Segundo o seu defensor, a firma de advogados SOLEX, num comunicado enviado à nossa Redacção, Alfredo Lumbela responde em liberdade por ter proferido palavras que ofenderam a pessoa da Administradora Distrital. Contudo, ao que apontou a sua defesa, em nenhum momento ele chegou a proferir tais injúrias.

Ao que apontou a firma de advogados ao seu serviço, o empresário e por sinal presidente da associação dos transportadores semi-colectivos de passageiros daquela região, não está a responder por furto, roubo, encobrimento, cumplicidade ou qualquer que seja a forma de participação em crime que envolva subtracção de carne de vaca. Na altura da sua detenção, a nossa fonte soube das autoridades policiais que ele havia sido detido por reclamar a libertação da sua viatura “chapa” que havia transportado carne roubada.

Aliás, a defesa avança no seu comunicado esclarecendo que foi através do empresário Lumbela, ao empreender esforços desmedidos, que se conseguiu prender o autor do furto da referida carne, transportada num dos seus “chapas”. Foi possível levá-lo à barra da justiça, de onde foi julgado e condenado.

Ao que avança a firma de advogados ao serviço de Lumbela, este chegou a desembolsar 40 litros de combustível para abastecer as viaturas da polícia, colocar todos os seus meios à disposição das autoridades para que se pudesse capturar o autor do furto. Neste trabalho, ao que sublinhou, o motorista foi detido e absolvido pelo tribunal por insuficiência de provas.

No entanto, a defesa reconhece que nesta actividade de transporte de passageiro há sempre o risco dos “chapas” transportarem bens ilícitos ou de proveniência ilícita, como foi o caso que se deu com uma das suas viaturas que nos finais do mês passado, um dos passageiros foi flagrado a transportar na carne roubada.

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