Foi a pensar na inacessibilidade dos medicamentos por parte das classes desfavorecidas que o Ministério da Saúde esteve reunida na manhã desta segunda-feira, para discutir aspectos técnicos e chegar a um consenso sobre a revisão e finalização da Lista Nacional de Medicamentos essenciais.
A última lista elaborada para o efeito data dos princípios de 2010, sendo que a maioria dos medicamentos disponíveis nas farmácias públicas não respondem à algumas necessidades das populações.
De acordo com a Ministra da Saúde, Nazira Abdula, as unidades sanitárias têm reservas de medicamentos para os próximos três meses, mas “Isto não retira a necessidade de actualizar a lista, pois, como sabem, a medicina é uma ciência dinâmica, todos os dias há novos medicamentos e novos preços”, explicou.
Nazira Abdula referiu igualmente que uma actualização da lista de medicamentos essenciais em conformidade com as reais necessidades da população poderá reduzir os custos e consequentemente os preços, melhorando a disponibilidade dos medicamentos à população.
Um pai está a contas com a polícia indiana por ter transportado para a escola sua filha de oito anos, amarrada a uma motocicleta.
Bhagwat Singh, de 40 anos, foi preso depois que jornais locais no estado de Uttar Pradesh publicaram fotos capturadas por moradores.
Ele acabou sendo liberto sob fiança, após mencionar que esta foi a única maneira de fazer com que a filha aceitasse ir para a aula.
Bhagwat disse que tentou subornar a menina com biscoitos, mas ela relutou em ir para a aula. Assim ele não viu outra alternativa a não ser leva-la à força.
Mesmo passando o dia atrás das grades, Bhagwat acredita que fez a coisa certa. “Minha filha não vai morrer se eu levá-la para a escola. Mas ela certamente irá morrer se não estudar”, disse ele.
Uma mulher desesperada tentou contrabandear seu bebê numa mochila, tendo pelos guardas do aeroporto em Papua, Nova Guiné, depois de não conseguir documentos de imigração que permitiriam seu filho deixar as Filipinas.
O bebé de dois meses de vida foi encontrado por funcionários que ficaram chocados quando perceberam sua presença dentro da mochila, ao analisarem imagens da máquina de raio-X.
O caso aconteceu no Aeroporto Internacional de Ninoy Aquino e a criança dormia profundamente quando foi encontrada.
A mãe foi identificada como Jennifer Pavolaurea, de 25 anos, estava de partida para Port Moresby, em Papua Nova Guiné, num voo da Air Niugini.
A mulher foi detida para um interrogatório e admitiu que não tinha documentação que permitisse o embarque da criança.
A mãe solteira e seu filho foram posteriormente autorizados a sair do aeroporto e nenhuma acusação foi feita.
Um dia depois do assalto, homem devolveu o material calculado no valor próximo de R$ 20 mil e pediu desculpas pelo acontecido.
Um ladrão arrependido devolveu os equipamentos de trabalho de uma fotógrafa de João Pessoa, capital da Paraíba, na quinta-feira (19). Junto com o material estimado no valor de R$ 20 mil, o assaltante também deixou uma carta se desculpando pelo roubo.
O Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) desembolsou mais de 350 milhões de meticais para a compra de cerca de 100 mil carteiras para as várias escolas primárias existentes no país.
O valor é resultado de uma colecta iniciada em Janeiro do presente ano até a esta parte.
Falando, em Maputo, durante uma conferência de imprensa, o director da planificação e cooperação no MINEDH, Manuel Rego, manifestou a sua preocupação com a actual situação logística das escolas, afirmando que este lote de carteiras deverá minimizar o actual défice que se regista.
“Disponibilizamos cerca de 100 mil carteiras, que ainda não são suficientes para suprir o actual défice, mas, pelo menos, pode minimizar a carência”, disse Rego.
Disse ainda serem necessárias mais de 800 mil carteiras para as diversas escolas de ensino primário.
Até o momento, Moçambique conta com mais 500 mil crianças a estudarem ao relento e muitas outras estudam em salas sem carteiras.
A Primeira-Dama de Moçambique, Isaura Nysui, destacou nesta quinta-feira que é indispensável a união de mulheres e homens nos trabalhos rumo à liberdade sócio-económica do país.
Num encontro mantido no palácio presidencial da Ponta-Vermelha, com cônjuges dos ministros e corpo diplomático acreditado em Moçambique, por ocasião do mês da mulher que este ano celebra-se sob o lema “Igualdade para as mulheres é igualdade para todos” Isaura Nyusi realçou igualmente a importância da manutenção da rapariga na escola.
