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Segunda-feira, Abril 6, 2026
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Aires Ali diz que justiça na SADC deve combater crime organizado

O primeiro-ministro diz que o judiciário da África Austral deve especializar-se para fazer face ao crime organizado.
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A actual dinâmica económica, social e tecnológica do mundo exige do sector da justiça dos países da África Austral respostas progressivas sob pena de ficar ultrapassado e votado ao descrédito.

Assim, segundo o primeiro-ministro, Aires Ali, o judiciário da África Austral deve aperfeiçoar-se e especializar-se cada vez mais, buscando ferramentas à altura de dar respostas rápidas às preocupações dos cidadãos, e fazer face às ameaças decorrentes da criminalidade organizada, que ultrapassa os limites fronteiriços de cada Estado desta região.

“É perante esta grande dinâmica económica, social e tecnológica que o sector da justiça é chamado a dar respostas progressivas, sob pena de ficar ultrapassado e, por isso, votado ao descrédito”, disse Aires Ali, discursando ontem, em Maputo, na abertura da Conferência Anual, de dois dias, dos presidentes dos Tribunais Supremos da África Austral.

Moçambique importa 360 mil toneladas de fertilizantes

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Em 2014, o plano prevê a compra de 120 mil toneladas e, no ano seguinte, 150 mil toneladas destes insumos agrícolas.

Moçambique vai importar, durante o próximo triénio (2013-2015), cerca de 360 mil toneladas de fertilizantes diversos, de acordo com a Agência de Informação de Moçambique.

Segundo a Estratégia de Fertilizantes apreciada e aprovada terça-feira pelo Conselho de Ministros, está prevista, para o próximo ano, a aquisição de 90 mil toneladas.

Em 2014, o plano prevê a compra de 120 mil toneladas e, no ano seguinte, 150 mil toneladas destes insumos agrícolas.

Com esta medida, pretende-se aumentar a disponibilidade e o consumo de fertilizantes no país.

Idosos pedem colaboração da Imprensa na luta pelos seus direitos

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Os idosos fazem parte de uma das faixas etárias mais discriminada na sociedade moçambicana, sobretudo porque a sua condição de sobrevivência depende de terceiros. De entre muitos desafios, os idosos enfrentam negligência caracterizada pela falta de respeito, intimidação, violência física que, muitas da vezes, culmina em expulsão do seio familiar e da comunidade, confiscação e destruição dos seus bens móveis e imóveis, e até assassinatos, segundo informações revelada pelo Fórum da Terceira Idade (FTI).

Para mudar esse cenário, os idosos pedem a colaboração da Imprensa na luta pelos seus direitos através da divulgação de informação que contribua para a consciencialização, alertando para a necessidade de preservação dos direitos dos idosos. Este pedido foi manifestado ontem, em Maputo, pelo Fórum da Terceira Idade (FTI) num encontro que reuniu editores de alguns órgão de comunicação social, denominado “Café com os editores dos medias”. O evento visava, acima de tudo, sensibilizar a Imprensa para, através dos seus editores, promoverem, através dos seus órgãos, campanhas de sensibilização para a aprovação da Lei de Promoção e Defesa dos Direitos das Pessoas Idosas. O facto é que a proposta de lei de Promoção e Defesa dos Direitos das Pessoas Idosas ainda não foi aprovada pelo Governo, sendo que actualmente está em debate institucional para depois, em Agosto próximo, ser submetida ao Conselho de Ministros.

Conde Fernandes, coordenador do Fórum da Terceira Idade (FTI), defende que a reunião com os editores dos órgão da comunicação social realiza-se pelo facto da Imprensa ser preponderante devido ao seu poder de influência e de pressão sobre os órgãos governamentais. “Acreditamos que a Imprensa desempenha um papel fundamental na mudança de consciência da sociedade de modo que possam reconhecer e respeitar os direitos dos idosos. No entanto, olhamos a comunicação social como o nosso principal parceiro estratégico para influenciar na melhoria das condições dos idosos”, referiu Libanha Fernandes, coordenador do Fórum da Terceira Idade (FTI).

Guebuza fala aos atletas olímpicos moçambicanos

Guebuza fala aos atletas olímpicos moçambicanos
O Presidente Guebuza disse aos seis atletas que vão representar o país na 30ª edição dos Jogos Olímpicos de Londres que os moçambicanos depositam neles toda a confiança e o desempenho desportivo espelhará aquilo que o país é capaz de fazer.

“Nós temos toda a confiança em vós e acreditamos que têm muito a dar. Aquilo que estiverem a fazer é e será Moçambique a fazer”, disse Guebuza, anotando que os atletas em que vão representar o país nas olimpíadas são inconformados, mas não frustrados daí que muito podem conseguir.

