O FBI garante que “não vai tolerar” a brutalidade a que o povo norte-americano assistiu “chocado e incrédulo”, no passado dia 06 de janeiro, quando manifestantes invadiram o Capitólio, disse hoje o diretor-adjunto de Washington daquela polícia federal.
“A brutalidade a que o povo americano assistiu chocado e incrédulo no dia 06 não vai ser tolerada pelo FBI. Os homens e mulheres do FBI não deixarão nada de lado nesta investigação”, avisou Steven D’Antuono, em conferência de imprensa.
O diretor-adjunto assinalou que o FBI tem trabalhado com o gabinete do procurador dos EUA e com os parceiros das forças da autoridade da capital e do país para a detenção e acusação das pessoas que “participaram na destruição”.
D’Antuono considerou que os mais de 160 processos já iniciados são “apenas a ponta do iceberg” e que as autoridades não podem fazer o seu trabalho “sem a ajuda do povo americano”.
“Desde o nosso pedido para ajuda, vídeos e fotografias, recebemos mais de cem mil itens multimédia, o que é absolutamente fantástico. Estamos a analisar cada um deles para pistas na investigação” sublinhou, lançando um novo apelo para mais informações através dos canais do FBI.
“Mesmo que tenham deixado DC [a capital], agentes dos nossos gabinetes locais irão bater à vossa porta se soubermos que fizeram parte da atividade criminal no Capitólio”, afirmou, dirigindo-se aos que participaram nos confrontos.
Ainda assim, D’Antuono apontou que estes têm “uma oportunidade de darem um passo em frente, como vários que estiveram envolvidos nos conflitos de quarta-feira o fizeram” e declararem a sua participação nos protestos.
O diretor-adjunto do FBI explicou que o departamento recolheu indícios de que várias pessoas “planeavam viajar para DC com o objetivo de causar violência”.
Adiantou que o FBI está em contacto com os parceiros federais, estaduais e locais e que vai utilizar “todas as ferramentas ao seu alcance” para “encontrar e levar à justiça todos os envolvidos na atividade criminal de quarta-feira”.
Apoiantes do Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, entraram em confronto com as autoridades e invadiram o Capitólio, em Washington, na quarta-feira, enquanto os membros do congresso estavam reunidos para formalizar a vitória do Presidente eleito, Joe Biden, nas eleições de novembro.
Pelo menos cinco pessoas morreram durante esta invasão, incluindo um agente da Polícia do Capitólio.
A Câmara de Representantes dos EUA deve votar hoje a instauração de um processo de destituição ao Presidente Donald Trump, acusado de ter incitado um ataque ao Capitólio na passada quarta-feira.
Este procedimento segue-se a um pedido formal, discutido na terça-feira (12) à noite, para que o vice-Presidente invocasse a 25.ª emenda da Constituição para retirar poderes a Trump, invocando os riscos da sua manutenção no cargo para a segurança do país, o que Mike Pence já anunciou que se recusará a fazer.
O artigo para o novo processo de ‘impeachment’ de Donald Trump – que, se vier a ser aprovado, será o único Presidente a ser alvo de dois processos de destituição durante o mandato — foi apresentado na Câmara de Representantes, na segunda-feira, acusando o líder republicano de “crimes graves” por incitar os seus apoiantes a assaltar o Capitólio, na passada quarta-feira.
Este artigo único para o processo de destituição angariou 218 promotores, o que lhe permite a maioria suficiente para que seja levado a votação na Câmara de Representantes.
Os democratas lutam agora contra o relógio, para conseguir que o artigo de destituição seja aprovado na Câmara e levado a tempo de ser votado no Senado, antes da tomada de posse do Presidente eleito, Joe Biden.
A obtenção de uma maioria simples na Câmara de Representantes para iniciar o julgamento político de Trump parece exequível, mas mais difícil será obter a maioria de 2/3 no Senado, ainda controlado pelos republicanos, para conseguir a sua remoção do cargo.
O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell enviou uma nota aos seus colegas de bancada, na segunda-feira, explicando que, se vier a receber o artigo de destituição do Presidente, apenas aceitará a sua apreciação na câmara alta do Congresso no dia 19 de janeiro, ou seja, na véspera de tomada de posse de Biden.
Contudo, o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, já anunciou que vai tentar que seja admitida a invocação de urgência do artigo de destituição, para que o julgamento político possa ser iniciado ainda esta semana.
