O rapper Sean “Diddy” Combs está a ser confrontado com seis novas acusações de violação, abuso sexual e agressão sexual, conforme revelado por novos processos judiciais abertos na segunda-feira no tribunal federal de Manhattan, segundo a agência Reuters.
Entre as alegações apresentadas, uma das vítimas, um homem que tinha apenas 16 anos na altura, relatou ter sido agredido sexualmente pelo artista durante uma festa nos Hamptons em 1998.
O rapper, que se encontra detido, aguarda julgamento marcado para o dia 5 de Maio de 2025. Neste processo, Combs enfrenta acusações adicionais de tráfico sexual e extorsão, com a data do início do julgamento a ser fixada na semana passada por um juiz norte-americano.
As novas queixas incluem relatos de homens e mulheres de diversas idades, incluindo menores, que alegam ter sido forçados, após terem sido drogados e manipulados, a participar em actos sexuais durante as megafestas organizadas pelo artista, conhecidas como “freak-offs”. Além disso, uma acusação destaca um homem que teria sido abusado num casting promovido por Sean Combs quando tinha apenas 9 anos.
Os encontros realizados nestas festas eram supostamente filmados e usados como forma de chantagem contra as vítimas, aumentando a gravidade das acusações impostas ao rapper.
Adicionalmente, investigações apontam para o envolvimento de várias celebridades, que se dizem amigas de Combs, e que supostamente participavam nestas festas de sexo, levantando questões sobre a extensão do caso e a possível conivência de figuras proeminentes da indústria do entretenimento.
As alegações contra Sean Combs marcam um ponto de viragem no panorama da cultura das festas na sua esfera social, com as autoridades a incutirem um foco maior na responsabilização e justiça para as vítimas de abuso.
A comunidade aguarda ansiosamente o desenrolar deste caso que promete trazer à luz novos detalhes sobre as práticas em torno do rapper e os eventos associados às suas festas.
As autoridades de migração da província de Manica intensificaram a fiscalização e, desde Setembro, interpelaram cinquenta e nove cidadãos estrangeiros que se encontravam a residir ilegalmente na região.
Esta ação faz parte de uma campanha de controlo e regularização das actividades migratórias na área.
De acordo com Abílio Mate, porta-voz da Direcção de Migração em Manica, cinco dos interpelados já foram repatriados para os seus países de origem, enquanto os restantes enfrentaram sanções financeiras na forma de multas.
Mate revelou que, durante o processo de verificação, foram abordados mais de dois mil e trezentos cidadãos estrangeiros que residem e trabalham na província. Esta iniciativa visa não apenas a penalização da permanência ilegal, mas também a promoção do cumprimento das normas migratórias.
O porta-voz apelou tanto aos cidadãos nacionais como aos estrangeiros que pretendem atravessar os postos fronteiriços a regularizarem os seus documentos de viagem e direitos de residência. “A regularização dos documentos é fundamental para evitar a violação das normas migratórias e garantir uma convivência harmoniosa entre todos os cidadãos”, sublinhou.
As autoridades continuam a realizar operações regulares para assegurar que as normas de imigração sejam respeitadas, promovendo assim a segurança e a ordem na província de Manica.
Um incêndio devastador, originado por queimadas descontroladas, provocou explosões de engenhos explosivos provenientes de um antigo paiol militar, deixando a população da zona da Mobeira em estado de pânico.
O incidente ocorreu no bairro Inhamízua, quando as chamas se alastraram a partir de um campo agrícola localizado no bairro de Mungassa.
De acordo com informações do porta-voz do Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP) em Sofala, Fernando Meque, a mudança na direcção do vento contribuiu para que o incêndio atingisse uma área que, durante conflitos armados, serviu como armazenamento de armamento das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). A quantidade exacta de engenhos explosivos envolvidos, incluindo minas e obuses, ainda não foi especificada.
O antigo paiol, que permanece protegido e não é frequentado pela população, tornou-se alvo das chamas devido a um aparente descuido dos proprietários do campo agrícola. “As chamas acabaram alastrando-se até aquele local. É uma zona reservada às FADM e, durante os conflitos armados, muitos destes engenhos foram implantados naquela área. Há até sinalização para não haver invasão, mas, neste caso, a pessoa não conseguiu controlar o fogo e este atingiu o espaço”, explicou Meque.
