A Confederação das Associações Económicas (CTA) reafirmou a importância de o Governo implementar as propostas discutidas no âmbito do diálogo entre o sector público e privado, destinadas a combater o aumento dos raptos que têm afectado o empresariado nacional.
Esta declaração foi feita durante uma conferência de imprensa realizada hoje em Maputo, onde o fenómeno dos raptos foi amplamente discutido.
Segundo a CTA, tanto os seus membros como a comunidade empresarial em geral têm pressionado o Governo para adoptar medidas drásticas contra este crime, que tem causado grandes preocupações e insegurança no sector empresarial.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou um novo projeto de lei destinado a melhorar a supervisão da agência federal de prisões, após uma investigação da agência de notícias Associated Press ter revelado casos de corrupção sistémica e abusos no sistema prisional.
A Lei Federal de Supervisão Prisional, aprovada pelo Senado em 10 de julho e pela Câmara dos Representantes em maio, estabelece a figura de um provedor independente. Este novo cargo terá a responsabilidade de responder e investigar denúncias de agressões sexuais e outras condutas criminais cometidas por funcionários prisionais, além de tratar da falta crónica de pessoal, das fugas e das mortes de alto perfil.
A legislação impõe que o inspetor-geral do Departamento de Justiça realize verificações baseadas no risco em todas as 122 instalações prisionais federais, forneça recomendações para corrigir deficiências e atribua uma pontuação de risco a cada instalação.
Colette Peters, diretora da agência federal prisional, elogiou a nova lei durante um depoimento no Congresso esta semana, mas alertou que serão necessários dezenas de milhões de dólares em financiamento adicional para que os serviços possam responder eficazmente à nova supervisão e implementar mudanças significativas e duradouras.
Conforme a nova legislação, o provedor penitenciário federal independente deverá recolher queixas através de uma linha de apoio segura e de um formulário online, investigando e relatando ao procurador-geral e ao Congresso sobre condições perigosas que possam afetar a saúde, segurança, bem-estar e direitos dos reclusos e funcionários.
Além da inspeção das instalações prisionais, a lei exige que o inspetor-geral do Departamento de Justiça comunique qualquer conclusão e recomendação ao Congresso e ao público.
No ano passado, o inspetor-geral Michael Horowitz iniciou um programa de inspeções não anunciadas nas instalações prisionais federais, identificando deficiências críticas como escassez de pessoal em programas de saúde e educação, infraestruturas deterioradas e comida bolorenta servida aos reclusos.
Uma investigação em curso da Associated Press descobriu falhas profundas, até então não relatadas, na agência prisional, que é a maior agência de aplicação da lei do Departamento de Justiça, com mais de 30.000 funcionários, 158.000 reclusos e um orçamento anual de aproximadamente 8 mil milhões de dólares (cerca de 7,5 mil milhões de euros).
Os dados coletados pela AP revelam dezenas de fugas, violência crónica, mortes e uma grave falta de pessoal que dificultam as respostas a emergências, incluindo agressões a reclusos e suicídios.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Projecto – Educação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Educação e Proteção à Criança em Emergências. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Gestão de Dados. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Director(a) do Projecto. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor(a) DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico e GC para Boane. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria & Avaliação – Gestão de Casos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar vinte e sete (27) Oficiais do Projecto LINK. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), no âmbito da implementação do Programa AGE, financiado pela USAID, pretende recrutar uma (1) Assistente Administrativa e Financeira para Quelimane. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Adaptação de Mudanças Climáticas (CCA) e Redução de Risco de Desastres (DRR). Saiba mais.
A ENAIP NET pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Apoio Escolar nos Institutos Beneficiários do Programa PRETEP PLUS. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista e Digitador de Dados-Gestão de Casos. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Analistas e Digitadores de Dados GC. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Coordenadores Provinciais. Saiba mais.
Uma jovem chinesa, conhecida por participar em competições de alimentação, morreu enquanto tentava consumir 10 kg de comida em apenas 10 horas. Pan Xiaoting, de 24 anos, faleceu no dia 14 de Julho enquanto filmava a tentativa extrema.
