Jacob Zuma, ex-presidente da África do Sul, acusa o seu sucessor, Cyril Ramaphosa, de desrespeitar a Justiça por não comparecer a tribunal num processo movido pelo ex-presidente contra o atual.
No ano passado, Zuma iniciou um processo contra Ramaphosa devido à suposta inação do procurador público Billy Downer, que teria tentado obstruir um caso judicial relacionado com suborno e alegada corrupção na compra de armamento pelo país.
A decisão sobre este processo particular de Zuma contra Ramaphosa foi adiada pelo Tribunal Superior de Gauteng, em Joanesburgo, para 6 de agosto. Zuma alega que o não comparecimento do seu sucessor ao tribunal constitui um desrespeito à justiça sul-africana e considera a liderança de Ramaphosa como um problema para o país.
Recentemente, Zuma anunciou a sua dissidência do antigo movimento nacionalista africano, o ANC, no qual militou desde os anos 1960, e fundou o novo partido político uMkhonto weSizwe (MKP), com o objetivo, segundo afirma, de salvar a nação do ANC liderado por Ramaphosa.
As autoridades detiveram o chefe do posto administrativo de Lumbo e o responsável das operações da Polícia Municipal na Ilha de Moçambique, província de Nampula, por suspeitas de envolvimento em tráfico de drogas.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) agiu com base numa denúncia sobre uma residência que alegadamente servia de ponto de receção e venda de estupefacientes. Após investigação, o proprietário da habitação, também detido, foi identificado e neutralizado.
A porta-voz do SERNIC, Enina Tsinine, relatou que durante a detenção foram apreendidos cerca de 50 quilogramas de cocaína e heroína, além de 70 mil meticais em dinheiro. Enina Tsinine também informou que os suspeitos não agiam isoladamente, e estão em curso esforços para identificar e deter outros elementos envolvidos no esquema de tráfico.
Por outro lado, o chefe do posto de Lumbo e o chefe das operações da Polícia Municipal da Ilha de Moçambique afirmaram à imprensa que encontraram as drogas abandonadas na rua durante uma perseguição a jovens, que alegadamente teriam retirado a droga de um local onde fora contrabandeada.
As fortes chuvas que assolaram diferentes regiões do Quénia resultaram em tragédia, deixando um saldo de pelo menos 120 pessoas mortas e cerca de 15 mil deslocadas, de acordo com a informação divulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU).
As chuvas torrenciais e as inundações súbitas causaram perdas humanas e destruição significativa de infraestruturas em várias partes do país. Cinco das principais estradas foram cortadas devido às inundações, incluindo a Garissa Road, no norte do Quénia, onde um autocarro com 51 passageiros foi arrastado pelas águas.
Os relatórios indicam que nove dos 47 distritos do país foram afetados por deslizamentos de terra nas regiões centrais. A agência de gestão de catástrofes do Quénia emitiu um alerta de cheias para os residentes próximos do rio Tana, após as inundações terem rompido barragens a montante.
Nos anos anteriores, o Quénia registou milhares de mortes devido a inundações durante as épocas chuvosas. Os meteorologistas preveem que a estação chuvosa atual atingirá o pico no final de abril e diminuirá em junho.
O prazo para a apresentação de candidaturas à Presidência da República em Moçambique está a aproximar-se do fim, mas até agora nenhum dos três partidos com assentos no Parlamento anunciou oficialmente os seus candidatos.
Enquanto a Frelimo e a Renamo já discutiram o assunto, o MDM mantém-se em total silêncio.
Em 9 de outubro de 2024, os moçambicanos irão às urnas para eleger o próximo Presidente da República, bem como o novo Parlamento e as lideranças provinciais.
Segundo o calendário eleitoral divulgado pela Comissão Nacional de Eleições, os partidos políticos têm apenas 59 dias, a partir de hoje, 10 de abril, para finalizar e submeter ao Conselho Constitucional as suas candidaturas presidenciais. Até o momento, nenhum partido revelou publicamente o seu candidato presidencial.
A Frelimo realizou, entre 5 e 6 de abril, a terceira sessão ordinária do Comité Central, esperando-se que o candidato presidencial fosse anunciado. Contudo, tal não aconteceu, levando à expectativa de que o candidato seja revelado numa reunião extraordinária.
