A recente eleição presidencial no Sri Lanka trouxe uma mudança profunda no cenário político do país, com a vitória de Anura Kumar Dissanayake, um legislador de orientação marxista.
A sua eleição representa um afastamento dos principais partidos políticos que dominaram o país durante décadas, refletindo o desejo do povo por uma transformação significativa no sistema político.
Dissanayake, com 55 anos, conquistou o cargo mais alto da nação ao prometer combater a corrupção e apoiar as camadas mais desfavorecidas da população.
A sua ascensão ao poder ocorre num contexto de grande descontentamento social e económico, exacerbado pelo colapso económico que o país sofreu há dois anos, levando os eleitores a rejeitar as elites políticas tradicionais.
Líder da coligação de esquerda National People’s Power, Dissanayake é também chefe do Janatha Vimukthi Peramuna (JVP), um partido que outrora se posicionava como um grupo radical e marginal.
Embora o JVP detenha actualmente apenas três dos 225 assentos no parlamento, a sua mensagem pró-classe trabalhadora e anti-corrupção ressoou fortemente entre a população.
Especialistas em política afirmam que o desencanto generalizado com os partidos tradicionais foi o principal motor da vitória de Dissanayake.
A eleição revela um país em busca de renovação, onde a promessa de uma mudança sistémica conseguiu suplantar o domínio histórico dos partidos estabelecidos.
Na cidade de Maputo, duas pessoas encontram-se detidas nas celas da 18ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), acusadas de tentarem sequestrar um cidadão moçambicano de 34 anos durante o último fim-de-semana, especificamente no bairro do Aeroporto.
O incidente ocorreu na manhã de sábado, na paragem 007 do mesmo bairro. Os indiciados abordaram a vítima, oferecendo-lhe boleia enquanto este aguardava transporte público com destino ao bairro 25 de Junho, localizado na mesma municipalidade.
Durante a viagem, um dos suspeitos agrediu a vítima, apertando-lhe o pescoço com o intuito de roubar todos os seus pertences e obrigá-lo a contactar a sua família para solicitar um resgate em dinheiro.
Os alegados criminosos negam as acusações, afirmando que o verdadeiro autor do crime seria um amigo, que, após a ação, se colocou em fuga.
Marta Pereira, porta-voz da PRM na cidade de Maputo, expressou a sua convicção de que os indiciados possam estar relacionados com uma série de crimes recentes na zona da Katembe, incluindo um caso de sequestro e esfaqueamento de um indivíduo, cuja família não conseguiu pagar o resgate de 50 mil meticais.
Uma mulher de 30 anos, de nacionalidade namibiana, foi detida no Aeroporto Internacional Oliver Tambo, em Joanesburgo, África do Sul, após ser descoberta a transportar sessenta cápsulas de cocaína no interior do seu estômago.
A Polícia Sul-Africana informou que a mulher foi interceptada durante os procedimentos de controlo migratório no aeroporto, logo após ter desembarcado de um voo proveniente de São Paulo, no Brasil. A sua atitude suspeita levou as autoridades a intensificarem as investigações.
Submetida a um exame de raio-X num hospital local, os médicos detectaram a presença de objectos estranhos no sistema digestivo da mulher, que posteriormente foram confirmados como cápsulas de cocaína.
Este método, conhecido como “mulas de droga”, envolve o transporte da substância ilícita ingerida pelos traficantes para evitar a detecção imediata.
Segundo as autoridades aeroportuárias, esta é a décima ocorrência do género registada no Aeroporto Internacional Oliver Tambo nos últimos dois meses, reforçando a necessidade de medidas mais rigorosas no combate ao tráfico de drogas na região.
Dois homens estão sob custódia do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) na cidade de Maputo, acusados de envolvimento em crimes de burla agravada, corrupção e associação criminosa.
As investigações revelaram um esquema fraudulento relacionado com a venda indevida de bolsas de estudo, prejudicando várias pessoas que procuravam oportunidades de educação no estrangeiro.
