O Governo moçambicano está a implementar uma série de políticas e iniciativas com o objectivo de dinamizar as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME).
Estas medidas visam facilitar o acesso ao crédito, promover parcerias entre o sector público e privado e reforçar as infraestruturas de apoio às actividades empresariais.
Entre as acções destacadas está a garantia de que as MPME possam acessar mercados tanto nacionais como internacionais, com o intuito de aumentar a sua competitividade e capacidade de expansão. Esta informação foi divulgada hoje em Maputo, durante a segunda Conferência Nacional das MPME, pelo Ministro Carlos Mesquita, que falou em representação do Presidente da República, Filipe Nyusi.
Carlos Mesquita sublinhou que o Governo reconhece a importância de um ambiente de negócios favorável para atrair investimentos privados, tanto nacionais como estrangeiros. Neste sentido, o executivo está empenhado na simplificação dos procedimentos administrativos para facilitar a integração dos empreendedores e MPME informais no sector formal da economia.
Além disso, o Governo está a promover o acesso a novos mercados como parte do processo de transformação digital global que está em curso.
O proprietário de uma residência arrendada no bairro Tchumene, no município da Matola, província de Maputo, será levado a tribunal por permitir que a sua casa fosse utilizada como cativeiro para vítimas de rapto.
A informação foi divulgada na sexta-feira pela Rádio Moçambique, citando Hilário Lole, porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) na cidade de Maputo.
No dia 31 do mês passado, o SERNIC desmantelou uma casa que havia sido cuidadosamente preparada para servir como local de cativeiro. Em ligação com o caso, as autoridades detiveram em Manica um ex-presidiário da Cadeia de Máxima Segurança. Este indivíduo tinha a responsabilidade de organizar toda a logística envolvida no negócio dos raptos.
Agora, tanto o proprietário da casa como o ex-presidiário enfrentarão a justiça pelas suas acções.
Um violento ataque na praia de Lido, em Mogadíscio, resultou na morte de seis membros do grupo jihadista Al-Shebab, segundo anunciou a polícia somaliana. O atentado causou um número ainda indeterminado de vítimas e feridos.
O ataque iniciou quando um dos terroristas se detonou no Beach View Hotel, um local popular entre funcionários governamentais. Após a explosão, os outros cinco atacantes foram abatidos em um intenso tiroteio com as forças de segurança.
Antes do ataque ao hotel, os extremistas abriram fogo contra os frequentadores da praia, que estavam lá na noite de sexta-feira, um período não laboral segundo o calendário muçulmano. O ataque teve como alvo muitos jovens que estavam na área.
Os confrontos entre os terroristas e as forças de segurança, que incluíram forças especiais do exército e da polícia, prolongaram-se até bem depois da meia-noite. Além dos seis atacantes mortos, pelo menos sete pessoas foram confirmadas como mortas, conforme a polícia local, embora esses números possam ainda sofrer alterações.
Os hospitais de Mogadíscio e a Agência Somaliana de Gestão de Catástrofes (Sodma) apelaram urgentemente para a doação de sangue para tratar os feridos. Imagens publicadas nas redes sociais mostram ambulâncias a dirigir-se para o local do ataque e dezenas de pessoas deitadas na praia, algumas aparentemente inactivas, mas não foi possível confirmar se estavam mortas.
Este atentado, que deixou mais de uma centena de feridos, ocorreu após meses de relativa calma em Mogadíscio, que não havia sofrido os ataques regulares do Al-Shebab. O grupo reivindicou a autoria do ataque mediante um dos seus portais na internet.
A Somália tem intensificado suas operações militares contra o Al-Shebab desde que o Presidente Hassan Sheikh Mohamud declarou uma “guerra total” contra o grupo em Agosto de 2022. Desde então, o exército, com o apoio da Missão de Transição da União Africana na Somália (ATMIS) e, ocasionalmente, dos Estados Unidos e da Turquia, tem conduzido ofensivas e bombardeamentos aéreos.
