta militar tomou o poder no Mali em agosto de 2020, depois de um golpe de Estado. Os rebeldes separatistas do Norte têm criticado a junta militar, acusando-a de não cumprir os termos do acordo de paz.

Consequências do fim do acordo

O fim do acordo de paz é um revés para os esforços de paz no Mali. O país está a enfrentar uma onda de violência jihadista há vários anos, e o acordo era visto como uma forma de promover a estabilidade na região.

O fim do acordo também pode levar a um aumento da violência no Norte do Mali. Os rebeldes separatistas podem voltar a intensificar os ataques contra o governo e as forças de segurança.

Reações internacionais

A União Africana (UA) já expressou preocupação com o fim do acordo de paz. A UA disse que está a acompanhar a situação no Mali e que está pronta para ajudar o país a encontrar uma solução pacífica.

Os Estados Unidos também expressaram preocupação com o fim do acordo de paz. O governo dos Estados Unidos disse que está a trabalhar com os parceiros internacionais para encontrar uma solução para a crise no Mali.

Professores em Cabo Delgado não recebem salários há quase três meses

Cerca de 15 mil professores de Cabo Delgado, província do norte de Moçambique, estão sem salários há quase três meses. A falta de pagamento começou em setembro de 2023 e, até ao momento, não há uma explicação oficial para a situação.

Os professores que falaram com a imprensa, sob anonimato por medo de represálias, dizem que estão a viver uma situação de grande dificuldade. Muitos deles têm famílias para sustentar e estão a recorrer a empréstimos para comprar alimentos e pagar as contas.

“Estou a passar por um momento muito difícil. Não tenho como sustentar a minha família”, disse um professor de uma escola primária em Pemba. “Estou a pedir ajuda ao governo para que resolva esta situação o mais rápido possível.”

A Direcção Provincial de Educação e Desenvolvimento Humano de Cabo Delgado e os Serviços Provinciais de Economia e Finanças ainda não reagiram ao assunto.

Jovem russa condenada a 27 anos de prisão por assassinato de bloguista pró-Kremlin

A justiça russa condenou a 27 anos de prisão Daria Trepova, uma jovem acusada do assassínio à bomba, em abril de 2023, de um bloguista russo especializado na invasão da Ucrânia.

A sentença foi proferida pelo tribunal militar de São Petersburgo, depois de a acusação ter pedido uma pena de 28 anos.

Esta é a sentença mais severa proferida publicamente contra uma mulher na Rússia desde a queda da URSS, informou a agência Ria Novosti.

O bloguista Vladlen Tatarskiï, cujo nome verdadeiro é Maxime Fomin, foi morto em abril de 2023 depois de aceitar uma estatueta com uma armadilha, num café de São Petersburgo, das mãos de Daria Trepova.

A explosão também feriu cerca de 30 pessoas.

Trepova foi detida por terrorismo e colocada numa cadeia, com Moscovo a acusar Kiev e agentes do opositor preso Alexei Navalny de estarem por detrás da operação.

Durante o interrogatório e durante o julgamento, a jovem sempre garantiu que não sabia que estava a carregar uma bomba, mas antes um dispositivo de escuta, mostrando-se envergonhada por ter sido manipulada.

Trepova alegou ter agido a pedido de uma pessoa na Ucrânia que conhecia apenas como ‘Guechtalt’ e que esta pessoa lhe garantiu que a estatueta com armadilha continha um microfone.

A jovem assegurou ainda que aceitou a missão devido à sua oposição ao ataque lançado pela Rússia contra a Ucrânia, que a vítima apoiou e sobre a qual escrevia nas redes sociais.

Kiev nunca confirmou o seu envolvimento neste assassínio e as autoridades ucranianas disseram acreditar que se tratou de um acerto de contas interno nos círculos nacionalistas russos.

A sentença de Trepova foi recebida com indignação por muitos na Rússia, que a consideram excessivamente severa. Os defensores da jovem argumentam que ela foi manipulada e que não deveria ser responsabilizada pelo seu ato.

A sentença também foi criticada por grupos de direitos humanos, que a consideram um exemplo da crescente repressão contra a dissidência na Rússia.

Apreendidas 500 mil metros de rede de pesca ilegal

A Lei de Pescas de Moçambique proíbe a importação, a comercialização e a utilização de redes de pesca de arrasto com malhagem abaixo dos 50 milímetros. A medida visa proteger as espécies marinhas ainda em fase de crescimento.

