Os dois estudantes californianos estavam acusados de esfaquear até à morte um agente de autoridade, em 2019, e foram declarados culpados.
Os dois turistas norte-americanos que estavam acusados da morte de um polícia italiano, numa compra de droga que correu mal, em 2019, foram declarados culpados dos crimes de homicídio, tentativa de extorsão, agressão, resistência a agente da autoridade e porte de arma proibida.
Os estudantes californianos Finnegan Lee Elder, de 21 anos, e Gabriel Christian Natale-Hjorth, de 20, [na imagem acima] foram condenados a pena de prisão perpétua, conforme tinha sido pedido pela procuradora italiana.
Recorde-se que ambos foram detidos em Roma depois de terem sido identificados como responsáveis pela morte do polícia Mario Cerciello Rega, de 35 anos, no dia 26 de julho de 2019. O agente foi esfaqueado e acabou por morrer.
Elder admitiu que esfaqueou o agente de autoridade 11 vezes, mas defendeu que agiu em autodefesa, acreditando que o polícia era um criminoso. Natale-Hjorth foi acusado de ajudar a esconder a arma do crime e, de acordo com a lei do país, os cúmplices podem ser acusados do crime de homicídio.
Os dois acusados defendiam que Rega e o seu colega, que estavam a trabalhar à paisana, não se identificaram, algo que o outro agente negou.
Os jovens estariam a tentar comprar droga mas terão sido enganados pelo vendedor, que depois perseguiram e ameaçaram. O vendedor concordou em devolver-lhes o dinheiro, mas ao invés disso chamou a polícia. Mario Cerciello Rega, de 35 anos, terá respondido à ocorrência, acabando por enfrentar os estudantes, que o esfaquearam várias vezes.
Um estudo do Ministério da Saúde de Israel, o país do mundo com maior percentagem da população vacinada contra a covid-19, sugere que duas doses da vacina da Pfizer-BioNtech conferem uma proteção de 95 por cento.
Uma análise de dados de evolução da covid-19 em Israel publicada na revista científica The Lancet aponta para uma taxa de eficácia da vacina de 95,3% para pessoas com mais de 16 anos na prevenção da infeção sete dias após a toma da segunda dose.
A segunda dose da vacina confere também 96,7% de proteção contra casos fatais de covid-19, 97% de proteção contra infeção sintomática e 91,5% de proteção contra infeção assintomática.
Duas semanas após a inoculação com a segunda dose, a vacina apresenta uma eficácia de 96,5% a proteger de infeção, 98% de hospitalização e 98,1% de morte, indicam os investigadores.
Mesmo com uma dose de vacina, consegue-se 58% de proteção contra a infeção, 76% contra hospitalização e 77% contra casos fatais.
No estudo, que assenta em dados recolhidos pelo Ministério da Saúde de Israel, salienta-se que há fatores da pandemia sobre os quais não há controlo total, como “incerteza sobre a duração da imunidade, o possível aparecimento de variantes resistentes às vacinas e a necessidade de aumentar a cobertura das vacinas”.
A responsável pela saúde pública do Ministério da Saúde israelita, Sharon Alroy Preis, afirmou que “como o país com a maior proporção da população vacinada contra a covid-19, Israel proporciona uma oportunidade real de determinar a eficácia da vacina e observar efeitos mais abrangentes do programa de vacinação na saúde pública”.
Israel começou a vacinar a população com o fármaco da Pfizer-BioNTech ainda no ano passado, em pleno surto de novas infeções que acabou por levar a um confinamento geral no dia 27 de dezembro de 2020.
Um grupo de deputados da maioria que apoia o Governo na Assembleia Nacional redigiu um relatório defendendo a legalização regulada da canábis em França face à “hipocrisia do discurso” quanto ao consumo desta droga no país.
