Um camião explodiu repentinamente em Addison, um subúrbio de Chicago, causando danos a quatro residências nas proximidades.
O incidente, que ocorreu por volta das 8h45 (hora local), teve origem num vazamento no tanque de propano na traseira do veículo de mudanças.
A explosão foi documentada por uma câmara de vigilância instalada numa campainha, e, apesar da gravidade da situação, o motorista do camião sofreu apenas ferimentos leves e foi transportado para um hospital.
A força da explosão causou danos significativos, tornando uma das casas temporariamente inabitável, após parte do veículo colidir com um muro de sustentação da propriedade, fazendo com que a parede de cerca de um metro desabasse para dentro do imóvel. Felizmente, os moradores das residências afectadas não sofreram quaisquer ferimentos.
As autoridades locais estão a investigar o incidente e acreditam que um tanque de propano transportado no camião vazava antes da explosão. Brock Herion, chefe do departamento de bombeiros de Addison, confirmou que o motorista estava de pé ao lado do camião quando os socorristas chegaram ao local.
O Supremo Tribunal de Apelação, situado na cidade de Bloemfontein, inicia a audição de um recurso interposto pelo Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa.
O Chefe de Estado contesta uma decisão proferida pelo Tribunal Superior de Pretória, que, em 2023, anulou o reconhecimento, por parte do Presidente, do Rei Misuzulu kaZwelithini como soberano da Nação Zulu.
O Tribunal Superior considerou que o processo utilizado pelo Presidente Ramaphosa para validar o reconhecimento de Misuzulu não seguiu os trâmites adequados. Apesar da anulação do reconhecimento pelo Presidente, o Tribunal de Pretória não invalidou a designação de Misuzulu como Rei pela família Real Zulu.
Um grupo de antigos guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) invadiu o edifício que alberga o Gabinete do Presidente do Partido, Ossufo Momade, na cidade de Maputo.
Esta acção ocorre poucos dias após a ocupação da sede do partido, situada a escassos metros de distância, na Avenida Ahmed Sekou Touré.
Esta é a segunda de três investidas já anunciadas pelos desmobilizados da Renamo. Após a tomada da sede, os antigos guerrilheiros haviam declarado que a próxima etapa seria a invasão do Gabinete, seguida, eventualmente, da ocupação da residência do líder partidário, localizada no bairro de Mateque, arredores do município de Marracuene, na província de Maputo.
Os guerrilheiros reiteraram a sua exigência de renúncia de Ossufo Momade ao cargo de Presidente do Partido, afirmando que esta é a única condição que poderia pôr fim à tensão actual. O grupo advertiu que, enquanto Momade não se afastar e não encontrar um local seguro, continuarão a persegui-lo até que abdique da liderança.
Um trágico acidente de viação, ocorrido ao longo da Estrada Nacional Número Sete, no bairro Chingodzi, na Cidade de Tete, resultou na morte de três pessoas e deixou uma ferida com gravidade. O incidente envolveu um moto-taxista e uma viatura ligeira.
As vítimas, que seguiam numa motorizada em direcção à cidade de Moatize, colidiram com uma viatura de marca Toyota Ford Ranger, cuja chapa de matrícula não foi identificada. Dois dos ocupantes da motorizada perderam a vida no local do acidente. O terceiro, gravemente ferido, foi transportado para o Hospital Provincial de Tete, onde, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e também faleceu.
O porta-voz da Polícia da República de Moçambique em Tete, Feliciano da Camara, indicou que o corte de prioridade por parte do condutor da viatura pode ter sido a causa do acidente.
O Estádio da Machava, localizado no Município da Matola, encontra-se actualmente a 80% de execução no âmbito do projecto de modernização do recinto desportivo.
Samuel Muzime, Assessor do Conselho de Administração para a área de projectos na empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), que é a responsável pela execução da obra, afirmou que os trabalhos de reabilitação têm sido intensificados com o propósito de estar prontos para as celebrações dos 50 anos da independência nacional.
