O Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou hoje que o Irão violou de forma completa o cessar-fogo acordado entre os dois países, ao lançar mísseis logo após a implementação da trégua.
Katz informou que deu ordens às Forças Armadas israelitas para retomarem os ataques contra alvos paramilitares e governamentais iranianos.
As autoridades israelitas relataram a identificação de mísseis lançados do território iraniano rumo ao espaço aéreo de Israel, ocorrendo menos de três horas após a entrada em vigor do cessar-fogo, o que provocou o alerta das sirenes no norte do país.
A tensão entre Israel e Irã manteve-se elevada com uma série de ataques recíprocos, desmentindo o cessar-fogo que havia sido anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A confirmação da continuidade das hostilidades vem na sequência de um comunicado feito por Trump, que propôs a interrupção dos combates em uma publicação na rede social Truth Social.
Segundo informações, o anúncio feito pelo presidente norte-americano previa um intervalo de seis horas para que os ataques cessassem, com um esquema alternado de 12 horas sem ofensivas a ser implementado por cada uma das partes envolvidas. Não obstante, o dia foi marcado por novos confrontos, com Israel reportando pelo menos três mortes em seu território, atribuídas à ofensiva iraniana.
Os ataques israelenses, que visaram diversas áreas da capital iraniana, Teerã, resultaram também em danos significativos na área residencial de Hatikva, no sudoeste de Tel Aviv, com destruição de estruturas e danificações em vários apartamentos. Antes dos ataques, o exército israelense havia emitido avisos para a população, recomendando que procurassem abrigo em várias zonas da capital iraniana.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, contestou a existência de qualquer acordo de cessar-fogo e reiterou a determinação de seu país em retaliar Israel por suas acções. Ele elogiou as Forças Armadas iranianas, afirmando que continuariam a responder a qualquer agressão até o último minuto.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou-se sobre o recente ataque do Irão a uma base militar norte-americana localizada no Qatar, considerando-o “muito fraco”.
Em uma declaração feita ontem, Trump agradeceu ao Irão pelo aviso prévio que recebeu sobre o ataque, o que, segundo ele, permitiu evitar possíveis consequências mais graves.
Paralelamente, Trump anunciou que o Irão e Israel chegaram a um acordo de cessar-fogo que entraria em vigor a partir de hoje. No entanto, esta informação foi prontamente desmentida pelas autoridades iranianas, que não reconheceram qualquer acordo nesse sentido.
A escalada do conflito iniciou a 13 de Junho, quando Israel lançou um ataque a Teerão, com o intuito de destruir instalações nucleares e militares do país. Em resposta, o Irão contra-atacou, alvejando Tel-Aviv, a capital israelita.
No último domingo (22), a intervenção dos EUA na situação tornou-se evidente, com um novo ataque dirigido ao Irão, com objectivos semelhantes aos de Israel, focando na desarticulação do programa nuclear iraniano.
O Irão confirmou o lançamento de mísseis dirigidos à base americana de Al-Udeid, localizada no Qatar.
A operação, designada como “Proclamação da Vitória”, foi noticiada pela agência estatal iraniana Tasnim, que afirmou que o Corpo de Guardas da Revolução executou o ataque em resposta à alegada “agressão militar do regime criminoso dos Estados Unidos da América”.
Em consequência das ameaças iranianas, o Governo do Qatar anunciou o encerramento temporário do seu espaço aéreo, uma medida de precaução face à escalada das tensões na região. O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar declarou que a suspensão do tráfego aéreo se insere num conjunto de medidas preventivas, em resposta aos últimos desenvolvimentos.
O comunicado oficial não fez referências explícitas aos recentes confrontos entre Israel e o Irão, nem à antecipada retaliação iraniana aos bombardeamentos americanos realizados no território da República Islâmica.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Community Engagement Senior Officer. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor Provincial de Programas. Saiba mais.
A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Oficial Provincial de Redução de Riscos e Desastres. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Construção. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista e Digitador de Dados-Gestão de Casos. Saiba mais.
A Rigor Outsourcing, Lda., empresa moçambicana especializada em Consultoria Financeira, Auditoria e Recursos Humanos, está a recrutar um (1) Profissional Sénior de Administração e Gestão. Saiba mais.
A capital marroquina, Rabat, foi palco de uma manifestação massiva, onde milhares de cidadãos expressaram solidariedade ao povo palestiniano da Faixa de Gaza e protestaram contra os ataques militares de Israel e dos Estados Unidos ao Irão.
