As Autoridades Tributárias apreenderam, no último sábado, pontas de marfim no terminal do Aeroporto Internacional da Beira, mas só ontem é que decidiram apresentar as pontas, avaliadas em cerca de um milhão de meticais, à imprensa, alegando que ainda decorriam investigações preliminares.
De acordo com António Camacho, porta-voz da AT na região Centro, o produto foi despachado no terminal de cargas das LAM com destino à cidade de Maputo.
“A ponta de marfim foi despachada no dia 30 de Novembro no terminal de carga da LAM. No acto de inspecção normal de mercadorias, constatámos uma anomalia no produto, o que terá motivado a inspecção via scanner. Contrariamente ao que dizia a carta de porte, que se tratava de uma escultura, o scanner descobriu que se tratava de marfim”, disse.
Da lista constam xaropes fabricados em Portugal, Índia, África do Sul, Tanzania e Quénia, produzidos na base de “destrometorfano contaminado” com outras substâncias levometorfano, que provocam “reacções adversas graves, incluindo a morte de cerca de 50 pessoas”
A organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MISAU) acabam de emitir comunicações alertando para a existência, no mercado moçambicano, de xaropes para tosse produzidos na base de “destrometorfano contaminado” com outras substâncias levometorfano, produzindo, sobre os consumidores, “reacções adversas graves, incluindo a morte de cerca de 50 pessoas”.
As notas, emitidas a 28 de Outubro e 7 de Novembro pela Organização Mundial da Saúde e pela Direcção Provincial de Saúde de Gaza, respectivamente, referem ainda que em Moçambique há “circulação de aproximadamente 10 xaropes para tosse contendo este princípio activo”.
Nos últimos dois, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), em Moçambique foram traficadas 51 pessoas, das quais 30 no ano passado e 21 no ano em curso.
De cordo com a PGR-Adjunta, Lúcia Maximiano, que falava num debate sobre prevenção e combate ao tráfico de pessoas, em 2012, foram registados 30 casos: seis na província de Maputo e igual número na Zambézia, quatro na cidade de Maputo, dois em Gaza, um em Inhambane e igual número em Sofala, oito em Manica e três em Nampula. Em Niassa e Cabo Delgado não foi reportado nenhum tráfico de pessoas.
Na província de Gaza, apesar de registar uma diminuição de casos, a situação continua preocupante.
Entre Janeiro e Outubro deste ano, a PGR registou 21 casos: um em Maputo-cidade e igual número em Manica, Nampula e Nampula. Nas províncias de Tete e Zambézia houve tráfico de duas pessoas em cada uma dela, contra três traficadas Sofala e igual número em Inhambane e Cabo Delgado, quatro em Gaza e nenhum na província de Maputo. Alguns processos já foram julgados e condenados e outros aguardando julgamento.
Cinco cidadãos de nacionalidade estrangeira, de idades que variam de 27 a 35 anos, estão a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM), na 11ª esquadra, desde a semana de 26 de Novembro a 01 de Dezembro, indiciados de tráfico de drogas, após terem sido interceptados no Aeroporto Internacional de Maputo.
Do grupo constam dois tanzanianos, dois zimbabweanos e um sul-africano que transportavam 5,7 quilogramas de cocaína nas suas malas de viagem.
Ainda no Aeroporto Internacional de Maputo, 94 estrangeiros foram interditos de entrar no país, 81 por posse de passaporte com vistos falsos, seis por falta de clareza nos motivos de sua vinda a Moçambique, local de hospedagem e meios de subsistência e sete por falta de visto para sua permanência no território nacional. Cinquenta e sete cidadãos foram repatriados e os restantes encontram-se detidos na 18ª esquadra.
A Directora Provincial de Educação e Cultura na Província de Inhambane, Regina Langa, comentou esta segunda-feira a notícia da venda de “exames” para alunos por docentes, que está a ocorrer na cidade da Maxixe. A dirigente disse que os exames vendidos “são falsos” e os vendedores “são professores da má-fé que pretendem manchar o sector da educação”.
O CanalMoz teve acesso a suposto exame de história da 10a classe de muitos que circulam na Cidade da Maxixe. Uma cópia do referido exame é vendida por 3 mil meticais (100 dólares) a alunos que irão realizar mesmos exames.
