Alemanha registou 18.034 novos casos da doença nas últimas 24 horas, numa subida em que foi registado o número mais baixo de infetados desde início de abril.
O país soma agora 3.451.550 casos da doença e 83.876 mortos (hoje foram 285) desde que a pandemia teve início. Já recuperaram da doença, na Alemanha, cerca de 3.084.700 pessoas, sendo que neste momento há 288.400 casos ativos.
De acordo com o RKI, o número de novas infeções por 100 mil habitantes comunicadas no prazo de sete dias foi de 132,8 em todo o país na manhã desta quarta-feira. Ontem esse valor era de 141,4.
De acordo com o relatório de situação RKI da noite de terça-feira, o valor R de sete dias em todo o país foi de 0,82 (dia anterior: 0,88). Isso significa que 100 pessoas infetadas teoricamente infetam mais 82 pessoas. Se o valor R ficar abaixo de 1 por um longo período de tempo, o processo de infeção diminui; se for consistentemente mais alto, o número de casos aumenta.
Dois doentes morreram num incêndio numa ala dedicada à covid-19 de um hospital no norte da África do Sul, disseram as autoridades de saúde locais.
O incêndio deflagrou no Hospital Modimolle, 170 quilómetros a norte de Joanesburgo, na província rural do Limpopo.
“Os enfermeiros do hospital conseguiram extinguir o incêndio e salvar os pacientes que estavam na enfermaria, mas infelizmente dois deles já estavam mortos”, disseram as fontes.
O incêndio pode ter sido causado por um paciente que alegadamente terá fumado um cigarro, de acordo com relatórios não confirmados.
A junta militar de Myanmar (antiga Birmânia) proibiu a utilização de recetores de televisão por satélite por tal constituir uma “ameaça à segurança” e ameaçou punir os infratores com uma pena até um ano de prisão.
A televisão por satélite já não é legal e os infratores, especialmente aqueles que usam recetores para visualizar canais estrangeiros, podem ser punidos com uma pena máxima de um ano de prisão e uma multa de 500 mil kyat (267 euros).
A estação de televisão informou na terça-feira à noite que os meios de comunicação social “ilegais” transmitem notícias que ameaçam a segurança nacional e a ordem pública e encorajam aqueles que cometem atos de traição.
Esta proibição junta-se ao corte progressivo das comunicações via Internet desde o golpe de 01 de fevereiro, primeiro com o bloqueio de redes sociais como o Twitter, Instagram, Whatsapp e Facebook, e depois com os ‘apagões’ noturnos do sinal da Internet e a suspensão desde 15 de março dos dados da Internet móvel.
O regime militar está a tentar restringir a informação vinda do estrangeiro, depois de aprovar medidas restritivas da liberdade de expressão e revogar as licenças de alguns dos meios digitais mais seguidos, tais como Myanmar Now, Mizzima ou Khit Thit Media, que continuam a operar clandestinamente.
Antes, já tinha fechado as portas da imprensa, deixando Myanmar sem imprensa independente pela primeira vez em quase uma década, com os jornais pró-governamentais da junta a serem a única opção de leitura.
Cerca de 50 jornalistas continuam detidos e dezenas estão escondidos, a trabalhar a partir de esconderijos em áreas controladas por guerrilhas étnicas ou refugiados em países próximos, como a Tailândia e a Índia.
De acordo com a Associação de Assistência aos Presos Políticos (AAPP), 769 pessoas foram mortas pela junta desde a revolta militar, e 3.677 estão detidas.
O exército birmanês justificou o golpe com uma alegada fraude eleitoral nas eleições de novembro, quando o partido da líder pró-democracia Aung San Suu Kyi venceu claramente, como o tinha feito em 2015, num resultado validado pelos observadores internacionais.
A polícia argelina impediu pela segunda semana consecutiva a manifestação dos estudantes na capital e deteve dezenas de pessoas antes do início do desfile.