A proibição adotada há mais de 50 anos tem um objetivo algo inalcançável, sem nunca ter tido meios para atingir as suas ambições. Uma legalização regulada é o melhor para ganhar de novo o controlo e proteger os franceses”, considerou Caroline Janvier, deputada da maioria Republique En Marche, em declarações à Agência France Presse.
A missão de deputados constatou ainda “o falhanço” das políticas públicas em França, tendo ouvido médicos, polícias, magistrados e investigadores.
Os deputados analisaram os casos de países como o Canadá ou de vários estados nos Estados Unidos da América onde a utilização desta droga já é regulada, o que se traduziu numa diminuição do consumo por parte dos menores, assim como uma redução do mercado negro.
O ativista de Hong Kong Joshua Wong foi condenado hoje a dez meses de prisão por participar em 04 de junho de 2020 numa vigília para lembrar o chamado “massacre de Tiananmen”, que Pequim não reconhece.
Esta condenação junta-se a outras duas por participação em manifestações não autorizadas em 2019, pelas quais Wong foi sentenciado a um total de 17 meses e meio de prisão, que está atualmente a cumprir.
Além de Wong, três outros ativistas – Lester Shum, Tiffany Yuen e Jannell Leung, eleitos como conselheiros distritais no escrutínio de novembro de 2019 – vão cumprir penas entre quatro e seis meses de prisão, com as mesmas acusações.
“É evidente que os arguidos fizeram isto de forma premeditada, desafiaram abertamente a lei sabendo que não tinham autoridade para participar num comício não autorizado”, afirmou o juiz Stanley Chan.
O juiz argumentou que “a Lei Básica [que funciona como uma mini-Constituição de Hong Kong] garante a liberdade de reunião, mas também prevê que esta liberdade e estes direitos não são absolutos e estão sujeitos a restrições, independentemente do estatuto dos participantes”.
Chan disse não poder ignorar que, na altura da vigília, Hong Kong ainda estava a sofrer o impacto das manifestações antigovernamentais que tomaram as ruas da cidade semiautónoma chinesa em 2019.
Para o juiz, isto representava um risco acrescido, uma vez que “as emoções podem correr desenfreadas e elementos indisciplinados podem aproveitar a oportunidade para incitar ou encorajar a violência” durante o evento.
Os quatro foram condenados em 30 de abril, mas o anúncio da sentença tinha sido fixado para hoje.
Os ativistas declararam-se culpados de participar conscientemente na proibição da vigília, novamente proibida este ano devido aos riscos colocados pela pandemia da covid-19, a mesma razão dada para a proibição em 2020.
A vigília em Hong Kong, cidade que em 1989 acolheu um grande número de manifestantes que fugiram à repressão na China continental, é a maior comemoração mundial dos protestos de Tiananmen. A vigília realizava-se em Hong Kong todos os 04 de junho desde 1990.
Pela primeira vez em 30 anos, as autoridades alegaram o risco pandémico para proibir a vigília em Hong Kong, tal como em Macau, os únicos locais da China onde as autoridades têm permitido a realização de concentrações para recordar a morte de estudantes que se juntaram em Pequim para exigir reformas democráticas.
Embora não tivesse sido autorizada no ano passado, dezenas de milhares de habitantes de Hong Kong participaram no evento.
Em agosto de 2020, dois meses após a vigília, 24 ativistas (incluindo os quatro condenados de hoje, o magnata dos ‘media’ de Hong Kong Jimmy Lai, o veterano ativista “Cabelo Longo” Leung Kwok-hung, e o vice-presidente da Confederação dos Sindicatos de Hong Kong, Lee Cheuk-yan), foram acusados de participar nesse evento proibido pelas autoridades.
A China anunciou hoje a suspensão de um pacto cooperação económica com a Austrália, depois de Camberra ter anunciado, no mês passado, a intenção de revogar um acordo relativo à iniciativa chinesa da “Nova rota da seda”.
Esta atitude da Austrália “visa perturbar as trocas e a cooperação normais com a China, numa mentalidade de ‘guerra fria’ e de discriminação ideológica”, acusou a agência de planeamento chinesa, em comunicado.
