Uma explosão devastadora ocorreu na praça de alimentação do 12º andar do prestigiado centro comercial Shin Kong Mitsukoshi, na cidade de Taichung, provocando uma tragédia que deixou quatro pessoas sem sinais vitais e outras seis hospitalizadas.
As autoridades locais confirmaram a gravidade dos ferimentos de alguns dos feridos, enquanto a situação continua a ser monitorizada.
Dezenas de bombeiros e equipas de emergência foram mobilizados para o local da ocorrência, onde partes do exterior do edifício sofreram danos significativos e destroços foram espalhados pelas ruas adjacentes, criando uma cena de caos e destruição.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Taichung, Cheng Chao-hsin, revelou que a explosão poderá ter sido provocada por uma fuga de gás, embora esta informação ainda não tenha sido oficialmente confirmada. As investigações encontram-se em curso, com as autoridades a trabalharem para determinar a causa exacta do incidente e garantir a segurança da população.
A Primeira-Dama de Moçambique, Gueta Chapo, realizou na quarta-feira uma visita significativa ao casal progenitor de uma criança que nasceu com uma má formação congénita.
A família, actualmente acolhida por outra família no bairro Matibjana, no município da Matola, na província de Maputo, encontra-se em busca de assistência médica urgente.
O caso da criança, que rapidamente ganhou destaque na mídia após uma reportagem exibida pela Televisão de Moçambique (TVM) na noite de terça-feira, chamou a atenção da sociedade e sensibilizou Gueta Chapo, que imediatamente mobilizou esforços para proporcionar apoio emergencial à família necessitada. A sua visita teve como principal objectivo reforçar a importância da solidariedade social e a necessidade de ajudar aqueles que se encontram em situações vulneráveis.
Durante a visita, Gueta Chapo expressou a sua gratidão ao médico responsável pela cirurgia da criança, realçando a relevância do trabalho dos profissionais de saúde e a dedicação que demonstram. “Quero agradecer ao médico que vai operar a criança e também à família que acolheu o casal. Isso demonstra que são pessoas que amam as outras pessoas”, afirmou a Primeira-Dama, sublinhando a importância de actos de solidariedade na sociedade.
O Tribunal de Contas do Senegal emitiu um relatório alarmante que denuncia várias insuficiências e irregularidades na gestão das finanças públicas do país entre 2019 e 2024, durante o mandato do antigo Presidente Macky Sall.
O documento, que foi solicitado pelo actual primeiro-ministro, Ousmane Sonko, aponta para um estado preocupante das contas públicas.
Segundo as conclusões do tribunal, o total da dívida pendente da administração orçamental central, a 31 de Dezembro de 2023, atingiu a impressionante cifra de 99,67% do Produto Interno Bruto (PIB), uma taxa significativamente superior àquela previamente divulgada pelo governo. O relatório foi amplamente divulgado pela agência francesa de notícias France-Presse (AFP) e pela Lusa.
O primeiro-ministro Sonko, que tem sido crítico da administração anterior, acusou Macky Sall de manipular as contas públicas, especialmente em relação ao défice orçamental e à dívida reportada a parceiros internacionais. O relatório revela que o défice orçamental, que o antigo governo afirmava ser de 4,9% do PIB, na verdade, foi reconstruído pelo Tribunal em cerca de 12,3% para o ano de 2023.
No final de Dezembro de 2023, Sonko descreveu o estado das finanças públicas como “catastrófico”, apontando para um défice orçamental de 10,4% e uma dívida pública que representa 76,3% do PIB. O relatório do Tribunal de Contas também constatou várias discrepâncias, incluindo anomalias no sobrefinanciamento de projectos estatais e deficiências na gestão de depósitos bancários.
Além disso, o tribunal destacou a existência de “dívidas bancárias significativas contraídas fora do circuito orçamental” e que não estavam registadas nas contas do Estado, bem como “levantamentos de recursos externos superiores aos declarados” pelo governo anterior.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), a principal produtora de electricidade em Moçambique, anunciou esta semana que prevê arrecadar 18 mil milhões de meticais para os cofres do Estado até ao final do presente ano.