As forças policiais estavam posicionadas, e com um numeroso contingente, no centro da capital e ruas adjacentes.
Há uma semana os polícias tinham já impedido os estudantes de se manifestarem como vinha sendo habitual todas as terças-feiras, uma ação repressiva inédia desde o reinício no final de fevereiro das marchas do movimento de protesto ‘Hirak’.
Na ocasião também procederam a diversas detenções.
Os manifestantes detidos na passada terça-feira foram libertados após serem forçados a assinar um documento na esquadra no qual se comprometiam renunciar à participação nas marchas semanais, sob pena de detenção em caso de reincidência, indicou Said Salhi, vice-presidente da Liga Argelina dos Direitos Humanos (LADDH).
Segundo o Comité Nacional para a Libertação de Detidos (CNLD), mais de 70 pessoas estão atualmente nas prisões por acusações relacionadas com o ‘Hirak’ ou as liberdades individuais.
Este movimento de contestação de massas, inédito e sem uma direção política visível, surgiu em fevereiro de 2019 através de mobilizações de rua nas terças e sextas-feiras, para contestar o quinto mandato do ex-Presidente Abdelaziz Bouteflika, que resignou ao cargo dois meses depois.
O movimento, que registou uma pausa de cerca de um ano devido à pandemia, exige ainda uma alteração radical do sistema instalado no país na sequência da independência em 1962, com largo predomínio da hierarquia militar, acusada de ter renunciado aos valores originais da revolução argelina e sinónimo de autoritarismo e corrupção.
Está interrompida, desde a noite de de segunda-feira (03) a circulação de viaturas na EN1, na sequência de um acidente de viação, envolvendo vários camiões plataforma e uma carrinha ligeira, ocorrido em Incaia, distrito de Bilene, província de Gaza. Há danos, ainda não apurados.
No sinistro, um dos camiões transportando refrigerantes tombou e bloqueou a rodovia, estando as outras no local do sinistro, o que obstrui quase por completo a circulação de viatura, gerando filas enormes de viaturas que pretendem atravessar o local.
O porta-voz da PRM na província de Gaza, Carlos Macuácua disse que uma equipa técnica constituída pela Administração Nacional de Estradas, Polícia de Transito e de Protecção, foi destacada para terreno, estando neste momento a trabalhar na retirada do camião que bloqueou a rodovia. Macuácua confirmou o registo de mortes mas sem especificar.
Jovem de 18 anos de idade entrou numa creche do estado de Santa Catarina munido com arma branca. Fez, pelo menos, cinco vítimas mortais.
Pelo menos três crianças e dois adultos morreram, numa creche do município de Saudades, na zona oeste do estado brasileiro de Santa Catarina, depois de um jovem de 18 anos de idade ter invadido uma sala de aula munido de arma branca.
O atacante, identificado como Fabiano Kipper Mai, matou três crianças com idades entre os 6 meses e os dois anos, uma professora e uma funcionária.
O ataque ocorreu por volta das 10h00, na creche Pró-Infância Aquarela. Fabiano Kipper Mai atacou uma professora, de 30 anos de idade, mas esta conseguiu fugir para uma sala onde estavam crianças e outra funcionária.
Segundo as autoridades, foi nessa sala que o jovem causou morte imediata a duas meninas e à professora. Uma outra criança e a funcionária morreram mais tarde, no hospital.
O atacante desferiu golpes contra ele próprio, com a arma branca, e foi hospitalizado em estado crítico.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou uma nova plataforma online, semelhante a uma rede social, poucos meses depois de ser banido do Facebook e Twitter.
A plataforma “From the Desk of Donald Trump” e dará a possibilidade do antigo governante comunicar com os seguidores, de acordo com a Fox News. Na plataforma, Trump pode publicar fotos e vídeos e os seguidores serão capazes de partilhar os conteúdos noutras redes sociais.
