A TWWIG Exploration and Mining Limitada deu início ao processo de compensação destinado a camponeses afectados pela exploração de grafite em Balama, Moçambique.
O programa de compensação, que se estima em cerca de um milhão e quinhentos mil dólares norte-americanos, deverá estar concluído até ao dia 30 de Junho.
O lançamento oficial deste processo ocorreu sob a supervisão do administrador do distrito, que destacou a importância de assegurar que os direitos dos camponeses sejam respeitados. Este grupo de agricultores, que há quase uma década reivindica uma justa indemnização pelas terras ocupadas pelo projecto, expressou satisfação com o início das compensações.
Os primeiros cinco camponeses a receberem a indemnização manifestaram a sua alegria, já delineando planos para o uso do montante recebido. Este movimento surge após anos de reivindicações que tiveram início em 2014, logo após a conclusão da compensação do primeiro grupo afectado pela exploração.
Uma juíza norte-americana ordenou a libertação de Kilmar Ábrego García, um cidadão salvadorenho que regressou aos Estados Unidos após ter sido deportado para El Salvador devido a um “erro” administrativo por parte das autoridades de Washington.
O indivíduo enfrenta actualmente um julgamento sob a acusação de tráfico humano.
A juíza Barbara Holmes, do estado do Tennessee, decidiu, no último domingo (22), rejeitar a moção do Governo que solicitava a detenção de Ábrego García. A magistrada afirmou que o tribunal garantirá a este cidadão o devido processo legal, conforme estipulado pela legislação.
Novas imagens, obtidas pela Prefeitura de Niterói, revelam o agravamento das condições climáticas na trilha do vulcão Rinjani, em Lombok, Indonésia, onde a brasileira Juliana Marins, de 26 anos, sofreu uma queda.
A publicitária desapareceu na última sexta-feira (20), durante uma caminhada na montanha.
Os vídeos enviados à família de Juliana mostram uma forte névoa cobrindo a área, o que dificulta a visibilidade e complica as operações de resgate. Até o momento, Juliana não foi recuperada. As imagens retractam pessoas e barracas completamente envoltas pela neblina.
Mariana Marins, irmã de Juliana, enfatizou que as informações disponíveis indicam que o local do desaparecimento é de difícil acesso, com terreno arenoso. Mariana manifestou sua preocupação em relação a relatos de um suposto resgate, afirmando que os dados sobre o fornecimento de comida e água à irmã eram falsos.
“Recebemos, com muita preocupação e apreensão, que não é verdadeira a informação de que a equipe de resgate levou comida, água e agasalho para a Juliana. A informação que temos é que até agora não conseguiram chegar até ela, pois as cordas não tinham tamanho suficiente, além da baixa visibilidade”, declarou Mariana, que se encontra no Brasil.
Moçambique marca presença na 51ª Sessão da Organização da Cooperação Islâmica, que decorre na cidade de Istambul, na Turquia. Este evento visa o reforço da cooperação bilateral entre os Estados-membros.
A delegação moçambicana é liderada pelo Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Mateus Saize. Este grupo inclui, entre outros, o Embaixador de Moçambique no Reino da Arábia Saudita, Faizal Cassamo, e Ilda Trigo Raivoso, representante permanente do país junto da Organização da Cooperação Islâmica, além de quadros do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.
Conforme indicado numa nota emitida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MINEC), a participação de Moçambique neste encontro insere-se na estratégia do governo para o desenvolvimento, tendo como objectivo principal o fortalecimento das relações de amizade com outros povos, Estados e organizações internacionais.
Adicionalmente, esta iniciativa pretende promover a implementação da agenda de desenvolvimento nacional. No decorrer da sessão, o Ministro Saize assinou, no dia 21, um comunicado conjunto que formaliza o estabelecimento de relações diplomáticas entre Moçambique e a República de Uzbequistão.
Um cidadão moçambicano, suspeito de ser o líder de uma gangue de sequestros, foi abatido em um tiroteio com a polícia no bairro de Fourways, em Joanesburgo.
A informação foi divulgada pelo porta-voz da polícia sul-africana, Brig. Athlenda Mathe, através do jornal “News 24”.