A Assembleia da República de Moçambique ratificou a nomeação de Ana Gemo para a presidência do Tribunal Administrativo (TA), um órgão fundamental na supervisão da legalidade dos actos administrativos e na fiscalização das despesas públicas.
Dos 206 deputados presentes na Magna Sala, 185 votaram a favor da nomeação, correspondendo a 89,81% do total, enquanto 15 optaram por votar contra. Adicionalmente, quatro votos foram em branco e dois considerados nulos. É relevante mencionar que 44 deputados não se encontravam presentes durante a votação. O Parlamento moçambicano é composto por 250 deputados.
A nomeação de Ana Gemo foi anunciada a 9 de Maio pelo Presidente da República, Daniel Chapo. A ratificação por parte da Assembleia é um requisito que garante a conformidade com as normas legais estabelecidas. Juntamente com a proposta de ratificação, foi enviado à Assembleia o despacho presidencial, o currículo vitae da nomeada, a cópia autenticada do bilhete de identidade, bem como certificados de registo criminal, habilitações literárias e prova de aptidão física.
Ana Gemo, que traz consigo uma vasta experiência como magistrada de carreira, tem desempenhado funções significativas no Ministério Público e em matérias relacionadas com a jurisdição administrativa e financeira.
Na mesma sessão, o parlamento ratificou também a nomeação de Matilde Maltez de Almeida como vice-presidente do Tribunal Supremo (TS), a mais alta instância judiciária do país. A votação para esta posição seguiu o critério do voto secreto, resultando em 183 votos a favor (88,08%), 16 contra, dois votos brancos e cinco nulos, com a presença de 206 deputados e a ausência de 44.
Matilde Maltez de Almeida foi nomeada a 15 de Abril de 2023 pelo Presidente Chapo. Desde Setembro de 2012, exerce funções como juíza conselheira do Tribunal Supremo e, no mesmo ano, assumiu a presidência do Conselho Administrativo do Cofre dos Tribunais. Em Setembro de 2024, recebeu a “Medalha de Mérito do Trabalho”, atribuída pelo Estado moçambicano, em reconhecimento ao seu empenho e à prática de trabalho árduo, produtivo e criador.
A dívida pública de Moçambique alcançou 1,1 trilião de meticais (equivalente a 16,7 mil milhões de dólares ao câmbio actual) no último trimestre de 2025, o que representa um crescimento de 2,7 por cento em comparação com o trimestre anterior.
Segundo o Boletim Trimestral sobre a Dívida Pública, publicado pelo Ministério das Finanças de Moçambique, este aumento corresponderá a 78,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
O relatório indica que o crescimento da dívida foi impulsionado, principalmente, pela dívida interna, que subiu 8,9 por cento. Este fenómeno reflete uma crescente dependência de mecanismos de financiamento a curto prazo, como os adiantamentos do Banco Central e os Títulos do Tesouro (BT’s).
Embora tenha sido possível reduzir ligeiramente a dívida externa em 1,2 por cento, graças ao cumprimento das obrigações e ao foco no financiamento concessional, a crescente carga da dívida interna levanta sérias preocupações sobre a sustentabilidade fiscal a médio prazo.
Segundo o documento, a dívida interna já representa 41 por cento do total da dívida acumulada, crescendo em condições mais onerosas e inserindo o Estado num ciclo de refinanciamento com custos cada vez mais elevados.
As operações de gestão de passivos, embora necessárias, têm-se revelado adversas, contribuindo para uma maior rigidez orçamental. Metade da dívida interna concentra-se em títulos de curto prazo, o que configura um risco claro de refinanciamento em caso de choques económicos.
