24 C
Matola
Segunda-feira, Abril 6, 2026
Site Página 2364

Ausência de gestão científica de medicamentos dá azo a corrupção no MISAU

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

A alegada ausência de uma “gestão científica” de medicamentos e artigos médicos no Sistema Nacional de Saúde (SNS) está a propiciar oportunidades para o florescimento de redes internas e externas de desvio e contrabando dos fármacos e material médico, segundo conclui o Centro de Integridade Pública (CIP) na sua investigação sobre a corrupção no sector da Saúde, em Moçambique.

A situação põe em causa o dever constitucional do Estado de assegurar a assistência médica e medicamentosa a todos os moçambicanos, de acordo ainda com o CIP, realçando que o seu trabalho investigativo fará também incursão pelas conexões hospitais públicos versus clínicas privadas e sobre chamados “barões dos concursos públicos” para a provisão de serviços e produtos ao Sistema Nacional de Saúde.

Para aquela organização não-governamental, o roubo e contrabando de medicamentos é direccionado para antibióticos, antimaláricos e pílulas, mais concretamente para Quarten, Danazol, Amoxicilina com Ácido Clavolámico, Metronidazol e Ceftriaxona.

Também registam-se casos de pequena escala, “mas de grande abrangência e prejudicial ao SNS”, praticados por médicos, técnicos de saúde, agentes de medicina, enfermeiros, serventes e pessoal administrativo das unidades sanitárias, resultando em que cada um deles possuir na sua residência um kit de medicamentos.

Casos conhecidos Sobre casos relevantes de desvios de medicamentos, o CIP aponta a apreensão, em 2010, na cidade de Chimoio, de um camião com medicamentos provenientes do Depósito Central da Beira, com destino ao Malaui, contendo material médico-cirúrgico, de laboratório e de limpeza, de uso exclusivo do Ministério da Saúde (MISAU).

Outro caso prende-se com dois estudantes de enfermagem do Centro de Formação de Chimoio em estágio no Hospital Rural de Nhamatanda, província de Sofala, surpreendidos com diversos medicamentos de uso exclusivo do MISAU na sua residência e de casos de venda de medicamentos injectáveis de uso exclusivo do MISAU nos mercados informais do Estrela Vermelha e Xipamanine, na cidade de Maputo, de Nhamatanda, em Sofala e nos mercados da Feira, 38 Milímetros e da FEPOM, em Chimoio, e de Machipanda, na província de Manica.

Igualmente, ocorreram casos de desvio de medicamentos nos distritos fronteiriços com Malaui e Zâmbia, concretamente em Angónia, Marávia e Chiúta, em Tete que consistiram na emissão de guias de remessa passadas pela Central de Medicamentos e Artigos Médicos (CMAM) para os depósitos provinciais de medicamentos ou destes para os distritos e localidades, cujas quantidades patentes nas guias não correspondiam às que foram requisitadas.

A distância dos distritos e dificuldades de acesso aos mesmos consubstancia-se numa barreira de acesso às inspecções, concorrendo também a ausência de meios e de motivação dos inspectores provinciais de farmácia enviados para acompanhar casos de venda ilícita ou roubo de medicamentos.

Alunos assistem aulas embriagados na Escola 25 de Setembro em Quelimane

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

A Escola Secundária e Pré-Universitária 25 de Setembro, em Quelimane, a maior da província da Zambézia, regista crescimento do número de alunos que se fazem às salas de aulas sob efeito do álcool.

Este ano, segundo o Diário da Zambézia, citando o o director daquela escola, Ernesto Romão, os casos tendem a ser assustadores.

De acordo com a fonte, os alunos da 11ª e 12ª Classes, são os que mais “bêbados” chegam à escola. Quando chegam perturbam o ambiente e os professores perdem a paciência.

Num outro desenvolvimento, a fonte disse que, várias vezes, os encarregados de educação foram chamados atenção sobre este facto, mas pelos vistos, não se consegue resolver.

Como medida, a direcção da escola alocou bancos no recinto, onde os “estudantes bêbados” sentavam-se e promoviam barulho. Este assunto preocupa a direcção da escola, que até agora não encontra saídas possíveis para acabar com os casos de alunos bêbados.

A situação piorou este trimestre

O director da 25 de Setembro, em Quelimane, diz que neste trimestre, ora a findar, o assunto é mais sério. Há alunos que quase todos os dias vêem embriagados. Quando se sai de um final de semana as coisas complicam-se mais. Chegam tarde e embriagados.

Quando os professores perguntam, eles dizem que tiveram um final de semana a “bater” e não conseguiram controlar os níveis de álcool.

Alguns destes estudantes não terminam as horas lectivas, abandonam a escola, ou mesmo no intervalo, vão à procura de mais álcool para acabarem com a ressaca.