O SENSAP, em colaboração com a Polícia da República de Moçambique (PRM) e as FADM, mobilizou esforços para extinguir o fogo e evitar maiores danos. Fernando Meque enfatizou a importância de a comunidade que reside nas proximidades do paiol e de outras áreas de protecção militar ter cautela, especialmente em actividades agrícolas.
“É preciso que a comunidade continue a observar todos os cuidados. Pretendendo abrir um campo para a prática agrícola, deve ter o cuidado de ver onde o faz. As zonas proibidas devem ser respeitadas, lembrando que já houve registos de mortes noutros eventos relacionados com engenhos explosivos”, alertou o porta-voz do SENSAP.
As autoridades continuam a monitorizar a situação e apelam à população para manter a vigilância e respeite as normas de segurança em áreas sensíveis.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) fez um apelo a todos os actores políticos, instando-os a respeitar o processo eleitoral e a agir conforme as normas constitucionais.
Esta declaração surge na sequência da identificação de ilícitos eleitorais, irregularidades e comportamentos que violam as normas ético-eleitorais, atribuídos a membros e simpatizantes de partidos políticos, agentes da administração eleitoral e outros concorrentes.
A PGR sublinha que, por meio dos meios de comunicação social e das redes sociais, tem observado discursos que incitam à violência e à desordem pública, bem como a auto-proclamação de vitórias eleitorais antes da divulgação dos resultados oficiais pelos órgãos competentes. A Procuradoria considera que tais atitudes violam a lei e podem potencialmente provocar convulsões sociais.
No comunicado emitido, a PGR informou que está atenta aos ilícitos eleitorais, que são de conhecimento oficioso do Ministério Público, e que este órgão está a processar todas as situações de que tem conhecimento. Quanto às irregularidades que não configuram ilícitos eleitorais, o Ministério Público assegura que estas são impugnadas segundo os procedimentos adequados, seja nos órgãos da administração eleitoral, nos tribunais judiciais do distrito ou no Conselho Constitucional, onde o Ministério Público intervém nas suas competências.
Além disso, a PGR alertou para as consequências legais da violação de normas éticas durante o processo eleitoral. A lei prevê penas de prisão que variam de 2 a 8 anos para aqueles que incitam à desordem, à insurreição, ao ódio, ao racismo, à violência ou à guerra, salvo se forem aplicadas penas mais graves.
A PGR reafirma a importância do respeito pelas normas eleitorais, enfatizando que a integridade do processo democrático depende da responsabilidade e do comportamento ético de todos os envolvidos.
O presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e candidato presidencial, Lutero Simango, revelou que o seu partido está a realizar uma contagem paralela dos votos das eleições deste ano, com a possibilidade de impugnar os resultados.
Em entrevista à Voz da América, realizada na segunda-feira, 14 de Outubro, Simango expressou preocupações sobre a integridade do processo eleitoral.
Segundo Simango, os resultados parciais divulgados pelos órgãos eleitorais são “inconsistentes”, citando irregularidades e manipulação dos números como causas principais para a sua insatisfação.
O candidato do MDM não hesitou em afirmar que a democracia em Moçambique está comprometida, alegando que “quando tens um processo com ausência de mecanismos de transparência e justeza, tudo isto marca o processo”.
As críticas à condução do processo eleitoral não se limitam apenas ao MDM; numerosos analistas e organizações da sociedade civil têm denunciado a demora na divulgação dos resultados finais, levantando preocupações sobre a legitimidade do processo. O Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD) emitiu um comunicado alertando que “a demora e falta de transparência na divulgação dos resultados pode dar lugar à manipulação”.
Com a contagem paralela e a possibilidade de impugnação em mente, Simango reafirma o compromisso do MDM em garantir que a vontade do povo seja respeitada e que o processo eleitoral em Moçambique siga os princípios fundamentais da democracia.
A situação continua a ser monitorada de perto pela comunidade nacional e internacional, que aguarda desenvolvimentos adicionais nesta contenda eleitoral.
Snarling and barking Alsatian dog, growling and showing its teeth behind bars. Space for copy.
Este ano, o distrito de Mutarara, na província de Tete, registou duas mortes resultantes de mordeduras caninas, um aumento significativo em relação ao período homólogo do ano anterior, que contabilizou um óbito.
Além disso, foram reportados vinte casos de mordeduras caninas que necessitaram de atendimento nas unidades sanitárias locais, comparando-se com doze registos em 2022.
