As autoridades moçambicanas de saúde anunciaram, na sexta-feira (08), 521 novas infecções pela COVID-19, o maior registo diário desde que a pandemia atingiu o país, no primeiro trimestre de 2020.
A situação é preocupante, disse Ussene Isse, director nacional de assistência médica.
O especialista disse à imprensa em Maputo que também em 24 horas morreram cinco pessoas e 30 foram internadas, outro recorde.
Na primeira semana deste ano foram registados 1840 casos do novo Coronavírus.
Com estes números, Moçambique passa a ter o cumulativo de 20.482 pessoas infectadas pelo vírus, dos quais 181 morreram.
Perante os números extremamente preocupantes Isse pediu a população para seguir as medidas de prevenção.
Em caso de falha na mudança de comportamente – disse Isse, a situação pode agravar-se e comprometer a nossa capacidade de resposta.
A investidura do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, poderá ser antecedida de protestos armados, de acordo com um memorando do FBI.
O memorando interno do departamento de investigação, considera que a ameaça de grupos extremistas se estende atodas as 50 capitais dos estados norte-americanos e a Washington, DC, de 16 até 20 de janeiro, dia das cerimónias de tomada de posse de Biden e da vice-presidente Kamala Harris.
A ameaça de protestos estende-se ainda, a partir de 17 de janeiro, ao Capitólio, onde na semana passada uma invasão de apoiantes do presidente Donald Trump, para tentar travaraconfirmação daeleição do democrataJoe Biden,fez 5 mortos e dezenas de feridos.
O teor do memorando, partilhado com forças de segurança em todo o país, foi confirmado à Associated Press por agentes do FBI.
Na semana passada, começaram a circular nas redes sociais novos apelos a protestosno dia 17 de janeiro e a presidente da câmara de Washington, Muriel Bowser, prolongou o estado de emergência até dia 20,para voltar a impor o recolher obrigatório, se for necessário.
O Pentágono foi criticado por ter tardado a enviar a Guarda Nacional no passado dia 06 de janeiro, durante a invasão do Capitólio.
Na segunda-feira, o Pentágono indicou ter autorizado o destacamento de 15.000 elementos da Guarda Nacional em Washington para evitar episódios de violência na investidura deJoe Biden.
Perto de 6.200 militares já estão presentes na capital federal e no fim de semana serão no total 10.000, disse aos jornalistas o general Daniel Hokanson.
Um grupo de organizações internacionais anunciou hoje a criação de uma reserva global de vacinas contra o ébola para garantir uma resposta adequada a futuras epidemias.
A iniciativa será liderada pelo Grupo de Coordenação Internacional (ICG) para vacinas, que integra a Organização Mundial de Saúde (OMS), a UNICEF, a Cruz Vermelha e a organização Médicos Sem Fronteiras.
Em comunicado, estas organizações referem que o objetivo desta reserva será permitir aos países conter futuras epidemias de ébola com uma vacinação mais rápida.
A reserva ficará na Suíça e inicialmente estarão disponíveis 6.890 doses para responder a emergências, um nível que deverá aumentar, esperando-se que seja alcançado dentro de dois ou três anos as 500.000 doses.
O desenvolvimento de uma vacina contra o ébola foi acelerado após a pior epidemia que começou na Guiné-Conacri em dezembro de 2013 e alastrou à Libéria e Serra Leoa.
A epidemia causou mais de 11.300 mortos em perto de 29 mil casos registados, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que declarou o fim da epidemia em março de 2016.
Mais cinco pessoas morreram vítimas do novo coronavírus em Moçambique, elevando o número de óbitos para 197, tendo ainda 395 novos casos, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
Das cinco pessoas de nacionalidade moçambicana, três perderam a vida ontem, e outras duas no domingo. Todas as vítimas estavam internadas em unidades hospitalares da cidade de Maputo, disse Benigna Matsinhe, diretora adjunta de Saúde Pública na atualização de dados sobre a pandemia.
O número de casos positivos, com os novos 395 casos anunciados hoje, subiu para 22.334, dos quais 22.018 são de transmissão local e 316 são importados.
A responsável anunciou ainda que mais 88 pessoas são dadas como recuperadas da doença em Moçambique, subindo o total para 17.623 (78%).
A cidade de Maputo, capital do país, concentra o maior número de pessoas ainda infetadas, com 2.706, do total de 4.510 casos ativos.