Pequim decidiu suspender indefinidamente o “Diálogo económico estratégico sino-australiano” e “todas as atividades” relacionadas, acrescentou.
Desde 2018 que as tensões entre os dois países se têm agravado, devido a divergências sobre um crescente número de temas, da tecnologia das redes móveis de 5G a acusações de espionagem, Hong Kong ou ainda a origem do novo coronavírus SARS-CoV-2, responsável pela covid-19.
Neste contexto de tensão, o Governo australiano anunciou, no mês passado, que ia rescindir um acordo assinado pelo estado de Victoria (sudeste da Austrália) para se juntar à “Nova rota da seda”.
Lançado em 2013 por iniciativa do Presidente chinês, Xi Jinping, o projeto visa melhorar os laços comerciais entre Ásia, Europa e África, através da construção de portos, ferrovias, aeroportos ou parques industriais.
Pequim tinha então denunciado uma “medida pouco razoável e provocatória” tomada por Camberra.
As relações entre Pequim e Camberra têm sido particularmente tensas desde que o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison pediu, no ano passado, uma investigação internacional sobre as origens da covid-19.
A China, o primeiro país afetado pela pandemia, considerou este pedido como hostil e politicamente motivado.
Como resultado, Pequim tomou, no ano passado, uma série de medidas de retaliação económica contra mais de uma dúzia de produtos australianos, incluindo cevada, carne de vaca e vinho.
Por seu lado, Camberra aprovou, também em 2020, novas leis que lhe permitem cancelar qualquer acordo entre representantes de um estado australiano e países terceiros que seja considerado como uma ameaça ao interesse nacional.
De acordo com a Constituição australiana, o Governo federal é responsável pelos Negócios Estrangeiros e pela Defesa e os estados e territórios por áreas como Saúde e Educação.
Os protestos contra o Governo do Presidente colombiano, Iván Duque, causaram pelo menos 24 mortos numa semana, informou o Provedor de Justiça, adiantando que a polícia é alegadamente responsável por 11 dos casos.
Segundo um relatório da entidade nacional de direitos humanos, divulgado quarta-feira, os restantes casos correspondem a vítimas de agressores desconhecidos, enquanto uma pessoa morreu de causas naturais, presumivelmente por doença cardíaca.
O documento inclui informações sobre a identidade das vítimas e as circunstâncias em que morreram.
Os dados foram divulgados após oito dias de violência intensa, bloqueios de estradas e dezenas de denúncias contra abusos policiais.
Segundo os dados do Provedor de Justiça (Ouvidoria, em espanhol), cerca de 800 pessoas ficaram ainda feridas nos protestos e há também um número indeterminado de desaparecidos.
Estão ainda documentadas as mortes de outras oito pessoas, atingidas por armas de fogo ou granadas de gás lacrimogéneo.
O Presidente colombiano, Ivan Duque, anunciou no domingo à noite que vai deixar cair a reforma fiscal em apreciação no parlamento e que esteve na origem dos protestos, retirando os principais focos de contestação: o aumento do Imposto sobre o Valor Acrescentado de bens e serviços e o alargamento da base tributável para os impostos sobre o rendimento.
O projeto tem despertado fortes críticas, tanto da oposição como dos sindicatos que organizaram a mobilização de 28 de abril e até de representantes do partido no poder, por acreditarem que a reforma irá afetar em demasia a classe média.
A reforma fiscal é também considerada “inoportuna” em plena pandemia de covid-19, que agravou a crise económica no país.
O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, insinuou que aquele gigante do Oriente pode ter criado o coronavírus de propósito para desencadear uma guerra biológica e ganhar com isso. Sem citar nominalmente a China, Bolsonaro lembrou que aquele país asiático foi o que mais cresceu no mundo durante a pandemia.