As investigações da equipe anti-sequestro da polícia haviam sido iniciadas após o rapto de um cidadão paquistanês, cuja identidade não foi revelada, ainda sob a tutela da gangue. Este empresário é fornecedor atacadista para diversas lojas na província sul-africana de Gauteng, tendo a família do sequestro recebido um pedido de resgate de 27 milhões de rands, aproximadamente 1.5 milhões de dólares.
A polícia seguiu os rastros dos sequestradores até um complexo residencial em Midrand, onde conseguiu prender dois suspeitos e apreender dois veículos, um Mercedes Benz e um Pajero. A perseguição prosseguiu até Fourways, onde, diante da resistência, os agentes de segurança abateram o indivíduo que acreditavam ser o líder da gangue, identificado como Mauro Mucambe Junior, de 40 anos.
Mathe confirmou que Mauro Mucambe Junior era um dos principais responsáveis por sequestros em Moçambique, com um mandado de captura emitido em Maputo em Agosto de 2024. Na operação, a polícia recuperou uma arma de fogo dotada de munições, quatro telemóveis e quatro cartões bancários.
As autoridades afirmaram ter total confiança no trabalho da equipe anti-sequestro para resgatar o empresário em cativeiro.
Desde Janeiro do ano passado, foram realizadas mais de 170 detenções relacionadas a sequestros, com a recuperação de mais de 1.2 milhões de rands e a libertação de mais de 100 vítimas, principalmente em Gauteng. Mais de 40 veículos utilizados em crimes de sequestro também foram apreendidos pela equipa.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Community Engagement Senior Officer. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor Provincial de Programas. Saiba mais.
A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Oficial Provincial de Redução de Riscos e Desastres. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Construção. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista e Digitador de Dados-Gestão de Casos. Saiba mais.
A Rigor Outsourcing, Lda., empresa moçambicana especializada em Consultoria Financeira, Auditoria e Recursos Humanos, está a recrutar um (1) Profissional Sénior de Administração e Gestão. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor Provincial de Programas. Saiba mais.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Maputo deteve dois indivíduos com idades de 17 e 18 anos, acusados de vandalizar oito viaturas na estrada circular no último fim-de-semana, nas proximidades da terceira rotunda.
Este ato de vandalismo chocou automobilistas e moradores da área, que foram surpreendidos pela ação dos malfeitores na noite de sábado.
Após os incidentes, a PRM iniciou uma investigação que levou à prisão dos dois jovens, os quais confessaram a prática do crime, alegando que o consumo de álcool foi um factor determinante para o vandalismo. Segundo os detidos, o ato ocorreu enquanto regressavam de um convívio.
Cláudio Ngulele, porta-voz da PRM na província de Maputo, informou que o grupo responsável pela vandalização era composto por seis pessoas. Antes de cometerem o crime, posicionaram-se no local com a intenção de fazer cobranças ilícitas aos automobilistas que transitavam pela estrada circular, especialmente na zona da terceira rotunda.
Os médicos do Hospital Central de Nampula (HCN) informaram que, a partir do dia 1 de Julho, deixarão de prestar serviços após as 15h30. A decisão surge em resposta ao não pagamento, há um ano e meio, pelos turnos, feriados e fins de semana trabalhados.
O HCN, que é o maior hospital da zona Norte do país, enfrenta uma situação crítica. Pascoal Víctor, médico do HCN, destacou que “o ponto essencial neste momento é o não pagamento do valor referente ao trabalho extraordinário, referente ao exercício de 2024, que abrange todo o ano, de Janeiro a Dezembro, e deste ano até agora”. O médico expressou que nunca enfrentaram problemas semelhantes antes de 2023, enfatizando a incerteza sobre a situação actual.
O trabalho realizado após as 15h30, horário normal de trabalho na Função Pública, é feito por escala previamente acordada e autorizada pela direcção do hospital. “Este pagamento, relacionado ao serviço extraordinário, é feito mediante autorização por parte das estruturas do hospital. Isso significa que, se é necessária alguma autorização, há também um compromisso de que será remunerado”, explicou.
Devido à falta de pagamento nos últimos 18 meses, os médicos decidiram não estar mais disponíveis para trabalhar em turnos, fins de semana e feriados, a partir do primeiro dia de Julho. Vanilton Acuna, médico-residente em cirurgia, afirmou: “Não se trata de uma greve. O que não vamos fazer é um trabalho que não nos é pago. Agora, pelo trabalho que nos é pago, no horário normal das 07:30 às 15:30, todos os departamentos terão médicos e profissionais a trabalhar. O que não será realizado é o trabalho extraordinário.”