No entanto, há comerciantes e pescadores que continuam a usar redes ilegais.

No ano passado, as autoridades apreenderam mais de 500 mil metros de rede de pesca com malha abaixo de 50 milímetros. As redes estavam empilhadas em 50 fardos de 100 peças, sendo que cada uma delas tem 100 metros de comprimento.

As redes são importadas ilegalmente, geralmente de países como a Índia. Os importadores colocam as redes ilegais no fundo dos contentores, misturadas com redes permitidas, para tentar driblar as autoridades.

O director da Divisão de Pescas no INAMAR, organismo responsável pela fiscalização das pescas em Moçambique, alerta que o uso de redes ilegais é um crime grave. Os pescadores que forem apanhados a usar este tipo de redes podem ser multados até 80 salários mínimos da Função Pública e até mesmo presos, com penas que vão de dois a oito anos.

Os pescadores também têm a obrigação de indicar o vendedor das redes ilegais. Os vendedores, por sua vez, podem ser multados até 80 salários mínimos.

Nos primeiros 20 dias do presente ano, um pescador já foi encontrado em Inhambane a pescar com redes ilegais. O pescador foi multado e teve a sua embarcação apreendida.

As autoridades estão a intensificar a fiscalização para combater o uso de redes ilegais.

Presidente Filipe Nyusi dá aval à lei relativa ao Recenseamento Eleitoral

O Presidente da República, Filipe Nyusi, deu a sua aprovação à Lei de Revisão Pontual da Lei nº 5/2013, de 22 de Fevereiro, que estabelece o Quadro Jurídico do Recenseamento Eleitoral Sistemático para a realização de Eleições.

A promulgação desta lei ocorreu após a sessão parlamentar, na qual foi debatido o dispositivo legal que regula o recenseamento eleitoral no país.

Durante a reunião de quarta-feira, o parlamento aprovou a alteração da Lei do recenseamento eleitoral, respondendo assim às críticas dos partidos políticos em relação às datas inicialmente propostas, que coincidiam com a época chuvosa. Os partidos argumentavam que tal situação prejudicaria a participação de todos os cidadãos no processo.

Ex-conselheiro de Trump condenado por desafiar investigação no Congresso

Peter Navarro, ex-conselheiro do ex-Presidente Donald Trump, foi condenado por desacato ao Congresso após recusar-se a colaborar na investigação sobre a invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

Navarro é o segundo assessor de Trump a ser condenado por desrespeitar o Congresso, seguindo Steve Bannon. Ambos foram sentenciados a quatro meses de prisão, mas Bannon permanece em liberdade aguardando recurso.

Navarro, que atuou como conselheiro comercial na Casa Branca, prometeu recorrer, alegando o privilégio executivo invocado por Trump. O juiz rejeitou o pedido de novo julgamento, argumentando que não demonstrou influência externa na decisão do júri.

Quatro menores detidos após roubarem computador na Procuradoria de Chimoio

Quatro menores, com idades entre 12 e 14 anos, foram detidos na província de Manica, centro de Moçambique, indiciados de roubo de um computador e diverso material informático na Procuradoria da Cidade de Chimoio.

Os menores, que já têm um histórico criminal, são liderados por Ericha Luís, de 12 anos de idade. Luís já foi detido anteriormente em conexão com vários casos de roubo, incluindo um assalto a um estabelecimento comercial onde subtraiu 600 mil meticais.

O líder da quadrilha também é responsável por arrombamentos de viaturas e furtos de computadores, celulares e carteiras com valores monetários.

De acordo com a Polícia da República de Moçambique (PRM), Luís e os seus comparsas conseguiram entrar na Procuradoria da Cidade de Chimoio por uma porta lateral que estava aberta. Uma vez no interior do edifício, roubaram um computador e outros equipamentos informáticos.

“É surpreendente como estes meninos cometem crimes, sobretudo nos estabelecimentos comerciais. Até já tiraram um cofre contendo valores monetários e congeladores”, disse o porta-voz da PRM em Manica, Mateus Mindú.

A polícia está a trabalhar para localizar os mandantes dos roubos cometidos pela quadrilha de menores.