“Encorajo a todas as mulheres a continuarem a lutar com sabedoria e determinação para que possamos vencer os grandes desafios que temos pela frente, principalmente no que concerne à educação da rapariga”, disse a Primeira-Dama.
Nyusi destacou igualmente a importância do conhecimento que protege os direitos da mulher, na obtenção de resultados positivos das acções que visam a sua integração na vida laboral.
“Quero afirmar mais uma vez que esta é uma luta de todos e podemos estar seguros que só será possível obter resultados positivos quando todos os homens e mulheres cumprirem a sua parte e trabalharmos em conjunto” frisou.
Os moradores do Bairro do Benfica, arredores da cidade de Maputo, mostram-se insatisfeitos com a irregularidade no fornecimento de energia eléctrica.
Segundo estes, os cortes sistemáticos de energia provocam danos e perda de vários electrodomésticos, com destaque para televisores, congeladores e rádios.
Curiosamente, tais cortes ocorrem regularmente no período da noite, a partir das 19 horas, altura em que os residentes preparam-se para acompanhar os acontecimentos do mundo, através da rádio e televisão.
Segundo alguns moradores, tudo começa com as quedas do disjuntor do PT 199R local, facto que vem acontecendo há sensivelmente dois anos.
Tentativas de ouvir o posicionamento da EDM, com instalações no bairro, resultaram num fracasso, pois ninguém quis prestar declarações, alegando falta de autorização da respectiva direcção. Enquanto isso, os populares clamam por uma solução urgente do caso, pois há muito tempo que vêm perdendo electrodomésticos e ninguém se responsabiliza pelos danos causados pelas interrupções que ocorrem todos os dias.
O consulado canadense considera normal a actual situação pós eleitoral que se verifica em Moçambique e garante que vai continuar a investir no país.
Questionado o chefe de cooperação e desenvolvimento da embaixada canadense, Edmond Wega, se o actual cenário político que se verifica no país poderia ou não recuar os investimentos daquele país virados à Moçambique, explicou que o mais importante é a visão do governo e as diferentes prioridades.
“Essas discussões acontecem todos os dias, mas o nosso compromisso em apoiar Moçambique vai continuar e vamos continuar a investir em diferentes prioridades com vista ao desenvolvimento do país”, disse Wega.
Por sua vez, o embaixador canadense em Moçambique, Shawn barber, comungou a mesma opinião, considerando a actual situação política como um facto normal. “Não há nenhuma guerra de palavra, é uma situação normal entre o governo e partidos da oposição, mas o diálogo é mais importante”, concluiu esperando que o espírito de diálogo apostado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi prevaleça sempre.
O governo canadiano vai conceder, no período dos próximos 5 anos, cerca de 18 milhões de dólares canadianos para a formação técnico profissional, nas províncias de Tete e Cabo Delgado.
Segundo Edmond Wega, chefe de cooperação do consulado canadense em Moçambique, o governo canadiano vai trabalhar na área do desenvolvimento do sector privado e na de formação técnico profissional. “O governo canadiano aprovou um projecto de 18 milhões de dólares canadianos para apoiar a formação técnico profissional, nas províncias de Tete e Cabo Delgado”,
“Esta iniciativa está virada na criação do auto emprego”, disse.
Para o efeito, o desembolso será feito de uma forma faseada, num período de cinco anos, onde a Canadá junto com o Instituto de Formação Profissional poderão criar quadros nas províncias de Tete e cabo Delgado.
As autoridades da Tunísia anunciaram que vão mobilizar o exército em todo o país e revelaram também que foram detidas 9 pessoas com ligação directa e indirecta com o atentado de quarta-feira, que custou a vida a 20 turistas num museu da capital.
Japoneses, italianos, espanhóis, britânicos e também tunisinos (2) fazem parte da lista de vítimas do ataque num recinto do parlamento, num país que evitou a violência no período pós-revolução da primavera árabe.
O ataque foi reivindicado pelo grupo Estado Islâmico que afirmou terem sido “as primeiras gotas da chuva”.
“A operação está em curso, temos boas pistas houve detenções. Esperamos, quando tudo terminar, informar sobre todos os detalhes”, declarou o primeiro-ministro Habib Essid.
