Estima-se que o Long March 5B reentre na atmosfera no próximo sábado, mas ainda não é possível prever onde cairá.
Pentágono está a acompanhar a trajetória do foguetão chinês que deverá entrar, este fim de semana, de forma descontrolada na atmosfera.
A garantia chegou, na quinta-feira, do porta-voz do Pentágono, John Kirby, que indicou que o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, tem conhecimento que “o comando espacial está a rastrear os destroços do foguetão”.
Recorde-se que, na passada quinta-feira, a China lançou o primeiro dos três módulos de sua estação espacial, o CSS, que teve o impulso do foguetão Long March 5B. Ora, são precisamente os destroços deste foguetão que deverão cair este fim de semana.
Depois de o Long March 5B se ter separado do módulo da estação espacial, começou a orbitar o planeta Terra numa trajetória irregular, à medida que foi perdendo altitude. Estes fatores fazem que com os peritos não consigam prever de forma exata a sua reentrada na atmosfera nem o local em que cairá.
Saliente-se que há probabilidade de o foguetão se fragmentar assim que entrar na atmosfera, seguindo-se a queda de destroços – menores – na Terra. Se tal não acontecer e o foguete cair quase intacto – como está agora -, há uma grande probabilidade de este cair no oceano, considerando que 70% do planeta é água.
Mas estas hipóteses não passam disso mesmo, hipóteses. Com efeito, John Kirby alertou que ainda é cedo para saber se alguma ação – como a destruição de destroços espaciais – pode ser adotada se houver o risco de o foguetão cair numa zona habitada.
Perante esta incógnita, o porta-voz do Pentágono assegurou que a trajetória está a ser “rastreada. Estamos a acompanhar o mais de perto que podemos”.
Lembra ainda o France 24 que esta não é a primeira que a China perde o controlo sobre uma nave espacial no regresso a Terra. Recorde-se que a nave Tiangong-1 se desintegrou quando regressava à atmosfera, em 2018. As autoridades chinesas, porém, nunca assumiram ter perdido o controlo da nave.
O número de descolados registados após o ataque à vila de Palma, em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, ultrapassou na quinta-feira os 40 mil, indicou a Organização Internacional das Migrações (OIM).
No dia 06 de maio, um número estimado de 917 deslocados internos foram registados nos distritos recetores, elevando o número total para 40.003 pessoas que foram deslocadas de Palma”, de acordo com o mais recente relatório da agência das Nações Unidas.
A população em fuga deverá ser maior, dado que parte dela pode não ser registada e haverá ainda famílias escondidas nas matas da região.
“Os deslocados continuam a chegar a Nangade a pé”, seguindo depois em viaturas de transporte coletivo “de Nangade para Mueda, Montepuez e Pemba”, acrescentou o documento.
Dos 40.003 deslocados, 43% são crianças (ou seja, 17.200), 491 das quais desacompanhadas. Há ainda 1.357 idosos registados, disse a OIM.
A maioria (81%) dos deslocados registados está a ser albergada por famílias de acolhimento.
Há ainda milhares de pessoas, numa estimativa de pelo menos 11.000, junto aos portões do projeto de gás em Afungi e na nova aldeia de Quitunda que não querem regressar a Palma devido à insegurança e têm dificuldade em encontrar uma forma de chegar a locais seguros, referiu.
Na última semana, a OIM pediu às autoridades moçambicanas medidas que facilitem o trabalho humanitário.
“A OIM apela a um acesso humanitário total e a uma redução dos impedimentos burocráticos, incluindo a emissão de vistos [para especialistas da ONU], para garantir uma prestação oportuna e eficiente da ajuda humanitária”, assim como “um maior e estratégico envolvimento com o Governo”, referiu a chefe de missão da OIM em Moçambique, Laura Tomm-Bonde.
O bairro do Jacarezinho, no Brasil, foi palco de confrontos entre polícia e moradores, no âmbito de uma operação contra o tráfego de droga. No final, 25 pessoas morreram, incluindo um polícia que foi alvejado na cabeça.