Um dos suspeitos é funcionário do Instituto de Bolsas de Estudo, entidade responsável pela atribuição de bolsas.
Segundo as investigações preliminares, o funcionário cobrava valores monetários a indivíduos que desejavam obter uma bolsa de estudo para o exterior, prometendo-lhes facilidades no processo de selecção. Este esquema, que violava gravemente os procedimentos legais, foi desmantelado após várias denúncias de potenciais vítimas.
O porta-voz do SERNIC, Hilário Lole, declarou que as detenções são o resultado de investigações em curso, que apontam para um esquema bem organizado de corrupção.
Os dois detidos encontram-se sob custódia e aguardam os trâmites legais, enquanto as autoridades continuam a apurar o envolvimento de outros possíveis participantes na rede.
Este caso sublinha a crescente preocupação com a integridade nos processos de atribuição de bolsas de estudo e a luta contra a corrupção nas instituições públicas.
Uma operação militar conjunta, envolvendo tropas moçambicanas e ruandesas, resultou na destruição de mais uma base terrorista nas densas florestas de Quiterajo, a cerca de 70 quilómetros da sede do distrito de Macomia, na província de Cabo Delgado.
A ofensiva, que iniciou no dia 17 de Setembro, foi conduzida após a identificação do esconderijo dos insurgentes.
De acordo com fontes militares, citadas pela DW, após a confirmação do local, as forças armadas lançaram uma ofensiva que culminou com a destruição completa da base, provocando a fuga dos terroristas.
Durante a operação, vários insurgentes foram abatidos, enquanto outros, gravemente feridos, conseguiram escapar através da mata, dirigindo-se para a região de Kunamarrussia.
Durante a ação militar, foram recuperados diversos materiais bélicos, produtos alimentares e bens saqueados da população local. Esta ofensiva ocorre num momento em que os terroristas continuam a movimentar-se entre cinco distritos: Macomia, Mocímboa da Praia, Muidumbe, Nangade e Quissanga.
Nos últimos dias, além de Quiterajo, as Forças Conjuntas conseguiram recuperar o controlo dos postos administrativos de Mucojo e Pangane. Este avanço, segundo as autoridades militares e governamentais, tem pressionado os terroristas, deixando-os encurralados em áreas específicas.
No entanto, apesar dos sucessos operacionais, os funcionários públicos e governamentais de Quissanga continuam a trabalhar a partir da cidade de Pemba, e em algumas áreas de Macomia as autoridades ainda não recomendam o regresso às actividades devido à contínua varredura realizada pelas Forças Conjuntas.
É importante notar que estas operações ocorrem no contexto da campanha eleitoral em Moçambique, com as eleições agendadas para o dia 9 de Outubro, onde mais de 17 milhões de eleitores decidirão o futuro do país.
Recentemente, o jurista e académico português Jorge Bacelar Gouveia, em entrevista ao semanário Zambeze, destacou que “algumas potências globais têm tentado dividir Moçambique para facilitar o controlo de partes do território”, sublinhando a importância da unidade nacional para resistir a essas ameaças externas.
Afonso Bongamano, um advogado de 43 anos, encontra-se sob custódia das autoridades na 7.ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade da Beira, sob a acusação de envolvimento em branqueamento de capitais.
A detenção foi confirmada pelo porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), Alfeu Sitoe.
De acordo com Sitoe, a detenção do advogado ocorreu na sequência de um mandado emitido pela juíza da secção de instrução criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, que concluiu existirem fortes indícios da participação de Afonso Bongamano nos crimes de que é acusado. Durante a sua prisão, foram apreendidos dois telemóveis como parte da investigação em curso.
Bongamano era director e advogado da empresa de segurança “Gigante Panda”, cujo proprietário se encontra em fuga, também acusado de branqueamento de capitais.
