Os manifestantes defenderam a necessidade do fim daqueles actos bárbaros, em prol da paz e concórdia entre os moçambicanos, a continuidade de um diálogo aberto, inclusivo, construtivo e abrangente entre os actores políticos.
Na ocasião, a representante do Estado, na cidade do Chimoio, Filomena Macie, considerou os ataques da Renamo como sendo um puro atentado a convivência pacífica e harmoniosa construída pelos moçambicanos ao longo de duas décadas, instando ainda a quem é direito no sentido de tudo fazer para que não se reinstale no país um novo conflito militar que os esforços que o país está a empreender visando a promoção do desenvolvimento económico e social do povo moçambicano não sejam destruídos.
Apelos a paz também foram feitos em Gondola, concretamente no posto administrativo de Cafumpe.
Nas duas marchas, os participantes ouviram apelos a unidade na diversidade, a paz, democracia e tolerância, sentimentos que vinham expressos em mensagens lidas pelos representantes dos aderentes da iniciativa, nas quais foi unânime a condenação da intenção de retorno a guerra e dos actos contrários a uma convivência sã e harmoniosa.
Para aqueles manifestantes a destruição de viaturas, a morte de pessoas e o clima de pânico e tensão que o país vive, não pode ser permitido sob o risco de se conduzir o país a um retrocesso de que não há memória.
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