Venâncio Mondlane, candidato presidencial, manifestou a sua posição firme em relação aos resultados das recentes eleições gerais, anunciados pelo Conselho Constitucional (CC).
Em uma declaração realizada na capital moçambicana, Mondlane afirmou não estar disposto a aceitar cargos governativos, mesmo que isso o colocasse na posição de segundo candidato mais votado.
“A única função a que estou disponível a assumir é a de defender e lutar pelo povo, verdade, justiça e valores. Eu não fiz esta luta toda para ser chefe, para ter benefícios financeiros ou materiais”, enfatizou Mondlane, sublinhando a sua intenção de se manter fiel aos princípios que o norteiam.
O candidato, que se destaca por uma postura crítica, rejeitou qualquer possibilidade de envolvimento em negociações que resultem na inclusão do seu movimento numa estrutura executiva, afirmando: “nunca serei eu a fazê-lo”. Mondlane foi categórico ao afirmar que não participará de um executivo que considere “falsário, manipulador e burlesco”.
Em contraste, Mondlane congratulou o encontro que teve lugar hoje entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e líderes de partidos políticos, apesar de considerar que tal reunião foi “excludente”. O candidato também reiterou que as relações com o Partido Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (Podemos) continuam a ser mantidas, indicando uma disposição para a colaboração em prol de objectivos comuns.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) anunciou que a investidura dos deputados eleitos nas recentes eleições gerais, realizadas a 9 de Outubro, está marcada para o próximo dia 13 de Janeiro.
Este ato formal marcará a nova composição da Assembleia da República de Moçambique.
Nos resultados das eleições, a Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique) obteve uma clara maioria absoluta, garantindo 171 cadeiras no parlamento. Por seu lado, o partido Podemos, que fez a sua estreia nas urnas, surpreendeu ao conquistar 43 deputados, posicionando-se como o principal partido da oposição.
Com a ascensão do Podemos, a Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) viu a sua influência reduzida, agora contando com 28 deputados, uma queda significativa em relação aos 60 que detinha anteriormente.
A composição do parlamento será, assim, renovada, passando a contar com quatro partidos representados, ao invés dos três anteriores.
O Podemos, que apoiou a candidatura presidencial de Venâncio Mondlane, obteve o segundo lugar nas eleições, consolidando-se como uma força política relevante na oposição. O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) também reafirmou a sua presença parlamentar, aumentando a sua representação para 8 deputados, mais dois do que na legislatura anterior.
A mineradora australiana Syrah Resources anunciou que não receberá novas tranches de um empréstimo norte-americano até que as manifestações pós-eleitorais que afectam a sua actividade na mina de grafite de Balama sejam resolvidas.
A empresa informou que, embora tenha recebido um primeiro desembolso de 53 milhões de dólares em Novembro, de um total de 150 milhões de dólares concedidos pela International Development Finance Corporation (DFC), as operações locais estão actualmente paralisadas devido aos protestos.
Segundo a Syrah, a interrupção das actividades em Balama está a ser monitorizada por todas as partes envolvidas. “Mais desembolsos de empréstimos da DFC não estão disponíveis enquanto as operações de Balama estiverem bloqueadas pelas acções de protesto”, afirmou a empresa, que continua a trabalhar em colaboração com a DFC e o Departamento de Energia dos Estados Unidos.
A mineradora já tinha declarado “força maior” em 12 de Dezembro, citando o agravamento das manifestações como um factor que condiciona a operação da mina. O termo “força maior” refere-se a eventos externos, imprevisíveis e inevitáveis que impossibilitam o cumprimento de obrigações contratuais.
Apesar da situação, a Syrah anunciou que, em coordenação com as autoridades norte-americanas, foi acordada uma renúncia aos eventos de inadimplência associados à interrupção da mina. A empresa garantiu que não deixou de cumprir nenhuma obrigação de pagamento sob os empréstimos, apesar dos desafios operacionais decorrentes dos protestos nacionais.
No início de 2023, a produção na mina de Balama aumentou para 41 mil toneladas de grafite natural, um incremento face às 35 mil toneladas do trimestre anterior. As vendas também subiram, passando de 28 para 30 mil toneladas.
