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Domingo, Abril 12, 2026
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Bélgica apoia agricultura e electrificação no país

O Governo do Reino da Bélgica vai desembolsar, no âmbito do novo programa de cooperação com Moçambique, o montante de 55 milhões de Euros para apoiar projectos no sector da energia e pecuária nos próximos quatro anos.
Bélgica apoia agricultura e electrificação no país

Para o efeito, os governos dos dois países assinaram, ontem, no final da terceira sessão da Comissão Mista entre a República de Moçambique e o Reino da Bélgica, o novo programa indicativo de cooperação 2013-2017. Foram signatários Henrique Banze, Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, e Peter Moors, Director Geral da Cooperação do Reino da Bélgica.

Falando à imprensa momentos após a assinatura do acordo, Banze destacou a importância do mesmo porque valoriza o esforço do nosso país e os moçambicanos na sua luta pelo desenvolvimento.

O Vice-Ministro salientou que o novo pacote de ajuda belga, para além de consolidar o apoio ao sector da saúde, abre duas novas janelas porque vai focalizar em duas áreas de extrema importância para o desenvolvimento da economias rural e melhoria das condições de vidas das populações mais pobres, nomeadamente a agricultura (mormente a pecuária) e a energia.

De acordo com Henrique Banze a Bélgica vai financiar projectos na área das energias renováveis como forma de propiciar a electrificação rural, nos locais onde a energia da rede não chega, quer através da disponibilização de painéis foto voltaicos (solares) quer em outras fontes alternativas de energia.

Num país em que apenas 14 por cento da população tem acesso ou é servida por energia eléctrica “este apoio vai ajudar a mudar a vida económica, social dos locais que vão ser electrificados”, disse o governante moçambicano ano.

No que toca a pecuária, os fundos belgas vão ser usados na criação de condições para que a população animal aumente nos próximos tempos, num país com enormes potencialidades nesta área que pode ser uma das alavancas para o desenvolvimento da económica rural.

Por seu turno, o Director Geral da Cooperação belga, Peter Moors, sublinhou que o apoio do seu país vai de encontro com os programas e prioridades do governo sucumbi cano. “Apoiamos a agricultura e o sector pecuário porque acreditamos que e o motor para a economia desenvolver e melhorar as condições de vida dos moçambicanos. O nosso enfoque e alinhar o apoio a este sector com a disponibilização de fontes de energia sustentáveis para o desenvolvimento rural”.

Durante Terceira Sessão da Comissão Mista entre os dois países, os dois governos passaram em revista os programas conjuntos que foram implementados nos anos passados e discutiram projectos futuros, o que culminou com um novo compromisso belga de apoiar o pais por mais quatro anos alicerçado pelos sucessos alcançados por Moçambique.

Exportações de tabaco aumentam 4% em 2013

Exportações de tabaco aumentam 4% em 2013
O volume das exportações de tabaco pela empresa Mozambique Leaf Tabacco deverá ser de 64 mil toneladas, em 2013, o equivalente a um incremento de cerca de 4% em relação a 2012.

A produção desta cultura tradicional nas exportações moçambicanas deverá ser assegurada por cerca de 90 mil produtores do sector familiar das províncias de Tete, Zambézia, Niassa e Manica, segundo Alfredo Chambule, director das relações institucionais da Mozambique Leaf Tabacco, realçando que a produção destina-se apenas à exportação para os mercados da Europa, América Latina e Ásia, principalmente.

Falando em entrevista ao Correio da manhã, Chambule disse que a crise financeira mundial ainda não afectou aquela companhia e “toda a produção é planificada em coordenação com os nossos clientes”, realçou, acrescentando que o tabaco está a ser produzido numa área de pouco mais de 50 mil hectares.

Naquelas quatro províncias, a firma emprega cerca de sete mil trabalhadores sazonais e efectivos, de acordo ainda com Chambule, cuja empresa ganhou o título de Maior Rentabilidade de Capitais Próprios, na edição de 2012 do ranking das 100 Maiores Empresas de Moçambique da companhia KPMG Moçambique.

Refira-se que aquela empresa é subsidiária da Universal Leaf Tabacco, com sede nos Estados Unidos da América, e, para além de Moçambique, ela opera também na África do Sul, Zimbabué, Zâmbia, Malaui e Tanzânia.

Dívida externa atingirá os USD4,2 biliões até 2013

Até 2013, a dívida externa moçambicana deverá atingir os 4,2 biliões de dólares norte-americanos, contra os cerca de dois mil milhões de dólares que em 2010 era o seu tecto.