Há meninas também “bêbadas”

Neste lote de estudantes que se fazem à escola embriagados há meninas, algumas delas com menos de 18 anos. “Temos também meninas que nem sequer idade tem, mas aparecem embriagadas” – disse Ernesto Romão, director da 25 de Setembro em Quelimane.

Mesmo com as sanções, a situação não muda, até parece que quanto mais são sancionados, os estudantes pioram.

Neste momento, a direcção da escola procura medidas mais fortes para estancar a onda. O receio da direcção da escola é quando se aproxima o final do ano.

Há receio também de que estes estudantes causem perigo tanto aos professores como os colegas. Ainda não se sabe se, além do álcool, os estudantes consomem algum outro estupaficiente.

Recorde-se que a escola 25 de Setembro é aquela que mais comunidade estudantil alberga na província da Zambézia.

Governo paga indemnizações aos trabalhadores da ECMEP

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

O pagamento de salários em atraso de vários meses e respectivas indemnizações já está em curso em todas as delegações provinciais da defunta Empresa de Construção e Manutenção de Estradas e Pontes (ECMEP), na sequência das greves dos assalariados que se têm registado em todas as províncias.

Uma destas manifestações ocorreu em Maio de 2012, na província nortenha do Niassa, envolvendo 110 trabalhadores da delegação local da ECMEP, que exigiam o pagamento de salários em atraso correspondentes a 32 meses, num montante global de 47 milhões de meticais.

Igualmente os cerca de 250 trabalhadores da ECMEP de Sofala tinham feito greve naquele período, tendo sido interrompida quando foram informados do início do processo de cessação dos seus contratos para dar lugar ao pagamento das indemnizações pelo despedimento sem justa causa decretado pelo Instituto de

Gestão das Participações do Estado (IGEPE) e ainda liquidação de 13 meses de salário em atraso. Paralisação de EN1 e EN6 Caso as promessas não venham a ser satisfeitas “com urgência”, os 250 assalariados da ECMEP de Sofala, incluindo reformados, ameaçam, em carta enviada ao Gabinete do Primeiro-Ministro, Aires Ali, paralisar a circulação rodoviária nas estradas nacionais (EN1 e EN6).

Entretanto, fonte competente do IGEPE revelou, esta sexta-feira ao Correio da manhã que já foi concluído o processo de avaliação económico/ financeira e patrimonial de todas as delegações da Empresa de Construção e Manutenção de Estradas e Pontes e iniciado o processo de desvinculação da sua força de trabalho.

Paralelamente àquele trabalho será iniciado um outro processo, desta feita, de avaliação de cenários de reestruturação que vão permitir a tomada de decisão sobre o futuro desta empresa.

Cidadão mata suposto rival em Nampula

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

Um cidadão, de 29 anos de idade, identificado pelo nome de Francisco Matias e residente no bairro de Mutauanha, arredores da cidade de Nampula, decidiu tirar a vida de um jovem com recurso a arma branca (faca) alegadamente porque encontrou num ambiente de romantismo e aos beijos com a sua esposa que, na altura do incidente, estava a vender a bebida tradicionalmente conhecida por “Cabanga”.

O crime ocorreu nesta segunda-feira(25), durante o período festivo dos 37 anos da Independência Nacional. Imediatamente após as esfaqueamento, na zona do abdómen, alguns cidadãos mais próximos do local tentaram, sem sucessos, socorrer a vítima para o Hospital Central de Nampula, que perdeu a vida a caminho da unidade sanitária.

Em declarações à polícia, o autor confesso do crime, disse que a sua decisão foi motivada por um ambiente de desavença que, há bastante tempo, se registava no seu lar, situação que veio a agravar-se no momento em que pegou em flagrante a sua esposa aos beijos com um jovem.

Apavorada com a confusão instalada, a mulher empreendeu uma fuga e, neste momento, encontra-se em parte incerta.

O porta-voz da polícia no comando provincial da PRM em Nampula, Inácio Dina deu a conhecer que decorrem trabalhos no sentido de localizar a mulher de modo a concluir com a elaboração do processo criminal que vai culminar com a responsabilização do autor do crime.

Entretanto, Dina desencorajou os munícipes da cidade de Nampula à prática do crime para tentar resolver problemas familiares e passionais. Não obstante a esta situação, Inácio Dina classificou a data das comemorações do dia da Independência como ordeira e tranquila.

Acidentes de viação causaram a morte a seis pessoas

No concernente a situação criminal da semana finda, a fonte disse que foram registados 14 casos criminais, dentre vários destacam-se roubos e furtos qualificados. Em conexão com estes casos 16 indivíduos foram detidos nas diversas sub unidades policiais da PRM ao nível da província.

No período em alusão, foram registados cinco acidentes de viação, maioritariamente, do tipo atropelamento, cuja responsabilidade recai sobre ambas as partes, seja os automobilistas e os peões devido a má travessia na via pública. O porta-voz da polícia em Nampula disse que os sinistros causaram a morte de seis pessoas e sete feridos entre graves e ligeiros e o excesso de velocidade está na origem dos sinistros.