Em conferência de imprensa, a polícia confirmou os dados resultantes desta ação, afirmando que todas as pessoas que morreram (à exceção do polícia) “eram criminosos”, que terão reagido contra as autoridades.
Já a polícia considera que as críticas são atos de ativismo judicial que vão contra o trabalho policial. “Não sei se as grandes operações dão resultado. O que eu sei é que a falta de operação dá um péssimo resultado”, disse o mesmo delegado, defendendo que foram cumpridos todos os protocolos.
Entretanto, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro já fez saber que está a acompanhar com muita atenção os desdobramentos da operação policial, que, segundo o sociólogo Daniel Hirata, terá sido a mais letal de sempre na cidade.
Nas redes sociais, muitas são as personalidades que vieram condenar o sucedido considerando que se trata de uma política de extermínio.
Já a polícia, embora considere que não houve excessos, também alega que não está feliz com o resultado mortal da operação. “Não estamos comemorando (…) Por outro lado, a Polícia Civil não vai se furtar de fazer com que a sociedade de bem tenha seu direito de ir e vir garantido”, afirmou Ronaldo Oliveira.
Numa nota, a Polícia Civil do Rio de Janeiro anunciou que a operação realizada contra traficantes do CV, a maior organização criminosa do Rio de Janeiro, que atuam na comunidade do Jacarezinho, foi uma ação em conjunto com a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
Uma criança de dois anos morreu na quinta-feira, em Lisboa, na sequência de um alegado acidente, confirmou à agência Lusa fonte da PSP.
De acordo com a polícia, a criança terá ficado esquecida no interior de um automóvel durante o dia e quando a família se apercebeu, ao final da tarde, apressou-se a levá-la para o Hospital de Santa Maria, mas a criança acabou por morrer.
O Twitter suspendeu uma conta que parecia estar contornando a proibição ao ex-presidente Donald Trump na rede social, postando mensagens que ele compartilhou em seu próprio site ‘From the Desk of Donald J. Trump’ (Da mesa de Donald J. Trump), lançado na última 3ª feira.
O perfil “@DJTDesk” apareceu na manha de ta 5ª feira no Twitter. Em poucas horas, a conta foi suspensa.
O Twitter bloqueou permanentemente o perfil do presidente norte-americano, Donald Trump, no dia 7 de janeiro de 2021. Em comunicado divulgado pela empresa, a rede social justificou a decisão pelo “risco de mais incitação à violência”.
No dia de 6 janeiro de 2021, apoiadores de Trump invadiram o Capitólio (Congresso dos EUA) durante sessão que certificaria a vitória de Joe Biden sobre o republicano. Pelo menos 5 pessoas morreram.
Trump fez diversas postagens no Twitter antes, em que defendia a manifestação realizada em Washington. Depois, pediu que o grupo respeitasse a lei durante a invasão.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, falou sobre uma referência oblíqua ao país feita pelo presidente Jair Bolsonaro em um evento no Palácio do Planalto.
Na 4ª feira o chefe do Executivo perguntou retoricamente ao público da cerimônia se a pandemia de covid-19 não poderia ser “uma nova guerra”. E completou: “Os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra? Qual o país que mais cresceu o seu PIB? Não vou dizer para vocês”.
Horas depois da declaração, Bolsonaro afirmou que o Brasil é “muito importante” para a China e negou ter citado o país asiático em declaração sobre a origem do novo coronavírus.
“O vírus é o inimigo comum da humanidade. A tarefa urgente agora é que todos os países se unam na cooperação antiepidêmica e se esforcem por uma vitória rápida e completa sobre a epidemia. Opomo-nos firmemente a qualquer tentativa de politizar e estigmatizar o vírus”, disse o porta-voz.
A China, com 2% de crescimento, teve o 2º melhor desempenho econômico em 2020 entre 50 países analisados pela Austin Rating. O 1º foi Taiwan (3,1%).
A Índia registrou nesta um novo recorde de mortes por covid-19. O país teve 3.980 óbitos pela doença e 412.262 novos contágios em 24 horas, segundo o Ministério da Saúde indiano. O aumento ocorre após vários dias de queda no número de casos.