Dívida externa atingirá os USD4,2 biliões até 2013

Análises recentes da sustentabilidade da dívida externa moçambicana feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e reflectindo já a revisão do investimento público e dos planos de financiamento apontam que os indicadores da dívida de Moçambique permanecem abaixo dos limites de referência estabelecidos por esta instituição financeira internacional e pelo Banco Mundial (BIRD).

Mesmo com a sua duplicação em 2013, a dívida estará “a um baixo risco de superendividamento”, realça o documento do FMI, salientando que mesmo a de longo prazo não correrá o risco de insustentabilidade.

Em 2013, ela continuará inferior a 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e o seu serviço representará cerca de 5% das exportações moçambicanas.

Contudo, o aumento dos empréstimos não-concessionais irá colocar a Moçambique novos desafios e vai exigir o reforço da capacidade de gestão da dívida, particularmente, no que respeita a empréstimos contraídos por empresas públicas e outras garantias soberanas, no entender ainda do Fundo Monetário Internacional.

O Governo moçambicano prevê para os próximos anos aumentar o investimento público em infra-estruturas a fim de suprir as lacunas existentes e as necessidades de desenvolvimento, ao mesmo tempo que está a incentivar o aumento da arrecadação de receitas e a programar o chamado orçamento prudente.

A expansão do investimento vai impulsionar o equilíbrio orçamental para 6% do PIB de 2013 em diante e o impacto sobre a procura interna será contido pelos retornos desses investimentos, enquanto as medidas de financiamento do défice se vão centrar mais no endividamento interno e externo através de empréstimos não-concessionais.

Refira-se ainda que, para evitar a exclusão do sector privado, o Governo pretende limitar o uso do financiamento interno a apenas 0,5% do PIB e já negociou com o FMI um limite de empréstimos não-concessionais de 900 milhões de dólares para os próximos três anos, com vista ao financiamento de investimentos produtivos.

Sector privado com USD 1,9 bilião investido

O sector empresarial moçambicano beneficiou, em 2011, com o correspondente a 1,9 bilião de dólares norte-americanos em investimento directo externo com o potencial de criar 30 mil novos postos de trabalho.

Sector privado com USD 1,9 bilião investido
Investidores

O valor está a ser aplicado por investidores moçambicanos em pequenas e médias empresas dos sectores de prestação de serviços e de manufactura prestadoras de serviços de apoio aos megaprojectos do sector de carvão mineral activos na província central de Tete.

O investimento possibilitou a criação de 285 novos projectos, dos quais 13 na zona Económica Exclusiva de Nacala, representando estes últimos um investimento estimado em cerca de 400 milhões de dólares norte-americanos, segundo o Ministério do Plano e Desenvolvimento.

Cimento

Entretanto, um forte investimento no sector de cimento vai triplicar até 2013 a produção deste produto e o mesmo está a ser aplicado por quatro empresas chinesas, nomeadamente, África Great Wall Cement Manufacturer, China International Fund, GS Cimento e Bill Wood e uma da África do Sul, denominada Pretoria Portland Cement.

Estas companhias estão a entrar no mercado moçambicano com um investimento global de 450 milhões de dólares, segundo a mesma fonte.

Agricultura

Enquanto isso, um novo plano-director para o sector do caju acabado de ser aprovado pelo Ministério da Agricultura preconiza o desenvolvimento de acções para o aumento da produção da castanha de caju em 80%, a partir de 2013, para 112.800 toneladas deste produto tradicional de exportação e de aumento de renda dos camponeses.

O sector agrícola representou em 2011 cerca de 30,9% do Produto Interno Bruto (PIB) e até finais do presente ano de 2012 deverá crescer em cerca de 9,9%, contra o incremento dos índices de produção de cana de açúcar de 23,4%, de 12,5% e 13,8% para o trigo e arroz, respectivamente.

Este aumento de produção do trigo e arroz não irá cobrir na totalidade as necessidades do país por aqueles cereais, reconhece o Ministério da Agricultura.

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Lista dos Candidatos aos Exames de Admissão à Universidade Eduardo Mondlane (UEM)

A lista dos candidatos aos exames de admissão a Universidade Eduardo Mondlane, já está disponível e você pode aceder a ela clicando no logo abaixo.

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Pesquise seu nome e verifique se os dados estão correctos. A data limite para reclamações é o dia 21 de Dezembro.

Renamo termina diálogo frustrada e anuncia plano para dividir o país!