Além disso, a Syrah está a desenvolver uma fábrica de material para baterias em Vidalia, no sudeste dos Estados Unidos, que será alimentada com grafite extraído em Moçambique. Em Abril, foram enviadas duas toneladas de minério para a nova instalação.
Moçambique prevê produzir mais de 329.040 toneladas de grafite em 2024, um aumento superior a 180% em comparação com os níveis de produção deste ano, segundo as previsões do Governo. Em 2020, o país produziu 120 mil toneladas, um número que caiu para 77.116 toneladas no ano seguinte, enquanto as estimativas para 2022 e 2023 foram de 182.024 e 117.416 toneladas, respectivamente.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) emitiu um alerta importante sobre a evolução de um sistema de baixa pressão atmosférica que se formou a nordeste da Ilha de Madagáscar, na bacia do sudoeste do Oceano Índico.
Nas últimas horas, este sistema transformou-se numa depressão tropical e as previsões indicam que poderá alcançar o estágio de ciclone tropical já no próximo sábado, nas proximidades da costa leste de Madagáscar.
Segundo as projecções meteorológicas, o sistema deverá mover-se em direcção ao Canal de Moçambique no dia seguinte, 12 de Janeiro, podendo causar perturbações significativas na navegação marítima devido aos ventos tempestuosos que se esperam.
O INAM adverte que a aproximação deste ciclone à costa moçambicana poderá ocorrer na segunda-feira, altura em que se espera que o fenómeno meteorológico se mantenha na categoria de ciclone tropical.
As províncias de Nampula, Zambézia e Sofala estão especialmente em alerta, pois poderão ser severamente afectadas por chuvas intensas e ventos fortes a muito fortes, acompanhados de trovoadas severas.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou a detenção de dois indivíduos envolvidos em crimes distintos na cidade de Inhambane.
Um dos detidos é acusado de assassinar a sua esposa, enquanto o outro foi apanhado em flagrante delito ao se passar por funcionário da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O primeiro caso nos remete a um crime de homicídio, onde um homem é suspeito de ter ceifado a vida da sua companheira em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas. As autoridades locais estão a investigar os contornos do crime, que abalou a comunidade e levantou preocupações sobre a violência doméstica na região.
O segundo indivíduo, por sua vez, foi detido após ser flagrado a receber sessenta mil meticais, supostamente para libertar um preso. Este ato ilícito foi facilitado pela colaboração de um guarda penitenciário, que também está sob investigação. A PRM alerta para a gravidade deste tipo de comportamento, que compromete a integridade das instituições judiciais e a segurança pública.
Os dois casos refletem a necessidade urgente de medidas mais eficazes contra o crime e a impunidade em Moçambique. As autoridades prometem rigor nas investigações e punições exemplares para os envolvidos, para restaurar a confiança da população nas instituições da justiça.
Pelo menos 37 pessoas, entre as quais cinco civis, perderam a vida em novos confrontos entre as forças curdas e facções armadas apoiadas pela Turquia no norte da Síria, de acordo com informações do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).
A ONG, com sede no Reino Unido e uma ampla rede de fontes no terreno, reportou que os combates ocorreram nas proximidades da cidade de Manbij, onde as Forças Democráticas da Síria (FDS) se confrontaram com grupos do Exército Nacional, também conhecido como Exército Livre da Síria, com o suporte da aviação turca.
Os dados preliminares indicam que o número de mortes inclui a maior parte de combatentes aliados à Turquia, além de seis combatentes das FDS e cinco civis. Desde que os combates recomeçaram na região de Manbij, após a ascensão dos rebeldes islamitas da Organização para a Libertação do Levante (HTS) ao poder em Dezembro, o OSDH contabiliza já 322 mortes.
As Forças Democráticas da Síria, que são aliadas ocidentais na luta contra o extremismo jihadista, desempenharam um papel central na batalha contra o grupo Estado Islâmico (EI) no nordeste da Síria.
As autoridades turcas, por sua vez, acusam as Unidades de Protecção Popular (YPG), a principal componente das FDS, de manter ligações com grupos separatistas curdos que actuam na Turquia, levando Ancara a ameaçar uma nova operação militar contra essas forças.