A cópia que o CanalMoz teve acesso pela mão de um professor na Maxixe não coincide com o exame que ontem foi realizado, mas foi comprada por muitos alunos na cidade, crendo tratar-se de exame genuíno.
Tentamos confrontar a direcção de educação de Inhambane com o suposto exames, mas tanto a directora como a directora adjunta estavam fora do gabinete.
Mais tarde conseguimos entrar em contacto com Regina Langa, que disse estar na cidade de Maputo em missão de serviço, mas mostrou-se estar a par do assunto.
“Não o estou na província, mas isso que está a acontecer deve ser um grupo de professores de má-fé que andam burlar alunos em troca de dinheiro, vendendo provas falsas alegando que se trata de exames que se vão realizar. Por tratar-se de professores, os alunos não têm como desconfiar, acabando entregando dinheiro”, esclareceu Regina Langa.
Não é primeiro caso
Este não se trata do único caso do género que acontece na província de Inhambane. Nos exames extraordinários realizado nos meados deste ano também houve casos de venda de enunciados de exames.
Cerca de 10 professores afectos à maior escola da cidade da Maxixe, a Escola Secundária 29 de Setembro, estão a ser ouvidos no Gabinete Provincial do Combate à Corrupção, acusados de vender exames.
Na Escola Secundária de Homoíne, a direcção da escola também está a ser ouvida pelo gabinete provincial do combate a corrupção em Inhambane acusados de facilitar a fuga de enunciados de exames antes da data da sua realização, acto que aconteceu no ano passado.
Quatro elementos da Força de Interveção Rápida (FIR) perderam a vida na madrgada desta segunda-feira (02) no povoado de Mutholo, no posto administrativo de Namiata, no distrito de Rapale em Nampula, num confrontro com supostos homens armados da Renamo.
Informações em poder do @Verdade dão conta de que o incidente aconteceu quando um contigente da FIR se deslocou de emergência para o local com o intuito de conter os desmandos que eram protagonizados por alegados homens da Renamo naquele povoado, o que culminou com a destruição de uma escola e vandalização de um posto de saúde.
Devido a este acontecimento, os alunos do ensino primário, residentes em Mutholo, não fazeram exames de segunda época porque eles e os familiares, bem como os professores, abandonaram a zona para encontrarem abrigos seguros na cidade de Nampula e na vila sede de Namiata. Aliás, até ao princípio desta manhã, o povoado encontrava-se às moscas.
Entretanto, foi mobilizado um contigente das Forças de Defesa e Segurança para garantir ordem e tranquilidade naquele povoado. Miguel bartolomeu, porta-voz da PRM em Nampula, negou comentar este assunto, tendo prometido se pronunciar quando tiver dados para o efeito.
As regiões Centro e Sul do País continuam a ser a que maior índice de prevalência tem. A epidemia, ainda de acordo com o CNCS, tem um carácter heterogéneo em termos geográficos, sócio‐demográficos e socioeconómicos: mulheres, residentes urbanos, pessoas residindo nas regiões sul e centro são mais afectadas pelo HIV e SIDA.
A principal via de transmissão continua a ser heterossexual em cerca de 90% dos casos em adultos.
O CNCS refere que assiste-se a uma contínua fragilização das estruturas familiares, devida à pressão criada pelos cuidados e apoio que têm de ser proporcionados a um número crescente de pessoas debilitadas e/ou aos órfãos devido ao SIDA.
Número assustador de crianças órfãs
Em 2008 estimava-se que aproximadamente 463,000 crianças tinham perdido o pai, a mãe ou ambos devido ao SIDA. O número cresceu para 558,000 crianças em 2010.
Diferentes estudos apontam que a transmissão heterossexual do HIV é responsável em mais de 90% das novas infecções do HIV nos adultos.