As autoridades acreditam que o advogado será transferido para Maputo, visto que o processo está a ser conduzido pelo Gabinete Central de Combate à Criminalidade Organizada e Transnacional (GCCCOT), que assumiu a investigação.
Além deste caso, outro suspeito foi detido recentemente na cidade da Beira. Trata-se de K. Kwan, um cidadão moçambicano de origem chinesa, também com 43 anos, natural de Inhassoro, na província de Inhambane, e residente no bairro da Ponta-Gêa. Kwan enfrenta várias acusações, incluindo branqueamento de capitais, exploração ilegal de madeira, fraude fiscal, uso de documentos falsos e associação criminosa, na província de Sofala.
Os crimes de Kwan remontam a 2021, quando as autoridades apreenderam uma quantidade significativa de madeira em estaleiros localizados nos postos administrativos de Muxúnguè e Sena, nos distritos de Chibabava e Caia, respectivamente.
A madeira pertencia à empresa C.A.M International, de propriedade de um cidadão chinês cujo paradeiro é desconhecido.
As investigações continuam, com as autoridades empenhadas em desmantelar as redes de branqueamento de capitais e outros crimes financeiros que têm proliferado na região.
O Banco Mundial está a disponibilizar cerca de 150 milhões de dólares norte-americanos para o financiamento de projectos destinados à melhoria do abastecimento de água nos centros urbanos da região sul de Moçambique.
Estes projectos fazem parte do Programa de Segurança Hídrica Urbana de Moçambique, que visa a construção e a ampliação de infraestruturas essenciais para a produção, armazenamento e distribuição de água potável, um passo fundamental para enfrentar os desafios relacionados à escassez de recursos hídricos na região.
O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita, partilhou a informação durante um evento em Nampula. O governante destacou que o objectivo principal deste projecto é assegurar que até 2030, o país consiga atingir uma taxa de cobertura de fornecimento de água de 100%, garantindo que todos os centros urbanos do sul de Moçambique tenham acesso à água potável de forma consistente e segura.
Este ambicioso plano do governo moçambicano insere-se num esforço mais amplo para melhorar a qualidade de vida da população e reforçar a resiliência das cidades face às alterações climáticas e à crescente pressão sobre os recursos naturais.
O financiamento do Banco Mundial será crucial para acelerar a implementação dessas infraestruturas e garantir a sustentabilidade do abastecimento de água no futuro.
Pelo menos seis pessoas morreram devido a inundações e aluimentos de terra que afectaram o centro do Japão durante o último fim-de-semana, conforme noticiado por meios de comunicação locais, que citam as autoridades competentes.
Os incidentes ocorreram na sequência de chuvas torrenciais que atingiram a província de Ishikawa, situada na costa do mar do Japão. Esta região já havia sido severamente afectada pelo sismo ocorrido a 1 de Janeiro, que causou a morte de 374 pessoas.
Segundo informações das autoridades locais, divulgadas pela televisão NHK, duas pessoas estão actualmente desaparecidas. A agência meteorológica do Japão (JMA) reportou que houve “chuvas torrenciais de uma escala sem precedentes” entre sábado e domingo, especialmente na cidade de Wajima, localizada no norte da península de Noto.
Como resposta à situação, as autoridades da região de Ishikawa emitiram ordens de evacuação para cerca de 110 mil residentes, enquanto a JMA lançou um alerta de emergência de nível máximo para a área. As inundações resultaram em vários edifícios submersos e aluimentos de terra que bloquearam estradas, deixando aproximadamente 6.200 habitações sem electricidade e pelo menos 1.700 sem acesso a água corrente.
As inundações também afectaram oito centros de acolhimento temporário em Wajima e Suzu, que actualmente alojam sobreviventes do sismo de Janeiro. Em resposta à crise, o exército foi mobilizado como reforço para toda a região rural ao longo da costa do mar do Japão.
Nos últimos anos, o Japão tem registado níveis de precipitação que alcançam recordes em várias partes do país, provocando inundações e aluimentos de terra frequentemente mortais. Especialistas apontam que as alterações climáticas estão a intensificar a frequência, a intensidade e a imprevisibilidade destes fenómenos naturais.