Segundo dados oficiais do governo, são 21,1 milhões de infectados e mais de 230 mil mortes desde o início da pandemia. O aumento acentuado de casos desde o final de março sobrecarregou hospitais do país e resultou na falta de leitos, medicamentos e oxigênio.
A ocupação na UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) está em 99% há mais de uma semana. Países como os Estados Unidos e o Reino Unido enviaram ajuda ao país para tentar combater o avanço da doença.
A marca de mais mortes diárias pela doença tinha sido alcançada no domingo (2.mai), quando a Índia registrou 3.689 em 24 horas.
Os indianos estão entre os maiores produtores de vacinas contra a covid-19 no mundo, mas grande parte vai para outras nações. Em abril, o governo ampliou a campanha de vacinação a todas as pessoas com mais de 18 anos.
Foi iniciada a vacinação da tropa, que ocorre em diversos pontos, dentre eles o Batalhão de Polícia de Choque - #BPChq e o Quartel General da #PMERJ.
A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro foi notificada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski de suspender, a partir de hoje a vacinação contra a covid-19 de profissionais de educação e segurança pública, além de motoristas e cobradores de ônibus, de transporte escolar e funcionários de serviços de limpeza urbana.
Lewandowski atendeu ao pedido de liminar feito pela Defensoria Pública do Rio, que alegou que o decreto não teve motivações técnicas para antecipar em 7 posições a vacinação das categorias em relação ao plano de imunização.
Na decisão, o ministro entendeu que as autoridades locais só podem fazer alterações no plano de vacinação se estiverem amparadas em critérios técnicos.
A Arábia Saudita suspendeu na 5ª feira a importação de carne de frango de 11 unidades brasileiras, das quais 7 são do grupo JBS. O país árabe é o 2º maior comprador da proteína animal brasileira.
Em nota conjunta, os ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores disseram que receberam a notícia “com surpresa e consternação”. As pastas afirmaram que não foram contactadas pelas autoridades sauditas e que não houve “apresentação de motivações ou justificativas que embasem as suspensões”.
“A informação consta apenas em nova lista de plantas brasileiras autorizadas a exportar, publicada hoje pela Saudi Food and Drug Authority (SFDA), que exclui os referidos estabelecimentos, previamente permitidos”, lê-se no comunicado.
“Até o momento, apenas o Brasil foi objeto de atualização de lista de exportadores de carne de aves.”
Por essa razão, a Associação Internacional de Transportes Aéreos apelou a que os Estados comparticipem do custo dos testes, de modo a não inibir a procura turística.
O preço elevado dos testes de covid-19 exigidos pela maioria dos países para viajar está a dificultar a recuperação do sector da aviação, alertou a Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA, na sigla inglesa).
Por essa razão, a IATA apelou na terça-feira a que os Estados comparticipem do custo dos testes que detectam se uma pessoa está infectada com o SARS-CoV-2, de modo a não inibir a procura turística.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os países não deveriam cobrar pela realização dos testes PCR (Polymerase Chain Reaction), pela vacinação, quando também é exigida para viajar, ou pela emissão de certificados.
Contudo, dos 16 países analisados pela IATA, França é o único que cobre o custo destes métodos de diagnóstico para os viajantes.
Os restantes Estados, também segundo a IATA, estão a ignorar as suas obrigações e a colocar em perigo a recuperação do sector e as vidas de várias pessoas, já que os preços elevados estão a abrir caminho a um mercado de testes falsificados.
De acordo com a análise feita pela associação, o preço mínimo para a realização dos testes é de 90 euros, cerca de 6,300 meticais enquanto o preço mais elevado é de 208 euros, cerca de 14,500 meticais.
Baseando-se nestes dados, a organização calcula que uma família de quatro pessoas gaste 1.440 euros, cerca de 100 mil meticais só em testes PCR durante uma viagem (ida e volta).
O Presidente somali Mohamed Abdullahi Mohamed retomou as negociações para a organização de eleições no curto prazo, uma decisão elogiada pela oposição e que afasta no imediato a perspetiva de novas violências neste país africano.
Num breve discurso perante os deputados, transmitido em direto pela televisão, o Presidente apelou a uma solução negociada para ultrapassar a atual crise política, ao renunciar na prática ao prolongamento do seu mandato presidencial adotado em 12 de abril.