O Al-Shebab, afiliado à Al-Qaida desde 2012, realiza ataques frequentes em Mogadíscio e em outras regiões do país com o objectivo de derrubar o governo central e estabelecer um Estado islâmico de estilo Wahhabi. O grupo controla áreas rurais no centro e sul da Somália e também realiza ataques em países vizinhos como Quénia e Etiópia.
Desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre em 1991, a Somália tem vivido em um estado de conflito e caos, sem um governo efectivo e dominada por milícias islamistas e senhores da guerra.
Na madrugada de sexta-feira, uma viatura pertencente à Comissão Provincial de Eleições na Zambézia foi incendiada por indivíduos ainda não identificados. O incidente ocorreu nas instalações da referida comissão, não havendo registo de vítimas ou danos humanos.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) confirmou o ocorrido durante uma conferência de imprensa realizada em Quelimane. Sidner Lonzo, porta-voz da PRM na Zambézia, afirmou que o veículo foi alvo de um ataque deliberado, mas as autoridades continuam a apurar os detalhes do caso.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), também envolvido na investigação, sugere que o ato pode estar ligado a motivações políticas. Maximino Amílcar, porta-voz do SERNIC na Zambézia, declarou que as investigações já começaram para identificar os responsáveis pelo incêndio criminoso.
Até ao momento, ninguém foi detido com o incidente, mas as autoridades continuam a trabalhar para esclarecer as circunstâncias do ataque e garantir a responsabilização dos envolvidos.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Elaboração de Planos de uso de Solo para Agricultura e Pastagem. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos está a recrutar para seu cliente dois (2) Representantes de Vendas a Van. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador de Projeto. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Ancuabe, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Engajamento Comunitário. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.
A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Proposal Writer and Resource Mobilization Specialist. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Elaboração do Plano Estratégico. Saiba mais.
A Fundação Aurum pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Colector de Dados para Avaliação Nacional de Linha de Base do Acesso ao Pacote de Cuidados para Doença Avançada por HIV. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Gestão de Dados. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Director(a) do Projecto. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor(a) DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico e GC para Boane. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria & Avaliação – Gestão de Casos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar vinte e sete (27) Oficiais do Projecto LINK. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Adaptação de Mudanças Climáticas (CCA) e Redução de Risco de Desastres (DRR). Saiba mais.
A ENAIP NET pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Apoio Escolar nos Institutos Beneficiários do Programa PRETEP PLUS. Saiba mais.
O Banco de Moçambique confirmou que está a custodiar cerca de 7 milhões de dólares devolvidos por Manuel Chang há mais de um ano.
O governador do Banco Central, Rogério Zandamela, sublinhou a importância de celebrar a recente decisão do Tribunal de Londres, que determinou que Moçambique receberá mais de 2 mil milhões de dólares no âmbito do caso das dívidas ocultas.
Para Zandamela, o veredicto do tribunal britânico representa uma vitória significativa para o país e deve ser motivo de regozijo. “Este é um momento de celebração, de desejar que tudo corra bem. Nada é fácil. Não se desenvolve um país com facilidade”, afirmou o governador, ao refutar os receios de que o montante não chegue aos cofres do Estado.
O governador expressou confiança de que a verba será finalmente transferida para Moçambique, e destacou a necessidade de reconhecer os esforços que permitiram esta conquista. “Devemos celebrar com fé que esse dinheiro vai entrar. É importante valorizar as vitórias que alcançamos e deixar de lado a ideia de que as coisas boas não acontecem porque somos incompetentes”, acrescentou.
Em relação aos 7 milhões de dólares devolvidos por Manuel Chang, Zandamela confirmou que o montante já se encontra em posse do Banco de Moçambique desde o ano passado, aguardando uma decisão final da Procuradoria e dos tribunais.
“Estamos a custodiar esse valor há bastante tempo, desde 2023. O dinheiro está seguro connosco até que as autoridades decidam o seu destino”, explicou.