“Eles têm um histórico criminal que assusta porque são menores de idade. Muito cedo entraram para o mundo do crime. Estão a semear terror na cidade”, disse Mindú.

Entretanto, a PRM anunciou a detenção de um cidadão, nas últimas 24 horas, por burla. O indiciado, que se faz passar por um agente do M-Pesa, Serviço de carteira móvel, obteve de forma fraudulenta um valor monetário de 50 mil meticais.

Trata-se de um professor de profissão e está afecto a uma das escolas da província de Manica.

Renamo anunciará candidato presidencial em Abril

O partido Renamo anunciou que vai eleger o seu próximo presidente na primeira quinzena do mês de Abril. A decisão foi tomada na XXX sessão ordinária da Comissão Política do partido, que decorreu, em Maputo.

O porta-voz da Comissão Política, Alberto Magumisse, disse que o Conselho Nacional, órgão máximo do partido, vai realizar-se na primeira quinzena de Abril para eleger o novo presidente.

“Dedicámos convocar a primeira sessão do Conselho Nacional para a primeira quinzena do mês de Abril e decidimos criar um grupo de trabalho de preparação da sessão ordinária do Conselho Nacional e instruir o secretariado geral para criar as condições logísticas para o evento e criar brigadas para os trabalhos em províncias”, disse Magumisse.

De acordo com o estatuto do partido Renamo, é no Conselho Nacional onde são tomadas as decisões orientadoras do partido, das quais o Congresso e as eleições internas para a escolha do novo presidente, que no caso será sucessor de Ossufo Momade.

Momade, que foi eleito presidente da Renamo em 2019, anunciou em dezembro passado que não se recandidataria ao cargo nas eleições presidenciais de 2024.

Ainda não foram anunciados nomes de candidatos à liderança da Renamo, mas acredita-se que o atual vice-presidente, Manuel Bissopo, é um dos favoritos.

Outros nomes que têm sido apontados como possíveis candidatos são o ex-ministro da Defesa, Jaime Neto, e o ex-ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane.

A eleição do novo presidente da Renamo é um momento importante para o partido, que se prepara para as eleições legislativas, presidenciais e provinciais de 2024.

Médicos palestinos removem estilhaço de um quilo de um homem ferido em Gaza

Médicos do Crescente Vermelho Palestiniano (PRCS) realizaram com sucesso uma operação para remover um estilhaço de um quilo de um homem palestiniano que foi ferido nos combates entre as forças israelenses e o Hamas na Faixa de Gaza.

O homem, de 60 anos, foi atingido no ombro por um estilhaço de um míssil disparado pelas forças israelenses. Ele foi levado ao Hospital PRCS Al-Amal em Khan Yunis, onde foi submetido a uma cirurgia de seis horas.

Os médicos do PRCS disseram que o estilhaço era de grandes dimensões e que a operação foi complexa. No entanto, eles conseguiram remover o estilhaço com sucesso e o homem está agora a recuperar.

O sucesso da operação é notável dado os recursos limitados e as condições desafiadoras impostas pelo cerco israelita à Faixa de Gaza. O hospital Al-Amal está localizado na cidade de Khan Yunis, que está a ser fortemente bombardeada pelas forças israelenses.

O exército israelita continua as suas operações terrestres no sul da Faixa de Gaza, apesar dos apelos internacionais para um cessar-fogo. Os combates já provocaram a morte de mais de 200 palestinianos, incluindo mulheres e crianças.

A operação foi realizada por uma equipa de 12 médicos e enfermeiros do PRCS. A cirurgia durou seis horas e foi realizada sob anestesia geral.

Os médicos utilizaram uma combinação de técnicas cirúrgicas para remover o estilhaço. A operação foi complexa devido ao tamanho e à localização do estilhaço.

O homem ferido está agora a recuperar no Hospital Al-Amal. Ele está a receber antibióticos e analgésicos para controlar a dor.

O Hospital Al-Amal está localizado na cidade de Khan Yunis, que está a ser fortemente bombardeada pelas forças israelenses. O hospital está a receber um grande número de feridos, o que está a colocar uma pressão significativa nos recursos do hospital.

Os médicos do PRCS estão a trabalhar em condições desafiadoras. Eles estão a enfrentar a falta de recursos, a falta de segurança e o risco de serem atingidos por bombardeamentos.