Esta quinta-feira foi a enterrar o polícia tunisino abatido quando os militantes atacaram o museu. A cerimónia foi presenciada por inúmeras personalidades do país, incluindo o ministro do Interior, Najem Gharsalli.
A Multichoice Moçambique lançou na manha desta quinta-feira, dentro da sua marca GOtv, o serviço Gomagaiva, que tem por objectivo servir de apoio a todos os actuais e potenciais utentes da GOtv, fornecendo-lhes todo o auxilio de que possam necessitar em termos de instalação, activação de serviço entre outros.
O Gomagaiva estará presente em pelo menos 200 bairros da província e cidade de Maputo.
Falando durante o acto de lançamento, a Directora de Marketing da Multichoice Moçambique, Jónia Prezado, disse que é no sentido de tornar a instalação fácil que surge este projecto, que se inspirou no nome de um personagem de uma serie transmitida há muitos anos, o Mac Gyver (Magaiva).
Na série, segundo ela, o agente secreto não usava armas, mas resolvia os seus problemas graças aos conhecimentos científicos materiais comuns e um canivete que sempre carregava consigo.
“Foi assim que se realizou uma formação, primeiramente em Maputo onde se seleccionou pessoas com capacidade para serem os Gomagaivas, alguns destes, já fazem parte do grupo dos técnicos instaladores que fornecem apoio aos utentes da GOtv nos vários bairros da cidade de Maputo”, disse.
De referir que numa primeira fase, o projecto arranca a inícios do próximo ano, em Maputo e Matola e depois expandir-se-à para as restantes cidades onde já há GOtv, nomeadamente Chimoio, Nacala, Nampula, Pemba, Tete, Quelimane, Xai-Xai e Maxixe.
A Renamo confirmou nesta quinta-feira, a movimentação de seus homens residuais nas províncias de Inhambane e Gaza, mas recusa a acusação de violar os acordos de cessação das hostilidades militares, e defende que os seus homens residuais sempre respeitaram os acordos de Setembro.
Segundo o porta-voz da perdiz, António Muchanga, os homens da Renamo encontram-se em Inhambane desde 2013, antes da assinatura dos acordos preconizados e para o caso de Gaza, explicou que os antigos guerrilheiros entraram nos distritos de Chigubo, Chibuto e Guija a procura de se distanciar da aproximação das forças do governo em Inhambane.
“Essa forma de evitar a aproximação das forças do governo, visa prevenir confrontos com as Forças de Defesa e Segurança (FDS) e da Intervenção Rápida (FIR), dado que podem pôr em causa a paz no país”, considerou.
O porta-voz do partido Renamo, Atónio Muchanga, acusou nesta quinta-feira, o ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, José Pacheco e o governador de Inhambane, Agostinho Trinta, de propagar informação sobre a movimentação de homens residuais nas províncias de Inhambane e Gaza.
Para Muchanga, as informações proferidas pelo ministro e pelo governador, consistem numa tentativa de desinformar a população moçambicana.
Segundo o porta-voz, não constitui verdade que a Renamo chegou àquelas províncias em Fevereiro do presente ano, como Pacheco e Trinta acusam, no entanto, o político defende que estes instalaram-se na província de Inhambane nos finais de 2013, antes da assinatura dos acordos de cessação das hostilidades militares e reitera que nunca violaram os acordos de paz. “Os homens da Renamo vivem pacificamente com as populações, em todo o território nacional”.
“Apelo ao governador de Inhambane e aos seus colegas do partido Frelimo a pararem com a desinformação que andam a propagar”, acrescentou.
Um voo da British Airways, que decolou na última quinta-feira (12) do aeroporto de Heathrow, em Londres, com destino a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, foi obrigado a retornar à capital do Reino Unido depois que os passageiros reclamaram do mau cheiro na aeronave.
De acordo com o passageiro Abhishek Sachdev, a tripulação da aeronave não conseguiu resolver o problema no vaso sanitário do avião e o mau cheiro tornou-se insuportável, principalmente para quem estava sentado próximo do banheiro, o que fez com que o piloto abortasse a viagem cerca de 30 minutos após a decolagem e voltasse para o aeroporto de Heathrow.
“O piloto fez um anúncio no microfone pedindo a presença da tripulação na cabine e nós sabíamos que havia algo estranho nisso”, comentou o passageiro ao Daily Mail. Segundo ele, cerca de 10 minutos depois o piloto voltou a falar: “Vocês devem ter percebido que há um cheiro muito incómodo vindo de um dos nossos banheiros”.