Os médicos, incluindo clínicos gerais e aqueles em especialização, afirmaram que a decisão foi difícil, dado que o lema do Ministério da Saúde é “O Nosso Maior Valor é a Vida”. Vanilton Acuna apelou à direcção do hospital para que encontre uma solução, manifestando preocupação sobre o impacto nas actividades da instituição.
O Presidente da construtora sul-coreana Daewoo, Won-Ju Jung, manifestou o interesse da empresa em envolver-se em projectos na Área 4 da bacia do Rovuma, localizada na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.
A declaração foi feita em Maputo, logo após uma audiência com o Presidente da República, Daniel Chapo.
Jung destacou a relevância económica e energética dos projectos em curso na Área 4, assinalando que a Daewoo já se encontra a desenvolver o projecto do gás natural liquefeito (LNG) na Área 1 e deseja expandir a sua participação para a Área 4. “Estamos a planear projectos de alta valorização que poderão trazer benefícios significativos a Moçambique”, afirmou. O executivo ressaltou a intenção da empresa em estabelecer indústrias baseadas no gás natural, nomeadamente nas áreas de fertilizantes e energia eléctrica.
Adicionalmente, Jung indicou que a Daewoo poderá contribuir para a construção de cidades e de uma ampla infra-estrutura turística no país, aproveitando os recursos disponíveis em Cabo Delgado.
Em audiência separada, o Presidente Chapo também reuniu-se com Luke Bailes, director-executivo da empresa ecoturística sul-africana Singita, que apresentou projectos ambiciosos para o sector turístico em Moçambique, com foco no arquipélago de Bazaruto, no distrito de Vilankulo, província de Inhambane. Bailes revelou que a empresa está a considerar a construção de dois a três hotéis ou lodges na região, emitindo uma nota positiva acerca da conversa que teve com o Presidente.
A Singita é uma reconhecida operadora de turismo sustentável, com presença em vários países africanos, promovendo safaris de qualidade superior, conservação ambiental e desenvolvimento das comunidades locais. A iniciativa contou com o apoio de Chapo.
O governo moçambicano solicitou à Visão Mundial, uma organização não-governamental de carácter filantrópico, que mantenha e amplie o seu apoio em diversos sectores cruciais como saúde, nutrição, educação, água e saneamento, bem como na protecção infantil, com especial ênfase nos programas que impactam significativamente mais províncias do país.
Este pedido foi realizado pelo Presidente da República, Daniel Chapo, durante uma audiência com o director regional da Visão Mundial para a África Austral, Matthew Pickard, que se realizou na passada quinta-feira (18), na capital moçambicana.
Durante a reunião, a Visão Mundial reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável de Moçambique, assinalando os avanços obtidos ao longo dos seus 41 anos de actividade no país. Maria Carolina da Silva, directora da organização em Moçambique, destacou que o encontro também serviu para felicitar o governo pela celebração do 50º aniversário da independência nacional, que ocorrerá na próxima semana.
A Visão Mundial tem implementado uma variedade de projectos, com um foco particular nas áreas de saúde, água e saneamento, educação e nutrição. O Presidente, segundo Carolina da Silva, reconheceu a relevância das acções desenvolvidas pela organização nas províncias de Nampula e Zambézia, onde o apoio a programas de lanche escolar e a luta contra a malária têm sido significativos.
Nesse sentido, Daniel Chapo incentivou a organização a estender a sua a actuação a outras regiões do país. Carolina da Silva referiu que a Visão Mundial já actua nas províncias meridionais de Gaza, bem como nas centrais de Tete e Zambézia, e nas nortenhas Nampula e Cabo Delgado. A dirigente sublinhou a disposição da organização em avaliar a viabilidade da ampliação das suas acções em coordenação com parceiros nacionais e internacionais.
Presente em Moçambique há mais de quatro décadas, a Visão Mundial tem focado as suas iniciativas na protecção da criança, no desenvolvimento comunitário e no fortalecimento da resiliência das famílias mais vulneráveis.