Com base nos dados apresentados sobre a incidência e o impacto demográfico do HIV, sugere-se que os factores impulsionadores desta epidemia em Moçambique são: parcerias múltiplas e concomitantes; transmissão entre parceiros discordantes fixos; baixo e uso inconsistente do preservativo; baixo nível de circuncisão nas províncias do Centro e Sul do país; alta mobilidade e migração da população por trabalho, comércio e meios de subsistência; trabalhadores/as de sexo; comportamento de alto risco entre homens que tem sexo com outros homens e utilizadores de drogas intravenosas; aspectos estruturais da sociedade como iniquidade de género, violência e abuso sexual (direitos humanos), e aspectos culturais e tradicionais.
Fim de Sida até 2030
Enquanto isso, o director do programa de Sida da ONU prevê fim da epidemia em 2030. Numa perspectiva pessoal, o responsável acha que 2030 é um alvo razoável para pensar sobre o fim da epidemia.
Considera que a experiência histórica, o tempo que levou a expansão dos tratamentos dá um bom parâmetro para pensar que, talvez, 15 anos seja um tempo razoável para o fim da epidemia.
Por outro lado, o director Loures, acredita que até 2015 será possível eliminar globalmente a transmissão vertical do vírus, ou seja, de mãe para filho.
Disse que existem casos a acontecer ainda no continente africano, sendo que é quase virtual a transmissão mãe filho fora da África, defendendo por isso que a epidemia pode ser terminada nos próximos dois a três anos.
Preocupação com os homossexuais
Actualmente, de acordo com o director, a maior epidemia ocorre entre homossexuais do sexo masculino. A transmissão nesse grupo cresce em países do Hemisfério Norte, como os Estados Unidos e a Rússia; tendo estado a aumentar também na Europa, na África, na Ásia, e em alguns países do Hemisfério Sul.
Referiu que no seu ponto de vista a epidemia entre homossexuais masculinos, é a única epidemia verdadeiramente global que “nós temos hoje, entre as muitas epidemias de sida”.
Disse que o risco de um homossexual jovem adquirir HIV hoje numa capital europeia é igual ao risco para adquirir HIV de um jovem a crescer na África do Sul, que tem a maior epidemia do mundo.
Redução de mortes por SIDA
Segundo dados apresentados por Loures, em 2011 foram registadas 500 mil mortes causadas por sida a menos do que em 2005. As maiores quedas ocorreram nos países da África Subsaariana.
A redução da mortalidade maternal, bem como de infecções transmissíveis de mãe para filho no contexto dos esforços de contenção do alastramento e consequências do HIV e SIDA no tecido social continuam como uma acção das mais enérgicas e prioritárias nas estratégias de combate a doença. Por conseguinte, o Lema Zero Novas Infecções, Zero Discriminação e Zero Mortes por HIV e SIDA que os Governos rubricaram quando da Reunião de Alto Nível na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, continua inabalavelmente a ser actual, inspirando as respostas nacionais em todos os países, rumo à redução e alcance das Metas e Objectivos de Desenvolvimento do Milénio traçados para 2015.
A fronteira de Ressano Garcia entre Moçambique e África do Sul está aberta 24 horas por dia desde a última quinta-feira. Esta medida surge para facilitar o trânsito de pessoas, bens e de mercadorias durante a quadra festiva.
Para o efeito, quadros seniores das alfândegas, polícia e migração reuniram-se esta sexta-feira com as autoridades sul-africanas para traçar estratégias com vista melhorar o movimento fronteiriço. Um processo que nos anos passados foi caracterizado por longas filas e morosidade no atendimento.
Para o presente ano, durante a operação denominada “sossego”, vai ser implantado um posto único para o atendimento de mineiros e condutores de viaturas pesadas de mercadorias e de carga, para além de um ponto de passagem de pedestres.
De de referir que nas restantes épocas do ano o posto fronteiriço de Ressano Garcia funcionava das 06h00 às 22h00.
LAM asseguram que vão indemnizar famílias das vítimas do acidente aéreo. O seguro da companhia cobre também a recuperação da aeronave
Os restos mortais das 33 vítimas do fatídico voo TM – 470 que fazia a ligação Maputo – Luanda já foram transportados do local do acidente para a capital da Namíbia, Whindoek, confirmou ontem o ministro dos Transportes e Comunicações, Gabriel Muthisse. A fase a seguir consiste na identificação dos restos mortais das vítimas.
