Em uma decisão surpreendente, Venâncio Mondlane anunciou sua renúncia ao partido Renamo e ao seu mandato como deputado no parlamento moçambicano na segunda-feira.
Mondlane, que concorreu à presidência da Renamo em maio, mas foi impedido de concorrer devido a não cumprir os requisitos do partido, justificou sua saída pela necessidade de buscar “meios mais eficientes” e um ambiente político mais propício para “continuar o seu combate em defesa da democracia plena e napromoção da justiça social em Moçambique”.
Mondlane, que foi deputado por seis anos e concorreu à presidência da Renamo em 2019, criticou a falta de democracia interna no partido e expressou sua frustração com a liderança atual. Ele também perdeu seu cargo como deputado na Assembleia da República por faltas.
Fontes próximas a Mondlane indicam que ele pretende concorrer à presidência de Moçambique como candidato independente nas próximas eleições. Sua saída da Renamo representa um grande desafio para o partido, que já enfrenta dificuldades para se recuperar da derrota nas eleições gerais de 2019.
A decisão de Mondlane também gerou reações mistas dentro da Renamo. Alguns membros do partido criticaram sua decisão, enquanto outros expressaram compreensão e apoio. O futuro político de Mondlane e o impacto de sua saída na Renamo ainda são incertos, mas sua decisão marca um novo capítulo na política moçambicana.
A Future Proof Building, Empresa privada de Engenharia, que actua na área de segurança electrónica e automação predial está a recrutar um (1) Consultor de Vendas. Saiba mais.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Meios de Subsistência. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Especialista – Inclusão da Deficiência. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Capacitação de Parceiros. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Género. Saiba mais.
A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar um (1) Ponto Focal de Segurança e Proteção (Programa We Lead). Saiba mais.
Moçambique está a procurar 80 mil milhões de dólares americanos para implementar a sua estratégia de transição energética até 2050. O Reino Unido expressa interesse contínuo em investir no sector de energias limpas.
O Fórum de Negócios e Investimentos Moçambique – Reino Unido, que decorre em Maputo, reúne empresários e governantes dos dois países, explorando oportunidades de investimento em sectores estratégicos como agricultura, hotelaria, turismo, infraestrutura, recursos naturais e energia.
Em relação à energia, o Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, revelou a necessidade de mobilizar recursos financeiros para impulsionar a transição energética. Ele estima que serão necessários 80 mil milhões de dólares para corporizar os programas do projecto de transição energética. A unidade de execução já começou a trabalhar em reformas regulamentares e estratégias para angariar recursos para financiar a implementação da estratégia de transição energética, prevendo que alguns programas estejam na fase de implementação a partir de 2025 ou 2026.
O governo do Reino Unido mantém interesse em investir em Moçambique, onde já existem empresas britânicas. O dirigente britânico Lord Malcolm Offord mencionou que há disponibilidade financeira para o sector das energias renováveis. Ele destacou o compromisso do governo britânico em colaborar com Moçambique e o sector privado para identificar e apoiar oportunidades de investimento, além de promover a transferência de conhecimentos para capacitação.
O Fórum de Negócios e Investimentos Moçambique – Reino Unido visa buscar novas oportunidades e destaca que, nos últimos cinco anos, foram aprovados 45 projectos envolvendo investidores privados do Reino Unido, totalizando cerca de 300 milhões de dólares americanos. O Ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, enfatiza que há espaço para a continuidade dos investimentos em Moçambique, visando impulsionar a cooperação económica e comercial em diversas áreas prioritárias.
Nos últimos cinco anos, a balança comercial entre Moçambique e o Reino Unido registou um crescimento nas exportações, avaliadas em 203.1 milhões de dólares, em comparação com 505.2 milhões de dólares em importações. O Reino Unido é o quinto maior parceiro comercial da Europa no total das exportações moçambicanas.
A equipa nacional de futebol de Moçambique, os Mambas, iniciou os preparativos para o jogo contra a Somália.
O encontro está marcado para as 15 horas da próxima sexta-feira, no Estádio Nacional do Zimpeto, e é referente à terceira jornada das eliminatórias do Mundial de 2026.
Os jogadores começaram os treinos visando um desempenho sólido e determinado para alcançar a vitória neste importante confronto desportivo.
O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), a terceira maior força parlamentar do país, formalizou a candidatura de Lutero Simango às eleições presidenciais de 9 de Outubro, submetendo os documentos necessários ao Conselho Constitucional (CC).