A autópsia realizada posteriormente revelou que o estômago da jovem estava “deformado” e cheio de “comida não digerida”, conforme relatado pelo TimesNow. Pan, que anteriormente trabalhava como empregada de mesa, era famosa por suas transmissões ao vivo onde comia grandes quantidades de comida enquanto interagia com seus seguidores.
O desafio no qual estava envolvida, conhecido como ‘Mukbang’, exige que os participantes consumam grandes quantidades de alimentos enquanto transmitem ao vivo. Pan Xiaoting já havia sido hospitalizada anteriormente devido a problemas gastrointestinais, mas ignorou os avisos médicos e continuou participando dessas competições.
Sua morte é um alerta sobre os perigos associados à alimentação extrema. Segundo o The Mirror, muitos consideram que a jovem foi “vítima da gula” e que sua trágica morte deve servir como um aviso para outros que participam de desafios semelhantes.
Um jovem de 18 anos foi detido esta terça-feira, em Gironda, pelas autoridades francesas, sob suspeita de planear um ataque terrorista com o objectivo de o realizar durante os Jogos Olímpicos de Paris.
A detenção ocorreu apenas três dias antes da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, marcada para o próximo dia 26 de Julho.
O jovem, cuja identidade não foi revelada, foi apanhado pelos agentes da Direcção Geral de Segurança Interna e está agora sob custódia. A detenção foi efectuada no âmbito de um inquérito aberto pela Procuradoria Nacional Antiterrorista, e o suspeito enfrenta acusações de “associação criminosa terrorista”, conforme o jornal Le Parisien.
Descrito como uma pessoa radicalizada, o jovem foi identificado pelas autoridades através das suas comunicações em redes sociais seguras, onde expressava o seu desejo de cometer um ato violento, especificamente durante os Jogos Olímpicos. No entanto, as investigações estão ainda numa fase preliminar, e os detalhes exactos sobre o plano não foram totalmente divulgados.
Os Jogos Olímpicos de Paris estão programados para decorrer de 26 de Julho a 11 de Agosto, seguidos pelos Jogos Paralímpicos, que se realizarão de 28 de Agosto a 8 de Setembro. As autoridades continuam a monitorizar a situação para garantir a segurança durante os eventos.
O Malawi passará a importar mensalmente 15 milhões de litros de combustível a partir do Porto de Nacala para Lilongwe, utilizando transporte ferroviário. As operações, que começarão ainda este mês, serão geridas pela empresa Nacala Logistics Limited.
Esta nova operação resulta de acordos estabelecidos entre a Nacala Logistics Limited e as Companhias Nacional de Petróleo do Malawi (NOCMA) e a Petroleum Importers Limited, conforme o memorando actualmente em vigor.
Joyce Malongo, especialista em assuntos externos da Nacala Logistics Limited no Malawi, explicou que o início da importação de combustível via Porto de Nacala até Lilongwe deve-se à conclusão das obras de reabilitação da linha ferroviária que liga Balaka a Lilongwe.
Com o início desta nova rota de importação, o Malawi reduzirá gradualmente a utilização do porto de Dar-Es-Salaam, na Tanzânia, para a importação de combustível. Esta rota anterior era considerada onerosa devido ao uso intensivo de meios rodoviários.
Para enfrentar os desafios impostos pelo governo malawiano, a Nacala Logistics possui uma frota de 88 tanques cisternas, com uma capacidade total de 3,5 milhões de litros por cada viagem.
Segundo a RM, a empresa já transportava combustível do Porto de Nacala para Blantyre, mas ainda não havia alcançado Lilongwe, a capital do Malawi, que até agora dependia exclusivamente de combustível transportado por camiões.
Com a reabilitação da linha ferroviária, este marco histórico foi alcançado. No início deste mês, o primeiro carregamento de carvão mineral também foi realizado através desta linha.
Uma adolescente norte-americana de 17 anos, que estava desaparecida há aproximadamente dois meses no estado de Michigan, foi localizada no domingo, em boas condições de saúde, e está noiva de um homem de 44 anos.
Penelope Wise tinha fugido de casa no dia 31 de Maio. As últimas imagens conhecidas da jovem mostravam-na a caminhar sozinha junto a um bar na noite seguinte ao seu desaparecimento. Segundo o NY Post, foi nessa mesma noite que Penelope terá conhecido o seu actual noivo.
