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Sábado, Abril 4, 2026
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Sete institutos de formação de professores primários encerrados

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Sete Institutos de Formação de Professores Primários (IFP) encontram-se encerrados neste presente ano lectivo de 2012, no país, devido à reprovação da maioria dos seus candidatos nos exames de admissão a que foram submetidos em 2011.

O porta-voz do Ministério da Educação, Manuel Rego, ouvido pelo Correio da manhã sobre o assunto, disse que o número de alunos admitidos para o curso foi muito reduzido, “pelo que decidimos não iniciar com as aulas para pouca gente que teve a nota mínima de 12 valores nos exames de admissão”.

Avançou dizendo que as maiores taxas de reprovação deveram-se, particularmente, à introdução, a partir deste presente ano lectivo, do novo modelo de avaliação que “é muito rigoroso e mais exigente”, para se garantir maior qualidade dos formandos.

Para os referidos estabelecimentos não estarem completamente encerrados, o Ministério da Educação está a capacitar parte dos actuais professores em exercício em matéria relacionada com o novo modelo de formação de professores em introdução em Moçambique, num período de três anos ininterruptos, segundo igualmente Rego.

Ele explicou que durante aquele período não haverá nenhuma acção de formação de novos professores do Ensino Primário, sublinhando que “vamos repescar professores do ensino primário em exercício para se actualizarem com o novo modelo de ensino em introdução”.

Entretanto, cerca de quatro mil professores graduados por aqueles sete institutos de formação de professores primários, em 2011, não foram contratados neste presente ano por falta de cabimento orçamental, de acordo igualmente com o porta-voz do Ministério da Educação. Manuel Rego garantiu que eles deverão ser enquadrados a partir de 2013.

Cabo Delgado: minérios movimentam estrangeiros ilegais para Meluco

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A ocorrência de pedras preciosas e semipreciosas no distrito de Meluco, zona centro da província de Cabo Delgado, norte do país, está a estimular a frequente movimentação de estrangeiros ilegais interessados na compra de minérios e outros produtos com valor comercial.

Na localidade de Minhanha, onde ocorrem turmalinas, nota-se o fluxo de garimpeiros nacionais e de estrangeiros ilegais (entre somalis e tanzanianos) interessados na extracção e ou na compra desses recursos minerais.

O administrador de Meluco, José Kalime, citado pelo Jornal “Diário de Moçambique”, disse existirem três locais onde se faz a extracção de minerais na localidade de Minhanha, e, para repor a ordem, as autoridades desencadearam operações para desencorajar o garimpo ilegal.

Kalime disse ainda que a descoberta por operadores artesanais locais de um ”jazigo” de ouro na localidade de Ravia é igualmente motivo de movimentação de estrangeiros ilegais e de nacionais naquele distrito de Cabo Delgado.

“Até aqui ainda não há prospecção e pesquisa dos minerais que ocorrem em Meluco para se determinar a sua qualidade e quantidade. Tudo é feito por garimpeiros. Nunca apareceu aqui algum operador licenciado para a extracção de minerais”, referiu o administrador José Kalime.

Segundo o administrador, a movimentação de estrangeiros ilegais na região está também ligada ao crescimento do fenómeno de caça furtiva de animais bravios, principalmente elefante, para a extracção dos troféus, com recurso a armas de fogo e outros métodos nocivos à fauna bravia.

Em 2011, segundo José Kalime, foram abatidos alguns elefantes por caçadores furtivos com recurso a armas de fogo e venenos na região de Mitepo. O grupo já foi neutralizado, na sequência de uma denúncia popular.

Para defenderem-se da fiscalização, os caçadores furtivos corromperam elementos da população, usando-os como encobridores ou colaboradores, para dificultar as operações dos fiscais do Parque Nacional das Quirimbas e da Polícia da República de Moçambique (PRM).

As incursões dos caçadores furtivos ocorrem frequentemente no limite com o distrito de Ancuabe, a sul do distrito de Meluco, segundo revelação feita pelo administrador Kalime.