Apesar das dificuldades, os médicos do PRCS estão a continuar a trabalhar para salvar vidas.

Aumento de 352% nas multas por estacionamento irregular em Maputo

A Polícia Municipal (PM) de Maputo sancionou 95 condutores por estacionamento irregular no período entre 1 a 14 de janeiro de 2024, o que representa um aumento de 352% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A porta-voz da PM, Arsénia Miambo, disse que o aumento das multas reflete a intensificação da fiscalização por parte da corporação.

“A Polícia Municipal prestou maior atenção, no âmbito do plano operativo “NKULUNGULANE”, em várias artérias da cidade, onde foram verificadas estas transgressões e, depois de esgotados todos mecanismos de diálogo, avançou-se para algumas correcções de anomalias extremas, que culminaram com as 95 multas aplicadas”, disse Miambo.

Os estacionamentos irregulares mais comuns são aqueles realizados em locais proibidos, com multas de mil meticais (cerca de 15,7 dólares). Também são considerados estacionamentos irregulares o estacionamento demorado e abusivo.

No mesmo período, a PM também aplicou 13 multas por encurtamento e desvio de rotas pelos transportadores semi-colectivos de passageiros, e autuou 13 carrinhas de caixa aberta (vulgo “My Love”) que transportavam passageiros sem licença.

No entanto, as autoridades decidiram não aplicar multas aos estabelecimentos emissores de poluição sonora, optando por sensibilizar os infractores.

A PM também promoveu 16 reuniões de ligação polícia-comunidade em diversos distritos de Maputo, no âmbito do reforço à vigilância popular.

Padre confessa ter recomendado a fiéis apostar em cavalo vencedor

O padre Paddy Byrne, da diocese de Kildare & Leighlin, na Irlanda, admitiu ter sugerido aos fiéis, durante a missa antes do Natal, que apostassem num cavalo específico numa corrida de saltos. O cavalo, chamado Hewick, acabou por ganhar a corrida, com probabilidades de 12 em 1.

A corrida, denominada Ladbrokes King George VI Chase, é uma das mais importantes do calendário de saltos na Irlanda. É realizada no Boxing Day, dia 26 de dezembro, e atrai milhares de espectadores e apostadores.

O padre Byrne, que tem 46 anos, é conhecido por ser um entusiasta das corridas de cavalos. Ele disse ao podcast Champ.ie que “adora” o cavalo Hewick e que achava que ele tinha “grandes possibilidades” de vencer a corrida.

“Tenho um presente de Natal para todos vós”, disse o padre durante a missa. “Há um cavalinho, e eu adoro este cavalo. Chama-se Hewick e vai participar na corrida King George na terça-feira. O meu pequeno presente é que, se puderem, coloquem algum dinheiro nele.”

O padre Byrne disse que ficou surpreendido com a vitória de Hewick. “Eu sabia que era um bom cavalo, mas não estava à espera que ganhasse”, disse ele. “Foi uma vitória incrível.”

O padre disse que os corretores das apostas tiveram de fechar mais cedo, tal foi a afluência de apostas no cavalo Hewick. “Acho que toda a gente teve um dia próspero”, disse ele.

A notícia da aposta do padre Byrne causou alguma controvérsia. Alguns críticos disseram que o padre não deveria ter feito sugestões de apostas durante a missa. Outros disseram que o padre estava apenas a tentar ajudar os fiéis a ganhar dinheiro.

O padre Byrne disse que não se arrepende da sua decisão. “Eu só estava a tentar ajudar as pessoas”, disse ele. “Se eu pudesse voltar atrás no tempo, faria a mesma coisa.”

Manica: Enchentes e queimadas descontroladas deixam milhares de pessoas isoladas e sem alimentos

Milhares de pessoas estão sitiadas em Nguawala, no distrito de Macossa, na província de Manica, devido à subida dos caudais de rios sazonais e a queimadas descontroladas.

As enchentes cortaram a circulação rodoviária dos principais acessos a Nguawala, isolando todo o posto administrativo do resto do distrito e província.

“Neste período chuvoso, Nguawala tem este problema de facto, fica sem comunicação durante algum tempo. A sede de Ngawala está toda ela sitiada”, disse António Dinis, administrador distrital.

As queimadas descontroladas, por outro lado, destruíram 44 casas e 36 celeiros precários, deixando 330 pessoas sem abrigo e sem alimentos.