O estadista moçambicano falava no encontro que manteve na tarde de ontem em Londres, com os atletas, treinadores e dirigentes onde transmitiu as últimas recomendações com vista a incentivar os seis jovens presentes nas olimpíadas que, a partir De 28 do corrente, entram em competição com o judoca Neuso Sigaúque a ser o primeiro.

No encontro, o presidente disse ter ficado satisfeito com o estado de espírito dos atletas que, na sua óptica, é de pessoas que valorizam e sabem o que podem vir a valer.

Aliás, mesmo sabendo que os seus adversários tiveram as melhores condições em termos de preparação para os jogos cuja abertura oficial está a menos de 48 horas, os atletas estão imbuídos de fé inabalável e confiantes na conquista da melhor marca possível durante a competição.

Alguns dos atletas que vão representar Moçambique fazem parte dos 15 mil melhores do mundo nas diferentes modalidades, daí todo o mérito e confiança neles depositado, faltando a “prova dos nove” quando eles entrarem em competição.

Anibal Manave, Chefe da Missão Moçambique, disse, na ocasião, que o Comité Olímpico organizou uma excursão para pessoas interessadas em ver os atletas moçambicanos a competir, e os que adquiriram os pacotes de viagem são esperadas sexta-feira aqui em Londres.

A excursão vai arrastar um universo de 30 moçambicanos que vão torcer pelas estrelas do desporto com a difícil missão de conseguir o seu melhor para elevar mais alto a bandeira nacional.

Na mesma esteira, está igualmente prevista a alocação de 50 bilhetes para os moçambicanos residentes em Londres, que juntar-se-ão ao mesmo movimento de apoio aos atletas nas provas competitivas.

A missão estabeleceu uma ocasião em que tanto os viajantes quanto os residentes terão um momento de interacção com os atletas e essa acontecimento será denominado “Dia de Moçambique”.

Antigo ministro moçambicano nomeado Administrador da Galp

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O antigo ministro das finanças de Moçambique, Abdul Magid Osman, vai assumir o cargo de administrador não executivo da petroleira portuguesa Galp, noticia hoje o Jornal de Negócios na sua página na net.

Em Moçambique, a Galp tem diversos interesses, com destaque para a sua participação num consórcio liderado pela italiana ENI que já descobriu em Moçambique 52 triliões de pés cúbicos de gás natural nos quatro furos de pesquisa na Bacia do Rovuma, projectando a abertura de mais cinco furos na mesma área.

Abdul Magid Osman, fez parte da sua carreira no governo moçambicano, onde exerceu as funções de ministro das Finanças, ministro dos Recursos Minerais e secretário de Estado do Carvão e Hidrocarbonetos. É agora, segundo o documento o Jornal de Negócios, presidente do conselho de administração da Épsilon Investimento e presidente do conselho de administração e da comissão Executiva de Tchuma – Cooperativa de Crédito e de Poupança.

A indicação de Osman surge no quadro das mexidas na cúpula da Galp Energia, aprovadas ontem em conselho de administração, na sequência das alterações na estrutura accionista da empresa, com a Amorim Energia a concretizar a compra dos primeiros 5% da Galp à Eni. Uma compra que leva à saída dos gestores italianos da empresa portuguesa.

Mais um empresário raptado em Maputo

Sequestro
Foi raptado ontem, em Maputo, mais um cidadão moçambicano. Trata-se de Bilal Wassim, um jovem empresário de origem indiana, de perto de trinta anos, filho do proprietário da Casa das Louças, conhecido apenas por Sulemane, e genro do proprietário da Universal Comercial.

De acordo com várias fontes, a ocorrência deu-se cerca das 19 horas, na Av. Ho Chi Min, entre a Av. Albert Luthuli e a Av. Guerra Popular, nas imediações do “Mercado Mandela”, da “Moçambique Motores” e de um templo Hindu.

A ocorrência foi confirmada ao Canalmoz por várias fontes da comunidade muçulmana entre as quais familiares de Bilal Wassim.

Quando se deu o rapto, perpetrado por homens “fortemente armados”, a vítima estava a deixar em casa dos sogros a sua esposa, filha do proprietário da Universal Comercial.

Os sequestradores estavam fortemente armados e faziam-se transportar em várias viaturas, segundo testemunhas oculares. Levaram com eles Bilal Wassim, “algemado”. “Eram muitos homens em vários carros”. “Um guarda foi ferido num braço”. “Houve tiroteio”. Foram algumas das informações que apurámos.

Dado o adiantado da hora a que a confirmação nos chegou não nos foi possível ouvir a versão da Policia.
Cerca das 22 horas informaram-nos que começou a circular entre a comunidade muçulmana um sms apelando para a mobilização geral para paralisação total do comércio até que o governo dê resposta definitiva à insegurança que se vem agravando na capital do país e na Matola.