“Se as conversações em curso continuarem a ser um espectáculo barato promovido pela delegação do governo, seremos forçados a dividir o país a partir do rio Save, com vista a forçar a Frelimo a ceder aquilo que são as preocupações da população”, diz o delegado da Renamo em Sofala, Albano José.
Renamo termina diálogo frustrada e anuncia plano para dividir o país!

Foram necessárias três semanas e três encontros para que a delegação da Renamo, liderada por Manuel Bissopo, percebesse que o aparente gesto de boa vontade e abertura para o diálogo por parte do Governo não passava de um presente envenenado, que visava distrair o maior partido da oposição do essencial: o pacote eleitoral que foi aprovado ontem, na especialidade e em definitivo,  pelas bancadas parlamentares da Frelimo e do MDM, enquanto decorria o encontro entre o Governo e a delegação da Renamo, liderada por Manuel Bissopo, numa sala privada de um restaurante na capital do país.

Curiosamente, o mesmo pacote eleitoral havia sido aprovado na generalidade na segunda-feira passada, justamente no mesmo dia e hora em que decorria a segunda ronda do diálogo entre o Governo e a Renamo. onde? na sala privada do mesmo restaurante que acolheu as derradeiras sessões de diálogo!

Ontem, Manuel Bissopo e a sua delegação saíram da sala do diálogo visivelmente frustrados para anunciar aos jornalistas que o diálogo havia terminado e que não teriam lugar outros encontros. A principal razão apresentada pela Renamo tem a ver com o facto de, alegadamente, o Governo ter-se mostrado insensível às questões apresentadas pela Renamo. Assim sendo, acrescentava Manuel Bissopo, não restava outra alternativa à Renamo senão “desencadear juntamente com o povo uma cadeia de acções” visando impedir que “um pequeno grupo, que se intitula dono do país, liderado por Armando Guebuza e sua família, “continue a excluir os moçambicanos e a partidarizar o Estado e as suas instituições. Esta foi a tónica do discurso do secretário-geral da  Renamo.

Moçambique é o 12º país africano com mais mortes por malária

Moçambique é o 12º país africano com mais mortes por malária

África congrega 96,5% do total de mortes devido a malária em 2011, revela ontem um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), que analisou 104 países endémicos.

Segundo o Relatório Mundial sobre Malária 2012, citado pela Lusa, no ano passado morreram 106.933 infectados em todo o mundo, o valor mais baixo desde 2001 e menos cerca de 40.000 do que em 2010.

Em África, entre os 43 países englobados na região africana da OMS, morreram 103.239 pessoas, com a RDCongo a contabilizar o maior número de vítimas (23.748), à frente da Tanzania (11.805), Burquina Faso (7.001) e Angola (6.909).

Cabo Verde é, mais uma vez, o país africano com menor número de vítimas mortais, tendo sido registadas apenas quatro, todas elas “importadas” da costa ocidental africana, à frente da Suazilandia e Botswana (ambos com oito), Eritreia (12) e São Tomé e Príncipe e Comores (ambos com 19).

Moçambique surge no 12.º lugar da lista de países com maior número de mortes registadas oficialmente pelas autoridades sanitárias do país, com 3.086, enquanto a Guiné-Bissau assinalou 472 mortes em 2011, “ocupando” o 28.º lugar.

Polícia sul-africana evita atentado no Congresso do ANC

Polícia sul-africana evita atentado no Congresso do ANC
A polícia sul-africana desbaratou um plano de supostos ativistas africâneres de ultradireita para explodir uma bomba no Congresso do Congresso Nacional Africano (ANC), partido do Governo, e que conta com a presença do presidente sul-africano Jacob Zuma e de dezenas de outras autoridades.

Em nota divulgada na segunda-feira, a polícia disse que quatro homens com idades entre 40 e 50 anos foram presos no domingo. A nota forneceu poucos detalhes, mas Phuti Setati, porta-voz da polícia nacional, disse que o grupo pretendia deixar uma bomba numa das tendas onde decorre desde Domingo o Congresso do ANC, na cidade de Bloemfontein, na região central do país.

O Partido Federal da Liberdade (PFL), grupo minoritário que luta pela autodeterminação da minoria africâner (sul-africanos brancos), confirmou que dois dos detidos eram seus filiados, mas negou envolvimento no complô.

Mais de 4.500 pessoas, inclusive Zuma e dezenas de ministros e empresários, participam do Congresso de cinco dias em Bloemfontein, sob forte policiamento. Os poucos veículos autorizados a entrar no campus universitário onde ocorre o evento são revistados por policiais e cães farejadores. “Esse seria um ato de terrorismo ao qual a África do Sul não pode se sujeitar”, disse Keith Khoza, porta-voz do ANC.