Quando questionado sobre a possibilidade de outros valores terem sido recuperados dos acusados no processo das dívidas não declaradas, o governador preferiu não fazer comentários adicionais.
Fortes chuvas de monção, que atingiram a Coreia do Norte nos últimos dias, podem ter resultado na morte de até 1.500 pessoas, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Unificação da Coreia do Sul.
O governo norte-coreano ainda não confirmou oficialmente o número de vítimas devido às intensas chuvas. No entanto, o Ministério da Unificação da Coreia do Sul, citado pela agência de notícias sul-coreana Yonhap, alertou para a possibilidade de perdas humanas “consideráveis”. Apesar disso, os danos materiais provocados pelas chuvas deste ano parecem ser menos graves do que os observados nos anos de 2010, 2016 e 2020.
Imagens de satélite indicam a extensão das inundações, com destaque para a ilha de Wihwa e áreas ao longo do rio Amnok e regiões circundantes. O líder norte-coreano, Kim Jong-un, demitiu o ministro da Segurança Pública e vários líderes de comités provinciais, responsabilizando-os pelos severos danos causados pelas chuvas. Kim também visitou pessoalmente as zonas afectadas no noroeste do país no domingo, supervisionando as operações de resgate e evacuação da população.
Os níveis recordes de precipitação no sábado deixaram cerca de 5.000 residentes de Sinuiju e Uiju isolados, levando o exército norte-coreano a mobilizar helicópteros e embarcações para o resgate. A Coreia do Norte é particularmente susceptível a inundações durante a época das chuvas de verão devido à falta de infra-estrutura de irrigação nas áreas rurais e à desflorestação.
Kim Jong-un também criticou as autoridades locais por não conseguirem mitigar os danos causados pelas chuvas, apesar das suas ordens para a implementação de “medidas abrangentes” para prevenir tais desastres. Determinou ainda que certas áreas ao longo do rio Amnok, nas províncias de Pyongan Norte, Jagang e Ryanggang, sejam designadas como zonas especiais afectadas pelas cheias.
O Comandante-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Bernardino Rafael, apresentou um pedido de desculpas à população do distrito de Macomia, em Cabo Delgado, pelos abusos cometidos por alguns agentes da corporação.
O pedido ocorreu duas semanas após um incidente que culminou em confrontos entre a população local e as Forças de Defesa e Segurança (FDS), devido ao alegado uso excessivo de força contra civis.
Durante uma reunião que envolveu agentes da PRM e residentes do bairro Xinavane, na vila sede de Macomia, Bernardino Rafael enfatizou que a missão das FDS não é maltratar a população, mas sim protegê-la, promovendo a paz e harmonia. O comandante-geral sublinhou ainda que a vitória contra o terrorismo na região só será possível através de uma colaboração estreita entre a população e as forças de segurança.
Além disso, Bernardino Rafael afirmou que a PRM está determinada a capturar e responsabilizar criminalmente os principais mandantes dos raptos que assolam o país. Ele destacou que os responsáveis por esses crimes estão localizados fora de Moçambique e buscam enriquecer-se às custas de outros.
O comandante reforçou o apelo para que a população colabore na luta contra os raptos, e informou que a PRM aguarda a aprovação de uma nova lei pela Assembleia da República, que permitirá à polícia investigar casos criminais de forma semelhante ao que ocorre em outros países ao redor do mundo.
O ex-presidente da Libéria, George Weah, actualmente na oposição, acusou o seu sucessor, Joseph Boakai, de manipular o sistema judicial do país.
A denúncia surgiu após o antigo ministro das Finanças de Weah, Samuel Tweh, e quatro outros ex-funcionários terem sido formalmente acusados de corrupção.