Por sua vez, a dívida externa, embora maioritariamente contraída a taxas fixas e em moedas como os Direitos Especiais de Saque (DES) do FMI e dólares americanos, não está isenta de pressão, tendo os custos de serviço da dívida disparado 78,7 por cento num único trimestre, atingindo 210,34 milhões de dólares. Este aumento resulta da regularização de dívidas em atraso, ao mesmo tempo que sublinha as limitações de um modelo de endividamento vulnerável às flutuações cambiais e a exigências externas.
A situação torna-se ainda mais delicada num contexto de receita interna fraca, instabilidade pós-eleitoral e pressões inflacionárias. Com o défice orçamental a ser coberto principalmente por dívida interna a curto prazo e dispendiosa, Moçambique pode estar a seguir um caminho fiscal insustentável, a menos que reformas estruturais – como a ampliação da base tributária e uma maior disciplina nos gastos públicos – sejam implementadas com urgência.
Os riscos para a estabilidade macroeconómica permanecem elevados. Sem uma estratégia de endividamento mais prudente e sem reformas sérias na gestão das finanças públicas, o país poderá enfrentar crescentes dificuldades em manter a solvência e financiar o seu desenvolvimento.
O governo moçambicano prevê uma produção superior a 4,1 milhões de quilates de rubis para 2025, representando um aumento de cinco por cento em relação a 2024.
Este dado faz parte das previsões económicas para o próximo ano, evidenciando os riscos associados à dependência excessiva da extracção de recursos naturais.
Segundo o documento, 76 por cento da produção projectada destina-se à exportação, consolidando os rubis como o principal recurso entre as pedras preciosas e semi-preciosas extraídas no país.
Esta posição destaca o papel estratégico do sector na atracção de moeda estrangeira e no equilíbrio da balança comercial. Contudo, a concentração de receitas num único segmento levanta preocupações sobre a sustentabilidade económica e a vulnerabilidade a flutuações do mercado internacional, conforme reportado pela Agência Lusa.
O crescimento previsto para 2025 deve-se, em grande parte, à expansão das operações da SLR Mining, actualmente o maior produtor de rubis em Moçambique. Em 2024, a produção de rubis registou um aumento significativo, alcançando 3,9 milhões de quilates, um incremento de 46 por cento em relação a 2023 e 128 por cento da meta estabelecida para o ano.
Apesar deste desempenho notável, a aceleração do crescimento verifica-se numa lógica de extracção orientada prioritariamente para a exportação, sem evidências claras de uma maior valorização local ou do fortalecimento das cadeias produtivas nacionais.
A actual trajectória reforça a necessidade de uma política mineira mais equilibrada, que combine a exploração de recursos minerais com estratégias de industrialização, diversificação económica e inclusão social.
Caso contrário, Moçambique pode enfrentar ciclos de crescimento económico insustentável, caracterizados por enclaves produtivos, desigualdade e fragilidade diante de choques externos.
O actor sul-africano Presley Chweneyagae, amplamente reconhecido pelo seu papel principal no filme “Tsotsi”, vencedor do Óscar de Melhor Filme Internacional em 2005, faleceu aos 40 anos.
Segundo a Agência France-Presse (AFP), “Tsotsi” destacou-se como o primeiro filme africano, que não foi falado em francês, a conquistar a estatueta dourada nesta categoria. O filme, filmado no icónico município de Soweto, narra a história de um jovem criminoso de 19 anos, conhecido como “tsotsi”, que se vê inesperadamente responsável por um bebé encontrado no carro que acabara de roubar. Esta experiência transforma a sua vida, levando-o a revisitar a sua infância, redescobrir o seu verdadeiro nome, David, e a cultivar emoções e compaixão.
A agência MLASA expressou, em comunicado no seu site, a profunda tristeza pelo falecimento prematuro de Chweneyagae, descrevendo-o como um dos actores mais talentosos e admirados da África do Sul.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para realização de Estudo/Rastreio de Receitas destinadas às Comunidades em resultado da Exploração de Recursos Naturais. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador/a – Empoderamento e Inclusão de Adolescentes e Jovens. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Adaptação de Mudanças Climáticas (CCA) e Redução de Risco de Desastres (DRR). Saiba mais.