Desde o anúncio da primeira infeção em Moçambique, em 22 de março, foram testados um cumulativo de 290.733 casos suspeitos.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.934.693 mortos resultantes de mais de 90,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Um jovem morreu após ser baleado durante um novo ataque em Sofala, disse ontem (11), o porta-voz da Polícia da República de Moçambique naquela província do centro do país.
O ataque ocorreu em Zove (Muxungue) no sábado (09) e a vítima, de 22 anos, perdeu a vida no Hospital Distrital de Muxungue, disse Daniel Macuacua, numa conferência de imprensa ontem na província de Sofala.
Segundo o porta-voz da polícia moçambicana, a vítima seguia numa viatura que foi atacada na Estrada Nacional N.º1 por homens armados da autoproclamada Junta Militar da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), um grupo de guerrilheiros dissidentes do maior partido de oposição acusado pelas autoridades de protagonizar emboscadas e ataques a viaturas nas estradas e aldeias do centro de Moçambique.“Foi destacada uma equipa das Forças de Defesa e Segurança que continua no terreno a trabalhar, sobretudo, a efetuar trabalhos de vasculha nas matas para neutralizar estes bandidos”, acrescentou Daniel Macuacua.
O grupo de Mariano Nhongo exige melhores condições de reintegração, a renegociação do acordo de paz de 2019 entre o Governo e a Renamo e a renúncia do atual presidente do principal partido da oposição, Ossufo Momade, que acusam de ter desviado o processo de negociação dos ideais de seu antecessor, Afonso Dhlakama, líder histórico que morreu em maio de 2018.
Em outubro, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, tinha anunciado uma trégua na perseguição das Forças de Defesa e Segurança (FDS) à Junta Militar da Renamo durante sete dias, mas tentativas de aproximação para um diálogo fracassaram, com as duas partes a trocarem acusações.
Após o fracasso das primeiras tentativas de negociação, o Presidente moçambicano anunciou operações de grande vulto contra bases da autoproclamada Junta Militar no centro de Moçambique, avançando que as Forças de Defesa e Segurança capturaram três homens próximos do líder do grupo, Mariano Nhongo, um dos quais era seu assistente de campo.
Em finais de dezembro, o líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo anunciou a suspensão das emboscadas e ataques de viaturas nas estradas e aldeias do centro de Moçambique, para permitir o início de negociações de paz com o Governo, mas nada mais foi dito sobre o assunto publicamente.
Os ataques atribuídos à Junta Militar da Renamo no centro de Moçambique já provocaram a morte de, pelo menos, 31 pessoas desde agosto de 2019.
Um automobilista atropelou mortalmente uma criança e pôs-se em fuga na cidade de Pemba, capital de Cabo Delgado.
O acidente ocorreu cerca das 21 horas do último sábado (09), no bairro de Mahate, arredores da baía.
Segundo testemunhas, o sinistro aconteceu próximo de uma bomba de combustíveis mas os agentes de segurança do estabelecimento não puderam identificar o condutor. Apenas disseram que o suspeito faziam-se transportar numa viatura ligeira.
“Só ouvimos barulho e quando saímos para a estrada o carro, que fazia o sentido centro da cidade de Pemba/Muxara, já tinha desaparecido, abandonando a criança. Esta perdeu a vida no local”, contou um segurança sem revelar a identidade.
O corpo da vítima foi removido pela Polícia para a morgue do Hospital Provincial de Pemba, cerca de quatro horas após o acidente.
“Ainda não localizamos o automobilista e a família da vítima”, confirmou Ernesto Madungue, porta-voz da Polícia da República de Moçambique em Cabo Delgado.
A Cultura está de Luto. O empresário e produtor musical, Adelson Mourinho, de nome artístico Bang, morreu na segunda-feira (11), na África do Sul, vítima de doença.
Bang (1980-2021) “encontrava-se internado nos cuidados intensivos, desde Agosto” do ano passado, na África do Sul, segundo um comunicado a que “O País” teve acesso.
Além de músico e promotor de eventos, Bang notabilizou-se em diferentes áreas de promoção da música e cultura moçambicana.
O Ministério da Cultura e Turismo reagiu “com profundo pesar ao desaparecimento físico do produtor e empresário Adelson Mourinho”.
