Os incêndios florestais continuam a assolar o centro do Canadá, obrigando à deslocação de cerca de quatro mil pessoas nas províncias de Saskatchewan e Manitoba.
As autoridades canadianas revelaram que a situação se agrava com as temperaturas elevadas e as noites tropicais que se fazem sentir na região, aumentando o risco de propagação dos fogos rurais.
Muitos dos evacuados são residentes de comunidades indígenas, predominantemente no norte de Saskatchewan. Peter Beatty, chefe da Nação Cree Peter Ballantyne, uma das comunidades afectadas, informou os meios de comunicação locais que aproximadamente duas mil pessoas já foram retiradas, enquanto outras duas mil foram instruídas para abandonar as suas habitações.
Na província vizinha de Manitoba, a comunidade de Flin Flon encontra-se sob alerta de evacuação. Um incêndio florestal que começou em Saskatchewan aproxima-se perigosamente desta cidade mineira, com uma população de cerca de cinco mil habitantes. Como medida de precaução, alguns doentes em estado crítico já foram transferidos do hospital local de Flin Flon.
Centenas de pessoas foram também obrigadas a deixar as suas casas nas cidades de Hall Lake e Canoe Lake, em Saskatchewan, devido à ameaça dos incêndios.
O Estado moçambicano vai realizar, no próximo dia 9 de Junho, uma hasta pública para a venda de mais de uma centena de viaturas apreendidas no âmbito de diversos processos-crime.
A iniciativa, liderada pelo Gabinete de Gestão de Ativos (GGA) do Ministério das Finanças, visa recuperar bens de origem ilícita e reintegrá-los ao serviço da sociedade, conforme o Regime Jurídico Especial de Perda Alargada de Bens e Recuperação de Ativos.
Serão leiloados 112 veículos automóveis, actualmente distribuídos por cinco parques na cidade de Maputo. O valor base total de venda destas viaturas, que incluem modelos de gama média e alta como BMW X5, Volkswagen Touareg e Mercedes-Benz, ascende a 33,7 milhões de meticais (aproximadamente 465 mil dólares americanos).
Os veículos serão disponibilizados com um desconto de 30% sobre o valor da avaliação inicial, seguindo a legislação aplicável.
Os interessados em participar no leilão devem apresentar as suas propostas em carta fechada até ao início da sessão pública. Após essa fase, serão permitidos lances verbais entre os participantes qualificados.
A reconstrução das infraestruturas destruídas pelo ciclone Chido, que assolou o Distrito de Mecufi, na Província de Cabo Delgado, terá um custo estimado em 3 mil milhões de meticais. A informação foi divulgada pelo administrador do distrito, Fernando Neves.
O ciclone Chido, que atingiu Mecufi a 15 de Dezembro de 2024, causou danos significativos, destruindo praticamente tudo na região. Passados cerca de seis meses, o distrito ainda se encontra em estado de calamidade, com a infra-estrutura local severamente comprometida.
Fernando Neves afirmou que, a nível local, não existem recursos financeiros disponíveis para a reabilitação das estruturas danificadas. Contudo, com o apoio de parceiros, foram iniciadas obras de reabilitação, com ênfase no centro de saúde e no edifício da administração do distrito
A Liga da Juventude da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) expressou o seu veemente repúdio à intervenção da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) que, na passada terça-feira, actuou para expulsar um grupo de antigos guerrilheiros que ocuparam a sede do partido na cidade de Maputo.
Em declarações à imprensa, Ivan Mazanga, Presidente da Liga da Juventude da Renamo, exigiu a libertação imediata dos ex-guerrilheiros do partido que possam ter sido detidos durante a operação policial. Mazanga manteve esta posição, mesmo face à possibilidade de a ação da UIR ter sido coordenada com as estruturas directivas da própria Renamo.
“Estamos convictos de que o diálogo incessante deve ser o caminho para ultrapassarmos os nossos diferendos, hoje e sempre”, afirmou Mazanga, sublinhando que o líder do partido, Ossufo Momade, deve iniciar urgentemente conversações através da reconvocação do Conselho Nacional, que havia sido adiado em Março passado. “Não devemos protelar”, frisou o Presidente da Liga da Juventude.
Apesar da sua condenação à intervenção policial e do apelo ao diálogo, Ivan Mazanga fez questão de salientar que a juventude da Renamo não apoia a invasão das instalações do partido por parte dos ex-guerrilheiros.