Abdullahi Mohamed designou ainda o seu primeiro-ministro como responsável pela organização das eleições, cedendo a uma das principais reivindicações da oposição para ultrapassar o impasse.
“Decidimos procurar uma solução através de negociações e evitar provocar violências em benefício dos que jogam com o sangue da população”, declarou o Presidente, conhecido pelo apelido de Farmajo.
A Somália, um país fragilizado por décadas de guerra civil e pela insurreição dos islamitas radicais shebab, filiados na Al-Qaida, regista atualmente uma das mais graves crises políticas dos últimos anos.
As tensões exacerbaram-se após o fim do mandato do Presidente em 08 de fevereiro e sem fosse organizado o escrutínio previsto para 12 de abril, com o chefe de Estado a tentar prolongar o seu mandato por mais dois anos apesar das fortes críticas da oposição.
No domingo passado, confrontos armados na capital Mogadíscio entre forças governamentais e elementos da oposição provocaram três mortos.
No sábado, o Presidente decidiu regressar aos termos de um acordo concluído em 17 de setembro entre o Governo federal e os cinco estados semi-autónomos do país, como solicitavam os seus opositores e diversos países da região.
Este acordo prevê a organização de eleições segundo um sistema indireto, similar ao adotado em 2017, onde os delegados especiais escolhidos por diversos chefes de clãs elegem os deputados, que de seguida votam para designar o Presidente.
O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) declarou hoje o fim do 12.º surto de Ébola na história do país, que causou seis mortos, num total de 12 casos, na província oriental do Kivu Norte.“A resposta a esta epidemia foi influenciada pela expansão da pandemia de covid-19, que não poupou o nosso país”, disse o ministro da Saúde congolês, Jean-Jacques Mbungani.
Este último surto foi declarado em 07 de fevereiro e contou com casos nas cidades de Butembo, Byena, Katwa e Musienene, todas na região do Kivu Norte.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), “a análise da sequência genética indica que este surto está relacionado com o que durou dois anos e ocorreu nas províncias do Kivu Norte e Ituri, entre 2018 e 2020”, a décima epidemia de Ébola na RDCongo, que matou pelo menos 2.280 pessoas.
Por sua vez, a OMS relatou hoje, através da rede social Twitter, o fim deste último surto, e felicitou “as autoridades sanitárias, a saúde e as comunidades (locais) por este esforço”.
Apenas uma semana após este novo surto ter sido declarado, o Congo lançou oficialmente a campanha de vacinação contra esta doença contagiosa, que é transmitida através do contacto direto com sangue ou fluidos corporais contaminados de pessoas ou animais.
Na Guiné-Conacri, onde o vírus reapareceu em finais de janeiro no sul do país, causando 12 mortos, das 23 infeções registadas, o último doente confirmado com Ébola teve alta médica em 24 de abril, dando oficialmente início à contagem decrescente de 42 dias para declarar o fim do surto.
A Guiné-Conacri não tinha sido infetada pelo Ébola desde a grande epidemia que atingiu a África Ocidental, entre 2014 e 2016.
Os primeiros casos foram detetados neste país africano em finais de 2013, no que acabou por ser a pior epidemia de Ébola da história, com 11.300 mortes e mais de 28.500 pessoas infetadas, segundo as estimativas mais conservadoras.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Especialista de Programa para População e Desenvolvimento. Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Especialista de Programa para Área de Saúde Sexual e Reprodutiva para o Adolescente. Saiba mais.
A Direcção Provincial de Desenvolvimento Territorial e Ambiente pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Planificação Agrária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 na especialidade Mecânica Industrial. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 na especialidade Agro-pecuária. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Administração e Finanças. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Supervisor de vendas de Moto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, dois (2) Representantes de vendas de Moto. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Engenharia Hidráulica. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Agro-Pecuária. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Ensino de Inglês. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A” pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Supervisor Administrativo e de Operações/ Logística. Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Promoção (SP). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Classificação e Formação (SCF). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Gestão do Património. Saiba mais.