A vasta maioria dos brancos sul-africanos aceitou a vitória eleitoral do CNA em 1994, que encerrou décadas de domínio da minoria branca e levou Nelson Mandela ao poder. No entanto, alguns poucos africâneres continuam se opondo à democratização. Em julho, um ex-conferencista universitário foi declarado culpado por orquestrar um plano, em 2002, para assassinar Mandela, derrubar o ANC e expulsar a maioria negra do país.

A conferência do ANC deve reconduzir Zuma à liderança partidária e – dada a hegemonia do ANC nas urnas – abrir caminho para que ele obtenha um novo mandato presidencial de cinco anos em 2014.

As indicações para os principais cargos partidários devem acontecer esta segunda-feira. O ex-sindicalista Cyril Ramaphosa, hoje o segundo empresário negro mais rico do país, está bem cotado para voltar à política como vice de Zuma.

Garantidas bebidas para quadra festiva

As empresas Coca-Cola e Cervejas de Moçambique (CDM) garantiram, ontem, em Maputo, a existência de stocks em quantidades suficientes para abastecer o mercado durante a quadra festiva que se avizinha.

Garantidas bebidas para quadra festiva

O facto foi revelado durante a visita do Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, a estas duas unidades fabris e que tinha como objectivo avaliar o ponto de situação da produção e abastecimento de bebidas para as festas do Dia da Família (Natal) e de Ano Novo.

Segundo o director de Relações Públicas e Comunicação da Coca-Cola, Francisco Tembe, citado pela AIM, a empresa vai produzir para este período dois milhões de caixas de refrigerantes em todo o país. A CDM, por seu turno, promete produzir dois milhões e noventa mil caixas ao nível nacional.

Na ocasião, o Primeiro-Ministro disse estar impressionado com a capacidade de produção das fábricas, e pelo esforço da direcção de ambas as empresas para satisfazer a demanda durante o período festivo.

“Não constatei nada de negativo, apenas vi factos positivos. Em primeiro lugar foi-nos dito que as quantidades de produção são suficientes e vimos os camiões todos cheios, o que nos faz acreditar que estão criadas as condições básicas para que quadra festiva seja passada em boas condições”, disse Vaquina.

Durante a visita, o Primeiro-Ministro apelou aos gestores das fábricas a estreitarem relações com os serviços de inspecção, de modo a apurar a quantidade de produtos entregues aos armazéns e controlar a disponibilidade das bebidas aos consumidores e agir em caso de “açambarcamento” e especulação.

Cidadã morta à facada no bairro Ferroviário em Maputo

Cidadã morta à facada no bairro Ferroviário em Maputo
Uma cidadã nacional, de 45 anos de idade, que em vida respondia pelo nome de Cacilda Inga Inga, foi morta à facada por indivíduos desconhecidos no último domingo (16), no bairro Ferroviário, na cidade de Maputo.

Segundo a Polícia, os malfeitores, ainda em parte incerta, introduziram-se na residência da vítima e ameaçaram-na com uma faca, com a qual instantes depois desferiram golpes contra ela até à morte. Orlando Modumane, porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Cidade de Maputo, disse que na altura do crime ela estava sozinha em casa. As razões deste acto macabro ainda são desconhecidas.

De acordo com o porta-voz, no mesmo bairro, indivíduos não identificados, também à monte, usando um instrumento contundente, desferiram golpes violentos contra a cabeça do guarda de um estabelecimento comercial, de 61 anos de idade. Perdeu a vida no local. Consumado o crime, os meliantes apoderaram-se de 36 mil meticais e outros bens não especificados.

Desconhecidos ameaçam e roubam no bairro do Bagamoyo na capital moçambicana

Desconhecidos ameaçam e roubam no bairro do Bagamoyo na capital moçambicana
Indivíduos não identificados e em parte incerta introduziram-se num estabelecimento comercial, na quinta-feira passada (13), no bairro do Bagamoyo, na cidade de Maputo, e apoderaram-se de uma viatura de marca KIA, com a chapa de inscrição MMH-14-19, treze mil meticais e dois mil dólares.

O porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Cidade de Maputo, Orlando Modumane, disse que os malfeitores usaram duas pistolas para lograrem os seus intentos. Ameaçaram os trabalhadores do referido estabelecimento. Não foi possível identificar o número de elementos que constituíam a quadrilha, que se pôs em fuga mal viu a Polícia no local do crime.