“É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou se nasceu por um ser humano ingerir um animal inadequado. Mas está aí. Os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra? Qual o país que mais cresceu o seu PIB?… Não vou dizer para vocês”, afirmou o presidente brasileiro em discurso numa cerimónia oficial no Palácio do Planalto, sede da presidência, em Brasília.
A afirmação vai totalmente contra os esforços dos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco e Arthur Lira, e do novo ministro dos Negócios Estrangeiros, Carlos França, que têm feito apelos literalmente angustiados à China para que aquele país aumente o envio de insumos que permitam a produção de mais vacinas contra o coronavírus.
Indiferente aos 411 mil brasileiros que já perderam a vida para o coronavírus, Bolsonaro e os filhos, que lideram os setores mais radicais do governo, têm desencadeado sucessivos ataques à China, principal parceiro comercial do Brasil.
Quase quatro meses após o início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, apenas 32 milhões de pessoas já foram vacinadas com a primeira dose, numa população de 210 milhões de habitantes, exactamente por falta de insumos para fabricar novas vacinas. Esses insumos são produzidos na China, que tem uma parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo, para produzir a Coronavac, mas a China tem reduzido drasticamente o ritmo de envio das substâncias necessárias após cada ataque dos Bolsonaro, e em ao menos 16 dos 27 estados brasileiros milhares de pessoas não conseguiram tomar a segunda dose no tempo devido porque o imunizante acabou.
O ex-policial Derek Chauvin, preso e condenado pela morte do ex-segurança George Floyd, pediu novo julgamento, de acordo com a imprensa dos Estados Unidos.
Em pedido enviado do juiz Peter Cahill, de Mineápolis, a defesa de Chauvin alega que o julgamento ocorreu de forma injusta e que o veredito estava incompatível com a lei. A promotoria minimizou a solicitação do advogado Eric Nelson, e disse que o tribunal já rejeitou pedidos semelhantes.
No último dia 20, o júri de Mineápolis declarou Chauvin culpado em todas as três acusações de homicídio contra Floyd. A pena que ele deve cumprir será anunciada em 16 de Junho.
Ele foi condenado pelos crimes de causar a morte, sem intenção, por meio de um ato perigoso, sem consideração pela vida humana; negligência ao assumir o risco consciente de causar a morte de Floyd e homicídio culposo.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Especialista de Programa para População e Desenvolvimento. Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Especialista de Programa para Área de Saúde Sexual e Reprodutiva para o Adolescente. Saiba mais.
A Direcção Provincial de Desenvolvimento Territorial e Ambiente pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Planificação Agrária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 na especialidade Mecânica Industrial. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 na especialidade Agro-pecuária. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Administração e Finanças. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Supervisor de vendas de Moto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, dois (2) Representantes de vendas de Moto. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Engenharia Hidráulica. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Agro-Pecuária. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Ensino de Inglês. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A” pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Supervisor Administrativo e de Operações/ Logística. Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Promoção (SP). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Classificação e Formação (SCF). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Gestão do Património. Saiba mais.
A Max Computer Lda, empresa da área de Informática pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico em Informática e Eletrônica. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana Para Apoio e Desenvolvimento da Criança órfã e Vulnerável pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Paralegal de Saúde, Proteção e Justiça. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Controlo de Concentrações e Acompanhamento de Mercados. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Assuntos Jurídicos e Contencioso. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Recursos Humanos, Administração e Finanças. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Estudos Económicos. Saiba mais.
O artista brasileiro estava internado no hospital com Covid-19. Após mais de 50 dias internado com Covid-19, Paulo Gustavo perdeu a batalha contra a Covid-19. O popular ator e humorista brasileiro morreu na terça-feira, dia 4, depois de ter tido uma embolia pulmonar no domingo. Tinha 42 anos.
Paulo Gustavo deixa dois filhos pequenos, Gael e Romeu, e o seu marido, Thales.
Paulo Gustavo foi o criador de uma famosa personagem de humor no brasil, Dona Hermínia, bem como de muitos outros personagens feitos para o teatro, televisão e cinema.