“Ele disse que era ‘excremento fecal líquido’, com essas palavras, e que a tripulação não tinha conseguido resolver o problema e que, por isso, o avião iria voltar para Londres por razões de saúde e segurança”, comentou Abhishek Sachdev.
A companhia aérea remarcou as passagens, emitiu um pedido de desculpas e forneceu vouchers para alojamento e alimentação dos clientes num hotel. “Lamentamos muito pelo desconforto causado aos nossos clientes”, disse um porta-voz da British Airways, que não comentou detalhes do ocorrido na aeronave.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano vai, a partir de 2017, introduzir em Moçambique o ensino bilingue através das 16 línguas nacionais, numa medida que visa fundamentalmente auxiliar as crianças a tirar maior proveito do processo de socialização e aprendizagem.
A medida foi revelada nesta quarta-feira pela directora nacional do Ensino Primário, Antuía Soverano, que falava no Seminário de Revisão Linguística dos Planos Analíticos do Ensino Bilingue, a decorrer em Maputo e quadros do ministério a vários níveis para uma reflexão sobre a matéria.
Segundo Soverano, a aprendizagem na língua materna tem um grande impacto, na medida em que a criança se socializa na própria língua. Para a fonte, o ensino na língua materna cria uma atmosfera de maior interacção na sala de aulas, pois deixa os alunos mais a vontade, uma vez que conhecem a língua de instrução e também mais comunicativos entre eles.
No encontro, cuja abertura foi dirigida pelo vice-Ministro, Armindo Ngunga, apontou-se, por exemplo, que o país esteve nos últimos 10 anos a trabalhar num exercício piloto destinado a aperfeiçoar o ensino bilingue, tendo, por conseguinte, produzido um enorme acervo tanto do ponto de vista material bem como recursos humanos, em volumes e números não revelados.
De referir que a fase experimental foi levada a cabo a escala nacional com excepção da cidade de Maputo e permitiu tirar conclusões favoráveis à concretização do modelo de ensino através das 16 línguas nacionais seleccionada
Os governos de Moçambique e do Japão assinaram, na manhã desta quinta-feira (19), o contrato para a Operacionalização da Ajuda Alimentar Comercial do Japão em espécie (arroz), referente ao Acordo de Troca de Notas rubricado em Dezembro de 2014, no valor de 5.2 milhões USD.
Este valor destina-se à aquisição de pelo menos 10 mil toneladas métricas de arroz no Japão, cuja chegada à Moçambique está prevista para a última quinzena de Novembro e primeira semana de Dezembro de 2015.
Segundo o conselheiro da Embaixada do Japão em Moçambique, Jiro Maruhashi, este acordo visa estreitar os laços de cooperação entre os dois países “O Japão sempre manifestou o seu apoio à comunidade moçambicana, não só em alimentação, mas em outros sectores como: educação, saúde, saneamento entre outros” disse Maruhashi.
Maruhashi disse ainda que espera que esta ajuda alivie o sofrimento dos moçambicanos e impulsione o desenvolvimento da comunidade “Moçambique possui um forte potencial na área agrícola, mas devido a vários factores, continua a importar. Esperamos minimizar as perdas das populações vítimas do mau tempo, principalmente no Centro e Norte do país”, afirmou.
Por seu turno, o Vice-Ministro da Indústria e Comércio, Omar Mitá, explicou que o arroz adquirido será colocado no mercado doméstico, através da rede comercial que será seleccionada por via de um concurso público “criaremos uma base de critérios objectivos, pretendendo-se transparência no processo de selecção”, reiterou.
Refira-se que mais de 60% do arroz adquirido será encaminhado para a zona Norte do país, uma vez que foi a mais afectada pelas enxurradas dos finais de 2014 e princípios de 2015.
É corriqueira a discussão sobre a qualidade do futebol moçambicano, sobretudo no que tange à maior competição nacional, o Moçambola.
A edição 2015 da maior prova futebolística moçambicana arrancou na semana passada com a realização de seis partidas, deixando a primeira jornada com uma partida ainda por realizar entre o Ferroviário de Nampula e o seu homónimo da Beira, devido ao jogo da Taça CAF, dos Locomotivas de Chiveve.
Dos jogos realizados, resultou o rescaldo de 4 golos marcados, numa ronda em que as equipas venceram e ou perderam pela margem mínima (1-0) e registou-se 2 empates sem abertura de contagem.