A declaração foi feita pelo presidente do Conselho de Administração da HCB, Tomás Matola, que destacou o compromisso da empresa em apoiar o Governo em diversas áreas através da sua política de responsabilidade social.
Tomás Matola salientou que a HCB tem desempenhado um papel importante no sector da Educação, investindo na construção de escolas e na aquisição de carteiras, além de outras iniciativas que visam melhorar as condições educativas no país.
No sector da Saúde, a empresa tem contribuído com a construção de hospitais e centros de saúde. “No final do ano passado, por exemplo, inauguramos um Centro de Saúde no distrito de Mueda, na província de Cabo Delgado, além de outros apoios que incluem a aquisição de equipamentos e o apetrechamento de unidades sanitárias”, afirmou Matola.
Adicionalmente, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa revelou que em Janeiro houve uma ligeira recuperação no armazenamento e na estabilidade da quota da albufeira, o que é crucial para a produção hidroenergética. Esta melhoria é promissora, uma vez que a HCB depende da capacidade de armazenamento da água para garantir a produção de electricidade estável e eficiente.
O Presidente egípcio, Abdel Fattah Al-Sisi, anunciou que não viajará para Washington para se reunir com o seu homólogo norte-americano, Joe Biden, caso o ex-Presidente Donald Trump mantenha o plano de expulsão dos palestinianos da Faixa de Gaza.
A informação foi divulgada na quarta-feira por fontes oficiais egípcias, que preferiram permanecer anónimas devido à sensibilidade da questão.
As fontes sublinharam a indignação de Cairo face às recentes declarações provenientes de Israel e dos Estados Unidos, afirmando que o Egito já enviou uma mensagem clara à administração norte-americana sobre o seu descontentamento. “O Egito rejeitou três propostas relacionadas com a Faixa de Gaza apresentadas por Washington, uma vez que incluíam a deslocação e o não regresso dos habitantes do enclave palestiniano”, explicaram, reafirmando que essa abordagem é categoricamente inaceitável para o Cairo e para outros países árabes da região.
Esta situação acentua ainda mais as tensões no já volátil cenário do Médio Oriente, onde a questão palestiniana continua a ser um dos principais pontos de discórdia.
O governo egípcio, tradicionalmente um mediador na região, mantém uma posição firme em defesa dos direitos dos palestinianos, sinalizando a sua disposição em colaborar para uma solução pacífica e duradoura, mas sem comprometer a integridade e os direitos da população de Gaza.
O Ministério da Saúde angolano (Minsa) reportou, nas últimas 24 horas, 141 novos casos de cólera, elevando o total acumulado para 3.543. Durante este período, foram também registados três óbitos, aumentando o número de mortes para 117 desde o início do surto.
Entre os novos casos notificados, a província de Luanda continua a ser a mais afectada, com 92 casos, seguida pela província do Bengo com 30, e pelo Icolo e Bengo com 13. A província do Cuanza Sul registou quatro casos, enquanto Malanje reportou dois. As três mortes recentes ocorreram em Luanda.
Na actualização da situação epidemiológica, o Minsa revelou que, nas últimas 24 horas, 120 pessoas receberam alta hospitalar, sendo que actualmente 266 pacientes permanecem internados com cólera. Desde o início do surto, a distribuição dos 3.543 casos de cólera abrange dez províncias: 1.753 em Luanda, 1.297 no Bengo, 446 no Icolo e Bengo, 20 no Cuanza Sul, sete em Malanje, seis no Huambo, seis na Huíla, cinco no Zaire, dois no Cuanza Norte e um no Cunene, com idades variando entre os 2 e os 100 anos.