O evento foi organizado pelo Grupo de Ação Nacional pela Palestina, reunindo principalmente simpatizantes de movimentos islamistas e de esquerda, conforme noticiado pela agência EFE.
Os manifestantes, munidos de cartazes e entoando palavras de ordem, demonstraram apoio à resistência armada palestiniana, denunciando a morte de civis em Gaza e os recentes bombardeamentos às instalações nucleares iranianas. A marcha iniciou na histórica praça Bab el Had e culminou em frente ao Parlamento marroquino, onde se ouviram frases como “a resistência não se humilha, de Rabat a Teerão” e “Irão resiste, os reaccionários negoceiam”, referindo-se aos países árabes que normalizaram relações com Israel.
No final da manifestação, o dirigente Abdelhafid Eseriti leu um comunicado que reafirmou o apoio “incondicional” ao povo palestiniano, destacando que este enfrenta “uma guerra dupla, o extermínio e a fome”. O texto também expressou solidariedade com a “resistência” iraniana, caracterizando a situação como uma “agressão sionista apoiada pelos Estados Unidos”.
A escalada de tensões foi acentuada na madrugada de domingo, quando o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que três instalações nucleares iranianas foram atacadas com sucesso, marcando os primeiros bombardeamentos norte-americanos no actual contexto de conflito entre Israel e o Irão.
A província de Cabo Delgado enfrenta uma grave crise educacional, com mais de 110 escolas encerradas devido a ataques perpetrados por grupos terroristas e calamidades naturais.
O alerta foi emitido pelo gabinete do governador Álvaro Gonçalves, que enfatizou a necessidade urgente de assegurar um ambiente seguro para o regresso das crianças às aulas.
Durante uma recente reunião de planificação do sector da educação, o governador destacou que a violência armada tem impactado significativamente o acesso à educação na região. Segundo Gonçalves, os distritos de Macomia e Quissanga são os mais afectados, com 35 e 30 escolas, respectivamente, a permanecerem fechadas por receio de novos ataques.
“Devido aos ataques terroristas, 117 escolas mantêm-se encerradas, sendo os distritos de Macomia e Quissanga os que apresentam o maior número de escolas encerradas”, informou o governador.
Além da insegurança provocada pelo terrorismo, as calamidades naturais também têm contribuído para o encerramento de estabelecimentos de ensino em oito distritos da província. As consequências do ciclone Chido foram devastadoras, com mais de 1.419 salas de aula praticamente destruídas.
“Os distritos de Mecufi, Pemba, Metuge, Chiure, Ancuabe, Namuno, Balama e Montepuez foram severamente atingidos pelo ciclone. Para dar resposta a esta situação, construímos e reabilitamos, juntamente com os nossos parceiros, até à data, 294 salas de aulas”, acrescentou Gonçalves.
Um grave incidente de crime florestal ocorreu na província de Tete, onde caçadores furtivos abateram setenta elefantes nas áreas designadas para a conservação da vida selvagem.
Este acto representa um duro golpe para a biodiversidade local e levanta preocupações sobre a segurança das espécies em risco.
As autoridades, em resposta a este crime, efectuaram a detenção de duas pessoas suspeitas de estarem envolvidas na prática ilegal de caça.
As investigações continuam, com o intuito de identificar outros possíveis cúmplices e desmantelar redes de caça furtiva que ameaçam a fauna da região.
Um homem de 37 anos foi detido após empurrar uma mulher de uma altura aproximada de sete metros num terminal de autocarros na capital espanhola.
O incidente resultou em ferimentos graves para a vítima, que foi rapidamente transportada para o hospital.
As autoridades esclareceram que o suspeito, de origem magrebina, não tinha qualquer relação com a mulher, levantando preocupações sobre a motivação por trás do ataque. A polícia está a investigar as circunstâncias que levaram a este ato de violência, que chocou a comunidade local.
O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irão, expressou uma ameaça contundente a Israel através das redes sociais. A sua declaração surge na sequência de um ataque aéreo dos Estados Unidos que visou três instalações de enriquecimento de urânio no país persa.
Na sua publicação, Khamenei descreveu o que considerou um “grande erro” e um “grande crime” cometido pelo “inimigo sionista”, afirmando que Israel deve ser punido. O aiatolá enfatizou que essa punição está actualmente em curso, referindo-se a operações que estariam a decorrer naquele momento.
A mensagem foi acompanhada por uma imagem controversa de uma caveira, que faz alusão à bandeira de Israel, sendo bombardeada. Este ato simboliza a posição agressiva do líder iraniano em resposta ao ataque dos EUA e à sua percepção sobre as acções israelenses.