A Renamo, o maior partido de oposição, encontra-se numa situação semelhante. Num contexto de crise interna sobre a liderança, marcou-se uma reunião do Conselho Nacional para o próximo domingo, 14 de abril. Este órgão é responsável por deliberar sobre as candidaturas à Presidência da República, à Assembleia da República e aos governos provinciais.
Enquanto aguardam a resolução da crise interna, a Renamo também enfrenta um teste significativo: o congresso para eleger a nova liderança do partido está agendado para maio.
Por outro lado, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), classificado como a terceira maior força política do país, mantém-se em silêncio absoluto sobre o seu candidato presidencial. Apesar de garantias anteriores de que o candidato seria conhecido até março, o partido ainda não fez qualquer anúncio. O presidente do MDM, Lutero Simango, mencionou abril como prazo final para a indicação do candidato, mas até agora não houve divulgação oficial.
Segundo as deliberações do Conselho Constitucional, os candidatos à Presidência da República devem apresentar uma série de documentos, incluindo fichas com entre 10 e 20 mil assinaturas para apoiar a candidatura, no período de 13 de maio a 10 de junho.
A nova reestruturação da empresa mineira Sibanye-Stillwater na África do Sul coloca mais de 3.000 trabalhadores mineiros em risco de pobreza extrema.
A Sibanye-Stillwater, uma importante empresa mineira sul-africana, anunciou a redução das suas operações e serviços de mineração de ouro no país, o que poderá afetar 3.107 funcionários e 915 empreiteiros. Esta decisão surge devido à incapacidade de gestão da empresa, que está a causar sérias perturbações no setor do ouro.
Em março, a empresa relatou um prejuízo anual de dois mil milhões de dólares em 2023, devido à falha em atingir a produção planeada nas minas de ouro Beatrix 1 e na fábrica Kloof 2. O encerramento do poço Kloof 4 em 2023 resultou na falta de material de processamento suficiente para cobrir as despesas gerais.
Com esta medida, a empresa procura compensar as perdas de produção nas minas de ouro Beatrix 1 e na fábrica Kloof 2, localizadas nas províncias sul-africanas de Estado Livre e Gauteng, que empregam mais de 18 mil trabalhadores.
O sindicato dos metalúrgicos da África do Sul expressou preocupação com a reestruturação da Sibanye-Stillwater, uma das principais produtoras de ouro e minério do mundo, alertando que mergulhará vários trabalhadores mineiros na pobreza.
A ACTIVA – Associação Moçambicana de Mulheres Empresárias e Executivas de Gaza pretende recrutar Oficiais de Entrada de Dados Gestão de Casos. Saiba mais.
A FPB – Future Proof Building, Empresa privada de Engenharia, que actua na área de segurança electrónica e automação predial está a recrutar um (1) Gestor de Qualidade. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor de Projeto/Consórcio. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Recursos Humanos e Administração. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria & Avaliação. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria & Avaliação – Gestão de Casos. Saiba mais.
Venâncio Mondlane submeteu duas novas providências cautelares contra a direção da Renamo, alegando violações do acordo que tinha com o líder Ossufo Momade. Apesar das acusações, Mondlane afirma que permanece comprometido com o partido.
O assessor jurídico de Venâncio Mondlane refuta as informações que circulam nas redes sociais sobre uma suposta intenção do deputado da Renamo de concorrer à Presidência da República numa coligação com o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e partidos extraparlamentares.
Elvino Dias assegura que Mondlane continua a ser membro da Renamo e está a preparar-se para o congresso do partido em maio. Ele desmente os rumores, afirmando que Mondlane não teve conversas com nenhum outro partido e que toda a sua atividade política permanece dentro da Renamo.
Recentemente, circulou um documento nas redes sociais mencionando um perfil político de um candidato à presidência da Renamo, alegadamente aprovado pelo partido numa reunião em Maputo. Esta informação teria levado Mondlane a recorrer novamente à justiça.
O político contesta uma das alegadas decisões dessa reunião, referente à convocação seletiva dos membros para participarem na reunião do Conselho Nacional, marcada para domingo, sem o aviso prévio de 12 dias, como previsto nos estatutos do partido.
Mondlane submeteu uma providência cautelar exigindo que o partido, liderado por Ossufo Momade, respeite integralmente os estatutos e garanta a participação equitativa de todos os 120 membros do Conselho Nacional, fornecendo igualdade de condições logísticas, materiais e financeiras.