Em relação aos óbitos, dos 117 registados, 55 ocorreram na província de Luanda. O grupo etário mais vulnerável é o dos 2 aos 5 anos, que contabiliza 544 casos e 17 mortes. O grupo dos 10 aos 14 anos também apresenta números preocupantes, com 458 casos e oito óbitos.
Pelo menos 95% dos funcionários e agentes do Estado já receberam, até ao momento, o décimo terceiro salário, segundo informou o porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, durante uma conferência de imprensa que se seguiu à 4ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros.
O porta-voz acrescentou que o processo de disponibilização de fundos para os restantes 5% está em andamento.
Impissa destacou também que o Governo está ciente das horas extraordinárias acumuladas por professores e profissionais de saúde, assim como da dívida pendente com fornecedores de bens e serviços prestados ao Estado.
Para resolver estas questões, o Governo comprometeu-se a honrar os pagamentos em duas fases: a primeira ocorrerá nos primeiros 100 dias de governação, enquanto a segunda fase será implementada ao longo deste ano.
Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas, das quais seis em estado grave, num ataque com uma granada que ocorreu esta noite num bar comunitário situado na Rue Claude-Kogan, no bairro da Vila Olímpica, na cidade de Grenoble, no sudeste de França.
As autoridades locais descartaram até ao momento a possibilidade de que o ataque tenha motivações terroristas.
O procurador de Grenoble, François Touret de Coucy, informou não ter pistas sobre a origem do ataque e reforçou que, “a priori”, não existem indícios que sugiram uma natureza terrorista para o incidente. O ataque ocorreu por volta das 20h15, quando uma granada explosiva foi lançada por um indivíduo que permanece não identificado.
De forma imediata, 80 bombeiros foram deslocados para o local a fim de prestar assistência às vítimas e controlar a situação. O autarca da cidade, Eric Piolle, expressou a sua condenação ao ato de violência, descrevendo-o como um “acto criminoso de violência sem precedentes”. O autarca também revelou que o hospital local activou o seu plano branco, um protocolo que permite a mobilização de mais recursos e pessoal para o tratamento de feridos em situações de emergência.
“Estamos a monitorizar a situação de perto. A cidade dará o seu apoio como sempre faz”, acrescentou Piolle através da rede social X.
A situação nas estradas da província de Gaza está a tornar-se preocupante, com várias ligações entre localidades a tornarem-se intransitáveis devido a alagamentos e cortes.
O troço Ndonga-Ndindiza, que liga essas duas localidades, encontra-se intransitável no quilómetro 25, enquanto o troço Chinhacanine-Nalazi está interrompido no quilómetro 34+700, afectando a ligação entre a localidade de Mbala-Vala e o Povoado de Majumisse.
Em comunicado à imprensa, conforme reportado pelo jornal “O País”, a Administração Nacional de Estradas (ANE) informou que equipas técnicas da Delegação Provincial de Gaza estão no terreno a monitorizar a situação e avaliar os danos causados pelas intempéries.
A ANE está a implementar intervenções para assegurar a transitabilidade das vias afectadas e está a mobilizar equipamentos e materiais necessários para a reparação dos estragos.
A entidade também lançou um apelo à população, recomendando que os utentes das estradas programem cuidadosamente as suas deslocações e façam o transporte de pessoas e bens com redobrada cautela, especialmente durante a época chuvosa e em áreas de visibilidade reduzida.
Particular atenção deve ser dada às secções alagadas e à aproximação de infraestruturas de drenagem, como pontes, aquedutos e drifts, que podem apresentar riscos adicionais.
O vice-comandante geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Aquilasse Manda, reconheceu que a corporação pode ter cometido excessos durante as recentes manifestações em contestação aos resultados das eleições gerais realizadas a 9 de Outubro.
A declaração foi feita após a sua tomada de posse e num momento em que grupos da sociedade civil estimam que cerca de 600 pessoas podem ter perdido a vida em confrontos com a polícia.
