Economia CEO da TotalEnergies diz que situação em Cabo Delgado melhorou bastante

CEO da TotalEnergies diz que situação em Cabo Delgado melhorou bastante

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Depois de visitar a zona industrial de Afungi, a aldeia de reassentamento de Quitunda, as vilas de Palma e Mocímboa da Praia, o CEO da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, concluiu que a situação na província de Cabo Delgado melhorou significativamente como resultado da acção das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique que têm contado com o apoio das forças da SAMIM e do Ruanda.

Para melhor avaliar as condições de retoma das suas actividades, suspensas devido ao terrorismo na região norte do país, a empresa contratou um especialista para lhe aconselhar sobre a situação humanitária na província de Cabo Delgado.

No fim da sua visita a Cabo Delgado, Patrick Pouyanné reuniu-se com o Presidente da República, Filipe Nyusi, em Pemba, capital de Cabo Delgado, com quem discutiu todos os aspectos relacionados ao projecto bilionário Mozambique LNG, a ser desenvolvido na Área1 da Bacia do Rovuma, incluindo a situação humanitária e de segurança na província.

“No encontro, o Presidente da República e o CEO da TotalEnergies reconheceram que o regresso da população à vida normal, bem como o restabelecimento gradual dos serviços públicos, estão a decorrer a bom ritmo”, refere um comunicado de imprensa do Ministério dos Recursos Minerais e Energia enviado ao “O País”.

De acordo com a nota de imprensa, Mozambique LNG é o primeiro projecto a ser desenvolvido em terra e inclui o desenvolvimento dos campos Golfinho e Atum localizados na Área1, no mar, e a construção de duas unidades industriais de liquefação de gás com capacidade total de 13,1 milhões de toneladas por ano.

Lembra ainda o comunicado que a TotalEnergies EP Moçambique Área1 Limitada, subsidiária detida em 100% pela Total Energies SE, opera o projecto Mozambique LNG com uma participação de 26,5%, juntamente com a Mitsui EP Mozambique Área1 Limited (20%), a ENH Rovuma Área 1 S.A (15%), a ONGC Videsh Rovuma Limited (10%), a Beas Rovuma Energy Mozambique B.V (10%) e a PTTEP Mozambique Área 1 Limited (8.5%).