Na quarta-feira, Mazloum Abdi, líder das FDS, revelou que solicitou à administração de Damasco que actuasse como mediadora para um cessar-fogo, após uma reunião com as novas autoridades sírias. A cidade de Manbij, que durante anos esteve sob controle curdo, foi tomada por grupos armados pró-turcos em Dezembro.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil na província de Manica, que passou de 64 para 45 mortes por mil nascimentos desde 2015.
Esta informação foi revelada durante a inauguração do Hospital Distrital de Sussundenga, um evento que promete melhorar ainda mais a qualidade dos cuidados de saúde na região.
Nyusi destacou também a diminuição da mortalidade juvenil, que caiu de 114 para 71 mortes por mil pessoas. Estes avanços são atribuídos a um conjunto de intervenções e investimentos na área da saúde, que têm sido implementados nas últimas décadas.
Com a inauguração do novo hospital, Manica passa a contar com um total de seis hospitais distritais, além de um hospital provincial e 143 centros de saúde, totalizando 150 unidades sanitárias. Esta expansão é um passo importante para garantir o acesso a cuidados médicos de qualidade para a população da província.
O novo hospital de Sussundenga, que irá atender cerca de 250 mil habitantes, contará com uma equipa de 120 profissionais de saúde, como assegurou o Chefe do Estado. A criação desta infra-estrutura é vista como um importante impulso para a saúde pública na região, que enfrenta desafios significativos na área.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Manica anunciou a detenção de três indivíduos suspeitos de estarem envolvidos no assassinato de um moto-taxista no distrito de Báruè.
O crime, que chocou a comunidade local, ocorreu quando os indiciados solicitaram os serviços da vítima, um moto-taxista conhecido na região.
Segundo o porta-voz da PRM em Manica, os detidos foram apanhados em flagrante, revelando assim detalhes preocupantes sobre a natureza do crime.
As autoridades reiteram o seu compromisso em garantir a segurança dos cidadãos e em reprimir a criminalidade na região. A investigação prossegue para apurar todas as circunstâncias que rodearam o trágico acontecimento, bem como para identificar possíveis cúmplices.
A cidade de Maputo e a Matola enfrentam a ameaça de inundações urbanas de magnitude moderada, na sequência da chuva intensa que começou a cair esta tarde.
O alerta foi emitido pela Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH), que alertou para a vulnerabilidade dos bairros periféricos da capital e da cidade vizinha.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) informou que as previsões indicam chuva moderada a forte, com acumulados variando entre 30 a 50 milímetros em um período de 24 horas, podendo, em algumas áreas, ultrapassar os 50 milímetros.
Este fenómeno meteorológico é acompanhado por trovoadas severas e vento com rajadas, que poderão agravar ainda mais a situação nas áreas afectadas.
As autoridades locais recomendam que os cidadãos tomem precauções, especialmente aqueles que habitam em zonas propensas a inundações, e que estejam atentos a possíveis actualizações sobre o estado do tempo. A DNGRH e o INAM continuarão a monitorar a situação de perto, emitindo novos comunicados conforme necessário.
Venâncio Mondlane, aterrou esta manhã no Aeroporto Internacional de Maputo, marcando o seu regresso ao país após cerca de 60 dias fora, numa ausência que se tornou alvo de intensos comentários e especulações.
A sua saída foi interpretada por muitos como um protesto contra os resultados das eleições realizadas a 9 de Outubro.
A chegada de Mondlane ao aeroporto foi acompanhada de uma atmosfera de grande expectativa, com numerosos apoiantes a aguardarem do lado de fora do perímetro de segurança estabelecido pelas Forças de Defesa e Segurança. A ansiedade e a esperança eram palpáveis entre os presentes, que manifestaram o seu apoio ao candidato.
Em declarações aos jornalistas logo após o desembarque, Venâncio Mondlane expressou a sua intenção de dialogar com as diversas partes envolvidas, bem como monitorar as consequências das recentes manifestações que resultaram em actos de violência. O candidato afirmou estar disposto a submeter-se à justiça para responder aos processos judiciais que lhe foram movidos durante a sua ausência.