Dina informou, ainda, que durante a campanha de fiscalização rodoviária levada a cabo no período em referência pelos agentes da polícia trânsito, foram abrangidas perto de 2.266 viaturas e impostas 441 multas contra os respectivos automobilistas por diversas irregularidades contra o código de estrada. Igualmente, foram abrangidos mais de três mil peões através da campanha de educação pública.

INAHINA aguarda pelo inquérito para decidir se volta a colocar a embarcação para a Inhaca

Inhaca.png
Em entrevista à TIM, o director do INAHINA, Augusto Bata, começou por esclarecer que o transporte marítimo de viaturas não é da responsabilidade da instituição que dirige.

Está mesmo difícil recuperar do susto! Vinte e um dias após o naufrágio da embarcação que transportava uma viatura que seria usada pelo chefe de Estado na sua Presidência Aberta na Ilha de Inhaca, o Instituto Nacional de Hidrografia e Navegação-INAHINA, mantêm suspenso o trabalho de transporte marítimo de viaturas na baia de Maputo e não tem datas para normalização da situação.

O inquérito em curso, segundo a fonte, vai ser determinante para o regresso ou não da embarcação denominada “Work Boat” nas operações de transporte de viaturas da cidade de Maputo para Inhaca e vice-versa.

O INAHINA é a instituição responsável pela garantia da segurança marítima em toda a costa moçambicana, tanto de portos principais e como secundários, sendo que o transporte de pessoas e cargas diversas é da responsabilidade da Transmaritima.

Mas a ausência de infra-estruturas de acostagem do lado da Inhaca, forçou o INAHINA que tem uma embarcação específica a auxiliar ao longo dos anos a Transmaritima no transporte de viaturas.

A embarcação foi rapidamente rebocada para terra, mas a viatura de marca Land Cruiser, zero quilómetros, avaliada em pouco mais de 120 mil dólares norte-americanos, continua no fundo do mar e o INAHINA já identificou a sua localização.

O Director dos Serviços de Manutenção não diz se vai ser ou não rebocada.
Para o INAHINA trata-se de um acidente estranho que só o inquérito em curso poderá trazer as suas razões.

Munido de documentos, o director de manutenção explicou que a embarcação em causa beneficiou de uma revisão de raiz em Agosto de 2011 e segundo as regras internacionais só voltaria a beneficiar deste tipo de trabalho em Agosto de 2013

PGR diz que sequestros e raptos são perpetrados por “gangs” estrangeiras

Augusto PAulino 2.jpg
O procurador-geral da República, Augusto Paulino, diz que os raptos e sequestros que abalam as cidades de Maputo e Matola  são perpetrados por redes estrangeiras.

Falando na abertura das Primeiras Jornadas Jurídicas do Ministério Público, Paulino considerou ainda que o narcotráfico, a corrupção, a fraude, o contrabando, o tráfico de armas são crimes que vêm de fora, praticados por “gangs” transnacionais.

Para o “guardião da legalidade”, estas práticas que “invadem” o nosso país constituem um verdadeiro atentado à paz e soberania do Estado.

“Estas práticas criminais são perpetradas por grupos transnacionais de crime organizado, que representam uma verdadeira ameaça à paz, ao desenvolvimento e até à soberania do Estado”, afirmou.

Paulino diz ser urgente a necessidade de reforço da capacidade interna do Estado para travar a onda de novos crimes que agitam Moçambique.

“Queremos que o nosso país seja imune do chamado crime de colarinho branco, traduzido em fraudes, subornos, acesso à informação privilegiada, o peculato, contrafacção e crimes informáticos”, acrescentou Paulino.

Juízes incompetentes

O guardião da legalidade fez ainda um duro ataque aos juízes e procuradores, apontando casos  de falta de competência técnica na classe.

“Todos nós, como humanos, podemos cometer erros técnicos desde que os assumamos e saibamos aceitar a correcção. O nosso temor é que esses atropelos sejam propositados com fins pouco claros como seja a guisa da corrupção, pois este mal não se vence com nenhuma acção de formação”, afirmou Paulino, para depois acrescentar que “temos situação de colegas magistrados do Ministério Público que realizam instruções preparatórias sem os presos e deixam diligências para o juiz da causa sem justificação plausível, deixando de cumprir o seu dever”. Aliás, para o procurador-geral da República, há ainda registos de casos de detenções ilegais perpetradas por juízes, sobretudo nas zonas recônditas.

Estes, paradoxalmente, no lugar de tomar medidas razoáveis e consentâneas com o caso, aplicam, invariavelmente, a captura, o que eleva a população prisional. É suposto que nós, como juízes, saibamos que a liberdade é a regra e a reclusão a excepção”, retorquiu.

Paulino considera que esta situação descredibiliza todo o sector da justiça.