O governo moçambicano ratificou a implementação plena do Plano Económico Social e Orçamento do Estado (PESOE) para o ano de 2025.
Esta decisão, que atribui competências a diferentes níveis da administração pública em questões orçamentais, foi anunciada durante a 18ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, realizada hoje na cidade de Xai-Xai, na província de Gaza.
O Presidente da República, Daniel Chapo, encontra-se a cumprir o segundo dia de uma visita de trabalho a esta província do sul do país. Após a sessão, o porta-voz do governo, Inocêncio Impissa, destacou que esta medida representa a concretização da última etapa formal necessária para a execução do PESOE, garantindo a conformidade com as normas e procedimentos legais.
Na sua intervenção, Impissa, que também exerce as funções de ministro da Administração Estatal e Função Pública, assinalou que o Presidente Chapo promulgou a lei relativa ao PESOE, a qual foi aprovada pela Assembleia da República em meados de Maio. Esta legislação estabelece os principais objectivos económicos e sociais, bem como a política financeira do Estado.
O PESOE para 2025 delineia as previsões de receitas e os recursos necessários para a sua implementação ao longo do ano, alinhando-se com o Programa Quinquenal do Governo (PQG) 2025-2029. O Orçamento do Estado para 2025, estimado em cerca de 512.749,9 milhões de meticais, revela um défice projectado de 126,8 milhões de meticais.
Durante a mesma sessão, o Executivo preparou também os actos centrais para as comemorações dos 65 anos do Massacre de Mueda, agendadas para 16 de Junho no distrito que lhe dá nome, em Cabo Delgado. Este evento visa honrar os moçambicanos que, com bravura, enfrentaram a repressão da administração colonial portuguesa antes do início da luta armada de libertação nacional.
Além disso, o governo divulgou os preparativos para as celebrações dos 50 anos da independência nacional, que terão lugar a 25 de Junho no Estádio da Machava, na Matola. Este estádio foi o local onde o então Presidente Samora Machel proclamou a independência nacional há cinco décadas.
Durante as celebrações, destaca-se a recepção da tocha da Chama da Unidade, que já percorreu várias províncias antes de chegar à cidade de Maputo. O governo apela a todos os moçambicanos, tanto no país como na diáspora, para que estas efemérides sejam momentos de renovação da Unidade Nacional e de fortalecimento da paz e da cidadania.
O movimento Hamas comunicou ter chegado a um entendimento com o enviado norte-americano, Steve Witkoff, que estabelece uma “estrutura geral que garantirá um cessar-fogo permanente” na Faixa de Gaza.
O grupo islamita manifestou a intenção de libertar 10 reféns, aguardando agora uma resposta por parte de Israel.
Em comunicado, o Hamas revelou que o acordo proposto contempla a soltura de 10 prisioneiros israelitas e de vários corpos, em troca da libertação de um número acordado de prisioneiros palestinianos, compromisso garantido pelos mediadores. O movimento expressou expectativa quanto à resposta israelita a esta proposta.
O acordo inclui a estipulação de um cessar-fogo permanente, a retirada total das forças israelitas da Faixa de Gaza, o fluxo contínuo de ajuda humanitária, além da criação de um comité profissional que assumirá o controlo dos assuntos da região logo após a oficialização do acordo.
Entretanto, há dois dias, um responsável israelita afirmou que os negociadores de Israel rejeitaram uma proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo em Gaza, que envolvia a libertação de 10 reféns vivos e a negociação para o fim das hostilidades. No entanto, indicaram que se focavam na “estrutura de Witkoff”.
A proposta foi apresentada pelo mediador palestiniano-americano, Bishara Bahbah, com a colaboração e aprovação do enviado norte-americano.
Uma delegação israelita chegou recentemente ao Cairo, no âmbito dos esforços egípcios para reactivar as negociações de cessar-fogo, conforme reportado por uma fonte de segurança egípcia à agência noticiosa espanhola EFE.
As negociações permanecem estagnadas, com o Hamas a exigir o fim definitivo da guerra como condição para a libertação dos reféns, enquanto autoridades israelitas afirmam que a soltura dos prisioneiros da Faixa de Gaza não resultará no término da sua ofensiva na região.