“Com esta candidatura, estamos a pensar no futuro das novas gerações, no futuro das nossas crianças. […] Esta candidatura não é pessoal, não é individual, é uma candidatura colectiva, reflectindo a vontade dos moçambicanos para haver mudança em Moçambique”, declarou Lutero Simango, após a apresentação oficial da sua candidatura, no sábado, 1 de Junho, em Maputo.
Lutero Simango destacou que a sua candidatura simboliza os desejos do povo moçambicano por mudanças significativas no país, assegurando que o partido está preparado para enfrentar os desafios eleitorais.
“Não tivemos problemas para obter as assinaturas. Vinte mil assinaturas são apenas uma amostra das muitas que conseguimos a nível nacional”, afirmou o presidente do MDM, referindo-se a um dos requisitos exigidos pelo Conselho Constitucional para a submissão de candidaturas.
Lutero Simango, que assumiu a liderança do partido após a morte do seu irmão Daviz Simango em 2021, conta com o apoio do MDM para concorrer ao cargo de Presidente. Daviz Simango também havia concorrido ao mesmo cargo com o apoio do MDM dois anos antes.
O prazo para a submissão de candidaturas às eleições gerais de 9 de Outubro termina a 10 de Junho. A Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), o principal partido da oposição, apresentou na sexta-feira, a candidatura de Ossufo Momade, actual líder do partido, ao cargo de Presidente da República.
A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), partido no poder, ainda não apresentou ao CC a candidatura de Daniel Chapo. Chapo foi eleito candidato da FRELIMO no dia 5 deste mês pelo Comité Central do partido.
As eleições presidenciais irão decorrer em simultâneo com as eleições legislativas e as eleições dos governadores e das assembleias provinciais. O actual Presidente da República, Filipe Nyusi, da FRELIMO, está constitucionalmente impedido de concorrer novamente, pois está a cumprir o seu segundo mandato na chefia de Estado, tendo sido eleito em 2015 e reeleito em 2019.
A Kenmare Resources, uma das maiores produtoras mundiais de titânio e zircão, anunciou a suspensão parcial das operações na mina de Moma, após um trágico acidente que resultou na morte de um trabalhador.
O acidente ocorreu no sábado, e a vítima era um operador de escavadora de um empreiteiro subcontratado, que trabalhava numa nova área de mineração da mina de Moma. Em resposta ao incidente, a Kenmare interrompeu todas as operações de mineração e processamento na mina como medida de segurança e para informar os funcionários. Uma investigação foi iniciada pela administração da mina em conjunto com a polícia.
“A Kenmare suspendeu todas as operações de mineração e processamento em Moma após o incidente, como medida de segurança e para que os funcionários fossem informados. Uma investigação pela administração da mina e pela polícia foi iniciada”, refere a mineradora, numa declaração oficial enviada à Lusa.
A empresa também notificou o Ministério dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique e mantém um contacto estreito com os funcionários do ministério. A mina retomou agora a operação plena, excepto as operações de mineração a seco, que permanecem suspensas para permitir a continuação das investigações.
Michael Carvill, director da Kenmare, destacou a prioridade da empresa na segurança dos trabalhadores e subcontratados: “Estamos a realizar mais investigações para perceber como aconteceu esta tragédia e como prevenir que se repitam incidentes destes no futuro. A segurança dos nossos trabalhadores e subcontratados é a nossa maior prioridade e reforçamos as nossas equipas durante o fim-de-semana para uma paragem em segurança.”
A Kenmare é uma das maiores produtoras mundiais de areias minerais, cotada nas bolsas de Londres e Dublin. A produção em Moçambique representa aproximadamente 7% das matérias-primas globais de titânio, fornecendo clientes em mais de 15 países que utilizam os minerais em tintas, plásticos e cerâmica.
No mês passado, a Kenmare anunciou que pagou 30,5 milhões de dólares (28,2 milhões de euros) em 2023 ao Estado moçambicano, em taxas e impostos, decorrente da operação em Moma. Em 2023, a empresa pagou 19.798.000 dólares (18,3 milhões de euros) em taxas, 10.259.000 dólares (9,5 milhões de euros) em ‘royalties’ e 504.000 dólares (467 mil euros) em ‘fees’ (licenças e concessões).
A mina de Moma contém reservas de minerais pesados que incluem titânio, ilmenite e rútilo, usados na produção de pigmento de dióxido de titânio, e zircão, um mineral de silicato de zircónio de alto valor. Em Abril de 2023, a Kenmare anunciou planos para explorar um novo filão dentro de dois anos, dentro da sua concessão de Moma, sinalizando a longevidade e rentabilidade da mina.
O Centro de Integridade Pública (CIP), uma organização da sociedade civil dedicada à fiscalização da governação, revelou que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) acumula uma dívida de 3.4 mil milhões de meticais aos fornecedores de serviços.