Uma explosão devastadora numa mina de carvão no leste do Irão resultou em pelo menos 51 mortes e deixou mais de 20 pessoas desaparecidas.
O acidente, provocado por uma fuga de metano, ocorreu na mina de carvão de Tabas, situada a cerca de 540 quilómetros a sudeste de Teerão, a capital iraniana. No momento do incidente, 69 trabalhadores encontravam-se no interior da mina.
O governador da província de Khorasan do Sul, Javad Ghenaat, informou que equipas de resgate estão a trabalhar intensamente para tentar salvar 22 mineiros que permanecem presos nos túneis subterrâneos.
O acidente mobilizou de imediato as autoridades, que enviaram equipas de emergência para a área, na tentativa de localizar os trabalhadores e prestar assistência aos feridos.
Masud Pezeshkian, o recém-eleito Presidente reformista do Irão, manifestou a sua preocupação com a tragédia, afirmando ter ordenado esforços máximos para resgatar os sobreviventes e apoiar as famílias das vítimas.
O chefe de Estado, que se prepara para viajar para Nova Iorque a fim de participar na Assembleia Geral das Nações Unidas, garantiu que será conduzida uma investigação rigorosa para apurar as causas do incidente.
A indústria mineira do Irão já foi palco de outras tragédias no passado. O país, rico em petróleo e outros recursos minerais, consome cerca de 3,5 milhões de toneladas de carvão por ano, mas a sua produção interna não ultrapassa 1,8 milhões de toneladas anuais. Em 2013, dois acidentes em minas iranianas resultaram na morte de 11 trabalhadores, destacando os riscos constantes enfrentados por quem labora neste sector.
O incidente volta a sublinhar a perigosa realidade das minas iranianas, onde as condições de segurança são frequentemente questionadas e os acidentes, embora trágicos, não são raros.
A madrasta de uma menina de seis anos, residente no Texas, EUA, foi detida e acusada de maltratar a criança, culminando na sua morte trágica.
O caso chocou a comunidade e levantou sérias questões sobre a dinâmica familiar e a protecção infantil.
No dia da morte da criança, Jessica Bundren, de 40 anos, alegou que a menina, chamada Arianna, tinha caído de uma escada. Segundo a mulher, encontrou a criança enrolada num lençol, no fundo da escada, e afirmou ter socorrido a menina, colocando-a novamente deitada. Mais tarde, quando verificou que Arianna estava sem respirar, decidiu chamar os serviços de emergência.
No entanto, as autoridades mostraram-se cépticas em relação à versão apresentada por Jessica. Uma autópsia revelou que a criança apresentava múltiplos hematomas no corpo, sugerindo abusos físicos severos. Após esta descoberta, Jessica admitiu ter agredido a menina repetidamente como forma de punição por urinar na cama.
Durante a investigação na casa onde residiam, a polícia encontrou um cinto que coincidia com as marcas visíveis no corpo da criança. As autoridades apuraram ainda que tanto Arianna como a sua irmã eram alvo de agressões com um cinto.
O pai, Justin Hopper, inicialmente negou ter conhecimento sobre os maus-tratos às filhas. Contudo, essa alegação foi desmentida pelas autoridades, que descobriram que o pai tirava fotografias diárias das meninas, nas quais eram visíveis as marcas de violência que sofriam.
Além das agressões físicas, as crianças também eram castigadas por demorarem a comer, conforme reportou o jornal The Mirror. A investigação concluiu que Arianna morreu vítima de violência extrema e tortura, e que a sua morte foi um processo lento e doloroso.
Justin Hopper foi condenado em Junho de 2024 por um júri do Condado de Brazos, reconhecido por causar intencionalmente lesões corporais graves a uma criança. Ele recebeu a pena máxima de prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional. Jessica Bundren também foi considerada culpada em Novembro de 2023, sendo igualmente condenada a prisão perpétua.