“Muitas pessoas alimentam-se de mangas e tubérculos silvestres”, disse Lázaro Tauzene, um morador local.

Perante a situação, as autoridades equacionam a colocação de duas pontes metálicas sobre os rios Vunduzi e Mwavi, para se ultrapassar o problema de isolamento sazonal da região.

As enchentes e queimadas têm um impacto devastador na vida das pessoas afetadas.

Além de provocar o isolamento das comunidades, as enchentes também podem causar danos a infraestruturas, como pontes e estradas, dificultando o acesso a serviços básicos, como saúde e educação.

As queimadas, por outro lado, podem destruir plantações, casas e florestas, levando à perda de meios de subsistência e à insegurança alimentar.

As autoridades devem implementar medidas de prevenção para reduzir o impacto das enchentes e queimadas.

Entre estas medidas, estão a construção de infraestruturas de proteção, a sensibilização das comunidades para os riscos e a promoção de práticas agrícolas sustentáveis.

As comunidades também podem tomar medidas individuais para reduzir o risco de serem afetadas por estes fenómenos, como a construção de casas em locais elevados e a limpeza das áreas circundantes para reduzir a propagação do fogo.

Silo auto inaugurado em Maputo

O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Eneas Comiche, inaugurou o Silo Auto do Mercado Central, uma infra-estrutura de três pisos com capacidade para o estacionamento de 440 viaturas.

A cerimónia de inauguração teve lugar na manhã de sexta-feira, no espaço anexo ao Mercado Central, na Avenida 25 de Setembro, na baixa da cidade.

O silo auto é uma obra de grande importância para a cidade de Maputo, pois vai contribuir para a melhoria da mobilidade urbana e para a organização do comércio informal.

A infraestrutura conta com três pisos, sendo que o piso térreo é dedicado ao estacionamento de viaturas, o primeiro piso alberga mais de 300 bancas e o segundo piso nove lojas.

O silo auto foi construído pelo Conselho Municipal de Maputo, com um investimento de cerca de 5,2 milhões de dólares.

O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Eneas Comiche, destacou a importância da obra para a cidade.

“Este silo auto é uma obra importante para a cidade de Maputo, pois vai contribuir para a melhoria da mobilidade urbana e para a organização do comércio informal”, disse Comiche.

O edil de Maputo também salientou que a obra vai gerar emprego e dinamizar a economia da cidade.

“Esta obra vai gerar emprego e dinamizar a economia da cidade”, disse Comiche.

O silo auto já está aberto ao público e está disponível para uso de todos os munícipes.

Deputada sul-coreana atacada com pedra na cabeça

Uma deputada sul-coreana, Bae Hyunjin, do Partido do Poder Popular, foi atacada na cabeça com uma pedra na quinta-feira, em Seul. A mulher, de 40 anos, foi levada para o hospital, mas não sofreu ferimentos graves.

O ataque ocorreu por volta das 20h30, no distrito de Gangnam, em Seul. Bae Hyunjin estava a passear quando foi abordada por um homem que lhe perguntou se ela era a deputada do Partido do Poder Popular. Depois de Bae responder que sim, o homem a atacou com uma pedra.

A deputada foi atingida na cabeça e sofreu uma ferida aberta de cerca de um centímetro. Não houve sangramento significativo ou qualquer fratura, mas Bae Hyunjin foi levada para o Hospital Universitário Soon Chun Hyang, na capital sul-coreana.

A polícia de Seul deteve o agressor, que é um homem de 40 anos. O homem foi acusado de agressão e está sob investigação.

O ataque a Bae Hyunjin é o segundo ataque a um político sul-coreano em menos de um mês. Em 3 de dezembro, o líder da oposição, Lee Jae-myung, foi esfaqueado no pescoço. Lee Jae-myung foi submetido a cirurgia e já regressou ao trabalho.

Estes ataques têm levantado preocupações sobre a segurança dos políticos sul-coreanos. O Partido do Poder Popular condenou o ataque a Bae Hyunjin e exigiu que o governo tome medidas para proteger os políticos.

O governo sul-coreano já disse que está a tomar medidas para aumentar a segurança dos políticos.