Liga dos Direitos Humanos pede exoneração de Jorge Khalau

Jorge Khálau

A Liga dos Direitos Humanos de Moçambique solicita ao Presidente da República, Armando Guebuza, para que exonere o Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique, Jorge Khalau, por considerar que este tem desempenhado mal as suas funções e por constituir uma ameaça aos princípios do Estado de Direito, da separação dos poderes e aos direitos humanos e liberdades fundamentais.
Segundo um comunicado enviado à nossa reportagem, a liga refere que desde que Jorge Khalau assumiu aquele cargo sempre pautou por um comportamento que viola as regras jurídicas em vigor no Estado moçambicano.
Do rol das violações cometidas pelo Comandante-Geral da PRM constam a expulsão e transferência ilegal de efectivos da Força de Intervenção Rápida (FIR) para os distritos, o uso abusivo da força contra os manifestantes na cidade de Maputo e Matola em Setembro de 2010, contra os trabalhadores da empresa G4S em Maio de 2011, contra a população da localidade de Cateme, província de Tete, em Janeiro deste ano, dentre outras violações.
A liga acusa ainda Jorge Khalau de estar a fomentar as detenções ilegais, proibição de acesso aos reclusos detidos nas celas do Comando da Polícia da Cidade de Maputo e violação de mandados judiciais.
Para a liga, a máscara de Khalau caiu quando este, na sua qualidade de Comandante-Geral da Polícia ordenou a prisão do comandante do distrito de Nacala-Porto, Adriano Muianga, e quatro dos seus subordinados em clara desobediência a uma ordem judicial do Tribunal Provincial de Nampula que decidiu conferir liberdade provisória mediante Termo de Identidade e Residência na sequência de um processo-crime instaurado contra eles, por alegado envolvimento no tráfico e guarnição ilegal de material bélico (armas).
Esta atitude, segundo a liga, é uma clara violação À Constituição da República, a qual determina no seu artigo 215 que “As decisões dos tribunais são de cumprimento obrigatório para todos os cidadãos e demais pessoas jurídicas e prevalece sobre as outras autoridades”.
Assim, a liga sugere que a Procuradoria-Geral da República instaure um processo-crime contra o Comandante-Geral da Polícia por desobediência à decisão do Tribunal Provincial de Nampula.
Refira-se que quando interpelado pela comunicação social para se pronunciar sobre a ordem de prisão emitida pela Polícia contra o comandante da do distrito de Nacala-Porto, Jorge Khalau disse de viva voz que a Polícia conhece a Lei mas que não iria obedecer a nenhuma ordem judicial, fora as normas internas da corporação.

Ladrões de animais inquietam população de Murrupula

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Os residentes do posto administrativo de Cazuzo, distrito de Murrupula, na província de Nampula, estão preocupados com a crescente onda de roubos de animais domésticos (cabritos, galinhas, patos) bem como de produtos agrícolas das suas machambas. Durante este ano, mais de 50 cabeças de gado caprino desapareceram devido à acção de um grupo de indivíduos que tem vindo a tirar o sossego à população local. Os régulos Mphata e Mmuatho são os mais lesados.

Os ladrões invadem os currais durante a calada da noite, matam os animais, esfolam-nos e abandonam a pele, a cabeça, as patas e as tripas no pátio dos proprietários do cabritos, e a carne é vendida na cidade de Nampula, que dista 80 quilómetros. Até os líderes comunitários locais não escapam à acção dos larápios.

O régulo Mphata referiu que perdeu 12 cabeça do gado caprino. “Estamos preocupados com a situação de roubos aqui no distrito. Há muitos ladrões de cabritos, galinhas e patos”, disse o líder comunitário para depois afirmar que a maior parte das vítimas é responsável por diferentes comunidades. Na mesma situação está o régulo Mmuatho, que também viu grande parte do seu gado (15 cabeças) desaparecer do seu curral.

Armando Rafael, morador do povoado do Mphata, conta que desde que começou a dedicar- -se à criação de cabritos e galinhas tem vindo a sofrer roubos constantes, mas afirmou que o que está a acontecer nos últimos dias é preocupante. “Presumo que os gatunos estejam a realizar a sua actividade com recurso à magia negra, pois não se justifica que nenhum dos moradores tenha ouvido os ladrões a abaterem os animais”, disse.