Foto tirada a 30 de Novembro no Parque Nacional de Bwabwata no nordeste da Namíbia.
O ministro confirmou também que já foram localizadas as caixas negras da aeronave das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), que caiu sexta-feira numa floresta em Namíbia, perto da fronteira com Angola. As investigações das causas da queda do embraer 190 serão lideradas pela Namíbia, na qualidade de Estado onde ocorreu o acidente, conforme mandam as normas internacionais de aviação civil.
Participam das investigações autoridades aeronáuticas de Moçambique, Angola, Brasil e o Departamento de Segurança de Transportes dos Estados Unidos da América.
O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, disse hoje, em Maputo, que já foram localizados os corpos das vítimas do acidente de aviação havido sexta-feira na Namíbia, envolvendo uma aeronave das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).
O avião Embraer 190, fabrico brasileiro, caiu na tarde de sexta-feira ultima, após partir de Maputo as 11.26 horas com chegada a Luanda prevista para 14.00 horas locais. O aparelho despenhou-se no Parque Nacional de Bwabwata, norte da Namíbia, antes de chegar ao destino.
O acidente foi confirmado este sábado, após a localização dos destroços do aparelho em Bwabwata. Todos os 33 ocupantes da aeronave, 27 passageiros e seis membros da tripulação, morreram no acidente.
Em declarações feitas à nação, o Presidente da República disse ter falado hoje com o seu homologo namibiano, Hifikepunye Pohamba, de quem terá recebido detalhes sobre o acidente. “Nesta comunicação, informou-me sobre a localização dos restos mortais dos passageiros e tripulantes da aeronave acidentada”, disse Guebuza.
Com baixa participação de eleitores, cerca de 20% apenas terão ido votar, o Movimento Demovrático de Moçambique (MDM) deverá vencer as eleições autárquicas para a escolha do novo edil assim como dos deputados da Assembleia Municipal de Nampula.
As contagens paralelas baseadas em editais afixados nas portas das assembleias do voto sugerem 54% para Mahamuno Amurane, de MDM e 40% para Adolfo Absalão Siueia, da Frelimo.
Os restantes 6% serão divididos entre Mário Albino, de ASSEMONA, e Filomena Mutoropa, de PAHUMO, esta última seu nome não constava dos boletins de voto de 20 de Novembro, fazendo com que esta eleição adiada e repetida ontem.
O Reino da Suécia disponibilizou 3.8 milhões de dólares, equivalente a aproximadamente 120 milhões de meticais, à Autoridade Tributária de Moçambique (AT). O valor visa “aumentar a estabilidade institucional da Autoridade Tributária, através do desenvolvimento da capacidade analítica, educação cívica e auditorias fiscais”, bem como “contribuir para o aumento da transparência nas cobranças e regulamentos fiscais.”
“Estamos esperançosos que este apoio resulte na redução da dependência externa, promovendo um ambiente favorável ao crescimento e boa governação”, afirmou a embaixadora da Suécia em Moçambique, Ulla Andrén.
O valor é fruto de um acordo rubricado recentemente em Maputo, entre Ulla Andrén e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Henrique Banze.
Moçambique tem uma base tributária estreita, pois existem poucos contribuintes. Pesquisas internacionais indicam que o interesse dos cidadãos pela responsabilidade democrática aumenta quando a base tributária é alargada e as contribuições fiscais são traduzidas em serviços.
Para que tal suceda, exige-se da AT “modernização e especialização em sua auditoria e medidas de aplicação”, assim como o “cumprimento voluntário das obrigações fiscais.”
Para os desafios que se impõem à AT, a Embaixada da Suécia reitera o seu apoio.
Nos últimos anos, a cobrança de receitas fiscais face ao Produto Interno Bruto (PIB) registou um aumento de 15,9 por cento em 2007 para 23 por cento em 2012.
Na noite de 17 de Maio de 2011, Action Nigga, músico angolano e uma das vítimas do voo TM 470 que despenhou na última sexta-feira, partilhou um status, na sua conta do Facebook, uma provável queda de avião que o levaria.
Naquela época foi considerado normal, mas hoje para muitos é uma previsão “estranha” do futuro.