Enquanto isso, na semana de 10 a 16 de Dezembro em curso, 73 cidadãos recolheram às celas acusados de cometer diversos crimes, com destaque para 43 que incidiram contra propriedade, 23 contra pessoas, sete contra a ordem, segurança e tranquilidade públicas.

Na mesma semana, 12 estrangeiros foram interditos de entrar no território nacional por falta de clareza nos motivos da sua vinda ao país, local de hospedagem e meio subsistência. Deles, seis são de nacionalidade paquistanesa, três nigerianos, dois etíopes e um canadiano.

Seis pessoas morrem em Maputo vítimas de acidentes de viação

Seis pessoas morrem em Maputo vítimas de acidentes de viação

Na semana de 10 a 16 de Dezembro corrente, 23 acidentes de viação causaram seis óbitos, contra 10 de igual período do ano passado, 12 feridos graves, quatro ligeiros e danos materiais avultados na cidade de Maputo.

Em igual período do ano passado houve 14 sinistros, segundo o porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) ao nível da capital do país, Orlando Modumane. Ele disse ainda que foram registados 13 atropelamentos, cinco choques entre carros, duas queda de passageiros, um choque contra obstáculo fixo e um choque carro-moto.

Relativamente às acções de combate e prevenção aos acidentes rodoviários, a corporação fiscalizou 5.137 viaturas, das quais 27 apreendidas por diversas irregularidades.

Foram também impostos 1641 avisos de multas. Dos 150 condutores submetidos aos testes de alcoolemia, 73 acusaram positivo.

Avião das LAM aterra de emergência na Beira

Uma aeronave da empresa pública Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) foi forçada a fazer uma aterragem de emergência no domingo, no Aeroporto Internacional da Beira, capital da província central de Sofala, minutos após uma descolagem, mas sem provocar ferimentos entre os passageiros ou danos materiais no aparelho.

Avião das LAM aterra de emergência na Beira
Trata-se de uma aeronave do tipo `Bombardier Q400´ que partiu cerca das 16 horas com três horas de atraso do Aeródromo de Chimoio com destino a Maputo.

Apos a sua descolagem verificou-se que o aparelho continuava com o trem de aterragem aberto, contrariando as normas de segurança da aviação.

Assim, o avião com capacidade para transportar cerca de 70 passageiros foi obrigado a fazer uma aterragem de emergência no Aeroporto Internacional da Beira, que dista cerca 25 minutos de Chimoio, para efeitos de manutenção, mas o piloto garantiu que `não há problemas de segurança´

Antes de iniciar a descida para o Aeroporto Internacional da Beira, o piloto foi obrigado a `queimar tempo´ no ar, como forma de diminuir a quantidade de combustível existente no aparelho. A aeronave havia abastecido uma quantidade suficiente para fazer o trajecto Chimoio-Maputo, de cerca de 1.30 horas.

No Aeroporto da Beira e depois do desembarque dos passageiros a equipa técnica local observou a aeronave tendo concluído que os passageiros não iriam prosseguir a viagem naquele aparelho.

Horas mais tarde depois da aeronave avariada ter partido da Beira com destino a Maputo, apenas com os membros da tripulação a bordo os passageiros foram informados que prosseguiriam a sua viagem as 21.40, numa outra aeronave proveniente de Maputo.

Autoridade Tributária de supera meta de receita em Tete

A delegação da Autoridade Tributária de Moçambique (AT), em Tete, arrecadou um pouco mais de 2.8 mil milhões de meticais de receitas fiscais até Novembro último, ultrapassando a meta planificada de cerca de 2.7 mil milhões de meticais previstas para este ano.

Autoridade Tributária de supera meta de receita em Tete

Arlindo Chissaque, delegado da AT, em Tete, disse que o subcumprimento da meta tem a ver com a educação fiscal e aduaneira desencadeada em todos os distritos da província, desde o primeiro trimestre do ano, que envolveu 1200 activistas formados pela instituição para a sensibilização das comunidades rurais sobre a importância dos impostos.

`A educação fiscal e aduaneira nas comunidades é uma das razões que contribuiu para ultrapassarmos a meta atribuída à província, na arrecadação da receitas. Os activistas conseguiram transmitir devidamente a mensagem à população sobre a importância dos impostos e a obrigatoriedade de toda sociedade no seu pagamento, disse Chissaque.