“É urgente. O Presidente representa um perigo real para a nossa democracia”, disse terça-feira David Cicilline, um dos representantes democratas que assina o artigo de destituição.
Os democratas dizem estar convencidos de que, ao contrário do que aconteceu no primeiro processo de destituição de Trump, no início de 2020, desta vez, numerosos republicanos na Câmara de Representantes e no Senado quererão aprovar a remoção do Presidente do seu cargo.
Se o Senado aprovar a destituição de Trump, o Presidente perde os seus poderes no imediato, sendo substituído pelo vice-Presidente até à tomada de posse de Biden, e jamais poderá voltar a recandidatar-se a um novo mandato presidencial.
Pelo menos 17 idosos foram assassinados em 2020 na província de Inhambane, no sul de Moçambique, por acusações de feitiçaria, maioritariamente feitas por familiares, anunciou fonte policial.
A polícia está preocupada por o “maior número de assassinatos acontecer dentro da família, protagonizados por quem devia proteger”, disse o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Inhambane, Juma Dauto, citado hoje pelo diário Notícias.
Em abril de 2020, o tribunal de Maxixe, em Inhambane, condenou 11 pessoas da mesma família a penas entre 18 meses e 23 anos de prisão pelo homicídio de um homem de 75 anos, enterrado vivo por suspeitas de feitiçaria.
Moçambique acolhe, entre 17 e 20 deste mês, a cimeira extraordinária da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), um evento cujo objetivo principal é debater a violência armada em Cabo Delgado, anunciou o Presidente moçambicano.
“Esta cimeira vai debater, entre outras questões, a situação de segurança na SADC e em Moçambique”, declarou o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, citado ontem pelo diário Notícias.
Segundo Filipe Nyusi, que falava durante uma conferência de imprensa em Pemba na segunda-feira (11), peritos da SADC estarão reunidos no sábado na capital moçambicana (Maputo) para debater detalhes da cimeira.
A decisão de realizar uma cimeira extraordinária foi anunciada em 14 de dezembro, após uma reunião de consultas de alto nível da SADC realizada em Maputo, um encontro que, além do chefe de Estado moçambicano, contou com a presença dos presidentes Cyril Ramaphosa, da África do Sul, Mokgweetsi Masisi, do Botswana, e Emmerson Mnangagwa, do Zimbabué, bem como a vice-Presidente da Tanzânia, Samia Sulihu.
A violência armada em Cabo Delgado, onde se desenvolve o maior investimento multinacional privado de África, para a exploração de gás natural, começou há três anos e está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil deslocados, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.
A consultora NKC African Economics previu ontem (12), que a inflação em Moçambique deva acelerar de 3% em 2020 para 4,3% este ano, alertando que o metical já caiu 18% no ano passado.
“Apesar de uma procura interna fraca, com um ligeiro crescimento do PIB de 0,8% este ano, melhor que a queda de 0,3% em 2020, que vai continuar a abrandar a inflação, há riscos para a subida dos preços”, escrevem os analistas num comentário à inflação anual.
Os preços subiram pelo quarto mês consecutivo em dezembro, passando de 3,2% em novembro para 3,5% em dezembro face ao período homólogo de 2019, segundo os números oficiais, levando os analistas a antecipar uma subida de 4,3% para o conjunto deste ano.
“O metical caiu quase 18% em 2020 num contexto de queda de preços nas exportações de matérias-primas de Moçambique e aversão global ao risco”, lê-se na análise, que salienta que como o país é um importador líquido de bens de consumo, uma moeda mais fraca é geralmente associada a um aumento dos preços para os consumidores.
“Para além disso, antevemos que o preço médio do petróleo vá aumentar quase 20% este ano e as cadeias de abastecimento também enfrentam possíveis perturbações devido à pandemia de covid-19, insurgência em Cabo Delgado e ao risco de inundações”, concluem os analistas.
Os Estados Unidos reiteraram ontem, o seu apoio a Moçambique para “derrotar os terroristas e responder à complexa emergência” no norte do país, palco de ataques rebeldes, durante uma visita do subsecretário da Defesa norte-americano a Maputo.
O subsecretário da Defesa para Política dos Estados Unidos (EUA) visitou Maputo na sexta-feira passada, para falar sobre o apoio norte-americano na luta contra os grupos rebeldes que têm protagonizado ataques no norte de Moçambique, anunciou hoje a embaixada.