O cantor escreveu que se o avião caísse amanhã (dia seguinte a 17 de Maio de 2011), saibam que ele (Action) tentou ser um bom homem: companheiro, irmão e amigo; e não se arrepende disso.
Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013, dois anos depois o avião caiu com Action Nigga e juntamente com mais 32 pessoas.
Eis a actualização de Action Nigga depois de um espectáculo: “…Se o avião cair amanhã saibam que eu tentei ser um bom homem: companheiro, irmão e amigo; e não me arrependo disso! Que Deus vos abençoe sempre”. Naquela época o post não foi considerado estranho, mas hoje é visto com outros olhos. É caso para dizer que Action Nigga sabia que um dia o avião iria cair com ele a bordo.
Um total de 11 alunos e igual número de professores, provenientes de todas as províncias do País, incluindo individualidades, foram distinguidos, no decurso da VI Gala Nacional de Educação, ocorrida quinta-feira última, em Maputo, por se terem destacado na realização das suas tarefas ao longo de 2013.
Para além de certificados de mérito, os galardoados repartiram entre si diversos e valiosos prémios, nomeadamente uma viatura zero quilómetro, motorizadas, bicicletas, bolsas de estudo, entre outros.
No evento organizado pela CADE-Comunidade Académica para o Desenvolvimento e o Ministério da Educação, foi ainda distinguida a jornalista do matutino Notícias, Anabela Massingue, vencedora do “Prémio Melhor Reportagem Jornalística sobre Educação”, para imprensa escrita, no valor de 75 mil meticais.
A CADE homenageou igualmente instituições e empresas que se destacaram pelo seu contributo na luta pelo desenvolvimento da educação em Moçambique, ao longo de 2013, dos quais se destaca o Standard Bank, mcel, Petromoc, entre outros parceiros.
Durante o fim de semana foi circulando na cidade da Maxixe (Inhambane) aquilo que segundo docentes daquela escola, será o exame da 2ª Época de História da 10ª classe a ser realizado hoje, à tarde. O “exame” era vendido pelos professores a muitos alunos externos e internos antes de ser realizado hoje (segunda-feira), à tarde. O Canalmoz obteve uma cópia do suposto exame que publica aqui para que caso seja efectivamente o verdadeiro exame, as autoridades de educação tomem as devidas medidas, que passam pela sua anulação.
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2a época de História
1. Para a reconstituição do passado, o historiador serve-se de fontes históricas.
a) transcreva para a sua folha e exame a operação que revela a importância das fontes históricas.
A) Ajudam a perceber o presente das ciências da natureza e exame;
Ajudam a compreender o passado e perspectivar o futuro dos Homens;
C) Serve de intermediário entre os sacerdotes do oriente e o historiador;
D) Servem de intermediário entre os imperadores antigos e o historiador.
b) Que tipo de fontes de história predominam em África?
2. Nas vésperas da I-G-M devido a política “de alianças militares” o continente Europeu viveu um clima e paz armada.
a) Justifica a expressão sublinhada com duas alianças constituídas.
b) Mencione 3 consequências desta guerra para a Europa.
– A Europa ficou profundamente devastada pela guerra;
– Numerosas mortes;
– A crise que se instalou depois da guerra fez se sentir em várias esferas da vida.
3. O grupo dos países do terceiro mundo surge como terceira força no âmbito da guerra fria.
Que opção revela a principal característica destes países.
A) Alto índice de pobreza e dependência;
Exportadores de capitais acumulados;
C) Importadores de matéria prima;
D) Muitos riscos e com economias estáveis.
4. No fim da I-G-M desenvolveram-se em alguns países da Europa regimes totalitaristas.
a) Como se chamaram os regimes totalitristas que surgiram na:
A) Alemanha;
Itália- Auto democrático e autocomunistas.
b) Apresente duas causas que levaram a implantação destes regimes;
5. A II Guerra Mundial teve consequências desastrosas para a humanidade.
a) Localize no tempo e espaço este conflito;
b) Mencione dois objectivos da criação da ONU;
6. Com o tráfico de escravos, o nosso continente foi despojado de milhões de pessoas indispensáveis à produção, o que enfraqueceu a capacidade produtiva.
a) Mencione dois produtos que Africa recebia em troca;
b) Justifique a afirmação com duas consequências do tráfico de escravos para Moçambique.
