Um jornalista, cujo órgão em que exerce a função não foi revelado, foi detido pela Polícia da República de Moçambique (PRM), na semana passada, por ter sido surpreendido com 10 quilogramas de canabis sativa vulgarmente conhecida por suruma, segundo o Porta-voz do Comando Geral da PRM ao nível do país, Pedro Cossa.
Segundo Cossa , trata-se de Viegas, de 34 anos de idade, que foi flagrado pelos agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) quando estes, faziam suas habituais rondas nas artérias da capital do país.
O presidente da Renamo, Afonso Dlhakama, exonerou na semana finda, António Muchanga do cargo de seu porta-voz. No entanto, essa função passa a ser dirigida por uma comissão até que se encontre e indique outra figura em substituição do visado.
A medida foi tomada após uma reunião havida na semana finda, em Maputo, entre membros daquela formação política, onde Muchanga viu-se afastado do cargo que desempenhava desde Junho do ano transacto, altura em que o líder da Renamo dirigiu-se para parte incerta.
Muchanga, citado pelo Magazine Independente, confirmou a sua exoneração tendo adiantado que a medida foi tomada na semana passada numa reunião havida em Maputo. “Cessei como porta-voz do presidente porque ele já retomou a sua vida política activamente”, disse.
Num outro desenvolvimento, o deputado da “perdiz” na Assembleia da República para a VIII legislatura clarificou ainda a aquele órgão que cessou ao cargo de porta-voz do presidente, mas continua como porta-voz do seu partido.
Vladimir Putin não quer uma guerra com a Ucrânia. Numa entrevista à televisão RTR, o presidente russo disse que a hipótese de a Rússia e a Ucrânia entrarem em guerra é altamente improvável, numa altura em que o cessar-fogo entre a Ucrânia e os separatistas continua frágil.
“Um cenário apocalíptico como esse é improvável e espero que nunca venha a acontecer. Um grande país europeu como a Ucrânia deve, em primeiro lugar, para fazer com que o país regresse à normalidade, restaurar a economia, as esferas sociais e as relações com o sudeste do país de forma civilizada, garantindo os direitos e respeitando os interesses legítimos do povo da região de Donbass”, disse o presidente russo.
O Moza Banco, uma instituição bancária, no quadro da sua iniciativa de responsabilidade social, entregou na última sexta-feira formalmente a Escola Primária Completa “A Luta Continua”, na cidade de Maputo ao Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano.
A entrega decorre após o processo de reabilitação e pintura financiada por esta instituição bancária, com a intervenção de seus parceiros.
Orçadas em cerca de um milhão de meticais, as obras foram financiadas pelo Moza Banco, uma instituição financeira que opera no país, em resposta a um pedido formulado pela Direcção daquele estabelecimento de ensino.
Falando na ocasião, o Ministro da Educação e Desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão, disse que o Governo atribui uma importância estratégica ao sector da Educação, dado o seu valioso contributo para a erradicação da pobreza e promoção do desenvolvimento económico e social do país.
“Neste momento o nosso principal desafio no sector da Educação é assegurar o aumento do efectivo escolar, acompanhado pela qualidade de ensino, sendo por isso necessária a melhoria do rácio aluno/professor e supervisão do processo de ensino e aprendizagem”, disse Ferrão.
Ainda segundo Ferrão, a construção e apetrechamento de mais salas de aula e o recrutamento de mais professores são também desafios importantes para a melhoria da qualidade de ensino.
“Reafirmamos o nosso compromisso em assegurar uma educação básica para todos, porque estamos convictos de que a escola ensina as coisas que permitem identificar as soluções para os vários obstáculos que enfermam a longa marcha que os moçambicanos estão a realizar na esfera do combate à pobreza e na criação da riqueza”, referiu.
Por seu turno, o presidente da Comissão Executiva do Moza Banco, Ibraimo Ibraimo, disse que o esforço da sua instituição teve como propósito rejuvenescer a escola com a nova pintura e ainda obras de vulto no sistema de canalização.
“Nós nos comprometemos a realizar este trabalho porque é sua convicção que, no âmbito da responsabilidade social, as empresas devem se juntar aos esforços com vista a oferecer uma educação de qualidade às crianças”, frisou.
Já o director da Escola Primária a Luta Continua, Arlindo Massingue explicou na ocasião que estão satisfeitos pois o Mozabanco avaliou de forma sucinta as grandes preocupações daquela escola consubstanciadas ao Dia Mundial da poupança.