“Esta é apenas uma comunicação unilateral”, disse uma fonte próxima do projecto.
Donald Trump foi banido das redes sociais a 6 de Janeiro, aquando da invasão ao Capitólio.
Quase uma centena de migrantes foram encontrados numa residência em Houston, no Texas. Alguns estavam sem comer nem beber há vários dias e tiveram que ser hospitalizados.
Cinco pessoas foram acusadas de participação num esquema de tráfico de pessoas depois de serem encontrados 97 migrantes numa única casa em Houston, no estado norte-americano do Texas.
Os cinco acusados estavam nos Estados Unidos de forma ilegal, sendo originários das Honduras, de El Salvador e do México.
A procuradora-geral em funções, Jennifer Lowery, indicou que os detidos são suspeitos de “acolher e esconder pessoas ilegais com o propósito de conseguir vantagem comercial ou ganho financeiro pessoal”.
Cada um deles enfrenta uma pena de prisão que pode chegar aos dez anos.
Os migrantes – 92 homens e cinco mulheres – foram descobertos na sexta-feira passada pela polícia norte-americana, numa cidade que fica a 480 quilómetros da fronteira mais próxima com o México. Não foram encontradas crianças no grupo.
Estavam divididos entre dois quartos, ambos trancados pela parte de fora. Os homens estavam vestidos apenas com roupa interior. Alguns tiveram que ser levados para o hospital por estarem sem comer nem beber há vários dias.
A Polícia Federal (PF) brasileira deteve um suspeito de envolvimento num esquema de fraudes bancárias, que causou um prejuízo superior a meio milhão de euros a clientes de bancos portugueses.
Em comunicado, a PF indicou que, além da detenção do cidadão brasileiro, cumpriu dois mandados de busca e apreensão, com objetivo de desarticular um “grupo criminoso transnacional especializado na realização de fraudes bancárias através da rede mundial de computadores”.
As ordens judiciais foram determinadas pela 12ª Vara da Justiça Federal do Ceará e cumpridas no município do Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza.
O trabalho policial, fruto de uma cooperação internacional com as autoridades portuguesas, identificou na investigação indícios de que um brasileiro residente em Eusébio (Ceará) atuava em fraudes em Portugal, em conluio com cidadãos portugueses.
“A investigação demonstrou que o investigado brasileiro integra um grupo criminoso que acede a bancos de dados de clientes em instituições financeiras no exterior, mediante fraude, e desvia recursos desses clientes. Apurou-se prejuízo superior a meio milhão de euros a clientes de bancos portugueses”, explicou a PF em comunicado.
Wuhan, a cidade onde nasceu a Covid-19, foi o palco de um espetáculo de música.
Milhares de festivaleiros reuniram-se para celebrar o 1.º de Maio no Strawberry Music Festival.
O espetáculo em causa, que durou dois dias, não acontecia ao vivo desde 2019, devido à pandemia. No ano passado, este teve uma versão online e este ano, com a pandemia já praticamente controlada no país, abriram-se as portas para que milhares pudessem assinalar a data.
Cerca de 11 mil pessoas estiveram no evento, algumas com máscara, mas muitas outras sem qualquer proteção. Apesar disso, fonte da organização garante que algumas medidas de segurança foram tomadas.
A Índia registou 3.780 mortos em 24 horas, o número mais elevado desde o início da pandemia de covid-19, e 382.315 casos, anunciaram as autoridades.
Desde o início da pandemia, a Índia contabilizou 226.188 óbitos e 20,5 milhões de casos, disse o Ministério da Saúde indiano.
Segundo os últimos dados, o país contou uma subida no número de casos diários pela primeira vez desde que ultrapassou a barreira das 400 mil infeções, no sábado.
A Índia atravessa uma segunda onda da doença, que sobrecarregou o sistema de saúde, com escassez de oxigénio e de camas em grandes cidades como Nova Deli. Alguns peritos consideraram que os números reais de óbitos e de casos podem ser muito mais elevados.
