Seis antigos membros do Conselho de Administração do extinto Nosso Banco foram sancionados com multas no valor de 500 mil meticais cada e estão proibidos, por um período de três anos, de exercer cargos sociais e de gestão em instituições de crédito e sociedades financeiras, segundo um comunicado do Banco de Moçambique divulgado esta quinta-feira.

Trata-se de Adelino Buque, Mariano Matsinha, Francisco Mazoio, Tomás Sando, Mussa Tembe  e Jaime Mutolo, à data dos factos membros executivos e não executivos do Nosso Banco.

O Nosso Banco, SA, foi encerrado por ordens do Banco de Moçambique em Novembro de 2016, devido à falta de capitalização, de uma estrutura económico-financeira sustentável e a graves problemas de liquidez e de gestão.

O extinto banco era detido maioritariamente pelo Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), com 77.2%, e pela empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM), com 15.1%.

À data da sua dissolução e liquidação, o Nosso Banco era liderado por João Loureiro, um antigo quadro do Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

O País