“No âmbito da sua responsabilidade social o Moza Banco pintou a escola e efectuou uma reabilitação de raiz de todos os blocos sanitários. Por isso todos nós assumimos o compromisso de continuarmos a preservar as instalações, zelando pelo uso correcto do equipamento para que possa durar mais tempo”, sublinhou.
De referir que a Escola Primária A Luta Continua é uma instituição pública do Ensino Básico, leccionando da 1.ª à 7.ª classe. No presente ano lectivo funciona com um total de 39 professores e possui um efectivo de 1502 alunos, dos quais 661 do sexo masculino e 841 do feminino.
Eusébio da Silva Ferreira e Mário Esteves Coluna foram eleitos dois dos 11 melhores jogadores do último século em Portugal, na cerimónia de Gala das Quinas de Ouro, realizada recentemente em Portugal, durante a celebração do centenário da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Eusébio foi destacado ainda com o título Quinas de Platina.
A Gala das Quinas de Ouro, que se destinou a assinalar o centenário do organismo que rege o futebol português, realizou-se no Casino Estoril. Na cerimónia foram igualmente distinguidos seis jogadores moçambicanos em categorias seculares. Carlos Queiroz (ex-selecionador de Portugal) foi distinguido na categoria Quinas de honra. Por seu turno, moçambicanos fazem parte da categoria do Onze histórico do século, a saber: Eusébio, Coluna, Matateu, Vicente e Hilário.
A lista de premiados é a seguinte:
Jogador do século: Cristiano Ronaldo.
Treinador do século: José Mourinho.
Onze do século: Vítor Baía, Fernando Couto, Germano, Humberto Coelho, Ricardo Carvalho, Coluna, Figo, Rui Costa, Cristiano Ronaldo, Eusébio e Futre.
Onze contemporâneo: Vítor Baía, Fernando Couto, João Pinto, Ricardo Carvalho, Humberto, Chalana, Figo, Rui Costa, Cristiano Ronaldo, Futre e Pauleta.
Onze histórico: Costa Pereira, Germano, Hilário, Vicente, Virgílio, Coluna, Simões, Travassos, Eusébio, Matateu e Peyroteo.
Seleção do século: Seleção AA – Mundial 1966.
Jogadora do século: Carla Couto.
Árbitro do século: Pedro Proença.
Quinas de platina: Eusébio.
Quinas de honra: Camacho Vieira (ex-médico da seleção), Gilberto Madail (ex-presidente da FPF), Carlos Queiroz (ex-selecionador de Portugal), Luís Figo (ex-jogador) e Liga Portuguesa de Futebol Profissional (clubes).
Prémio do presidente: Associação de Futebol de Lisboa, Associação de Futebol de Portalegre e Associação de Futebol do Porto.
A operadora de telefonia móvel Vodacom entregou, nesta segunda-feira em Maputo, um total de 1500 redes mosquiteiras à Unidade de Intervenção Rápida-UIR, uma acção que se insere no projecto de prevenção e combate à malária, uma das grandes ameaças a saúde e bem estar dos moçambicanos, com objectivo de apoiar as comunidades e instituições necessitadas.
Falando na ocasião, o PCA da Vodacom, Salimo Abdula, disse que com a entrega das redes mosquiteiras a UIR, aumenta-se o número de instituições e organizações a beneficiarem da ajuda da Vodacom.
“É nosso objectivo fornecer à sociedade mecanismos de defesa contra a malária, incluindo os responsáveis pela nossa segurança. Não vamos ficar por aqui, este é um projecto de dimensão nacional e portanto queremos chegar a novas localidades do território nacional e ao maior número de comunidades possível.
Por sua vez, o Comandante da UIR, Fernando Binda, disse na ocasião que “Este é um momento bastante importante. A Unidade de Intervenção Rápida de Moçambique apresenta várias carências para poder fazer face a esta doença e garantir o bem estar de todos”.
De referir que a malária continua a ser, por si só, a principal causa de mortalidade em Moçambique. As crianças estão entre a população mais vulnerável, estimando-se que todos os anos cerca de 36 mil crianças morrem infectadas por malária, sendo esta responsável por 40 porcento das consultas externas e por 60 porcento de internamento nas enfermarias de pediatria.
Mais uma vez a erosão ameaça devastar algumas construções ao longo da avenida Julius Nyerere, na zona onde decorrem as obras de reposição das vias para a redução do tráfego de dentro e para fora da cidade.
