Polícia Judiciária seguiu irmãos, com medo que preparassem qualquer ato terrorista em Portugal.
Foram três anos de intenso trabalho. Dia e noite, os terroristas agora em prisão preventiva foram vigiados pela Polícia Judiciária. Havia referências de que poderiam ter ligações ao Daesh, mas faltavam provas.
Só que as autoridades não podiam arriscar e mantiveram os irmãos Yasir e Ammar Ameen, 32 e 34 anos, sob vigilância apertada.















