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Quarta-feira, Maio 6, 2026
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Padre envolvido em conflito de Terra em Nampula

O padre afirmou que agiu daquele modo para preservar o espaço da missão que devia ser usado para alguma coisa ”útil”.

Um padre identificado com Pedro Joaquim está envolvido num conflito de terra em Nampula, alegadamente por ter destruído uma infra-estrutura.

O caso deu-se no bairro de Marre e a infra-estrutura em causa era um aviário. O padre alegou que o espaço pertencia a missão da sua congregação religiosa e a declaração de terra apresentada pelos jovens é falsa, que por sua vez foi concedida pelo secretário do bairro.

Assim, embora os jovens reconheçam que o espaço pertence a missão, estes mostraram-se agastados com a situação e afirmaram que o padre não tinha o direito de agir daquela forma.

Um dos jovens referiu que o padre não prestou nenhuma declaração ou aviso de demolição. E o outro afirmou que o padre destruiu uma infra-estrutura que havia gasto muito dinheiro para sua construção.

Por sua vez, o padre afirmou que agiu daquele modo para preservar o espaço da missão que devia ser usado para alguma coisa ”útil”. Assim, o espaço seria reservado para a construção de uma escola ou hospital para o uso de toda comunidade e não um aviário privado.

Contudo, o caso ainda continua a ser analisado pelas autoridades daquela província.

AR preocupada com a Fraca qualidade de ensino

A Comissão dos Assuntos Sociais e do Género, Tecnologia e Comunicação Social (CASGTCS) da Assembleia da República (AR), manifestou ontem, em Maputo, a sua disponibilidade para debater propostas com o potencial de resolver o problema da fraca qualidade do ensino no país, que por sua vez traz graves repercussões nos níveis subsequentes.

Turmas numerosas, fraca assiduidade de alunos e professores, inexistência e ou fraco funcionamento das bibliotecas escolares no ensino secundário, fraco incentivo salarial para os professores, fraco acompanhamento dos educandos pelos encarregados de educação, entre outros, são alguns de entre os vários factores que concorrem para a fraca qualidade de ensino no país, conforme apontam os estudos conduzidos pelo Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH).

Os parlamentares aguardam do MINEDH a submissão das propostas que possam concorrer para a melhoria da qualidade de ensino, conforme esclareceu a presidente da comissão parlamentar, Conceita Sortane, tendo reconhecido o trabalho que este tem vindo a realizar na busca de soluções para melhorar a qualidade de ensino.

“O que a Assembleia da República pode fazer neste momento é só aguardar que o MINEDH nos traga aquilo que são as grandes preocupações. Por exemplo, eles diziam que têm como uma das preocupações o Estatuto do Professor, que não foi ainda aprovado pela Assembleia”, disse Sortane. “O estatuto que está a funcionar é o que foi aprovado outrora, mas que eles acham que traz lacuna”, acrescentou.

Por sua vez, Jorge Ferrão, Ministro da educação e desenvolvimento humano, referiu que, “há que, com muita urgência, resolver o equipamento escolar e livros de formação do docente, melhoria salarial, melhor na qualificação. Enfim, são muitos factores que concorrem para o baixo rendimento nas escola”, disse.

Entretanto, a deputada prometeu ainda melhorar tudo aquilo que for da competência da Assembleia da Republica e que poderá contribuir para melhorar a qualidade do ensino.

(AIM)

Venda de rubi poderá render 45 milhões de euros

Uma empresa moçambicana vai realizar a venda de um rubi, num leilão, em Junho próximo em Singapura, esperando embolsar cerca de 45 milhões de euros.

Segundo Raimundo Pachinuapa, citado ontem pelo “Notícias”, o leilão de Singapura será o quarto da empresa moçambicana Montepuez RubyMinning (MRM), depois de duas operações na Tailândia e uma na Índia.

“Fizemos as duas primeiras vendas no ano passado na Tailândia. No primeiro leilão, rendemos 30 milhões de dólares (cerca de 26,8 milhões de euros) e no segundo 45 milhões de dólares (40,3 milhões de euros). A terceira venda aconteceu recentemente, cuja qualidade consideramos baixa, comparativamente às duas primeiras, e ganhámos cerca de 15 milhões de dólares (13,2 milhões de euros)”, afirmou Pachinuapa.

O director dos assuntos corporativos da MRM, adiantou que a companhia está optimista em relação à próxima transacção em Singapura, tendo em conta a qualidade do rubi.