À medida que chove acentua-se a degradação dos solos na área, numa altura em que os proprietários nada podem fazer, pois vêem-se de mãos atadas face à reabilitação das obras ora interrompidas.
Os trabalhadores daquela rodovia estão paralisados, culminando com a suspensão por parte do município, do contrato rubricado em 2011 com o consórcio Britalar Sociedade de Construção, Construção Ar- Aurélio e Martins Sobreiro & Filhos, devido aos sucessivos incumprimentos do prazo e má qualidade do que estava pronto.
Porém, à medida em que os três empreiteiros mostravam dificuldades para avançar com o trabalho, a parte da rodovia em uso ia apresentando má qualidade, novos buracos e cada vez maiores, o que levou o dono da obra a notificar os construtores de modo a refazerem essa parte. o que não chegou a acontecer.
No mês de Julho do ano transacto, o município reconheceu que as frequentes interrupções das obras podiam comprometer o prazo estabelecido para entrega que devia ser em Outubro mesmo ano e afirma que pressionou os empreiteiros no sentido de tudo fazerem por forma a garantir que não mais se voltasse a adiar a conclusão do empreendimento.
A avenida Julius Nyerere cortada no ano de 2000, é de extrema importância na ligação entre o centro da cidade e a periferia, nomeadamente os bairros de Laulane, Ferroviário, Hulene, Magoanine, Albasine e outros.
A Polícia da República de Moçambique (PRM), ao nível da cidade de Maputo, levou nesta segunda-feira à legalização no Tribunal da cidade da capital moçambicana quatro indivíduos indiciados nos últimos sequestros registados na cidade e província de Maputo.
Trata-se de Jorge Massinga de 28 anos de idade mais conhecido por Gordo, Wilson Artur (Tchitcho) de 35 anos, Jorge Chiúre (Jojó), de 34 anos e Eusébio Beirão cujo nome e idade ainda estão por se confirmar.
O Porta-voz da PRM a nível da capital, Arnaldo Chefo, disse na ocasião que a polícia apenas estava a cumprir mais um dos passos de natureza jurídica, que é a apresentação dos arguidos ao Juiz.
“Neste momento, há equipas ainda no trabalho de investigação e também é preciso salientar que, numa outra oportunidade, a polícia vai igualmente apresentar ao Juiz os outros nove que não estão presentes. Por agora convinha apresentar estes que são os cabecilhas da quadrilha”, disse.
Ainda segundo Chefo o único comentário a fazer em relação a quadrilha é que, com a sua detenção, sente-se uma calmia a nível da cidade de Maputo no que concerne aos raptos, mas a polícia não se contenta com este facto, daí que há actividades que estão a ser levadas a cabo pela PRM com vista a desactivar outros prováveis grupos com os mesmos intentos.
A lixeira de Hulene, localizada no prolongamento da avenida Julius Nyerere, cidade de Maputo, beneficia-se de obras de reabilitação com vista a reposição do muro que faz a vedação que encontrava-se desabado devido às chuvas fortes que assolaram a zona sul do país, no passado mês de Dezembro.
Segundo as autoridades municipais, o desabamento do muro deveu-se à pressão exercida pelas fortes chuvas que caíram na zona sul do país, sobretudo nas cidades de Maputo e Matola.
Para além disso, os camiões que recolhem o lixo enfrentavam dificuldades para aceder o interior da lixeira, pelo que os operadores chegavam a depositar os resíduos sólidos no seu exterior, para remover posteriormente com o auxílio de uma pá escavadora.
Refira-se que as chuvas de Dezembro arrastaram várias casas e deixaram ao relento dezenas de famílias que até ao momento encontram-se sem abrigo próprio, nas cidades de Maputo e Matola.
Segundo o docente universitário, Adriano Nuvunga citado pelo O País, a Universidade Eduardo Mondlane, por ser a maior e mais antiga do país, tem a maior responsabilidade de promover investigação científica de qualidade.
De acordo com o mesmo, a qualidade de ensino que se propala na UEM está abaixo do esperado, pelo mesnos para uma universidade daquela envergadura.
“Este é um desafio enorme, pois a UEM é parte dum subsistema de ensino superior com problemas sérios de qualidade causados pela falta de meios e não só, baixos salários ao corpo docente, mas também pelo deixa-andar que caracterizou a actuação do poder político em relação ao ensino superior”.
Entretanto, para alem dos já conhecidos problemas que jazem nas instituições de ensino superior, Nuvunga considera que a falta de supervisão e controlo de qualidade por parte dos órgãos competentes, particularmente o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, como o caus em larga escala.