Este montante, equivalente a 54 milhões de dólares americanos, refere-se a pagamentos em atraso desde o ano passado.
Deste valor total, 505 milhões de meticais correspondem a dívidas relacionadas com as eleições autárquicas do ano passado. Esta informação foi divulgada pouco tempo após o presidente da CNE, Carlos Matsinhe, ter admitido publicamente que os fornecedores de material eleitoral se recusavam a prestar serviços devido às dívidas acumuladas, o que comprometia a organização das eleições gerais previstas para 9 de Outubro próximo.
Num documento divulgado à imprensa, o CIP detalha que a dívida inclui não apenas os pagamentos em atraso a empresas que fornecem serviços eleitorais, mas também subsídios e ajudas de custo de membros dos órgãos eleitorais a nível provincial e distrital. “Incluem-se ainda as dívidas aos brigadistas envolvidos no recenseamento eleitoral”, especifica a nota do CIP.
Esta situação financeira complicada levanta preocupações sobre a capacidade da CNE de gerir eficazmente os próximos processos eleitorais, impactando negativamente a confiança dos prestadores de serviços e, potencialmente, a própria realização das eleições. A revelação do CIP sublinha a necessidade urgente de resolver estas pendências financeiras para garantir a transparência e eficiência dos processos eleitorais em Moçambique.
Um incêndio florestal de grandes proporções deflagrou no sábado à tarde no condado de San Joaquin, na Califórnia, destruindo 14.000 hectares de terreno. As autoridades locais ordenaram a evacuação imediata dos residentes.
O incêndio começou por volta das 14h30 na cidade de Tracy, segundo informou o Departamento de Silvicultura e Protecção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire). No domingo à tarde, cerca de 30% do incêndio estava controlado, conforme reportado pelo mesmo departamento.
As causas do incêndio estão actualmente sob investigação.
Na noite de sábado, as autoridades do condado de San Joaquin emitiram ordens de evacuação para os residentes de Tracy, instando-os a abandonar as suas casas imediatamente. Além disso, os habitantes das áreas próximas ao incêndio foram avisados para estarem preparados para partir a qualquer momento.
As áreas específicas abrangidas pelas ordens de evacuação incluíram zonas a oeste do Aqueduto da Califórnia, ao sul de Corral Hollow Creek, a oeste do condado de Alameda e ao sul do condado de Stanislaus. Um local de evacuação temporária foi estabelecido no Centro Comunitário Larch Clover para acolher os residentes deslocados.
Durante o combate às chamas, dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros a moderados e foram transportados para um hospital local para avaliação e tratamento, conforme informou Josh Silveira, chefe do batalhão do Cal Fire.
As autoridades locais tinham previamente alertado para o elevado risco de incêndios devido às rajadas de vento, às altas temperaturas e à vegetação seca na região, factores que contribuíram para a rápida propagação do fogo.
A operação “Stop Lavagem de Capitais” resultou em várias buscas a residências e estabelecimentos comerciais em Maputo, Matola, Nampula e Nacala.
No entanto, analistas políticos moçambicanos expressaram duras críticas ao comunicado da Procuradoria-Geral da República (PGR) relativo à instauração de processos contra 40 indivíduos acusados de lavagem de dinheiro e à apreensão de 330 milhões de dólares.
As críticas centram-se na falta de transparência, uma vez que o comunicado não revela os nomes dos envolvidos nem especifica onde estão localizados os bens apreendidos.
Uma fonte policial revelou que o empresário Gulam Hassan, pai de Nuro Gulam, procurado por alegado tráfico internacional de droga, foi detido em Nacala, província de Nampula, no âmbito desta operação levada a cabo pelo Ministério Público (MP). O comunicado do MP indica que o modus operandi dos acusados envolvia a criação de empresas de fachada usadas para exportar capitais de origem ilícita ou desconhecida.
O jornalista e analista político Luís Nhachote criticou o comunicado, considerando-o uma tentativa de vangloriar uma pretensa vitória que não reflete um verdadeiro combate ao crime organizado. Nhachote afirmou que “um combate eficaz contra o crime organizado não se faz com comunicados; é essencial ver pessoas julgadas e efectivamente condenadas”.
Por outro lado, Rui Mate, também analista político, reconheceu que as apreensões mostram algum esforço por parte do MP, mas criticou a falta de transparência, sublinhando que “não se diz quem são as pessoas nem onde se encontram os bens apreendidos”.
Egidio Plácido, outro analista político, destacou a necessidade de Moçambique limpar a sua imagem a nível internacional, pois o país é frequentemente apontado como um local onde o crime organizado, incluindo o narcotráfico, atinge níveis elevados.