A fonte apontou ainda outras razões que influenciaram o alcance da meta um mês antes do final do ano fiscal. De entre essas razões está a abertura de representações da instituição em alguns distritos com maior movimento comercial, no caso de Ulónguè, sede distrital de Angónia, Zumbu, Chitima, no distrito de Cahora-Bassa e Mutarara, ao longo da bacia do Zambeze, ao sul da província de Tete.

`Estes novos postos aduaneiros contribuíram para o encurtamento da distância que era percorrida pelos contribuintes para o pagamento dos impostos, aliado ao rigoroso controlo de importação temporária e a fiscalização porta a porta que foi desencadeada desde os finais do ano passado´ apontou Arlindo Chissaque.

Aquele responsável indicou ainda que o patrulhamento conjunto ao longo da faixa fronteiriça com os países vizinhos, nomeadamente Malawi, Zâmbia e Zimbabwe, pelas forças mistas envolvendo unidades de Forças da Guarda Fronteira, PRM, Migração e Alfândegas, baptizado com nome `Operação Karibo´ contribuiu para o controlo e obrigação dos utentes da fronteira para o cumprimento rigoroso das suas obrigações aduaneiras.

Face ao intenso movimento por estas alturas do ano, sobretudo devido à aproximação da quadra festiva de Natal e do ano Novo, a entrada e saída de pessoas e viaturas ao longo dos postos fronteiriços de Cuchamano, junto ao Zimbabwe, Zóbuè, com o Malawi e Calómuè, a caminho da cidade de Lilongwe, capital do Malawi, a AT reforçou a equipa de funcionários.

`O ritmo de trabalho está um pouco acelerado por estas alturas da quadra festiva e porque a nossa província é um corredor que interliga aos países vizinhos, casos do Malawi, Zâmbia, Zimbabwe, África do Sul entre outros do hinterland, reforçámos as equipas de trabalho, como por exemplo no posto de travessia de Cuchamano, junto da fronteira com o Zimbabwe, Zóbuè e Calómuè com o Malawi´ referiu o delegado da Autoridade Tributária de Moçambique em Tete, Arlindo Chissaque.

Grupo mineiro canadiano African Queen Mines abandona actividade em Moçambique

O grupo mineiro canadiano African Queen Mines decidiu abandonar a exploração do projecto Rei Salomão, na província de Tete, em Moçambique, e pôr termo a toda a actividade no país, informou o grupo em comunicado divulgado segunda-feira em Vancouver.

Grupo mineiro canadiano African Queen Mines abandona actividade em Moçambique

O projecto Rei Salomão cobria uma área de aproximadamente 230 quilómetros quadrados na região ocidental da província de Tete e estava a ser desenvolvido em parceria com o grupo com sede na Suiça Opti Metal Trading Limited, em que o grupo canadiano detinha uma participação de 51%.

`No decurso dos últimos três anos foram efectuadas prospecções bem como estudos geo-físicos e geo-químicos que não tiveram qualquer resultado positivo indicativo de que pudesse haver depósitos de ouro ou outros minerais comercialmente viáveis´, ainda de acordo com o comunicado.

A decisão de abandonar Moçambique surgiu após a administração do grupo ter procedido a uma análise pormenorizada da sua carteira de projectos de exploração nas Áfricas austral, ocidental e oriental, a fim de reduzir custos e estabelecer prioridades para 2013.

No final, foi decidido abandonar a actividade em Moçambique, onde operava através da PAM Moçambique Limitada e concentrar esforços nos projectos auríferos no Quénia e no Gana.

Ministro da Saúde: Estado não pode dar o que não tem

`Num contexto actual, da crise financeira e internacional, os países não podem determinar um leque salarial a seu bel prazer. Há regras que devem ser seguidas´, explica o titular da pasta da saúde.
Ministro da Saúde: Estado não pode dar o que não tem

O ministro da Saúde, Alexandre Manguele, diz que o Estado moçambicano não pode dar aos médicos aquilo que ele próprio não tem e que, por mais força que se faça, `é preciso perceber que não é possível, neste momento, resolver todos os problemas´.

Alexandre Manguele diz que não tem dúvidas de que o governo moçambicano sempre quis o melhor para os seus funcionários, incluindo os da saúde, mas `é importante perceber que estamos num país com as dificuldades que tem e foi assim desde sempre´.

`Ainda estamos num país onde é pedido a nós algum sacrifício. Por mais força que façamos, não é possível resolver todos os problemas. É verdade que o governo faz sempre a sua parte, mas temos que perceber que não somos um país que pode dar tudo´.