O Conselho Municipal de Marracuene, na província de Maputo, tomou medidas para assegurar a correcta calibragem das bombas de combustível na vila, após a detecção de anomalias que poderiam prejudicar os consumidores no processo de compra de combustível.
A decisão foi anunciada após uma inspecção técnica, que revelou desequilíbrios no funcionamento de várias bombas de combustível, exigindo uma acção imediata para rectificar a situação.
Uma equipa técnica, composta por especialistas do Conselho Municipal e do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade, realizou uma inspecção em três postos de abastecimento na área municipal de Marracuene.
Durante esta acção, foram identificadas falhas na calibragem de algumas bombas, o que indicava a necessidade de correcções para garantir que os consumidores estejam a receber a quantidade exacta de combustível pelo valor pago.
Segundo Maghivelani Simão, vereador das Actividades Económicas, Transportes, Comunicação e Trânsito, esta situação exige uma intervenção rápida para proteger os direitos dos clientes.
O processo de verificação e calibragem das bombas e mangueiras de combustível foi iniciado há cerca de duas semanas e faz parte de uma acção contínua do município para garantir o cumprimento das normas de qualidade e evitar fraudes no fornecimento de combustíveis.
Esta iniciativa, que visa abranger todas as bombas de combustível localizadas no município de Marracuene, reforça o compromisso das autoridades locais com a transparência e a protecção dos consumidores.
Maghivelani Simão sublinhou que o trabalho de verificação irá continuar até que todas as bombas de combustível na área municipal sejam inspeccionadas e calibradas, de forma a assegurar que estas estejam conforme os padrões exigidos.
Este esforço, liderado em colaboração com o Instituto Nacional de Normalização e Qualidade, visa garantir que as bombas de combustível estejam ajustadas para fornecer com precisão o volume correto de combustível, evitando assim prejuízos para o consumidor final.
A iniciativa é vista como parte de uma estratégia mais ampla para melhorar a fiscalização e aumentar a confiança dos consumidores nos serviços de abastecimento de combustível na região.
As autoridades municipais de Marracuene estão empenhadas em garantir que o processo de venda de combustíveis decorra de forma justa e transparente, promovendo a integridade no sector de combustíveis e a segurança do consumidor.
A CARE Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (MEAL) Director. Saiba mais.
A Tetra Tech International Development pretende recrutar um (1) Director of Administration and Finance for USAID Mozambique Renda Verde Activity. Saiba mais.
A N´weti, Organização não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Enfermeira de Saude Materno Infantil. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa da Beira, a AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de GIS. Saiba mais.
A Millennium Challenge Account – Moçambique pretende recrutar um (1) Especialista em Reformas Políticas e Institucionais – PIR (Transportes). Saiba mais.
A Millennium Challenge Account – Moçambique pretende recrutar um (1) Director de Agregação da Agricultura Comercial e Gestão de Subvenções. Saiba mais.
A Johanniter International Assistance (JIA) pretende recrutar dois (2) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Officer. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Especialista Técnico/a de Educação em Emergência e Escolas Seguras. Saiba mais.
No próximo dia 6 de Outubro, mais de 155 milhões de brasileiros terão a oportunidade de exercer o seu direito de voto, escolhendo os prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que irão governar nos 5.569 municípios do país.
Esta será a primeira volta das eleições municipais, num processo eleitoral que envolverá um elevado número de cidadãos e uma vasta logística em todo o território brasileiro.
Segundo dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serão ao todo 155.912.680 eleitores que irão participar neste importante momento democrático.
Para assegurar o bom funcionamento das eleições, estarão disponíveis 571.024 urnas electrónicas distribuídas por todo o Brasil, sendo que a operação contará ainda com o apoio de 1.890.826 mesários, que desempenharão funções essenciais no processo eleitoral.