A Max Computer Lda, empresa da área de Informática pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico em Informática e Eletrônica. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana Para Apoio e Desenvolvimento da Criança órfã e Vulnerável pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Paralegal de Saúde, Proteção e Justiça. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Controlo de Concentrações e Acompanhamento de Mercados. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Assuntos Jurídicos e Contencioso. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Recursos Humanos, Administração e Finanças. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Estudos Económicos. Saiba mais.
A Assembleia da República (AR) reunida ontem (05) em mais uma sessão parlamentar, aprovou em definitivo, o projecto de lei da eleição de Joaquim Veríssimo para membro do Conselho Superior da Magistratura Judicial.
Veríssimo que já foi Ministro da Justiça no primeiro mandato do Presidente Nyusi, entra para a magistratura em substituição de Pedro Amós Cambula, que cessou o seu mandato por morte.
Joaquim Veríssimo é jurista e obteve Licenciatura em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Brasil.
Nascido a 13 de Maio de 1959, no distrito de Caia, província de Sofala foi governador da província da Zambézia, nos anos 2012-2014 e Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos entre os anos 2018 e 2019.
Os Estados Unidos da América (EUA) anunciaram a conclusão da primeira parte do programa de formação de fuzileiros moçambicanos, ministrada por militares norte-americanos, no âmbito do apoio às forças moçambicanas que combatem grupos armados em Cabo Delgado.
“Tendo testemunhado as impressionantes habilidades do campo de batalha durante uma demonstração nas instalações de treino, fiquei orgulhoso do trabalho que os nossos compatriotas conseguiram realizar juntos”, disse Dennis Hearne, embaixador dos EUA em Moçambique, citado num comunicado.
O programa de formação foi ministrado pelas Forças de Operações Especiais dos EUA e teve um período de dois meses, tendo como um dos principais objetivos o reforço das capacidades das forças moçambicanas no combate aos insurgentes que têm protagonizado ataques em Cabo Delgado.
“Este exercício de treinamento reflete o compromisso do Governo dos Estados Unidos em apoiar os esforços do Governo de Moçambique de derrotar o Estado Islâmico com uma estratégia holística, que inclui desenvolvimento socioeconómico, programas de resiliência comunitária e assistência em matéria de segurança”, acrescentou a nota, avançando ainda que o segundo exercício de treino está previsto para Julho.
Grupos armados aterrorizam Cabo Delgado desde 2017, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico, numa onda de violência que já provocou mais de 2.500 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED, e 714.000 deslocados, de acordo com o Governo moçambicano.
As autoridades moçambicanas recuperaram o controlo da vila, mas o ataque levou a petrolífera Total a abandonar por tempo indeterminado o recinto do projecto de gás com início de produção previsto para 2024 e no qual estão ancoradas muitas das expectativas de crescimento económico de Moçambique na próxima década.
Um adolescente palestiniano morreu no norte do território ocupado da Cisjordânia, na sequência de ferimentos graves provocados por tiros com munições do exército israelita, informou o Ministério da Saúde da Palestina.
Segundo a France-Presse (AFP), o Ministério da Saúde palestiniano informou na noite de quarta-feira que Youssef Muhammad Oudeh, de 16 anos, “morreu de ferimentos graves causados por munição real” disparada pelo exército israelita na cidade de Odla, perto de Nablus, no território ocupado da Cisjordânia.
O Crescente Vermelho local confirmou ter recuperado o corpo do jovem e indicou que outro jovem, ferido por tiros, foi também hospitalizado.
Questionado pela AFP, o exército israelita disse que foram lançados ‘cocktails molotov’ contra os seus soldados “durante uma operação de rotina” ao sul de Nablus.
“Os soldados agiram para deter os suspeitos, abrindo fogo na sua direção”, disse o exército à AFP, acrescentando que nenhum soldado ficou ferido e que o incidente será objeto de investigação.
Cinquenta imigrantes ilegais de origem etíope foram interpelados pelas autoridades migratórias, no último fim-de-semana no distrito de Zumbo, província de Tete.