O palácio presidencial do Chade foi alvo de um ataque armado na manhã de quarta-feira. Homens armados infiltraram-se na residência oficial, disparando tiros no interior do edifício.
O porta-voz do governo chadiano, Abderaman Koulamallah, confirmou o incidente através de uma publicação na rede social Facebook, assegurando que a ofensiva foi rapidamente repelida pelas forças militares do país.
De acordo com informações divulgadas pela mídia estatal da Arábia Saudita, o ataque terá sido perpetrado pelo grupo extremista nigeriano Boko Haram, resultando em mortos e feridos, embora não tenham sido confirmados números oficiais até o momento. O actual presidente do Chade, Mahamat Déby Itno, encontrava-se no palácio durante a ocorrência.
As autoridades locais ainda não forneceram detalhes sobre o número de vítimas ou sobre os possíveis responsáveis pelo ataque. Notavelmente, o Boko Haram não reivindicou a autoria do ataque até agora, deixando em suspenso a motivação e as intenções por detrás da ação.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Líder de MLC (Monitoria Liderança pela Comunidade). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Clínico Comunitário de HIV. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Engajamento Comunitário e Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Supervisores Distritais. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Motoristas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Capacitação de Parceiros. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Supply Chain. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Recursos Humanos e Administração. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Banco de Dados de Proteção à Criança para CPIMS. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Adjunto – Emergências e Líder de Equipa do RRT. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Psicólogo Clínico – Equipe de Resposta Rápida. Saiba mais.
O governo do Iraque revelou planos para a construção de um imponente muro de 400 quilómetros de extensão na fronteira com a Síria, uma medida que visa reforçar a segurança nacional após a recente instabilidade política na região.
A informação foi divulgada pela agência de notícias estatal iraquiana, que detalhou os esforços do país para lidar com a crescente ameaça jihadista.
Segundo o major-general Tahseen Al-Hkafaji, chefe da Célula de Mídia de Segurança, a construção do muro não será a única ação a ser implementada. O oficial anunciou também um aumento significativo da presença militar na área fronteiriça, destacando a importância de operações de vigilância e combate às células adormecidas que ainda persistem na região.
“Há uma tendência de aumentar as unidades naquela área, além do grande trabalho que as forças de segurança estão realizando 24 horas por dia, através de esforços de inteligência e acompanhamento da perseguição de células adormecidas, bem como os ataques aéreos contínuos”, afirmou Al-Hkafaji em comunicado à imprensa.
Desde a queda do presidente sírio Bashar al-Assad em Dezembro de 2024, a Síria tem enfrentado um período de incertezas. As tensões políticas e a luta pelo poder entre diversos grupos têm exacerbado a instabilidade no país vizinho, levando o Iraque a adoptar medidas preventivas.
Apesar do contexto tumultuado, o novo líder de facto da Síria, Ahmed Al-Shara, tem manifestado a intenção de estabelecer um governo inclusivo, apostando no diálogo entre os diversos actores que operam no território sírio.
Contudo, o futuro da Síria permanece envolto em dúvidas e incertezas, com a comunidade internacional a acompanhar de perto os desenvolvimentos na região.
A transportadora sul-africana Airlink anunciou o cancelamento dos seus voos para Nampula, em Moçambique, numa resposta a uma ordem provisória emitida por um tribunal moçambicano que determinou a apreensão de três aeronaves da companhia.
A decisão surge na sequência de um incidente registado a 7 de Dezembro de 2024, quando dois cidadãos moçambicanos foram expulsos de um voo da Airlink em Joanesburgo por comportamento considerado indisciplinado e ameaçador. Após a expulsão, os passageiros tomaram medidas legais contra a transportadora, levando a Airlink, ao tribunal em Moçambique.
Conforme reportado pelo portal Eyewitness News, a ordem de apreensão foi emitida, mas os esforços dos funcionários do tribunal para executar a medida falharam. Em resposta, a Airlink já nomeou um advogado em Moçambique para defender os seus interesses jurídicos e contestar a validade da ordem judicial.