“Estamos chocados com esta dura realidade. Perdemos um homem que muito fez para promoção e dinamização da música moçambicana. Bang foi uma figura incontornável no entretenimento nacional e notabilizou-se ao criar a Bang Entretenimento, uma empresa que promoveu música moçambicana e organizou eventos pelo país”.
Segundo o Ministério da Cultura e Turismo, a vontade de malogrado de trabalhar em prol da música fê-lo ganhar a alcunha de “O salvador da música”.
A ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, diz que em vida, Bang não mediu esforços para realizar o sonho de exaltar a cultura moçambicana, por isso, o país o “terá como referência, por ter sido uma alavanca que permitiu que muitos artistas brilhassem nas suas mãos”.
Os transportes semi-colectivos de passageiros e autocarros já não respeitam a lotação máxima exigida no contexto do Estado de Calamidade Pública, nas cidades de Maputo e da Matola. Os minibus carregam quatro pessoas em cada banco e outras viajam em pé. Os autocarros chegam a transportar mais de 70 passageiros. Um ambiente de fácil propagação da COVID-19 está criado. A Polícia já não se faz à rua para fiscalização.
O Presidente da República anunciou o relaxamento de algumas medidas no contexto da prevenção da COVID-19. Entretanto, o que acontece no sector dos transportes sugere um total desleixo e comportamentos de risco de contaminação pelo novo Coronavírus.
Antes do relaxamento, a prevenção era a palavra que orientava os moçambicanos na luta contra a pandemia e, talvez, seja isso que pode explicar o baixo número de casos da doença no país, comparativamente o que acontecia noutros países.
O tempo passou e parece ter levado consigo toda a noção do perigo que o Coronavírus representa. Os cobradores penduram-se nas portas das viaturas e, em viva voz, chamam os passageiros para levá-los a uma viagem de risco cujo destino final pode ser a contaminação ou fatalidade.
“Eu não sei nada sobre a lotação máxima de passageiros. Só estou a trabalhar e quando as pessoas pedem, eu deixo subir”, esquivou-se um cobrador, ao responder por que razão excedia o limite de passageiros imposto pelas autoridades no contexto do Estado de Calamidade Pública.
O cobrador pode não saber dizer muito sobre este comportamento, mas o facto é que os semi-colectivos que fazem o trajecto Malhampsene-Machava carregam, em cada banco, quatro pessoas, contra três estabelecidas pelas autoridades.
“Há falta de transporte. As pessoas perdem muito tempo nas paragens e depois pedem para viajar sentando quatro em cada banco. Nós aceitamos porque queremos fechar receita”, justificou Paulo Langa, motorista que opera naquela rota.
Para se fechar a receita, tudo é válido! Passageiros não só sentam em número de quatro, como também há os que viajam em pé e sem máscaras. Uma total exposição à COVID-19. “Não há outra alternativa”, pela qual optar. “Não há transporte. Então é esse o motivo que nos leva a arriscar. Mesmo sabendo da existência do vírus, sentamos mais de três pessaos” no mesmo banco, disse Ivan Amadeu, passageiro, num tom de resignação.
“Os TPM carregam de uma forma exagerada do que chapeiro. Nesses pequenos, sentamos quatro, mas não estamos em pé como nos autocarros”, indicou Cossinate Comé, outro passageiro, acrescentando que as autoridades devem começar por acabar com superlotação nos autocarros e depois poderá atacar os semi-colectivos.
Nos terminais rodoviários, os transportadores carregam quatro passageiros por banco e passam pelas autoridades, diante de um olhar indiferente.
Os agentes da Polícia Municipal da Matola se faziam transportar numa viatura particular e a sua atitude para com os semi-colectivos que carregavam o número muito acima do recomendado é de total indiferença.
Se por um lado há, diga-se, tolerância por parte de quem devia garantir a observância da medida, na Maquinag, na cidade de Maputo, os polícias já nem se dão o trabalho de fiscalizar.
“Já há mais ou menos um mês que não vejo a Polícia na fiscalização da lotação de semi-colectivos de passageiros e autocarros”, revelou Juvêncio, passageiro interpelado na paragem da Maquinag.
Sem as autoridades para fiscalizar, alguns operadores de transporte semi-colectivo, não poucos, carregam o número de passageiros que lhes convêm. Outros tratam clientes com indelicadeza, insultando-os.
África do Sul anunciou, na segunda-feira (12), o encerramento de seis fronteiras mais movimentadas, entre elas a de Lebombo. A medida, segundo o Presidente da República, Cyril Ramaphosa, visa evitar a propagação da COVID-19.