Weah, que agora lidera o partido CDC, afirmou que o Partido da Unidade (PU) está a usar o sistema judicial para favorecer os seus interesses. “O Partido da Unidade pode ter a certeza de que o CDC utilizará todos os meios legais e políticos à sua disposição para resistir a esta manobra destinada a instrumentalizar o sistema judicial do país em seu benefício”, declarou o antigo jogador de futebol, que perdeu as eleições presidenciais de 2023.
Em uma conferência de imprensa, Weah enfatizou: “Sim, Sr. Boakai, a sua tentativa de politizar o sistema judicial será fortemente combatida”. Esta declaração surge após uma auditoria da comissão anticorrupção da Libéria, que resultou na acusação de vários altos funcionários da administração anterior de Weah, incluindo Samuel Tweh. O relatório aponta para desvios financeiros, conspiração para desviar recursos do Estado e sabotagem económica.
Joseph Boakai, eleito presidente em Novembro de 2023 com 50,64% dos votos, fez da luta contra a corrupção uma das suas principais prioridades. O novo presidente responsabiliza Weah pela persistência da corrupção, considerada endémica no país, e comprometeu-se a enfrentar o problema. Washington, por sua vez, impôs sanções a cinco dos conselheiros mais próximos de Weah devido a alegações de corrupção.
Um homem, cuja identidade não foi revelada, mas que aparenta ter mais de 40 anos, foi detido pelo Comando Distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Mandlakazi, na província de Gaza, por estar na posse de ossadas humanas.
De acordo com Carlos Macuácua, chefe do Departamento de Relações Públicas da PRM em Gaza, o suspeito é motorista de um veículo que realiza transporte semi-colectivo de passageiros. O indivíduo alega que as ossadas humanas estavam em sua posse desde 2019, após terem sido supostamente esquecidas por um passageiro em sua viatura.
Segundo o motorista, ele manteve o pacote contendo os restos mortais na esperança de que o dono aparecesse para reclamá-lo, algo que nunca aconteceu até ao momento em que foi detido.
As ossadas foram encontradas juntamente com um Número de Identificação de Doente (NID) em nome de Leonora Chirindza, o que adiciona mais mistério ao caso. As autoridades continuam a investigar as circunstâncias e a origem dessas ossadas.
O pugilista moçambicano Tiago Muxanga viu-se forçado a dizer adeus aos Jogos Olímpicos de Paris 2024, após ser eliminado pelo mexicano Marco Verde. A eliminação ocorreu durante o combate dos oitavos-de-final do Torneio de Boxe.
De acordo com uma publicação da Rádio Moçambique, Muxanga venceu dois dos três assaltos disputados, enquanto Marco Verde ganhou apenas um. No entanto, a vitória foi atribuída ao pugilista mexicano, uma decisão influenciada pela contagem dos pontos e pelos golpes realizados no primeiro assalto.
Enquanto isso, no sector feminino, a pugilista moçambicana Alcinda Panguana obteve uma vitória contundente por 5-0 contra a eslovaca Diande. Esta noite, Alcinda enfrentará a chinesa Yang Liu, campeã mundial na categoria dos 66 kg. Alcinda Panguana é vice-campeã mundial e campeã africana.
O Banco de Moçambique anunciou a redução da sua principal taxa de juro, a taxa MIMO, de 15% para 14,25%. A decisão foi fundamentada na expectativa de que a inflação se mantenha num dígito no médio prazo, conforme o governador do banco, Rogério Zandamela.
Zandamela sublinhou que esta decisão está ancorada na consolidação contínua das perspectivas de inflação controlada, num cenário onde as incertezas nas projecções permanecem favoráveis. O anúncio foi feito durante uma conferência de imprensa na qual o regulador financeiro moçambicano divulgou as medidas mais recentes tomadas para a gestão da economia do país.
Além da redução da taxa de juro, o Banco de Moçambique fez uma avaliação positiva sobre a evolução do risco sistémico. “As perspectivas de inflação continuam estáveis e num dígito no médio prazo. Em Junho de 2024, a inflação anual manteve-se em 3%, ligeiramente abaixo dos 3,1% registados em Maio”, destacou o governador.