Anthony Tata manteve encontros com o ministro da Defesa de Moçambique, Jaime Neto, e o ministro do Interior, Amade Miquidade, nos quais abordaram o apoio do Governo dos EUA a Maputo na “luta contra o terrorismo e o extremismo violento”, refere-se num comunicado da embaixada enviado hoje à comunicação social.“Os Estados Unidos continuam a mostrar o seu compromisso para com Moçambique nos seus esforços para derrotar os terroristas e responder à complexa emergência no Norte”, disse o embaixador dos EUA em Moçambique, Dennis Hearne, citado no comunicado.
Segundo o documento, no encontro, os oficiais concordaram sobre a importância de identificar necessidades nas áreas de treinamento, equipamento e planeamento estratégico para trazer estabilidade à região.
Em setembro, os Estados Unidos da América anunciaram que iam canalizar 42 milhões de dólares (35 milhões de euros) para assistência humanitária às vítimas do conflito armado e projetos de resiliência na província de Cabo Delgado.
O Presidente moçambicano anunciou que o país vai acolher, entre 17 e 20 deste mês, a cimeira extraordinária da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), cujo objetivo principal é debater a violência armada em Cabo Delgado.
A violência armada em Cabo Delgado, onde se desenvolve o maior investimento multinacional privado de África, para a exploração de gás natural, começou há três anos e está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil deslocados, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.
A Rússia anunciou ontem, que vai prolongar a suspensão das ligações aéreas com o Reino Unido, dois dias após ter sido detectada a nova variante da COVID-19 num paciente russo que se encontrava no território britânico.
A suspensão dos voos entre os dois países foi declarada em finais de Dezembro passado e foi prolongada para 01 de Fevereiro. A medida visa “impedir a importação e propagação nova variante do Coronavírus”, segundo um decreto governamental, citado pelo Notícias ao Minuto.
A Rússia tinha reestabelecido as ligações aéreas com o Reino Unido, quatro meses depois do início da pandemia, depois das viagens terem sido interrompidas.
Especialistas afirmam que a variante da COVID-19, recentemente descoberta no Reino Unido, pode ser 50% a 74% mais contagiosa.
O anúncio da não continuidade dos voos na rota Maputo-Lisboa com efeitos a partir de 15 de Janeiro corrente foi feito através de um comunicado de imprensa enviado à nossa redacção.
O compromisso que a companhia tinha quando voltou a voar para Portugal em parceria com a empresa HiFly era de realizar voo durante seis meses, de Julho de 2020 até Janeiro de 2021, revela o comunicado.
“O voo manteve-se até a data conforme o programado, mas não foi estendido devido à situação da pandemia da COVID-19 que, neste momento, está a contecer na Europa e noutros países do mundo”, justifica a “companhia de bandeira” na nota de imprensa.
A LAM explica ainda que a reentrodução do voo foi cruscial para o repatriamento de moçambicanos retidos na capital portuguesa com o início da pandemia da COVID-19.
Entretanto, a empresa Linhas Aéreas de Moçambique não revela, no comunicado, se vai ou não retomar os voos quando a pandemia estiver controlada.
O Ministério dos Transportes e Comunicações reconhece dificuldades para resolver o problema de sobrelotação de passageiros nos transportes públicos de passageiros devido à demanda, especialmente nos grandes centros urbanos do país.
O facto foi confirmado pela vice-ministra do sector, Manuela Rebelo, durante a sua recente visita à província de Cabo Delgado.
“É possível cumprir a lotação de passageiros, só que temos muita procura, não podemos descurar isso, temos muita procura, mas tudo temos de fazer para que não seja por via do transporte público que a contaminação se propague”, reconheceu a governante.
Entretanto, apesar das dificuldades que o país enfrenta, para satisfazer a demanda de passageiros, o Ministério dos Transportes e Comunicações considera possível o cumprimento das medidas sanitárias básicas decretadas pelo Estado de Emergência devido a COVID 19.
Segundo Manuela Rebelo, nos grandes centros urbanos como Maputo e Beira há milhares de cidadãos à procura de meios de transporte. Para evitar a propagação da COVID 19, o Ministério dos Transportes e Comunicações tem estado a “exigir que as viaturas sejam higienizadas, os passageiros obedeçam às regras usando a máscara e fazendo a medição de temperatura”.