Da sua brilhante carreira faz ainda parte o filme campeão de bilheteria ‘Minha mãe é uma peça: O filme’ (2013), que deu origem a uma sequela de duas outras tramas.
Satar Salvado foi oficialmente apresentado ontem (04), como novo treinador do Grupo Desportivo Maputo, por um período de três anos, sucedendo assim o falecido Rogério Marianni.
Na sua primeira intervenção como treinador dos alvinegros, Satar referiu que o principal objectivo nesta nova caminhada é pautar pela manutenção do clube no campeonato nacional, o Moçambola e trabalhar na reestruturação da camada de formação do Desportivo.
“A direcção não me pediu títulos, apenas a manutenção e eu vou trabalhar para que isso seja possível. Mas também sou um treinador ambicioso e quero que o Desportivo ocupe os melhores lugares na tabela classificativa (…) temos o objectivo de reestruturar o Desportivo no futebol desde a formação, vamos trabalhar na formação e fazer um “scouting” internamente, mas também ao nível do país, porque precisamos de ter novos Dominguez, Zainadine, Carlitos e outros que deram o seu melhor no passado por esta equipa” referiu Salvado.
Satar Salvado conta títulos nos escalões de formação, uma Taça da Liga BNI e um terceiro Lugar no campeonato nacional, o Moçambola, a serviço da liga Desportiva de Maputo (em 2016) como treinador principal.
Os alvinegros que ocupam a décima primeira posição no campeonato nacional com 3 pontos, recebem neste domingo (09/05) o Ferroviário de Nacala, em partida referente a jornada número 5 do Moçambola.
Arranca hoje o processo de imunização de jornalistas contra a Covid-19, com a administração da vacina Covishield doadas à Moçambique através da iniciativa COVAX na cidade de Maputo.
A campanha prevê abranger mais de 700 jornalistas afectos a 63 órgãos de comunicação social.
De acordo com Alice de Abreu, vereadora do pelouro da Saúde e Acção Social no Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), devido à sua profissão, os jornalistas estão expostos a contaminação pelo novo coronavírus, daí a necessidade de imunizá-los com vista a salvaguardar as suas vidas.
A vereadora espera que a vacina proteja os profissionais dos órgãos de comunicação social de infecções moderadas a graves. Referiu que a segunda dose será administrada no mês de Agosto.
Abreu apontou que a vacinação vai decorrer ao nível dos sete distritos municipais, tendo sido identificados sete centros de saúde, num processo que termina quinta-feira (06).
“Os jornalistas deverão nos dias marcados, entre às 08.00 a 14.00 horas, deslocarem-se os centros de saúde de Malhangalene, Xipamanine, 1º de Maio, 1 de Junho, Bagamoio, Katembe e Inhaka, para a imunização contra doença. Cada empresa terá um intervalo de uma hora para receber o imunizante”, explicou.
Apelou aos jornalistas a aderirem ao processo da vacinação, acrescentando que o imunizante não é recomendado para mulheres grávidas e pessoas com sintomas do novo coronavírus. A mesma é indicada para indivíduos acima de 18 anos, incluindo idosos com mais de 65 anos.
Refira-se que Moçambique recebeu a vacina Covishield no mês de Março, através do mecanismo COVAX numa doação da Índia, num total de 484.000 doses.
O ministro da Saúde iraquiano demitiu-se, depois de um relatório oficial ter apontado responsabilidades ao topo da hierarquia política pelo incêndio que há 10 dias matou mais de 80 pessoas num hospital dedicado à covid-19.
Hassan al-Tamimi, que chegou ao Governo graças ao apoio do polémico líder xiita Moqtada Sadr, apresentou a demissão, segundo um comunicado, que acrescenta que o Conselho de Ministros acaba de revogar a suspensão do ministro ordenada no dia seguinte ao incêndio.
