As empresas concessionárias do Corredor de Nacala facturaram mais de 300 milhões de dólares no primeiro semestre deste ano, dos quais 276 milhões são referentes ao transporte do carvão mineral.  

O transporte de carvão mineral continua a ser a actividade mais rentável no Corredor de Nacala. Dados do primeiro semestre deste ano revelam uma facturação global de 276 milhões de dólares, apesar do volume transportado ter caído em 12% se comparado com igual período do ano passado.

“No primeiro semestre tivemos uma facturação de 307,1 milhões de dólares dos quais 276.7 são referentes ao transporte de carvão, 29.7 referente ao transporte de carga geral e 600 mil dólares referentes ao transporte de passageiros”, explicou Bernardo Mattar, Director Financeiro/Corredor de Nacala.

Em resultado desse desempenho económico, foram pagos ao Estado 42.7 milhões de dólares referentes a impostos e contratos de concessão.

O Corredor de Nacala compreende uma linha férrea de 912 km que vai das minas de Tete ao terminal de carvão em Nacala-a-Velha. A empresa Corredor Logístico do Nacala é responsável por toda a logística do carvão da Vale, enquanto que o Corredor de Desenvolvimento do Norte detém a concessão do sistema ferro-portuário da zona Norte do país, incluindo o Porto de Nacala, operando no transporte de carga geral e de passageiros.

O Corredor de Nacala destaca-se neste momento como um dos grandes empregadores ao longo das províncias de Tete, Nampula e Niassa, bem como no vizinho Malawi por onde passa.

O País