Em suma, apesar das acções tomadas na operação “Stop Lavagem de Capitais”, a falta de clareza e transparência na comunicação das autoridades levanta preocupações sobre a eficácia e a seriedade no combate ao crime organizado em Moçambique.
A UNICEF alertou para o contínuo impacto das cheias no Afeganistão, especialmente nas regiões norte e oeste do país, afectando dezenas de milhares de crianças.
O representante da UNICEF no Afeganistão, Tajudeen Oyewale, enfatizou a necessidade de a comunidade internacional intensificar os esforços e investimentos para ajudar as populações a enfrentar as consequências das alterações climáticas, particularmente no que diz respeito às crianças.
Oyewale salientou que é crucial que se esteja preparado para uma nova realidade de desastres relacionados com o clima e que a UNICEF, juntamente com outras organizações humanitárias, se preparem para lidar com essa situação. Este apelo vem numa altura em que as inundações devastadoras continuam a afectar comunidades vulneráveis em diferentes partes do Afeganistão, representando uma ameaça significativa para o bem-estar e segurança das crianças.
A UNICEF tem desempenhado um papel crucial na prestação de assistência humanitária às famílias afectadas pelas cheias, fornecendo apoio essencial, como alimentos, água potável, abrigo e serviços de saúde. No entanto, dada a escala e a persistência das inundações, é fundamental um esforço coordenado e sustentado por parte da comunidade internacional para mitigar os impactos desses desastres nas crianças e garantir a sua protecção e bem-estar a longo prazo.
O Conselho de Justiça da Grécia anulou a decisão de conceder liberdade condicional a Nikos Michaloliakos, líder do partido neo-nazi Aurora Dourada, que estava em liberdade condicional há cerca de um mês.
A justiça considerou que Michaloliakos não demonstrou bom comportamento e ordenou o seu regresso à prisão.
A revogação da liberdade condicional ocorreu após o procurador-adjunto do Tribunal Penal de Lamia, no centro da Grécia, interpor um recurso contra a decisão de libertação. O Conselho de Justiça concluiu que Michaloliakos não demonstrou arrependimento, referindo-se a publicações recentes na internet que iam contra a sua condenação judicial.
Michaloliakos, de 66 anos, líder do partido Aurora Dourada, negou o Holocausto dos judeus pelo regime nazi. A sua libertação condicional, decidida em 2 de Maio por motivos de saúde, impunha-lhe restrições, incluindo a proibição de deixar a região de Atenas e a obrigação de se apresentar às autoridades policiais mensalmente, além de lhe ser vedado o contacto com outros condenados no mesmo processo.
A decisão de libertar Michaloliakos gerou uma série de reacções por parte de partidos de esquerda, movimentos sociais e organizações de direitos humanos. O líder neo-nazi foi condenado em 2020 a uma pena de 13 anos e seis meses de prisão por liderar uma “organização criminosa” que visava migrantes e opositores políticos. Entre os crimes atribuídos ao Aurora Dourada estão o assassinato de um rapper antifascista grego em 2013, o homicídio de um migrante paquistanês em 2013, bem como agressões a pescadores egípcios e a sindicalistas comunistas.
Fundado por Michaloliakos, o Aurora Dourada foi durante muito tempo um partido marginal na Grécia, até ganhar destaque durante a crise económica que assolou o país entre 2010 e 2018. Eleito para o parlamento grego em 2012, o partido entrou em declínio após a condenação de vários dos seus dirigentes e representantes eleitos. O processo judicial do caso, iniciado em 2022, continua em curso.
O número de vítimas mortais devido às inundações na província sul-africana do Cabo Oriental subiu para sete, com destaque para o município de Nelson Mandela Bay. As equipas de emergência relatam que mais de cem pessoas foram evacuadas para locais seguros, onde estão a receber assistência.
Actualmente, quatro pessoas continuam desaparecidas. As autoridades indicam que várias casas estão submersas, estradas foram encerradas e carros arrastados pela água.
Os serviços meteorológicos emitiram alertas para fortes tempestades que podem atingir áreas da província do Estado Livre e para uma frente fria que afecta Gauteng. A situação continua a ser monitorizada de perto pelas autoridades locais, que estão a coordenar esforços de socorro e assistência às comunidades afectadas.
As autoridades mexicanas confirmaram o assassínio a tiro de Israel Delgado Vega, candidato à administração do município de Cuitzeo, no oeste do país, poucas horas antes da abertura das mesas de voto.