O diretor do hospital vítima do incêndio, Ibn al-Khatib, o seu assistente administrativo e o chefe da segurança do estabelecimento, bem como o chefe do setor de saúde da região oriental de Bagdade “foram demitidos e sofrerão várias medidas disciplinares”, adianta o comunicado.
Em 25 de abril, quando o Iraque acordou de uma noite de horror, durante a qual tiveram de ser retirados do hospital os corpos carbonizados dos doentes que morreram, sufocados, queimados ou por falta dos seus respiradores, o pedido de demissão do ministro foi repetido vezes sem conta nas redes sociais.
O primeiro-ministro iraquiano, Moustafa al-Kazimi – um independente que tem procurado apoio político no principal partido parlamentar optou, inicialmente, por decretar apenas a suspensão de Tamimi, mas acabou mesmo por levantar qualquer penalização contra o ministro, bem como contra o governador de Bagdade, dois cargos de confiança política.
As autoridades mexicanas prometeram na terça-feira um “inquérito aprofundado” ao acidente de metro na capital, que provocou pelo menos 23 mortos após o colapso de um viaduto, numa altura em que se fazem ouvir diversas dúvidas sobre a segurança daquela linha.
A linha 12 do metro, onde ocorreu o acidente, está envolta em polémica desde a sua construção. Foi finalizada em 30 de outubro de 2012, mas encerrada em 2014 por falhas e reaberta entre outubro e novembro de 2015, em vários ramais.
Quando foi finalizada, em 2012, o presidente do município da capital era o atual ministro dos Negócios Estrangeiros mexicano, Marcelo Ebrard, um político de alto nível apontado como possível substituto de Obrador. Já havia questões sobre a segurança estrutural da linha desde a inauguração, incluindo problemas de conceção, de construção e até alegações de corrupção.
O acidente ocorreu às 22h00 locais de segunda-feira entre as estações de Olivos e Tezonco, quando a estrutura elevada com uma altura de 20 metros colapsou à passagem do metro.
Um antigo membro influente da dissidência da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) acusado de ataques no centro de Moçambique disse que Mariano Nhongo, líder do grupo armado, vai em breve deixar as matas e juntar-se ao processo de paz.
Eu confirmo que em breve o presidente Mariano Nhongo vai se entregar, de modo que haja paz no centro de Moçambique. Há contactos em alto nível sobre a saída da Mariano Nhongo das matas, mas não posso avançar detalhes”, declarou André Matsangaíssa Júnior, em declarações à imprensa local.
O antigo membro da dissidência falava durante uma cerimónia que marcava a passagem do terceiro ano após a morte do histórico líder da Renamo, Afonso Dhlakama, na sua terra natal (Mangunde, na província de Sofala) na segunda-feira.
O grupo liderado por Mariano Nhongo é apontado pelas autoridades como responsável pelos ataques armados que já provocaram a morte de pelo menos 30 pessoas desde 2019 em estradas e povoações das províncias de Manica e Sofala, centro de Moçambique.
Matsangaíssa Júnior acompanhou Mariano Nhongo na sua primeira aparição anunciando a criação da Junta Militar da Renamo em 2019, ostentando uma AK47 e uniforme da antiga guerrilha do principal partido de oposição em Moçambique.
Mais tarde, em março deste ano, André Matsangaíssa Júnior anunciou a sua saída das matas após um encontro com o chefe de Estado em Maputo, tornando-se, assim, no terceiro rosto da autoproclamada Junta Militar da Renamo que se rendeu, depois de João Machava e Paulo Nguirande.
A autoproclamada Junta Militar da Renamo contesta a liderança do partido e as condições para a desmobilização decorrentes do acordo de paz assinado entre o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, e o presidente do principal partido de oposição, em agosto de 2019.
O Presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, decretou três dias de luto nacional devido ao acidente num troço da linha 12 do metropolitano da capital mexicana que causou pelo menos 24 mortos.