A comunidade empresarial estava crente de que a Policia tinha realmente partido a espinha dorsal do sindicato do crime que vem perpetrando raptos em Maputo e Matola desde há cerca de ano e meio, quando há dias foram apresentados sete indivíduos alegadamente responsáveis pelo terror instalado e ontem mesmo a policia apresentou mais quatro.

Falso Dhlakama no Facebook é denunciado

Afonso Marceta Macacho Dhlakama

O partido Renamo veio a público ontem, quinta-feira, informar que o perfil com o nome “Afonso Marceta Macacho Dhlakama”, que está no Facebook, não pertence ao seu líder. Trata-se, segundo a Renamo, de “um perfil falso criado por pessoas de conduta duvidosa, que merecem ser denunciados”. A informação vem expressa na página oficial do Facebook daquele partido, que não esclarece, entretanto, se o presidente da Renamo tem ou não uma conta no Facebook.

O aludido perfil tem aparecido a comentar muitas questões no Facebook, incluindo banalidades. Vezes há em que aparece identificado em imagens pouco éticas, para o estatuto e a imagem do presidente da Renamo.

Aliás, a própria Renamo diz textualmente no seu comunicado publicado ontem que “o presidente está a passar por sacanagens nas postagens ofensivas contra a sua imagem, por pessoas de má fé”.
O comunicado da Renamo acrescenta que “não se trata do usuário legitimado pelo presidente do Partido, mas, sim, um perfil falso”.

O maior partido da oposição no parlamento refere ainda que medidas tendentes a “desbloquear esta situação” estão a ser tomadas.

Trabalhadores da Kenmare ameaçam greve

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Face as ameaças dos trabalhadores da Kenmare, maior projecto de exploração mineira em Nampula de paralisar o decurso normal das actividades para dar lugar a um greve geral por tempo indeterminado em reivindicação a uma série de violações da lei do trabalho, a direcção da empresa desdobra-se para alcançar um consenso.

Gareth Clifton, director da Kenmare, em Moçambique, falando em exclusivo à VOA diz que a empresa tomou conhecimento da referida pretensão dos trabalhadores, mas afirma haver ainda tempo suficiente para se alcançar consenso.

“Nós achamos que não estão esgotados todos os meios para esse incidente dos trabalhadores. Vamos trabalhar com eles para alcançarmos um consenso comum que satisfaça todas as partes”, disse o director da Kenmare.

Uma das exigências dos trabalhadores daquela mineradora é o aumento salarial em 40 porcento, sob alegação de que a empresa produz o bastante para tal. Entretanto, Gareth Clifton diz que a percentagem exigida não é justa, mas citamos, “achamos que é necessário dar mais”.
Recorde-se que na última conversação entre a direcção e o comité sindical
dos trabalhadores, a Kenmare manteve a posição de aumento salarial na ordem dos 0,5 por cento.

Paulo Oliveira, secretário do Comité Sindical dos Trabalhadores da Kenmare confirma ter recebido um comunicado oficial da direcção manifestando o interesse de retomar as negociações. Contudo, o sindicalista reitera a posição dos trabalhadores de paralisar os trabalhos na próxima segunda-feira, caso as novas negociações não produzam resultados almejados.

“ Se a empresa nos der alguma resposta satisfatória, algo que satisfaça os
trabalhadores, nós iremos levantar a greve. Caso não, a greve continua
marcada e na segunda-feira, paralisamos as actividades”, disse Paulo
Oliveira falando à VOA.

Para além do aumento salarial em 40 porcento, os trabalhadores da Kenmare  exigem entre outros, um plano de substituição da mão de obra estrangeira com vista a valorização do trabalhador nacional através da formação no local de trabalho, um compromisso de desenvolvimento da sua força de  trabalho local, a introdução do 13º salário e o aumento da assistência  medica medicamentosa que actualmente é paga no valor de mil meticais, (cerca de 35 dólares americanos).

Moçambique: Governo intensfica piscicultura em Manica para combater desnutrição

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O Governo de Manica, no centro de Moçambique, está a intensificar a piscicultura, aumentando o repovoamento de tanques familiares, para suprir a desnutrição da população em cinco distritos da província, disse hoje à Lusa fonte oficial.

Fátima Reis, responsável pelo setor de tecnologia e extensão do Instituto de Desenvolvimento de Aquacultura (INAQUA), ligado ao Ministério da Agricultura, disse à Lusa que este ano foram repovoados 88 tanques com 86 mil crias de peixe, que beneficiaram 76 famílias. O plano prevê repovoar 150 tanques.
“A segurança alimentar e nutricional está em questão, por isso massificamos o repovoamento de alevinos para variar a dieta alimentar da população. A maior parte dos piscicultores são agricultores e já podem alternar a alimentação”, referiu Fátima Reis.

