O ex-Presidente dos Estados Unidos e candidato republicano às eleições de Novembro, Donald Trump, acusou o Partido Democrata de realizar “um golpe de estado” contra o actual líder da Casa Branca, Joe Biden, que anunciou a sua desistência da corrida eleitoral.
Em intervenção telefónica no programa matinal da Fox News, Trump classificou como “terrível” o discurso de Biden na noite de quarta-feira (madrugada de quinta-feira em Lisboa) a partir da Sala Oval da Casa Branca. Nesse discurso, Biden deu mais pormenores sobre a sua decisão de se retirar da disputa presidencial marcada para 5 de Novembro.
“Eu acho que foi um golpe de estado. Eles não queriam que ele se candidatasse. Ele estava muito mal nas sondagens e acharam que ele ia perder”, afirmou Trump.
O magnata nova-iorquino acusou o ex-Presidente Barack Obama, a influente congressista Nancy Pelosi e outros líderes democratas de estarem envolvidos numa conspiração para forçar a retirada de Biden após o seu desempenho desastroso no debate eleitoral com Trump no mês passado.
“Disseram-lhe que ele não podia ganhar as eleições, o que penso ser verdade”, disse o republicano.
Recentemente recuperado da covid-19, Biden fez um discurso à nação explicando que decidiu passar o testemunho a uma nova geração para unir os Estados Unidos e salvar a democracia, que considera ameaçada por um eventual novo mandato de Trump.
Em resposta à Fox News, Trump afirmou que “tudo estava errado” no discurso de Biden, desde a aparência até à voz.
Trump também atacou a provável nova candidata democrata, a actual vice-Presidente Kamala Harris, qualificando-a de “uma esquerdista radical não muito inteligente”.
As primeiras sondagens e análises, embora ainda preliminares, sugerem que a vice-Presidente democrata teria um melhor desempenho eleitoral do que Biden e poderia derrotar Trump em alguns estados decisivos.
No seu comício em Charlotte, Carolina do Norte, na quarta-feira, Trump lançou uma série de ataques contra Harris, a quem chamou de “nova vítima da derrota” e acusou de enganar o eleitorado sobre a capacidade de Biden de se candidatar a um segundo mandato.
“Portanto, agora temos uma nova vítima para derrotar: a mentirosa Kamala Harris”, disse Trump, apelidando-a de “a vice-Presidente mais incompetente e de extrema-esquerda da história americana”.
Trump também a chamou de “lunática de esquerda radical” e disse que ela era “louca” pelas suas posições sobre o aborto e imigração.
Joe Biden, de 81 anos, anunciou no domingo a desistência da sua campanha de reeleição e o apoio a Kamala Harris como possível sucessora, após semanas de pressão interna para desistir da corrida devido a dúvidas sobre o seu estado de saúde.
Para ser candidata contra Trump em Novembro, a vice-Presidente Kamala Harris, de 59 anos, precisa de ser confirmada pelos delegados na Convenção Nacional Democrata, que se realizará em Chicago de 19 a 22 de Agosto.
O rio Licungo, situado na província da Zambézia, foi palco de ataques mortais por crocodilos, resultando na morte de pelo menos cinco pessoas.
Este ano, a situação não melhorou, com vários ataques já registados, gerando grande apreensão entre as comunidades que dependem da água do rio para suas actividades diárias.
A crescente ameaça de ataques de crocodilos continua a pôr em risco as famílias que utilizam o rio Licungo para tarefas como lavar roupa e tomar banho. Os relatos de medo e precaução são comuns entre aqueles que frequentam o rio. A nossa equipa de reportagem conversou com um pescador que teve um ato heróico no final do ano passado, ao resgatar uma criança que estava prestes a ser atacada por um crocodilo.
Rainha Francisco, residente no distrito de Mocuba, recordou que quase foi vítima de um ataque de crocodilo em 2012, sublinhando o risco iminente que representa a presença desses répteis.
De acordo com fontes do sector agrícola em Mocuba, “não há nenhum trabalho específico em andamento, além das campanhas de sensibilização”. A época do ano mais preocupante em termos de ataques é Dezembro, quando o nível das águas do rio diminui e os crocodilos se afastam das comunidades. No entanto, com o aumento do caudal, os crocodilos aproximam-se novamente das áreas habitadas, aumentando o risco de novos ataques.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, encontra-se nos Estados Unidos esta semana para um encontro com o presidente norte-americano, Joe Biden.