O Ministério da Saúde da Argentina confirmou a sua saída da Organização Mundial da Saúde (OMS) e anunciou uma revisão abrangente das políticas de saúde pública do país.
Esta decisão surge no âmbito de um novo modelo sanitário que visa transitar de uma abordagem centrada na reparação da doença para uma focada na promoção da saúde, fundamentada em evidências científicas.
A comunicação oficial foi emitida após a visita do secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert Kennedy Jr., à Argentina.
Segundo o governo argentino, as novas medidas têm como propósito reforçar a segurança dos pacientes e garantir a sustentabilidade do sistema de saúde nacional.
Entre as principais alterações anunciadas, destacam-se:
Revisão Estrutural dos Órgãos Nacionais de Saúde: O governo pretende reorganizar e atualizar as estruturas e processos do sistema de saúde, visando eliminar sobreposições, normas obsoletas e promover uma supervisão mais rigorosa.
Revisão do Uso de Autorizações Aceleradas para Medicamentos de Alto Custo: O Ministério da Saúde propõe discutir a utilização dessas autorizações, especialmente para medicamentos destinados a crianças e a doenças raras.
Restrição de Aditivos Sintéticos em Alimentos: O governo irá rever o uso de aditivos potencialmente perigosos na indústria alimentícia, com o intuito de proteger a saúde da população e investigar a relação entre esses ingredientes e o aumento de doenças crónicas.
Exigência de Estudos Clínicos com Grupo Placebo para Vacinas: A Argentina irá implementar a exigência de que todas as vacinas sejam submetidas a ensaios clínicos rigorosos, incluindo grupos de placebo, com o exemplo da vacina contra a Covid-19 sendo citado como um caso em que essa prática não foi aplicada.
Albino Forquilha foi recentemente eleito para o cargo de Conselheiro de Estado, juntando-se a uma lista de proeminentes figuras políticas do país.
Entre os novos conselheiros destacam-se o Presidente do partido PODEMOS, Alcinda António de Abreu, Maria Luisa Massamba, Jamisse Taimo e Aminuddin Mohamed, todos propostos pelo partido Frelimo. Também fazem parte deste órgão Ossufo Momade, da Renamo, e Lutero Simango, do MDM.
O Conselho de Estado é um órgão político de consulta que assiste o Presidente da República em questões de particular relevância para a condução da política nacional.
Além dos novos eleitos, o Conselho integra 14 outras personalidades, totalizando 21 membros. Este grupo inclui o Presidente da República, que preside o Conselho, o Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-Ministro, o Presidente do Conselho Constitucional, o Provedor de Justiça, antigos Presidentes da República e ex-Presidentes da Assembleia da República.
Adicionalmente, quatro personalidades de reconhecido mérito são designadas pelo Presidente da República durante o seu mandato, assim como o segundo candidato mais votado ao cargo de Presidente da República.
A Assembleia da República elegeu Alberto Nkutumula para o cargo de juiz conselheiro do Conselho Constitucional.
A decisão foi tomada por consenso, em resposta à vacatura deixada por Mateus Saíze, recentemente nomeado Ministro da Justiça.
Nkutumula foi indicado pela bancada da Frelimo, conforme o Regimento da Assembleia da República, que assegura a representatividade proporcional entre os partidos.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou a detenção de uma jovem, com cerca de 30 anos, na cidade de Maputo, sob suspeita de tráfico humano.
A mulher foi apanhada em flagrante ao tentar vender a sua filha e uma amiga por um milhão e quinhentos mil meticais a um cidadão sul-africano.
Segundo a porta-voz da PRM, Marta Pereira, a operação que culminou na detenção da suspeita foi desencadeada após a descoberta de mensagens e chamadas trocadas entre a detida e o seu namorado.