Manda afirmou que, em situações em que a ordem pública é ameaçada, a reposição da mesma pode, por vezes, levar a comportamentos inaceitáveis por parte das forças de segurança. “Nós acreditamos que, de facto, podem ter havido excessos, mas esta é uma das situações que nós vamos corrigir”, declarou o vice-comandante, citado pela RFI.
Durante o seu discurso, o presidente da República, Daniel Chapo, expressou preocupação face a diversos fatores que comprometem a tranquilidade dos moçambicanos; entre eles, os ataques por parte de grupos armados na província de Cabo Delgado e o alarmante recrutamento de crianças para as fileiras dos terroristas.
Chapo apelou à polícia para que tome medidas firmes contra a desordem pública, resultante da contestação aos resultados eleitorais. A situação nas ruas continua a ser tensa, e o governo enfrenta o desafio de restaurar a ordem enquanto garante a segurança e os direitos dos cidadãos em um momento de crise política.
Nas últimas horas, Egito e Qatar têm intensificado os esforços diplomáticos na tentativa de evitar o colapso do cessar-fogo em Gaza, face à ameaça de Israel de retomar as hostilidades caso o Hamas não proceda à libertação de reféns até sábado.
Os dois países, que juntamente com os Estados Unidos mediaram o acordo de trégua que se encontra em vigor desde 19 de Janeiro, estão a manter contactos intensos com Israel e o Hamas na esperança de preservar a paz. O foco das negociações reside na pressão exercida sobre o grupo terrorista para retomar a libertação dos reféns, de modo a evitar o reatamento do conflito, conforme anunciado por autoridades israelitas.
Na quarta-feira, os dois lados emitiram sinais contraditórios. O Hamas enviou uma delegação negocial ao Cairo, enquanto Israel mobilizava reservistas em uma demonstração de força. Por outro lado, a Jihad Islâmica, que também detém alguns reféns, alertou que o bem-estar dos cativos está intrinsecamente ligado à continuidade da trégua.
Além disso, o Egito anunciou estar a desenvolver um plano alternativo para abordar a situação em Gaza. O Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, declarou indisponível para se encontrar com o Presidente dos EUA, Donald Trump, enquanto este mantiver em agenda a sua controversa proposta para controlar Gaza e forçar a deslocação da população palestiniana para países vizinhos.
Moçambique dará um passo significativo em direcção à autossuficiência na produção de vacinas e injectáveis de grande volume ainda este ano.
Este desenvolvimento visa garantir a disponibilidade atempada destes fármacos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), especialmente para a prevenção de doenças importantes como a tuberculose e a poliomielite, ao mesmo tempo que reduzirá a necessidade de importação, particularmente de soros que, no passado, eram fabricados no país.
Para implementar esta iniciativa, estão a ser instaladas duas novas linhas de produção na Indústria Farmacêutica (INFARMA), localizada na Matola, província de Maputo – uma especificamente para vacinas e outra para injectáveis.
Na visita realizada ontem à INFARMA e à Fábrica Nacional de Medicamentos (FNM), o ministro da Saúde, Ussene Isse, avaliou as condições de produção, armazenamento e distribuição de medicamentos, assegurando que o Governo está comprometido em garantir que a população tenha acesso a medicamentos essenciais. “A nossa política, como Governo, é de estimular a indústria local para reduzir a dependência externa, principalmente na área de medicamentos. Com esta visita, conclui que temos condições para resolver os principais problemas de saúde do povo, porque encontrei linhas de produção que respondem ao perfil das doenças de Moçambique”, afirmou Isse.
O ministro sublinhou, no entanto, a necessidade de uma atenção redobrada por parte das autoridades na supervisão dos depósitos e em toda a cadeia de distribuição, para não faltarem medicamentos até mesmo nas zonas periféricas.
Evaristo Madime, presidente do Conselho de Administração da INFARMA, revelou que a unidade de produção de soros está quase concluída e que, a partir deste ano, Moçambique deixará de importar este produto. “A fábrica de soros terá capacidade para produzir 16 milhões de unidades, enquanto o país consome apenas metade dessa quantidade. Assim, haverá espaço para exportar para os países vizinhos”, explicou.