A sobrelotação em transportes públicos de passageiros é um problema que afecta todo país, mas a situação é considerada de grave nas cidades de Maputo, Beira, e Nampula. O problema é considerado um dos factores que pode levar à contaminação massiva pela COVID-19.
As obras de construção de um porto seco em Ressano Garcia, na província de Maputo, estão a 70% de execução, segundo a constatação do ministro dos Transportes e Comunicações, Janfar Abdulai, que na terça-feira (12), visitou a infra-estrutura com capacidade para armazenar 250 mil toneladas de ferro crómio por mês.
A visita guiada tinha como finalidade compreender o nível de execução das obras do futuro porto seco de Ressano Garcia, cujo objectivo é reduzir em 50% os 500 camiões que em média circulam diariamente pela Estrada Nacional número quatro (EN4) com minérios. As viaturas em alusão fazem o trajecto porto de Maputo-África do Sul e vice-versa.
Aos órgãos de comunicação social, o governante explicou que será construído, no porto seco de Ressano Garcia, “um terminal aduaneiro de mercadorias em trânsito, uma iniciativa muito boa na medida em que vai permitir a transferência da carga actualmente transportada por via rodoviária para a componente ferroviária”.
A entrar em vigor, a medida “vai permitir a redução da sinistralidade rodoviária”, uma vez que pelo menos metade dos camiões que circulam pela EN4 deixarão de usar esta via.
O porto seco de Ressano Garcia vai começar a manusear carga ainda neste semestre, segundo avançou Florbela Trancoso, responsável da logística daquele projecto, cujo proprietário é a empresa pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.
“Esperamos concluir as obras até meados de Fevereiro e até início de Março o terminal esteja operacional. Não estamos a dizer que vamos eliminar toda carga que circula na EN4, queremos diminuir em 50%. O estudo de impacto ambiental feito para esta área, numa fase inicial” contempla apenas o ferro crómio.
Refira-se que o ministro dos Transportes e Comunicações quando confrontado com o incumprimento das medidas de prevenção da COVID-19 no sector de transporte, em meio ao aumento de casos e óbitos, não respondeu.
Todavia, a vice-ministra, Manuela Rebelo, apontou a falta de transporte como a causa do problema. Falando em Pemba, a governante disse que a instituição que dirige tem estado a exigir a observância das recomendações da Saúde nos transportes para evitar a propagação da doença.
A África do Sul encerrou parcialmente, na terça-feira (12), duas fronteiras terrestres que têm ligação com Moçambique. Trata-se de Kosy-bay junto à fronteira da Ponta d’Ouro e Lebombo junto à Ressano Garcia, todas na província de Maputo. Entretanto, a fronteira de Lebombo esteve encerrada na totalidade durante uma parte do dia de ontem, facto que deixou os viajantes desesperados.
Portão totalmente encerrado, foi assim que ficou a fronteira turística de Lebombo na África do sul. Aliás, o letreiro é claro: fechado, palavra escrita em língua inglesa (closed).
Do lado de Moçambique também a fronteira de Ressano Garcia encerrou parcialmente e registaram-se saídas dos que vinham do território sul-africano. E logo a seguir começaram as filas de carros junto à estrada nacional número quatro. Vicente Manecas, estava na fila de carros, preocupado, não sabia se chegaria à casa ou não. Mas Vicente diz que não sabia que a fronteira estava encerrada.
O Governo sul-africano decretou o encerramento de 20 postos de fronteira como medida para conter os níveis de propagação da COVID-19 no seu território. As autoridades migratórias nacionais apresentaram a lista dos elegíveis para viagens àquele país.
Celestino Matsinhe, porta-voz do Serviço Nacional de Migração, explica quem são os elegíveis para viagens. “Neste momento a África do Sul aceita a entrada no seu território de cidadãos residentes naquele país, diplomatas e outros que por questões de emergência sanitária e outras categorias de viajantes como é o caso de turismo, não são permitidos a viajar para África do sul neste momento”.
Mesmo com os números assustadores reportados a partir da África do Sul, há ainda muita gente que por várias razões pretende viajar.
Luís Francisco é motorista deste autocarro, tinha como destino a África do sul levando 50 passageiros a bordo e por força do lockdown não conseguiu chegar à terra do rand.
E os camiões voltam a parar na Estrada Nacional número quatro.
O ministro dos transportes e comunicações que visitou as obras do porto seco de Ressano Garcia fala de prejuízos para a economia com esta paralisação.