Os estrangeiros foram interpelados no posto administrativo de Zambue, na sequência de um trabalho de fiscalização, e faziam-se transportar numa viatura caixa aberta, cujo condutor presume-se que seja o facilitador.
Os violadores da fronteira nacional, provenientes da República da Zâmbia, pretendiam escalar a vizinha África do Sul, através do Zimbabwe, usando Moçambique como corredor.
A porta-voz da Direcção Provincial de Migração, Amélia Direito, disse à Rádio Moçambique, terça-feira, que os violadores de fronteira se encontram actualmente no posto policial da sede do distrito de Zumbo, aguardando os trâmites subsequentes.
Amélia Direito disse que igualmente no último fim-de-semana outros 62 cidadãos de diversas nacionalidades foram repatriados para os seus países de origem por estarem em Moçambique em situação ilegal.
Moçambique registou em 2020 o número mais baixo de fatalidades nas estradas dos últimos 10 anos (855 óbitos), um dado associado às restrições impostas pela covid-19, avançou na quarta-feira (05) à Lusa a Associação Moçambicana para Vítimas de Acidentes de Viação.
Esta é a primeira vez nos últimos 10 anos que Moçambique regista um número de óbitos abaixo de mil”, explicou Alexandre Nhampossa, presidente da Associação Moçambicana para Vítimas de Acidentes de Viação (Amviro).
Para Alexandre Nhamposa, no contexto das restrições impostas pela covid-19, a redução da mobilidade e o encerramento de estabelecimentos para o consumo de bebidas durante a noite contribuíram para a redução dos números de acidentes de viação nas estradas moçambicanas.
“Os nossos dados indicam que a maior parte dos acidentes fatais ocorriam entre 15:00 e 21:00, envolvendo, principalmente, jovens, em certos casos alcoolizados. Portanto, com as restrições no contexto da covid-19, os números baixaram. Pode-se dizer que este é um dos únicos aspetos bons que a pandemia trouxe”, acrescentou.
Embora estes números sejam encorajadores, a situação da sinistralidade rodoviária continua dramática em Moçambique, que ocupa a sexta posição da lista de países com maior índice de sinistralidade na África Austral.
“O problema de Moçambique não chega a ser o número de acidentes, mas sim a perigosidade dos mesmos. Há zonas em que se a pessoa sofre um acidente grave a probabilidade de morrer ronda os 60%, por exemplo a Estrada Nacional N.º 1”, alertou Alexandre Nhampossa.
Entre as estratégias de resposta para fazer face às fatalidades nas estradas moçambicanas, a Amviro destaca o plano de um fundo nacional para as vítimas de acidentes de viação, uma verba que também podia ser usada para apoiar a manutenção das rodovias.
O mecanismo seria importante também para apoiar quem não tem cobertura de seguro, por várias razões, e já está a ser adotado em alguns países vizinhos, como é o caso da África do Sul.
“Este mecanismo permite também que os vários intervenientes da sociedade possam dar o seu contributo para a melhoria da segurança rodoviária”, concluiu Alexandre Nhampossa, acrescentando que a associação que dirige vai continuar a envidar esforços para que projeto seja concretizado.
A comissão parlamentar de inquérito à gestão da pandemia no Brasil ouviu o ex-ministro da Saúde Nelson Teich. O antigo governante esteve no cargo menos de um mês, tendo divergido com o presidente Jair Bolsonaro.
Nelson Teich, que foi ministro da Saúde do Brasil menos de um mês, quando a pandemia do novo coronavírus já se encontrava no país, prestou depoimento, na quarta-feira, perante a comissão parlamentar de inquérito (CPI) à gestão da pandemia no Brasil, esclarecendo que deixou o cargo por perceber que havia intenção de alargar o uso da cloroquina, medicamento recomendado pelo governo de Jair Bolsonaro mas sem eficácia comprovada contra a Covid-19.
“O pedido específico [de demissão] foi pelo desejo [do governo] de ampliação do uso de cloroquina. Esse era o problema pontual. Mas isso refletia uma falta de autonomia e uma falta de liderança”, afirmou o antigo ministro da Saúde.