Juízes sabotadores

Ainda nas jornadas jurídicas do Ministério público, o jurista Albano Silva teceu duras críticas aos juízes, acusando-os de sabotarem processos criminais, através da falta de cumprimento dos prazos, mesmo nos casos em que se exige urgência para a prossecução das investigações.

Ministro da Educação passa a autorizar abertura de delegações

Adelino Buque2.jpg
O Conselho de Ministros aprovou, ontem, em sessão ordinária, a alteração de três artigos do Regulamento de Licenciamento e Funcionamento das Instituições do Ensino Superior. Trata-se dos artigos 6, 13 e 19, que versam sobre as qualificações académicas dos dirigentes das instituições do ensino superior das classes B,C,D e E; o tempo limite para o início das actividades lectivas das mesmas após o contrato; e a obrigatoriedade de as autorizações para a abertura de delegações passarem a ser concedidas pelo ministro da Educação.

Contrariamente ao que estava estipulado no artigo 6 do Decreto 48/2010, de 11 de Novembro, a partir de ontem passa a ser exigida a qualificação académica mínima de mestrado para os cargos de reitor e vice-reitor das instituições de ensino superior.

Anteriormente, o decreto estabelecia, no mesmo artigo 6, n.º2, que “Os reitores e vice-reitores são cidadãos com qualificação académica mínima de Doutor”.

Acidentes de viação matam 29 pessoas

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

“Estes sinistros também resultaram num total de 97 feridos, 41 dos quais em estado grave.”

Pelo menos 29 pessoas morreram nas estradas moçambicanas, na semana passada, em consequência de 40 acidentes de viação registados durante aquele período.

De acordo com o balanço da Polícia da República de Moçambique (PRM) sobre acidentes de viação e criminalidade na semana passada, estes sinistros também resultaram num total de 97 feridos, 41 dos quais em estado grave.

Dentre as várias causas dos acidentes, destacam-se o excesso de velocidade, responsável pela ocorrência de 13 casos. Contudo, a lista das causas também inclui a má travessia de peões e corte de prioridade.

Todavia, escreve a “AIM”, no âmbito dos trabalhos destinados a melhorar a segurança rodoviária, as autoridades moçambicanas fiscalizaram um total de 24 900 viaturas em todo o país, actividade que culminou com a emissão de 5 083 multas e apreensão de 85 viaturas por diversas irregularidades.

Curandeiros capacitados em métodos de medicina convencional em Manica

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

Cerca de 40 praticantes da medicina tradicional do distrito de Guro, em Manica, juntaram-se semana finda numa capacitação de medicina convencional, para aprendizagem e melhor percepção de sintomas de doenças como tuberculose, HIV/Sida, malária, bem como para o conhecimento dos métodos de planeamento familiar.

Esta ideia teve razão de ser devido ao facto dos curandeiros serem os mais preferidos pelas comunidades rurais na prestação dos serviços que deveriam ser prestados pela saúde, daí que as autoridades daquele distrito, em parceria com a Save the Children, decidiram juntar os praticantes da medicina tradicional numa formação que visava fazer entender a importância dos doentes serem encaminhados às unidades sanitárias.

O médico-chefe distrital de Guro considerou a iniciativa de muito positiva, na medida em que os curandeiros aceitaram, na base da formação que tiveram, encaminhar os doentes às unidades sanitárias.

Para Ana Dulce Chiluvane, directora da Save the Children, outro objectivo da formação era o planeamento familiar.

Por seu lado, a presidente da Ametramo, no distrito de Guro, Cecília Tacicame, explicou que a formação foi produtiva porque antes os curandeiros não tinham esta liberdade de colaborar com a saúde.

Seis estudantes moçambicanos expulsos do Sudão serão repatriados hoje

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

O grupo disse ter recebido garantias das autoridades sudanesas de que vão pagar a passagem aérea de volta para a capital moçambicana, Maputo, mas todos os seis estudantes são oriundos das províncias da Zambézia e Nampula.

Seis dos 45 estudantes moçambicanos no Sudão serão repatriados, hoje, para Maputo pelo governo de Cartum, após um diferendo com a universidade que frequentavam.

Um estudante moçambicano expulso da Universidade Internacional de África no Sudão disse à Lusa que as autoridades sudanesas atribuíram vistos de saída do país.

“A nossa previsão é de sairmos amanhã (quarta feira)” de regresso à capital moçambicana, mas “os processos não estão sob nossa responsabilidade”, disse um dos estudantes.

Em abril, 30 dos 45 moçambicanos que estudam na Universidade Internacional de África no Sudão denunciaram à Lusa as “precárias condições” de vida naquele país africano, responsabilizando “algumas organizações islâmicas” moçambicanas de os terem enviado a Cartum com “objectivos obscuros”.

Parte dos estudantes, que saíram de várias províncias de Moçambique para o Sudão, não concordaram com o modelo de contrato firmado com a direcção da Universidade, a qual acusam de não estar a honrar o compromisso de atribuição de bolsas de estudo completas.