“Esta paralisação vai afectar, de certa forma, aquilo que é o normal funcionamento do sistema de transporte e, consequentemente, a redução da carga que alimenta o nosso porto”, bem como “todo o sistema em si. Quando falo do sistema, falo das linhas ferroviárias e dos portos. E para além disso os próprios camiões”, afirmou o governante.
“Nós sabemos que os camiões passam pela via rodoviária e esta paralisação vai implicar a redução da carga transportada e também redução da carga manuseada nos nossos portos, tendo impacto negativo na arrecadação de receitas para a nossa economia”, enfatizou o ministro que tutela o sector dos Transportes e Comunicações.
Enquanto isso, os mineiros estavam na incerteza quanto à sua viagem, segundo disse José Cossa, que estava à espera há mais de 10 horas não conseguia atravessar para África do Sul.
Mas depois disso veio o anúncio da boa nova pela TEBA, uma agência de recrutamento de mão-de-obra para a indústria mineira sul-africana, que garantiu que todo o expediente já estava encaminhado e os mineiros poderiam viajar a qualquer momento. Mais de 200 mineiros estavam ainda em solo pátrio, à espera e com receio de perder os seus postos de trabalho.
Uma das medidas anunciadas pelo edil da Beira é que a partir de segunda-feira não quer ver vendedores na rua. Defende que todos devem estar nos mercados, onde considera ser fácil haver controlo.
O edil da Beira, Daviz Simango, anunciou ontem que as autoridades municipais vão reforçar a fiscalização do cumprimento das medidas administrativas previstas no decreto sobre o Estado de Calamidade Pública. O objectivo é reduzir o nível de propagação da COVID-19, que nos últimos dias tem se alastrado de forma assustadora no país. Na autarquia da Beira, há mais de 200 casos activos.
“A partir da segunda-feira, vamos evitar que haja vendedores na rua e que aqueles que queiram o fazer o façam dentro dos mercados previamente definidos e assim estaremos a criar condições para a redução da transmissão (dos casos da COVID-19)”, avisou Daviz Simango, apontando o combate ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas como outra batalha que deverá travar, porquanto entende que o excesso influência para a propagação de casos.
Lembre-se, o decreto sobre o Estado de Calamidade Pública proíbe o consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos e tal medida surge justamente para evitar aglomerações.
“Vamos criar condições para que a nossa Polícia Municipal fiscalize o consumo excessivo, há horários definidos que devem ser rigorosamente cumpridos”, refere Simango, realçando a necessidade de se evitar aglomerados também nas praias.
Simango apela à colaboração e lamenta o facto de haver aglomerados, quer nos mercados, nos cemitérios, quer nas casas mortuárias, entre outros locais.
A DSD Capital, Lda. pretende recrutar para o seu quadro 30 Agentes de Crédito, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda pretende recrutar para o seu quadro 20 Agentes Comerciais, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços, entre outras o agente de crédito. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para o Apoio e desenvolvimento da Criança órfã, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Motorista, baseado em Maputo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director do Projecto. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente três (3) Contabilistas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Projectos. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Engenheiro Mecânico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro e de Administração. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente (1) Secretária Executiva. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma Empresa de Consultoria em Recursos Humanos está a rectutar para uma Instituiçâo privada de Ensino, Professores. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Associativismo/Advocacia. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico Agro-pecuário. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Agro-negócio. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Género. Saiba mais.
A Bolt Fix, empresa no comercio a retalho de ferragens, sediada na Machava-Sede, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Balconista. Saiba mais.
A Associação Special Children Inclusion Organization (ASCIO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Agentes de Sensibilização e Mapeamento. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.
Rodrigo Pinho e Léo Andrade fizeram os tentos dos madeirenses que não perdem em casa com o Sporting há cinco partidas.O Sporting está fora da Taça de Portugal. A equipa leonina perdeu na Madeira com o Marítimo por 2-0, nos oitavos de final da prova. Rodrigo Pinho e Léo Andrade fizeram os tentos dos madeirenses que não perdem em casa com o Sporting há cinco partidas.
Esta é a primeira derrota do Sporting nas provas nacionais, a segunda da época, após ser afastado da Liga Europa pelo LASK Linz. A equipa de Rúben Amorim, líder da I Liga, pode agora concentrar-se no campeonato e na Taça da Liga, onde defronta o FC Porto nas meias-finais.