Os restos mortais do general na Reserva José Moiane, falecido na passada quinta-feira, foram sepultados na tarde desta segunda-feira (23), na praça dos heróis moçambicanos, capital do país, Maputo.
General José Moiane passa a se juntar aos outros heróis moçambicanos como Eduardo Mondlane, arquitecto da unidade nacional e primeiro presidente da Frelimo, Samora Machel, Primeiro presidente da República de Moçambique pós independência, entre outros.
As cerimónias fúnebres contaram com a presença de familiares, amigos, membros do governo e partidos políticos incluindo o Presidente da República, Filipe Nyusi acompanhado pela sua esposa, Isaura Nyusi.
O velório cortejado pelo governo teve lugar no edifício do Conselho Municipal e em seguida os restos mortais foram a enterrar na cripta reservada aos heróis moçambicanos.
O membro da Comissão Política da Frelimo, Eneas Comiche, disse esta quinta-feira, aos munícipes de Massinga, província de Inhambane, que a bancada parlamentar do seu partido não deixará passar a proposta de regiões autónomas a ser submetida a apreciação pela Renamo na Assembleia da República.
Falando ontem em comício popular, Comiche acautelou aquelas populações, garantindo que a bancada maioritária no parlamento não votará a favor do instrumento que segundo ele, visa dividir o país.
“Não se preocupem, Dhlakama sempre lutou contra a nossa união, é regionalista, tribalista, mas este país é uno e indivisível, não podemos aceitar a criação de regiões autónomas, ou de um Moçambique do centro e norte, porque Moçambique é do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico”, realçou.
Dois jornalistas europeus foram detidos na passada segunda feira no Parque Nacional do Limpopo, no sul do país, após serem confundidos com caçadores furtivos, afirmou à LUSA a adjunta da embaixada da Alemanha em Moçambique.
“O caso envolveu um jornalista alemão que reside em Massingir, província de Gaza e um sueco. Os dois encontravam-se no parque a realizar um trabalho de investigação sobre a caça furtiva, mas acabaram detidos”, afirmou Tanja Werheit.
O correspondente da revista alemã “Der Spiegel”, Bartholomaeus Grill e o foto-jornalista sueco, Tarbjoen Selander, caíram nas malhas da população da localidade de Mavondze, quando investigavam uma rede de caça ilegal naquela região.
“Fomos presos em Mavondze, uma pequena aldeia perto do Parque Nacional de Limpopo. Estávamos a procura do líder da caça ilegal na região”, contou Bartholomeus citado pela rede televisiva dinamarquesa “Two News”.
Os populares de Mavondze, desconfiando que se tratava de uma rede de caça ilegal, levaram os jornalistas ao posto policial da localidade, exigindo a sua detenção imediata.
Segundo o jornalista, o suposto líder de caça ilegal que investigavam possui uma rede composta por dez caçadores furtivos naquele parque, onde os lucros que advém do negócio são usados na comunidade.
De acordo com adjunta da embaixada no país, os jornalistas Bartholomeus e Selander só foram libertados na terça feira, mediante a intervenção das embaixadas da Suécia e da Alemanha.
“Em qualquer país do mundo, quando se tem um cidadão em problemas com as autoridades tratamos do assunto. Nós estamos em contacto com ele e com seu advogado” garantiu Tanja Werheit.
Segundo o relatório da World Wide Fund (WWF), cerca de 4000 rinocerontes foram abatidos ilegalmente em 11 países africanos no período de 2006 a 2014.
Cerca de 95% destes casos ,segundo o que diz o relatório, deram-se na África do Sul e no Zimbabwe,países que fazem fronteira com Moçambique, e são considerados como palco da caça furtiva na África Austral.
Só em 2014, no Parque Nacional de Gorongosa, as autoridades moçambicanas indicaram que cerca de seis mil animais foram mortos e 250 caçadores furtivos foram detidos.
Refira-se que em Moçambique as acções da caça furtiva são feitas em conivência com as autoridades locais.
O corpo de um indivíduo que em vida respondia pelo nome de King Stone, de nacionalidade malawiana encontra-se abandonado há cerca de dois anos na morgue anexa ao Hospital Central da Beira, na província central de Sofala, em Moçambique.
Este facto torna-se singular porque os corpos não reclamados, ao fim de sete dias, vão para a vala comum.
