O governo argentino, liderado por Javier Milei, recusou-se a clarificar se prestou auxílio ao senador brasileiro Flávio Bolsonaro na sua deslocação para os Estados Unidos.
Em conferência de imprensa realizada na terça-feira (03), o porta-voz da Casa Rosada, Adrián Ravier, classificou o tema como “irrelevante” e deu o assunto por encerrado na Argentina.
Ravier justificou a posição da administração argentina afirmando que o parlamentar deu entrada no país através dos postos alfandegários legais, com a documentação em dia e sem que vigorasse qualquer mandado de captura internacional contra si à data da travessia.
Segundo apurou a imprensa, apesar da ordem de apreensão dos passaportes brasileiros emitida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, Flávio Bolsonaro utilizou um passaporte de cidadania italiana — obtido em 2023 — para embarcar no jacto privado em Puerto Iguazú rumo a Miami, com escala no Equador.
