As negociações para um cessar-fogo em Gaza e a libertação de reféns estão numa “fase final”, conforme revelado por uma fonte próxima das negociações à agência France-Presse (AFP).
A mesma fonte, que preferiu manter o anonimato, indicou que “acreditamos que as negociações estão na fase final e um acordo está perto”. Esta informação surge na véspera do encontro entre Netanyahu e Biden, ao qual o primeiro-ministro israelita agradeceu pela “amizade” e pelo apoio contínuo dos Estados Unidos no conflito contra o Hamas, que já resultou na morte de milhares de palestinianos.
Durante um discurso no Congresso dos Estados Unidos, Netanyahu reiterou a necessidade de os dois países se manterem unidos e solicitou mais armas. O discurso contou com a presença de alguns dos reféns já resgatados. Entretanto, do lado de fora, manifestantes protestavam contra a visita do líder israelita, levando a várias detenções. Dentro do Congresso, a democrata Rashida Tlaib manifestou-se com uma placa onde se lia “criminoso de guerra”.
Segundo o ministério da Saúde da Faixa de Gaza, mais de 39 mil palestinianos morreram desde que o conflito no Médio Oriente se intensificou, após um ataque do Hamas em Telavive, que desencadeou uma forte retaliação por parte de Israel.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) manifestou a sua contestação em relação ao Regulamento de Contratação de Empreitadas de Obras Públicas, aprovado em Dezembro do ano passado.
A principal crítica é de que o regulamento favorece os concorrentes estrangeiros em detrimento dos empreiteiros locais.
A preocupação foi expressa por Bento Machaila, Presidente da Federação dos Empreiteiros na CTA, durante uma conferência de imprensa realizada hoje em Maputo. Segundo Machaila, os empreiteiros moçambicanos apontam uma lacuna significativa na fiscalização prévia dos contractos quando estes envolvem concorrentes estrangeiros.
O regulamento em questão permite que a entidade contratante tenha a opção de verificar a autenticidade dos documentos de qualificação jurídica, económica, financeira, técnica e de regularidade fiscal apresentados pelos concorrentes estrangeiros, além da inexistência de pedidos de falência ou insolvência no país de origem. No entanto, Machaila ressalta que a actual formulação confere à entidade contratante a faculdade de realizar essa confirmação, em vez de obrigá-la a fazê-lo. Esta situação pode levar à contratação de empresas não qualificadas.
Machaila explicou que a falta de clareza no regulamento quanto aos procedimentos de verificação contribui para a situação. Por isso, os empreiteiros estão a exigir uma especificação clara e completa dos documentos necessários, bem como a verificação rigorosa dos mesmos.
Adicionalmente, Machaila referiu que as leis nº 13/2024 de 19 de Janeiro e nº 14/2014 de 14 de Agosto, que regulam a Organização e Funcionamento do Processo de Secção de Contas Públicas no Tribunal Administrativo, precisam de melhorias para garantir a sua eficácia. Os empreiteiros sugerem que no artigo 72, número 1, da legislação vigente, seja incluída a “alínea C-1”, para garantir que a fiscalização prévia dos contractos celebrados com recursos de agências de cooperação ou organismos financeiros multilaterais não seja excluída.
Machaila destacou ainda que a manutenção da actual legislação confere uma vantagem considerável aos concorrentes estrangeiros, uma vez que os contractos internacionais não estão sujeitos ao visto do Trabalho Administrativo, ficando isentos dos emolumentos relacionados à submissão de contractos à Jurisdição Administrativa.
O Presidente do Chile, Gabriel Boric, manifestou hoje seu apoio às declarações do presidente brasileiro, Lula da Silva, ao considerar inconcebíveis as ameaças feitas pelo líder venezuelano, Nicolás Maduro, que busca a reeleição. Maduro insinuou a possibilidade de “banhos de sangue” caso perca as eleições do próximo domingo.
“Concordo e apoio as declarações de Lula: em hipótese alguma se pode ameaçar com banhos de sangue. O que os líderes e os candidatos recebem são banhos de votos e esses banhos de votos representam a soberania popular, que deve ser respeitada”, afirmou Gabriel Boric durante um encontro com correspondentes estrangeiros.
