O Estado moçambicano perdeu cerca de 344 milhões de dólares em 2017, resultante do contrabando de bebidas alcoólicas. Em África, Moçambique foi o segundo país africano com mais perdas, depois da Nigéria, revela um estudo apresentado hoje pela Euromonitor.

O Estado moçambicano não está a conseguir travar o contrabando de bebidas alcoólicas. Ao todo, são 344 milhões de dólares que o país perdeu no ano passado, menos dois milhões de dólares, em relação a Nigéria, que é o maior lesado nesse tipo de esquemas ilícitos em África, refere um estudo da Euromonitor.

Ainda segundo o estudo, o aumento de fuga ao fisco em Moçambique resulta, em grande parte, da subida do Imposto de Consumo Específico.

Face a esse cenário, o sector privado moçambicano representado pela CTA advoga que é preciso implementar uma estrutura tributária sustentável de modo a tornar os produtos legais mais acessíveis.

África do Sul, Zâmbia, Uganda fecham o top-5 dos países que obtiveram maior volume de perdas decorrentes do contrabando de bebidas alcoólicas, em particular, espirituosas no continente africano.

O País