7. A 18 de Março de 1871, triunfou em Paris e por um período de 72 dias (…) a primeira revolução proletária do mundo.
a) Como ficou conhecida esta primeira revolução proletária do mundo?
8. “O Egipto foi uma civilização situada no nordeste de África e seria um deserto se não fosse a existência do rio Nilo”.
a) Comenta a afirmação;
b) Porque o Faraó era considerado monarca com poderes absolutos?
c) Quais foram as grandes inovações técnicas par melhorar o aproveitamento das margens do rio Nilo.
A militante do Partido Frelimo, Yolanda Dambi, fazendo-se passar por jornalista da Rádio Índico, acaba de ser o centro de um incidente grave durante o processo de votação para eleição do presidente da edilidade e da respectiva assembleia municipal, na Escola Primária Completa de Mutauanha, em Nampula. Eleitores do bairro com o mesmo nome, que mantinham um cerrado controlo àquele aglomerado de assembleias de voto, desconfiaram de que ela era portadora de “votos falsos” na viatura que conduzia, um ligeiro Toyota Rav4 com a chapa de matrícula MMS-83-82. Em consequência impediram-na de sair do local enquanto a viatura não fosse revistada.
Yolanda estava acompanhada de outros cidadãos não identificados que entretanto se puseram em fuga.
Yolanda Dambi foi forçada a abandonar a viatura e levada para uma zona segura dentro do perímetro da Escola Primária Completa de Mutauanha. Ficou mais de uma hora protegida pela Policia de Protecção enquanto os eleitores insistiam que queriam que fosse revistado o interior da viatura.
A Policia assegurou que a viatura ficasse fechada e trancada enquanto o problema era analisado.
Yolanda Dambi, ainda dentro do recinto da escola disse à nossa Reportagem que era jornalista da Rádio Índico. A Rádio Índico é uma estação emissora do partido Frelimo.
Cerca de hora e meia depois a polícia aproximou-se da viatura de Yolanda e abriu a porta do lado do condutor tendo-se ouvido de imediato manifestações efusivas de alegria dos presentes, por se ter constatado que debaixo do banco estavam realmente “votos falsos”. Esses tais “votos”, no entanto, não foram retirados e a policia voltou a fechar a porta.
Depois disso começaram a juntar-se no local mais efectivos de policia, sem que no entanto tenha havido qualquer distúrbio que o justificasse.
Não tendo sido disparados tiros, nem tendo havido qualquer excesso de zelo por parte da Policia, acabaria, no entanto, por suceder o que menos se podia esperar. Yolanda Dambi meteu-se no carro e fugiu. Foi seguida por cidadãos enfurecidos e também, logo a seguir, por uma viatura de patrulha da PRM. Meteu-se num beco sem saída e voltou a ser cercada pelos eleitores indignados, que no entanto não a agredirem nem molestaram a viatura. Passados alguns minutos, a viatura de Yolanda Dambi aparece conduzida já por um agente da Policia, em alta velocidade, seguida pela viatura de patrulha e desapareceu sob alegação que iria para a Primeira Esquadra ou Comando Provincial da PRM.
A nossa Reportagem foi a ambos os locais indicados pela Polcia e a viatura de Yolanda não se encontrava em qualquer deles. Andou não se sabe por onde.
Mais de uma hora depois apareceram, finalmente, ela na Primeira Esquadra, e a viatura Toyota Rav4, com a matrícula MMS-83-82, no Comando Provincial da PRM.
Na Primeira Esquadra Yolanda Dambi ouvida pelo Canalmoz. Negou as acusações que pesam sobre ela.
Miguel Bartolomeu, porta-voz do Comando Provincial da PRM em Nampula, não confirmou nem negou a existência dos tais papéis de votos no carro de Yolanda Dambi. Adiantou apenas que “uma equipa multissectorial está a ser constituída para apurar a veracidade dos factos”.
No local da ocorrência estavam presentes vários observadores nacionais e internacionais que acompanharam tudo e até filmaram e fotografaram.
Na escola, os cidadãos que acusaram Yolanda Dambi acusavam também a Policia de ser cúmplice e conivente com o partido Frelimo.