De acordo com um comunicado da Procuradoria-Geral estadual de Michoacán, citado pela agência EFE, Vega, de 35 anos, foi morto por volta das 23:00 de sábado em frente à sua casa, na cidade de San Juan Benito Juárez. O ataque foi perpetrado por dois homens que dispararam a partir de um motociclo.
Israel Delgado Vega era candidato por uma coligação de apoio ao Presidente do país, Lopez Obrador, composta pelo Partido Trabalhista (PT), o Movimento de Regeneração Nacional (MORENA) e o Partido Ecologista Verde do México (PVEM). Ele integrava a lista encabeçada por Rosa Pintor, actual presidente da câmara de Cuitzeo, que busca a reeleição.
Em Junho de 2021, o marido de Rosa Pintor foi também assassinado por um grupo armado quando regressava de um evento político. Mais tarde, em Abril de 2022, Francisco Díaz Rodríguez, então administrador da autarquia de Cuitzeo, foi sequestrado e assassinado por supostos assassinos contratados, sem que até ao momento tenha havido detenções. Em Maio deste ano, foi noticiado o desaparecimento de José Bernardo Aguirre García, secretário particular de Fernando Alvarado Rangel, candidato do partido de direita Ação Nacional ao município de Cuitzeo.
Cuitzeo está localizada a 35 quilómetros ao norte da cidade de Morelia, capital de Michoacán, uma região marcada pela violência de grupos de narcotraficantes e do crime organizado, que disputam o roubo de combustível dos oleodutos da petrolífera mexicana.
Estes acontecimentos evidenciam a violência eleitoral no México, onde o Governo já reconheceu o assassínio de 22 candidatos, enquanto grupos independentes apontam para cerca de 250 homicídios políticos, incluindo assessores, funcionários, familiares e vítimas colaterais.
Hoje, mais de 98 milhões de eleitores são chamados às urnas no México para eleições gerais que poderão eleger a primeira Presidente do país, enfrentando problemas como o narcotráfico, as migrações e a relação conturbada com os Estados Unidos. Estas serão as maiores eleições da história do país, com mais de 20 mil cargos a serem disputados, incluindo a Câmara dos Deputados (500), o Senado (128), oito governadores e o governo da capital, Cidade do México, além de outros cargos regionais e locais.
As duas mulheres que lideram a corrida presidencial são Claudia Sheinbaum, do partido de centro-esquerda MORENA, e Xóchitl Gálvez, do conservador Partido da Ação Nacional (PAN).
A eleição de uma Presidente seria um marco num país com níveis alarmantes de violência baseada no género e profundas disparidades nessa área, onde a misoginia se manifesta através de altas taxas de homicídios e outros crimes violentos contra mulheres.
Estas eleições são também acompanhadas pelo maior número de observadores eleitorais estrangeiros de sempre na história do México, com mais de 1.300 elementos credenciados.
Entretanto, pelo menos 222 centros de voto vão permanecer encerrados devido a problemas de segurança ou conflitos sociais, afectando cerca de 120 mil eleitores, informou o Instituto Nacional Eleitoral (INE). A maioria destes centros de voto (108) situa-se em Chiapas, um estado fronteiriço do sul onde a violência levou à suspensão das votações em municípios como Chicomuselo e Pantelhó. Em Michoacán, 84 locais de voto também não vão abrir devido à insegurança, afirmou Miguel Ángel Patiño, director executivo da organização eleitoral do INE, em conferência de imprensa no sábado.
Durante a visita de trabalho a Seul, o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, encontrou-se com o seu homólogo sul-coreano, Yoon Suk-yeol, para discutir a cooperação em áreas estratégicas como a educação, saúde e agricultura.
O Presidente Yoon Suk-yeol expressou o interesse da Coreia do Sul em partilhar as suas experiências nestes sectores cruciais, que têm sido pilares no desenvolvimento do país. Filipe Nyusi, através de uma mensagem na sua conta oficial do Facebook, destacou a abertura e disponibilidade do líder sul-coreano para apoiar Moçambique nestas áreas essenciais.
“Foi um encontro cordial, onde os resultados são promissores, pois o Presidente Suk-yeol mostrou abertura para partilhar a experiência do seu país com Moçambique, no âmbito do investimento nas áreas cruciais que alavancaram o desenvolvimento, nomeadamente a educação, saúde e agricultura”, afirmou Nyusi.
A visita de Nyusi à Coreia do Sul, que começou no domingo, inclui a participação na Cimeira Coreia-África, onde líderes de vários países africanos, representantes de organizações multilaterais e executivos de empresas coreanas e africanas se reúnem para discutir o crescimento económico, a sustentabilidade e a solidariedade.
