O rapper Sean “Diddy” Combs está a ser confrontado com seis novas acusações de violação, abuso sexual e agressão sexual, conforme revelado por novos processos judiciais abertos na segunda-feira no tribunal federal de Manhattan, segundo a agência Reuters.
Entre as alegações apresentadas, uma das vítimas, um homem que tinha apenas 16 anos na altura, relatou ter sido agredido sexualmente pelo artista durante uma festa nos Hamptons em 1998.
O rapper, que se encontra detido, aguarda julgamento marcado para o dia 5 de Maio de 2025. Neste processo, Combs enfrenta acusações adicionais de tráfico sexual e extorsão, com a data do início do julgamento a ser fixada na semana passada por um juiz norte-americano.
As novas queixas incluem relatos de homens e mulheres de diversas idades, incluindo menores, que alegam ter sido forçados, após terem sido drogados e manipulados, a participar em actos sexuais durante as megafestas organizadas pelo artista, conhecidas como “freak-offs”. Além disso, uma acusação destaca um homem que teria sido abusado num casting promovido por Sean Combs quando tinha apenas 9 anos.
Os encontros realizados nestas festas eram supostamente filmados e usados como forma de chantagem contra as vítimas, aumentando a gravidade das acusações impostas ao rapper.
Adicionalmente, investigações apontam para o envolvimento de várias celebridades, que se dizem amigas de Combs, e que supostamente participavam nestas festas de sexo, levantando questões sobre a extensão do caso e a possível conivência de figuras proeminentes da indústria do entretenimento.
As alegações contra Sean Combs marcam um ponto de viragem no panorama da cultura das festas na sua esfera social, com as autoridades a incutirem um foco maior na responsabilização e justiça para as vítimas de abuso.
A comunidade aguarda ansiosamente o desenrolar deste caso que promete trazer à luz novos detalhes sobre as práticas em torno do rapper e os eventos associados às suas festas.
