Durante as negociações que se seguiram às queixas dos estudantes, a Universidade obrigou 24 estudantes a redigirem uma carta, negando tudo o que o grupo denunciou à imprensa sobre as precárias condições de vida, mas seis estudantes recusaram a exigência e receberam ordem de expulsão da instituição.

PGR processa agente da FIR que baleou mortalmente cidadão na Beira

FIR policia.jpg

A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai processar o agente da Força de Intervenção Rápida (FIR) que baleou, mortalmente, na noite da quarta-feira passada, na Beira, um jovem de apenas 22 anos de idade, no bairro da Manga.

Trata-se do jovem Manuel Domingos que, juntamente com o seu amigo, foi interpelado pelos agentes em causa, quando se fazia transportar numa mota. Os agentes exigiram documentação dos dois jovens e da respectiva mota. Como a mota não tinha iluminação, exigiram que a mesma fosse encaminhada para a esquadra mais próxima.

Manuel Domingos tentou sair em defesa do seu amigo ao sentir-se culpado. Um dos agentes, por sinal o autor do tiro fatal, que aparentemente estava embriagado, não gostou e agrediu o jovem. Manuel Domingos, ao  pedir explicação da atitude do agente da FIR, foi de novo agredido e caiu. Ao levantar, saiu a correr, alegando que ia pedir socorro a um parente na sua casa. O polícia em causa pegou na sua arma e disparou contra o jovem, tendo-o atingido nas costas e na região do abdómen. A vítima caiu para nunca mais levantar.

Luís Nhama, tio da vítima do policial, contou, na altura, que ouviu o tiro e, assustado, saiu de casa para perceber a razão do mesmo.

“Cheguei até a pensar que a polícia estava atrás de um ladrão. Ao abrir a porta, deparo com uma pessoa estatelada no quintal e os vizinhos a chamar por ele. Afinal era o meu sobrinho. Reparei para o portão e vi um agente da FIR de arma na mão e em posição para abrir fogo. Aproximei-me e notei que estava embriagado. Quando ele fechou, por instantes, a vista rasteirei-o. Arranquei-lhe a arma e disparei um tiro para libertar a bala que estava na câmara. De seguida, desmontei o carregador e devolvi-lhe a arma. Não sabia que o meu sobrinho tinha sido gravemente ferido. Pensei que fosse apenas numa perna, porque, se soubesse, teria deixado os meus vizinhos e outras pessoas que passavam pela rua agredirem o polícia tal como pretendiam. Este polícia não merece estar nas fileiras da corporação. Levámos o meu sobrinho para hospital, onde veio a falecer”.

Perto de três mil pessoas consomem água de charcos

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

É mesmo dramática a situação da falta de água que se vive na localidade de Sanó, posto administrativo de Mugeba, distrito de Mocuba, Zambézia.

Neste momento, pelo menos 2 866 pessoas estão a consumir água proveniente de um pequeno charco, contra todos os perigos, tendo em conta que a mesma (água) apresenta um elevado teor de turvação.
A reportagem do nosso jornal visitou o povoado de Sanó e constatou um total abandono das autoridades no que tange à abertura de furos com vista a aliviar o sofrimento daquelas populações. Aliás, segundo contaram, o seu grito de socorro tem estado a ser, constantemente, feito ao governo da província, mas são poucos os esforços feitos com vista à solução do problema.

Por outro lado, consta-nos que o referido charco é periódico, ou seja, entre Agosto e Setembro seca, piorando cada vez mais o sofrimento dos habitantes daquele posto administrativo.

Nesse período, para poder obter água, as populações devem percorrer mais de 10 quilómetros até ao rio Licungo que, igualmente, socorre a população da cidade de Mocuba. O mais triste neste período é o facto das crianças terem também que percorrer 10 quilómetros para a busca da água.

Polícia recupera órgãos do menor morto pelo pai

A Policia recuperou os órgãos genitais e a cabeça do menor de um ano e nove meses assassinado semana passada pelo próprio pai, identificado apenas por Chivite, na zona de Taninga, distrito da Manhiça.
Manhi%C3%A7a.jpg

As partes do corpo da criança tinham sido levadas para o distrito de Chókwè, na província de Gaza, logo após o crime que chocou os residentes e as autoridades administrativas da Manhiça.
A informação foi dada ontem pelo administrador distrital, Artur Chindandale, que afirmou que os órgãos genitais e a cabeça da criança estão conservados no Hospital Distrital da Manhiça, a cerca de 80 quilómetros da capital.

Chindandale referiu que para além de recuperar as partes do corpo da criança, a Polícia identificou os supostos mandantes do crime, igualmente residentes no distrito de Chókwè.

`Já entregamos o caso às autoridades judiciais para que possam dar o devido seguimento e em devida altura, que acredito seja em breve. Todos os suspeitos serão chamados a responder pelos seus actos´, disse o administrador.