O vulcão Kilauea, localizado no arquipélago do Havai e reconhecido como um dos vulcões mais activos do mundo, iniciou uma erupção, com a lava a alcançar uma altura impressionante de 300 metros, conforme relatado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Os primeiros sinais de actividade vulcânica na região foram registados no final da tarde de quinta-feira, culminando numa forte erupção por volta da 1h40. Durante a erupção, o fumo foi observado a ultrapassar os seis mil metros de altitude. No entanto, o alerta de aviação permanece, por enquanto, na categoria laranja.
Este fenómeno natural está a ocorrer numa área restrita do Parque Nacional dos Vulcões do Havai, e o USGS não prevê qualquer risco associado à erupção neste momento.
O Ministro dos Transportes e Logística de Moçambique, João Matlombe, lançou um projecto piloto de integração modal de transportes públicos na Área Metropolitana de Maputo.
A Área Metropolitana abrange Maputo, a cidade adjacente de Matola, bem como os distritos vizinhos de Boane e Marracuene. O projecto consiste num serviço de transporte público de passageiros que integra autocarros e comboios da Empresa Pública de Portos e Caminhos-de-Ferro, CFM, ligando as cidades de Matola e Maputo.
Durante o lançamento do projecto, Matlombe informou que a fase piloto terá a duração de 60 dias, envolvendo 15 autocarros, cada um com capacidade para 90 passageiros. “Os autocarros estarão disponíveis para passageiros que embarcam ou desembarcam nas estações de Matola Gare, Daniel e Machava, na linha férrea de Ressano Garcia, que liga Maputo à África do Sul”, afirmou.
O ministro detalhou que na estação de Matola Gare, os autocarros terão horários definidos durante as horas de ponta, atendendo os bairros de Tchumene, Matlemele e Matibwana. Na estação de Daniel, os bairros abrangidos incluem Malhampsene, Tsalala e Nkobe, enquanto que na estação de Machava, o serviço será direccionado aos residentes dos bairros Socimol, Bedene e Patrice Lumumba.
Além das estações mencionadas, na Estação Central da Cidade de Maputo, haverá autocarros a ligar os terminais da Praça dos Combatentes e do Museu. Matlombe manifestou que o projecto representa mais do que uma simples articulação entre autocarros, comboios e táxis. “Trata-se de um sistema único, coordenado e centrado no cidadão, com horários integrados, bilhética unificada, infraestruturas acessíveis e mecanismos de gestão moderna”, sublinhou.
Este projecto piloto também constitui um exercício técnico na reorganização funcional, regulamentar e institucional do sistema de transportes urbanos da capital, fundamentado em eixos essenciais como a integração física, operacional e tarifária, a segurança rodoviária, a transição energética e a redução de emissões. Especialistas foram designados para trabalhar em cada um desses eixos.
Matlombe destacou que o sucesso desta fase piloto servirá como base para a expansão gradual da integração modal em toda a área metropolitana de Maputo, “e, no futuro, a outras cidades do país”.
A província de Gaza encontra-se em estado de alerta face a uma alarmante sequência de assassinatos que tem deixado a população em estado de temor.
Residentes de Xai-Xai, conhecida como a “terra prometida”, manifestam a sua inquietação após o brutal assassinato de um cobrador de 39 anos, cujo corpo foi encontrado com os órgãos genitais extraídos. Desde Maio, já foram reportados nove casos similares nesta região.
A situação, que tem dominado as manchetes locais nas últimas três semanas, regista uma preocupante escalada de crimes em circunstâncias obscuras. O mais recente incidente ocorreu em Xai-Xai, onde a comunidade expressa indignação e receio. Rosalina Hombe, chefe do bairro, afirmou: “Que sejam parcelados estes terrenos ociosos, que têm sido esconderijo para malfeitores. Hoje temos esta morte. Não sabemos se o assassinaram aqui ou apenas vieram deixar o seu corpo”.
A vítima, sequestrada no dia 25 de Maio na paragem “Madagáscar”, foi encontrada morta, o que confirma a suspeita sobre a actuação de gangues armadas que utilizam catanas para assaltos, agressões e homicídios. Este clima de insegurança tem intensificado o medo entre os moradores.
Os habitantes de Mbalanine manifestam a sua indignação em relação à Polícia da República de Moçambique (PRM), acusando-a de ineficiência no combate à crescente criminalidade, que eles atribuem à existência de terrenos ociosos.
Em resposta, o porta-voz da PRM em Gaza afirmou que as investigações estão em curso e apelou à colaboração da população na luta contra este fenómeno criminal.