O Centro de Democracia e Direitos Humanos (CDD), uma organização não-governamental moçambicana, expressou a sua indignação em relação à recente libertação de alguns dos condenados no caso das dívidas ocultas, um dos maiores escândalos de corrupção na história de Moçambique.
A ONG argumenta que a justiça no país está em falta, referindo que o julgamento realizado em Agosto de 2021 foi “um espectáculo montado”.
Na última quinta-feira, três condenados do caso, incluindo Gregório Leão, ex-director-geral dos serviços secretos moçambicanos, foram libertados. Também foram colocados em liberdade António Carlos do Rosário, ex-director da Inteligência Económica do SISE, e Bruno Langa, que é amigo e parceiro de negócios de Ndambi Guebuza, filho do antigo Presidente da República, Armando Guebuza. Os três cumpriam penas de 12 anos de prisão, após terem sido detidos em 2019.
Além disso, Ângela Leão, esposa do ex-director-geral, e Ndambi Guebuza foram igualmente libertados após terem sido condenados a 11 e 12 anos, respectivamente.
André Mulungo, activista do CDD, comentou sobre a situação, afirmando que o julgamento teve dois objectivos principais: mostrar à comunidade internacional que Moçambique estava comprometido com a luta contra a corrupção e permitir uma disputa interna dentro do partido Frelimo.
Atualmente, parte dos 19 arguidos condenados no caso das dívidas ocultas encontra-se em liberdade condicional, após o cumprimento de metade das suas penas.
O escândalo remonta a 2013 e 2014, quando o então ministro das Finanças, Manuel Chang, agora detido nos Estados Unidos, aprovou garantias estatais sobre empréstimos da Proindicus, Ematum e MAM, sem a autorização do parlamento. Descobertas em 2016, as dívidas foram estimadas em cerca de 2,7 mil milhões de dólares, segundo dados do Ministério Público moçambicano.
Na praia de Maverano, situada na sede do distrito de Pebane, na província da Zambézia, foi encontrado um tubarão morto contendo órgãos humanos.
O incidente ocorreu na última sexta-feira (20) e foi confirmado por Eliseu Cumbane, delegado do Instituto Nacional do Mar (INAMAR) em Pebane.
De acordo com informações recolhidas pela Rádio Moçambique (RM), Cumbane suspeita que o tubarão possa ter atacado um pescador em alto mar antes de ser arrastado pelas águas até à margem. Durante uma operação realizada por uma equipa multissectorial, o animal foi aberto, revelando a presença de um pé humano no seu interior, além de um anzol.
A Agência Italiana de Cooperação para o Desenvolvimento (AICS) formalizou, na passada semana, um acordo em Maputo com o objectivo de promover o desenvolvimento do sector privado na província de Cabo Delgado, localizada no norte de Moçambique.
Este acordo estabelece o lançamento de dois projectos destinados a fomentar um desenvolvimento sustentável, inclusivo e resiliente na economia azul, particularmente no distrito do Ibo, uma área estratégica marcada por numerosos desafios ambientais, socioeconómicos e humanitários.
Um dos projectos mais destacados implementados pela AICS é o “Desenvolvimento Sustentável e Integrado dos Recursos Marinhos e Costeiros”, cuja aprovação ocorreu em 2024, com um orçamento de 3,5 milhões de euros. Este projecto será complementado pela colaboração com a multinacional italiana Eni, que procura valorizar o património natural e cultural da região através da criação de um Ecomuseu e do lançamento de campanhas de sensibilização ambiental destinadas às comunidades locais.
Durante a cerimónia de assinatura do acordo, o director da AICS em Maputo, Paolo Sertoli, enfatizou o empenho da Agência Italiana em intensificar a sua colaboração com os sectores privados de Itália e Moçambique, destacando a busca por soluções inovadoras e sustentáveis, além da valorização do know-how empresarial e do conceito “Made in Italy”.
“O percurso de colaboração entre a AICS e a Eni em Moçambique é já consolidado, pautado por reuniões regulares onde trabalhamos em conjunto para promover o desenvolvimento sustentável do país e definir prioridades comuns”, assinalou Sertoli.
Segundo o director, o acordo assinado representa um marco significativo e reforça a estrutura da parceria institucional, alinhando-se ao quadro legal italiano que estabelece as normas para a cooperação internacional no desenvolvimento e reconhece formalmente as empresas privadas como actores essenciais neste cenário.