Rafael disse ainda que, devido aos crescentes casos de roubos de cabritos, a população daquela comunidade, as autoridades do posto administrativo e os líderes comunitários de diferentes localidades e povoados reuniram-se para encontrar uma forma de pôr cobro à situação, tendo-se decidido reforçar a vigilância comunitária. Porém, o problema persistiu, ou seja, cresceram os casos de criminalidade, roubo de galinhas, patos, cabritos, e produtos agrícolas nas machambas.

Armando Rafael acusa alguns jovens residentes no posto administrativo de Namaita, no distrito de Nampula-Rapale, de serem os protagonistas de roubo de bens em Cazuzo. “A maior parte das pessoas cria animais com o objectivo de melhorar a sua vida, mas o seu sonho e esforço têm sido deitados abaixo pelos larápios”. A população anda agastada com a situação e promete responsabilizar por todos os animais perdidos até agora o indivíduo que for encontrado em flagrante.

Carne de cabrito é vendida em Namaita

A população de Cazuzo, no distrito de Murrupula, diz já ter pistas de algumas pessoas que, com certa frequência, têm vindo a roubar os seus cabritos e produtos agrícolas nas suas machambas. O régulo Mphata apontou os vendedores de carne de cabrito da vila de Namaita como os principais suspeitos. “Estamos a investigar e já temos alguns suspeitos em Namaita. Nós produzimos para as nossas famílias e não para os larápios”, disse.

Ladrões neutralizados

A nossa reportagem testemunhou a neutralização de um indivíduo que supostamente se dedicava ao roubo de cabritos em Cazuzo. Depois de ser barbaramente espancado por populares, ele confessou ter-se apropriado de 10 cabeças de gado caprino e vendido a carne em Namaita. Só não foi linchado graças à intervenção do dono dos animais.

A população daquele posto administrativo descobriu o referido cidadão na madrugada do último Domingo depois de na noite anterior ter roubado mais um cabrito na casa do régulo Mphata. Das investigações feitas pelos moradores, constatou-se que vivia naquele povoado um jovem oriundo de Namaita.

Os residentes deslocaram-se para a casa do suspeito tendo encontrado alguns indícios. Porém, um dos sinais que dissipou as dúvidas da população foi o facto de a esposa do acusado, que se encontrava a preparar carne de cabrito, ter fugido quando os moradores pediram para revistar a casa.

No quintal, foram encontradas uma grelha e uma panela de barro com carne, tendo-se chegado à conclusão de que se tratava do animal que teria sido roubado na casa do líder comunitário daquele povoado. Os moradores questionaram o jovem, tendo este recusado, mas depois de ser torturado pelos populares acabou por confessar ter roubado um total de 10 cabritos e de os ter vendido a um comerciante de Namaita.

Da conversa que o jovem manteve com a nossa equipa de reportagem, este disse não estar directamente ligado aos crimes de que é acusado, mas afirmou que trabalha com um grupo constituído por sete elementos provenientes do posto administrativo de Namaita, incluindo o conhecido vendedor de carne no mercado de Incomate.

“Muitas vezes temos efectuado os roubos usando a magia negra. O nosso patrão é que nos aconselha a usar. Ele dá- -nos uma garrafa com um líquido para deitar à volta da casa onde vamos roubar”, conta.

Acidente mata 7 pessoas e fere outras 19 em Sofala

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Sete mortos e 18 feridos, cinco em estado grave, é o balanço deste acidente de viação de tipo despiste, que ocorreu por volta das 4h30 desta quarta-feira, na Estrada Nacional Número Um (EN-1), no posto administrativo de Muxúnguè, distrito de Chibabava, província de Sofala.
O sinistro envolveu um autocarro dos Transportes Carlos Oliveira (TCO) que embateu contra um camião que, na altura, estava estacionado na referida rodovia.
O chefe da Secção de Imprensa no Departamento de Relações Públicas do Comando Provincial da República de Moçambique (PRM) em Sofala, Mateus Mazive explicou que o autocarro do TCO fazia o trajecto Maputo-Beira quando esbarrou-se contra um auto pesado que na altura estava estacionado carregado de troncos. Mazive acrescentou que se suspeita que o excesso de velocidade e a má visibilidade na rodovia, provocada pela cacimba, tenham sido os principais motivos deste acidente de viação.
O porta-voz da PRM fez ainda saber que os feridos ligeiros, entre os quais os membros da tripulação, foram evacuados para o Hospital Rural de Muxúnguè, enquanto os que se encontravam em estado grave foram encaminhados ao Hospital Central da Beira.