O governo moçambicano anunciou que um número crescente de crianças irá beneficiar de lanche escolar, no âmbito das iniciativas destinadas a manter os alunos no sistema educativo e a combater a desnutrição crónica infantil.
Este projecto visa, por um lado, reduzir as taxas de desistência escolar e, por outro, fortalecer a capacidade das mulheres nas comunidades. A iniciativa, promovida pelo Gabinete da Primeira-Dama em colaboração com diversos parceiros, irá abranger crianças provenientes de famílias carenciadas.
Em declarações proferidas em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a Esposa do Presidente da República sublinhou que a distribuição de lanches escolares será uma medida crucial para garantir que as crianças permaneçam nas escolas e gozem de uma boa saúde.
O grupo islamita palestiniano Hamas declarou, na sexta-feira, que está disposto a libertar todos os reféns na Faixa de Gaza, caso sejam garantidas condições para o fim da “guerra genocida” que acusam Israel de travar contra o enclave.
Sami Abu Zuhri, um alto responsável do Hamas, afirmou que o grupo está disponível para “libertar todos os prisioneiros num só grupo”, desde que haja “garantias internacionais” para o cessar das hostilidades, conforme relatado pelo jornal palestiniano Filastin. A ofensiva israelita contra Gaza foi relançada a 18 de Março, após a violação do cessar-fogo acordado em Janeiro com o Hamas.
Desde o reinício dos ataques, as forças armadas israelitas intensificaram suas operações no enclave, rejeitando a possibilidade de um acordo e afirmando que pretendem garantir a libertação dos reféns por meios militares.
A ofensiva israelita, que surgiu após os ataques do Hamas e de outras facções palestinianas em 7 de Outubro de 2023 — que resultaram em cerca de 1.200 mortos e quase 250 sequestrados, segundo o Governo israelita — já provocou mais de 55.700 mortes e 130.000 feridos, de acordo com informações das autoridades do enclave palestiniano.
Além disso, Abu Zuhri condenou a ofensiva israelita contra o território iraniano, afirmando que “a agressão contra o Irão é uma agressão contra todos, e os povos livres do mundo devem enfrentá-la”. O dirigente do Hamas expressou apoio ao Irão no combate à “agressão sionista” e alertou os Estados Unidos para que não se envolvam no conflito.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, expressou as suas mais profundas condolências pela morte do jornalista Atanásio Marcos, ocorrida na passada sexta-feira (20).
Em uma mensagem oficial, o Chefe de Estado transmitiu a sua solidariedade à família enlutada, aos colegas de profissão, bem como a toda a classe jornalística do país, sublinhando o impacto significativo da perda.
“Foi com profunda consternação e tristeza que tomámos conhecimento do desaparecimento físico do Jornalista Atanásio Marcos”, referiu Chapo em comunicado, ressaltando a importância do trabalho de Atanásio para o fortalecimento da democracia em Moçambique, através de um jornalismo responsável e ético.
O estadista destacou que a partida prematura do jornalista constitui um golpe doloroso, não só para os seus familiares e amigos, mas também para todos os que partilharam com ele a dedicação à comunicação social, sempre com o firme propósito de informar e educar a sociedade.
A Assembleia da República de Portugal aprovou, na quarta-feira (18), o pedido de deslocação do chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, a Moçambique.
A visita, marcada para os dias 23 a 26 de Junho, coincide com as celebrações dos 50 anos de independência do país, que ocorrerão a 25 de Junho. O pedido recebeu votos contra da Iniciativa Liberal, que é actualmente a quarta força política no parlamento, a contar com nove deputados.
Na missiva dirigida à Assembleia, datada de 6 de Junho, Marcelo Rebelo de Sousa expressa que aceitou o convite do seu homólogo moçambicano, Daniel Chapo, para participar nas festividades. Este evento reveste-se de especial importância, dado o contexto das relações históricas entre os dois países.
Em Janeiro deste ano, após a cerimónia de posse de Daniel Chapo como o quinto Presidente de Moçambique — à qual Marcelo Rebelo de Sousa não pôde comparecer — o Presidente português enviou uma carta ao novo líder moçambicano, na qual reafirmou o seu “reforçado empenho” na cooperação bilateral. Na sua correspondência, expressou a expectativa de que se possam concretizar “os legítimos anseios de variados sectores políticos e sociais” de Moçambique, salvaguardando o pluralismo e promovendo um diálogo comunitário inclusivo.