A jovem foi encontrada depois que um homem reconheceu o seu rosto a partir de panfletos de pessoas desaparecidas. A polícia foi imediatamente chamada e descobriu que Penelope vivia com o homem desde o seu desaparecimento. A jovem encontrava-se em boas condições de saúde e, até ao momento, não foram feitas acusações contra o seu acompanhante.
A equipa de Kamala Harris respondeu às acusações, afirmando que se trata de uma tentativa de sabotar a campanha presidencial.
Nesta terça-feira, a campanha de Donald Trump apresentou uma queixa à Comissão Eleitoral Federal, alegando que os fundos arrecadados para a candidatura à reeleição do presidente Joe Biden não podem ser transferidos para a campanha presidencial da Vice-Presidente Kamala Harris.
A queixa foi formalizada pelo conselheiro geral da campanha de Trump, David Warrington, que argumenta que a transferência dos fundos equivaleria a “pouco mais do que uma contribuição excessiva e dissimulada de 91,5 milhões de dólares de um candidato presidencial para outro”.
“Kamala Harris está a tentar perpetrar um roubo de 91,5 milhões de dólares do dinheiro que sobrou da campanha de Joe Biden – um roubo descarado que constituiria a maior contribuição excessiva e a maior violação na história da Lei Federal de Campanhas Eleitorais de 1971, conforme alterada”, afirma a queixa, citada pela CNN Internacional.
A queixa envolve Joe Biden, Kamala Harris, a campanha de Biden (que agora é a campanha de Harris) e a tesoureira da campanha, Keana Spencer, por alegadamente “violarem flagrantemente a Lei ao fazerem e receberem uma contribuição excessiva de quase cem milhões de dólares e por preencherem formulários fraudulentos junto da Comissão, alegando que o comité de campanha principal de um candidato era utilizado por outro candidato”.
A equipa de Kamala Harris já reagiu às acusações, classificando-as como uma tentativa clara de sabotagem da campanha eleitoral.
Taiwan tomou medidas preventivas ao encerrar escritórios, escolas e locais turísticos, antecipando a chegada de um poderoso tufão que já provocou graves inundações e deslizamentos de terras nas Filipinas, resultando na morte de pelo menos 12 pessoas e na deslocação de 600 mil indivíduos.
As bandas exteriores do tufão Gaemi já trouxeram chuvas intensas a várias regiões de Taiwan. A previsão indica que o tufão chegará ao norte do território está noite (hora local). Em resposta, os barcos de pesca regressaram aos portos em meio a mares agitados, enquanto os passageiros aéreos se apressaram a embarcar em voos internacionais antes da chegada da tempestade, que já causou múltiplos cancelamentos.
Na manhã de hoje, o tufão Gaemi estava a 13 quilómetros por hora da ilha, com ventos máximos sustentados de 162 quilómetros por hora e rajadas que atingiram os 198 quilómetros por hora, conforme relatado pela Administração Meteorológica Central.
Em Taipé, a capital, a chuva intensa já se faz sentir, embora os ventos fortes ainda não tenham chegado.
A tempestade também levou ao cancelamento de exercícios militares da força aérea de Taiwan na costa leste do território.
Apesar de algumas inundações esporádicas, Taiwan reforçou significativamente a sua capacidade de resposta através de avisos e preparativos antecipados. Estima-se que os efeitos da tempestade persistam até sexta-feira, à medida que Gaemi se desloca na direcção noroeste, em direcção à China continental.
Nas Filipinas, onde o tufão é chamado de Carina, a tempestade não atingiu directamente o arquipélago, mas intensificou as chuvas sazonais de monção. Estas chuvas causaram pelo menos uma dúzia de deslizamentos de terras e inundações em cinco dias, resultando na morte de pelo menos oito pessoas e na deslocação de 600 mil, incluindo 35 mil que procuraram abrigo em centros de emergência, segundo a agência filipina de mitigação de desastres.
Na terça-feira, um deslizamento de terras enterrou um barracão rural na cidade de Agoncillo, na província de Batangas. Os corpos de uma mulher grávida e de três crianças, com idades entre 9 e 15 anos, foram resgatados na manhã de hoje, elevando o número de mortos nas Filipinas para 12.
Na região densamente povoada ao redor da capital filipina, as operações governamentais e as aulas foram suspensas após chuvas incessantes inundarem várias áreas durante a noite, imobilizando veículos e retendo pessoas em suas casas.