Acusações de Mondlane contra Momade surgem no contexto dos preparativos para o congresso do partido, onde se espera que um novo líder da Renamo seja eleito, seguindo um acordo que previa o estrito cumprimento dos estatutos.
Pelo menos 260 professores e 18 mil alunos foram afetados pela conjuntivite hemorrágica em Nampula, o que está a interferir com o normal funcionamento das aulas.
O porta-voz do setor da Educação, Faruk Carimo, revelou que têm sido implementados esforços adicionais para evitar a interrupção das atividades letivas.
Para garantir a continuidade do ensino, o setor adotou a substituição temporária de professores infetados por outros saudáveis, ajustando os horários de aulas conforme necessário.
No entanto, tem-se verificado uma redução significativa de casos de conjuntivite hemorrágica nos últimos tempos na maioria das escolas do distrito de Nampula, coincidindo em grande parte com as medidas adotadas pela autarquia local.
Esta redução é atribuída ao trabalho conjunto entre as escolas e o setor da Saúde, visando implementar medidas para conter a propagação da doença, que já afetou mais de seis mil pessoas em toda a província até o momento.
Um acidente de viação no sudoeste do Paquistão resultou na morte de pelo menos 17 peregrinos e deixou outros 41 feridos, conforme relatado pelas autoridades locais.
Os peregrinos estavam a bordo de um camião na noite de quarta-feira, dirigindo-se para um santuário para celebrar o Eid al-Fitr, que marca o fim do Ramadão, quando o veículo capotou numa ravina.
“Munir Ahmed, funcionário da região de Baluchistão, explicou à agência de notícias France-Presse que o camião estava a circular demasiado rápido e perdeu o controlo numa curva.”
O acidente ocorreu a cerca de 170 quilómetros de Hub, uma cidade no sul do Paquistão, numa área de difícil acesso. Os feridos foram transportados para Carachi, uma cidade localizada mais a sul, na costa.
O médico do principal hospital de Hub, Shaukat Jalbani, confirmou que “pelo menos 17 corpos foram levados para a morgue” e que “mais de 40 pessoas ficaram feridas no acidente, sendo a maioria transferida para Carachi”.
Os peregrinos eram provenientes da região de Sindh e dirigiam-se ao túmulo de Shah Noorani em Hub, como parte das celebrações do Eid al-Fitr, que começaram na quarta-feira.
Os acidentes rodoviários no Paquistão são frequentes e resultam, em parte, de estradas em mau estado, regulamentações pouco rigorosas e condução perigosa. Os veículos de transporte de passageiros, como autocarros e camiões, costumam estar sobrelotados e o uso do cinto de segurança é raro, aumentando os riscos de acidentes.
Numa abordagem de trânsito na cidade de Chicago, Illinois, nos Estados Unidos, ocorrida em 21 de março, um homem negro de 26 anos, Dexter Reed, foi morto pela polícia com 96 tiros. As imagens dessa tragédia foram divulgadas pela Polícia de Chicago na terça-feira.
De acordo com o Gabinete Civil de Responsabilidade Policial (Copa), Dexter teria disparado primeiro contra os polícias, que responderam com uma rajada de tiros. A investigação do Copa está a avaliar se houve uso excessivo de força letal, especialmente porque um único agente terá disparado pelo menos 50 vezes.
Os vídeos divulgados são das câmaras corporais dos cinco agentes envolvidos na ocorrência e mostram mais de 30 momentos desde que os polícias pararam o carro de Dexter até à tragédia que se seguiu.
Segundo informações da emissora norte-americana CBS News, Dexter terá voltado a subir a janela do carro após os avisos dos polícias para que não o fizesse e destrancasse as portas do veículo. Posteriormente, teria disparado contra os agentes.
A polícia, em comunicado, alegou que a abordagem se deu pelo facto de Dexter não estar a usar cinto de segurança. Contudo, a chefe do Copa, Andrea Kersten, questionou a veracidade dessa justificação em carta enviada à superintendência da polícia.
Kersten afirmou que “a Copa não tem certeza de como os polícias poderiam ter detetado essa violação do cinto de segurança, dada a sua posição em relação ao veículo e a tonalidade escura das janelas. Esta evidência levanta sérias dúvidas sobre a validade da paragem de trânsito”.
A Copa recomendou à superintendência que os agentes envolvidos no incidente sejam afastados do cargo, especialmente aquele que realizou 50 disparos, até que a investigação esteja concluída.