O titular da pasta da saúde diz, entretanto, que aquilo que for possível, evidentemente, será feito, mas deixa claro que `há coisas que não são possível fazer´.

Manifestantes lançam pedras contra dirigentes em Sidi Bouzid

Manifestantes lançam pedras contra dirigentes em Sidi Bouzid
Manifestantes lançaram pedras hoje(segunda-feira), contra o chefe de Estado tunisino Moncef Marzouki e ao presidente do parlamento Ben Jaafar, em Sidi Bouzid, onde se desenrolam as celebrações do segundo aniversário do início da revolução tunisina.

Os apedrejamentos começaram após um discurso de Marzouki e quando Ben Jaafar preparava-se para falar. O serviço da polícia rapidamente evacuou os dois dirigentes para a sede da prefeitura dessa região marginalizada do centro – oeste da Tunísia,
constatou um jornalista da AFP.

Gritando “o povo quer a queda do governo”, os manifestantes também invadiram o adro sobre o qual foi montado a tribuna onde o Chefe de Estado discursou.

A polícia não interveio, enquanto os confrontos entre manifestantes e polícias aumentam no país há vários meses.

Quando o presidente tunisino tomou a palavra, uma grande parte das 5.000 pessoas reunidas na praça gritavam “Fora, liberdade, liberdade”, um dos gritos de palavras de ordem da revolta que conduziu a queda do Zine El Abidine Ben Ali.

Vaiado, Marzouki prometeu progresso económico dentro de seis meses às pessoas de Sidi Bouzid, enquanto a pobreza e o desemprego já estão no centro das causas da revolta do inverno 2010/2011.

“Eu entendo essa raiva legítima, mas o governo diagnosticou o mal. Em seis meses, um governo estável será colocado e entregará os medicamentos para curar o mal do país, declarou.

Marzouki foi vaiado algumas horas antes, quando visitou o túmulo de Mohamed Bouazizi, o vendedor de rua que se imolou pelo fogo a 17 de Dezembro de 2010 em Sidi Bouzid, dando início a Primavera Árabe.

Os islamistas radicais estavam presentes em grande número, hoje (segunda-feira), na prefeitura de Sidi Bouzid, os militantes do partido Hizb Ettahrir, um movimento autorizado afirmando-se não -violento, agitavam bandeiras pretas ou brancas, estandarte do movimento salafista.

Os salafistas jihadistas são acusados de terem orquestrado vários surtos de violência desde Junho, incluindo o ataque à embaixada dos EUA em Tunis, a 14 de Setembro, à  margem de uma manifestação, no qual quatro assaltantes foram mortos.

Renamo convoca quadros para Gorongosa

Uma delegação de mais de 150 quadros da Renamo, entre civis e ex-militares provenientes de quase todas as regiões do País, está a caminho do quartel militar de Gorongosa onde vai encontrar-se com o presidente Afonso Dhlakama.

Renamo convoca quadros para Gorongosa
O assessor político do presidente da Renamo e delegado daquele partido na região sul do País, Rahil Khan, que é igualmente um dos integrantes da comitiva que deixou este domingo Maputo com destino à Gorongosa, confirmou a nossa fonte a informação, sem adiantar mais pormenores.

`Estamos, sim, a caminho de Gorongosa. São todos os quadros da Renamo e outros membros idos de todo o País, que estão a caminho de Gorongosa tirando os que estão nas negociações com o Governo´, disse Rahil Khan, na tarde deste domingo, sem entrar mais em detalhes.

A Renamo deverá reunir os seus quadros a partir desta terça-feira em Gorongosa, para analisar os contornos das negociações com o executivo, que nesta segunda-feira entram na terceira ronda.

Não se sabe o que o encontro de Gorongosa vai produzir como decisão a tomar perante o descontentamento dos membros da Renamo acerca das negociações.

O secretário-geral da Renamo manifestou-se agastado na semana passada, no final da segunda ronda das negociações que acabou em impasse devido ao facto de o Governo ter submetido a Renamo à Assembleia da República na resolução da questão relacionada com a composição da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE).

Nesta segunda-feira o Governo e a Renamo voltam a sentar-se à mesma mesa para discutirem a opinião da `perdiz´ acerca da Despartidarização do Aparelho do Estado.

Ocorre que o partido Renamo apresentou em cima da mesa seis pontos que pretende negociar, nomeadamente o Acordo Geral de Paz (AGP) assinado em 1992 na capital italiana, Roma, Defesa e Segurança, Questões Económicas, formação do Governo de transição (dissolução do Governo e do parlamento) e Despartidarização das instituições do Estado.