Madime acrescentou que a FNM e a INFARMA produzem mais de cem tipos de medicamentos que atendem às principais enfermidades do país, fornecendo anualmente mais de mil milhões de unidades farmacêuticas ao SNS. A FNM é certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e é uma das quatro fábricas pré-qualificadas na África subsaariana, o que permite à instituição exportar medicamentos.
A Confederação das Associações Económicas (CTA) apresentou uma proposta ao Governo para a reabilitação da Estrada Nacional Número Um (N1), destacando a sua importância estratégica no contexto dos esforços para a recuperação económica do país.
A proposta foi formulada durante um encontro recente entre representantes do Ministério da Economia e dirigentes da CTA, cujo objectivo foi alinhar estratégias para enfrentar os desafios económicos actuais, incluindo as repercussões das recentes manifestações pós-eleitorais.
Paulo Oliveira, presidente do pelouro de Comunicação da CTA, sublinhou a urgência da requalificação da N1, afirmando que “a estrada número um é a nossa espinha dorsal e é onde passa toda a mercadoria de norte a sul”. Oliveira acrescentou que, além da reabilitação da estrada, a confederação apresentou um conjunto de medidas destinadas a aliviar a carga fiscal sobre as empresas, bem como propostas concretas para fomentar o desenvolvimento empresarial.
A CTA destaca que a recuperação da N1 não só beneficiará o transporte de mercadorias, mas também poderá atrair novos investimentos e dinamizar a economia local, reforçando assim a necessidade de uma resposta governamental ágil e eficaz.F
O Supremo Tribunal de Moçambique anunciou, através de um comunicado, a recusa de Israel António Tovela, pai do arguido Agnaldo Israel Tovela, em cumprir com o pagamento das multas impostas pelo tribunal.
A recusa é justificada por Israel António, que afirma ter arcado com parte dos custos do funeral das vítimas do trágico acidente de viação que envolveu o seu filho.
O incidente em questão remonta a um acidente ocorrido em que Agnaldo Israel Tovela atropelou mortalmente uma pessoa, deixando ainda quatro feridos, sendo dois deles em estado grave. Após o acidente, o arguido foi detido e posteriormente libertado mediante o pagamento de uma caução no valor de 153 mil meticais. O tribunal condenou-o a um ano de prisão, pena esta convertida em multa equivalente ao montante da caução prestada.
Israel António Tovela tem contestado o valor das multas, argumentando que todas as vítimas do acidente pertenciam à mesma família, o que, segundo ele, o isentaria da responsabilidade de pagamento. Além disso, o pai do arguido reivindica a devolução integral da caução, com a adição dos custos relacionados com as deslocações a Maputo para lidar com questões associadas ao caso.
Em Junho de 2023, o arguido solicitou autorização ao tribunal para pagar as multas em prestações, o que foi aprovado. O plano de pagamento estabelecia várias parcelas, começando com uma primeira de 20 mil meticais, seguidas por prestações de 10 mil meticais cada. Contudo, até à presente data, nenhum pagamento foi realizado, incluindo a primeira parcela, como constatado no comunicado.
A nota emitida pelo Supremo Tribunal sublinha que, apesar da sentença ter transitado em julgado e de não existir recurso por parte do arguido, a situação permanece sem solução. Isto levanta preocupações sobre o cumprimento das obrigações financeiras estabelecidas pelo tribunal, podendo levar a consequências legais para Agnaldo Israel Tovela.
O MyBucks Mozambique, S.A, com visão de ser prestador de serviços financeiros de escolha para os Moçambicanos, pretende recrutar um (1) Auditor Interno. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director de Desenvolvimento de Programas e Qualidade. Saiba mais.
Pelo menos nove pessoas ficaram gravemente feridas num incêndio devastador que consumiu uma das maiores fábricas de disfarces de Carnaval na cidade do Rio de Janeiro.