“Estamos a trabalhar para que, desta vez, a venda atinja mais de 50 milhões de dólares (cerca de 45 milhões de euros), tendo em conta a potencialidade da área em que operamos, na qual foi feito um estudo por uma empresa cotada e esperamos que os resultados sejam divulgados nos próximos dias pela bolsa de valores de Londres”, assinalou.

A MRM extrai rubis desde 2012 no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, numa concessão mineira de 33 mil hectares.

Tomaz Salomão é o novo PCA da Cervejas de Moçambique

O economista e ex-Secretário Executivo da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Tomaz Salomão, foi indicado esta segunda-feira ao cargo de Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Cervejas de Moçambique.

Tomaz Salomão, é um economista moçambicano, que trabalhou como terceiro secretário executivo da SADC de 2005 a 2013, e desta vez foi indicado ao cargo de PCA da CDM para suceder o sul-africano Wayne Wall.

Mais de 100 mil pessoas perderão terras no corredor de Nacala

Das mais de 500 mil pessoas, mais de 100 mil serão removidas das suas terras e casas nas comunidades ao longo das margens do rio Lúrio das províncias de Niassa e Cabo Delgado, caso o Conselho de Ministros de Moçambique decida aprovar o chamado Projecto de Desenvolvimento do Vale do Rio Lurio (DVRL), no Corredor de Nacala.

Trata-se de um projecto que insere-se num contexto de rápida transformação e conversão do chamado corredor de Nacala em epicentro de penetração de disputa pelo controlo de terra e agua, pelas grandes corporações internacionais, incluindo agências de cooperação internacional.

Este projecto, foi apresentado em restrito, em Janeiro do ano passado, tendo reunido representantes do governo de cooperação internacional e do sector privado, agências de cooperação internacional e do sector, com o qual pretende-se ocupar mais de 240 mil hectares para produção de monoculturas destinadas a exportação de algodão, milho, açúcar e exploração pecuária.

Prevê-se de igual modo, a construção de duas barragens sobre o rio Lúrio para a produção de energia eléctrica, com uma capacidade de 40 MW e 15 MW, respectivamente, e um sistema de irrigação.

Este projecto, segundo a Acção Académica para o Desenvolvimento da Comunidades Rurais (ADECRU), será implementado por uma empresa  já criada, denominada Companhia do Vale do Rio Lurio (DVRL), sob gestão do consórcio TurnConsult (empresa de prestação de serviços na área de Turismo) e Agricane (empresa sul-africana de produção de cana e prestação de serviços de consultoria).

Entretanto, membros da ADECRU, visitaram no inicio do mês em curso, o vale do rio Lurio e,  mantendo dialogo com comunidades do distrito de Chiuri em Cabo Delgado e Erati em Nampula,  constatou-se que as mesmas, desconhecem o projecto de desenvolvimento do vale do rio Lurio, devido ao alto nivel de secretismo com o qual o assunto e tratado.

Muchanga diz que reitor da ACIPOL não tem qualificações

O deputado da Resistência Nacional de Moçambique (Renamo) António Muchanga, afirmou na semana finda durante o debate sobre o informe sobre o estado geral da justiça no país, que José Mateus Mandra, o actual Reitor da Academia das Ciências Policiais (ACIPOL) não tem qualificações para a ocupação do cargo.

O deputado sustentou a sua afirmação dizendo que para alguém ocupar o cargo em causa, deve ter no mínimo o nível de Doutoramento. Mas, o actual reitor não possui nem o nível de licenciatura, e nem de mestrado.

De referir, que a Procuradora-Geral da República ao responder as questões levantadas pelas bancadas parlamentares, não respondeu a preocupação do deputado Muchanga.

Parlamento sul-africano garante apoio a Mulémbuè

A presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, deslocou-se na última sexta-feira à vizinha África do Sul para pedir apoio a candidatura à presidência do Parlamento Pan-Africano (PPA), do deputado moçambicano, Eduardo Mulémbwè.

Na conversa mantida entre a presidente da AR, Verónica Macamo e o congénere sul-africano, Baleka Mbet, ficou confirmada a disponibilidade do apoio parlamentar daquele país vizinho para levar Mulémbwè à presidência.

Baleka Mbet, garante que o parlamento dará apoio total a Moçambique como algo natural e, “desde já, temos de definir, em conjunto, as estratégias com vista à vitória que será de todos nós”, disse.