Com 1,3 mil milhões de habitantes, o país administrou, nas últimas 24 horas, 1,4 milhões de doses da vacina contra a covid-19.
A percentagem da população vacinada ronda os 2%, já depois de o país ter ultrapassado os 160 milhões de vacinas administradas desde que iniciou a campanha.
A Companhia Aérea Ethiopian vai suspender a sua operação em Moçambique a partir desta quinta-feira (06), justificando-se com as condições de mercado, devido à pandemia de Covid-19.
“Apesar dos desafios, a Ethiopian Mozambique Airlines manteve-se resiliente, operacional até que os efeitos económicos da pandemia se tornaram tão severos que impossibilitam a continuidade devido à queda drástica da procura por viagens no mercado doméstico”, anunciou a companhia aérea em comunicado de imprensa.
A nota refere que, “ficam suspensos os voos domésticos que desde 2018 ligavam várias capitais provinciais do país, nas quais a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) volta a ser a única operadora”.
A empresa diz que continuará atenta ao mercado e às melhorias que permitam regressar à actividade.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Administração e Finanças. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Supervisor de Vendas de Moto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, dois (2) Representantes de Vendas de Moto. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Engenharia Hidráulica. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Agro-Pecuária. Saiba mais.
A Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente de N1 – Ensino de Inglês. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A” pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Supervisor Administrativo e de Operações/ Logística. Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Promoção (SP). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Classificação e Formação (SCF). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Gestão do Património. Saiba mais.
A Max Computer Lda, empresa da área de Informática pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico em Informática e Eletrônica. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana Para Apoio e Desenvolvimento da Criança órfã e Vulnerável pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Paralegal de Saúde, Proteção e Justiça. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Controlo de Concentrações e Acompanhamento de Mercados. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Assuntos Jurídicos e Contencioso. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Recursos Humanos, Administração e Finanças. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Estudos Económicos. Saiba mais.
A EA – Private Employment Agency pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos. Saiba mais.
Três agentes da polícia de Colorado, nos Estados Unidos, partiram o braço a uma idosa de 73 anos com demência, durante uma detenção violenta.
As três agentes da polícia de esquadra do Colorado, que estiveram envolvidos na detenção violenta de uma idosa com demência, entregaram as suas demissões na passada sexta-feira.
A detenção, sublinhe-se, ocorreu a 26 de junho de 2020, depois de Karen Garner ter, alegadamente, roubado produtos no valor de 13 dólares (cerca de 10 euros) de uma loja local. O vídeo da detenção, que foi entretanto divulgado e que originou uma investigação aos agentes, mostra um polícia a empurrar a mulher de 73 anos de idade para o chão e a algemá-la.
Karen Garner, que sofre de demência e pesa menos de 40 quilos, ficou com várias lesões na sequência da detenção: uma fratura no braço, o pulso distendido e o ombro deslocado.
Os três agentes da Divisão de Polícia de Loveland podem ser vistos no vídeo, que dura mais de uma hora, a rever as imagens das câmaras corporais, na esquadra, enquanto se riem e congratulam pela detenção.
Na sexta-feira, Austin Hopp e Daria Jalali, dois agentes envolvidos na detenção, assim como Tyler Blackett, que estava na esquadra e que colocou Karen numa cela sem que lhe fossem prestados cuidados médicos, entregaram as suas demissões da Divisão de Polícia de Loveland. Um outro agente, Philip Metzler, que supervisionava os dois primeiros agentes, foi colocado sob licença administrativa.
A família de Karen Garner apresentou um processo contra a cidade e contra os três agentes em abril. Foi incluída uma queixa complementar com os nomes de mais agentes que viram o sucedido e não acionaram profissionais de saúde.
A polícia moçambicana deteve uma mulher suspeita de envenenar a filha menor para forçar o aborto de uma gravidez que resultou de exploração sexual promovida pela própria mãe.