“Para reduzir o congestionamento e o alto risco de transmissão”, o Governo “decidiu que os 20 pontos de entrada terrestres que estão actualmente abertos ficarão fechados até 15 de Fevereiro para entrada e saída” no geral, disse o Chefe do Estado sul-africano, para quem “isso inclui os seis postos de fronteira mais movimentados, que são Beitbridge, Lebombo, Maseru Bridge, Oshoek, Ficksburg e Kopfontein”.
Cyril Ramaphosa explicou ainda que as entradas e saídas daquele país só serão permitidas para questões essenciais já determinadas, tais como emergência médica, transporte de comida e combustível.
“As pessoas ainda poderão entrar ou sair do país para: o transporte de combustível, carga e mercadorias, atenção médica de emergência para uma condição de risco de vida, o retorno de cidadãos sul-africanos, residentes permanentes ou pessoas com outros vistos válidos, diplomatas, a partida de estrangeiros e diariamente passageiros de países vizinhos que frequentam a escola na África do Sul”.
Além das medidas acima referidas, Cyril Ramaphosa manteve as medidas de alerta de nível três (lockdown). Segundo explicou, elas manter-se-ão em vigor até que a África do Sul ultrapasse o pico de novas infecções e haja certeza de que a taxa de transmissão caiu o suficiente para permitir aliviar com segurança as restrições actuais.
“Desejo expressar o meu apreço à comunidade religiosa em particular pelo seu apoio e compreensão durante esta pandemia. As organizações religiosas não apenas tiveram que limitar ou ajustar a natureza do culto e outras actividades, mas também forneceram aconselhamento, apoio, esquemas de alimentação e outros serviços sociais às comunidades”, afirmou o Presidente sul-africano.
Prosseguindo, Ramaphosa disse mais: “numa época em que as pessoas precisam de conforto material e espiritual, é lamentável que as restrições às reuniões religiosas e outras reuniões tenham que permanecer”, mas “a pesquisa identificou vários riscos que surgem de serviços religiosos e outras reuniões. Isso inclui os riscos associados a espaços fechados, grupos grandes, proximidade de outras pessoas, permanecer por muito tempo em um lugar e falar e cantar alto”.
O Chefe do Estado lembrou que teria dito, há dias, que “a tempestade de Coronavírus é muito mais violenta e mais destrutiva do que qualquer outra que conhecemos. Estamos agora no centro da tempestade. Não sabemos quanto tempo vai durar ou quanto pior vai ficar. Mas sabemos o que precisamos fazer para enfrentar a tempestade. Sabemos o que precisamos fazer para proteger a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor (…)”.
De acordo com Ramaphosa, a maioria das medidas que foram anunciadas a 28 de Dezembro passado permanecerão em vigor.
Dado o risco de transmissão generalizada, a maioria das reuniões internas e externas não será permitida. “Isso inclui encontros sociais, encontros religiosos, eventos políticos, reuniões tradicionais do conselho e encontros em campos desportivos”.
“Como antes, isso não inclui funerais e outras excepções limitadas, conforme detalhado nos regulamentos, como restaurantes, museus e academias. Os funerais não podem ter mais de 50 pessoas, sendo necessário distanciamento social, higienização das mãos e uso de máscara”, recordou.
Segundo o estadista, o horário do toque de recolher agora começa às 21h00 e termina mais cedo, às 05h00. “Continua a ser obrigatório para todas as pessoas o uso de máscara em espaço público. A venda de álcool em pontos de venda e o consumo de álcool no local ainda não são permitidos”.
“Os serviços de saúde em várias partes do país relataram que a proibição da venda de álcool reduziu significativamente o número de casos de traumas atendidos no nossos hospitais durante o período do Ano Novo. É vital que continuemos a proteger os nossos serviços de saúde neste momento crucial”, apelou Ramaphosa.
As autoridades de saúde do Japão detectaram uma nova variante da COVID-19 distinta das identificadas no Reino Unido e África do Sul, em passageiros oriundos do Brasil.
Apesar de a variante detectada “ter semelhanças com as estirpes” identificadas recentemente no Reino Unido e na África do Sul, “que são motivo de preocupação por serem mais contagiosas”, o tipo de vírus em causa não parece ter sido identificado antes, explicou o Centro Nacional de Doenças Infecciosas nipónico (NIID).