Abdul Carimo observa e surpreende-se com a democracia britânica

O presidente da Comissão Nacional de Eleições de Moçambique (CNE), Abdul Carimo, observou na última quinta-feira às eleições realizadas no Reino Unido e ficou surpreendido pela forma como os dirigentes políticos confrontaram-se com a derrota.

Segundo Abdul Carimo, citado pela AIM, os dirigentes dos partidos derrotados assumiram pessoalmente a sua responsabilidade pelo mau desempenho dos seus partidos e não culparam o processo eleitoral ou os vencedores.

“Essa é a coisa certa que os políticos devem fazer, compreender que se os cidadãos votam num outro candidato é seu direito”, disse.

O Partido Conservador, do primeiro-ministro David Cameron, venceu as eleições realizadas na quinta-feira no Reino Unido, com uma força que ninguém esperava.

Os resultados provocaram a demissão, na manhã de sexta-feira, dos líderes dos três partidos perdedores: o trabalhista Ed Miliband, o liberal-democrata Nick Clegg (atual vice-primeiro ministro) e Nigel Farage, do ultraconservador UKIP, do Partido da Independência do Reino Unido.

Vice-Ministra da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural visita Província de Maputo

A Vice-Ministra da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural visita a província de Maputo, com finalidade de inteirar-se acerca da situação de conflitos de terra.

Assim, a Vice-ministra Ana Ismael Coani, afirmou que “o objectivo principal da visita é conhecer mais a situação da província e criar uma estrutura única entre as instituições que abarcam o ministério, unindo deste modo, as áreas de terra, ambiente, e desenvolvimento.

A visita vai durar 4 dias e espera-se com o surgimento de um debate no que tange aos conflitos e gestão de terra que tem assolado aquela região, principalmente nos distritos de Boane e Marracuene que estão em expansão.

Governo quer tornar o desporto lucrativo

O governo moçambicano pediu autorização legislativa à Assembleia da República para regulamentar a actividade num novo regime jurídico, afim de tornar o desporto nacional como unidades de negócio e não como entidades sem fins lucrativos.

O Ministro da Juventude e Desporto, explicou que a AR precisa alterar a lei que esta em vigor, porque devem se criar sociedades anónimas desportivas ou entidades comerciais que possam viabilizar o funcionamento.

Referindo que a nova lei pode vir a garantir a sustentabilidade das várias modalidades praticadas no país, que agora encontram-se em condições precárias e algumas estagnadas por falta de fundos.

Terminou ontem a Feira Internacional do Livro em Maputo

Terminou ontem em Maputo a primeira feira internacional do Livro que tinha como duração 4 dias. O invento tinha como objectivo a exposição e venda de obras, e debate entre os escritores nacionais e internacionais, como forma de intercâmbio e troca de experiências.

Assim, na sua intervenção o ministro da Educação e Desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão, “referiu que há necessidade de se apetrechar as bibliotecas nacionais e incutir nas crianças e demais cidadãos um espírito do gosto pelo livro”.

Nyusi: Comida deve deixar de ser problema neste país

O presidente da república, Filipe Nyusi, afirmou neste domingo, em Massinga, província de Inhambane que o seu governo fará de tudo para garantir alimentação a cada moçambicano, e manifestou o desejo de a comida deixar de ser problema para o seu povo.

Falando num comício popular em Massinga, o estadista sublinhou que o objectivo central do Programa Quinquenal do Governo (PQG), aprovado recentemente pelo parlamento é a criação do bem-estar dos moçambicanos.

Segundo Nyusi, o governo, fará tudo por tudo para que não falte comida a um único moçambicano e que os mesmos alimentos devem ser produzidos no país.

“Essa comida deve ser produzida aqui em Moçambique. Comida deve deixar de ser problema neste país”, defendeu.

O presidente da república, encontra-se em Inhambane desde da última sexta-feira, numa visita de trabalho de quatro dias, com o objectivo de manter encontros com os governos provincial e distritais, bem como interagir com a população local.

Banco Mundial concede fundo ao Governo de Moçambique

O Banco Mundial (BM) ofereceu ao Governo de Moçambique um valor estimado em cerca de 45 milhões de dólares norte-americanos na área da educação, no que tange às condições de qualidade do Ensino Superior.

Segundo uma nota de imprensa emitida pela instituição financeira, o Conselho de Administração do Banco Mundial aprovou um financiamento no valor equivalente a 45 milhões de dólares para apoiar a implementação  do Projecto do Ensino Superior, Ciências e Tecnologia do Governo de Moçambique.

