A tensão na região disputada de Caxemira aumentou na madrugada, quando as forças paquistanesas abriram fogo contra posições indianas ao longo da fronteira.
Fontes oficiais da Índia confirmaram os disparos, realizados com armas de pequeno porte, visando áreas sensíveis ao longo da “linha de controlo”, que serve como fronteira de facto entre as zonas indianas e paquistanesas de Caxemira.
De acordo com um porta-voz das forças de defesa indianas, as tropas posicionadas na linha de controlo responderam de forma eficaz aos disparos considerados “não provocados”. A situação na região tem sido objecto de tensão constante entre os dois países, com relatos frequentes de confrontos e violações do cessar-fogo.
A Índia e o Paquistão têm uma longa história de disputas territoriais em Caxemira, uma área rica em recursos naturais e estratégica para ambos os países. Apesar de acordos anteriores de cessar-fogo, os confrontos ao longo da linha de controlo têm sido frequentes, exacerbando a instabilidade na região.
Autoridades indianas condenaram os recentes disparos paquistaneses, destacando a necessidade de manter a paz e a segurança ao longo da fronteira. A situação requer atenção internacional, dado o potencial para um aumento da violência e suas consequências para a segurança regional.
Uma família protagonizou uma situação inusitada no bairro Patrice Lumumba, onde, parte de uma casa foi destruída com o intuito de forçar a saída de um inquilino que enfrenta dificuldades financeiras para pagar o arrendamento do imóvel.
Segundo informações apuradas, o inquilino manifestou interesse em adquirir a propriedade por 700 mil meticais, tendo os proprietários solicitado um pagamento inicial de 100 mil meticais. Contudo, o montante total nunca foi liquidado, gerando uma crescente tensão entre as partes envolvidas.
Os familiares do proprietário afirmam ainda ter desconfiado de uma tentativa de adulteração dos termos do contrato de arrendamento, uma vez que o inquilino alterou alegadamente a duração do mesmo, passando de dois para 20 anos.
Diante deste impasse e da suposta tentativa de burla, a família decidiu tomar a drástica medida de destruir parte da estrutura da casa, considerando-a a única solução viável para resolver a situação.
A propagação da cólera em Angola mantém-se alarmante, com as autoridades de saúde a reportarem 337 novos casos e sete óbitos nas últimas 24 horas.
A província de Benguela permanece como o epicentro da doença, que já se alastrou a 17 das 21 províncias do país.
Dos 337 novos casos registados, a província de Benguela foi a mais afectada, contabilizando 132 casos. Seguem-se o Cuanza Sul com 70 casos, Luanda com 50, Malanje com 41, e Cuanza Norte com 19. Outras províncias, como Huíla (9), Bengo (6), Namibe (5), Icolo e Bengo (4), e Huambo (1), também reportaram casos.
Desde o início do surto, que se intensificou desde o início do ano, a Angola já totaliza 16.719 casos de cólera e 558 mortes associadas à doença. No momento, 638 pessoas permanecem internadas em hospitais a receber tratamento.
A cólera, uma doença infecciosa aguda causada pela bactéria Vibrio cholerae, é frequentemente ligada a condições inadequadas de higiene, saneamento deficiente e acesso limitado a água potável. As chuvas intensas e as inundações nas áreas afectadas têm contribuído para a contaminação das fontes de água, facilitando a transmissão da doença, especialmente em zonas com alta densidade populacional.
Os sintomas da cólera incluem diarreia intensa e vómitos, podendo levar rapidamente à desidratação grave e à morte se não receber tratamento adequado e atempado. As autoridades de saúde angolanas estão a intensificar esforços para conter a disseminação da doença, através de campanhas de sensibilização e melhoria das condições de saneamento nas comunidades mais afectadas.
Um estudante chinês de 27 anos viveu uma situação inusitada, sendo resgatado duas vezes em uma mesma semana enquanto tentava escalar o icónico Monte Fuji, no Japão.
A última operação de resgate ocorreu no domingo (27), quando o jovem decidiu voltar ao local para recuperar o seu celular, que havia deixado para trás. As informações foram divulgadas pela NSBC News.
O primeiro resgate aconteceu na terça-feira (22), quando o estudante se encontrava a mais de 3 mil metros de altitude. Naquela ocasião, ele não apresentava risco de vida, mas decidiu interromper a escalada devido a sintomas do mal da altitude. A sua situação foi considerada suficientemente preocupante para justificar a intervenção dos serviços de emergência.
Cinco dias depois, o estudante retornou ao Monte Fuji, um gesto que acabou por resultar em mais uma operação de resgate. O jovem havia perdido os grampos que facilitam a caminhada na neve durante a primeira tentativa, o que contribuiu para o seu estado de náusea e eventual chamada de socorro.
Uma tragédia abalou a localidade de Caleia, no distrito de Memba, onde uma mulher de 24 anos, identificada como Carlota Pedro, foi encontrada morta em sua residência, apresentando sinais de agressão física.
O principal suspeito do crime é o seu namorado, de 33 anos, que, alegadamente, teria cometido o ato após a vítima ter negado manter relações sexuais com ele.
De acordo com informações da polícia, o ocorrido teve lugar no dia 20 de Abril do corrente ano, e a morte violenta de Carlota gerou grande consternação entre familiares, vizinhos e autoridades locais.
A porta-voz do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula, Rosa Nilza Chaúque, informou que o acusado já se encontra detido em uma das subunidades policiais do distrito de Memba.