A permanência deve-se, segundo José Nhanga Alberto, chefe do sector funerário no Conselho Municipal da Beira (CMB), citado pelo Diário de Moçambique, ao facto de os amigos do finado terem prometido tratar dos procedimentos necessários para o enterro.
“Ficamos todo este tempo esperando que, em qualquer eventualidade, aparecessem os familiares. Mas de lá para cá, ninguém veio. Não enterrámos na vala comum pelos mesmos motivos: os amigos prometeram aparecer”, disse.
Depois de sofrer um acidente de viação, ele teria sido levado pelos amigos ao hospital, tendo dado entrada na sala de reanimação. King Stone não resistiu aos ferimentos e acabou por perder a vida.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Cuamba, província do Niassa, confirma a morte de um cidadão de nacionalidade portuguesa, que em vida respondia pelo nome de Bruno Emanuel dos Santos de Almeida.
Presume-se que as causas que culminaram com a morte de Bruno Emanuel seja o consumo excessivo de álcool e drogas, embora sem confirmação das autoridades policiais ainda.
Segundo Miguel Cardoso, testemunha encontrada no local do sinistro, citado pelo Verdade, até a altura em que as autoridades policiais se fizeram ao local, havia algumas sacolas de plástico que continham um produto duvidoso, facto que levou à conclusão de que aquele grupo português consumiu drogas naquele sítio.
Alves Mate, porta-voz do Comando Provincial da PRM, em Niassa, confirmou o óbito, mas não avançou as reais causas que culminaram com a morte do português que foi encontrado sem vida no último sábado (14).
A chefe da brigada central do partido Frelimo para a província de Maputo, Verónica Macamo, garantiu ontem em comício realizado no distrito da Moamba, que caberá aos patrões do governo (povo), decidir se vale a pena ou não aprovar o projecto lei que aborda as regiões autónomas a pedido da Renamo.
Macamo garante que após a entrada da proposta que versa sobre as regiões autónomas no parlamento, caberá ao povo decidir o destino final, tal como tem sido nas outras situações idênticas.
“Vocês é que são os deputados que estão no parlamento. Nós somos representantes de vocês que são nossos patrões. Então, vocês é que mandam”, frisou.
Os casos de violência contra a criança, pessoa idosa e grupos de pessoas vulneráveis estão cada vez mais a agudizar- se no país, sendo que em 2014 foram registados 23.659 casos contra 23.151 do ano transacto.
Dados tornados públicos na última terça feira (16/02), na 7ª reunião regional do Departamento de Atendimento à Família e Menores Vítimas de Violência, dos 23.659 casos registados no ano passado, 13.600 são criminais, 7695 civis e 2363 são de outros tipos.
As mulheres foram as que mais sofreram com um universo de 11.669, seguidas por crianças 7872 e 4118 homens.
O comandante geral da PRM, Jorge Khálau, manifestou igualmente a sua preocupação perante o aumento de casos de homicídios por acusação de feitiçaria, tráfico de humano, particularmente entre mulheres e crianças, violência doméstica, negligência e falta de assistência alimentar aos que necessitam.
Referiu ainda que um número crescente de crianças tem sido vítima de atropelamento.
Entretanto,o comandante geral da PRM considera que a situação está a ganhar grandes proporções, de certa forma por negligência de alguns pais e encarregados de educação, pois segundo ele a maior parte dos casos ocorrem dentro das famílias onde os mesmos são vítimas.
Em relação a estes factos, Jorge Khálau desafiou o seu executivo a melhorar as suas medidas de intervenção, privilegiando acções pro-activas e a sua massificação de modo a mitigar o fenómeno.
Deste modo Khálau orientou a corporação para a intervenção junto às comunidades em acções que tendem à sinalização de situações de risco, divulgação de novos fenómenos bem como a difusão dos serviços e os mecanismos de denúncias.
O melhoramento da qualidade e a celeridade no atendimento às vítimas, procurando assegurar que estas beneficiem dos serviços de apoio e atendimento, inseridos e estabelecidos pelo Estado para o efeito, constam ainda do agrupamento das intenções do Governo para reduzir o actual gráfico.
O Secretário-geral da Renamo, Manuel Bissopo, repudiou ontem o posicionamento dos membros da Comissão Política da Frelimo, partido no poder, que se encontram nas províncias e distritos a difundir mensagens sobre a rejeição do projecto de regiões autónomas a ser submetido na Assembleia da República (AR) pela “perdiz”.