Tarcísio Alcandra, Chefe da Repartição de Controlo de Doenças e Promoção de Saúde nos Serviços Distritais de Saúde, Mulher e Acção Social de Mutarara, destacou que a maioria dos incidentes ocorreram na área do posto administrativo de Inhangoma.
Alcandra apontou que o elevado número de casos e as mortes associadas à raiva se devem à falta de acesso à vacina anti-rábica no distrito, uma situação alarmante que compromete o tratamento adequado das vítimas.
A ausência desta vacina torna os casos de mordedura canina particularmente perigosos, uma vez que a raiva é uma doença fatal sem tratamento oportuno.
As autoridades de saúde apelam à população para que redobrem a vigilância em relação a animais errantes e reportem qualquer mordedura canina de forma imediata, enfatizando a necessidade urgente de medidas que garantam a disponibilidade da vacina anti-rábica para prevenir mais tragédias.
Um trágico incidente ocorreu na Carolina do Norte, onde Tyrek Burton, de 37 anos, foi alvejado 15 vezes apenas algumas horas após ter celebrado o seu casamento com Kiara Holloway, de 33 anos, no passado sábado.
Os serviços de emergência médica foram alertados para um tiroteio nas horas seguintes à cerimónia, e os paramédicos deslocaram-se rapidamente ao local. Ao chegarem, encontraram Burton gravemente ferido, tendo sido atingido por múltiplos disparos.
As circunstâncias exactas que levaram ao tiroteio permanecem incertas. A polícia local informou que a chamada recebida estava relacionada com uma “agressão agravada”.
No entanto, de acordo com Keisha Satterfield, prima de Burton, o incidente foi desencadeado por uma discussão rodoviária que se transformou em violência armada.
Até ao momento, as autoridades não divulgaram informações sobre possíveis suspeitos e não houve detenções relacionadas com o caso. A comunidade encontra-se em choque perante esta perda repentina e violenta, que mergulhou um dia de celebração num luto profundo.
As investigações prosseguem, enquanto familiares e amigos lamentam a morte de Tyrek Burton, que, segundo relatos, vivia um dos momentos mais felizes da sua vida antes da tragédia.
Um caso de desaparecimento que perdurou por 19 anos ganhou novos contornos após a descoberta de partes do corpo de uma jovem de 16 anos, Amanda Leariel Overstreet, em um freezer abandonado numa residência anteriormente pertencente à sua família. O caso é actualmente tratado como homicídio.
Amanda Overstreet desapareceu em 2005, e desde então, a sua família não tinha informações sobre o seu paradeiro. A reviravolta na investigação surgiu após a venda da casa em que Amanda residia com a sua família, que ocorreu após a morte do seu padrasto, Bradley David Imer, devido a complicações relacionadas com a Covid-19, em 2021.
A descoberta dos restos mortais foi feita pelo novo proprietário da casa, que encontrou uma cabeça humana e antebraços com mãos em um freezer. Após a realização de testes de ADN, foi confirmada a identidade das partes do corpo como pertencentes a Amanda.
Até ao momento, a causa da morte da jovem não foi determinada, e a investigação continua a decorrer. O desaparecimento de Amanda ocorreu na cidade de Grand Junction, no Texas.
O gabinete do xerife local informou que o actual proprietário da casa não tinha conhecimento do caso anterior. “A casa foi comprada, totalmente remodelada e vendida ao actual dono”, afirmou a entidade.
Segundo a Colorado Public Radio, a casa pertencia anteriormente a Bradley David Imer. Os registos indicam que Leanne Overstreet era listada como esposa de Imer na certidão de óbito. O gabinete do xerife confirmou que a mãe biológica de Amanda era, de facto, a esposa de Bradley e a herdeira da propriedade.
As autoridades continuam a investigar o caso, na esperança de trazer respostas à família de Amanda e à comunidade que ficou marcada pelo seu desaparecimento. A polícia apela a qualquer pessoa que tenha informação relevante a entrar em contacto.
O governo malaio efectuou uma acção controversa que resultou na expulsão de mais de 500 indivíduos pertencentes à comunidade indígena conhecida como Bajau Laut, frequentemente referida como “nómadas do mar”.
As autoridades demoliram e queimaram as habitações que serviam de abrigo a estas famílias, no âmbito de uma operação destinada a combater o crime transfronteiriço e a migração ilegal.