Enquanto o episódio em torno de Yolanda se desenrolava nas assembleias de voto da Escola Primária Completa de Mutauanha, a votação prosseguiu sem sobressaltos.
Ao ouvirmos Yolanda Dambi ainda na escola solicitamos-lhe que se quisesse nos mostrasse o crachá de IMPRENSA emitido pelo STAE. Disse-nos que na fuga o tinha perdido.
O governo moçambicano confirmou esta tarde o despenhamento do voo das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) numa zona remota na fronteira entre o Botswana e a Namíbia.
Todos os 27 passageiros e seis tripulantes perderam a vida, segundo informações concedidas ao governo moçambicano pelas autoridades da Namíbia.
O ministro dos Transportes e Comunicações, Gabriel Muthisse, que deu a informação, revelou que já foi criada uma comissão de inquérito, envolvendo a Namíbia, Moçambique e o Brasil no entanto que país fabricante do avião de marca embraer.
A comissão de inquérito deverá apresentar as primeiras informações dentro de 30 dias, sendo que os trabalhos de investigação serão dirigidos pela Namíbia.
As regras internacionais de aviação civil indicam que o país onde ocorre o acidente deve encabeçar a comissão de inquérito.
A acentuada desvalorização dos trabalhos dos artistas, no distrito de Namaacha, na província de Maputo, está a preocupar aquela classe social que se sente excluída dos planos do desenvolvimento do governo moçambicano.
A primeira impressão que fica quando um grupo de artistas decide falar sobre os seus sentimentos em relação às pessoas a quem o povo delegou para o governar – e no exemplo do distrito de Namaacha – é a de que, naquela parcela do país, o sentido de fazedor de arte está longe de significar liberdade de expressão e de pensamento.
À partida, nem há grande novidade na situação que origina a sua reclamação. Governantes que não valorizam os seus governados são muitos neste país. Mas os artistas de Namaacha, depois de nos terem revelado que as autoridades governamentais locais nada fazem a fim de que a classe ganhe alguma visibilidade, melhorando as suas vidas, simplesmente, optaram por solicitar o seu anonimato. Dizem que podem ser vítimas de represálias.
O problema, porém, é que falta-lhes tudo – material para trabalhar, espaços para realizar as actividades, e qualquer outro tipo de incentivo – para que a produção artística possa acontecer e consumida.
Em resultado disso, em Namaacha, os fazedores das artes – em quase todas as áreas – sentem- -se como se fossem meros objectos de decoração nas mãos da administração local que os utiliza sempre que as circunstâncias demandarem. Por exemplo, em resultado disso, por lá, para acontecerem, as actuações dos artistas ainda estão condicionadas, em grande medida, às visitas esporádicas dos membros do governo.
O outro movimento que lhes safa da inércia – mas que ocorre abundantemente nos finais do ano – é a presença de turistas. Posto isso, nenhuma dinâmica artística e cultural se verifica. Pelo que se reporta, grosso modo, os obstáculos que existem face ao desenvolvimento das artes em Namaacha têm a ver com o reconhecimento da importância da arte na socialização e desenvolvimento humano que, consequentemente, gera impactos negativos na consciência sobre a necessidade de haver a prática de mecenato.
Na tentativa de agir contra a situação, os artistas criaram um núcleo local, instrumento a partir do qual se propõem trabalhar colectivamente para a elevação da classe. O drama é que a falta de financiamento – um problema cuja solução não está à vista – continua a dificultar os criadores quanto à continuação da materialização das iniciativas planeadas.
Assim os artistas sentem-se duplamente abandonados: “O que acontece aqui é que cada artista tenta fazer de tudo para que o seu trabalho seja reconhecido, mas em contrapartida os nossos chefes fecham-nos as portas, ao mesmo tempo que nos exploram. Quando procuramos patrocínio, dizem que nunca viram o nosso trabalho”.
A questão que eles apresentam é a seguinte: “Como é que podemos trabalhar sem ter dinheiro para comprar o material, muito em particular, quando se sabe que todos os recursos estão na cidade de Maputo?”