Através de um comunicado, as autoridades brasileiras explicaram às autoridades japonesas que “a nova variante possui 12 mutações, sendo que uma delas é a mesma encontrada em variantes já identificadas no Reino Unido e na África do Sul, o que implica um maior potencial de transmissão do vírus”, escreve o Notícias ao Minuto.
De acordo com as autoridades japonesas, para já “é difícil determinar a infecciosidade, patogenicidade ou impacto nos testes e vacinas’’.
Na quinta-feira, o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, declarou um novo estado de emergência em Tóquio e na área metropolitana durante um mês, devido ao aumento de casos do novo Coronavírus.
O Presidente norte-americano eleito, Joe Biden, anunciou ontem (11), a escolha do antigo diplomata de carreira William Burns para chefiar a CIA, a agência dos serviços de informações, também designados como serviços secretos, dos Estados Unidos.
“Bill (William) Burns é um diplomata exemplar com décadas de experiência no cenário mundial para manter o nosso povo e o nosso país seguros e protegidos”, referiu Joe Biden num comunicado em que anuncia a escolha para a liderança da Central Intelligence Agency (CIA).
“Partilha da minha profunda convicção de que os serviços de informações devem ser apolíticos e que os dedicados profissionais [desta agência] ao serviço da nossa nação merecem a nossa gratidão e respeito”, acrescentou Biden, que tomará posse como 46.º Presidente dos Estados Unidos da América (EUA) em 20 de janeiro.
Antigo embaixador na Rússia (entre 2005 e 2008) e na Jordânia, Burns, de 64 anos, integrou os quadros do Departamento de Estado norte-americano durante 33 anos, tendo trabalhado com administrações republicanas e democratas.
Atingiu o topo da carreira quando foi designado vice-secretário de Estado (2011-2014) durante a administração liderada pelo Presidente BarackObama (democrata).
Aposentou-se da carreira diplomática ainda em 2014 para presidir à Fundação Carnegie para a Paz Internacional, um ‘think tank’ (centro de intervenção e de reflexão) na área das relações internacionais.
William Burns irá suceder na liderança da CIA a Gina Haspel, que assumiu o cargo em 2018.
Na altura, Gina Haspel sucedeu a Mike Pompeo, que foi diretor da CIA entre 2017 e 2018 antes de ser nomeado secretário de Estado norte-americano pelo Presidente republicano Donald Trump.
Se a sua nomeação for confirmada pelo Senado (câmara alta do Congresso norte-americano), William Burns irá tornar-se o primeiro diplomata de carreira a liderar a CIA, sublinhou o comunicado divulgado pela equipa de Joe Biden.
“O embaixador Burns trará o conhecimento, o discernimento e a perspetiva de que necessitamos para prevenir e enfrentar as ameaças antes que elas possam chegar ao nosso território”, concluiu Biden.
No último ano, William Burns assinou vários artigos que continham fortes críticas às orientações assumidas pela administração de Donald Trump em matéria de política externa.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve um cidadão da Serra Leoa com 123 supostas pedras de diamantes e mais de 76 mil kwanzas (95,6 euros), no município do Lucapa, província angolana da Lunda Norte.
Uma nota de imprensa do Ministério do Interior refere que a detenção e apreensão ocorreramno âmbito de um trabalho de investigaçãorealizado pelo SIC em todo o município de Lucapa, incluindo na barreira ou posto de contenção, onde o presumível autor foi detido ao tentar passar para a Luanda, capital de Angola.
O cidadão, de 49 anos, que foi detido, sábado, pelo crime de posse ilícita de minerais estratégicos, será presente ao Ministério Público, para responsabilização criminal.
A rede social Twitter suspendeu sexta-feira (08), de forma permanente, a conta de Donald Trump.
A chanceler alemã, Angela Merkel, considera “problemático” o encerramento das contas do Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, nas redes sociais por decisão das empresas, disse hoje o seu porta-voz.
“É possível interferir na liberdade de expressão mas segundo os limites definidos pelo legislador e não através da decisão de uma empresa”, disse Steffen Seibert durante uma conferência de imprensa.
“Por este motivo, a chanceler (Angela Merkel) vê como problemático que as contas do presidente norte-americano nas redes sociais sejam fechadas definitivamente”, acrescentou.
A rede social Twitter suspendeu sexta-feira, de forma permanente, a conta de Donald Trump, dois dias depois de membros de grupos radicais e de extrema-direita terem invadido o edifício do parlamento dos Estados Unidos (Capitólio).