Moçambique vai regulamentar o trânsito de carga

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Um novo regulamento de trânsito aduaneiro de mercadorias deverá ser aprovado até finais de Agosto próximo em Moçambique, no quadro da reforma em curso visando modernizar, flexibilizar e adequar as normas e procedimentos legais à dinâmica do comércio internacional.

Segundo informação divulgada recentemente pela Maputo Corridor Logistics Initiative (MCLI), a localização geográfica privilegiada de Moçambique no contexto regional confere-lhe um papel relevante como país de trânsito internacional de carga, razão por que deve incorporar na sua legislação, o conteúdo de acordos bilaterais que foi assinando com os países vizinhos.

Segundo o “Noticias” desta Quinta-feira (26), na formulação da legislação sobre trânsito aduaneiro de mercadorias foram incluídos, por motivos de transparência, simplificação e harmonização com os parceiros comerciais, os padrões e recomendações da Organização Mundial das Alfândegas (OMA), bem como o estabelecido nas convenções internacionais sobre a matéria.

No âmbito do referido regulamento, entende-se por trânsito aduaneiro ao regime aduaneiro de circulação, em território nacional, sob controlo das autoridades de tutela, de mercadorias provenientes do exterior com destino a outro ponto do exterior, que se encontram livres de pagamento de direitos e demais imposições, mediante prestação de garantia.

Um documento sobre a matéria foi já submetido ao ministro das Finanças para aprovação, através de diploma ministerial, esperando-se que tal aconteça até finais da primeira semana de Agosto, segundo escreve o MCLI no seu site oficial.

Nos termos do regulamento, as mercadorias em trânsito no território aduaneiro nacional estão sujeitas ao controlo aduaneiro desde a estância de partida até a de destino, devendo tanto a entrada como a saída de mercadorias em trânsito ser declarada às Alfândegas.

Está, deste modo, proibida a carga, descarga e transbordo da mercadoria em trânsito fora do local habilitado e devidamente autorizados para o efeito, excepto quando haja receio fundamentado de perda ou dano, quer da mercadoria, quer do meio de transporte.

A nova disposição estabelece ainda que as mercadorias em trânsito estão sujeitas ao pagamento de taxas fixadas em quinhentos meticais (o dólar EUA vale cerca de 28 meticais) por cada Documento Único de Trânsito ou de baldeação de carga geral, e dez centavos do metical por cada tonelada de baldeação de carga a granel ou por cada Documento Único de Trânsito.

A proposta do novo regulamento de trânsito aduaneiro foi concebida com o objectivo de facilitar o trânsito, mantendo as precauções necessárias para proteger a receita em risco; uniformizar procedimentos com os países vizinhos no tratamento de mercadorias transportadas sob regime de trânsito aduaneiro, e introduzir na legislação nacional, as alterações necessárias decorrentes da implementação da Janela Única Electrónica e das mudanças de procedimentos em matéria de despacho de mercadorias.

Trânsito será encerado na Av. Josina Machel

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A partir de segunda-feira até 13 de Setembro o trânsito rodoviário fica encerrado na Avenida Josina Machel, entre o cruzamento com a “Eduardo Mondlane” e a zona da fábrica Coca-Cola, no município da Matola para dar lugar à construção de um aqueduto para o escoamento de águas pluviais. 

Seis crianças raptadas este ano em Manica

A polícia de Manica, no centro de Moçambique, registou este ano pelo menos seis casos de raptos de crianças, das quais quatro foram recuperadas e reintegradas nas famílias, disse esta quinta-feira à Lusa fonte policial.
Polícia registou este ano pelo menos seis casos de raptos de crianças
Entre Janeiro e Junho, seis menores foram aliciadas e raptadas nas ruas de Chimoio, Manica e Gondola, quando regressavam da escola, a caminho da moagem ou quando se encontravam a vender frutas, para sustentarem as famílias. A maioria provém de famílias pobres.

“Foram registados seis casos de rapto no primeiro semestre deste ano, muitos dos casos motivados por questões supersticiosas, para o enriquecimento ilícito. Por isso apelamos para uma maior vigilância dos pais e encarregados de educação” disse Belmiro Mutadiua, porta-voz provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM).

De acordo com a PRM, algumas crianças foram recuperadas noutras regiões do país, incluindo na capital, Maputo.

Nos últimos anos, a província de Manica tem sido confrontada com frequentes casos de raptos de menores, na maioria para extracção de órgãos genitais. A polícia pediu à população que colabore na “vigilância de movimentos estranhos”.

Além de casos de rapto, que já levaram à detenção de mais de 10 pessoas entre executores e mandantes, a polícia impediu a venda de duas pessoas, que supostamente iam ser degoladas, para extracção de órgãos, caso fossem “aprovados”.