O chefe de Estado publicou na terça-feira o decreto “pelo qual se declara luto nacional durante três dias, pela tragédia ocorrida na segunda-feira na Linha 12 do Sistema de Transporte Coletivo Metro” da Cidade do México.
Obrador já tinha prometido um “inquérito aprofundado”, com a ajuda de peritos internacionais independentes, ao acidente causado pelo desmoronamento de um viaduto.
“Vai decorrer um inquérito aprofundado (…) para procurar conhecer a verdade (…), a partir da qual será estabelecida a responsabilidade”, disse, na conferência de imprensa diária.
Quase 500 autocarros estão a assegurar o transporte dos utentes da linha 12 do metro da grande metrópole, com perto de dez milhões de habitantes.
Envolta em polémica desde a construção, a linha 12 do metro, onde ocorreu o acidente, foi concluída em 30 de outubro de 2012, quando o atual ministro dos Negócios Estrangeiros mexicano, Marcelo Ebrard, era presidente do município da capital.
No entanto, a linha foi encerrada em 2014 por falhas e reaberta entre outubro e novembro de 2015, em vários ramais.
Através de um vídeo das câmaras de vigilância do governo da Cidade do México, observa-se como a estrutura elevada com uma altura de 20 metros ruiu à passagem do metro, com diversas carruagens imobilizadas no solo.
O cidadão espanhol que foi filmado a atirar uma mulher pela escadaria do metro em Paris no mês passado, foi expulso de França. O anúncio foi feito pela polícia francesa.
O momento foi captado por várias pessoas que ali estavam a passar e posteriormente divulgado nas redes sociais, gerando uma enorme onda de indignação.
O homem, de nacionalidade espanhola, foi expulso de França no dia 2 de Maio e está agora proibido de voltar a entrar no território francês.
Uma mulher do estado norte-americano da Georgia foi apanhada no aeroporto de Atlanta com 1,3 quilogramas de cocaína escondidos em vários pares de sapatos.
Segundo a agência alfandegária e de proteção fronteiriça (CBP, na sigla em inglês), a jovem de 21 anos foi mandada parar no passado domingo quando voltava num voo da proveniente da Jamaica. As malas foram inspecionadas e sete pares de sapatos foram encontrados com uma substância branca em pó escondida na parte de baixo.
A substância acabou por testar positivo para cocaína, segundo a agência. Estava avaliada em cerca de 40 mil dólares (33 mil euros).
Um grupo de assaltantes, ainda por identificar, roubou 12 colchões de espuma no hospital regional de Gabu, leste da Guiné-Bissau, informou o diretor do estabelecimento, Fodé Sissé, que lamentou a falta de condições de internamento de pacientes com covid-19.
De acordo com Fodé Sissé, os assaltantes levaram os 12 colchões de espuma que estavam disponibilizados para o internamento de doentes no centro de atendimento de doentes infetados com a covid-19.
“O hospital já estava com dificuldades de internamento, agora é que a situação piorou. Neste momento estamos com camas sem colchões”, observou o administrador do hospital regional de Gabu.
O responsável acredita que os assaltantes, que se fizeram passar por técnicos do hospital, levaram outros materiais disponibilizados pelo Ministério da Saúde para o combate à covid-19 na região de Gabu.
O centro de internamento de doentes com covid-19 é um pavilhão relativamente afastado dos restantes do complexo hospitalar, por ser, no passado, local de atendimento de doentes com problemas respiratórios.
A polícia norte-americana deteve um homem suspeito de ter esfaqueado duas mulheres de ascendência asiática, na terça-feira (04), em São Francisco, na costa oeste dos Estados Unidos.
O suspeito, com uma faca, aproximou-se de uma paragem de autocarro e esfaqueou as duas mulheres, desaparecendo em seguida, acrescentou.
As autoridades nada adiantaram sobre o estado das duas vítimas, entretanto hospitalizadas.
Pessoas de ascendência asiática têm sido alvo de vários ataques não provocados na área da baía de São Francisco nos últimos meses.
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