Este registo deixa muito a desejar, uma vez que futebol é uma modalidade de paixões, segundo o Ministro da Juventude e Desportos, Alberto Nkutumula, mas esta paixão é muito mais emocionante quando numa partida há golos.
De um lado, há quem acredite que estes resultados poderão melhorar com o tempo, uma vez que as equipas ainda estão a recuperar o ritmo, depois da paragem do final da temporada 2014, porém, de outro, há quem se diz habituado a resultados tão pobres que até considera os quatro golos assinalados na primeira jornada do Moçambola 2015 uma riqueza.
Apesar de alguns jogos terem trazido fortes emoções com jogadas de ataque criativas e toques de bola que revelavam alguma mestria dos jogadores em campo, sem contar que se registou 4 vitórias (e consequentemente 4 derrotas) em 6 partidas, alguns amantes não pouparam palavras ao referir que o espectáculo tanto podia, quanto merecia ser mais pomposo.
“Estou decepcionado com as nossas equipas. Dá-me a triste impressão de que, durante as férias, estiveram parados, esquecendo-se da vida desportiva”, disse Rogério Nhambire, adepto de futebol.
Gilberto Ndeve secunda “comparativamente a outros campeonatos africanos, bem como de outras partes do mundo, o nosso sempre foi fraco em termos de golos. Não sei qual seria a razão, se calhar tenhamos equipas tão fortes, defensivamente, que não se permitam sofrer golos”.
Outro adepto que repudia os fracos resultados registados na primeira jornada do Moçambola 2015 é Lucas Micavo e associa a fraqueza do campeonato nacional aos maus resultados obtidos pela selecção nacional, os Mambas, nas competições em que participam “é necessário que se faça um grande trabalho de reforma ao nosso campeonato. Não só ao Moçambola, como às outras competições que temos aqui. A continuar com esta pobreza, mesmo a nível da selecção, continuaremos a registar fracasso durante muitos e longos anos”, disse Micavo salientado que “é necessário que se invista na formação e, agora, também na gestão dos jogadores, pois estes têm demonstrado um comportamento pouco profissional quando estão nos seus círculos, Têm vícios que em nada abonam a sua pujança física e hábitos nocturnos, nada compatíveis com os atletas.
Para além disso, as equipas que representavam Moçambique nas competições africanas tiveram um descalabro prematuro, sendo que o último a tombar foi o Ferroviário da Beira, que foi, no passado domingo, à Kinshasa perder frente ao AS Vita Club por expressivos 3-0, em jogo a contar para o acesso à fase de grupos da Taça da Confederação Africana de Futebol (Taça CAF), depois da fraca exibição da Liga Desportiva de Maputo na pré-eliminatória da Liga dos Campeões Africanos.
O MMO continuará a acompanhar os resultados do Moçambola e a abrir espaços de debate, visando a melhoria da qualidade do futebol moçambicano.
M-Payment é o nome do novo serviço de pagamento de passagens aéreas, nascido duma parceria estabelecida na manhã desta quarta-feira entre as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) e a empresa de telefonia móvel, Vodacom.
Com este acordo, os clientes da LAM já podem adquirir bilhetes em qualquer lugar, através do serviço M-Pesa, da Vodacom, bastando para tal fazer a reserva de voo contactando a plataforma M-Payment, onde obtêm o código da reserva.
Salimo Abdula, PCA da Vodacom, considera que esta parceria irá facilitar, em grande escala, a vida dos moçambicanos “tornar a vida dos nossos compatriotas mais fácil tem sido a premissa que nos tem guiado até agora e este serviço vem complementar todos os outros que têm sido levados a cabo pelo M-Pesa, que desde 2013 regista um crescimento significativo e confere dinamismo aos diversos serviços de pagamento por meios electrónicos”, disse Abdula.
Por sua vez, Iacumba Ali Ayuba, Presidente do Conselho Executivo da LAM, explicou que a companhia de bandeira nacional resolveu firmar este acordo porque “pretendemos elevar para 30 por cento os pagamentos e ou compra de bilhetes por via electrónica e o M-Pesa coloca o sistema de vendas da companhia mais próxima do cliente”, afirmou Ayuba.
Para os representantes das duas empresas, o início de compra com recurso ao telemóvel é uma evidência da aposta na diversificação dos meios de aquisição das passagens aéreas.
Refira-se que, desde 2014, as vendas de passagens por internet passaram a aceitar o cartão de débito, um dos meios mais abrangentes de pagamento, para além do cartão de crédito em uso desde 2009.