Teich acrescentou, ainda, que a sua saída do cargo ministerial se deveu também à “constatação de que não teria a autonomia e liderança” que julgava “indispensáveis para o exercício do cargo”. “Essa falta de autonomia ficou mais evidente em relação as divergências com o governo quanto à eficácia e extensão do uso do medicamento cloroquina para o tratamento da Covid-19”.
Recorde-se que a hidroxicloroquina e a cloroquina, medicamentos usados no tratamento da malária e também prescritos para o lúpus e para a artrite reumatoide, podem provocar problemas no ritmo cardíaco, ao baixar significativamente a pressão sanguínea, bem como danos musculares ou nervosos.
O médico oncologista declarou, ainda, que o país poderia ter o acesso mais facilitado às vacinas contra a Covid-19 se o governo o tivesse planeado. “Numa estratégia onde a gente tivesse foco na vacina a gente provavelmente teria um acesso muito maior e mais precoce a vacinação”, afirmou, sublinhando que, durante o tempo em que titulou a pasta da Saúde, não havia ainda vacinas para comprar.
Quando o novo coronavírus chegou ao país, em 26 de fevereiro do ano passado, o Ministério da Saúde era liderado pelo médico Luiz Henrique Mandetta, que foi demitido em abril por defender as medidas de isolamento social contrariando Jair Bolsonaro, que menorizou, desde o início, a gravidade da pandemia. Nelson Teich substituiu Mandetta, ainda em abril, mas ocupou o cargo por menos de trinta dias.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) alertou hoje para os “níveis alarmantes de desnutrição” entre crianças e mulheres grávidas no noroeste da região etíope de Tigray, que está envolvida num conflito armado com o Governo do país desde novembro.
Embora a verdadeira extensão da desnutrição em muitas áreas seja desconhecida, os pacientes examinados na maioria destas sete áreas rurais dizem-nos que não conseguem aceder aos limitados pontos de distribuição de alimentos”, afirmou a chefe do departamento de assistência de emergência da MSF, Karline Kleijer, citada num comunicado.
Numa das clínicas móveis da organização na região, 26,6% das 309 crianças tratadas nas últimas semanas estavam desnutridas, enquanto mais de 6% estavam gravemente desnutridas, de acordo com um documento da MSF citado pela agência noticiosa Efe.
“Estamos extremamente preocupados com o estado nutricional da população e sentimos que a situação exige uma ação imediata”, acrescentou Kleijer.
O coordenador de emergência da MSF, Tommaso Santo, disse também ter encontrado pessoas com “muito pouco acesso à distribuição de água potável e que não podem realizar atividades comerciais devido ao encerramento de alguns mercados”.
A organização adverte também que muitas mulheres grávidas que foram atendidas estão também malnutridas, o que pode aumentar o risco de complicações, incluindo morte, durante a gravidez e o parto.
“Embora a desnutrição infantil varie de lugar para lugar, a desnutrição aguda no geral aumentou em Tigray nos últimos meses, já que a qualidade e quantidade de alimentos disponíveis diminuiu drasticamente”, explicou Santo, que acrescentou que muitas famílias “comem apenas uma vez por dia e, muitas vezes, apenas pão”.
Segundo o responsável, algumas das áreas nesta região norte apresentam já níveis de desnutrição aguda “acima do limiar de emergência”, uma situação que deverá agravar-se com o início da época chuvosa.
“O prognóstico para os próximos meses é sombrio”, alertou o coordenador da MSF, sublinhando que o acesso a campos agrícolas é limitado devido ao conflito.
O primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, Prémio Nobel da Paz em 2019, lançou uma intervenção militar em 04 de novembro para derrubar a Frente de Libertação do Povo Tigray (TPLF), o partido eleito e no poder no estado, e declarou a vitória em 28 de novembro, ainda que os combates continuem.
O Exército federal etíope foi apoiado por forças da Eritreia. Depois de vários dias, Abiy Ahmed declarou vitória em 28 de novembro, com a captura da capital regional, Mekele, frente à TPLF que, até à chegada de Abiy Ahmed, controlou a Etiópia durante quase 30 anos.
No entanto os combates continuaram e as forças eritreias são acusadas de conduzirem vários massacres e crimes sexuais.
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