Deste modo, o donativo vai melhorar as condições de qualidade de ensino dos jovens com famílias de baixo nível de vida.

Espera-se também que o projecto aumente a qualidade dos estudantes graduados e pós-graduados; fomente a pesquisa científica na área económica e fortifique o ensino técnico-profissional, de modo que o país tenha quadros qualificados.

Contudo, este programa está também em coordenação com o Governo de Moçambique na sua agenda de combate e redução da pobreza absoluta no país.

Zona das barreiras “corta-mato” cada vez mais perigosa

Munícipes da cidade de Maputo queixam-se da degradação e falta de segurança da comummente chamada de zona das barreiras, via que facilita ao acesso rápido da paragem terminal do Museu à Baixa da cidade.

Alunos e cidadãos que usam a via com frequência, foram unânimes em afirmar que, embora seja uma via mais rápida, esta os faz colocar em risco a sua segurança, visto que degraus que já estão deformados e não oferecem mais condições para caminhar.

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“Uso com frequência esta via como alternativa para chegar ao meu local de trabalho, e embora seja mais rápida não deixa de ser perigosa, pois, existem bandidos que arrancam os bens das pessoas principalmente dos alunos”, disse Fernando Mulungo.

António Cambula, estudante do Instituto Comercial de Maputo, refere que usa a via com a mesma finalidade, facilitar sua chegada a terminal da Baixa, mas “a mata que a rodeia torna-a cada vez mais perigosa, pois, os malfeitores apoderam-se dos bens alheios e escondem-se nela. Nunca presenciei de algum assalto mas já ouvi vários relatos de tal”, frisou.

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Entretanto, embora esteja num estado degradado, os munícipes que com frequência usam a via, apelam a quem de direito para que providencie sua reabilitação e restabeleça a segurança.

BM lança programa para festividade do 40º aniversário

O Banco de Moçambique (BM), publicou nesta segunda-feira o programa para festividade em prol da comemoração dos 40 anos do seu aniversário e 35 anos da criação do metical, sob o lema Inclusão Financeira no pais.

Visto que os 40 anos do Banco de Moçambique coincidem com os 40 da independência do pais, para este ano, as festividades decorrem de um modo mais amplo envolvendo seminários, actividades recreativas, culturais e desportivas, algumas das quais já iniciadas em Fevereiro, com o lançamento de um torneio desportivo que teve a duração de 60 dias em todo o pais e que envolveu 900 atletas nacionais.

Realizar-se-à um seminário, com intervenção de algumas personalidades do governo, cuja escolha do tema, “Avanços da Inclusão Financeira no pais”, tem como objectivo “…criar mecanismos para que o Banco alargue os seus serviços mais afastados da média de modo a permitir a inclusão da sociedade”, anotou Waldemar Sousa, Administrador do BM.

Portanto, o encerramento das festividades será feito a “chave de ouro” com um jantar de gala que se realizara esta semana. Contudo, vão continuar decorrendo algumas actividades culturais no museu de artes, do dia 15 do mês que corre até Junho.

De recordar que, o Banco de Moçambique comemora esta efeméride no dia 17 do mês corrente desde que foi fundado em 1975 e, sua história está indelevelmente ligada à evolução do país e das suas políticas económicas e sociais, particularmente após a Independência em que uma de suas tarefas foi a substituição, em 16 de Junho de 1980, da moeda colonial (o escudo) pelo Metical.

Menino “morto” volta 7 anos depois do seu funeral em Tete

Uma criança de Tete, cuja família achava estar morta há 7 anos, apareceu viva na sua cidade natal, no ano passado, surpreendendo quem o conhecia e negando que esteve morto.

O menino conta que foi levado por via de magia para trabalhar para o tio na cidade de Tete, onde trabalhava com outras crianças de proveniência desconhecida, e “iam aos bancos buscar dinheiro para o enriquecimento”.

O menino contou que teve que voltar, quando o tio perdeu a vida e a sua esposa não tinha condições necessárias para cuidar de todos, dai que ela decidiu enviar todos para as suas casas. E foi dai que o menino descobriu que estava em Madeia, cruzamento para Domue, no distrito de Angonia, por sinal local onde estavam os pais.

O petiz foi levado hospital rural de Angónia, porque mostrava sinais de má nutrição e de algumas alterações psicológicas.