Actualmente, 58 reféns continuam detidos em Gaza, sendo que 20 deles ainda estão vivos, conforme indicado pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, presidirá hoje, às 14 horas, no Hospital Geral de Mavalane, na Cidade de Maputo, à cerimónia de Lançamento Oficial da Campanha de Cirurgias Ginecológicas.
Com o propósito de reduzir a lista de espera de mulheres que sofrem de patologias ginecológicas passíveis de tratamento cirúrgico, esta campanha visa promover melhorias significativas no bem-estar físico, emocional e social das beneficiárias.
A polícia moçambicana realizou a recuperação da sede nacional da Renamo, localizada em Maputo, após confrontos com ex-guerrilheiros que protestavam no local.
A operação, marcada por disparos e uso de gás lacrimogéneo, resultou em pelo menos uma pessoa ferida.
Por volta das 13h50, a Unidade de Intervenção Rápida (UIR) entrou na sede, enquanto os disparos se faziam ouvir, provocando o pânico nas imediações da avenida Ahmed Secou Touré, que havia sido previamente encerrada ao trânsito pelas autoridades.
A intervenção policial foi prolongada, com os elementos da UIR a vasculharem as várias divisões do edifício, forçando os ex-guerrilheiros a deixarem o espaço. Durante a operação, um dos manifestantes saiu visivelmente ferido, apesar das instruções para uma intervenção pacífica.
Os protestos dos desmobilizados da Renamo, que exigem a saída do actual presidente do partido, Ossufo Momade, iniciaram-se a 15 de Maio, com cerca de cinquenta ex-guerrilheiros a ocuparem a sede.
A operação que durou aproximadamente 30 minutos, culminou na remoção dos manifestantes para um autocarro posicionado nas proximidades, sendo incerto o destino destes indivíduos.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para realização de Estudo/Rastreio de Receitas destinadas às Comunidades em resultado da Exploração de Recursos Naturais. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador/a – Empoderamento e Inclusão de Adolescentes e Jovens. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Adaptação de Mudanças Climáticas (CCA) e Redução de Risco de Desastres (DRR). Saiba mais.
Uma revelação chocante emergiu no julgamento de Sean Combs, conhecido como Diddy, que enfrenta acusações de extorsão, tráfico sexual e transporte de pessoas para fins de prostituição.
A testemunha Capricorn Clark, ex-funcionária de Diddy, afirmou que o produtor musical a forçou a acompanhá-lo até à casa de Kid Cudi, ameaçando-a de morte caso não o fizesse.
Durante a semana passada, Kid Cudi, cujo nome verdadeiro é Scott Mescudi, depôs em tribunal, alegando que Diddy invadiu a sua casa em 2011. A defesa de Diddy argumentou que não existiam testemunhas ou provas concretas que corroborassem a invasão. Contudo, o testemunho de Capricorn Clark, que trabalhou para Diddy durante mais de uma década, desafiou essa posição.
Clark relatou no tribunal que Diddy e um segurança apareceram no seu apartamento em 2011 e a forçaram a acompanhá-los. Segundo a ex-funcionária, Diddy teria proferido as palavras: “Veste-te. Vamos matar”, revelando, ainda, que recebeu ameaças de morte desde o seu primeiro dia de trabalho.
O Governo moçambicano instou as vítimas das manifestações que ocorreram após as eleições de Outubro passado a exigirem a reposição dos bens perdidos e a defesa dos seus direitos constitucionais.
Inocêncio Impissa, porta-voz do governo, fez este apelo durante a 18.ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, realizada na cidade de Xai-Xai, na província de Gaza.
“Quem se sentir lesado no seu património ou nos seus direitos deve exigir a sua reposição. É o que recomendamos a todos que sofreram, pois muitos cidadãos perderam bens, incluindo as suas casas, além de vidas”, afirmou Impissa.
O porta-voz enfatizou que cabe aos cidadãos afectados decidirem sobre as vias a seguir para reivindicar a reposição dos seus patrimónios, podendo optar por processos judiciais. “Se souber quem destruiu, é importante identificar essas pessoas e exigir a reparação”, acrescentou.
O deputado guineense Manuel Lopes foi absolvido das acusações de tráfico de estupefacientes, após uma decisão proferida por um tribunal de Lisboa.
Lopes, que havia sido interceptado em Maio do ano passado no aeroporto de Lisboa com 13 quilos de cocaína e na posse de 20 mil dólares, saiu em liberdade devido à falta de provas concretas que sustentassem as alegações.