Sertoli acrescentou que, para além da colaboração com a Eni, a AICS tem trabalhado com empresas como a Carbosink, Newster e Novamont, trazendo a excelência do empresariado italiano a iniciativas de desenvolvimento sustentável em Moçambique, assegurando a continuidade das acções em áreas como agricultura e desenvolvimento rural, educação e formação técnica e profissional, segurança alimentar e saúde comunitária.
Durante a Fête de la Musique, um festival anual de música de rua, quase 150 pessoas foram atacadas com seringas, levando à detenção de doze suspeitos pelas autoridades francesas no domingo.
Mmilhões de pessoas saíram às ruas em diversas cidades do país, incluindo Paris, onde as autoridades relataram “multidões sem precedentes”. Entretanto, antes do evento, várias mensagens circulavam nas redes sociais, incitando ataques a mulheres durante as festividades, o que alarmou as autoridades.
O Ministério do Interior informou que 145 vítimas em todo o país relataram terem sido espetadas com agulhas, com a polícia de Paris a registar 13 casos na capital.
As autoridades não confirmaram se as agulhas continham substâncias como Rohypnol ou GHB, frequentemente associadas a crimes de violação, usadas para incapacitar as vítimas.
“Algumas vítimas foram levadas para hospitais para testes toxicológicos”, declarou o ministério. Em incidentes separados em Paris, três pessoas, incluindo uma menor de 15 anos e um homem de 18 anos, foram esfaqueadas, resultando em queixas de mal-estar.
Em resposta à situação, o Ministério do Interior anunciou a detenção de 12 suspeitos, com quatro deles detidos na cidade de Angouleme, no sudoeste do país, suspeitos de terem atacado cerca de 50 vítimas. Além dos suspeitos ligados a estes ataques, mais de 370 pessoas foram detidas em toda a França durante o festival por várias infracções, incluindo cerca de 90 detenções em Paris.
Catorze participantes do festival ficaram gravemente feridos, incluindo um jovem de 17 anos, hospitalizado após ser encontrado sentado na rua com ferimentos provocados por uma faca. Treze membros das forças policiais também relataram ferimentos durante as festividades.
O exército israelita confirmou hoje a realização de bombardeamentos direccionados a “infra-estrutura militar” na cidade de Kermanshah, no oeste do Irão, situada a cerca de 80 quilómetros da fronteira com o Iraque.
A operação decorre um dia após o ataque a mais de trinta armazéns de mísseis e outros componentes de lançamento na região.
Num comunicado militar, as Forças Armadas de Israel afirmaram que a Força Aérea Israelita está a executar ataques em várias localizações de Kermanshah. Esta área é também conhecida por abrigar refinarias de petróleo, o que aumenta a relevância estratégica da operação.
No sábado, Israel já havia atacado armazéns utilizados para armazenar mísseis, numa escalada significativa de tensões na região. Horas antes dos bombardeamentos, a Força Aérea israelita interceptou um drone iraniano nas proximidades da cidade de Eilat, além de um míssil balístico que activou alarmes de segurança em diversas localidades israelitas e na Cisjordânia.
Simultaneamente, os Estados Unidos iniciaram a operação “Midnight Hammer” (Martelo da Meia-Noite), que envolve bombardeamentos aos centros nucleares iranianos em Isfahan, Natanz e Fordó. O objectivo declarado é impedir que o Irão desenvolva capacidades nucleares.
A operação, planeada durante vários meses, contou com a participação de 125 aeronaves, incluindo bombardeiros B-2, e utilizou 75 bombas e mísseis, conforme relatado pelo Pentágono.
O governo de Moçambique revelou que a implementação da Política da Estratégia de Segurança Alimentar Nutricional (PESAN III) para o período de 2024 a 2030 exigirá um investimento total de 535.220.726.423 meticais, equivalente a cerca de 8,39 mil milhões de dólares.
Durante uma apresentação em Maputo, Judite Mussacula Faria, Secretária Executiva do Secretariado Técnico e Segurança Alimentar e Nutricional (SETSAN), destacou que a PESAN III representa um marco estratégico essencial para a integração de esforços multisectoriais, com o objectivo de assegurar a segurança alimentar e nutricional em todo o país.
O documento foi elaborado mediante um extenso processo participativo, que incluiu consultas em várias esferas, desde o nível nacional até ao provincial e distrital. Faria sublinhou que a estratégia reflete o compromisso de diversos actores, incluindo sectores do governo, sociedade civil, sector privado e agências das Nações Unidas.