No entanto, Zandamela alertou para a pressão contínua sobre o endividamento público interno. Ele revelou que, excluindo os contractos de mútuo, locação e as responsabilidades em atraso, o endividamento público interno atingiu 377,9 mil milhões de meticais, um aumento de 65,6 mil milhões em relação a Dezembro de 2023.
Khalid Sheikh Mohammed, apontado como o mentor dos atentados de 11 de Setembro de 2001, juntamente com dois dos seus cúmplices, Walid bin Attash e Mustafa al-Hawsawi, declararam-se culpados dos crimes de conspiração, como parte de um acordo para evitar a pena de morte. Os três acusados estão sob custódia dos Estados Unidos desde 2003.
O acordo foi revelado através de uma carta enviada pelos procuradores do tribunal de guerra aos familiares das vítimas, uma correspondência a que o jornal The New York Times teve acesso. Na carta, assinada pelo Contra-Almirante Aaron C. Rugh, procurador-chefe das comissões militares, e por três advogados da sua equipa, é informado que os acusados concordaram em admitir a culpa em todas as acusações, incluindo o assassinato das 2.976 pessoas listadas na folha de acusação.
O pacto entre os acusados e a justiça americana foi feito em troca da exclusão da pena de morte como possível sentença, evitando assim um julgamento que se previa durar entre 12 a 18 meses.
Khalid Sheikh Mohammed, formado em engenharia nos Estados Unidos e declarado jihadista, foi acusado de ser o autor intelectual do plano de desviar aviões comerciais para os fazer colidir contra edifícios, ideia que apresentou a Osama bin Laden em 1996. Além disso, é apontado como responsável por treinar e dirigido alguns dos sequestradores que participaram nos ataques.
A polícia sul-africana conseguiu resgatar, na quarta-feira, um empresário que havia sido raptado há um mês, durante uma oração numa mesquita localizada em Helderkruin, Roodepoort, na região noroeste de Joanesburgo. O homem foi encontrado em segurança numa residência no subúrbio de Lenasia, situado no sudoeste de Joanesburgo.
Segundo o comunicado da Polícia Sul-Africana (SAPS), a vítima foi sequestrada no dia 5 de Julho, e desde então, as autoridades iniciaram uma operação intensiva para localizar e libertar o empresário. No decorrer da operação, a polícia conseguiu prender oito indivíduos envolvidos no sequestro, em várias áreas suburbanas de Joanesburgo.
As detenções e o resgate são resultados de um esforço coordenado das forças de segurança, que monitoraram os movimentos dos suspeitos e seguiram pistas que levaram ao cativeiro onde o empresário estava mantido. A operação destacou-se pela sua complexidade, dada a dispersão dos suspeitos e a necessidade de garantir a segurança da vítima durante o resgate.
O líder supremo do Irão, ayatollah Ali Khamenei, emitiu uma ordem para que o país lance um ataque directo contra Israel. Esta decisão surge em resposta ao assassinato do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, ocorrido em Teerão.
A declaração foi transmitida pelo principal canal de notícias iraniano, IRIB, onde Khamenei afirmou: “O regime sionista criminoso e terrorista preparou o terreno para um duro castigo, e consideramos ser nosso dever vingar o sangue daquele que foi martirizado na terra da República Islâmica do Irão.”
Em reacção ao incidente, o governo iraniano decretou três dias de luto nacional em homenagem a Haniyeh. Até ao momento, Israel não fez qualquer declaração oficial nem assumiu responsabilidade pelo ocorrido. As forças armadas israelitas estão a monitorizar a situação, mas não emitiram novas instruções de segurança para a população civil.
Entretanto, a ministra alemã dos Negócios Estrangeiros, Annalena Baerbock, apelou aos cidadãos alemães no Líbano para deixarem o país, devido ao aumento da tensão na região.