Nem à ferro e fogo
Para este segundo jogo na Madeira no espaço de três dias, Rúben Amorim fez seis alterações em relação ao onze que na sexta-feira bateu o Nacional por 2-0. Max foi o guarda-redes, Borja e Gonzalo Plata entraram na defesa, Matheus Nunes foi titular, tal como Bruno Tabata e Tiago Tomás. No Marítimo, Rodrigo Pinho voltou ao onze, depois de ter falhado o jogo com o SC Braga para a I Liga.
Num terreno onde foi sempre feliz na Taça de Portugal (três jogos, três vitórias), o Sporting entrou ‘mandão’, a ter o controle do jogo e a criar perigo junto da baliza de Caio Secco, o homem que ocupou o lugar de Amir. Aos sete minutos, Matheus Nunes descobriu Tiago Tomás na área, o jovem avançado rematou de pronto, com o pé esquerdo, mas a bola foi devolvida pela barra. O guarda-redes estava batido.
Aos nove é Nuno Santos a colocar à prova o guardião dos madeirenses mas Caio Secco defendeu. O lance foi interrompido depois por fora de jogo do extremo. Aos 15 minutos, nova oportunidade, com Tabata a rematar para grande defesa de Caio Secco, depois de um centro Nuno Santos. Novamente o lance a não contar por fora de jogo do brasileiro.
Caio Secco, que tinha estado bem nos primeiros minutos, ia comprometendo aos 28 minutos. Má reposição de bola, o esférico chegou a Palhinha que meteu logo em Nuno Santos. O jovem extremo, ex-Rio Ave, rematou forte mas o guardião brasileiro defendeu com os punhos.
No mesmo minuto, o Marítimo vai pedir grande penalidade por suposta mão na bola de Neto na área. Hermes centrou, a bola parece desviar no braço do central mas o árbitro Manuel Oliveira, após ouvir o VAR, mandou seguir.
Só aos 45+2 minutos se viu um lance de verdadeiro perigo do Marítimo. Irmer centrou longo um livre curto de Hermes, a bola chegou a Zainadine que meteu no coração da área. Joel tentou um remate acrobático e fez falta. Antes, no primeiro minuto, Rodrigo Pinho tinha ganho um canto num remate forte.
A introdução da governação descentralizada de nível provincial, um processo em ajustamentos constantes para melhoria, veio criar maior espaço para que os cidadãos participem activamente na vida do seu local de residência.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) considera positivo o balanço dos onze meses de implementação desta medida que resultou da alteração constitucional de 2018.
Esta alteração que teve como base os entendimentos entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o falecido líder da Renamo, Afonso Dhlakama, na busca da paz definitiva para o país, permitiu a realização de eleições para a escolha dos governadores de província.
As assembleias provinciais ganharam mais atribuições e responsabilidades, o que vem materializar a descentralização gradual que começou com a introdução das autarquias em 1998.
Numa entrevista concedida, o coordenador do grupo encarregue de elaborar e monitorar o pacote de descentralização no MAEFP, Augusto Mangove, traça um percurso de muita aprendizagem e de grandes transformações na governação.
Mesmo reconhecendo que as instituições e os titulares dos órgãos ainda estão na fase de implantação e capacitação, está convicto de que há condições para continuar a consolidar este processo que, apesar de ser novo, já está a dar os resultados esperados.
A existência, no mesmo território, de duas entidades, nomeadamente o governador de província e o secretário de Estado, não deve ser visto como conflito, pois a legislação tem previstas as atribuições e limites de cada órgão.
Mais pormenores desta entrevista na página 2 da edição impressa e digital de hoje.
Fatalidades decorrentes do garimpo ilegal na área mineira concessionada à Montepuez Ruby Mining (MRM), no posto administrativo de Namanhumbir, distrito de Montepuez, continuam. No ano passado morreram 25 pessoas, na sua maioria jovens. Apesar destas tragédias, as invasões da zona não cessam.
As últimas informações provenientes de Namanhumbir indicam que garimpeiros ilegais provenientes de vários pontos do país e não só continuam a chegar em massa às aldeias de Nanhupo, Nseue e Namanhumbir, à procura de rubis, sob olhar tolerante das autoridades que deviam combater o fenómeno.
As mesmas informações dão conta que chove muito na região, o que cria a apetência dos garimpeiros de invadir a área concessionada à MRM, alegadamente porque se lhes torna mais fácil cavar em busca dos rubis.