Desigualdades sociais aumentaram em Moçambique

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Moçambique figura entre as economias emergentes e em vias de desenvolvimento cujas desigualdades sociais aumentaram, segundo avança o relatório sobre o trabalho no mundo em 2012, divulgado, terça-feira, em Genebra, pela Organização Internacional de Trabalho (OIT).

Para além de Moçambique, constam da lista países como Argentina, Uruguai, El Salvador, República Dominicana, Peru, Ruanda, Equador, Panamá, Chile, Paraguai, Brasil, Bolívia, Colômbia, Holanda e África do Sul.

As referidas desigualdades registam-se, de acordo com o documento, nas áreas de saúde, acesso à educação, emprego, género, entre outras, escreve a RM.

Por outro lado, nesses países, houve um agravamento do nível da pobreza, facto que acentuou a marginalização de algumas camadas populacionais na sociedade.

Em termos de áreas onde se notam as desigualdades, destaque para a saúde, na qual tendem a aumentar os desníveis.

Organização de reabilitação de drogados e prostitutas em perigo

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“Ela está a usar o nosso nome e a nossa associação para fins pessoais. Neste momento, em nenhum projecto está a trabalhar um usuário de droga”.

Um projecto de reabilitação de prostitutas e drogados na cidade de Nampula está atravessar problemas graves. Membros da organização OTHOLA dizem que a dirigente da mesma tem-se apropriado de fundos e usado para benefício próprio o sucesso dos empreendimentos iniciados pela organização.

Membros da OTHOLA disseram à “Voz da América” que após a realização da Assembleia Constituinte ano passado, a associação passou a beneficiar de diverso apoio financeiro por parte das Organizações Não-Governamentais e ainda do Conselho Municipal de Nampula.

INATTER vai criar uma agência de resposta aos acidentes de viação no país

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O Instituto Nacional de Transportes Terrestres (INATTER) pretende criar uma entidade que vai dar uma resposta rápida aos acidentes de viação e garantir o transporte dos feridos para as unidades hospitalares em segurança.

Segundo o Chefe do Departamento de Segurança Rodoviária, Manuel António, apesar de se registar a redução de casos de acidentes de viação no país, o número de vítimas tende a aumentar e a resposta aos sinistros é muito lenta, fazendo com que haja situações de perdas de vida devido à demora ou ausência de socorro adequado.

Com vista a reverter este cenário, o governo, através do INATTER, pretende criar uma entidade que possa, de forma rápida, responder aos casos de acidentes. Para tal, quadros do INATTER estiveram reunidos  na manhã de ontem, na capital do país, para a criação do quadro legal que possa regular a maneira eficaz de socorrer as vítimas e diminuir o risco de mortes por acidentes de viação.

Governo promete impor ordem na importação de tomate

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“Paralelamente às medidas que visam garantir o fluxo normal do tomate no mercado nacional por via da importação, sempre que for necessário, o governo está a promover a construção de unidades de frio para a sua melhor conservação.”

O governo moçambicano, em coordenação com o Conselho Municipal da Cidade de Maputo e os seus parceiros, está a trabalhar no sentido de normalizar a importação de tomate, que, nos últimos meses, está a gerar muita polémica devido a desentendimentos entre operadores desta área.
“O Governo está a trabalhar no sentido de garantir a livre circulação e a livre importação de tomate para abastecer devidamente o mercado nacional. Estas medidas incluem a identificação das pessoas que, neste momento, promovem o ruído que impede que essa importação se processe nos termos normais”, anunciou, recentemente, em Maputo, o porta-voz do governo, Gabriel Muthisse, durante um briefing à imprensa, no término da sessão do Conselho de Ministros.