O líder chileno destacou a importância de um processo eleitoral transparente e seguro na Venezuela, apelando para que as autoridades venezuelanas garantam “o desenvolvimento normal do processo eleitoral com garantias, especialmente para a oposição, garantindo o respeito irrestrito pelos resultados devidamente acreditados”.
Na semana passada, Nicolás Maduro intensificou seu discurso político, afirmando que o país poderá enfrentar um banho de sangue caso ele não seja reeleito nas presidenciais de domingo. Na terça-feira, Maduro tentou contextualizar suas declarações, afirmando que foram uma “reflexão”.
“Não disse mentiras, apenas fiz uma reflexão, quem se assustou que tome um chá de camomila porque o povo da Venezuela está curado do seu medo e sabe o que estou a dizer, e na Venezuela triunfará a paz”, declarou Maduro, em resposta às críticas, sem mencionar directamente o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.
Lula da Silva havia expressado sua preocupação com as declarações de Maduro, que, segundo a oposição, visavam provocar a abstenção entre os eleitores que defendem sua destituição do poder. Maduro está concorrendo para um terceiro mandato presidencial de seis anos.
Mais de 21,6 milhões de venezuelanos estão convocados a votar nas eleições presidenciais de domingo, que contam com dez candidatos. O principal adversário de Maduro, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), é Edmundo González Urrutia, da Mesa de Unidade Democrática (MUD). Durante a campanha, que termina hoje oficialmente, cerca de uma centena de opositores foram presos, conforme relatam organizações de direitos humanos.
O Hospital Geral de Mavalane, localizado na capital do país, está a enfrentar uma séria escassez de alimentos essenciais, o que está a comprometer significativamente o tratamento, a cura e a recuperação dos pacientes internados nesta unidade de saúde.
Anteriormente, os pacientes recebiam três a quatro refeições diárias, mas actualmente estão limitados a um máximo de duas refeições por dia, frequentemente sem incluir frutas e ovos, importantes fontes de vitaminas essenciais para a saúde. A falta de comida suficiente para todos os pacientes leva a uma dependência crescente das visitas de familiares para garantir a alimentação.
O jornal “Notícias” investigou as condições de acolhimento conversando com doentes internados e com aqueles que recentemente receberam alta. Uamusse, que teve alta recentemente, relatou ter passado fome durante os três dias em que esteve internado. “A minha família demorou a saber do meu internamento, e, por isso, passei o primeiro dia sem comer, alimentando-me apenas com papas na manhã do dia seguinte”, explicou Uamusse.
Os pacientes com anemia, diabetes e deficiência de vitaminas estão particularmente afectados pela falta de frutas e ovos, inexistentes no hospital. Essa situação coloca alguns pacientes na dependência da generosidade dos visitantes e familiares de outros internados, como relatou J. Nhatumbo, que esteve internada numa das enfermarias. “Os pacientes sem visitação de familiares são prioritários para receber um pouco de comida. Em alguns casos, quando os nossos familiares não aparecem, ficamos sem comer”, lamentou.
Um paciente internado, que preferiu manter o anonimato, visivelmente enfraquecido, expressou a sua preocupação com a deterioração da sua saúde devido à falta de alimentos com a medicação. “A comida que recebi era insuficiente. Gostaria de ir para casa para terminar a medicação, onde a alimentação não será um problema, mas não tenho outra alternativa”, queixou-se.
O director do hospital, Mário Jacobe, afirmou que a carência de alimentos deve-se à falta de financiamento para a sua aquisição, uma situação que persiste há mais de um ano. Para lidar com a crise, o hospital foi forçado a reduzir a quantidade e o número de refeições, adaptando-se à demanda dos pacientes, enquanto aguarda a liberação de fundos por parte do Governo e parceiros.
A tripulação de um helicóptero militar russo Mi-28 morreu após o aparelho se despenhar na região sudoeste da Rússia, segundo informações das agências russas.
“Um helicóptero Mi-28 despenhou-se na região de Kaluga. O helicóptero caiu numa área desabitada, resultando na morte de toda a tripulação”, declarou uma fonte do Ministério da Defesa, conforme relatado pela agência russa TASS.
A mesma fonte garantiu que “não houve destruição no solo” devido ao incidente.
Segundo a Interfax, que citou um comunicado do Ministério da Defesa russo, “dados preliminares indicam que a causa do acidente foi uma falha técnica”.
Uma comissão de inquérito foi enviada ao local para investigar as circunstâncias do acidente, acrescentou a mesma fonte.