No âmbito desta visita, o Presidente moçambicano já teve encontros com as administrações das grandes empresas sul-coreanas, Daewoo e Samsung, para explorar oportunidades de investimento e cooperação.
“Acordamos em reforçar a nossa cooperação para benefício mútuo dos nossos países e povos”, acrescentou Nyusi, sublinhando a importância da colaboração entre os dois países.
Além da cimeira, Nyusi participará no fórum de negócios Coreia-África e terá reuniões bilaterais com o Presidente Yoon Suk-yeol, bem como encontros com chefes executivos de empresas sul-coreanas e com a comunidade moçambicana residente na Coreia do Sul.
A cimeira, que decorre entre terça e quarta-feira, terá como tema “O Futuro Construímos Juntos: Crescimento Económico, Sustentabilidade e Solidariedade”, e pretende fortalecer as relações económicas e sociais entre a Coreia do Sul e os países africanos.
O contrabando de ouro africano atinge mais de 30 mil milhões de dólares por ano, com a maioria do ouro a ser exportado para os Emirados Árabes Unidos, onde é refinado e depois vendido globalmente, revela um relatório recentemente publicado.
Os dados são provenientes de um relatório da Swissaid, uma organização de ajuda ao desenvolvimento sediada na Suíça, que indicou que em 2022 saíram ilegalmente do continente africano cerca de 30 mil milhões de dólares em ouro.
Os principais destinos do ouro africano foram os Emirados Árabes Unidos, Turquia e Suíça.
O relatório destaca que entre 32 e 41 por cento do ouro produzido em África não foi declarado, com base numa comparação entre as quantidades declaradas oficialmente e aquelas que circulam efectivamente no mercado.
Em 2022, o Gana liderou a produção de ouro em África, seguido pelo Mali e África do Sul, enquanto os Emirados Árabes Unidos foram, de longe, o principal destino do ouro contrabandeado, conforme apontado pelo relatório.
Os autores do relatório têm como objectivo tornar o comércio de ouro africano mais transparente e pressionar os intervenientes da indústria a fazerem mais para rastrear o comércio de ouro e tornar as cadeias de abastecimento mais responsáveis.
“Esperamos que isso melhore as condições de vida da população local e as condições de trabalho dos mineiros artesanais em toda a África”, afirmou Yvan Schulz, um dos autores do relatório.
Os agricultores estão a planear bloquear várias passagens entre os dois países ao longo dos Pirenéus no âmbito das eleições europeias.
Várias estradas em La Jonquera, Girona, Espanha, estão a registar problemas de trânsito devido aos protestos de agricultores, que já levaram ao corte de duas faixas na AP-7, a principal ligação entre França e Espanha, perto de Lyers.
Associações de agricultores franceses, em coordenação com as suas homólogas espanholas, estão a organizar bloqueios nos principais pontos fronteiriços entre os dois países para relembrar as principais reivindicações dos seus protestos dos últimos meses, poucos dias antes das eleições europeias.
As delegações governamentais dos departamentos de fronteira franceses relataram problemas de trânsito esperados nas autoestradas e estradas, começando pela rota de maior tráfego entre os dois países, La Jonquera-Le Boulou.
Segundo o serviço de trânsito catalão, na A-2 existe uma fila de 5,5 quilómetros, com uma via fechada em Fornells de la Selva, também em direcção ao território francês.
Os manifestantes exigem medidas relacionadas com a aplicação de cláusulas a produtos importados de países fora da União Europeia e o fim dos impostos aplicados ao consumo de energia, na prática da actividade agrícola.
A manifestação, liderada na Catalunha pela plataforma Revolta Pagesa, na ausência do sindicato Unió de Pagesos, maioritário nesta Comunidade Autónoma, mas que preferiu não interferir na campanha eleitoral, está prevista para começar às 10:00 e durar 24 horas.
O Congresso Nacional Africano (ANC) não vai ceder a quaisquer exigências de possíveis parceiros de coligação para que o Presidente Cyril Ramaphosa se demita.
Esta posição foi afirmada pelo secretário-geral do partido, Fikile Mbalula, no domingo, após os resultados eleitorais que puseram fim à sua maioria de 30 anos.
À medida que a África do Sul se prepara para complexas negociações visando formar um governo de coligação nacional pela primeira vez, Mbalula declarou que Ramaphosa continuará como líder do ANC e que qualquer exigência para a sua demissão, com o intuito de facilitar negociações, está fora de questão.
“Cyril Ramaphosa é o presidente do ANC”, afirmou Mbalula durante uma conferência de imprensa no Centro de Operações de Midland, em Joanesburgo. “E se vierem até nós com a exigência de que Ramaphosa renuncie ao cargo de presidente, isso não vai acontecer.”