As operações ocorreram numa área de parque marinho na ilha de Bornéu, onde, actualmente, os vestígios de várias palafitas, construídas sobre estacas de madeira, permanecem como testemunho da vida de uma comunidade que se sustenta da pesca e da cultura marítima. Há quatro meses, as autoridades locais descreveram as habitações como estruturas ilegais e procederam à sua destruição.
Um dos habitantes, Robin, revelou que, em meio ao tumulto, teve apenas tempo suficiente para agarrar os seus filhos e fugir de barco. Sem documentos e agora sem abrigo, centenas de famílias enfrentam a incerteza e a desprotecção.
Os Bajau Laut vivem tradicionalmente em barcos e cabanas nas águas que cercam as Filipinas, Malásia e Indonésia, mas, segundo as autoridades, são vistos como migrantes não documentados sem direitos.
As autoridades malaías argumentam que têm o dever de agir contra práticas ilegais, como a pesca não autorizada, a construção de estruturas e a agricultura em áreas protegidas, como a do estado de Sabah, onde se localizam as comunidades nómadas.
Nos últimos anos, a Malásia tem intensificado as suas operações de fiscalização contra a migração ilegal. Desde Maio de 2020, cerca de 45.000 pessoas não documentadas foram detidas, refletindo uma crescente preocupação das autoridades em relação ao controle das fronteiras e à gestão de imigrantes.
A situação dos Bajau Laut levanta questões sobre os direitos humanos e a protecção das comunidades indígenas, bem como sobre as implicações da política de migração da Malásia, numa região marcada por complexos desafios sociais e económicos. A comunidade sobrevive agora na incerteza, em busca de abrigo e reconhecimento em um ambiente cada vez mais hostil.
Os Serviços de Urgências de Adultos (SUR) do Hospital Central de Maputo (HCM) reabriram as suas portas nas antigas instalações, que foram alvo de uma significativa reabilitação e modernização nos últimos anos.
A reabertura deste espaço, comummente conhecido como Banco de Socorros, assinala o início de uma fase experimental após a conclusão das obras.
De acordo com informações obtidas pelo jornal “Notícias”, a requalificação e ampliação do SUR visam aumentar a capacidade de resposta à crescente demanda por serviços de urgência.
O projecto abrangia várias áreas críticas, incluindo traumatologia, sala de observação, cuidados intensivos, laboratório, pequena cirurgia, radiologia e esterilização, com um investimento estimado em 185 milhões de meticais, financiados pelo Orçamento do Estado.
Além de aumentar a eficiência na prestação de cuidados, esta intervenção procura também melhorar a unidade de cuidados intermédios, criando áreas assistenciais organizadas por prioridade na triagem e optimizando as zonas de acesso dedicadas à consulta externa.
Durante o período de reabilitação, o HCM garantiu que os pacientes fossem atendidos em outras instalações dentro da unidade sanitária, assegurando assim a continuidade dos serviços prestados pela instituição.
Com a nova fase de funcionamento, espera-se que o SUR do HCM possa oferecer um atendimento mais ágil e eficaz, contribuindo assim para a melhoria da saúde pública na capital moçambicana.
A Selecção Nacional de Futebol de Moçambique, conhecida como os Mambas, conquistou uma vitória convincente ao derrotar a selecção do Eswatini por 3-0, em jogo realizado na noite de ontem no Mbombela Stadium, inserido na quarta jornada do Grupo I de apuramento para a Taça de África das Nações.
Os adeptos que estiveram presentes puderam festejar desde cedo, com Dominguez a abrir o marcador aos 11 minutos. A pressão dos Mambas continuou e, aos 40 minutos, foi a vez de Ratifo aumentar a vantagem para 2-0 antes do intervalo. A segunda parte trouxe mais um momento de celebração, com Geny Catamo a selar o triunfo com o terceiro golo aos 58 minutos.
Este resultado coloca Moçambique na liderança do grupo, agora com 8 pontos, um a mais do que o Mali, que terá um desafio importante contra a Guiné-Bissau na terça-feira.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, não deixou passar em branco a vitória da selecção, expressando suas felicitações aos Mambas. Em mensagem enviada, Nyusi destacou que, após a vitória anterior, reafirma a importância do triunfo no orgulho nacional, sublinhando que “pedra-a-pedra se constrói um novo dia de esperança”.