Pelé já teve alta médica após operação à próstata

O ex-futebolista brasileiro Pelé, de 74 anos, considerado o maior futebolista da história, esteve internado hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde foi diagnosticado com um aumento da próstata na ultima terça-feira.

Felizmente Pelé recebeu alta médica ontem (10), e saiu às 18:30, no horário brasileiro. Fora do hospital, fãs e jornalistas esperavam pela saída do mesmo, mas  Pelé abandonou a unidade hospitalar por uma das portas traseiras sem ser visto.

MINEDH e Porto de Maputo oferecem carteiras em Chókwè

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) em parceria com o Porto de Maputo ofereceram ontem cerca de 150 carteiras à Escola Primária Completa do 5º Bairro em Chókwè.

O ministro da educação Jorge Ferrão afirmou “que espero que esta distribuição seja alargada a nível nacional e contamos com a ajuda de todos”. Assim, com esta doação cerca de 900 crianças daquela instituição terão o seu problema resolvido, acrescentou.

Por sua vez, o Director geral do porto Osório Lucas, que doou ao ministério cerca de 150 milhões de dólares americanos, referiu que “o objectivo principal para nós este ano, é financiar a área da educação”.

De referir, que esta instituição reclamou a situação de falta de carteiras, ao presidente Filipe Jacinto Nyusi aquando da presidência aberta a 14 de Abril do corrente ano.

Sociedade Civil com novas estrategias sobre energia sustentavel na SADC

Quatro Organizações da Sociedade Civil (OSC) da África Austral reuniram-se esta quinta-feira, em Maputo, para rever e implementar novas formas do progresso das acções à volta da iniciativa de Energia Sustentável para Todos (SE4ALL).

Trata-se de um encontro de 4 países da África Austral nomeadamente Moçambique, Malawi, Zâmbia e Zimbabwé, com o objectivo de “fazer prevalecer os valores e as necessidades dos mais necessitados para que sejam incluídas de uma forma activa e participativa nos quadros funcionais”, disse Carlos Meirinhos, Coordenador de Moçambique.

No contexto moçambicano, Meirinhos refere que, “a energia renovável vem em resposta ao tipo de demografia não muito concentrada e elevados custos, não permitindo o fácil acesso para a população das zonas muito isoladas, dai que, vai se implementar o uso de painéis solares, por forma a garantir o fácil acesso da energia de forma sustentável e sem custos elevados”, frisou.

Entretanto, o Workshop a ter lugar nos dias 7 e 8 do mês em curso, foi agendado com o propósito de dar continuidade ao processo de revisão do progresso que começou na Zâmbia, em Setembro de 2014.

Tráfico de drogas: 74 Moçambicanos detidos no estrangeiro

Segundo o Informe Geral da Procuradora Geral da República, Beatriz Buchili, pelo menos 74 moçambicanos encontram-se detidos fora do país em conexão com o tráfico de drogas, sendo que o Aeroporto Internacional de Maputo é tido como corredor de trânsito de estupefacientes provenientes do estrangeiro.

Falando esta quarta-feira na sua primeira aparição no parlamento com propósito de apresentar o informe sobre a justiça nacional, Buchili, salientou que para fazer face a este tipo de criminalidade, promoveu e realizou acções de capacitação dentro e fora do país, de magistrados do Ministério Público e Inspectores da polícia, bem como foram desenvolvidas actividades de intercâmbio e troca de experiências em matéria de justiça criminal, crime organizado e de prevenção.

Para a procurada, essas acções trouxeram resultados encorajadores na luta contra este tipo de criminalidade e que pretende intensificar actividades do domínio.

Aeroporto

De acordo com o mesmo dispositivo, o Aeroporto Internacional de Maputo/Mavalane continua a ser usado como um dos pontos de entrada ou trânsito de estupefacientes provenientes do estrangeiro, maioritariamente do Brasil e Paquistão.

“Em conexão com os crimes de tráfico e consumo ilícito estupefacientes e substâncias psicotrópicas foram detidos 385 cidadãos, contra 200 em igual período do ano anterior. 30 cidadãos foram detidos no Aeroporto Internacional de Maputo, dos quais 21 transportavam a droga no estômago e 9 em fundos falsos de malas e pastas”, referiu Buchili.

Como resposta a PGR, instaurou 394 processos-crime, contra 202, em igual período anterior (2013), 348 acusados, 134 julgados, 10 despachos de abstenção exarados e 36 encontram-se em instrução preparatória.

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