A sentença foi anunciada por volta das 10 horas, e o advogado de defesa, Carlos Melo Alves, destacou que os juízes expressaram dúvidas sobre a consciência do deputado em relação ao transporte da droga apreendida.
A decisão baseou-se em princípios jurídicos universais que garantem a presunção de inocência.
Três ex-candidatos à presidência da Argélia foram condenados a 10 anos de prisão por delitos de fraude eleitoral e corrupção. A sentença, proferida esta semana, tem gerado uma onda de repercussão tanto no país como no exterior.
Os condenados são Saida Neghza, uma proeminente empresária e antiga líder da Confederação Geral das Empresas Argelinas, juntamente com Belkacem Sahli e Abdelhakim Hamadi, este último um veterinário que já tentou, sem sucesso, concorrer à presidência.
A justiça argelina determinou que os três tentaram ilicitamente obter assinaturas de apoio para as suas candidaturas, numa prática considerada ilegal. Apesar da condenação, os réus permanecem em liberdade e dispõem de dez dias para apresentar recurso da decisão. Adicionalmente, foram multados em um milhão de dinares argelinos, o que equivale a mais de 20 milhões de meticais segundo a taxa de câmbio actual.
Este desfecho ocorre num contexto de crescente tensão no cenário político argelino. Nas eleições de 2024, o Presidente Abdelmadjid Tebboune foi reeleito com mais de 84% dos votos, mas os resultados foram amplamente contestados, incluindo acusações de irregularidades no processo eleitoral por parte de opositores.
O Ministro da Saúde, Ussene Isse, afirmou durante uma sessão na Assembleia da República, que Moçambique possui um estoque suficiente de medicamentos para atender às necessidades do país nos próximos seis meses.
A declaração foi feita em resposta a perguntas colocadas pelos deputados.
O ministro revelou que o Estado investiu 9,4 mil milhões de meticais na aquisição de medicamentos para o tratamento de várias doenças, incluindo malária, diabetes, HIV-SIDA e tuberculose. No entanto, reconheceu que existe uma escassez de alguns medicamentos destinados ao tratamento de doenças respiratórias.
Citado pelo jornal Domingo, Ussene Isse anunciou, ainda, a implementação iminente de um sistema mais robusto de controlo e rastreamento de medicamentos. Este novo sistema utilizará um selo electrónico que estará conectado a uma plataforma digital, permitindo a monitorização em tempo real.
Pelo menos 16 pessoas, incluindo várias crianças, perderam a vida na sequência de ataques aéreos israelitas que ocorreram durante a noite na Faixa de Gaza, de acordo com informações divulgadas pela Defesa Civil local.
O porta-voz da organização de socorro, Mahmoud Bassal, confirmou que as equipas de emergência recuperaram os corpos de 16 mártires, incluindo crianças, após os bombardeamentos que tiveram início nas primeiras horas de quarta-feira.
Entre as vítimas, nove pessoas da família do jornalista Osama al-Arabid foram mortas em um ataque próximo a al-Saftawi, na parte norte da Cidade de Gaza. Al-Arabid, que actua como vídeo-jornalista e editor para uma produtora local, também ficou gravemente ferido durante os ataques, conforme relatado pela Defesa Civil.
Além disso, no centro da Faixa de Gaza, seis membros da família Aqilan foram mortos em um ataque na área de Deir al-Balah. Uma outra vítima, identificada como “um civil”, foi assassinada em Abasan, a leste de Khan Younis, embora não tenham sido divulgados mais detalhes sobre este incidente.
Os ataques aéreos ocorreram por volta das 02:00, hora local, em um contexto de escalada da violência na região. Israel retoma a sua ofensiva na Faixa de Gaza após o fim de um cessar-fogo de dois meses, intensificando as operações militares desde 17 de Maio, com o objectivo declarado de aniquilar o Hamas e recuperar reféns.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, declarou a suspensão temporária do funcionamento de três portagens na província de Gaza, no sul do país.
A medida entrará em vigor a partir de 15 de Junho e surge da constatação de que as portagens “não estão a render”.
Durante um comício popular no distrito de Chókwè, onde se encontra a realizar uma visita de trabalho, Chapo especificou que as portagens afectadas são as localizadas nos troços Chókwè-Macia, Chókwè-Macarretane e Macia-Praia do Bilene, actualmente sob a gestão da concessionária Rede Viária de Moçambique (Revimo).