Nas comunicações, a jovem questionava se o parceiro conhecia clientes interessados em órgãos humanos, além de informar sobre a venda das duas vítimas a um estrangeiro, sem ter a noção de que este era, na realidade, um agente da Polícia.
Uma explosão ocorreu numa fábrica de produtos químicos na província de Shandong, no leste da China, conforme reportado pela televisão estatal CCTV.
O incidente gerou espessas nuvens de fumo negro visíveis nas imediações, embora, até ao momento, não tenham sido registados relatos de vítimas mortais.
A explosão teve lugar na empresa Gaomi Youdao Chemical Co, localizada num parque industrial na cidade de Weifang. Segundo a imprensa local, a companhia é especializada na produção de pesticidas e outros produtos químicos de uso médico.
Testemunhas afirmaram que a força da explosão foi suficiente para quebrar as janelas de um armazém situado a mais de três quilómetros de distância. Um vídeo partilhado por um residente local, que optou por não revelar a sua identidade por receio de represálias, ilustra a intensidade do estrondo.
Equipes de salvamento foram mobilizadas para o local do incidente, mas as autoridades ainda não divulgaram informações sobre possíveis vítimas. Os bombeiros locais destacaram mais de 230 efectivos para a operação de resgate, segundo a CCTV.
Na cidade de Nampula, um casal foi detido na 1ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) sob a acusação de falsificar documentos de um falecido, que era o padrasto da mulher e um antigo combatente.
Através desta fraude, o casal teria conseguido apoderar-se de mais de 100 mil meticais.
O crime, que ocorreu em Agosto do ano passado, levou os indiciados a orquestrarem uma fuga para Nampula, onde acabaram por ser detidos. A informação foi divulgada pela porta-voz da PRM em Nampula, Rosa Nilza Chaúque, que explicou que os indivíduos foram capturados enquanto tentavam levantar 50 mil meticais numa agência bancária da cidade.
“A nível da província de Nampula, foram detidos dois indivíduos, um deles proveniente da província de Cabo Delgado. Esta cidadã falsificou a documentação do seu padrasto falecido, que era um antigo combatente, e dirigiu-se a uma agência bancária, onde levantou um total de 128 mil meticais. Ela estava em coautoria com um dos seus comparsas, que se encontra em fuga. Após os levantamentos, deslocaram-se à cidade de Nampula, onde tentavam levantar mais 50 mil meticais”, detalhou Rosa Nilza Chaúque.
A detenção do casal foi possibilitada após uma denúncia de pessoas próximas, que desconfiaram das actividades suspeitas. Em entrevista, um dos indiciados relatou que foi aliciado pelo seu cunhado a participar no crime, afirmando que aceitara por necessidade financeira: “Fui solicitado para testemunhar que vinha do distrito de Pemba para levantar dinheiro de um falecido que era meu tio. Eu aceitei porque precisava de dinheiro para ajudar os meus filhos a estudar. Agora estou muito arrependido.”
A mulher, de 31 anos, confessou ter agido como procuradora, explicando que apenas falsificou o bilhete de identidade do seu padrasto falecido, com o intuito de levantar dinheiro. “O objectivo era levantar dinheiro, mas eu não me beneficiei do valor”, afirmou.
A empresa Aeroportos de Moçambique anunciou a redução do tempo de estacionamento gratuito no Aeroporto Internacional de Maputo, passando de 10 para apenas 3 minutos.
Esta alteração entra em vigor no próximo dia 1 de Junho e aplica-se ao acesso para deixar ou levar passageiros.
Anteriormente, os automobilistas tinham a possibilidade de permanecer até 10 minutos sem custos, uma condição que agora será revogada. A empresa informa que será necessário pagar 25 meticais por hora e 600 meticais por dia para estacionar.