O secretário-geral enfatizou que o ANC está aberto à conversações com todos os outros partidos políticos para formar um governo. No entanto, foi categórico ao afirmar que “nenhum partido político vai ditar os termos para nós, o ANC. Não o farão… Se vierem até nós com essa exigência, esqueçam-na”.
Mbalula admitiu que o ANC, que tem dominado a política sul-africana desde o fim do apartheid em 1994, “sofreu muito” nas eleições, mas salientou que o partido “não foi expulso”. O ANC obteve pouco mais de 40% dos votos, ficando aquém da maioria que manteve durante toda a jovem democracia sul-africana. Embora continue a ser o maior partido, precisará dialogar com outros para formar um governo e garantir a reeleição de Ramaphosa para um segundo e último mandato. O presidente da África do Sul é eleito pelo Parlamento após eleições nacionais.
“Os resultados enviam uma mensagem clara ao ANC”, disse Mbalula. “Queremos enviar uma mensagem ao povo da África do Sul: Nós ouvimo-los”. Ele acrescentou que o ANC está empenhado em formar um governo que reflita a vontade do povo e seja estável.
O ANC tem várias opções de parceiros de coligação entre os outros partidos da África do Sul, incluindo a principal oposição, a Aliança Democrática, que obteve 21% dos votos.
“Vamos falar com toda a gente”, disse Mbalula. “Estamos a falar com toda a gente porque as eleições não nos deram uma maioria absoluta. As conversações sobre coligações estão a decorrer em pleno. Estamos empenhados e abertos à participação. Precisamos de estabilidade neste país.”
Claudia Sheinbaum será a primeira mulher a ocupar a presidência do México, segundo os resultados preliminares das eleições. A antiga autarca da Cidade do México, de 61 anos, obteve cerca de 58,3% dos votos, superando a empresária Xóchitl Gálvez, que conquistou aproximadamente 26,6% dos votos, segundo a contagem rápida já divulgada.
Se os resultados se confirmarem, Sheinbaum sucederá ao actual presidente, Andrés Manuel López Obrador, a partir de 1 de Outubro. Em seu discurso de vitória, Sheinbaum afirmou: “Vou tornar-me a primeira mulher presidente do México,” destacando a natureza democrática e pacífica das eleições no país.
O Instituto Nacional Eleitoral do México indicou que Sheinbaum, do partido de esquerda Morena, o mesmo de Obrador, alcançou entre 58,3% e 60,7% dos votos. Xóchitl Gálvez, a candidata da oposição, obteve entre 26,6% e 28,6%, enquanto Jorge Álvarez Máynez não superou os 10,8% dos votos.
Com o partido Morena a manter a maioria no Congresso, conforme projecções da agência eleitoral mexicana, espera-se que Claudia Sheinbaum consiga implementar a sua agenda de forma eficaz. O presidente cessante, López Obrador, felicitou Sheinbaum através de um vídeo publicado na rede social X, classificando o dia como “um dia de glória” para o povo mexicano e celebrando os tempos de transformação vividos no país.
Sheinbaum, que prometeu continuar o trabalho do seu antecessor, manteve-se sempre à frente das sondagens, apesar da forte concorrência de Gálvez. Esta eleição marcou um momento histórico no México, sendo a primeira vez em que duas mulheres disputaram a presidência.
A divulgação dos resultados oficiais sofreu vários adiamentos sem explicações, gerando desconfiança. Xóchitl Gálvez manifestou-se nas redes sociais, lançando dúvidas sobre a contagem dos votos: “Os votos estão lá. Não os deixem escondê-los”.
Apesar da vitória de Sheinbaum, a praça principal da Cidade do México não testemunhou as mesmas celebrações em massa que acompanharam a eleição de López Obrador em 2018.
A empresária Halla Tomasdottir foi eleita Presidente da Islândia, sucedendo a Gudni Johanneson num cargo que é principalmente cerimonial, segundo os resultados das eleições realizadas no sábado.
A principal concorrente de Tomasdottir, a antiga primeira-ministra Katrín Jakobsdóttir, já felicitou a nova Presidente eleita, conforme noticiado pela agência espanhola Europa Press.
Tomasdottir obteve 34,3% dos votos, enquanto Jakobsdóttir alcançou 25,2% e Halla Hrund Logadottir ficou com 15,5%, segundo os resultados divulgados pela emissora pública islandesa RUV.
Com 55 anos, Tomasdottir fez campanha como uma figura acima da política partidária. A agência norte-americana AP destacou que Tomasdottir se comprometeu a abrir debates sobre temas como o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, o desenvolvimento da Islândia como destino turístico e o papel da inteligência artificial.