A plataforma digital Facebook e serviços como Snapchatou Twitchtambém suspenderam o perfil do chefe de Estado norte-americano por um período indeterminado.
“A liberdade de expressão é um direito fundamental de importância elementar”, sublinhou o porta-voz do governo alemão.
Seibert disse ainda que se as plataformas “têm uma grande responsabilidade” e “não devem ficar sem agir” face aos conteúdos de ódio e violência mas que cabe ao legislador “definir um quadro que estabeleça” limites às redes sociais.
O porta-voz aprovou contudo os esforços das empresas no acompanhamento das mensagens de Donald Trump, sobretudo na verificação da veracidade dos textos frisando “que as mentiras e incitamento à violência são problemáticas”.
O anúncio da rede social Twitter suscitou reações políticas diferentes.
O comissário europeu Thierry Bretonexprimiu hoje “perplexidade” após uma decisão “sem controlo legítimo e democrático” das redes sociais.
O ministro francês da Economia, Bruno Le Maire estimou que a “regulação das empresas digitais não pode exercer ‘oligarquia digital’ por elas próprias”.
Nos Estados Unidos, a suspensão das contas de Trump nas redes sociais suscitou indignação de elementos do Partido Republicano.
O rei Mohamed VI de Marrocos perdoou hoje 756 pessoas, na prisão ou em liberdade condicional, por ocasião do feriado nacional do Manifesto da Independência, de acordo com um comunicado do Ministério da Justiça marroquino.
Dos beneficiados pelo perdão, 493 estão em vários estabelecimentos prisionais do Marrocos e a sua grande maioria (475) terá um perdão parcial, nomeadamente a redução de penas. Os demais são pessoas em liberdade condicional a quem o monarca perdoou o resto da pena.
Nenhum detido por motivos políticos recebeu o perdão, embora a existência destes presos seja oficialmente negada em Marrocos, uma vez que são sempre acusados de algum crime do direito comum (fraude, crime sexual ou atentado à segurança do Estado).
Em cada feriado religioso ou nacional, é costume o rei conceder esses perdões, que são uma das suas atribuições exclusivas, embora os critérios específicos que regem estas concessões sejam desconhecidos.
Esses perdões coletivos – há uma dúzia de atos por ano – tornam possível descongestionar as prisões do Marrocos, que estão permanentemente em sobrelotação.
A Polícia de Guarda Fronteira (PGF) angolana deteve dez cidadãos da República Democrática do Congo (RDCongo), encontrados a pescar numa zona petrolífera, no município do Soyo, província do Zaire, interdita à pesca.
Segundo o porta-voz do Ministério do Interior local, Sérgio Afonso, o grupo foi detido durante um patrulhamento da PGF, que apreendeu igualmente a embarcação, do tipo artesanal, e o material de pesca.
Sérgio Afonso frisou, em declarações à Rádio Nacional de Angola (RNA), que, além de estarem a pescar numa zona proibida, os detidos praticavam ilegalmente a atividade.
“O pessoal foi encaminhado ao Serviço de Migração e Estrangeiros para os procedimentos legais que se impõem e a embarcação encontra-se sob tutela da Polícia de Guarda Fronteira, bem como o material de pesca contido na referida embarcação”, disse.
O comandante-geral da Polícia da República de Moçambique, Bernardino Rafael, pediu aos jovens moçambicanos que “resistam às tentações” de se juntarem aos grupos rebeldes que têm protagonizado ataques no norte de Moçambique.
“Jovens, resistam às tentações dos terroristas. Resistam a todos os tipos de viciações, tudo na garantia da defesa da vossa pátria”, declarou Bernardino Rafael, durante uma visita à ilha Matemo, na província de Cabo Delgado, citado hoje pela Televisão de Moçambique.
Sem avançar detalhes, o comandante da polícia moçambicana disse ainda que as Forças de Defesa e Segurança conseguiram frustrar quatro tentativas de ocupação, pelos grupos de insurgentes, da Ilha de Matemo.
“Viemos dizer muito obrigado pela resistência dos residentes da Ilha do Matemo que sempre venceram. Continuem abraçados com as vossas Forças de Defesa e Segurança na defesa dessa ilha”, declarou Bernardino Rafael.
“Ninguém vai fazer com que abandonemos esta pátria porque não temos outra, esta é a nossa”, frisou o comandante-geral.