O CEO e director-geral da Airlink, Rodger Foster, expressou a sua confiança na falta de mérito da reivindicação, sublinhando que as operações aéreas da companhia para Moçambique decorrem segundo um acordo bilateral de serviços aéreos entre a África do Sul e Moçambique. “Estamos a procurar a assistência do Departamento de Transportes da África do Sul e do Departamento de Relações Internacionais e Cooperação para resolvermos a situação através de canais diplomáticos. Continuaremos a monitorar o desenrolar dos acontecimentos”, afirmou Foster.
A Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) anunciou a criação de uma comissão de trabalho com o objectivo de investigar a evasão massiva que ocorreu no passado dia 25 de Dezembro, onde mais de 1.500 reclusos escaparam do estabelecimento provincial de Maputo e da Prisão de Máxima Segurança (BO).
Até ao momento, a equipa designada pela CNDH já realizou visitas a ambos os estabelecimentos penitenciários, com o intuito de recolher informações detalhadas sobre as circunstâncias que rodearam a fuga e documentar as condições em que os reclusos se encontram, bem como as condições físicas das instalações prisionais.
A CNDH sublinhou a importância do dever do Estado em garantir a integridade física e moral de todos os detidos sob sua custódia.
A entidade condenou, de forma veemente, todas as práticas que atentam contra a dignidade humana, destacando que tais acções violam as normas mínimas estabelecidas pelas Nações Unidas para o tratamento de reclusos, assim como a Constituição da República de Moçambique e diversos tratados internacionais.
Além disso, a CNDH expressou a sua solidariedade às famílias dos reclusos que perderam a vida durante os incidentes e fez um apelo ao fortalecimento das condições de segurança nas instituições prisionais, enfatizando a necessidade de respeitar os direitos humanos em todos os níveis.
Os serviços de saúde em Marracuene estão a ser prestados com severas limitações, especialmente após as 15h30, em resultado da paralisação das actividades por parte da maioria dos enfermeiros e outros profissionais de saúde.
Esta greve é motivada pela falta de pagamento do subsídio nocturno desde 2022, uma situação que tem gerado descontentamento na classe.
Ainda que tenha sido criada uma escala de contingência para minimizar os impactos da paralisação, muitos utentes que procuram atendimento após o horário normal enfrentam dificuldades em serem atendidos.
A escassez de profissionais especializados em determinadas patologias e a ausência de gabinetes nas unidades de saúde têm levado os pacientes a recorrer a farmácias em vez de hospitais.
A greve, que iniciou na última semana de Dezembro, tem causado frustração entre os pacientes. O director distrital de saúde, Francelino Devesse, sublinhou que a situação foi particularmente crítica durante o período de paralisação, exacerbada por manifestações pós-eleitorais, que dificultaram o deslocamento de alguns membros das equipas de contingência devido a barricadas nas estradas.
Em resposta a esta crise, as autoridades sanitárias da província têm trabalhado para sensibilizar os profissionais de saúde a retomar as suas actividades, enfatizando a importância do trabalho em prol dos pacientes.
Para garantir a continuidade dos serviços, técnicos temporários têm sido mobilizados e capacitados, com o objectivo de aprimorar a sua compreensão sobre o funcionamento do sistema de saúde e as práticas necessárias ao atendimento.
A polícia sul-coreana anunciou que está a intensificar os esforços para determinar a localização exacta de Yoon Suk-yeol, o presidente deposto, que poderá ter abandonado a residência presidencial em meio a um mandado de detenção.
De acordo com fontes policiais citadas pela agência de notícias Yonhap, ainda não é possível revelar detalhes específicos sobre o paradeiro actual de Yoon, que se acredita ter permanecido na residência oficial em Seul desde meados de Dezembro do ano passado.
O político foi destituído pelo parlamento e, desde então, o seu rastreio tem sido uma prioridade para as autoridades.
A mesma fonte indicou que, desde o início desta semana, a polícia não conseguiu confirmar a localização do ex-presidente, o que levanta preocupações sobre a sua situação legal e segurança.
O governo sul-coreano enfrenta um momento de grande tensão política, e a investigação em curso poderá ter repercussões significativas no cenário político do país.
A cidade de Los Angeles enfrenta uma situação crítica na terça-feira (07), devido a incêndios florestais que têm devastado vastas áreas da região.