“Dei instruções a todos os organismos competentes para prestarem uma assistência rápida a todas as pessoas afectadas pelo tufão Carina e pelo aumento da monção do sudoeste”, declarou o Presidente Ferdinand Marcos Jr. numa publicação na rede social X (anteriormente conhecida como Twitter).
A campanha de educação cívica eleitoral terá início hoje em todo o país, com o objectivo de disseminar todas as informações cruciais sobre o processo de votação, em preparação para o escrutínio marcado para Outubro.
Com duração de um mês, esta fase do processo eleitoral envolverá um total de 6.082 agentes, formados e contratados em todo o território nacional, e será monitorada pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE).
Em entrevista ao “Notícias” ontem, a porta-voz do STAE, Regina Matsinhe, explicou que a campanha visa principalmente informar os eleitores sobre a data, horário de início e encerramento da votação, bem como os locais de votação, que coincidem com os postos onde os cidadãos se recensearam para obter o cartão de eleitor, documento necessário para votar e ser eleito.
O grupo de educadores cívicos também irá divulgar mensagens sobre os tipos de eleições que ocorrerão no dia 9 de Outubro e os cargos a serem eleitos.
“Sem mencionar nomes específicos, os educadores irão informar que as eleições servirão para eleger o Presidente da República, deputados da Assembleia da República, membros das assembleias provinciais e governadores de província”, disse Matsinhe.
Além disso, os agentes irão esclarecer os procedimentos necessários para cada uma dessas eleições.
Na cidade de Maputo, a campanha focar-se-á apenas nas eleições presidenciais e legislativas, pois nesta região não haverá eleição de membros da assembleia provincial.
Regina Matsinhe destacou ainda que alguns cidadãos votarão pela primeira vez, colocando uma responsabilidade adicional sobre os educadores cívicos para garantir que esses eleitores compreendam todos os passos necessários para exercer o seu direito de voto sem dificuldades.
Quanto ao perfil e apresentação dos educadores, Matsinhe reiterou que, tal como em processos eleitorais anteriores, estes devem iniciar as suas actividades devidamente trajados e identificados.
“É fundamental que o agente cívico trabalhe em estreita coordenação com as autoridades locais onde vai realizar a sua actividade para evitar situações indesejáveis”, alertou.
No Quénia, centenas de pessoas voltaram a sair às ruas para protestar contra o governo, desafiando a proibição de manifestações em vigor há mais de um mês.
As autoridades, que enfrentam uma onda de protestos que já causou pelo menos 50 mortes, reforçaram a segurança nas áreas afectadas.
Em Nairobi, o epicentro das manifestações anteriores, a situação é tensa. As lojas permaneceram fechadas enquanto alguns manifestantes marcharam em direcção ao Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, um dos mais movimentados de África. A polícia, fortemente armada, foi posicionada nas estradas que conduzem ao aeroporto, e o exército também foi mobilizado na área adjacente, densamente povoada. As autoridades da aviação recomendaram que os passageiros chegassem com antecedência para enfrentar os controlos de segurança reforçados.
O chefe da polícia em exercício, Douglas Kanja, declarou aos jornalistas que as manifestações actuais estão a servir de cobertura para criminosos e saqueadores. “Não há dúvida de que as actuais manifestações se tornaram um refúgio para criminosos motivados e oportunistas que saqueiam e destroem propriedades”, afirmou. Kanja reiterou que qualquer infracção da lei será punida de forma rápida e firme.
A polícia fez pelo menos cinco detenções a cerca de quinze quilómetros do aeroporto, com uma fonte policial a confirmar à agência France-Presse (AFP) que a polícia demonstrou “muita contenção” durante os confrontos de hoje.
Na cidade costeira de Mombaça, a situação também é crítica, com a polícia a disparar gás lacrimogéneo contra dezenas de manifestantes reunidos no centro da cidade, conforme mostram imagens dos meios de comunicação locais.
As manifestações começaram a 18 de Junho, inicialmente lideradas por jovens da “Geração Z”, que se opunham a um projecto de orçamento que previa o aumento dos impostos sobre produtos de uso corrente. Este projecto foi retirado pelo Presidente William Ruto devido à intensificação dos protestos.