Mas, devido às chuvas, facilmente as covas ficam bloqueadas com camadas de solos, tornando assim um perigo para a vida dos garimpeiros no subsolo.
Há dias, a MRM disse, em comunicado de imprensa, que um garimpeiro proveniente de Mogovalas, província de Nampula, morreu soterrado em Namanhumbir. O texto diz ainda que o incidente foi de imediato comunicado à Polícia local e ao pessoal médico, para uma investigação mais aprofundada.
Segundo a MRM, as fatalidades envolvendo mineiros ilegais na sua concessão são uma grande preocupação para a empresa e para as comunidades locais, cujas aldeias se encontram sob pressão devido ao afluxo de mineiros ilegais de cidades distantes, províncias vizinhas e outros países.
As práticas inseguras dos mineiros ilegais, que são normalmente supervisionados ou coagidos por sindicatos de contrabando ilegal de pedras preciosas, financiados por comerciantes estrangeiros que operam na região, continuam a resultar na perda desnecessária de vidas humanas na região.
No mesmo documento, a MRM diz que está desenvolver acções contínuas de comunicação para alertar para os perigos da exploração mineira ilegal e insta os indivíduos a não se envolverem em tais actividades. A campanha de sensibilização dirige-se também às comunidades circunvizinhas, onde os mineiros ilegais temporariamente se abrigam.
As pedras preciosas extraídas ilegalmente em Namanhumbir são vendidas na cidade de Montepuez, onde estão instalados compradores, na sua maioria tailandeses, que as exportam ilegalmente, sem pagar impostos ao Estado.
Milhares de deslocados internos da província de Cabo Delgado, que dependem da assistência vital do Programa Mundial para a Alimentação das Nações Unidas (PMA) e de parceiros, enfrentam uma ameaça de fome e desnutrição, visto que as operações humanitárias carecem de 108 milhões de dólares (cerca de 8 mil milhões de meticais).
O PMA aponta, citando o Governo, que o número de pessoas forçadas a abandonar as suas casas aumentou para 565.000, e após uma avaliação exaustiva dos recursos disponíveis, necessidades nutricionais e preocupações de protecção no país, e consultas com o Governo e parceiros, decidiu manter a cesta básica actual de assistência alimentar crítica a pelo menos 400.000 pessoas afectadas pelo conflito na província de Cabo Delgado.
A agência fornece uma cesta alimentar familiar mensal em espécie de 50 quilogramas de cereais, 5 litros de óleo e 10 quilogramas de feijões secos e lentilhas.
Onde os mercados locais funcionam, segundo uma nota enviada ao “notícias”, a assistência é baseada em dinheiro, permitindo que as famílias escolham a sua própria cesta básica (alimentos e kits de higiene) em troca de senhas de 3600 meticais por mês.
Esta cesta de alimentos garante pelo menos 81% (oitenta e um por cento) das necessidades diárias de quilocalorias para os deslocados e contribui para evitar que famílias já traumatizadas e vulneráveis sejam vítimas de exploração ou empreguem mecanismos de sobrevivência negativos.
Aponta que caso a actual escassez de financiamento prevaleça e o PMA tenha de usar os seus recursos até ao limite, a assistência alimentar vital fornecida às pessoas afectadas pelo conflito, estabelecidas em Cabo Delgado, Nampula e Niassa, será interrompida em Março deste ano.
Esta situação não só levanta preocupações em torno da segurança alimentar e riscos à saúde resultantes da desnutrição, como também é alarmante do ponto de vista da protecção, numa crise prolongada que coloca uma carga inevitável sobre comunidades acolhedoras, podendo criar tensões intrafamiliares.
Além disso, há indícios de aumento da violência doméstica e de casamento precoce, com a falta de recursos e as dinâmicas de poder desiguais a potenciarem situações de sexo para sobrevivência, que trazem riscos maiores de HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST), bem como de gravidez precoce.
O tráfico e a exploração de trabalho (incluindo infantil) e o recrutamento potencial (forçado) por grupos armados também foram identificados como riscos significativos que podem ser agravados com uma redução da assistência alimentar.
O PMA precisa actualmente de 10,5 milhões de dólares por mês(784,8 milhões de meticais)para fornecer assistência alimentar a 750.000 pessoas (500.000 deslocados internos e 250.000 das comunidades anfitriãs) afectadas pelas acções de grupos terroristas em Cabo Delgado.