O BancABC e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) garantiram recentemente em Maputocontinuar a aumentar o seu apoio ao segmento das PME’s em Moçambique.
Para o efeito, foi assinada em Maputo uma convenção entre o BancABC e a AFD no sentido de colaborar com as autoridades moçambicanas e com os parceiros de cooperação em encontrar formas de aumentar o financiamento a este importante segmento da economia moçambicana.
Falando na ocasião, o Admnistrador delegado do BancABC Hélder Chambisse disse que é um segmento vasto, com um número estimado de pouco mais de 38 mil operadores de diversas dimensões e cobrindo todos os sectores da actividade económica e empregando cerca de 190 mil trabalhadores.
“O seu peso e importância na economia, contrasta com as dificuldades enfrentadas na sua actividade, nomeadamente na obtenção de financiamento junto da banca comercial, quer para o investimento, quer para o capital circulante”, disse.
Chambisse referiu ainda que pelas características e natureza da sua actividade, as PMEs incorrem em custos financeiros elevados junto da banca comercial, o que aumenta o peso e as dificuldades que enfrentam na sua actividade corrente.
Segundo ele, é fundamental que se encontrem formas de mitigar o risco de crédito que decorre do financiamento das PMEs por forma a que as mesmas possam aceder ao financiamento bancário com custos razoáveis e adequados à sua dimensão e actividade.
“Daí a relevância do acordo que acabamos de assinar, através do qual o BancABC junta esforços com um parceiro de cooperação, para assegurar o financiamento das PMEs com uma partilha de riscos, o que permitirá termos taxas de juro mais competitivas”, frisou.
O Delegado desta instituição bancária disse que O BancABC tem as PME’s como segmento fulcral na sua estratégia de crescimento e expansão e continuará a priorizar o aumento dos serviços bancárias a estas empresas ao longo de todo o país e cobrindo todos os sectores.
“Continuaremos a priorizar as PMEs na sua actuação no mercado, prestando serviços bancários e soluções financeiras que vão de encontro às suas mais diversas necessidades e promovendo o seu continuado contributo para o crescimento e desenvolvimento da economia moçambicana”, sublinhou.
Por sua vez a representante da Agência Francesa de Desenvolvimento, Virginie Dago, explicou que a convenção assinada entre o BancABC e a AFD é um acordo de garantia de carteira de 2 milhões de euros para a AFD garantir parcialmente os créditos concedidos pelo BancABC às PMEs em dólares ou em meticais.
“Esta Convenção marca o princípio de uma parceria que esperamos que seja sólida e duradoura entre estas duas entidades que acreditam num mesmo objectivo, de facilitar o acesso ao financiamento para às Pequenas e Médias Empresas com vista a promover o desenvolvimento delas e a criação de novos postos de emprego”,disse.
De referir que a AFD é um banco de desenvolvimento francês presente em cerca de 70 países, actuando há mais de 30 anos em Moçambique. Em Moçambique, o apoio da Agência concentra-se nos sectores de meio ambiente e infra-estruturas (energia, transportes e água principalmente), mas também a AFD tem como enfoque o apoio ao sector privado seja directamente ou através dos bancos.
A AFD disponibilizou, desde 1981, mais de 1 bilião de dólares de financiamento em Moçambique nestes sectores.
A AFD está a desenvolver em África este tipo de garantia denominada ARIZ e concede anualmente cerca de 120 milhões de euros de novas garantias com cerca de 40 bancos parceiros.
O Alto Comissariado do Canadá em Moçambique irá, este Domingo, organizar uma marcha/corrida de angariação de fundos a favor das vítimas das cheias nas regiões Norte e Centro de Moçambique.
De acordo com a nota de imprensa enviada ao MMO, como forma de angariação de fundos, as inscrições para participar serão feitas mediante o pagamento de 10,00Mt (dez meticais) a serem pagos no local, antes do início da corrida/corrida”, lê-se.
A marcha de solidariedade terá início as 07:00, tendo como ponto de partida a Praça da Independência e percorrerá uma rota de 5 quilómetros de distância e terminará no mesmo local.
O Alto-comissariado também espera recolher bens não perecíveis, que depois serão entregues à Cruz Vermelha de Moçambique para devido encaminhamento, juntamente com o dinheiro angariado.
A Assembleia da República de Moçambique aprovou, em definitivo, a revisão pontual do Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado (EGFAE), que altera...
O Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas (MAAP) anunciou a implementação de uma ampla campanha de vacinação destinada a proteger o gado e diversos...