A mulher de 34 anos terá servido à filha uma porção de veneno para ratos e insetos num copo com água, que a aconselhou a beber para se desfazer da gravidez de seis semanas, resultante de última relação, mediada pela própria mãe.
O crime de envenenamento foi registado na terça-feira e a menor teve alta hospitalar no domingo Mateus Mindu, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Manica, centro do país.
“A polícia deteve a mulher por crime de envenenamento, depois de ela ter obrigado a filha a ingerir produtos nocivos para provocar um aborto”, detalhou.
A mulher, prosseguiu Mateus Mindu, servia de proxeneta e arranjava encontros sexuais para a filha de 16 anos em troca de valores monetários não especificados, tendo numa das ocasiões se envolvido com um cliente, a pedido da própria, sem o uso de contraceptivo, gerando uma gravidez indesejada.
O quarto evento teste-piloto em Portugal, na sequência do processo de desconfinamento e para avaliar a exequibilidade dos espetáculos culturais com público, vai decorrer em Lisboa, no domingo, com um espetáculo de comédia no Campo Pequeno.
O evento, que vai começar às 19:00, vai contar com a presença dos comediantes Nilton, Aldo Lima, Tio Jel, Joana Gama e Mangope, segundo um comunicado divulgado na noite de segunda-feira pela promotora Everything is New.
O espetáculo no Campo Pequeno vai ter uma lotação de 1.000 espetadores, ou seja, dois terços do espaço. A utilização de máscara durante todo o espetáculo é obrigatória.
Os espetadores não podem pertencer a um dos grupos de risco definidos pela Direção-Geral de Saúde (DGS), não podem ter estado infetados nos últimos 90 dias e têm de ter um resultado negativo de um teste antigénio para detetar a presença do SARS-CoV-2.
Uma bomba explodiu perto de uma escola no oeste do Afeganistão, ferindo 21 pessoas, muitas das quais jovens estudantes, disse uma autoridade local.
Ambulâncias acorreram ao local e levaram os feridos para hospitais próximos, adiantou o chefe do departamento de saúde na província de Farah, Abdul Jabar Shahiq, referindo que pelo menos 10 dos feridos eram estudantes da escola com idades entre os 7 e os 13 anos.
O ataque ainda não foi reivindicado, embora os talibãs estejam presentes na região.
O atentado aconteceu três dias depois de um outro incidente, em que um camião-bomba suicida atingiu uma casa de hóspedes no leste do Afeganistão, matando 21 pessoas e ferindo outras 90.
A maioria das vítimas desse ataque, que também não foi reivindicado, eram estudantes do ensino secundário.
Depois de 20 anos de presença no Afeganistão, os Estados Unidos estão prestes a retirar os seus militares daquele país.
Desde sábado, os 2.500 a 3.500 soldados norte-americanos que ainda permanecem no Afeganistão começaram oficialmente a deixar o país e todos estarão fora até 11 de setembro.
A retirada ocorre numa altura em que ressurge no país a força dos talibãs, que já controlam metade do Afeganistão.
O principal responsável militar dos Estados Unidos disse, no domingo, que as forças do Governo afegão enfrentam um futuro incerto e possivelmente terão alguns “resultados maus” no combate contra os talibãs à medida que a retirada vai acelerando, nas próximas semanas.
Moçambique registou mais 16 casos de infeção pelo novo coronavírus, sem registo de qualquer óbito nas últimas 24 horas, anunciou o Ministério da Saúde.
Temos a satisfação de anunciar que o país não notificou a ocorrência de morte em pacientes infetados pelo novo coronavírus”, disse Benigna Matsinhe, diretora adjunta de Saúde Pública, na atualização de dados sobre a pandemia.
Moçambique mantém-se com 815 óbitos por covid-19 e o número cumulativo de casos passa para 70.000, dos quais 96% são considerados recuperados da doença e 38 estão internados.