O Conselho de Segurança da ONU reuniu-se em sessão de emergência na quarta-feira (31) em Nova Iorque, a pedido do Irão, com o apoio da China, Rússia e Argélia, para discutir a escalada do conflito no Médio Oriente.
No distrito de Nipepe, situado na província do Niassa, mais de 22 mil pessoas enfrentam uma grave escassez de água potável, causada pelo número insuficiente de fontes de abastecimento disponíveis.
A região conta actualmente com 93 fontes de água, que se revelam insuficientes para suprir as necessidades dos cerca de 57 mil habitantes do distrito.
De acordo com Gervásio Raitone, director dos Serviços Distritais de Planeamento e Infra-estruturas em Nipepe, a situação é particularmente crítica em povoados como Metapua, Malachi, Muahage, Talala e Namijala, entre outros.
Nessas áreas, a população é frequentemente obrigada a recorrer à água dos rios, o que expõe os residentes a sérios riscos de contrair doenças de origem hídrica.
Para mitigar este problema, está previsto para este ano a abertura de dez novos furos de água, financiados pela DH-Mining Development, uma empresa chinesa concessionária das minas de grafite local. Estes novos furos deverão beneficiar cerca de 15 mil pessoas, aliviando parcialmente a situação.
Contudo, para garantir uma cobertura adequada e fornecer água potável a todos os residentes, o distrito de Nipepe ainda necessita da criação de pelo menos mais 11 fontes de abastecimento de água. No ano passado, a Direcção Provincial das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos instalou cinco novos furos no distrito, o que beneficiou cerca de 1.500 famílias, mas ainda não foi suficiente para resolver a crise de abastecimento que persiste na região.
Uma explosão devastadora ocorreu numa casa de chá na aldeia de Kawuri, localizada no estado de Borno, no nordeste da Nigéria, conhecida por ser um foco de actividade extremista.
O incidente resultou na morte de 19 pessoas e deixou 27 outras feridas, segundo informações divulgadas por fontes de segurança.
O ataque aconteceu na noite de quarta-feira e, de acordo com Ibrahim Liman, um membro de uma milícia anti-terrorista que colabora com o exército, foram encontrados 19 cadáveres e 27 pessoas feridas. Este balanço foi confirmado também por dois outros milicianos presentes no local.
A aldeia de Kawuri está situada a cerca de 50 quilómetros da capital do estado, Maiduguri, e tem sido alvo de ataques frequentes devido à insurgência terrorista que assola a região há 14 anos.
Este atentado ocorre algumas semanas após uma série de ataques suicidas na região de Gwoza, também no estado de Borno, que resultaram na morte de 32 pessoas e visaram um casamento, um hospital e funerais.
Embora nenhum grupo tenha reivindicado oficialmente a responsabilidade pelo ataque em Kawuri ou pelos atentados anteriores na região de Gwoza, o grupo extremista Boko Haram e o Estado Islâmico na África Ocidental são conhecidos por operar na área.
Desde o início do conflito em 2014, os atentados bombistas nas cidades nigerianas tornaram-se menos frequentes, após o exército ter expulsado os extremistas das áreas que controlavam. No entanto, os grupos terroristas continuam a realizar ataques e emboscadas nas zonas rurais.
O Presidente Bola Ahmed Tinubu, que assumiu o cargo em Maio de 2023, fez da luta contra a insegurança uma das suas principais prioridades. As forças armadas nigerianas também estão engajadas no combate a grupos fortemente armados no noroeste do país.
O jogador de futebol Kyle Walker, do Manchester City, e a sua ex-companheira, Lauryn Goodman, modelo e influencer inglesa, têm estado envolvidos numa prolongada batalha judicial que já dura quatro anos. Em jogo está a pensão de alimentos para os dois filhos que o casal tem em comum.
Recentemente, foram revelados detalhes sobre as exigências surpreendentes feitas por Lauryn Goodman durante o processo.