O helicóptero caiu “numa floresta” próxima da aldeia de Klenki, situada a cerca de 150 quilómetros da fronteira ucraniana, informou Alexander Barybin, um funcionário local, citado pela TASS.
A Confederação das Associações Económicas (CTA) reafirmou a importância de o Governo implementar as propostas discutidas no âmbito do diálogo entre o sector público e privado, destinadas a combater o aumento dos raptos que têm afectado o empresariado nacional.
Esta declaração foi feita durante uma conferência de imprensa realizada hoje em Maputo, onde o fenómeno dos raptos foi amplamente discutido.
Segundo a CTA, tanto os seus membros como a comunidade empresarial em geral têm pressionado o Governo para adoptar medidas drásticas contra este crime, que tem causado grandes preocupações e insegurança no sector empresarial.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou um novo projeto de lei destinado a melhorar a supervisão da agência federal de prisões, após uma investigação da agência de notícias Associated Press ter revelado casos de corrupção sistémica e abusos no sistema prisional.
A Lei Federal de Supervisão Prisional, aprovada pelo Senado em 10 de julho e pela Câmara dos Representantes em maio, estabelece a figura de um provedor independente. Este novo cargo terá a responsabilidade de responder e investigar denúncias de agressões sexuais e outras condutas criminais cometidas por funcionários prisionais, além de tratar da falta crónica de pessoal, das fugas e das mortes de alto perfil.
A legislação impõe que o inspetor-geral do Departamento de Justiça realize verificações baseadas no risco em todas as 122 instalações prisionais federais, forneça recomendações para corrigir deficiências e atribua uma pontuação de risco a cada instalação.
Colette Peters, diretora da agência federal prisional, elogiou a nova lei durante um depoimento no Congresso esta semana, mas alertou que serão necessários dezenas de milhões de dólares em financiamento adicional para que os serviços possam responder eficazmente à nova supervisão e implementar mudanças significativas e duradouras.
Conforme a nova legislação, o provedor penitenciário federal independente deverá recolher queixas através de uma linha de apoio segura e de um formulário online, investigando e relatando ao procurador-geral e ao Congresso sobre condições perigosas que possam afetar a saúde, segurança, bem-estar e direitos dos reclusos e funcionários.
Além da inspeção das instalações prisionais, a lei exige que o inspetor-geral do Departamento de Justiça comunique qualquer conclusão e recomendação ao Congresso e ao público.
No ano passado, o inspetor-geral Michael Horowitz iniciou um programa de inspeções não anunciadas nas instalações prisionais federais, identificando deficiências críticas como escassez de pessoal em programas de saúde e educação, infraestruturas deterioradas e comida bolorenta servida aos reclusos.
Uma investigação em curso da Associated Press descobriu falhas profundas, até então não relatadas, na agência prisional, que é a maior agência de aplicação da lei do Departamento de Justiça, com mais de 30.000 funcionários, 158.000 reclusos e um orçamento anual de aproximadamente 8 mil milhões de dólares (cerca de 7,5 mil milhões de euros).
Os dados coletados pela AP revelam dezenas de fugas, violência crónica, mortes e uma grave falta de pessoal que dificultam as respostas a emergências, incluindo agressões a reclusos e suicídios.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Projecto – Educação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Educação e Proteção à Criança em Emergências. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Gestão de Dados. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Director(a) do Projecto. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor(a) DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico e GC para Boane. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria & Avaliação – Gestão de Casos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar vinte e sete (27) Oficiais do Projecto LINK. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), no âmbito da implementação do Programa AGE, financiado pela USAID, pretende recrutar uma (1) Assistente Administrativa e Financeira para Quelimane. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Adaptação de Mudanças Climáticas (CCA) e Redução de Risco de Desastres (DRR). Saiba mais.
A ENAIP NET pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Apoio Escolar nos Institutos Beneficiários do Programa PRETEP PLUS. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista e Digitador de Dados-Gestão de Casos. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Analistas e Digitadores de Dados GC. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Coordenadores Provinciais. Saiba mais.
Uma jovem chinesa, conhecida por participar em competições de alimentação, morreu enquanto tentava consumir 10 kg de comida em apenas 10 horas. Pan Xiaoting, de 24 anos, faleceu no dia 14 de Julho enquanto filmava a tentativa extrema.