Milhares de eslovacos protestam contra reforma do código penal

Milhares de eslovacos manifestaram-se em Bratislava e noutras 15 cidades do país contra a reforma do código penal do primeiro-ministro, Robert Fico, num protesto organizado pela oposição sob o lema “Paramo-los!”.

A reforma, que foi aprovada pelo Governo com um procedimento de urgência, contempla a abolição da Procuradoria Especial Anticorrupção, a redução substancial das penas para delitos económicos e a redução para metade dos prazos de prescrição para crimes de corrupção.

Os participantes nos protestos, que foram pacíficos, gritaram slogans como “Fico mafioso” ou “Fico para a prisão”, uma vez que o primeiro-ministro é suspeito de querer, com esta reforma, encobrir crimes de corrupção dos seus correligionários.

A Procuradoria Especial Anticorrupção que pretende eliminar tem também a seu cargo vários casos importantes que afetam políticos do partido no poder, o SMER.

Entre eles, destacam-se o antigo chefe da polícia Tibor Gaspar e o atual vice-presidente do Parlamento, Peter Ziga, bem como o governador do banco central, Peter Kazimir, e um antigo chefe dos serviços secretos.

O Ministério Público do país supervisiona ainda investigações contra oligarcas suspeitos de corrupção com subvenções agrícolas e contratos públicos, delitos fiscais e assédio a jornalistas.

Os protestos foram organizados por grupos de oposição progressistas, liberais e democratas cristãos. Em Bratislava, a manifestação reuniu cerca de 10 mil pessoas, que marcharam do centro da cidade até ao Parlamento.

Nas outras 15 cidades, as manifestações reuniram entre 1.000 e 5.000 pessoas.

Os participantes nos protestos foram pacíficos e não registaram incidentes.

A reforma do código penal tem sido fortemente criticada pela oposição, pela sociedade civil e por organizações internacionais.

A chefe de Estado, Zuzana Caputova, disse que a reforma pode causar “danos irreparáveis” à sociedade eslovaca.

A União Europeia também expressou preocupação com a reforma, dizendo que pode prejudicar a luta contra a corrupção na Eslováquia.

É provável que os protestos continuem nos próximos dias e semanas. A oposição está a tentar pressionar o Governo a retirar a reforma.

No entanto, é improvável que o Governo ceda às pressões da oposição. Fico já disse que está determinado a implementar a reforma

Comerciantes do Mercado Central de Quelimane queixam-se de lentidão na reconstrução

Comerciantes do Mercado Central de Quelimane, que foi destruído por um incêndio de grandes proporções em agosto de 2023, queixam-se da lentidão na reconstrução da infra-estrutura.

O incêndio, que ocorreu na madrugada de 1º de agosto, destruiu 500 barracas e deixou cerca de 2.500 famílias desamparadas.

Após o incêndio, o município de Quelimane lançou um processo de reconstrução do mercado, com o objetivo de construir uma infra-estrutura moderna e segura.

No entanto, os comerciantes dizem que os trabalhos estão a andar a passo de caracol.

“Os trabalhos estão muito lentos para aquilo que visa acabar com o sofrimento das famílias”, disse Abrão Mobrica, chefe da Associação dos Comerciantes Informais de Quelimane.

“É preciso que o presidente do município desça ao mercado, junte-se à empreitada que está a trabalhar de forma muito lenta, pavimente o piso afectado pelo incêndio, pelo menos do lado frontal e nos entregue para nós continuarmos a reconstruir para a retoma das nossas vidas e das nossas famílias”, acrescentou.

Santos Moreira, outro comerciante do Mercado Central, diz que o processo de reconstrução está a atrasar porque o município se comprometeu em pavimentar o mercado e depois entregar aos legítimos proprietários.

“Estamos há seis meses, mas nada acontece, as bancas frontais em construção estão a ser feitas de forma individual e não com o Conselho Municipal”, disse.

O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, diz que a reconstrução está a avançar e que a edilidade conseguiu cerca de 400 mil dólares para construir de raiz a zona afectada pelo incêndio.

“Nós já assinámos um memorando de entendimento com uma organização que vai transferir, de forma substancial, aqueles fundos para reabilitação”, disse.

“O mercado será o melhor e mais moderno de Moçambique, esse é o nosso desafio”, prometeu.

Enquanto isso, os comerciantes continuam a vender na rua, o que está a causar congestionamento no trânsito e prejudicando as vendas.

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