O papel de Tomasdottir será o de unificar e garantir a Constituição, com alguns poderes específicos, como o de vetar legislação ou submetê-la a referendo. No entanto, o uso do veto é raro, com um dos últimos casos ocorrendo em 2010, quando Ólafur Ragnar Grímsson se recusou a assinar um acordo que obrigava a Islândia a reembolsar depositantes britânicos e neerlandeses afectados pelo colapso do banco Icesave.
A campanha eleitoral não foi dominada por um tema central, com os debates divididos entre a guerra na Ucrânia, a relação com a NATO e os poderes de veto presidencial.
As eleições são especialmente valorizadas na Islândia como uma expressão de democracia pura. Por tradição, os candidatos concorrem como independentes, sem filiação partidária, e qualquer cidadão que reúna 1.500 assinaturas pode candidatar-se.
A Islândia, uma nação insular nórdica situada no Atlântico Norte, conta com cerca de 384.000 habitantes e uma longa tradição de eleger mulheres para altos cargos. Vigdís Finnbogadóttir foi a primeira mulher eleita democraticamente presidente de qualquer nação em 1980, na Islândia.
Nos últimos anos, o país teve duas mulheres à frente do governo, proporcionando estabilidade em períodos de turbulência política. Jóhanna Sigurðardóttir liderou o executivo de 2009 a 2013, após a crise financeira global devastar a economia islandesa. Katrín Jakobsdóttir tornou-se primeira-ministra em 2017, liderando uma coligação ampla que pôs fim a um ciclo de crises que provocou três eleições em quatro anos. Demitiu-se em abril para se candidatar às eleições de sábado.
Tomasdottir ganhou destaque durante a crise financeira como cofundadora da Audur Capital, uma das poucas empresas de investimento islandesas que sobreviveram à convulsão. Estava de licença como diretora executiva da B Team, uma organização sem fins lucrativos que promove a diversidade no local de trabalho, com escritórios em Nova Iorque e Londres.
Halla Tomasdottir tomará posse como a sétima Presidente da Islândia no dia 1 de Agosto.
Um sismo de magnitude 5,9 abalou hoje a península de Noto, no centro do Japão, às 06h31, sem causar danos significativos ou vítimas mortais, informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA).
O epicentro localizou-se na ponta da península de Noto. Este evento ocorre após um sismo a 1 de janeiro que resultou em 260 mortes.
As autoridades confirmaram que o abalo provocou o desmoronamento de três habitações, mas felizmente sem causar quaisquer vítimas. Imagens transmitidas pela televisão pública japonesa NHK mostraram pelo menos uma casa com paredes muito danificadas e o telhado parcialmente colapsado.
Nenhuma anomalia foi detectada nas centrais nucleares do país, segundo o porta-voz do Governo japonês, Yoshimasa Hayashi. Após o sismo inicial, ocorreram várias réplicas, incluindo uma de magnitude 4,8.
“A área está sujeita a actividade sísmica há mais de três anos, incluindo o terramoto de magnitude 7,6 ocorrido a 1 de Janeiro deste ano. Isto deverá continuar num futuro próximo, por isso continuem a ter cautela”, alertou a JMA.
A agência também reiterou os perigos de aluimentos de terra e quedas de rochas na península de Noto, riscos exacerbados pela chuva recente na região.
O sismo de 1 de Janeiro causou a morte de mais de 260 pessoas, destruindo inúmeras casas e infraestruturas na península de Noto, numa altura em que as famílias se reuniam para celebrar o Ano Novo.
Situado no cruzamento de várias placas tectónicas ao longo do chamado “Anel de Fogo” do Pacífico, o Japão é um dos países com maior actividade sísmica do mundo. Mais de 2.200 terramotos foram sentidos no arquipélago no ano passado, incluindo 19 sismos de magnitude igual ou superior a 6,0, segundo a JMA.
Embora a maioria dos sismos cause poucos danos, graças às rigorosas normas de construção antissísmicas no Japão e à elevada consciência da população sobre as medidas de emergência, muitos edifícios em zonas rurais como Noto estão degradados e vulneráveis a fortes sismos.
A 11 de Março de 2011, um sismo de magnitude 9, o mais poderoso registado na costa nordeste do Japão, desencadeou um tsunami que causou cerca de 20 mil mortos ou desaparecidos. O maremoto também provocou o acidente nuclear de Fukushima, o mais grave a nível mundial desde Chernobyl, em 1986.
A gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Rovuma está prestes a entrar numa nova fase, marcada pelo desenvolvimento sustentável e pela...