Citando o autor, detido numa das celas do Comando Distrital da Manhiça, o administrador referiu que o crime terá sido cometido para fins obscurantistas.

O caso foi entregue às autoridades judiciais daquele distrito e o `Notícias´ soube que a mãe da vítima terá assistência grátis do Instituto Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ).

`Vamos prestar todo o tipo de assistência à mãe do menino em todas as fases do processo judicial que se vai desenrolar´, disse Eliezer Mandlate, representante da delegação distrital do IPAJ.

Mais um cidadão raptado em Maputo

Um cidadão de nacionalidade moçambicana, que responde pelo nome de Salim Mussa Judge, foi sequestrado no último sábado, na Avenida Josina Machel, na cidade de Maputo, por indivíduos, como sempre, `desconhecidos´.
Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

Este rapto é um de várias dezenas que se têm vindo a suceder em Maputo desde há cerca de um ano e em que o valor dos resgates se calcula ter atingido já mais de 15 milhões de dólares americanos.

Segundo fontes da Comunidade Mahometana de Maputo que confirmaram o rapto à Reportagem do Canalmoz/Canal de Moçambique, na condição de não serem identificadas, Salim foi raptado depois de ter estado na Mesquita da Baixa de onde acabara de sair do culto do meio do dia.

De acordo com várias fontes, a viatura em que Salim Mussa Judje se fazia transportar `foi bloqueada por uma outra viatura do tipo mini-bus, na Av. Josina Machel, próximo da Av. Karl Marx´. Em seguida, `de um outro carro´, cuja marca e características as fontes não nos souberem indicar, nem nós pudemos apurar nas nossas outras auscultações, `saíram dois homens armados que obrigaram Salim Judje a entrar na viatura deles´. A partir daí não há mais informações disponíveis.

Outras informações de fontes islâmicas, mas não confirmadas pelas fontes da Comunidade Mahometana que nos serviram de suporte para esta notícia, Salim Mussa Judje é genro dos sócios da AFRICÂMBIOS, filho e pai respectivamente, Amin Razak e Abdul Razak, que recentemente abandonaram o país, depois de terem escapado a um sequestro. No rapto de que escaparam há dias, os raptores levaram um empregado da Africâmbios, por o terem confundido com o filho do proprietário. Quando se aperceberam do equívoco libertaram a sua vítima.

Até ao fecho desta edição não se conheciam mais informações sobre o rapto de Salim Mussa Judje. Também se desconhece o montante que os raptores solicitam para libertar a vítima.

Algumas fontes presumem que este caso se possa vir a complicar ou a ter desfecho sem resgate por alegadamente não haver quem esteja presente no País para pagar pela libertação de Salim Mussa Judje.

O içar da bandeira nacional continua uma controversa

bandeira.png
Continua a controversa em volta das pessoas que levantaram a bandeira no dia Independência, a 25 de Junho de 1975.

Depois da falecida veterana de Luta Armada, Lina Magaia, ter levantado a polémica em volta de quem içou a bandeira no dia da proclamação da Independência, o nome André Machagaissa, primeiro líder da Renamo, foi um dos apontados.

As dúvidas persistem.
37 anos depois, ouvimos da Renamo, que festejou o dia da Independência longe da Praça dos Heróis, com uma palestra em torno da data.

Quem também não confirma nem desmente, preferindo não falar, é o veterano de Luta de Libertação, Marcelino do Santos.

Um nome foi avançado pelo também veterano de Luta armada, Feliciano Gundana.

A proclamação da Independência foi um momento único e esperado por muitos moçambicanos, mas a verdadeira história deve ser conhecida.

Khakau diz que não vai reagir contra as vozes que pedem a sua demissão

Khalau.png
Khalau sabe que há correntes que pedem a sua cabeça, mas disse que não ia comentar.

Jorge Henrique Khalau, Comandante Geral da PRM, há muito que não era visto em público. A sua última e infeliz aparição foi no caso “Armas de Nacala”, em que ordenou que a Polícia desobedecesse a uma decisão judicial, atitude que lhe valeu duras críticas, com alguns analistas e organizações, como a Liga dos Direitos Humanos, a exigirem ao presidente da República, Armando Guebuza, a sua exoneração, por alegadamente representar uma ameaça aos princípios de Estado de Direito, da separação de poderes e aos direitos humanos.

Khalau disse que estava mais concentrado nas diversas formas de crime que preocupam a nação, como seja o caso dos raptos. O Comandante da PRM disse que até ao momento sete casos de pessoas indiciadas na prática de raptos já foram remetidos ao Ministério Público.

Recorde-se que o actual comandante geral da PRM foi nomeado pelo Presidente da Republica em 2008, depois da exoneração de Custódio Pinto.