Este ano, o Tribunal Judicial Provincial de Manica (TJPM) já julgou dois casos de raptos de menores.
Em 2010, o TJPM julgou pelo menos sete processos de venda, extracção e tráfico de órgãos e 16 pessoas foram condenadas, entre empresários e curandeiros, envolvidos como mandantes e compradores dos órgãos humanos, geralmente usados para “fins supersticiosos”.

Mais sequestradores detidos pela PRM

Mais sequestradores detidos pela PRM
Subiu para onze o número de sequestradores detidos pela PRM, com a apresentação ontem, em Maputo, de mais quatro elementos do grupo e que tinham como missão bloquear e imobilizar os carros das vítimas identificadas em plena via pública para em seguida serem sequestradas.

Estes indiciados juntam-se ao conjunto de sete sequestradores, liderados por um indivíduo conhecido nos meandros do crime por Angolano, considerado pela Polícia como sendo o cérebro operacional dos 22 raptos ocorridos no país, na sua maioria contra agentes económicos de origem asiática.

Identificados apenas pelos nomes de Arsénio António, Luís António, Joaquim Gabriel e Albino Daniel, tinham a exclusiva missão de bloquear as viaturas, entrando depois em cena o grupo de raptores. Eles foram detidos na capital do país na sequência das investigações que as autoridades policiais vêm realizando com vista a desmantelar a extensa rede de sequestradores.

Arsénio António, descrito como chefe do quarteto que tinha como missão bloquear e imobilizar as viaturas das vítimas, é irmão de Luís e os dois são primos de Albino Daniel.

Embora todos estivessem ao serviço do principal executor dos sequestros (o Angolano), Arsénio António confirmou ontem que o seu papel no grupo era de identificar as vítimas e depois mandar os restantes comparsas vigiarem os seus movimentos, dando informações minuto a minuto aos membros da “gang”, até que o sequestro se consumasse.

“A minha missão era bloquear e imobilizar os carros das vítimas depois de devidamente identificadas. Esta missão foi-me atribuída pelo chefe do grupo, o Angolano. Por esse trabalho ganhava 15 mil dólares (420 mil meticais ao câmbio de 28 meticais). Numa dessas vezes, bloqueámos um carro na zona do Campus da Universidade Eduardo Mondlane e levámo-lo para o bairro Patrice Lumumba, na Matola, em casa de um dos sequestradores” – explicou Arsénio António.

Contou ainda que conheceu Angolano numa festa e foi a partir desse primeiro contacto que recebeu a proposta de entrar no grupo com a missão de bloquear os carros das vítimas.

“Como precisava de dinheiro, não recusei a proposta. Tratei de integrar no meu grupo um irmão, um primo e um amigo. O nosso mandante sempre foi um cidadão de nacionalidade indiana. Depois de me indicarem a vítima, que apenas a conhecia de vista, tratava de dirigir as operações de controlo até que a raptássemos” – disse.
Confirmou que o grupo portava duas armas de fogo, uma AKM e uma pistola, mas todas elas eram de Angolano. Como líder do bando, a pistola andava consigo e a AKM com os restantes comparsas.

Por seu turno, Joaquim Gabriel e Albino Daniel confessaram igualmente a sua participação nos sequestros, bem como a missão de mandar parar os carros. O convite para integrarem o grupo de sequestradores foi-lhes formulado por Arsénio António.

“Ele alegou estar a ser devido dinheiro por alguém que não especificou. Como não conseguia encontrar a pessoa pediu a nossa ajuda para localizá-la e obrigá-la a devolver o montante. A nossa missão era bloquear o carro do tal devedor. Nunca nos passou pela cabeça que estivéssemos a sequestrar pessoas. Não ganhámos nada com esta operação, porque não sabíamos que estávamos a sequestrar a alguém” – explicaram.

O quarto indivíduo ontem apresentado pela Polícia explicou que o seu envolvimento no grupo está relacionado com o facto de ter ido comprar um carro em Durban para Angolano. Segundo ele, não tem nada a ver com os sequestros, estando, porém, disposto a colaborar com a Polícia e a justiça para esclarecer o seu relacionamento com os restantes integrantes do grupo.

Crancro do colo do útero mata silenciosamente em Moçambique

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O cancro do colo do útero é umas das doenças menos faladas e, naturalmente, menos conhecidas pela maioria dos moçambicanos, mas as suas consequências são nefastas, causando a morte de milhares de mulheres.

Apesar de as autoridades moçambicanas reconhecerem que esta doença constitui um dos principais problemas do cancro da mulher no país, os esforços para a sua prevenção e tratamento ainda são insipientes.

O país não possui um programa de vacinação contra o cancro do colo do útero e quando os doentes se apresentam ao hospital já não têm hipóteses de recuperação, porque cerca de 80 por cento dos casos diagnosticados já se encontram na fase terminal.