O comunicado da empresa estabelece que os utentes que desejem deixar passageiros poderão utilizar a área de drop off por um máximo de 3 minutos. No entanto, a medida gerou críticas por parte da Associação para Estudo e Defesa do Consumidor, que considera a decisão desrazoável e denuncia a falta de consulta aos consumidores sobre a alteração.
Alexandre Bacião, representante da ProConsumer, salientou que a Lei de Defesa do Consumidor prevê a consulta aos utentes em situações que afectam o seu bolso, o que não ocorreu neste caso. Em resposta, a Aeroportos de Moçambique defendeu que o novo tempo de 3 minutos é suficiente para as necessidades dos utentes.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) anunciou a detenção de um indivíduo sob suspeita de estar envolvido no crime de rapto de uma cidadã.
A operação, realizada na cidade de Nampula, foi resultado de um trabalho minucioso de investigação, que visava assegurar a protecção da população e a repressão de actividades delituosas.
A vítima, que estava desaparecida há vários dias, foi encontrada em condições que suscitaram preocupação. As autoridades têm intensificado os esforços para combater a criminalidade e garantir a segurança dos cidadãos, e esta detenção representa um passo significativo nesse sentido.
O SERNIC fez saber que a pessoa detida será apresentada às autoridades judiciais, onde responderá pelas acusações que lhe são imputadas. As investigações continuam em curso de forma a elucidar todos os detalhes do caso e assegurar que a justiça seja feita.
Através deste incidente, o SERNIC reafirma o seu compromisso em lutar contra a criminalidade, assegurando que os responsáveis pelos actos ilícitos sejam levados à diante da justiça.
O Ministério da Saúde do Sudão anunciou que pelo menos 172 mortes relacionadas com a cólera foram registadas apenas na última semana, em meio a crescentes preocupações sobre a propagação da epidemia em um país devastado pela guerra.
De acordo com um comunicado do Centro Federal de Operações de Emergência do Sudão, houve um aumento significativo dos casos de cólera, com 2.729 infecções confirmadas e as 172 mortes mencionadas. O estado de Cartum é responsável por 90% das novas infecções.
Nas primeiras três semanas de Maio, a cólera já havia causado 51 mortes, conforme um relatório anterior do Ministério da Saúde. Desde Abril de 2023, o Sudão, o terceiro maior país africano, encontra-se num conflito que opõe as forças armadas, lideradas pelo general Abdel Fattah al-Burhane, às Forças de Apoio Rápido (RSF), uma força paramilitar comandada pelo seu ex-adjunto, o general Mohamed Hamdane Dagalo.
Este conflito já provocou dezenas de milhares de mortos e deslocou cerca de 13 milhões de pessoas, devastando um sistema de saúde que já era fragilizado antes do início das hostilidades. O sindicato dos médicos afirma que aproximadamente 90% dos hospitais no país foram forçados a encerrar temporariamente devido aos combates.
Na semana passada, antes da expulsão das RSF, a força efectuou vários ataques com drones no estado de Cartum, incluindo ataques a três centrais eléctricas, deixando a cidade sem electricidade durante vários dias. Além disso, a rede local de distribuição de água foi interrompida, conforme indicado pelos Médicos Sem Fronteiras (MSF).
Na província de Maputo, funcionários do Hospital Provincial da Matola, especialmente aqueles que trabalham no banco de socorros, expressaram descontentamento face a agressões físicas e verbais que têm vindo a sofrer por parte de alguns utentes da unidade sanitária.
Os profissionais de saúde denunciaram ainda que são frequentemente filmados sem o seu consentimento, com as suas imagens a serem divulgadas nas redes sociais, uma situação que agrava a sua vulnerabilidade e insegurança no exercício da profissão.
As preocupações foram levadas ao conhecimento do Secretário de Estado na província de Maputo, Henriques Bongece, durante a sua visita ao Hospital Provincial da Matola.
Na última sessão do Conselho de Ministros, o Governo moçambicano aprovou o Regulamento de Exploração e Prática dos Jogos de Fortuna ou Azar, através...