Segundo o jornal Daily Mail, Walker foi obrigado a adquirir uma mansão no valor de 2,8 milhões de euros, apenas uma das várias condições impostas pela ex-mulher.
Entre os pedidos mais notáveis, Goodman tentou forçar o jogador a comparecer perante um juiz apenas 12 horas após ter conquistado a Liga dos Campeões com o Manchester City em 2023, o que teria impedido o futebolista de celebrar a vitória histórica. Além disso, a modelo solicitou à vizinha de Walker e da sua actual companheira, Annie, que os espionasse.
A lista de exigências não termina aí. Goodman também pediu um carro Mercedes GLE, avaliado em mais de 80 mil euros, a instalação de um sistema de ar condicionado de 40 mil euros, e a contratação de um jardineiro por 600 euros mensais e de uma empregada doméstica por 1.700 euros mensais.
Além disso, Walker teria de gastar cerca de 140 mil euros em guarda-roupas, persianas e cortinas, sofás e móveis de jardim. Para completar, a ex-mulher exigiu que o jogador organizasse umas férias no México para os dois filhos, a um custo de 10 mil euros.
A disputa legal, marcada por essas exigências extravagantes, continua a ser acompanhada de perto pela imprensa e pelo público.
A Escola Secundária de Laulane, localizada na cidade de Maputo, recebeu uma importante doação do Banco Comercial e de Investimentos (BCI).
A instituição bancária ofereceu computadores à escola com o objectivo de modernizar os recursos tecnológicos da instituição e fortalecer o processo educativo.
Durante a cerimónia de entrega, Sara Manhiça, Directora Comercial Regional do BCI, expressou a satisfação do banco com a contribuição. “É uma grande alegria para nós, do BCI, poder apoiar o vosso processo de formação com a oferta destes computadores. Esperamos que estes equipamentos sejam muito úteis para o vosso aprendizado.
Aproveitem ao máximo e lembrem-se de que o nosso banco está sempre disponível para apoiar a comunidade,” afirmou Manhiça. A cerimónia contou com a presença de diversos stakeholders, incluindo a directora da escola, um representante do sector da educação a nível distrital, alunos, pais, encarregados de educação e pessoal administrativo.
A directora da Escola Secundária de Laulane também manifestou a sua gratidão pelo apoio recebido. “Os computadores são ferramentas essenciais no ensino e na aprendizagem. Este é um dia muito significativo para nós. A chegada deste material vai incentivar os alunos a investigarem mais, a realizarem aulas práticas e a melhorarem o seu desempenho escolar. Agradecemos imenso por esta valiosa contribuição,” destacou.
A Escola Secundária de Laulane está situada no distrito municipal de Ka Mavota, na cidade de Maputo, e acolhe cerca de 4998 alunos no ensino secundário. A doação do BCI representa um avanço significativo na modernização dos recursos da escola, beneficiando directamente o processo educativo dos seus alunos.
As obras de reabilitação da Avenida Dom Alexandre e do troço Mali-Santa Isabel, no município de Marracuene, província de Maputo, estão prestes a começar.
Os preparativos finais para a contratação dos fiscais e a mobilização dos equipamentos necessários estão em fase de conclusão, visando assegurar a execução eficiente destes projectos fundamentais para melhorar a mobilidade dos residentes locais.
Segundo declarações do edil de Marracuene, Shafee Sidat, à Rádio Moçambique, o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) já garantiu o financiamento de cerca de cento e vinte milhões de meticais, valor destinado à realização destas intervenções. Adicionalmente, a edilidade dispõe de fundos próprios para dar início aos trabalhos.
Além das obras de reabilitação, o presidente do Conselho Municipal, Shafee Sidat, anunciou planos para a construção de vinte e cinco novas paragens modernas ao longo das principais vias do município. Estas infra-estruturas, que serão equipadas com assentos e coberturas para maior conforto dos passageiros, fazem parte de uma iniciativa desenvolvida em parceria com o governo chinês.
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