Muthisse, que também assume o cargo de vice-ministro das pescas, explicou que, paralelamente às medidas que visam garantir o fluxo normal do tomate no mercado nacional por via da importação, sempre que for necessário, o governo está a promover a construção de unidades de frio para a sua melhor conservação. “Isso vai garantir que o tomate importado ou o tomate produzido em Moçambique possa ser conservado por longos períodos de tempo sem se deteriorar”, disse Muthisse.

Segundo o vice-ministro, estas medidas são de natureza económica, administrativa, policial e judicial. Por isso, disse Muthisse, já existem “indivíduos que estão neste momento a ser processados por estarem a ‘entupir’ o canal de importação de tomate”.

Refira-se que, na semana passada, a Associação Moçambicana dos Micro-Importadores (AMIM) denunciou a existência de uma nova crise no processo de importação de tomate da vizinha África do Sul, uma situação que parecia ter sido ultrapassada depois da intervenção do governo, no início do corrente ano.

O problema surge porque o grupo que tinha sido neutralizado na zona de Komatiport, na África do Sul, voltou a mobilizar-se, impedindo a circulação normal dos camiões que trazem tomate daquela país vizinho para, alegadamente, se reorganizar o processo de importação.

O referido grupo entende que a importação de tomate não deve ser feita em simultâneo, para controlar o preço e evitar perdas.

Recentemente, quatro camiões foram interditos de seguir viagem para os campos de produção sul-africanos onde compram o tomate.

O processo da importação de frango foi outro tema que mereceu destaque na presente sessão do Conselho de Ministros. Contudo, o porta-voz da sessão do Conselho de Ministro disse que já existe um diálogo muito produtivo entre o governo, a Associação Moçambicana dos Avicultores e as associações de pequenos importadores de frango.

Três indivíduos detidos pela PRM por falsificação de moeda sul-africana

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Quadrilha composta por três indivíduos sendo dois swazes e uma moçambicana, está sob custódia policial no distrito de Namaacha, província de Maputo, por motivo de falsificação de mais de trezentos e cinquenta mil randes.
São no total três os indivíduos que desde o último fim-de-semana estão a contas com a PRM, Vila fronteiriça de Namaacha, na província de Maputo, acusados de falsificação de moeda sul-africana.
É uma quadrilha composta por dois indivíduos de nacionalidade swaze, com idades que variam de 54 a 58 anos de idade anos de idade, destacando-se ainda a presença de cidadã moçambicana de 44 anos de idade.
O grupo foi neutralizado com mais de trezentos e cinquenta mil randes, moeda sul-africana.
Sob custódia policial, cada um fala da sua participação no crime.
Helimone Mahlalele, swaze de 58 anos, diz só ter aceitado levar consigo tamanha quantidade jamais vista na sua vida porque pelo caminho queria subtrair uma parte para resolver alguns problemas que há muito o perseguem.
A PRM e a polícia de investigação criminal, ao nível da província de Maputo, garantem tratar-se de uma quadrilha que há muito vem praticando este crime, e que os verdadeiros mandantes ainda a monte, são de origem swaze, sul-africana e moçambicana.
A reportagem da TIM soube no local que Cecília Chivure é viúva desde 2006, e o seu marido quando vivo dedicava-se ao tráfego de viaturas entre Moçambique e Swazilândia.

Onda de criminalidade só será superada com colaboração das autoridades e da sociedade

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O Procurador-Geral da República diz que a onda de criminalidade preocupa e só será ultrapassada com colaboração das autoridades e da Sociedade.
A ocorrência de crimes de várias especificidades no país está a preocupar a procuradoria-geral da República.
O tráfico de pessoas, homicídios e ofensas corporais para a extracção de órgãos humanos, são segundo Augusto Paulino, Procurador-Geral da República crimes graves que violam os direitos humanos e que são praticados por quadrilhas organizadas.
Os linchamentos que na sua maioria ocorrem na zona norte e Centro do país, também constituem preocupação para a Procuradoria-Geral da República.
Por outro lado os casos de violência doméstica também preocupam.
São Crimes que de acordo com Paulino só podem ser combatidos com a colaboração das autoridades e a sociedade
Trata-se de preocupações apresentadas pelo Procurador-Geral da República no Parlamento na sequência do seu informe anual sobre o estado da Justiça no País.