Cerca de 30.000 residentes receberam ordens de evacuação, uma medida necessária face à ameaça iminente representada pelas chamas.
No início da tarde, as autoridades relataram que aproximadamente 1.300 hectares já haviam sido consumidos pelo fogo, conforme noticiado pela ABC News. Apesar do grande esforço dos bombeiros, a paisagem local é marcada por extensas nuvens de fumo e chamas, que se espalham rapidamente, impulsionadas por ventos fortes que varrem a área.
Em resposta à gravidade da situação, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, juntamente com a administração municipal de Los Angeles, declarou estado de emergência. “Esta é uma tempestade de vento altamente perigosa que está criando um risco extremo de incêndio – e não estamos fora de perigo”, afirmou Newsom em um comunicado oficial.
Os transportadores de passageiros da capital moçambicana, Maputo, estão a considerar um aumento nas tarifas dos transportes públicos, caso a Agência Metropolitana de Maputo (AMT) não regularize as dívidas pendentes.
A ameaça surge em um contexto de insatisfação crescente entre os transportadores, que afirmam não ter recebido os pagamentos devidos, apesar de continuarem a operar nas ruas da cidade.
Um dos transportadores, que preferiu não se identificar, expressou a frustração da categoria, afirmando: “Disseram que o dinheiro não chegava para pagar a todos os transportadores. E a nós, que não recebemos, o que será? Vamos ter de agravar os preços, caso o dinheiro não seja liberado. Parece que está claro que o dinheiro não vai sair.”
A possibilidade de um aumento nas tarifas poderá entrar em vigor já no próximo dia 20 de Janeiro, conforme mencionado por um outro transportador em declarações à TV Sucesso: “Eles disseram que até ao dia 20 de Janeiro vão nos informar sobre a situação. Enquanto isso, vamos traçar as nossas estratégias. Se não nos disserem algo satisfatório, optaremos pela subida de preços.”
Por outro lado, a AMT procura distanciar-se da polémica. Em comunicado, a entidade garantiu que já pagou quase todas as dívidas referentes ao ano de 2024, restando apenas valores de dois meses em aberto. “No compromisso do Governo com a FEMATRO, todos os pagamentos estão a ser feitos em coordenação. Até ao mês de Outubro, pagámos aos semi-colectivos de 15 lugares. Também liquidámos a dívida de Dezembro de 2022. Neste momento, temos apenas duas mensalidades pendentes e acreditamos que neste mês de Janeiro conseguiremos regularizar a dívida de Janeiro de 2023 e adiar a conclusão para outro mês”, afirmou um representante da AMT.
A Importadora Moçambicana de Petróleos (IMOPETRO) anunciou a abertura de um concurso internacional destinado a seleccionar um novo fornecedor de combustíveis para o país, com início previsto para Abril próximo.
Este concurso surge como uma medida estratégica para garantir a continuidade do abastecimento de gasolina, gasóleo e JET, com a intenção de assegurar a disponibilidade destes produtos durante um período de seis meses.
De acordo com uma fonte da IMOPETRO, citada pelo jornal Notícias, existe actualmente um contrato em vigor que garantirá o fornecimento de combustíveis a Moçambique até à implementação do novo contrato.
Esta transição visa evitar qualquer interrupção no abastecimento e assegurar que o país disponha dos produtos essenciais para a sua mobilidade.
As propostas das empresas interessadas no fornecimento de combustíveis serão abertas no dia 21 de Janeiro, data que marcará o início do processo de selecção. A IMOPETRO espera que este concurso atraia diversos operadores do sector, contribuindo assim para a diversificação e segurança do abastecimento de combustíveis em Moçambique.
Um trágico acidente de viação ocorreu no distrito de Rapale, na província de Nampula, resultando na morte de quatro pessoas e deixando cinco feridos,...
O aclamado músico moçambicano Stewart Sukuma recebeu uma homenagem no Festival Nostalgia 2026, em reconhecimento ao seu inestimável contributo para a valorização e divulgação...
O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou a constituição de uma equipa conjunta para investigar alegações de desvio e venda clandestina...