O incidente iniciou por volta das 7h40, hora local, e, até às 9h00, hora em que os bombeiros ainda se encontravam a realizar buscas por possíveis vítimas dentro da fábrica, a situação continuava crítica, com o fogo ainda a arder.
Estimativas indicam que cerca de 100 pessoas se encontravam na fábrica, Maximus Confecções, no momento em que o incêndio começou, sendo que aproximadamente 30 delas dormiam, uma vez que a instalação opera 24 horas por dia para atender à demanda crescente das festividades de Carnaval. O fogo irrompeu no rés-do-chão, dificultando a evacuação e levando os trabalhadores a enfrentar momentos de pânico até à chegada dos bombeiros.
A precariedade da segurança nas janelas, fortemente gradeadas devido à violência que caracteriza a cidade, complicou ainda mais as operações de resgate. Muitos trabalhadores, desesperados por ar, gritavam por socorro enquanto eram consumidos pelas chamas e pela densa fumaça que tomava conta da indústria, localizada na Rua Roberto Silva, no bairro de Ramos, zona norte do Rio.
Os bombeiros enfrentaram dificuldades adicionais, pois as ruas estreitas impediram a entrada de grandes veículos de combate a incêndios. Assim, foram obrigados a recorrer a escadas portáteis para alcançar as janelas, serrando as grades para resgatar as vítimas. Várias edificações nas proximidades, incluindo uma escola e um condomínio residencial, foram evacuadas devido à propagação do incêndio.
Um trágico acidente aéreo ocorreu na segunda-feira, resultando na morte de uma pessoa e ferimentos em outras quatro. O incidente envolveu um jacto executivo Learjet 35A que saiu da pista durante o pouso em um aeroporto no Arizona.
Segundo informações das autoridades locais, a aeronave, que chegava de Austin, Texas, colidiu com um Gulfstream 200 que estava estacionado. O problema no trem de pouso principal esquerdo do Learjet teria sido a causa do acidente, levando a uma saída descontrolada da pista.
Das cinco vítimas, uma pessoa ainda não identificada perdeu a vida, enquanto duas pessoas estão em estado crítico e outra apresenta ferimentos, mas sem risco de morte. A quinta vítima estava no Gulfstream estacionado e optou por não receber assistência médica.
O jacto Learjet pertence a Vince Neil, vocalista da famosa banda de glam rock Mötley Crüe. Embora o músico não estivesse a bordo no momento do acidente, sua esposa, Rain Hannah, juntamente com seus dois cães e uma amiga, estavam a bordo e saíram do incidente sem ferimentos significativos.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) no Niassa anunciou a detenção de um dos três indivíduos envolvidos num assalto a um acampamento de fiscais florestais, ocorrido na semana passada na região de Luambala, no distrito de Majune.
Os assaltantes conseguiram apoderar-se de diversos bens, avaliados em mais de cento e vinte e oito mil meticais, além de uma arma de fogo do tipo caçadeira, acompanhada por três munições. O porta-voz do Comando Provincial da PRM, Nelson de Sousa, confirmou a detenção e garantiu que as autoridades policiais estão a continuar a sua busca pelos outros dois indivíduos envolvidos no crime.
“A força está no terreno no sentido de aferir e saber onde a arma se encontra, juntamente com os meliantes”, afirmou Nelson de Sousa, sublinhando o empenho da PRM em fazer justiça e restabelecer a ordem na região.
Adicionalmente, a Polícia também revelou que, ainda no distrito de Majune, três indivíduos foram detidos por suspeita de prática de caça furtiva, reforçando assim o combate a actividades ilegais que ameaçam a conservação ambiental e a segurança da população local.
A Polícia da República de Moçambique (PRM), na província de Sofala, confirmou a detenção de 19 dos 220 reclusos libertados durante uma manifestação na vila de Gorongosa, ocorrida no dia 3 de Fevereiro, data em que se celebravam os heróis moçambicanos.