Em comparação com as eleições de 2020, o TSE sublinha que houve um aumento de 5% no número de eleitores registados, o que faz desta a maior eleição municipal da história do Brasil. “Trata-se de um marco no processo democrático do país, demonstrando o compromisso e a responsabilidade dos cidadãos brasileiros em escolher os seus representantes locais”, destacou o órgão eleitoral.
As eleições municipais representam um momento crucial na definição das lideranças políticas locais, uma vez que os eleitores terão a tarefa de escolher aqueles que irão gerir as suas cidades, influenciando directamente a qualidade de vida nas suas comunidades.
O Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE) Central decidiu, na quarta-feira, anular o concurso público destinado à avaliação curricular para a selecção de formadores nacionais e provinciais de membros das mesas de voto.
Esta decisão ocorreu após uma queixa formal apresentada pelo partido Renamo, que alegou que 154 candidatos apurados pertenciam a uma lista proveniente do partido Frelimo, caracterizando uma violação das normas eleitorais.
Há duas semanas, a Renamo havia submetido uma lista com os 154 candidatos, afirmando que estes eram oriundos do Frelimo e deveriam ocupar as vagas de formadores provinciais. Na altura, o director do STAE provincial contestou as alegações da Renamo, considerando-as infundadas.
No despacho Nº 059/GDG/STAE/2024, emitido pelo director-geral do STAE Central, Loló Correia, foi destacado que o distrito de Quelimane realizou a selecção e publicou as listas finais com nomes de candidatos que, segundo as denúncias, derivavam de uma lista de um partido político.
Este facto gerou repúdio e reclamações dirigidas tanto ao Secretariado Técnico da Administração Eleitoral quanto à Comissão Nacional de Eleições.
Considerando as reclamações e a necessidade de assegurar a transparência nos actos administrativos, conforme estipulado no artigo 15 da Lei n.º 14/2011, de 10 de Agosto, e conforme os artigos 53, alíneas d) e g), da Lei n.º 6/2013, de 22 de Fevereiro, que foi posteriormente alterada e republicada pela Lei n.º 30/2014, de 26 de Setembro, o despacho determinou a nulidade dos actos administrativos relacionados com o concurso público para a selecção de formadores provinciais de membros das mesas de voto.
Além disso, foi determinado que a selecção deve ser feita entre formadores nacionais e técnicos do STAE da província da Zambézia e de outras províncias, para a formação dos membros das mesas de voto do distrito de Quelimane.
O despacho entra em vigor imediatamente, reflectindo a preocupação do STAE em garantir a integridade do processo eleitoral.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) assegura que, apesar da seca extrema que afecta a região da África Austral, continuará a produzir energia suficiente para cumprir os compromissos comerciais tanto a nível nacional como regional. Para tal, a empresa já ajustou as suas operações.
Ontem, na vila do Songo, província de Tete, o administrador executivo responsável pela área de hidrologia e segurança da barragem, Nilton Trindade, declarou que, até à primeira quinzena de Setembro, o nível da albufeira atingiu 312,87 metros, o que representa 44,1% da sua capacidade útil.
Em resposta a essa situação, a HCB teve de reduzir a produção energética em cada grupo gerador, passando de 415 megawatts por hora para 385, com a possibilidade de baixar progressivamente para 375 megawatts.
“Durante o primeiro semestre, conseguimos uma produção acima da meta estabelecida. Portanto, esta redução será compensada, e acreditamos que até ao final do ano atingiremos o nível de produção de energia planeado”, afirmou Trindade.
O administrador salientou ainda que as medidas implementadas estão baseadas em fundamentos científicos e dados técnicos disponíveis.
Estas acções visam garantir a segurança hidráulica e operacional da barragem, bem como das infraestruturas associadas, além de assegurar a disponibilidade de água para a produção de energia nos próximos anos.
O Ministério da Saúde do Líbano informou que um ataque aéreo israelita, direccionado a uma posição alegadamente controlada pelo Hezbollah nos arredores de Beirute, provocou a morte de pelo menos oito pessoas e deixou 59 feridos.