Recursos minerais são a esperança do futuro!

cerimonia.jpg
Numa cerimónia solene, marcada pela presença de membros do Conselho de ministros, poder legislativo, judicial, diplomatas, forças de defesa e segurança, antigos combatentes, convidados estrangeiros, o Chefe do Estado, Armando Guebuza, encabeçou as cerimónias de deposição da coroa de flores na cripta onde jazem os combatentes da luta de libertação nacional.

Volvidos 37 anos depois de alcançada a independência nacional, o estadista moçambicano disse, na ocasião, que o país conseguiu alcançar ao longo desse percurso muitos feitos.

“Sabemos o que queremos e somos capazes de fazer face, com sucesso, aos desafios que temos pela frente. Alcançámos muito na luta da construção do país, obviamente que o país não é acabado. Aliás, não conheço nenhum país acabado. Os países precisam de ser construídos e vão melhorando, e é isso que estamos a fazer. Nesse caso, o nosso desafio imediato é a pobreza que, apesar de estar a ser vencida, ainda temos muito caminho a percorrer para alcançar os objectivos que interessam”, frisou Armando Guebuza.

Na sua intervenção, o Presidente da República apelou igualmente a cada moçambicano para que  faça a sua parte de forma a combater a pobreza e ajudar na consolidação do país através do trabalho e sentido patriótico.

Na óptica de Guebuza, só assim é que as vitórias e conquistas irão surgir. Fazendo ainda alusão à força do trabalho na luta pela eliminação da pobreza absoluta, sua bandeira de governação, Guebuza salientou que “todos nós temos que trabalhar para valorizar aquilo que está a ser construído, conquistado, não como o fim mas um meio para o reforço da nossa unidade e é um reforço para melhorarmos as nossas condições de vida”.

Na qualidade de Chefe do Estado, Guebuza admitiu que o partido no poder tem a árdua missão de continuar a garantir a unidade nacional, pois só isso é que é, no seu entender, fundamental.
O estadista assumiu ainda que o país deve manter-se unido, sem descurar da necessidade do próprio partido Frelimo, que trouxe essa filosofia, na maneira de viver.

Quanto à descoberta e exploração dos recursos minerais, o Presidente da República pediu mais paciência aos moçambicanos e muito trabalho.

“Os recursos estiveram sempre lá. Agora que estão a ser descobertos é porque se trabalhou para fazer tal. Então continuemos a trabalhar para que tragam benefícios para todo o povo moçambicano”.

Caso INSS: Primeiro-ministro diz que governo vai tomar medidas para repor a ordem

Jornal+de+Mo%C3%A7ambique.jpg

O primeiro-ministro, Aires Ali, garantiu que, em breve, o Governo vai tomar medidas definitivas para acabar com os sistemáticos casos de gestão danosa no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e repor a ordem e disciplina financeiras naquela instituição.

Como primeira medida, segundo referiu aquele governante, sexta-feira, em Nampula, o governo indicou o Ministério das Finanças e o de Trabalho para também investigarem os contornos do concurso de produção do material gráfico; aquisição da casa do PCA e da directora-geral do INSS, entre outras formas de aplicações de dinheiro daquela instituição à margem da lei e dos procedimentos fixados pelo governo.

Através do “O País”, Ali tranquilizou a sociedade moçambicana, particularmente os contribuintes do Instituto Nacional de Segurança Social, afirmando que o governo considera inaceitável e intolerável o que se regista na instituição e está, profundamente, preocupado e em busca de medidas definitivas para estancar o fenómeno.

Ali referiu ainda que a investigação, em curso, vai igualmente ajudar o governo a aferir se, para além do que foi denunciado pela imprensa, há outras irregularidades na instituição, com vista a responsabilizar os infractores.

O primeiro-ministro não especificou as medidas definitivas a serem aplicadas no Instituto Nacional de Segurança Social para estancar a gestão danosa, mas referiu que em breve serão de domínio público.

O governante não se pronunciou também sobre propalado pedido de demissão do PCA do INSS nem dos detalhes do encontro que ambos mantiveram semana finda. Pelo seu discurso, é fácil prever que o reinado de Inocêncio Matavele, Eugénia Muianga e seu elenco têm dias contados e poderão carregar consigo processos judiciais, caso a investigação em curso encontre conexões criminais nos polémicos concursos e aquisições.

Lançado concurso para desminagem do antigo paiol de Mahlazine

Paiol.jpg
O Fundo moçambicano do Ambiente (FUNAB) acaba de lançar um concurso público para seleccionar a empresa que deverá desminar a área do antigo paiol de Mahlazine, arredores de Maputo, que será transformado em parque ecológico.

Mês passado, o governo decidiu transformar o paiol de Mahlazine num parque ecológico, cuja finalidade é preservar a natureza e os ecossistemas, bem como garantir o seu uso como local de utilidade pública, escreve AIM.

O concurso lançado, semana passada, visa contratar operadores comerciais para a realização de actividades de pesquisa técnica, desminagem e controlo de qualidade na cidade de Maputo.
“Este trabalho faz parte integrante da estratégia do Governo de clarificar todas as áreas do ex-paiol (Parque Ecológico) de Mahlazine afectadas por minas, munições e engenhos explosivos”, indica o concurso do FUNAB, instituição subordinada ao Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental (MICOA).