Foi restabelecido o tráfego na Estrada Nacional 380, que conecta o Sul e o Norte de Cabo Delgado. A via havia sido cortada em três pontos há cerca de dois meses, na aldeia de Miangaleua, impedindo o fluxo de veículos.
Esta interrupção causou uma crise no abastecimento de produtos essenciais nos distritos de Muidumbe, Mueda, Nangade, Mocímboa da Praia e Palma, todos localizados na região norte de Cabo Delgado.
O restabelecimento do tráfego na estrada foi presenciado pelo Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita, que está em visita de trabalho a esta região do país.
Um homem de 36 anos encontra-se detido pela Polícia da República de Moçambique (PRM) na 2.ª Esquadra, localizada no bairro da Matola “D”, no município da Matola, sob suspeita de posse ilegal de arma de fogo e roubo.
De acordo com relatos dos residentes, o detido tinha um comportamento suspeito, uma vez que não se dedicava a nenhum trabalho para suportar as despesas da casa, incluindo o aluguer e as contas de energia e água.
A porta-voz da PRM na província de Maputo, Carmínia Leite, informou que o indivíduo foi detido pela polícia na zona da Matola 700, em posse de dez munições, sem licença para portar ou usar arma de fogo.
“Com base nas mensagens trocadas entre criminosos, encontradas em posse do detido, concluímos que se trata de um delinquente que roubou a arma na empresa onde trabalhava, com o objetivo de cometer atividades ilícitas”, afirmou Carmínia Leite.
O Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD) expressa preocupação com a falta de supervisão do processo de recenseamento eleitoral por parte dos partidos da oposição em Moçambique, alertando para o risco de possíveis fraudes, especialmente em áreas tradicionalmente associadas à oposição, onde têm sido reportadas falhas frequentes nas máquinas.
Dércio Alfazema, diretor de programas do IMD, sublinha que os partidos da oposição estão a negligenciar a importância da fiscalização do recenseamento, o que pode permitir irregularidades, mesmo num contexto político nacional atípico. Alfazema salienta a ausência de representantes dos partidos políticos nas equipas de recenseamento, o que compromete a sua legitimidade para contestar o processo eleitoral posteriormente.
Em vez de monitorizar o processo e identificar as dificuldades e irregularidades, Alfazema observa que os partidos estão mais focados em resolver disputas internas.
Alfazema enfatiza a necessidade de os partidos se organizarem para fiscalizar o processo desde o recenseamento. Ele prevê que estas eleições possam ser as menos observadas por organizações da sociedade civil e plataformas especializadas, devido à falta de recursos financeiros.
Leonor de Sousa, secretária-geral do MDM, lamenta o aumento da intenção de fraude no atual processo de recenseamento, incluindo registros duplicados e a priorização de membros do partido no poder. Ela critica o processo como sendo problemático e expressa preocupação com as falhas frequentes nas máquinas, sugerindo que possam ser intencionais para dificultar o recenseamento, especialmente em áreas da oposição.
Por sua vez, José Manteigas, porta-voz da Renamo, afirma que o partido está a identificar as barreiras no recenseamento eleitoral e que se pronunciará sobre o assunto oportunamente.
A Guarda Costeira italiana informou que apoiou as autoridades de Malta em operações de resgate após um naufrágio, enviando um barco de patrulha para o local, onde resgatou 22 náufragos.
As operações de salvamento foram descritas como particularmente complexas devido às más condições meteorológicas e do mar, com ondas de até dois metros e meio, de acordo com um comunicado da Guarda Costeira italiana.
Seis dos migrantes resgatados foram encontrados em estado grave de hipotermia e foram levados para o centro de saúde da ilha de Lampedusa para receber tratamento.
Os navios de patrulha da Guarda Costeira italiana passaram toda a noite à procura dos desaparecidos, que, segundo relatos dos sobreviventes, totalizavam 15 pessoas, incluindo três menores de idade.
Mídia local relatou que oito corpos foram encontrados no mar, incluindo o de uma criança. A nona vítima morreu após chegar a Lampedusa.
A embarcação transportava migrantes da Guiné Equatorial, Burkina Faso, Mali e Costa do Marfim, partindo de Sfax, na Tunísia, no domingo à noite. O número total de migrantes a bordo ainda não foi confirmado.