A autópsia realizada posteriormente revelou que o estômago da jovem estava “deformado” e cheio de “comida não digerida”, conforme relatado pelo TimesNow. Pan, que anteriormente trabalhava como empregada de mesa, era famosa por suas transmissões ao vivo onde comia grandes quantidades de comida enquanto interagia com seus seguidores.
O desafio no qual estava envolvida, conhecido como ‘Mukbang’, exige que os participantes consumam grandes quantidades de alimentos enquanto transmitem ao vivo. Pan Xiaoting já havia sido hospitalizada anteriormente devido a problemas gastrointestinais, mas ignorou os avisos médicos e continuou participando dessas competições.
Sua morte é um alerta sobre os perigos associados à alimentação extrema. Segundo o The Mirror, muitos consideram que a jovem foi “vítima da gula” e que sua trágica morte deve servir como um aviso para outros que participam de desafios semelhantes.
Um jovem de 18 anos foi detido esta terça-feira, em Gironda, pelas autoridades francesas, sob suspeita de planear um ataque terrorista com o objectivo de o realizar durante os Jogos Olímpicos de Paris.
A detenção ocorreu apenas três dias antes da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, marcada para o próximo dia 26 de Julho.
O jovem, cuja identidade não foi revelada, foi apanhado pelos agentes da Direcção Geral de Segurança Interna e está agora sob custódia. A detenção foi efectuada no âmbito de um inquérito aberto pela Procuradoria Nacional Antiterrorista, e o suspeito enfrenta acusações de “associação criminosa terrorista”, conforme o jornal Le Parisien.
Descrito como uma pessoa radicalizada, o jovem foi identificado pelas autoridades através das suas comunicações em redes sociais seguras, onde expressava o seu desejo de cometer um ato violento, especificamente durante os Jogos Olímpicos. No entanto, as investigações estão ainda numa fase preliminar, e os detalhes exactos sobre o plano não foram totalmente divulgados.
Os Jogos Olímpicos de Paris estão programados para decorrer de 26 de Julho a 11 de Agosto, seguidos pelos Jogos Paralímpicos, que se realizarão de 28 de Agosto a 8 de Setembro. As autoridades continuam a monitorizar a situação para garantir a segurança durante os eventos.
O Malawi passará a importar mensalmente 15 milhões de litros de combustível a partir do Porto de Nacala para Lilongwe, utilizando transporte ferroviário. As operações, que começarão ainda este mês, serão geridas pela empresa Nacala Logistics Limited.
Esta nova operação resulta de acordos estabelecidos entre a Nacala Logistics Limited e as Companhias Nacional de Petróleo do Malawi (NOCMA) e a Petroleum Importers Limited, conforme o memorando actualmente em vigor.
Joyce Malongo, especialista em assuntos externos da Nacala Logistics Limited no Malawi, explicou que o início da importação de combustível via Porto de Nacala até Lilongwe deve-se à conclusão das obras de reabilitação da linha ferroviária que liga Balaka a Lilongwe.
Com o início desta nova rota de importação, o Malawi reduzirá gradualmente a utilização do porto de Dar-Es-Salaam, na Tanzânia, para a importação de combustível. Esta rota anterior era considerada onerosa devido ao uso intensivo de meios rodoviários.
Para enfrentar os desafios impostos pelo governo malawiano, a Nacala Logistics possui uma frota de 88 tanques cisternas, com uma capacidade total de 3,5 milhões de litros por cada viagem.
Segundo a RM, a empresa já transportava combustível do Porto de Nacala para Blantyre, mas ainda não havia alcançado Lilongwe, a capital do Malawi, que até agora dependia exclusivamente de combustível transportado por camiões.
Com a reabilitação da linha ferroviária, este marco histórico foi alcançado. No início deste mês, o primeiro carregamento de carvão mineral também foi realizado através desta linha.
Uma adolescente norte-americana de 17 anos, que estava desaparecida há aproximadamente dois meses no estado de Michigan, foi localizada no domingo, em boas condições de saúde, e está noiva de um homem de 44 anos.
Penelope Wise tinha fugido de casa no dia 31 de Maio. As últimas imagens conhecidas da jovem mostravam-na a caminhar sozinha junto a um bar na noite seguinte ao seu desaparecimento. Segundo o NY Post, foi nessa mesma noite que Penelope terá conhecido o seu actual noivo.