Marcelo Rebelo de Sousa garantiu aos moçambicanos que podem sempre contar com o apoio de Portugal. A visita para as comemorações do cinquentenário da independência de Moçambique foi igualmente mencionada como um momento significativo nas relações entre os dois países. Durante a posse de Daniel Chapo, Portugal foi representado pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.
Pelo menos 43 pessoas perderam a vida em uma série de ataques israelitas ocorridos na última sexta-feira em Gaza.
De acordo com a Defesa Civil de Gaza, 26 das vítimas foram mortas enquanto aguardavam ajuda nas proximidades do corredor de Netzarim, localizado no centro do território. Além disso, outras 17 pessoas faleceram em diferentes locais devido a bombardeamentos e disparos israelitas.
Diariamente, milhares de pessoas deslocam-se por várias partes de Gaza, na esperança de receber alimentos e assistência humanitária.
A Trans African Concessions Moçambique (TRAC), responsável pela gestão da Estrada Nacional 4 (N4) no Corredor de Desenvolvimento do Maputo, irá iniciar nesta segunda-feira, no distrito de Moamba, o projecto de reabilitação do troço entre a Fronteira de Ressano Garcia e o Nó de Tchumene, que abrange uma extensão de 66 quilómetros.
De acordo com um comunicado a que o “Notícias Online” teve acesso, a cerimónia de lançamento do projecto contará com a participação do ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, e do CEO da TRAC, Alex Van Niekerk.
As obras, estimadas em 5,5 mil milhões de meticais, visam melhorar a transitabilidade de veículos ligeiros e pesados, além de potenciar o movimento de cargas entre Moçambique e a África do Sul.
A Montepuez Ruby Mining (MRM), que opera na localidade de Namanhumbir, no distrito de Montepuez, na província de Cabo Delgado, anunciou a intenção de triplicar as suas actividades de processamento com um investimento de 70,3 milhões de dólares.
A MRM é detida em 75% pela empresa britânica Gemfields e em 25% pelo seu parceiro moçambicano, Mwiriti Limitada. De acordo com uma fonte da Gemfields, entrevistada pela Agência de Informação de Moçambique (AIM), o processamento poderá atingir 600 toneladas por hora, resultado da construção da segunda unidade de processamento de rubis, designada PP2.
Esta iniciativa é considerada fundamental para aumentar a produção de rubis de alta qualidade e gerar receitas adicionais para o grupo até ao final de 2025. A conclusão do projecto de construção está prevista para o final do primeiro semestre do presente ano.
A nova unidade, PP2, funcionará como uma unidade de processamento secundário, permitindo o tratamento simultâneo de uma maior quantidade de minério. Com esta adição, espera-se que a capacidade de processamento da MRM triplique, passando das actuais 200 toneladas por hora para 600 toneladas por hora, facilitando o tratamento do stock existente e a disponibilização no mercado de rubis com variações adicionais em tamanho e cor.
Adicionalmente, a instalação desta unidade abre portas à possibilidade de expansão para outras áreas mineiras dentro da concessão da MRM, que actualmente emprega 1.300 trabalhadores, dos quais 94% são moçambicanos.
Prahalad Kumar Singh, director-geral da MRM, sublinhou que “o investimento na PP2 é o maior já realizado pelo grupo Gemfields e representa o nosso compromisso contínuo com a província de Cabo Delgado, com Moçambique e com as comunidades locais, para as quais a criação de empregos adicionais e o desenvolvimento económico são de vital importância”.
A empresa indicou que o investimento totaliza 70 milhões de dólares, excluindo impostos e taxas, dos quais 60 milhões já foram aplicados, com planos para expandir o portfólio mineiro até 2026.
Quando totalmente operacional, a nova planta de processamento “espera-se que triplique a taxa de processamento e consequentemente aumente significativamente a produção de rubis e a receita” proveniente da mina moçambicana, numa altura em que se prevê que o mercado de pedras preciosas coloridas “recupere e continue a sua trajectória ascendente a médio–longo prazo”.
Desde que a Gemfields adquiriu 75% da MRM em Fevereiro de 2012, com leilões de rubis a começarem dois anos depois, a mina acumulou receitas superiores a 1.172 milhões de dólares, tendo pago 285,5 milhões ao Estado moçambicano.
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