O chefe de Estado agradeceu ainda ao treinador Chiquinho Conde e à sua equipa técnica pelo trabalho realizado, enaltecendo a dedicação e o espírito de luta demonstrados pelos jogadores durante a partida.
Com este desempenho, os Mambas continuam a almejar a qualificação para a Taça de África das Nações, mantendo acesa a esperança de um futuro promissor para o futebol moçambicano.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Redução de Risco de Desastres (RRD) e Mudanças Climáticas (CC). Saiba mais.
A Rede para o Desenvolvimento da Primeira Infância (RDPI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A empresa AKA Solution, Lda, localizada em Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Profissional em Marketing (Promotor/a de Vendas). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Oficiais de MEAL. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, Montepuez, Nacala e Nampula pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e oito (28) Técnicos Urbanos. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, Montepuez, Nacala e Nampula pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais de Queixa e Reclamações. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, Montepuez, Nacala e Nampula pretende recrutar para o seu quadro de pessoal catorze (14) Técnicos Sociais. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Analistas e Digitadores de Dados. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa HIV Pediátrico. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Supervisores HIV Pediátrico. Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. – Sucursal de Moçambique está a recrutar um (1) Engenheiro Eléctrico/Electrotécnico (Correntes Fortes). Saiba mais.
A United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO) pretende recrutar um (1) National Programme Officer (Social and Human Sciences). Saiba mais.
Cerca de 500 membros de mesas de voto (MMV) manifestaram a sua insatisfação devido à morosidade no pagamento dos subsídios pelo STAE (Secretariado Técnico de Administração Eleitoral) na cidade da Matola.
Alguns dos membros chegaram ao local por volta das 4 horas da madrugada, mas até às 15 horas de domingo ainda não tinham sido atendidos, nem lhes foi fornecida qualquer informação relevante sobre o processo de pagamento.
Os vice-presidentes de mesas de voto, que participaram nas eleições de 9 de Outubro, estão particularmente frustrados com a situação. Tereza Maunde, vice-presidente de uma mesa de voto, expressou o seu descontentamento: “É realmente triste o que está a acontecer. Trabalhámos arduamente, com esforço, mas agora para recebermos o pagamento está a ser extremamente difícil.”
A principal razão da insatisfação é a longa espera para receber o subsídio pelo trabalho desempenhado durante as eleições, o que gerou uma crescente agitação entre os membros presentes no local. Sandra, outra vice-presidente de mesa de voto, partilhou a sua frustração: “Estamos aqui desde as 4 horas da manhã, e há colegas que chegaram ainda mais cedo. Não faz sentido ficarmos aqui sem comer ou beber água. Estamos espalhados pelo recinto a sofrer enquanto eles, no conforto, não dão resposta. Só estão duas pessoas a atender mais de quinhentas.”
Os MMV também revelaram que o pagamento tem sido feito até tarde da noite, o que os expõe a riscos de segurança no regresso a casa. Segundo um dos membros, “Pagaram até às 22 horas. Que tipo de pagamento é esse? O que estão a esconder? A polícia está aqui agora, mas às 20 horas vão embora e, quando estamos a caminhar até à paragem, somos assaltados. Parece que há uma intenção por detrás disto.”
Outro ponto de grande preocupação entre os MMV é a falta de comunicação por parte dos técnicos do STAE, que não fornecem informações sobre o andamento do processo. Há também denúncias de favoritismo, com alegações de que pessoas que chegaram mais tarde estariam a ser atendidas antes dos que esperam há várias horas. “Não dizem nada, mas o que percebemos é que aqueles que chegam às 12 horas são atendidos, desde que sejam conhecidos dos técnicos”, afirmou um dos membros.
Os MMV deixaram claro que não sairão do local sem receber o que lhes é devido. “Provavelmente, às 15 horas vão dizer que estão a fechar, mas nós não vamos sair daqui sem o nosso dinheiro. Estamos a exigir aquilo que é nosso. Eu não vou voltar amanhã, moro longe e já gastei dinheiro para cá vir,” queixou-se um dos presentes.
O jornal O País tentou obter esclarecimentos por parte dos técnicos do STAE da província da Matola, que estão a conduzir o processo de pagamento, mas estes não se mostraram disponíveis para comentar a situação.
Um homem armado foi detido nas proximidades de um comício de campanha do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ocorreu no sábado, dia 12 de Outubro, em Coachella, Califórnia.
A informação foi divulgada pela polícia local, que destacou a rápida intervenção das autoridades.