A Câmara Baixa do parlamento está agora a debater o projecto de orçamento para decidir se o abandona ou não, com o recinto parlamentar a tornar-se um ponto focal para as manifestações.
Em 25 de Junho, a polícia disparou munições reais contra manifestantes que invadiram o parlamento. De acordo com uma organização oficial de defesa dos direitos humanos, pelo menos 50 pessoas morreram desde o início dos protestos.
Diante da amplitude dos protestos, o Presidente Ruto, que assumiu o cargo em 2022, adoptou várias medidas, incluindo a retirada do projecto de orçamento e a demissão de quase todo o seu governo.
Na sexta-feira, o Presidente anunciou a formação parcial de um novo governo de 11 membros, a maioria dos quais já integrava o executivo anterior, o que gerou descontentamento adicional entre os manifestantes. Ruto afirmou que continuará as consultas para a criação de um “Governo de base alargada”.
Nos últimos dois dias, cerca de 150 mil palestinianos na Faixa de Gaza foram obrigados a deixar as suas casas após uma ordem de evacuação emitida por Israel para bairros na zona oriental de Khan Yunis, informou uma organização não-governamental (ONG).
Segundo o Conselho Norueguês para os Refugiados (NRC, na sigla em inglês), muitos destes deslocados procuraram refúgio em Al-Mawasi, uma área a oeste de Khan Yunis (sul de Gaza), que apesar de ser designada pelo exército israelita como “zona humanitária”, foi alvo de diversos ataques e onde as hostilidades “podem explodir” a qualquer momento.
“A maioria das operações israelitas inicia-se após a meia-noite, obrigando as pessoas a fugir para qualquer lugar em busca de segurança”, afirmou Salma Altaweel, responsável da equipa de apoio do NRC em Gaza, num comunicado.
Altaweel destacou que muitos dos deslocados acabam em condições “piores do que as que deixaram” e permanecem nesses locais por semanas ou meses, sem conseguirem estabelecer-se definitivamente. Ela mencionou o caso da sua própria família, que já foi deslocada 11 vezes.
Além disso, Salma acusou Israel de “obstrução sistemática” à entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, bem como de ataques contínuos às instalações, funcionários e pontos de distribuição das ONG. Este bloqueio tem impedido a equipa do NRC de receber mantimentos desde o dia 3 de Maio.
“É a primeira vez que me sinto incapaz de ajudar os outros. Como cooperante, é doloroso não poder fazer nada”, lamentou a coordenadora humanitária.
Essa obstrução também é evidente no norte da Faixa de Gaza, onde, segundo a coordenadora, “não resta nada que se assemelhe à vida” e onde os preços dos bens continuam a subir.
“Quando se vê a corrida desesperada em torno dos dois únicos camiões de ajuda que chegaram há semanas, como as crianças não conseguem levantar-se e andar, e as mortes por subnutrição entre os menores, não se tem dúvidas do que se passa aqui”, afirmou.
Altaweel também ressaltou o impacto do conflito na educação das crianças de Gaza, descrevendo uma geração “a perder-se” devido à destruição de escolas causada pelos combates.
“Para retomar a educação, vamos precisar de dois ou três anos”, estimou.
Em resposta a esta crise, o NRC lançou um programa de educação em situações de emergência em quatro locais para deslocados internos em Deir al-Balah, no centro da Faixa de Gaza, com o objetivo de atender às necessidades educativas e psicossociais de 2.000 crianças.
Um avião com 19 pessoas a bordo, que realizava um voo doméstico no Nepal, despenhou-se após decolar de Katmandu, conforme o jornal nepalês Kathmandu Post.
O porta-voz do aeroporto, Premnath Thakur, confirmou que “dezanove pessoas, incluindo a tripulação, seguiam a bordo do avião com destino a Pokhara.” O The Times of India reporta que, das 19 pessoas a bordo, 18 morreram, sendo que o piloto é o único sobrevivente.
O piloto da Saurya Airlines sofreu ferimentos nos olhos, mas não está em perigo de vida, informou um oficial da polícia do Nepal em declarações à Associated Press. O piloto foi transportado para o Kathmandu Medical College Hospital, onde está a receber tratamento, conforme afirmou um médico da unidade hospitalar.