Depois do encontro mantido entre o presidente da república, Filipe Nyusi e o líder da perdiz, Afonso Dlhakama, ficou acordado que a exigência da Renamo de transformar as províncias em que venceu nas V eleições multipartidárias em regiões autónomas teria que ser submetida ao parlamento.
Para o Secretário-geral da Renamo, Manuel Bissopo, esses pronunciamentos contrariam o compromisso acordado entre o chefe do Estado e o líder da perdiz.
Bissopo, recomendou a Frelimo a resolver os seus problemas, “o que está a acontecer é uma aberração, é uma contradição que mostra claramente que o presidente Nyusi está a ser combatido, porque depois de todos nós vermos, através da imprensa, durante o encontro do alto nível nós não ouvimos nenhum pronunciamento quer por parte do presidente Dlhakama quer do Filipe Nyusi em relação aos pronunciamentos que hoje os membros da Frelimo estão a difundir”, disse.
“Queremos deixar claro que tudo o que estão a fazer está a enervar em grande medida às populações em geral. O povo não esperava este tipo de pronunciamento da Frelimo”, rematou Bissopo, reiterando que a Frelimo deve resolver os seus problemas e a Renamo tem como responsabilidade gerir o que é seu.
Apesar do posicionamento dos membros do partido dos camaradas, a perdiz acredita num bom senso e garante submeter o projecto lei no parlamento antes do início dos trabalhos, com firmeza de alcançar o sucesso pelo facto de ter havido consenso entre Nyusi e Dlhakama nos dois últimos encontros.
O irmão do líder da Renamo, Coronel Elias Macacho Marceta Dhlakama, foi nomeado esta quinta-feira (19) em Maputo, ao cargo de Comandante do Comando de reservistas, pelo Ministro da Defesa Nacional, Atanásio Mtumuke, em substituição do Brigadeiro Messias Niposso, que passou ao cargo de Vice-Comandante do Serviço Cívico de Moçambique.
Igualmente a Elias Dhlakama, Atanásio Mtumuke nomeou outros quadros para diversos cargos da instituição.
Lê-se, num comunicado de imprensa do Ministério da Defesa Nacional (MDN), enviado ao MMO, que para refrescar o quadro e imprimir mais dinâmica ao sector de Defesa, o Ministro Mtumuke nomeou ainda o Brigadeiro Ramiro Ramos Tulcidás para o cargo de Inspector-geral de Defesa; o Capitão de Mar e Guerra Agradecido Vicente Sitoe para Director do Gabinete Jurídico do MDN; Tenente-coronel Hermínio Mapameia para Comandante da Unidade de Produção de Namialo pertencente ao serviço Cívico de Moçambique.
Segundo o mesmo comunicado, estas mudanças surgem no âmbito dos novos desafios que o sector da Defesa tem pela frente, que exigem a adopção de novas atitudes colectivas e individuais e coragem de operar mudanças que sejam necessárias, dentro dos marcos institucionais.
Inicia nesta quinta-feira a demolição da maior parte das infra-estruturas que encontram-se inundadas e sem as mínimas condições de habitabilidade. Estas localizam-se nos bairros de Inhagóia A, Magoanine A, B e C, Hulene A e B, Laulane e Mahotas.
A garantia da sua demolição foi avançada esta quarta-feira pelo presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, no contexto da VI Sessão da Assembleia Municipal, que hoje termina em Maputo.
As 379 famílias donas dos imóveis foram inscritas e os seus nomes divulgados no dia 23 de Janeiro, com a exortação de que deviam urgentemente retirar o que acham aproveitável, sob pena de tudo ser destruído durante as demolições.
A nota da edilidade fixava 15 dias após a primeira publicação nos principais órgãos de informação para o arranque das destruições.
Magoanine B, com um total de 111 famílias cadastradas, é o bairro com o maior número de infra-estruturas por demolir, seguido de Hulene B, com 102. Os bairros Laulane 10, e Hulene A, com apenas três casas, são aqueles que possuem menos agregados afectados.
De acordo com o Município, nos anos 2012, 2013 e 2014 várias famílias foram afectadas por chuvas, tendo algumas perdido as suas habitações. Em resposta à situação, as vítimas foram reassentadas.
Um navio petroleiro, identificado como Eureka e operando sob a bandeira de Togo, foi sequestrado na região costeira do Iémen, especificamente em Shabwa. O...
A Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM), a principal federação sindical do país, levantou sérias preocupações sobre a natureza precária do emprego em Moçambique.
Aproximadamente...