O presidente da Câmara de Lampedusa, Filippo Mannino, lamentou a tragédia, destacando que “mais uma vez uma tragédia marítima de desespero abala a nossa ilha”, expressando preocupação com a repetição deste tipo de incidentes e o custo humano que representam.
A Polícia da República de Moçambique frustrou, recentemente, as atividades de um indivíduo de 24 anos que se fazia passar por médico no Hospital Central de Maputo (HCM).
A detenção ocorreu nas instalações do banco de socorros do hospital, onde o indivíduo foi surpreendido em flagrante. A Polícia agiu após receber informações sobre a presença do falso médico no local.
No momento da sua captura, o impostor estava acompanhado por uma das suas vítimas, que, segundo apurado, havia sido prometida uma consulta de urologia em junho do ano anterior.
O Gabinete de Comunicação e Imagem do HCM destacou que o comportamento suspeito do indivíduo, incluindo as características do uniforme que utilizava e a sua interação deficiente com a equipa de saúde, levantou dúvidas entre os profissionais presentes, levando-os a investigar a sua verdadeira identidade.
O falso médico foi encontrado com vestimentas apropriadas, além de estar na posse de um estetoscópio, carimbo e livro de receitas, elementos que reforçaram as suspeitas sobre a sua atuação ilícita.
Descobriu-se também que o impostor já havia tentado exercer suas atividades fraudulentas nos hospitais da Polana Caniço e do Chamanculo, antes de ser neutralizado pelas autoridades.
A descoberta de restos mortais numa rua da comuna de Ñuñoa, na cidade de Santiago, capital do Chile, deixou os residentes alarmados. No entanto, as autoridades revelaram que o caso está ligado a um “pacto” entre duas freiras.
Segundo informações da imprensa chilena, o corpo encontrado pertencia a uma freira de 58 anos e foi deixado na rua cerca de um ano após a sua morte, por outra freira de 80 anos.
O chefe da Brigada de Homicídios, Juan Fonseca, explicou que “houve um pacto. A pessoa morreu há um ano e a outra guardou-a numa mala pelo carinho que tinha por ela”.
As autoridades estão agora a investigar este acordo entre as duas freiras, que visava “acompanharem-se para além da morte”.
“Fizeram uma amizade e ela dizia que gostava muito dela. Tinham assumido o compromisso de que nenhuma das duas se denunciaria se a outra morresse (…) Ela refere-se a este pacto no sentido de que não se denunciariam e não se registariam, que cuidariam uma da outra até ao fim das suas vidas”, explicou Fonseca.
De acordo com o procurador responsável pelo caso, Francisco Lanas, “segundo as investigações iniciais, o corpo não apresentava lesões atribuídas a terceiros”.
A freira de 80 anos tinha aparentemente planeado guardar a mala com o corpo da amiga enquanto recebia uma visita em sua casa. “Diante da probabilidade de descobrir esta mala com o corpo da amiga, ela decidiu deixá-la na rua. Esta é a única explicação lógica que temos”, adiantou Lanas.
Ativistas dos grupos pró-Palestina ‘Youth Demand’ e ‘Palestine Action’ realizaram uma série de ações em Londres, resultando na pintura com tinta vermelha da sede do Ministério da Defesa do Reino Unido. Cinco pessoas foram detidas.
De acordo com a Sky News, o objetivo das ações era pressionar os parlamentares a imporem um embargo de armas a Israel. Os ativistas também exigiram o fim de todas as licenças futuras para exploração, desenvolvimento e produção de combustíveis fósseis no Reino Unido, incluindo a revogação das licenças de petróleo e gás emitidas desde 2021.
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra os ativistas a pintar as paredes do edifício com tinta vermelha e a erguer uma faixa com a inscrição: “A juventude exige o fim do genocídio”.
Segundo a Polícia Metropolitana, “cinco pessoas foram detidas por danos criminais e encontram-se sob custódia”. A autoridade acrescentou numa publicação nas redes sociais que “nunca toleraremos que pessoas causem danos criminais a edifícios sob o pretexto de protesto”.
O ministro da Defesa britânico, Grant Shapps, afirmou que “as Forças Armadas não podem nem serão intimidadas”. Ele destacou que “aqueles que trabalham no Ministério da Defesa enfrentam ditadores e terroristas todos os dias – muitos deles são patriotas que arriscam suas vidas para nos proteger a todos”. Shapps concluiu dizendo que “os que nos atacam hoje são o oposto, criminosos covardes que devem ser detidos”.