A violência armada em Cabo Delgado, onde se desenvolve o maior investimento multinacional privado de África, para a exploração de gás natural, começou há três anos e está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil deslocados, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) vai reunir-se este mês para debater a situação de segurança na região.
A MECO Empreendimentos é uma Empresa de Consultoria em Recursos Humanos está a rectutar para uma Instituiçâo privada de Ensino, Professores. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Associativismo/Advocacia. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico Agro-pecuário. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Agro-negócio. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Género. Saiba mais.
A Bolt Fix, empresa no comercio a retalho de ferragens, sediada na Machava-Sede, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Balconista. Saiba mais.
A Associação Special Children Inclusion Organization (ASCIO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Agentes de Sensibilização e Mapeamento. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais de Tecnologias de informação e Comunicação. Saiba mais.
O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Enfermeiros Superiores de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um/a (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
Mais dois homens foram detidos e acusados nos Estados Unidos, no domingo, por terem ligações aos motins que aconteceram no Capitólio, na última quarta-feira, anunciou em comunicado o Departamento norte-americano de Justiça.
Um dos homens foi Larry Rendell Brock, detido no Texas e acusado “ter entrado e permanecido”, sem autorização legal, “de forma violenta” e com “conduta desordeira” no espaço do Capitólio.
A procuradoria do Distrito de Columbia alega que Brock foi identificado como um dos indivíduos que entraram ilegalmente no Capitólio dos EUA, “usando um capacete verde, colete tático verde, com remendos, casaco preto e camuflado, e calças beges com punho flex, branco, que é usado pelas forças da lei para restringir ou deter indivíduos”, refere o comunicado.
Eric GavelekMunchel, detido no estado do Tennessee, foi acusado pelos mesmos motivos.
É alegado que “Munchel esteve dentro do Capitólio dos EUA a 06 de janeiro de 2021″, havendo fotos que mostram a sua presença, transportando algemas de plástico, um artigo num coldre na anca direita, e um telemóvel montado no peito com a câmara virada para fora, “ostensivamente para registar os acontecimentos desse dia”.
A investigação está a ser conduzida pelos Gabinetes do FBI de Washington, de Dallas e de Memphis e pela Polícia do Capitólio dos Estados Unidos.
As autoridades continuam a apelar a que as pessoas denunciem indivíduos suspeitas de utilizarem explosivos, ou de praticarem atos violentos e destrutivos, associados à recente agitação.
A nota acrescenta que “o FBI está à procura de indivíduos que possam ter incitado ou promovido violência de qualquer tipo”.
A polícia já tinha acusado mais desordeiros do Capitólio no sábado.
Um vasto número de fotografias e vídeos captou o motim, que deixou cinco pessoas mortas. Muitas das imagens foram tiradas pelos próprios desordeiros, poucos dos quais usavam máscaras, o que teria diminuído não só as suas hipóteses de contrair o coronavírus, mas também as suas hipóteses de serem identificados.
Jacob Anthony Chansley, um homem do Arizona visto em fotos e vídeos com a cara pintada e vestindo um fato que incluía um chapéu de chifre, foi levado sob custódia no sábado e acusado de entrada violenta e conduta desordeira nos terrenos do Capitólio.
Chansley, mais conhecido como Jake Angeli, permanecerá sob custódia no Arizona até uma audiência de detenção que será marcada durante uma primeira comparência no tribunal no início da próxima semana, segundo disse a Procuradora Assistente dos EUA Esther Winne à Associated Press por e-mail. Chansley não respondeu imediatamente às mensagens deixadas através de correio eletrónico e telefone.
Chansley, que se tinha tornado conhecido pelo seu fato nos protestos pró-Trump por todo o país, está agora entre dezenas de pessoas presas, na sequência da invasão do Capitólio por uma grande multidão de apoiantes do Trump enfurecidos com a sua perda eleitoral.
Os desordeiros tomaram espaços da Câmara dos Representantes e do Senado, partiram janelas e bandeiras americanas e confederadas.
No sábado, Adam Johnson, o apoiante do Presidente dos EUA, Donald Trump, que se fotografou a transportar o púlpito da líder democrata Nancy Pelosi durante o ataque de quarta-feira ao Capitólio foi detido na Florida.
Os invasores destruíram várias salas da sede do Congresso e entraram em confronto com as forças de segurança, num episódio que alguns legisladores definiram como sendo uma tentativa de golpe e outros como um ato de insurreição.