O Presidente argumentou que a decisão se fundamenta na análise dos custos e benefícios, afirmando que “um negócio que gasta mais do que se ganha não é um negócio viável”. A quantidade de tráfego que atravessa estas portagens, não justifica os custos operacionais associados, que incluem salários e despesas de energia. Chapo salientou que a política de utilizador-pagador, que visa garantir a manutenção das infraestruturas rodoviárias, será mantida em outros locais do país.
O distrito de Bàruè, na província de Manica, celebrou a inauguração do Centro de Agregação de Frutas e Vegetais.
Esta infra-estrutura representa um importante avanço no processo de modernização da agricultura familiar, tendo como objectivo apoiar a conservação, processamento e posterior exportação da produção local.
O centro tem a capacidade de beneficiar mais de 500 agricultores associados à Cooperativa Frutos de Bàruè e está equipado com sistemas de frio e maquinaria de processamento, garantindo a manutenção dos padrões de qualidade exigidos pelos mercados internacionais.
Esta iniciativa foi financiada pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), com o apoio da Cooperação Italiana, no âmbito das estratégias que promovem a agricultura sustentável e competitiva em áreas de alta produção agroecológica.
Durante a cerimónia de inauguração, a governadora da província de Manica, Francisca Tomás, sublinhou o impacto positivo que o centro terá na capacidade dos produtores em responder aos desafios da inserção nos circuitos formais de exportação. Citada pelo jornal Txopela, a governadora apelou aos agricultores para reforçarem a sua organização, produção e compromisso com a qualidade, assegurando assim o pleno aproveitamento do investimento realizado.
O Embaixador da Itália em Moçambique, Gabrielle Philip, também se pronunciou, assegurando que o apoio do seu país ao sector agrícola moçambicano irá aumentar nos próximos anos.
O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, retoma as suas actividades na quarta-feira após ter cancelado a agenda de compromissos na terça-feira, em virtude de problemas de saúde.
Na segunda-feira, Lula sentiu um mal-estar e foi diagnosticado com labirintite, uma inflamação do ouvido interno.
O regresso ao trabalho inclui viagens programadas para os estados do Ceará e Pernambuco. A interrupção das suas obrigações levou à anulação de um encontro planeado com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, que estava agendado para o Palácio do Planalto.
Ao longo do dia de terça-feira, o Presidente de 79 anos permaneceu na residência oficial, não tendo podido participar na referida reunião bilateral.
A província de Niassa enfrenta uma grave escassez de gasolina nas estações de serviço, situação que tem gerado oportunidades de especulação e um aumento significativo nos preços no mercado paralelo.
Uma inspecção realizada na terça-feira pela Rádio Moçambique revelou que apenas duas das dezasseis bombas de combustíveis em Lichinga disponibilizavam gasolina. Esta escassez tem deixado muitos motoristas em dificuldades para abastecer os seus veículos.
Vários cidadãos questionados sobre a situação informaram que, no mercado paralelo, o litro de gasolina é comercializado entre 140 a 200 meticais, um valor bastante superior ao preço oficial de 92,84 meticais praticado nas estações de serviço.
Uma distribuição de ajuda humanitária na Faixa de Gaza resultou em ferimentos para 40 pessoas, num cenário caótico provocado pela escassez de suprimentos após meses de bloqueio imposto por Israel.
A situação ocorreu num centro de distribuição, onde milhares de cidadãos se afligiram para receber alimentos.
Ayman Abu Zaid, um dos presentes, relatou que a afluência de pessoas ao posto de distribuição em Rafah gerou tumulto. “Estava na fila com centenas de pessoas e, de repente, a multidão começou a empurrar e a entrar de forma completamente desordenada. Isso ocorreu devido à falta de ajuda e ao atraso na distribuição, levando muitos a tentarem levar o que podiam”, explicou.
Testemunhas afirmaram que, em determinado momento, as forças israelenses dispararam para dispersar a multidão, embora algumas pessoas continuassem a insistir na busca pela ajuda humanitária, mesmo sob risco.
Na última sessão do Conselho de Ministros, o Governo moçambicano aprovou o Regulamento de Exploração e Prática dos Jogos de Fortuna ou Azar, através...