O suspeito foi identificado como Vem Miller, um residente de Las Vegas, Nevada, com 49 anos.
Segundo as autoridades, ele foi interceptado em um cruzamento nas imediações do evento, antes da chegada de Trump. Durante a abordagem, os policiais encontraram com Miller uma espingarda ilegal, além de uma arma carregada e um carregador de alta capacidade. A detenção foi realizada sem qualquer resistência por parte do homem.
O xerife do Condado de Riverside, Chad Bianco, explicou que apenas indivíduos com permissão para entrar no perímetro do evento, incluindo aqueles que residiam nas redondezas ou que apresentassem documentação adequada, poderiam acessar a área. Essa medida visa garantir a segurança do evento e dos participantes.
Bianco também comentou que o veículo de Miller apresentava uma “placa obviamente falsa”, o que levantou suspeitas por parte da polícia. Essa situação levou à investigação do caso, que foi classificado como preocupante.
O xerife acrescentou que a placa do carro era caracterizada como um artefacto caseiro, sugerindo uma possível ligação com grupos que se autodenominam cidadãos soberanos.
Embora Miller tenha sido autuado por posse de arma de fogo carregada, o xerife indicou que uma tentativa de assassinato do ex-presidente foi frustrada. Até o momento, nenhuma acusação federal foi apresentada contra o suspeito, mas as investigações continuam em andamento.
Cinco funcionários do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) de Moçambique foram detidos por suspeita de envolvimento no desvio de 1,3 milhões de meticais, que seriam utilizados para o pagamento de subsídios a 300 membros das mesas de voto nas recentes eleições gerais.
Entre os detidos está Evaristo Vilela, director do STAE do distrito de Nampula. A detenção ocorreu no sábado (12), conforme informou Luís Cavalo, director do STAE da província de Nampula.
Segundo as autoridades, os funcionários são acusados de ter desviado os fundos destinados ao pagamento dos subsídios dos membros das mesas de voto que participaram nas eleições realizadas no dia 9 de Outubro de 2024.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) conduziu as detenções, tendo recuperado até ao momento 400 mil meticais. Luís Cavalo acrescentou que, para cobrir o montante em falta, foi necessário recorrer a parceiros.
As eleições gerais moçambicanas de 2024 foram marcadas por várias irregularidades, conforme relatado por missões de observação internacionais.
A Missão de Observação da União Europeia, o Instituto Republicano Internacional (IRI), financiado pelos Estados Unidos, e os observadores da Commonwealth apontaram diversas falhas no processo eleitoral.
A detenção dos cinco funcionários surge como parte de um esforço para combater a corrupção e garantir a integridade do processo eleitoral em Moçambique, num momento em que o país tenta fortalecer a sua democracia.
Virginia McCullough, uma mulher do Reino Unido, foi condenada a prisão perpétua com um período mínimo de 36 anos, após ter sido considerada culpada de matar os pais e esconder os corpos na sua própria casa durante quatro anos.
Segundo o jornal The Guardian, os restos mortais dos seus progenitores foram descobertos em Setembro de 2023, na sua residência em Pump Hill, Essex, após terem sido feitas denúncias de que o casal, ambos com cerca de 70 anos, não era visto há vários anos.
Os homicídios ocorreram em Junho de 2019. Virginia envenenou o pai, administrando-lhe uma dose letal de medicamentos. No dia seguinte, a mulher atacou a mãe com um martelo, antes de a esfaquear várias vezes no peito com uma faca de cozinha, que havia adquirido especificamente para este propósito. Após cometer os crimes, Virginia continuou a viver na mesma casa, partilhando o espaço com os corpos dos pais.
Segundo o relatório da investigação, a assassina construiu um túmulo improvisado para o pai, escondendo-o num dos escritórios da casa. O corpo da mãe foi embrulhado num saco-cama e colocado dentro de um roupeiro no último andar da residência. Estes factos só foram descobertos em 2023, após denúncias que levaram as autoridades a investigar o desaparecimento do casal idoso.
Virginia foi descrita pelos investigadores como uma “mulher extremamente manipuladora”, que mentia sobre quase todos os aspectos da sua vida. A arguida confessou os crimes aos agentes prisionais, fornecendo detalhes minuciosos de como executou os homicídios, e indicou o local onde havia escondido a arma usada para matar a mãe, uma faca de cozinha enferrujada que ainda continha vestígios de sangue, guardada debaixo das escadas.