As cheias do rio Longa na província do Kwanza-Sul continuam a afetar dezenas de famílias, deixando muitas delas sem abrigo. As inundações também interromperam as comunicações rodoviárias com a capital e outras áreas do país.
Em Hogíwa, em Porto-Amboim, famílias viram-se obrigadas a procurar refúgio nos pontos mais elevados da localidade. No município do Cacolo, pelo menos 90 casas foram destruídas, afetando cerca de 500 pessoas.
Alguns chefes de família conseguiram recuperar algumas chapas das casas inundadas para improvisar abrigos e proteger as suas famílias.
Um residente local relatou ter construído um abrigo “com chapas de zinco”. “As crianças estão aqui, estamos à espera que o governo nos apoie”, disse.
Muitos salientaram que a ajuda do governo não chegou a todos e que a escassez de alimentos e água potável é um grave problema. “As chapas que foram distribuídas não foram suficientes para todos nós”, lamentou outro residente.
O impacto das cheias do rio Longa não se limita aos residentes de Hogíwa. Também afeta a transitabilidade na estrada nacional n.º 100, que liga Luanda às províncias do Kwanza-Sul, Benguela e Huíla. Os produtos provenientes de Luanda e vice-versa estão retidos neste troço, e os preços nos mercados já começaram a subir, pesando nos bolsos dos consumidores.
Com a água atingindo cerca de dois metros de altura, a estrada foi completamente inundada ao longo de mais de quatro quilómetros. Graças às barreiras laterais instaladas, não ocorreram acidentes, apesar da estrada estar em más condições e praticamente invisível.
Os camionistas receiam que a situação piore com as chuvas que têm afetado o país, deteriorando ainda mais a situação na região.
O Presidente da República visitou o posto administrativo de Lunga, no distrito de Mossuril, em Nampula, de onde partiram as 98 pessoas que perderam a vida no naufrágio no último domingo.
Acompanhado pelo vice-ministro da Justiça e pelo secretário de Estado de Nampula, Filipe Nyusi expressou pessoalmente solidariedade aos sobreviventes, familiares das vítimas e à população local. Ele garantiu que o Governo está a tomar todas as medidas para evitar que uma tragédia semelhante se repita.
“Sabemos que Lunga é um posto administrativo que ainda enfrenta desafios na criação de condições de vida. É necessária uma estrada que ligue Lunga à Ilha de Moçambique”, reconheceu o Chefe de Estado, mencionando que está ciente do estado deteriorado da via.
Nyusi também informou a população de Lunga que o país e outras nações amigas de Moçambique estão solidários com as vítimas do naufrágio.
Por fim, ele assegurou que está nos planos do Executivo criar condições para integrar o posto administrativo na rede nacional de energia.
Alberto Vaquina, antigo Primeiro-ministro de Moçambique, partilha a opinião de que o próximo Presidente da República deve possuir a capacidade de proteger, dignificar e unir a nação moçambicana.
Numa entrevista ao programa CIPCAST do Centro de Integridade Pública (CIP), Vaquina expressou a sua visão sobre o perfil ideal para liderar o país. Ele defendeu que o próximo Presidente deveria considerar a Frelimo como um elemento crucial a ser protegido, dignificado e acarinhado, assim como olhar para Moçambique como a terra onde todos os sonhos podem ser realizados.
Vaquina sublinhou a importância de o próximo líder olhar para as crianças como o futuro do país e para as mulheres como portadoras da semente que merece respeito de todos os cidadãos.
Quanto ao seu próprio papel, Vaquina afirmou estar disposto a apoiar qualquer candidato do seu partido e, se necessário, a assumir as responsabilidades da presidência caso seja eleito pela Frelimo.
Ele expressou abertura para aceitar a posição de Presidente, se essa fosse a vontade do partido, salientando a sua crença na capacidade de lutar pelo bem-estar dos moçambicanos.
Vaquina enfatizou a importância de fortalecer a unidade nacional e evitar divisões dentro da nação, comprometendo-se a trabalhar incansavelmente para alcançar esse objetivo, caso fosse escolhido como Presidente.
O Presidente da Frelimo, Filipe Nyusi, anunciou durante a sessão de encerramento da III Sessão Ordinária do Comité Central que a Comissão Política irá reunir em breve para receber e encaminhar ao Comité Central os nomes dos candidatos à Presidência da República pela Frelimo, no âmbito do processo de sucessão no partido.
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