O avião, pertencente à companhia aérea de voos domésticos Saurya, realizava um voo teste. A bordo encontravam-se 17 membros do pessoal da Saurya Airlines e dois membros da tripulação, segundo a Nepal Television.
Após o acidente, o Aeroporto Internacional de Tribhuvan foi encerrado e equipas de emergência foram enviadas para o local.
Nos primeiros seis meses do ano, cerca de 670 mulheres no distrito de Nampula optaram por interromper a gravidez de forma segura e voluntária.
Este número contrasta significativamente com as 63 mulheres que recorreram ao mesmo serviço no período equivalente do ano anterior.
Elisete Cintura, enfermeira responsável pela área de Saúde Materno-Infantil no distrito, afirmou que, apesar do aumento, os números ainda não são satisfatórios. A falta de consciência sobre a importância de procurar unidades de saúde para realizar a interrupção de gravidez de forma segura continua a ser um desafio.
Cintura apontou que a falta de conhecimento sobre a legalidade do aborto e a escassez de unidades de saúde que oferecem esses serviços contribuem para a baixa procura. No distrito de Nampula, apenas dois centros de saúde, o Centro de Saúde 25 de Setembro e o Centro de Saúde de Muahala-Expansão, disponibilizam o serviço de aborto seguro. No entanto, a localização destes centros não é estratégica para muitas mulheres.
Por exemplo, uma mulher residente no bairro de Marrere precisa percorrer uma longa distância para ter acesso aos serviços de aborto seguro. Esta barreira leva muitas a recorrer a métodos tradicionais, como a compra de medicamentos sem prescrição médica.
A responsável explicou que diversos factores podem levar uma mulher a optar pelo aborto, incluindo a falta de preparação psicológica, gravidez indesejada, muitas vezes resultante de violência sexual, abandono e outros motivos pessoais.
Desde 2014, os crimes de rapto em Moçambique têm gerado movimentações financeiras significativas, totalizando pelo menos 30,5 milhões de euros (cerca de 33 milhões de dólares), conforme revela o Relatório de Análise Estratégica (RAE) do Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFiM).
Este relatório, acessível à Lusa esta quarta-feira, abrange o período de Janeiro de 2014 a Maio de 2024 e inclui uma análise detalhada das comunicações e informações recebidas pelo gabinete do Ministério da Economia e Finanças, bem como dos relatórios de informação e inteligência.
O RAE foca especificamente no branqueamento de capitais associado aos crimes de rapto e sequestro. O documento detalha como os fundos oriundos desses crimes são inseridos no sistema financeiro, principalmente mediante depósitos em numerário realizados de forma parcelada e fraccionada.
Este processo de branqueamento visa ocultar a origem ilícita dos fundos e integrar esses recursos no circuito económico para dificultar a sua detecção e rastreamento.
Os Serviços Secretos dos Estados Unidos estão a aconselhar a equipa de campanha de Donald Trump a cessar a organização de grandes comícios ao ar livre devido a preocupações com a segurança, especialmente após a recente tentativa de assassinato em Butler, Pensilvânia.
Este evento, que quase custou a vida do ex-presidente, levantou sérias questões sobre a viabilidade e segurança de continuar a realizar eventos desta natureza em espaços abertos.
Após o incidente, os agentes dos Serviços Secretos expressaram as suas preocupações aos conselheiros da campanha de Trump, destacando os riscos associados a grandes ajuntamentos ao ar livre.
Segundo informações divulgadas pelo The Washington Post, pelo menos três pessoas familiarizadas com o assunto, que preferiram manter o anonimato, confirmaram estas recomendações de segurança.
Em resposta a estas preocupações, a equipa de Trump está agora a procurar locais fechados, tais como arenas de basquetebol e outros espaços amplos que possam acomodar milhares de pessoas. Esta mudança estratégica visa minimizar os riscos e garantir a segurança dos participantes. Uma fonte próxima da campanha afirmou que, no momento, não há planos para grandes eventos ao ar livre.
Desde o início da sua carreira política, Trump organizou centenas de comícios ao ar livre, destacando frequentemente as grandes multidões que atraía. Estes eventos tornaram-se emblemáticos, criando uma atmosfera festiva entre os seus apoiantes mais fervorosos, com actividades em parques de estacionamento, vendedores ambulantes e desfiles de trânsito.