A condenação do ataque foi generalizada, dentro e fora dos EUA, e Trump foi responsabilizado diretamente pelos acontecimentos como instigador da ação dos seus apoiantes, com líderes democratas a pedir a destituição do Presidente.
A equipa de especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) responsável por investigar a origem do novo coronavírus vai iniciar na quinta-feira a visita à China, inicialmente prevista para a semana passada, informaram as autoridades chinesas.
Na semana passada, a visita foi anulada à última hora por falta das autorizações necessárias, tendo agora as autoridades chinesas dado luz verde.
“Após discussões, a equipa de especialistas da OMS […] visitará a China a partir de 14 de janeiro para inspeções“, indicou a Comissão de Saúde da China, em comunicado, precisando que os peritos “conduzirão investigações conjuntas com cientistas chineses sobre as origens da covid-19″.
Pequim não forneceu mais informações sobre o programa da visita, mas é esperado que os especialistas sejam colocados em quarentena à chegada ao país.
Na terça-feira, numa rara demonstração de tensões entre a OMS e o Governo chinês, o diretor daquela agência das Nações Unidas, TedrosGhebreyesus, disse estar “muito dececionado” com os obstáculos colocados pelas autoridades chinesas à chegada dos especialistas, para uma missão que sofreu meses de atrasos e tem estado rodeada por secretismo de ambas as partes.
A missão é formada por especialistas ligados à OMS, à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e à Organização Mundial de Saúde Animal, tendo como principal objetivo viajar até Wuhan, onde foram notificados os primeiros casos de covid-19, no final de 2019.
Cientistas dos Estados Unidos, Japão, Rússia, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Austrália, Vietname, Alemanha e Qatar farão ainda parte desta missão.
Equipas de especialistas da OMS já visitaram a China, em fevereiro e julho do ano passado, para investigar as origens do novo coronavírus, embora em ambas as ocasiões poucos pormenores tenham sido divulgados.
A visita é um assunto sensível para o Governo chinês, preocupado em afastar responsabilidades em relação à pandemia que já fez mais de 1,9 milhões de mortos em todo o mundo.
A aprovação de Pequim à realização da visita ocorre no mesmo dia em que se assinala um ano desde que a China anunciou a primeira morte no país por covid-19, a primeira fatalidade de que há registo devido a um então misterioso vírus.
O país acabaria no entanto por praticamente erradicar a doença do país.
Nas últimas 24 horas, a China identificou 103 casos de covid-19, o valor mais alto desde finais de julho.
O país somou, no total, 87.536 infetados desde o início da pandemia e 4.634 mortos.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.926.570 mortos resultantes de mais de 89 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Uma jovem de 17 anos diz estar a viver uma “história de amor” com o seu irmão gémeo e, nas redes sociais, anunciou ter casado com ele após os dois terem tido um bebé. O caso está a gerar grande polémica e revolta no TikTok.
Lexy, que segundo o Daily Star será natural do Quénia, publicou um vídeo na rede social Tik Tok a contra como se apaixonou pelo próprio irmão. No seu perfil aparecem vários vídeo da jovem de 17 anos com o rapaz que ela diz ser o seu irmão gémeo e até fotos dos dois em bebés. O nome do irmão de Lexy não é revelado.
Num vídeo curto o casal mostra-se a trocar beijos e carícias e uma bebé, que será a filha do casal é vista. A jovem explica que a família não aceitou a relação incestuosa e os dois foram expulsos de casa. O casamento foi feito apenas entre os dois, não tiveram quaisquer convidados.
“Tivemos uma ligação desde que nascemos, percebemos que estávamos destinados um para o outro. Os nosso pais e amigos abandonaram-nos e disseram que o que fazíamos era um pecado. Mantivemo-nos juntos e o nosso amor cresceu. Aos 17 anos engravidei e tive uma menina. Não nos julguem. O nosso amor, espero eu, durará para sempre”, escreve a jovem queniana.
As publicações estão a ser duramente criticadas. “Isso é uma aberração!”, “Se isto é verdade os vossos pais deviam ser responsabilizados. Não é natural!”, são alguns comentários aos vídeos da jovem, que chega a receber ameaças de morte.
Lexy prometeu “contar toda a história ao pormenor no YouTube”, mas ainda não publicou qualquer vídeo.
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