Augusto Paulino quer lei para barrar sequestros e crimes informático

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O Procurador-geral da República, Augusto Paulino, disse hoje, na apresentação do seu informe anual sobre o estado da Justiça, que o país necessita de uma lei que barre a onda de sequestros. De acordo com o procurador-geral, o nosso Código Penal e a Lei de Tráfico de Pessoas prevêem o crime de raptos com elementos diferentes dos sequestros que ocorrem nos últimos tempos.
O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, apresentou esta quarta-feira no Parlamento o informe anual sobre o estado da administração da Justiça no país.
Paulino mostrou-se preocupado com os casos de raptos que tem assolado a capital do país nos últimos tempos e que segundo ele possuem características de crime organizado.
De acordo com dados apresentados no Parlamento, nos meses de Dezembro de 2011, Janeiro e Fevereiro de 2012 catorze cidadãos foram sequestrados na Cidade e Província de Maputo, e que neste momento prosseguem investigações para esclarecer estes casos.
Para fazer face a este fenómeno, o Procurador-Geral da República entende que devem ser aprovados instrumentos legais, pois o Código Penal e a Lei de Tráfico de pessoas prevêem penalizações que não se enquadram com os sequestros que actualmente são praticados.
Augusto Paulino, assegurou ainda que o país tem-se deparado também com crimes praticados com ajuda de correio electrónico, telemóveis, ATM e cartões bancários
Os dados do Procurador-Geral da República referem ainda que em 2011 registaram-se 477 casos de criminalidade violenta com recurso a arma de fogo contra os 676 processos ocorridos em 2010.

Buracos na EN 06

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Circular pela estrada nacional número 6 no troço que liga o posto administrativo de Inchope, na província de Manica, e a cidade da Beira, virou um autêntico calvário para os automobilistas.
Actualmente, para se percorrer este troço de cerca de 130 Km, entre a cidade da Beira e Inchope, são necessárias no mínimo três horas e meia de tempo contra as anteriores duas quando a estrada estava em condições.
Após ouvir muitas lamentações dos que por aqui circulam, o Director Nacional da Administração de Estradas veio esta semana dizer à imprensa que já estão disponíveis cerca de 135 milhões de meticais, a ser canalizados para a empresa portuguesa CMA, entidade responsável pela reparação da via, cujos trabalhos deverão iniciar-se a 20 de Maio.
O director nacional da ANE, disse também que esta acção afigura-se como uma medida de emergência, pois o que esta via necessita é de uma reabilitação de raiz, cujo custos estão avaliados em 380 milhões de dólares, montante que o Governo procura.
A concretizar-se o projecto de reabilitação de raiz da EN6, esta via, que liga a cidade da Beira ao Zimbabwe, passando por Manica, poderá ver as suas faixas de rodagem alargadas e a construção de uma outra ponte paralela a existente no rio Púnguè.

Vigilantes roubam e vendem matéria-prima da Mozal

Mozal
Seis indivíduos estão desde terça-feira última detidos na esquadra de Beluluane, província de Maputo, indiciados de roubo, venda e compra de matéria-prima para a produção de alumínio da empresa Mozal.
Roubo, venda e compra de barras de matéria-prima para a produção de alumínio na empresa Mozal, custou a detenção, terça-feira última, na esquadra de Beluluane, província de Maputo, destes seis indivíduos.
Três dos seis são vigilantes da empresa de segurança Rangers.
Já sob custódia policial, cada um falou do seu envolvimento no crime.
A Polícia da República de Moçambique, na província de Maputo, através do seu porta-voz, João Machava, diz tratar-se de um grupo que há muito vem praticando este tipo de crime.
Na maioria das vezes esta matéria-prima é usada para o fabrico caseiro de potes, panelas, chaleiras, entre outros bens que são posteriormente vendidos em países vizinhos como Suazilândia e África do Sul.

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