Na altura da detenção, a criminosa não demonstrou remorsos. “Eu sabia que isto ia acabar por acontecer. É justo que cumpra o meu castigo. Animem-se, pelo menos apanharam o mau da fita”, declarou Virginia.
As motivações para os crimes foram reveladas durante o julgamento. A procuradora do caso afirmou que Virginia tinha começado a planear a morte dos pais desde Março de 2019, aparentemente para esconder o facto de estar a usar o dinheiro deles para financiar o seu vício no jogo.
Após os assassinatos, tomou medidas para continuar a receber as pensões dos pais. No total, Virginia recebeu cerca de 70 620 euros da pensão da mãe e aproximadamente 91 370 euros da pensão do pai, valores que usou para sustentar o seu vício.
O juiz, ao proferir a sentença, destacou que um dos principais motivos para os homicídios foi impedir que os pais descobrissem que Virginia os roubava, descrevendo o caso como um exemplo trágico de ganância e manipulação por parte da ré.
Está em fase de planeamento a construção de uma nova ponte sobre o rio Save, com o objectivo de ligar o distrito de Massingir, em Gaza, aos distritos de Mussurize e Machaze, na província de Manica.
Esta infraestrutura surge como uma alternativa à Estrada Nacional Número Um (N1), principal via de ligação entre o sul e o norte de Moçambique.
Recentemente, foi adjudicada a consultoria responsável pela elaboração do anteprojeto e pela fiscalização das obras, incluindo os acessos necessários, que serão construídos ao longo da Estrada R441, em ambas as províncias.
Os serviços, cujo custo ronda os 52 milhões de meticais, serão financiados pelo Governo moçambicano e executados pela empresa Civil e Planning Group Moçambique.
Segundo informações obtidas pelo jornal “Notícias”, esta ponte faz parte da estratégia do Governo de criar uma via alternativa à N1, passando por localidades como Macie, Chókwè, Guijá, Mabalane, Mapai, Massingir, Mussurize, Chimoio e ligando-se a Muxúnguè ou Inchope. Esta nova rota tem como objetivo principal melhorar a conectividade entre o Sul e o Norte do país.
O troço projectado terá início no distrito de Bilene, em Gaza, e seguirá até Inchope, na província de Manica, contornando Inhambane, o que permitirá reduzir distâncias para os viajantes provenientes do Norte de Gaza.
A construção desta estrada alternativa poderá integrar o próximo Programa Quinquenal do Governo, a ser aprovado pela Assembleia da República, de forma a garantir que os investimentos necessários sejam discutidos e concretizados.
Entretanto, o processo de mobilização de financiamento para a realização desta obra já foi iniciado. A construção desta nova ponte é vista como essencial, uma vez que a dependência exclusiva da EN1 coloca o país em risco de enfrentar grandes dificuldades na circulação de pessoas e bens em caso de problemas ou interrupções na via principal.
Um bombardeamento israelita direccionado a tendas de deslocados no hospital Mártires de Al Aqsa, localizado em Deir al-Balah, no centro da Faixa de Gaza, resultou na morte de pelo menos três pessoas e deixou outras 40 feridas, conforme reportado pelo governo do Hamas na região.
Este ataque aéreo representa o sétimo bombardeamento contra as instalações hospitalares, segundo as autoridades de Gaza. As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram, através de um comunicado, que realizaram um “ataque direccionado a terroristas” que, segundo alegações, operavam um centro de comando dentro do hospital.
Na nota emitida pelas IDF, foi afirmado que o hospital era “utilizado pelos terroristas do Hamas para planear e executar ataques terroristas contra as IDF e o Estado de Israel.” Esta justificativa é frequentemente repetida pelas forças israelitas quando realizam ataques a infraestruturas civis em Gaza.
O bombardeamento ocorreu pouco tempo após um ataque israelita à escola Mufti, também situada no campo de refugiados de Nuseirat, que resultou na morte de mais de 20 pessoas e deixou dezenas de feridos, de acordo com relatos de meios de comunicação palestinianos.
O Hamas denunciou este ataque como um “massacre horrível” e criticou Israel, afirmando que este país não teria continuado a sua ofensiva em Gaza ou a expandido para o sul do Líbano sem o apoio dos Estados Unidos e o “silêncio internacional.”