Os comícios de Trump eram frequentemente realizados em aeroportos, recintos de feiras, estádios de futebol e outros grandes espaços ao ar livre. No entanto, a recente tentativa de assassinato forçou a campanha a reconsiderar e ajustar a sua abordagem para garantir a segurança de todos os envolvidos.
As autoridades do Bangladesh efectuaram mais de 2.500 detenções durante as recentes manifestações contra as quotas de recrutamento para a função pública, o que gerou uma onda de protestos sem precedentes no país.
Conforme a agência France-Presse, os distúrbios resultaram em pelo menos 174 mortes, com informações obtidas junto das autoridades policiais e dos hospitais. Em Daca, a capital, e seus arredores, foram detidas mais de 1.200 pessoas. Além disso, cerca de 600 indivíduos foram presos na cidade portuária de Chittagong e nas áreas adjacentes, com centenas de detenções adicionais em diversos distritos do país.
A soma total de detenções reportada pela France-Presse é de 2.580. Os protestos, que visam contestar as quotas de recrutamento para a função pública — as quais beneficiam grupos ligados ao partido no poder — deram origem à mais severa onda de violência desde que a primeira-ministra Sheikh Hasina assumiu o cargo há 15 anos.
Em resposta, as autoridades impuseram inicialmente um recolher obrigatório, enviaram tropas para o sul do país e cortaram a internet nacional durante cinco dias. Esta medida teve um impacto significativo na troca de informações e perturbou profundamente a vida diária e os negócios.
A internet foi reestabelecida gradualmente na noite de ontem, conforme prometido pelo ministro das Telecomunicações, Junaid Ahmed Palak, mas a rede móvel, crucial para os manifestantes, continua inactiva. O governo anunciou também a redução do recolher obrigatório para permitir que os residentes adquiram produtos essenciais e a reabertura dos bancos.
O sector de externalização de serviços digitais, que gera cerca de dois mil milhões de dólares anuais no Bangladesh, está particularmente preocupado com a suspensão da internet, que pode ter comprometido a continuidade de muitos serviços. Em pequenos escritórios, centenas de milhares de trabalhadores fornecem suporte digital global, incluindo serviços de chat, e-mail, gestão de inventário online e processamento de imagens, todos dependentes de uma conexão estável.
Fahim Mashroor, empresário da área tecnológica e ex-presidente da Associação de Software e Serviços de Bangladesh, lamentou: “Quando um atraso de cinco minutos não é aceitável neste tipo de trabalho, uma suspensão completa é francamente um desastre.” Apesar do anúncio da retomada da internet de alta velocidade, muitos profissionais temem que a recuperação possa ser tardia, com concorrentes na Índia, Filipinas e Vietname potencialmente assumindo contractos de clientes do Bangladesh.
Com aproximadamente 18 milhões de jovens desempregados, a reintrodução das quotas na função pública em Junho gerou grande indignação. O governo havia anteriormente abolido o sistema de quotas, que reservava 56% dos postos de admissão no sector público para filhos de veteranos da guerra de independência contra o Paquistão em 1971 e outros grupos especiais ligados ao poder.
No entanto, em Junho, o Tribunal Superior de Justiça ordenou a restauração dessas quotas, desencadeando uma série de protestos nas ruas. Embora o Supremo Tribunal tenha parcialmente revogado essa ordem no último domingo, a medida ainda não foi totalmente abolida.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) anunciou que o empresário Mohammad Mayet, sequestrado no dia 26 de Junho na Avenida Guerra Popular, na cidade de Maputo, conseguiu escapar do cativeiro e já se encontra de volta à sua família.
A revelação foi feita pelo porta-voz do SERNIC, Hilário Lole, durante uma conferência de imprensa em que apresentou a casa utilizada pelos sequestradores nos últimos raptos ocorridos em Maputo. “O empresário foi mantido em cativeiro numa residência localizada no condomínio Tchumene-1, mas conseguiu fugir pelo tecto da casa”, relatou Lole.
Sobre os últimos três raptos na cidade, Lole esclareceu que foram executados pela mesma quadrilha, que inclui membros provenientes da África do Sul.