Segundo a vice-Ministra da Saúde, Nazira Abdula, desde 2008 o rastreio do cancro do colo do útero e do cancro da mama passaram a integrar a consulta do planeamento familiar, o que permite o início imediato do tratamento da doença. Mas esses serviços ainda não estão acessíveis em todas unidades sanitárias, sendo os mais desfavorecidas as regiões rurais, onde vive a maioria da população moçambicana.

Face a estas insuficiências, a morte precoce é a sorte provável da maioria das mulheres diagnosticadas com o cancro do colo do útero em Moçambique.

Por outro lado, as mulheres são o grupo mais afectado pelo HIV/SIDA, doença que também está associada ao cancro do colo do útero. Peritos afirmam que uma mulher seropositiva está mais propensa a adquirir o papillomavirus (HPV), o vírus responsável por 75 por cento das causas do cancro do colo do útero.

DOENÇA DOS POBRES

Contudo, o cancro do colo do útero não é um problema exclusivo de Moçambique. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera este tipo de cancro como o segundo mais comum em mulheres do mundo inteiro, sendo que 80 por cento de todos os casos registados ocorre nos países pobres.

Durante a recente conferência sobre a erradicação do cancro do colo do útero realizada esta semana em Lusaka, a capital zambiana, a AIM perguntou a especialista Joan Benson as razões que levam o cancro do colo do útero a afectar com maior severidade os países pobres.

“Nos países em desenvolvimento muitos casos de cancro são geralmente identificados quando a mulher está numa fase muito avançada, contrariamente ao que acontece nos países desenvolvidos, onde as mulheres vão regularmente ao teste de rastreio e a doença é identificada ainda muito cedo“, explicou Benson, que é directora executiva das Organizações Internacionais sobre Assuntos Médicos e Políticas da Merck, uma companhia global líder na produção de fármacos e vacinas.

Segundo Benson, na maioria dos países em desenvolvimento as mulheres têm acesso limitado aos testes de rastreio, apresentando-se ao médico quando já se encontram em estado grave.

Além da escassez de recursos financeiros, outros factores que propiciam a ocorrência da doença e dificulta o seu tratamento são a falta de conhecimento tanto por parte da população, bem como dos dirigentes. Este facto é exacerbado devido ao estigma associada a doença.

Como exemplo, a activista nigeriana Nikky Nyoweri apontou o caso do Presidente ugandês, Yoweri Musseveni, que chegou a perguntar-lhe o que era o cancro do colo do útero.

Por isso, Nikky Nyoweri defende que o primeiro passo na prevenção e combate a doença passa pela sensibilização de todos os actores vivos da sociedade, particularmente os dirigentes, para que tenham consciência da existência do problema e o seu impacto negativo na saúde pública.

“Há falta de conhecimento sobre este problema e se não levarmos essa informação para a população e chamar a atenção aos Chefes de Estados não haverá mudanças”, disse ela, apontando o caso de Musseveni que, consciencializado pela doença, anunciou, semana passada, a introdução de um programa nacional de vacinação contra o cancro do colo do útero no seu país.

Por outro lado, Nikky Nyoweri destacou o desafio da eliminação do estigma a volta da doença, um problema que está associado a localização do útero na mulher, que é uma parte íntima do corpo sobre o qual não costumam falar nem aos seus parceiros.

Produtores da castanha de caju preferem mercado informal

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Devido à crescente redução do preço de comercialização da castanha de caju em bruto nos mercados nacional e estrangeiro, a maioria dos produtores deste produto tradicional nas exportações está a colocá-lo no mercado informal.
A queda dos preços é reflexo dos resultados negativos da crise financeira internacional e da dívida soberana da Zona Euro, “levando a que os países mais afectados pelas mesmas crises tenham de adquirir a castanha moçambicana a preços mais baixos”, segundo Filomena Maiopué, directora do Instituto de Fomento de Caju (INCAJU).
Maiopué, segundo o Correio da manhã, indicou que as crises estão também a contribuir na diminuição das exportações da castanha em bruto, tendo na campanha de apanha 2011/2012 sido no volume de 73 mil toneladas, “nível muito baixo para as potencialidades produtivas do país”.
Por seu turno, os operadores formais do sector reduziram os níveis de compra da castanha junto dos produtores, “na esperança de que os seus preços voltassem a recuperar, o que não se verifica até ao momento”, explicou a directora do INCAJU falando ainda ao Cm.