Os operadores interessados em candidatar-se deverão apresentar propostas técnicas e financeiras para os trabalhos de pesquisa técnica e desminagem nas áreas do ex-paiol de Mahlazine, incluindo a componente de controlo e garantia de qualidade em seis lotes que compreendem todo o local.

Com um total de 568 hectares, o paiol de Mahlazine era o maior das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e existia desde o tempo colonial, quando a então cidade de Lourenço Marques ainda era de pequenas dimensões. Com o tempo, a cidade cresceu, até que o local ficou todo o rodeado de residências e outras infra-estruturas económicas e sociais, o que tornou incompatível a sua localização. Por ouro lado, com o tempo, o paiol tornou-se perigoso para a vida das pessoas, com o registo frequente de explosões de material bélico existente no local.

Em Março de 2007, o paiol de Mahlazine registou o incidente mais trágico da sua história, quando explosões de diverso material militar provocaram a morte de mais de 100 pessoas e o ferimento de mais de 500, destruição de residências, diversas infra-estruturas sociais e económicas, entre outros danos.

Dombe terá antena mais poderosa do mundo

Venancio+Pedro.jpg
Oposto administrativo de Dombe, no distrito de Sussundenga, em Manica, foi identificado por cientistas astronómicos, a partir de satélite, como local onde será instalado uma antena para a estação de investigação astronómica com capacidade de colher dados sobre a galáxia, devido à sua boa localização.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Venâncio Pedro Massingue, dirigiu-se a Dombe, na passada sexta-feira, para conhecer o local indicado por cientistas a partir da África do Sul, e foi confrontado com uma realidade que poderá deixar dúvidas sobre a possibilidade de a referida antena ser fixada exactamente no local identificado.

Trata-se de uma zona não habitada, que dista 35 quilómetros da sede do posto administrativo de Dombe, a este, em direcção ao distrito de Chibabava, em Sofala.

As autoridades administrativas informaram que a zona é propensa a inundações causadas pelo transbordo do rio Lucite, um fenómeno que não ocorre com frequência, mas que entenderam ser importante que fosse referido.
Em face dessa situação, o chefe do posto administrativo de Dombe sugeriu um local mais próximo, a 15 quilómetros do lugar identificado e 20 da sede do posto administrativo.

Em resposta, o ministro disse que caberá aos peritos da área avaliarem o impacto deste fenómeno, mas que, no entanto, era também importante encontrar um lugar alternativo para avaliar se a posição da antena não poderá alterar a capacidade referida ao do lugar identificado.

Referindo-se à importância da instalação da antena, Venâncio Massingue disse que a mesma “constitui um grande orgulho para que, a partir de Moçambique, se possa buscar toda a informação sobre a galáxia. Este facto já faz parte do sonho moçambicano de estabelecer uma Agência Espacial de Moçambique”.

A identificação de Moçambique para a colocação da antena foi através de um concurso internacional em que o país concorria com mais oito países da África. segundo explicou Venâncio Massingue, essa será a antena mais poderosa do mundo, em termos de recolha de dados referentes aos astros, de acordo com a classificação internacional, e isso é devido à localização do ponto identificado’.

Relativamente aos passos subsequentes à sua visita ao local, o ministro disse que seriam anunciados oportunamente, mas que é certo que, para este ano, será colocada uma antena que servirá para todas as áreas do conhecimento no Parque da Ciência e Tecnologia de Maluana, na província de Maputo.

“O parque da Ciência e Tecnologia de Maluana servirá para todos os estudos científicos (…)”, explicou. Esta instalação será custeada pelos fundos dos governos moçambicanos e sul-africano.

O ministro de Ciência e Tecnologia disse que outro propósito da sua ida a Manica era para conhecer o local onde será instalado o Centro Provincial de Recursos Digitais de Manica, o único centro provincial ainda não instalado.

Últimas Notícias Hoje

Centro médico centenário é destruído em ataque no Irã

Um ataque devastador destruiu o Instituto Pasteur do Irã, um centro médico centenário, conforme informou o porta-voz do Ministério da Saúde, Hossein Kermanpour, na...

EUA retiram sanções à nova liderança da Venezuela

O governo de Donald Trump decidiu retirar as sanções económicas dos Estados Unidos contra a actual presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que era alvo...

Governo contesta ranking de pobreza do Banco Mundial em Moçambique

O Governo de Moçambique declarou que os indicadores utilizados pelo Banco Mundial para avaliar o índice de pobreza no país divergem dos critérios internos...

Japão investe 1,4 milhão de dólares em apoio humanitário em Moçambique

O Governo do Japão comprometeu-se a destinar mais de um milhão e quatrocentos mil dólares, o que corresponde a mais de noventa milhões de...