A jovem foi encontrada depois que um homem reconheceu o seu rosto a partir de panfletos de pessoas desaparecidas. A polícia foi imediatamente chamada e descobriu que Penelope vivia com o homem desde o seu desaparecimento. A jovem encontrava-se em boas condições de saúde e, até ao momento, não foram feitas acusações contra o seu acompanhante.
A equipa de Kamala Harris respondeu às acusações, afirmando que se trata de uma tentativa de sabotar a campanha presidencial.
Nesta terça-feira, a campanha de Donald Trump apresentou uma queixa à Comissão Eleitoral Federal, alegando que os fundos arrecadados para a candidatura à reeleição do presidente Joe Biden não podem ser transferidos para a campanha presidencial da Vice-Presidente Kamala Harris.
A queixa foi formalizada pelo conselheiro geral da campanha de Trump, David Warrington, que argumenta que a transferência dos fundos equivaleria a “pouco mais do que uma contribuição excessiva e dissimulada de 91,5 milhões de dólares de um candidato presidencial para outro”.
“Kamala Harris está a tentar perpetrar um roubo de 91,5 milhões de dólares do dinheiro que sobrou da campanha de Joe Biden – um roubo descarado que constituiria a maior contribuição excessiva e a maior violação na história da Lei Federal de Campanhas Eleitorais de 1971, conforme alterada”, afirma a queixa, citada pela CNN Internacional.
A queixa envolve Joe Biden, Kamala Harris, a campanha de Biden (que agora é a campanha de Harris) e a tesoureira da campanha, Keana Spencer, por alegadamente “violarem flagrantemente a Lei ao fazerem e receberem uma contribuição excessiva de quase cem milhões de dólares e por preencherem formulários fraudulentos junto da Comissão, alegando que o comité de campanha principal de um candidato era utilizado por outro candidato”.
A equipa de Kamala Harris já reagiu às acusações, classificando-as como uma tentativa clara de sabotagem da campanha eleitoral.
Taiwan tomou medidas preventivas ao encerrar escritórios, escolas e locais turísticos, antecipando a chegada de um poderoso tufão que já provocou graves inundações e deslizamentos de terras nas Filipinas, resultando na morte de pelo menos 12 pessoas e na deslocação de 600 mil indivíduos.
As bandas exteriores do tufão Gaemi já trouxeram chuvas intensas a várias regiões de Taiwan. A previsão indica que o tufão chegará ao norte do território está noite (hora local). Em resposta, os barcos de pesca regressaram aos portos em meio a mares agitados, enquanto os passageiros aéreos se apressaram a embarcar em voos internacionais antes da chegada da tempestade, que já causou múltiplos cancelamentos.
Na manhã de hoje, o tufão Gaemi estava a 13 quilómetros por hora da ilha, com ventos máximos sustentados de 162 quilómetros por hora e rajadas que atingiram os 198 quilómetros por hora, conforme relatado pela Administração Meteorológica Central.
Em Taipé, a capital, a chuva intensa já se faz sentir, embora os ventos fortes ainda não tenham chegado.
A tempestade também levou ao cancelamento de exercícios militares da força aérea de Taiwan na costa leste do território.
Apesar de algumas inundações esporádicas, Taiwan reforçou significativamente a sua capacidade de resposta através de avisos e preparativos antecipados. Estima-se que os efeitos da tempestade persistam até sexta-feira, à medida que Gaemi se desloca na direcção noroeste, em direcção à China continental.
Nas Filipinas, onde o tufão é chamado de Carina, a tempestade não atingiu directamente o arquipélago, mas intensificou as chuvas sazonais de monção. Estas chuvas causaram pelo menos uma dúzia de deslizamentos de terras e inundações em cinco dias, resultando na morte de pelo menos oito pessoas e na deslocação de 600 mil, incluindo 35 mil que procuraram abrigo em centros de emergência, segundo a agência filipina de mitigação de desastres.
Na terça-feira, um deslizamento de terras enterrou um barracão rural na cidade de Agoncillo, na província de Batangas. Os corpos de uma mulher grávida e de três crianças, com idades entre 9 e 15 anos, foram resgatados na manhã de hoje, elevando o número de mortos nas Filipinas para 12.
Na região densamente povoada ao redor da capital filipina, as operações governamentais e as aulas foram suspensas após chuvas incessantes inundarem várias áreas durante a noite, imobilizando veículos e retendo pessoas em suas casas.