Recuperação
Moçambique já foi um dos maiores produtores mundiais de castanha de caju, tendo atingido nos anos 70 do passado século 20 o volume de produção anual de cerca de 200 mil toneladas, contra as actuais cerca de 100 mil toneladas/ano.
O INCAJU projecta para, a partir de 2015, o país voltar para níveis de produção de 200 mil toneladas/ano, estando em curso acções da intensificação da produção e distribuição de mudas e identificação de clones que respondam positivamente a diferentes sistemas de produção.
A disseminação de práticas agronómicas melhoradas para o maneio do cajueiro nos diferentes sistemas produtivos, bem como o desenvolvimento de trabalhos de investigação e extensão da cultura do caju por mais regiões do país constam do lote de outras actividades em curso visando a reposição e expansão do parque cajuícola moçambicano ao longo dos próximos anos.

Homem mata esposa grávida e com filho de um ano e depois suicida-se em Nampula

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A população da unidade comunal Samora Machel, bairro de Mutava-Rex, arredores da cidade de Nampula acordou na manhã desta quinta-feira (26) num clima de tensão causado pela descoberta de três corpos sem vida no interior de um poço. Os Bombeiros de Nampula, chamados ao local, mostraram a sua incapacidade em retirar os corpos do interior do poço devido a falta de material adequado para o efeito.

Segundo declarações de testemunhas oculares no local, o crime terá acontecido no passado sábado, quando um homem, identificado pelo nome de José Joaquim, decidiu tirar a vida da sua esposa e do filho menor, de apenas um ano de idade, alegadamente devido a maus tratos que sofria por parte da sua parceira com quem vivia há pelo menos três anos.

Depois de consumado o duplo homicídio José terá tentado enganar a família da sua malograda companheira inventando o seu desaparecimento e foi visto esta quarta-feira a ingerir bebidas alcoólicas, ao que tudo indica com dinheiro fornecido pela família da finada para a sua busca.

Entretanto, e através de uma mensagem escrita na sua residência, foi possível apurar que o homicida terá se arrependido do seu macabro acto e decidiu por termo a sua vida ingerindo veneno, um produto usado para matar ratos, e de seguida atirou-se para o fundo do mesmo poço para onde lançara os corpos da sua mulher e filho.

“Eu chamo-me José Joaquim. Já matei a minha mulher junto com o meu filho e já deitei no poço e eu já tomei ratex. O problema é por causa de trabalho, também, já fiz merda com o meu Boss Silva por causa de salário era pouco. Desculpa, desculpa. Família fica a comer, Soni está no poço com a mãe dele. Pai, família eu também já se deitou no poço” esta é a transcrição da mensagem escrita encontrada na residência do casal.

Bombeiros sem meios para recolher os corpos

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Mais uma vez o corpo dos Bombeiros mostrou a sua incapacidade em lidar com situações de emergência para qual deveria estar preparada. O poço onde os corpos foram encontrados estava seco e é estreito, com uma profundidade de cerca de 18 metros, e os Bombeiros não dispunham de escadas ou cordas para descer ao fundo e remover os corpos sem vida.

Acabou por ser um popular voluntário a descer ao fundo do poço e apoiado por outros conseguiu retirar o corpo sem vida de José. Segundo o jovem Ahade, de 27 anos, que desceu ao fundo do poço, os dois corpos que lá estão já estão apresentar sinais de degradação o que o debilitou e dificulta a sua remoção.

As autoridades comunitárias do bairro de Mutava-rex mostraram-se preocupadas com o recrudescimento dos índices de criminalidade, sobretudo, casos de suicídio de cidadãos na tentativa de resolver problemas sociais ao nível das suas famílias. Graciano Soares, secretário do bairro de Mutava-Rex, deu a conhecer que trata-se do segundo caso que se regista neste ano naquela zona residencial. Segundo explicou a fonte, no princípio do mês de Março do corrente ano, foi encontrado o corpo de uma mulher de 40 anos de idade, vítima de agressão e estrangulamento por desconhecidos, numa mata da região.

Empossada nova Secretária Permanente do MITRAB

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O primeiro-ministro , Aires Ali, empossou ontem, em Maputo, a nova Secretária Permanente (SP) do Ministério do Trabalho (MITRAB).

Trata-se de Marta Isabel Mate Magaia, a quem o primeiro-ministro fez votos para que assegure a utilização racional dos fundos públicos, execução e controlo dos planos e orçamentos, bem como uma efectiva gestão patrimonial do MITRAB.

Falando no acto da investidura, Aires Ali abordou ainda a necessidade de se aprimorar a organização interna da instituição que vela pela protecção social dos trabalhadores e suas famílias (Instituto Nacional de Segurança Social).

Naquela ocasião, o Ali considerou o sector laboral como sendo um dos que desempenham um papel importante no pulsar da vida socioeconómica do país.

“O sector laboral é, sem margens de dúvidas, um dos que assumem particular importância para o pulsar da vida do nosso país, devidas as dimensões política, económica e social que nele se consagra”, afirmou o primeiro-ministro, citado pela AIM.