O ataque visou Ibrahim Aqil, também conhecido por “Tahsin”, comandante de uma unidade de elite do Hezbollah, segundo fontes próximas do grupo. Aqil foi morto durante este “ataque selectivo”, conforme indicado por uma fonte não identificada à agência de notícias AFP.
As consequências do bombardeamento foram devastadoras, especialmente na área de Dahye, uma zona fortemente controlada pelo Hezbollah. Dois edifícios residenciais colapsaram devido ao impacto das explosões.
Equipes da Defesa Civil libanesa foram mobilizadas para o local, concentrando esforços em encontrar sobreviventes sob os escombros. A organização informou através da sua conta na rede social X que equipas de busca e salvamento especializadas foram enviadas de vários centros para responder à emergência.
Simultaneamente, o exército libanês está a liderar operações de busca para encontrar pessoas desaparecidas. Esta ação marca o terceiro bombardeamento israelita em Dahye num ano. Anteriormente, Israel havia realizado ataques que resultaram na morte de Saleh al Arouri, um alto dirigente do Hamas, em Janeiro, e de Fouad Chokr, comandante militar do Hezbollah, em Julho.
Este ataque ocorre num momento de intensificação da tensão entre Israel e o Hezbollah, agravada por recentes explosões em dispositivos de comunicação transportados por membros do grupo, que causaram 37 mortes e mais de 3.000 feridos no Líbano.
Ibrahim Aqil, uma figura chave no Hezbollah, era procurado pelas autoridades dos Estados Unidos, suspeito de envolvimento em ataques contra a embaixada americana em Beirute em 1983, que vitimou 63 pessoas, e contra os fuzileiros norte-americanos no mesmo ano, onde 241 militares morreram.
A situação agravou-se após o Hezbollah ter lançado 140 foguetes contra Israel. Devido a esta escalada, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, adiou a sua viagem a Nova Iorque, inicialmente agendada para 24 de Setembro, onde participaria na Assembleia Geral da ONU.
Um trágico acidente doméstico no País de Gales resultou na morte de um homem de 57 anos, identificado como Barry Griffiths.
O incidente ocorreu na cidade de Powys, Reino Unido, e foi recentemente esclarecido após a conclusão da autópsia conduzida pela legista Patricia Morgan, que classificou o caso como uma morte acidental.
Barry Griffiths estava sozinho em sua residência quando, ao tentar separar dois hambúrgueres congelados, decidiu usar duas facas para facilitar a tarefa. No entanto, ao aplicar força excessiva, uma das facas escorregou e perfurou o seu abdómen, causando-lhe ferimentos fatais. O homem acabou por não resistir à gravidade do ferimento, falecendo no local.
O corpo de Barry Griffiths só foi encontrado pela polícia vários dias depois do ocorrido, quando vizinhos estranharam a sua ausência e decidiram contactar as autoridades. Ao chegarem à sua casa, os agentes encontraram a cozinha numa cena que elucidou o trágico acidente: os hambúrgueres ainda estavam sobre o balcão, a faca utilizada pelo homem permanecia no local, e o congelador estava aberto.
O acidente ocorreu em Julho do ano passado, mas o caso só foi encerrado recentemente, após a investigação concluir que não havia indícios de crime ou de outra causa que pudesse explicar a morte além do infeliz incidente com as facas e os hambúrgueres congelados.
A família de Barry foi notificada, e o caso agora está oficialmente encerrado, sendo considerado uma trágica fatalidade doméstica.
A EN1, a principal estrada do país, tornou-se intransitável por mais de três horas na zona do posto administrativo de Pambarra, no distrito de Vilankulo, província de Inhambane.
A comunidade local decidiu montar barricadas e queimar pneus em protesto contra um comerciante que supostamente estaria envolvido no tráfico de órgãos humanos.