“Dei instruções a todos os organismos competentes para prestarem uma assistência rápida a todas as pessoas afectadas pelo tufão Carina e pelo aumento da monção do sudoeste”, declarou o Presidente Ferdinand Marcos Jr. numa publicação na rede social X (anteriormente conhecida como Twitter).
A campanha de educação cívica eleitoral terá início hoje em todo o país, com o objectivo de disseminar todas as informações cruciais sobre o processo de votação, em preparação para o escrutínio marcado para Outubro.
Com duração de um mês, esta fase do processo eleitoral envolverá um total de 6.082 agentes, formados e contratados em todo o território nacional, e será monitorada pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE).
Em entrevista ao “Notícias” ontem, a porta-voz do STAE, Regina Matsinhe, explicou que a campanha visa principalmente informar os eleitores sobre a data, horário de início e encerramento da votação, bem como os locais de votação, que coincidem com os postos onde os cidadãos se recensearam para obter o cartão de eleitor, documento necessário para votar e ser eleito.
O grupo de educadores cívicos também irá divulgar mensagens sobre os tipos de eleições que ocorrerão no dia 9 de Outubro e os cargos a serem eleitos.
“Sem mencionar nomes específicos, os educadores irão informar que as eleições servirão para eleger o Presidente da República, deputados da Assembleia da República, membros das assembleias provinciais e governadores de província”, disse Matsinhe.
Além disso, os agentes irão esclarecer os procedimentos necessários para cada uma dessas eleições.
Na cidade de Maputo, a campanha focar-se-á apenas nas eleições presidenciais e legislativas, pois nesta região não haverá eleição de membros da assembleia provincial.
Regina Matsinhe destacou ainda que alguns cidadãos votarão pela primeira vez, colocando uma responsabilidade adicional sobre os educadores cívicos para garantir que esses eleitores compreendam todos os passos necessários para exercer o seu direito de voto sem dificuldades.
Quanto ao perfil e apresentação dos educadores, Matsinhe reiterou que, tal como em processos eleitorais anteriores, estes devem iniciar as suas actividades devidamente trajados e identificados.
“É fundamental que o agente cívico trabalhe em estreita coordenação com as autoridades locais onde vai realizar a sua actividade para evitar situações indesejáveis”, alertou.
No Quénia, centenas de pessoas voltaram a sair às ruas para protestar contra o governo, desafiando a proibição de manifestações em vigor há mais de um mês.
As autoridades, que enfrentam uma onda de protestos que já causou pelo menos 50 mortes, reforçaram a segurança nas áreas afectadas.
Em Nairobi, o epicentro das manifestações anteriores, a situação é tensa. As lojas permaneceram fechadas enquanto alguns manifestantes marcharam em direcção ao Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, um dos mais movimentados de África. A polícia, fortemente armada, foi posicionada nas estradas que conduzem ao aeroporto, e o exército também foi mobilizado na área adjacente, densamente povoada. As autoridades da aviação recomendaram que os passageiros chegassem com antecedência para enfrentar os controlos de segurança reforçados.
O chefe da polícia em exercício, Douglas Kanja, declarou aos jornalistas que as manifestações actuais estão a servir de cobertura para criminosos e saqueadores. “Não há dúvida de que as actuais manifestações se tornaram um refúgio para criminosos motivados e oportunistas que saqueiam e destroem propriedades”, afirmou. Kanja reiterou que qualquer infracção da lei será punida de forma rápida e firme.
A polícia fez pelo menos cinco detenções a cerca de quinze quilómetros do aeroporto, com uma fonte policial a confirmar à agência France-Presse (AFP) que a polícia demonstrou “muita contenção” durante os confrontos de hoje.
Na cidade costeira de Mombaça, a situação também é crítica, com a polícia a disparar gás lacrimogéneo contra dezenas de manifestantes reunidos no centro da cidade, conforme mostram imagens dos meios de comunicação locais.
As manifestações começaram a 18 de Junho, inicialmente lideradas por jovens da “Geração Z”, que se opunham a um projecto de orçamento que previa o aumento dos impostos sobre produtos de uso corrente. Este projecto foi retirado pelo Presidente William Ruto devido à intensificação dos protestos.
A Câmara Baixa do parlamento está agora a debater o projecto de orçamento para decidir se o abandona ou não, com o recinto parlamentar a tornar-se um ponto focal para as manifestações.