Circular de Maputo “não parece bom projecto”

Circular de Maputo
A construção da Circular de Maputo, que inclui uma estrada que ligará a capital moçambicana ao bairro da Costa do Sol, e, deste ponto, ao distrito de Marracuene, “não parece bom projecto”, considera o coordenador da ONU-Habitat. Recentemente, o Governo moçambicano e o Exim Bank da China assinaram um acordo no valor de 222 milhões de euros para melhorar a circulação e ligação da capital com os arredores, um projecto conhecido como Circular de Maputo.

A edificação da infra-estrutura rodoviária prevê a construção de raiz de 52 quilómetros de estrada, reabilitação de outros 22 quilómetros e terá duas faixas de rodagem em cada sentido.

Com cerca de seis quilómetros, o primeiro troço da via vai corresponder à ligação da cidade à zona da Costa do Sol, substituindo a actual avenida da Marginal.

Questionado, ontem, pela “Lusa” sobre o impacto da construção daquela via, o coordenador do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) em Moçambique, Silva Magaia, alertou para o risco de ocorrência de desastres naturais naquela região.

“À primeira vista, não nos parece ser uma boa opção fazer a estrada passar justamente onde está, hoje, a linha da estrada da Marginal. Não nos parece bom projecto. Sabemos que há previsões de que haja, nos próximos 30 ou 50 anos, a subida do nível das águas do mar”, disse Silva Magaia.

Para o arquitecto, se se associar este aumento dos níveis das águas do mar à maior frequência dos desastres naturais como, por exemplo, ciclones, maremotos, que causem tsunami, então está a construir-se “uma infra-estrutura muito cara e muito importante numa zona muito exposta e isso é contrário aos princípios de resiliência”.

Sociedade civil pede intervenção do Governo na saúde

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Organizações da sociedade civil moçambicanas, representada por uma activista, na Conferência na África do Sul, pedem para que o Governo moçambicano aumente a contribuição para a saúde e aos doadores para que não virem as costas na luta contra HIV/Sida.

Trata-se de Linda Chongo, oficial de advocacia e comunicação da MONASO, que foi representar o Movimento de Advocacia para a Saúde de Moçambique numa conferência de imprensa organizada pela Médicos Sem Fronteiras na África do Sul.

Linda falou sobre a situação da seroprevalência em Moçambique, referindo que, apesar da resposta ter sido lenta, Moçambique finalmente tem planos ambiciosos que procuram aumentar cada vez mais o número de pessoas em tratamento, estimados, hoje, em cerca de 270 mil pessoas. O objectivo é alcançar 600 mil pessoas até 2015), através do provimento do tratamento com menores efeitos secundários (TDF ou Tenofovir), e colocar todas as mulheres grávidas seropositivas em tratamento para o resto da vida (Opção B+) numa tentativa de acabar com a transmissão da mãe para o bebé.

“Todavia, infelizmente, estes planos estão em risco, já que o país depende bastante do financiamento externo para o HIV SIDA que, por sua vez, está com tendências de reduzir”.

SIDA diminuiu entre jovens moçambicanas

Jovens Moçambicanos
Dados divulgados na conferência sobre a SIDA em Washington indicam que a prevalência de SIDA em Moçambique entre as mães dos 15 aos 24 anos caiu de 15,6 por cento em 2004 para 12 por cento em 2009.

Este número é importante não só porque significa um menor número de transmissão de mães para filhos mas também porque são as mulheres quem mais são susceptíveis de serem infectadas.

Segundo os números divulgados Sofala é a província mais afectada com 21 por cento das mulheres infectadas e 4 por cento dos homens infectados. A província de Gaza tem 19 por cento de mulheres infectadas e 3 por cento dos homens, Maputo tem 15 por cento das mulheres e 6 por cento dos homens e a Zambézia tem 15 por cento das mulheres e 5 por cento dos homens infectados.

As províncias menos infectadas são as do Niassa e Tete. Niassa interessantemente tem 2 por cento das mulheres infectadas e mais homens nessa condição 5 por cento.

Cabo Delgado tem 9 por cento das mulheres infectadas e 5 por cento dos homens, Nampula 7 e 2 por cento, Tete seis e um por cento, Manica sete e três por cento, Inhambane oito e dois por cento e a cidade de Maputo nove e quatro por cento.

Os estudos indicam que mulheres entre os 20 e os 24 anos que não são casadas são aquelas mais em risco e isso aumenta se viverem no centro e sul do país.

Na sua totalidade Moçambique tem uma prevalência de infecções de 11,6 por cento ou seja um milhão e 400 mil pessoas. Isso é uma queda em relação aos cerca de 15 por cento registados há alguns anos.

Um estudo levado a cabo na província da Zambézia indica claramente que a introdução de retrovirais é sem dúvida a causa da queda no nível de infecções.

Dois anos após terem iniciado o tratamento com anti-retrovirais 65 por cento das mulheres tinham sobrevivido.

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