Além disso, sete manifestantes foram também detidos por incitação à violência e destruição de bens públicos.
A manifestação, que envolveu principalmente garimpeiros e moto-taxistas locais, resultou em actos de vandalismo e na libertação de um número significativo de reclusos que se encontravam sob custódia no comando distrital da polícia. Em resposta, as autoridades policiais informaram que, uma semana após os acontecimentos, conseguiram recapturar 19 dos reclusos que haviam sido soltos ilegalmente.
Dércio Chacate, porta-voz da PRM em Sofala, destacou que a situação na vila de Gorongosa está agora controlada. “Do trabalho desencadeado, 19 reclusos foram recapturados e sete contestatários detidos por incitarem estas manifestações violentas”, afirmou Chacate.
Além da recaptura dos reclusos, a PRM está a implementar uma campanha de sensibilização, apelando à população para denunciar os responsáveis por esses actos. “Este é o nosso foco. Vamos continuar a trabalhar para recapturar os outros indivíduos que se encontravam em situação reclusória”, acrescentou o porta-voz.
Em outra operação, a polícia apresentou um indivíduo acusado de porte ilegal de arma de fogo. O detido, que pertence a uma empresa de segurança privada, é suspeito de ter roubado uma arma e utilizado a mesma para cometer furtos.
Chacate explicou que o suspeito foi encontrado e detido durante uma abordagem da polícia, embora o acusado tenha negado qualquer envolvimento criminal, alegando ter sido agredido por populares.
Viúva de Azagaia exige investigação sobre inclusão de texto difamatório em manual escolar
Rosa Cuna, viúva do rapper de intervenção social Mano Azagaia, manifestou a sua indignação e exigiu uma investigação holística sobre a inclusão de um episódio da vida do artista no manual de ensino da Língua Portuguesa da 8ª classe.
Cuna considera que a Texto Editores tem um papel relevante a desempenhar neste assunto e defende que é necessário apurar se houve casos de branqueamento de capitais relacionados a esta situação.
O controvertido texto, considerado “difamatório”, foi incluído no manual de 2020. No entanto, o Ministério da Educação e Cultura esclareceu que o livro foi produzido em 2014, comercializado em 2015 e utilizado entre 2016 e 2022, embora já tenha sido descontinuado. A viúva desafiou a argumentação do ministério, classificando-a de estapafúrdia e afirmando que a descontinuação do manual não foi motivada pelo conteúdo relacionado à detenção de Azagaia.
Cuna também se mostrou receptiva à justificativa apresentada pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, de que o livro não estava integrado ao sistema escolar e não tinha autorização para circular. Contudo, a viúva sublinhou que o manual continua a estar disponível no portal do Governo e foi utilizado em salas de aula, levantando questões sobre a legalidade da sua circulação.
“Não temos como separar quando dizem que não foi autorizado a circular, mas está no portal do Governo”, notou Rosa Cuna, reforçando a necessidade de esclarecimentos sobre a impressão e distribuição do manual. Ela questionou: “Por que razão se imprimiu um manual não aprovado? Quais foram os motivos que levaram a editora a colocá-lo em circulação sem autorização ministerial?”.
A viúva do artista exortou as autoridades a investigarem a origem dos fundos utilizados para a impressão do livro, sugerindo que podem existir cenários relacionados a branqueamento de capitais, dada a importância da Texto Editores no sector editorial. “É um assunto muito sério que tem de ser abordado, porque a Texto Editores não é uma editora qualquer”, afirmou.
A situação envolvendo o manual e o nome de Azagaia foi trazida ao conhecimento da família em 2021. Rosa Cuna também expressou a sua preocupação com a possibilidade de perseguição ao artista, afirmando que o texto apresentado não reflete a verdade dos acontecimentos, uma vez que Azagaia foi inocentado após a sua detenção, que não resultou em qualquer condenação relacionada a drogas.
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