Em 25 de Junho, a polícia disparou munições reais contra manifestantes que invadiram o parlamento. De acordo com uma organização oficial de defesa dos direitos humanos, pelo menos 50 pessoas morreram desde o início dos protestos.
Diante da amplitude dos protestos, o Presidente Ruto, que assumiu o cargo em 2022, adoptou várias medidas, incluindo a retirada do projecto de orçamento e a demissão de quase todo o seu governo.
Na sexta-feira, o Presidente anunciou a formação parcial de um novo governo de 11 membros, a maioria dos quais já integrava o executivo anterior, o que gerou descontentamento adicional entre os manifestantes. Ruto afirmou que continuará as consultas para a criação de um “Governo de base alargada”.
Nos últimos dois dias, cerca de 150 mil palestinianos na Faixa de Gaza foram obrigados a deixar as suas casas após uma ordem de evacuação emitida por Israel para bairros na zona oriental de Khan Yunis, informou uma organização não-governamental (ONG).
Segundo o Conselho Norueguês para os Refugiados (NRC, na sigla em inglês), muitos destes deslocados procuraram refúgio em Al-Mawasi, uma área a oeste de Khan Yunis (sul de Gaza), que apesar de ser designada pelo exército israelita como “zona humanitária”, foi alvo de diversos ataques e onde as hostilidades “podem explodir” a qualquer momento.
“A maioria das operações israelitas inicia-se após a meia-noite, obrigando as pessoas a fugir para qualquer lugar em busca de segurança”, afirmou Salma Altaweel, responsável da equipa de apoio do NRC em Gaza, num comunicado.
Altaweel destacou que muitos dos deslocados acabam em condições “piores do que as que deixaram” e permanecem nesses locais por semanas ou meses, sem conseguirem estabelecer-se definitivamente. Ela mencionou o caso da sua própria família, que já foi deslocada 11 vezes.
Além disso, Salma acusou Israel de “obstrução sistemática” à entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, bem como de ataques contínuos às instalações, funcionários e pontos de distribuição das ONG. Este bloqueio tem impedido a equipa do NRC de receber mantimentos desde o dia 3 de Maio.
“É a primeira vez que me sinto incapaz de ajudar os outros. Como cooperante, é doloroso não poder fazer nada”, lamentou a coordenadora humanitária.
Essa obstrução também é evidente no norte da Faixa de Gaza, onde, segundo a coordenadora, “não resta nada que se assemelhe à vida” e onde os preços dos bens continuam a subir.
“Quando se vê a corrida desesperada em torno dos dois únicos camiões de ajuda que chegaram há semanas, como as crianças não conseguem levantar-se e andar, e as mortes por subnutrição entre os menores, não se tem dúvidas do que se passa aqui”, afirmou.
Altaweel também ressaltou o impacto do conflito na educação das crianças de Gaza, descrevendo uma geração “a perder-se” devido à destruição de escolas causada pelos combates.
“Para retomar a educação, vamos precisar de dois ou três anos”, estimou.
Em resposta a esta crise, o NRC lançou um programa de educação em situações de emergência em quatro locais para deslocados internos em Deir al-Balah, no centro da Faixa de Gaza, com o objetivo de atender às necessidades educativas e psicossociais de 2.000 crianças.
Um avião com 19 pessoas a bordo, que realizava um voo doméstico no Nepal, despenhou-se após decolar de Katmandu, conforme o jornal nepalês Kathmandu Post.
O porta-voz do aeroporto, Premnath Thakur, confirmou que “dezanove pessoas, incluindo a tripulação, seguiam a bordo do avião com destino a Pokhara.” O The Times of India reporta que, das 19 pessoas a bordo, 18 morreram, sendo que o piloto é o único sobrevivente.
O piloto da Saurya Airlines sofreu ferimentos nos olhos, mas não está em perigo de vida, informou um oficial da polícia do Nepal em declarações à Associated Press. O piloto foi transportado para o Kathmandu Medical College Hospital, onde está a receber tratamento, conforme afirmou um médico da unidade hospitalar.
O avião, pertencente à companhia aérea de voos domésticos Saurya, realizava um voo teste. A bordo encontravam-se 17 membros do pessoal da Saurya Airlines e dois membros da tripulação, segundo a Nepal Television.
Após o acidente, o Aeroporto Internacional de Tribhuvan foi encerrado e equipas de emergência foram enviadas para o local.
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