Para garantir a assistência alimentar humanitária nos próximos 12 meses, o PMA precisa de 132,4 milhões de dólares (9,9 mil milhões de meticais), dos quais apenas 24,4 milhões (1,8 mil milhões) foram garantidos até o final de Dezembro de 2020.
Um indivíduo, de 37 anos, encontra-se detido desde sábado (09), em Inhassorro, província de Inhambane, indiciado de ter tirado a vida à sua tia, de 70 anos, com recurso a martelo e ferros.
Segundo o chefe do departamento de Relações Pública, Comunicação e Imagem do Serviço Nacional de investigação Criminal (SERNIC), em Inhambane, Alceres Cuamba, o indiciado acusa a malograda de ser responsável do seu insucesso na vida.
“Este é segundo caso de homicídio que se regista na província de Inhambane, no presente ano. O primeiro deu-se no dia de 03, no distrito de Homoine, onde uma mãe, de 15 anos de idade, atirou a um poço o filho de 18 meses”, explicou Cuamba.
Alceres Cuamba disse que brigadas da SERNIC têm realizado palestras nas comunidades, onde aconselham ao abandono destas práticas, e optem pelo diálogo. Caso não haja consenso devem procurar as autoridades competentes.
“Parece não se estar a acatar a mensagem. Acreditamos que é preciso o envolvimento de outras entidades. A situação é preocupante”, considerou.
Um movimento acima do normal regista-se nos últimos dias junto das instalações do Instituto Nacional de Transportes Terrestres e Rodoviários (INATTER), na cidade da Beira.
De acordo com o delegado da instituição, José Chilevo, trata-se de pessoas que pretendem renovar as suas cartas de condução, processo que esteve suspenso durante os seis meses de vigência do estado de emergência, decretado em face da pandemia do novo coronavírus.
“Durante a vigência do estado de emergência, podia-se conduzir mesmo com carta caducada. Alguns condutores relaxaram demais e não procuraram os nossos serviços. Agora, devido à vigorosa actuação da polícia, as pessoas pretendem renovar as cartas todos ao mesmo tempo”, explicou.
No entanto, Chilevo assegurou-nos que os funcionários do INATTER têm conseguido responder à demanda.
Por outro lado, considerou que a Covid-19 influenciou negativamente na meta prevista para a emissão de cartas de condução no ano de 2020.
Aproveitou a oportunidade para apelar aos automobilistas a privilegiar em a condução defensiva e o respeito pelos sinais de trânsito como forma de evitar acidentes e sangue nas estradas.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, testou positivo para o coronavírus SARS-CoV-2, mas está assintomático. A informação foi avançada na segunda-feira (11), no site da Presidência. O chefe de Estado cancelou toda a sua agenda para os próximos dias.
”Tendo o Presidente da República testado negativo ontem, e apesar do teste antigénio de hoje ser negativo, soube-se agora, às 21h40, que o teste PCR deu positivo”, lê-se em nota publicada no portal da Presidência da República na Internet.
Segundo a mesma nota, o chefe de Estado, “que está assintomático” comunicou esta situação “ao presidente da Assembleia da República, ao primeiro-ministro e à ministra da Saúde e, encontrando-se a trabalhar em Belém, aí ficou e ficará em isolamento profilático na zona residencial, aguardando o inquérito epidemiológico”.
“Cancelou toda a agenda para os próximos dias, a começar com sessão com os peritos no Infarmed e a audição dos partidos políticos previstas para amanhã [terça-feira]”, acrescenta-se na nota.
O contacto de risco do Presidente
O Presidente da República afirmou no dia 6 de janeiro que estava em vigilância e impedido de se juntar a “aglomerações significativas” durante 14 dias, na sequência do contacto com um elemento da sua Casa Civil infetado com o novo coronavírus.
Embora não tenha de cumprir isolamento profilático porque o contacto com o referido elemento da sua Casa Civil foi considerado de baixo risco, o chefe de Estado disse na altura que a determinação das autoridades de saúde lhe “impõe uma vigilância passiva, o que implica não ir para aglomerações significativas durante 14 dias”.
Segundo fonte de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa contactou com o referido elemento da sua Casa Civil de modo “muito breve”, por um tempo “muito curto” e “com máscara, para dar indicações sobre determinadas questões internas, à margem das audiências aos partidos” realizadas na segunda-feira da semana passada.
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