O montante global destinado à execução da estratégia contempla alocações significativas para diferentes sectores: 16.303.091.621 meticais para saúde e nutrição; 19.572.000.000 meticais para terra, ambiente e desenvolvimento rural; 20.500.000.000 meticais para educação e desenvolvimento; entre outros valores que somam um total de 535.230.726.423 meticais.
A política de segurança alimentar, aprovada pelo Conselho de Ministros a 13 de Agosto de 2024, tem como metas principais a redução das perdas pós-colheita, a diminuição da insegurança alimentar crónica e a prevalência da desnutrição em crianças, assim como a redução da anemia em mulheres em idade reprodutiva. Judite Mussacula Faria enfatizou o objectivo de reduzir a desnutrição crónica nas crianças a menos de 30% até 2030, bem como a meta de diminuir as perdas com colheitas para menos de 10%.
Desde a criação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, já foram instaurados 134 conselhos a nível distrital, faltando aprovar cerca de 30. A Secretária Executiva reforçou a importância de ter pontos focais em cada sector, que desempenharão um papel crucial na implementação da estratégia.
O evento contou com a presença do Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, parceiros de cooperação, agências das Nações Unidas, bem como outros convidados.
Na noite passada, um ataque aéreo da Rússia contra a Ucrânia, que envolveu o lançamento de 352 drones e 16 mísseis, resultou na morte de pelo menos sete pessoas na região de Kiev, conforme relataram a Força Aérea Ucraniana e autoridades civis locais.
Entre os mísseis utilizados, destacaram-se 11 unidades do modelo balístico Iskander-M e sua variante norte-coreana, KN-23. A defesa aérea ucraniana demonstrou uma resposta significativa ao conseguir abater 146 drones de ataque Shahed, além de neutralizar outros 193 drones através de interferência electrónica.
Em relação aos mísseis lançados, as forças ucranianas conseguiram derrubar sete mísseis balísticos e cinco mísseis de cruzeiro Iskander-M. A Força Aérea Ucraniana confirmou que ocorreram impactos directos em seis locais, enquanto fragmentos dos mísseis e drones interceptados caíram em 25 áreas adicionais da capital e seus arredores.
Na localidade de Matatara, no distrito de Rapale, província de Nampula, um homem de 29 anos foi detido por tentativa de venda do seu sobrinho, de apenas 18 anos, pelo valor de 50 mil meticais.
O incidente ocorreu no dia 11 de Junho e foi confirmado pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), que reagiu após uma denúncia anónima proveniente de membros da comunidade local.
Segundo a porta-voz do SERNIC, Enina Tsinine, o suspeito foi apanhado em flagrante durante o processo de negociação. O arguido alegou que tinha a intenção de arranjar um emprego agrícola para o sobrinho, no entanto, as investigações sugerem uma tentativa deliberada de comercialização do jovem. A denúncia inicial indicava que o homem procurava um comprador para concretizar a venda.
As autoridades continuam a realizar diligências para identificar o presumível comprador, que ainda não foi encontrado. O SERNIC classifica este caso como grave, sublinhando que existem indivíduos dispostos a explorar seres humanos, mesmo que não haja um historial conhecido de tráfico na região. O acusado permanece detido na penitenciária de Rapale.
A EMOSE (Empresa Moçambicana de Seguros) anunciou, na sua recente conferência de imprensa, que obteve um lucro impressionante de quarenta e dois milhões de meticais no último ano.
Este resultado positivo reflete não apenas o esforço da empresa em desenvolver estratégias eficazes no âmbito de seguros, mas também a confiança crescente dos moçambicanos nos seus serviços.
A direcção da EMOSE destacou que este lucro representa um crescimento significativo face ao período anterior, evidenciando a resiliência da empresa mesmo em tempos desafiantes para a economia nacional. O desempenho robusto foi impulsionado por uma diversificação dos produtos de seguros e uma gestão cuidadosa dos riscos.
Os responsáveis afirmaram estar comprometidos em reinvestir parte desse lucro no aprimoramento dos serviços prestados, com vista a oferecer soluções mais inovadoras e acessíveis à população moçambicana. Este enfoque visa não apenas reforçar a posição da EMOSE no mercado, mas também contribuir para o desenvolvimento económico do país.
A EMOSE continua a ser um pilar fundamental na promoção da cultura de seguros em Moçambique, incentivando os cidadãos a protegerem os seus bens e a assegurarem um futuro mais seguro.
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