Foi a pensar na inacessibilidade dos medicamentos por parte das classes desfavorecidas que o Ministério da Saúde esteve reunida na manhã desta segunda-feira, para discutir aspectos técnicos e chegar a um consenso sobre a revisão e finalização da Lista Nacional de Medicamentos essenciais.

A última lista elaborada para o efeito data dos princípios de 2010, sendo que a maioria dos medicamentos disponíveis nas farmácias públicas não respondem à algumas necessidades das populações.

De acordo com a Ministra da Saúde, Nazira Abdula, as unidades sanitárias têm reservas de medicamentos para os próximos três meses, mas “Isto não retira a necessidade de actualizar a lista, pois, como sabem, a medicina é uma ciência dinâmica, todos os dias há novos medicamentos e novos preços”, explicou.

Nazira Abdula referiu igualmente que uma actualização da lista de medicamentos essenciais em conformidade com as reais necessidades da população poderá reduzir os custos e consequentemente os preços, melhorando a disponibilidade dos medicamentos à população.