Os fazedores das artes, em Namaacha, lamentam o facto de a administração local tê-los em conta, única e exclusivamente, quando recebe visitas de personalidades do governo central. O pior é que, muitas vezes, segundo narram, a administração local leva os seus objectos artísticos para oferecê-los aos seus hóspedes. O drama é que nunca lhes paga o valor da compra.
Os artistas falam sobre a existência de práticas de intimidação – perpetradas por entidades governamentais – que além de os desgastar só desvirtuam o valor e o sentido que há em ser artista na sociedade.
De uma forma geral, os fazedores de arte consideram que é falso afirmar que aquela classe é improdutiva. Para si, o problema é que os políticos estão muito compenetrados em politiquices e nunca apostam nas artes e na cultura como factores de desenvolvimento.
Uma idosa cujo nome não conseguimos apurar, foi violentamente agredida na noite de terça-feira, no bairro da Polana-Caniço “B”, pelos seus vizinhos, por suspeita de feitiçaria.
A idosa viria a ser salva por pessoas de boa-fé que a levaram ao posto policial do bairro Ferroviário onde foi acolhida para averiguações. Contam os vizinhos que tudo tem a ver com o sistemático e misterioso desaparecimento de bens diversos incluindo comida confeccionada.
Fazer justiça pelas próprias mãos foi a forma que os vizinhos encontraram para desvendar o mistério apesar de faltarem provas que permitissem acusar a idosa. As suspeitas resultam do facto de a idosa convidar crianças para sua casa onde alegadamente lhes proporcionava supostos banquetes.
UMA comissão da Assembleia-Geral da ONU adoptou, na quarta-feira à noite, uma resolução histórica em defesa dos direitos das mulheres, apesar de uma forte campanha contra o texto.
De acordo com a agência Lusa, para conseguir uma aprovação por consenso, os promotores da resolução, liderados pela Noruega, foram obrigados a retirar um parágrafo que condenava “todas as formas de violência contra as mulheres”.
Países africanos, Vaticano, Irão, Rússia, China e Estados muçulmanos conservadores procuraram enfraquecer a resolução, adoptada pela Comissão dos Direitos Humanos da Assembleia-Geral, disseram à Lusa, diplomatas e militantes, que assistiram aos debates.
A campanha para os defensores dos direitos das mulheres beneficiou, nos últimos meses, do “efeito” Malala Yousafzai, a adolescente paquistanesa ferida pelos talibãs por ter defendido o direito à educação para as mulheres, e de Denis Mukwenge, médico da RD Congo obrigado a exilar-se pelo trabalho de ajuda às vítimas de violação.
Os dois foram candidatos ao Prémio Nobel da Paz este ano.
A resolução apela a todos os Estados para que condenem publicamente a violência contra os defensores dos direitos das mulheres, para que modifiquem a legislação que os impede de actuar e para que facilitem aos militantes um acesso gratuito aos organismos da ONU.
“A comunidade internacional enviou uma mensagem clara. É inaceitável criminalizar, estigmatizar ou restringir os direitos dos defensores dos direitos das mulheres”, declarou Geir Sjoberg, líder dos negociadores do Governo norueguês sobre a resolução.
O texto deu origem a duras negociações. Os países africanos insistiram no respeito dos costumes e tradições, enquanto a Rússia, o Irão e a China exigiram que os defensores dos direitos para respeitar as leis de cada país, segundo fontes diplomáticas e militantes.
Mais de 30 países europeus, entre os quais o Reino Unido, a França e a Alemanha, retiraram-se enquanto co-autores da resolução, em protesto por esta concessão.
O Vaticano liderou os opositores às referências, neste projecto, em defesa dos militantes nos domínios da sexualidade, procriação e igualdade dos sexos, disseram observadores.
Os prémios Nobel e anciãos (“Elders”), um grupo de antigos chefes de Estado como o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter e o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan apoiaram a resolução.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca, na noite deste sábado,...
O Banco Mundial delineou uma nova estratégia para Moçambique, centrando-se na criação de emprego como uma das suas principais prioridades. O enfoque recai sobre...
Hoje, o Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, inicia uma visita oficial à Etiópia, em resposta a um convite do Primeiro-Ministro etíope, Abiy...