Antigos agentes do SISE fazem refém ministro dos Combatentes e demais funcionários

O ministro dos Combatentes, Mateus Khida, foi durante horas mantido refém no interior do edifício ministerial, na Av. 24 de Julho, cidade de Maputo, por grupo de antigos agentes do Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE) que reivindica pagamento dos valores de pensão de desmobilização.

Antigos agentes do SISE fazem refém ministro dos Combatentes e demais funcionários

O grupo amotinou-se defronte do edifício, nas primeiras horas do dia até às 17 horas da tarde, não permitindo a entrada nem a saída de qualquer pessoa que fosse, dentre eles o ministro e os funcionários.

A Força de Intervenção Rápida (FIR) esteve em peso no local, juntamente com outros agentes da Polícia de Protecção, mas os manifestantes, que há muito vêm ameaçando o Governo com greve, mantiveram-se inabaláveis, e o ministro só foi liberado quando os antigos agentes secretos anuíram.

Há muito que os antigos agentes dos serviços secretos vêm reclamando o não pagamento das suas pensões e o Governo vem fazendo promessas de resolver o problema, mas nunca o resolve. Recentemente consta que o executivo teria prometido atribuir cabaz de natal para cada um dos agentes, para permitir festas felizes este Dezembro, enquanto se aguarda pelo pagamento da pensão. Mas os cabazes não saíram e os antigos agentes esgotaram a paciência.

`Estamos aqui porque há 20 anos que não temos as nossas pensões. Devíamos ter feito esta manifestação há muito tempo, mas eles pediram que não nos manifestássemos mediante uma promessa´, disse o porta-voz do grupo, Adolfo Beira.

A referida promessa passava, segundo o porta-voz do grupo, pela aceleração na tramitação do processo referente ao pagamento das pensões, no sentido de o caso estar até o dia 15 de Dezembro do presente ano no Tribunal Administrativo.

`Não havendo possibilidade, pediram-nos novamente que prorrogássemos a data até 15 de Janeiro de 2013 e em compensação dariam a cada um de nós cabaz para as festas do natal e do fim do ano´, disse Adolfo Beira sem especificar exactamente o que o cabaz devia conter.

Prosseguiu: `para o espanto de todos, quando chegamos aqui disseram-nos que só há cabazes para 20 homens, no universo de 300 que eles pediram para o primeiro dia sexta-feira (dia 14), e os outros (1.552) deviam levantar os seus produtos na segunda-feira (dia 17). Agora enquanto não resolveram o nosso problema ninguém sai daqui´, disse o porta-voz à nossa fonte

Depois de algumas horas de diálogo entre o grupo dos revoltados e os representantes do Ministério dos Combatentes, chegou-se a um consenso segundo o qual o Ministério tudo faria para que os manifestantes pudessem levantar os cabazes no dia seguinte-sábado (dia 15), mas sem batata, frango e peixe porque o fornecedor só teria tais produtos no stock na segunda-feira.

A proposta do Ministério dividiu opiniões no seio do grupo. Alguns preferiam levantar o pouco e ficar à espera do resto, algo rejeitado pela maioria. Mas finalmente se chegou ao entendimento de cada um escolher o que lhe parecesse melhor.

Enquanto não se chegava ao consenso, ninguém podia sair do edifício do Ministério dos Combatentes. Temendo o pior, reforçou-se o local com a FIR e agentes de Protecção, todos armados até aos dentes, mas transformaram-se em leões domados, diante de antigos estrategas de segurança, revoltados.

O ministro dos Combatentes, Mateus Khida, também um antigo agente de Segurança do Estado, ficou retido para além da hora normal de expediente. Conseguiu sair do edifício mediante uma desculpa de que tinha perdido um familiar, mas que voltava logo que possível. Mas não se fez mais ao local.

Já os `pobres´ funcionários foram libertados por volta das 17 horas, quando deviam sair às 15:30 horas, como estipula o horário da função pública.

Depois de muita confusão que durou umas 7 horas, na hora da distribuição dos produtos, uma autêntica vergonha. Cada cabaz continha 10 kg de arroz, 3kgs de açúcar, 1 litro de óleo, duas barras de sabão bingo, um quilo de trigo, duas latas de leite condensado, uma barra de manteiga-Blossom e uma garrafa de sumo Super 7.

Hoje às 10 horas vai acontecer a segunda fase da distribuição dos cabazes, já no seu quartel na zona do Hospital Militar.

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