O país tem 1.856 pessoas ainda infetadas pelo novo coronavírus, a maioria das quais concentradas na cidade de Maputo, capital moçambicana.
Pelo menos 17 pessoas morreram e mais de 800 ficaram feridas em atos de violência registados em cinco dias de manifestações na Colômbia contra um projeto de reforma fiscal proposto pelo Governo, indicaram as autoridades locais.
Segundo um balanço oficial do Defensor do Povo, entidade pública de proteção dos direitos humanos, 16 civis e um polícia morreram ao longo dos protestos, surgidos na sequência da mobilização social iniciada em todo o país a 28 de abril.
Por seu lado, o Ministério de Defesa colombiano deu conta de 846 feridos, dos quais 306 são civis.
Além disso, 431 pessoas foram detidas durante os distúrbios nalguns protestos, na sua maioria pacíficos, com o Governo a ordenar o envio do Exército para as cidades mais afetadas.
Várias organizações não-governamentais acusaram a polícia de disparar sobre civis.
O ministro da Defesa colombiano, Diego Molano, afirmou que os “violentos incidentes” foram “premeditados, organizados e financiados por grupos dissidentes das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia)”, que rejeitaram o acordo de paz assinado em 2016 pela antiga guerrilha marxista, e ainda pelo Exército de Libertação Nacional (ELN).
Molano relatou danos em 313 estabelecimentos comerciais, 94 bancos, 69 paragens de transporte público, 36 caixas multibanco e 14 estradas.
Sob pressão das manifestações, maciças na quarta-feira e que se repetiram nos dias seguintes com uma dimensão variável, o Presidente conservador colombiano, Ivan Duque, anunciou no domingo à noite que vai deixar cair a reforma fiscal em apreciação no parlamento.
O projeto tem despertado fortes críticas, tanto da oposição como dos sindicatos que organizaram a mobilização de 28 de abril e até representantes do partido no poder por acreditarem que a reforma irá afetar em demasia a classe média, considerando ainda “inoportuna” no meio da pandemia de covid-19, que agravou a crise económica no país.
Ivan Duque propôs retirar o plano original e redigir um novo texto, anulando os principais pontos contestados: o aumento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) sobre bens e serviços, bem como a ampliação da base do Imposto sobre o Rendimento (IRS).
Apesar do anúncio da retirada da proposta, os manifestantes voltaram às ruas de Bogotá, bloqueando o tráfego nas principais avenidas da capital colombiana.
A 15 de abril passado, o Governo conservador apresentou no Parlamento um projeto de reforma tributária com o objetivo de aumentar as receitas do Estado em 6.300 milhões de dólares (5.240 milhões de euros) entre 2022 e 2031 para financiar os gastos públicos da quarta maior economia da América Latina.
Cinco pessoas morreram e outras três ficaram feridas num tiroteio num bar no município brasileiro de Mesquita, na região metropolitana do Rio de Janeiro, informaram fontes oficiais.
O ataque ocorreu numa madrugada, quando vários suspeitos dispararam contra o local a partir do veículo em que viajavam, segundo testemunhos recolhidos pela imprensa local.
O Corpo de Bombeiros informou que se deslocou ao local e constatou a morte de quatro pessoas, além de outra em estado grave que foi levada para um hospital da região e onde acabou por morrer horas depois, com ferimentos de bala na cabeça e em um dos ombros.
Quatro dos cinco mortos no tiroteio, cuja motivação ainda é desconhecida, tinham entre 29 e 35 anos.
Os outros três feridos estão fora de perigo, embora dois deles tenham de ser submetidos a cirurgias na perna e na mão.
O departamento de homicídios da Polícia do Rio de Janeiro informou, em comunicado, que iniciou os procedimentos para localizar testemunhas e familiares das vítimas e recolher imagens das câmaras de segurança visando identificar os autores do crime.
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