O porta-voz acrescentou que já existem pistas sobre o paradeiro da vítima sequestrada na noite de ontem, entre as avenidas Martins da Machava e 24 de Julho, em Maputo. “Temos uma equipa com informações avançadas sobre a localização da vítima e acreditamos que em breve ela estará de volta à sua família”, afirmou.
Este ano, quatro empresários foram sequestrados em Maputo, três dos quais em menos de um mês.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Projecto – Educação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Educação e Proteção à Criança em Emergências. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Gestão de Dados. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Director(a) do Projecto. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor(a) DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico e GC para Boane. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria & Avaliação – Gestão de Casos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar vinte e sete (27) Oficiais do Projecto LINK. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), no âmbito da implementação do Programa AGE, financiado pela USAID, pretende recrutar uma (1) Assistente Administrativa e Financeira para Quelimane. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Adaptação de Mudanças Climáticas (CCA) e Redução de Risco de Desastres (DRR). Saiba mais.
A ENAIP NET pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Apoio Escolar nos Institutos Beneficiários do Programa PRETEP PLUS. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista e Digitador de Dados-Gestão de Casos. Saiba mais.
A DataServ, Lda, empresa de referência na área das Tecnologias de Informação, em Moçambique, pertencente ao Entreposto, pretende recrutar um (1) Técnico Comercial e de TI. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Analistas e Digitadores de Dados GC. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Coordenadores Provinciais. Saiba mais.
A Coligação para Aliança Democrática (CAD) está a preparar uma marcha para este sábado em Maputo, em resposta à anulação da sua candidatura às eleições legislativas e provinciais.
A coligação já recorreu da decisão da Comissão Nacional de Eleições (CNE), mas alertou que, caso o recurso seja rejeitado, não assumirá a responsabilidade por eventuais danos.
A CAD, que apoia a candidatura de Venâncio Mondlane à presidência da República, afirma não ter cometido erros durante o processo de candidatura e acusa a CNE de “mentir e estar equivocada” em relação à decisão de anular a candidatura.
Manecas Daniel, presidente da CAD, pediu ao Conselho Constitucional que aprove o recurso apresentado na segunda-feira passada para “repor a verdade e corrigir o erro cometido pela CNE”. Ele argumentou que o processo de submissão de candidaturas termina com a publicação no Boletim da República e que, caso sejam encontradas irregularidades, a CNE tem a obrigação de notificar os proponentes para que estes possam corrigir os problemas num prazo de cinco dias.
A CAD participou nas eleições de 2018 seguindo os mesmos procedimentos, sem enfrentar problemas semelhantes. A coligação argumenta que o recurso se baseia em provas documentais e que o Conselho Constitucional tem a responsabilidade de restabelecer a legalidade e a verdade. Caso contrário, a CAD avisa que “não se responsabilizará pelos danos que possam ocorrer”.
Elvino Dias, advogado da CAD, desmentiu a alegação de candidaturas plúrimas, afirmando que, se isso fosse verdade, a coligação teria sido notificada. Segundo Dias, “a CAD nunca foi notificada” e a CNE não consegue provar a existência de tais irregularidades. Ele acrescentou que os únicos possíveis erros seriam de carácter individual, como a falta de documentação de um candidato, e que a CNE deveria ter notificado a coligação. Uma falha singular não pode, segundo Dias, levar à anulação de toda a lista de candidatura.
“A pessoa individual que não apresente um documento em caso de irregularidade tem um prazo de cinco dias para o fazer. Não é aceitável que uma única falha leve ao descarte de toda a lista de candidatura”, afirmou Dias.
A CAD reiterou a sua acusação de que a CNE está a agir de má-fé e a causar conflitos eleitorais. Dias também destacou que a decisão sobre a aprovação da candidatura, publicada no Boletim da República, ainda está em vigor e não foi revogada. Contudo, a CNE não clarificou se a anulação se refere à inscrição ou à candidatura em si.
Foram publicadas hoje, dia 02 de Novembro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
Clique aqui para baixar a edição em...
Um incêndio de grandes proporções atingiu, na manhã deste domingo (1 de Novembro), o Serviço de Oncologia do Hospital Central de Maputo (HCM), provocando...
Um incêndio de grandes proporções atingiu, este domingo, o Serviço de Oncologia do Hospital Central de Maputo, sector encarregue do diagnóstico e tratamento de...