A revolta da população teve origem no desaparecimento de um homem há cerca de um mês. Este indivíduo, que bebia num bar da região, desapareceu sem deixar rasto, sendo encontrado morto na quarta-feira passada. O corpo apresentava sinais alarmantes: estava sem os órgãos genitais e uma das pernas.
Testemunhas relataram que o corpo foi encontrado nu, com o telefone da vítima nas proximidades, mas sem sinais de decomposição avançada. Uma das testemunhas afirmou ao jornal “O País” que não havia indícios de que a morte tivesse ocorrido no local. “Levaram a roupa dele e guardaram junto com o telefone. Ele estava sem os órgãos genitais e uma perna, e não foi assassinado aqui. Isso deve ter acontecido noutro lugar, pois quando uma pessoa é morta no local, há sempre vestígios,” explicou a testemunha.
Durante a manhã do protesto, enquanto parte da comunidade participava no funeral da vítima, uma viatura foi avistada a carregar crianças na mesma área. Amelia, uma residente de Pambarra, contou que o seu filho quase foi levado. “Estava no funeral quando me ligaram a dizer que tinham levado o meu filho e o tinham colocado no carro.
A comunidade rapidamente interveio, atirou pedras ao carro e conseguiu libertar quatro crianças que estavam dentro. Os indivíduos fugiram,” revelou a mãe, aliviada por não perder o filho.
O comerciante acusado de liderar o grupo de traficantes de órgãos é proprietário de um pequeno bar, incendiado pela comunidade em resposta às alegações. Os moradores expressaram a sua frustração e exigiram que ele abandonasse a área. “Pedimos para ele sair de Pambarra, porque estamos fartos de ver os nossos filhos a desaparecer. Não queremos matá-lo, não queremos nada, só desejamos que ele vá embora,” declarou uma residente, visivelmente indignada.
Esta não é a primeira vez que a comunidade interrompe a circulação na EN1 em Vilankulo. Em Janeiro do ano passado, a estrada foi bloqueada após populares queimarem pneus e tentarem invadir um posto policial para fazer justiça com as próprias mãos a um homem acusado de homicídios para extracção de órgãos.
Num acontecimento que chocou a comunidade da Beira, o corpo de uma adolescente de 17 anos, sepultada ontem, foi encontrado exumado e com sinais de violação sexual.
A macabra descoberta foi feita na sexta-feira pela família da jovem, que se dirigiu ao cemitério para finalizar os preparativos da campa. Ao chegarem ao local, encontraram o túmulo violado, o caixão aberto e o corpo da adolescente fora dele, com as pernas abertas.
Diante de tal atrocidade, a família está em estado de choque e procura respostas para este ato de crueldade. O Serviço Nacional de Investigação Criminal já foi accionado e encontra-se no local a investigar o caso.
A família, profundamente abalada, prepara-se agora para um novo enterro, na esperança de que a adolescente possa finalmente descansar em paz.
A polícia canadiana está à procura de uma mulher que, após se fazer passar por uma potencial compradora, entrou num carro e atropelou o seu proprietário.
Este incidente ocorreu no início deste mês em Mississauga, uma cidade situada na região da Grande Toronto.
De acordo com relatos, o homem vendia o veículo e aceitou mostrar o carro à mulher, que aparentava estar interessada na compra. No entanto, após entrar no automóvel, a mulher acelera de forma súbita, atropelando o proprietário.
O momento do atropelamento foi captado pelas câmaras de vigilância instaladas na casa da vítima e posteriormente partilhado pela Polícia Regional de Peel no YouTube.
As autoridades acreditam que um segundo veículo, visível nas imagens de vigilância, estava à espera nas proximidades e que dentro dele se encontravam cúmplices da mulher. Após o atropelamento, os suspeitos abandonaram rapidamente o local.
O proprietário do carro sofreu ferimentos graves, mas, felizmente, não corre perigo de vida. A polícia continua a investigar o caso e solicita qualquer informação que possa levar à identificação e captura da suspeita.
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