Desde o início da nova ofensiva terrestre de Israel na região, que iniciou a 6 de Outubro, o governo do Hamas na Faixa de Gaza reportou que mais de 300 pessoas morreram no norte do enclave em ataques israelitas.
Desde o início do conflito em Gaza, há um ano, mais de 42.200 pessoas foram mortas e cerca de 98.400 ficaram feridas, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde de Gaza.
Os habitantes da Flórida começaram a regressar às suas casas após terem sido evacuados devido ao furacão Milton, que causou uma devastação significativa e deixou um rasto de destruição, resultando em mais de dez mortes.
Ao voltar, os residentes deparam-se com uma nova dificuldade: a escassez de combustível, enquanto tentam limpar os estragos e reconstruir as suas vidas.
Em São Petersburgo, a situação tornou-se tensa quando dezenas de pessoas aguardavam ansiosamente numa estação de serviço que, por falta de gasolina, estava inoperante.
Entre os que esperavam pacientemente estava Daniel Thornton e a sua filha Magnolia, de 9 anos. Chegaram ao local às 7h da manhã e permaneceram à espera por mais de quatro horas, na esperança de que a gasolina chegasse a qualquer momento.
“Disseram-me que a gasolina está a caminho, mas não conseguem dizer quando”, relatou Daniel. “Infelizmente, não tenho escolha. Tenho de ficar aqui o dia todo com a minha filha até conseguir abastecer o carro.”
No sábado, 12 de Outubro, o governador Ron DeSantis dirigiu-se à imprensa para anunciar que o estado já havia aberto três locais de distribuição de combustível e que planeava abrir vários outros em breve. Os residentes poderão obter até 10 galões (cerca de 37,85 litros) de combustível gratuitamente.
“É claro que, à medida que a electricidade for restabelecida e o Porto de Tampa voltar a funcionar, o fornecimento de combustível normalizará. No entanto, queremos proporcionar uma alternativa enquanto isso não acontece”, afirmou DeSantis.
As autoridades estaduais já começaram a reabastecer as estações de serviço da área com as reservas de emergência, além de fornecer geradores para aquelas que continuam sem energia eléctrica, de forma a garantir que os residentes tenham acesso ao combustível necessário durante este período de crise.
Um ataque aéreo realizado pelo exército sudanês atingiu um mercado próximo a um dos principais acampamentos das Forças de Apoio Rápido (RSF) em Cartum, resultando na morte de pelo menos 23 pessoas e deixando mais de 40 feridas. A informação foi divulgada por uma rede de socorristas sudaneses.
Segundo a rede Células de Resposta de Emergência, composta maioritariamente por jovens, o ataque ocorreu na tarde de sábado e focou-se no principal mercado situado no sul de Cartum. As vítimas feridas foram rapidamente transportadas para hospitais nas proximidades para receber cuidados médicos.
Desde Abril de 2023, o Sudão tem sido palco de um violento conflito entre as Forças de Apoio Rápido, um grupo paramilitar liderado pelo general Mohamed Hamdane Daglo, e o exército sudanês, sob o comando do general Abdel Fattah al-Burhane, que se tornou o líder de facto do país.
Ambas as partes têm sido acusadas de crimes de guerra, incluindo ataques a civis e bloqueios à ajuda humanitária.
Recentemente, no dia 9 de Outubro, o Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas decidiu votar a favor da continuação das investigações sobre as alegadas violações dos direitos humanos cometidas durante o conflito no Sudão, apesar das objecções por parte das autoridades de Cartum. Esta missão foi estabelecida em Outubro de 2023 com o objectivo de investigar as graves violações dos direitos humanos e do direito internacional humanitário.
A guerra no Sudão provocou uma crise humanitária severa, afectando cerca de 26 milhões de pessoas que enfrentam insegurança alimentar. A situação é especialmente crítica no campo de Zamzam, no Darfur, onde foi declarada a fome. Estima-se que dezenas de milhares de pessoas tenham morrido devido ao conflito, e mais de 10 milhões foram deslocadas, sendo forçadas a procurar refúgio, tanto dentro do país como no estrangeiro, o que representa aproximadamente um em cada cinco sudaneses.
Três pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas após o desabamento de uma formação rochosa ("chaminé de fada") na região da Capadócia, na Turquia.
O...
A Cidade da Matola dispõe de mais uma Unidade Sanitária completamente reabilitada e equipada. O novo Centro de Saúde e Maternidade de Bedene inclui um...