“Em relação à ordem e segurança públicas, o fim-de-semana foi caracterizado por um ambiente calmo e controlado, até que, no dia 20 de Abril, registamos um caso de homicídio agravado. A vítima, uma jovem de 24 anos, foi agredida fisicamente pelo indiciado, que a teria morto por esta recusar manter relações sexuais”, declarou Rosa Nilza Chaúque.
A porta-voz acrescentou que a denúncia foi feita pela própria família da vítima, que, após tomar conhecimento do incidente, contactou as autoridades. “A polícia foi accionada e, imediatamente, iniciou diligências para localizar o suspeito. A vítima foi encontrada sem vida em sua residência, e o autor do crime foi localizado e confessou a agressão, justificando que a sua ação resultou da negativa da mulher em manter relações com ele”, relatou Chaúque.
Agostinho Vuma, Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), poderá ser levado a tribunal por desobediência a uma ordem judicial, conforme alertou Esmeraldo Matavele, Presidente da Associação Moçambicana de Juízes (AMJ).
Este aviso surge após Vuma ter afirmado publicamente que “não há-de haver algum tribunal para decidir o processo disciplinar da CTA”, uma declaração que levantou preocupações sobre a sua conformidade com as normas legais.
Matavele sublinhou que a Constituição da República de Moçambique estipula de forma clara que as decisões judiciais são vinculativas e devem ser respeitadas por todos os cidadãos, sejam estas pessoas individuais, colectivas, públicas ou privadas. “Na pior das hipóteses, futuramente, o Presidente do CTA pode ser detido e condenado à pena de prisão, porque está a desobedecer uma ordem do tribunal”, afirmou.
O Presidente da AMJ esclareceu que as ordens judiciais têm precedência sobre os estatutos internos de qualquer organização, incluindo instituições de grande relevância como a Presidência da República e a Assembleia da República. “Um juiz ou tribunal moçambicano tem competências para revogar qualquer tipo de processo disciplinar no país, independentemente da entidade a que se aplique”, frisou.
Este contexto legal surge em meio a um imbróglio entre a CTA e a Câmara de Comércio de Moçambique. Matavele indicou que um possível recuo do Ministério Público poderá acontecer caso Vuma reconsidere os seus pronunciamentos e recue na sua decisão. “Não havendo correspondência entre o que disse e o que está a fazer, o Ministério Público poderá agir segundo a lei”, acrescentou.
Importa destacar que, segundo a AMJ, um eventual processo contra Agostinho Vuma, no actual contexto, não necessitará de denúncia, uma vez que a desobediência à justiça foi claramente divulgada na imprensa. “O Presidente da CTA não andou bem, e por isso, o Ministério Público poderá agir. É um crime público que deve ser julgado e ele responsabilizado nos termos da lei”, concluiu Matavele.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abordou a actual situação económica do país, atribuindo a desaceleração a políticas herdadas do seu antecessor, Joe Biden.
Em uma mensagem publicada na rede social Truth Social, Trump enfatizou que a deterioração económica não está relacionada com tarifas, mas sim com as “más estatísticas” deixadas pela administração anterior.
“Nosso país vai arrancar economicamente, mas primeiro precisamos de nos livrar do que restou de Joe Biden. Isto vai demorar algum tempo, não tem nada a ver com tarifas. Ele nos deixou com dados preocupantes”, escreveu Trump, pedindo paciência aos seus concidadãos.
O Presidente reiterou que, de acordo com sua perspectiva, o actual desempenho do mercado de acções ainda se deve a Biden, não a ele próprio. “Este ainda é o mercado de acções de Biden, e não o meu”, acentuou, referindo-se às recentes quedas dos índices bolsistas.
Trump assegurou que as tarifas que planeia implementar terão um impacto positivo, prometendo que as empresas começarão a se estabelecer nos Estados Unidos em números recorde. “O nosso país vai crescer. Temos de nos livrar da ‘ressaca’ de Biden”, declarou, reforçando a sua convicção em torno da recuperação económica.
Nos últimos dias, os mercados accionários americanos têm enfrentado uma volatilidade intensa, amplificada pelo anúncio de Trump sobre a imposição de tarifas a praticamente todos os países, com um foco particular na China.
Além disso, a inflação continua a ser uma preocupação persistente, mesmo com as promessas de Trump de que este seria um dos seus principais focos a partir do primeiro dia do seu segundo mandato.
O Governo de Moçambique anunciou uma nova medida que confere liberdade aos agentes comerciais e prestadores de serviços para definirem os seus horários de funcionamento.
Esta iniciativa, divulgada pelo Ministério da Economia, insere-se no plano de recuperação económica em curso no país.
Com a nova regulação, os comerciantes poderão determinar os períodos em que desejam operar, sempre que respeitem a legislação laboral vigente e as normas específicas que regulam cada sector. É importante destacar que as actividades já sujeitas a legislação especial continuarão a operar dentro dos limites estabelecidos por esta.
Para garantir uma supervisão adequada, todos os estabelecimentos comerciais deverão formalizar os seus horários junto da Direcção Nacional do Comércio Interno ou das Direcções Provinciais da Indústria e Comércio. Este registo é fundamental para que as autoridades possam assegurar que os direitos dos trabalhadores são respeitados, especialmente em relação aos limites de horário e às condições de trabalho.
O Procurador-Geral da República, Américo Letela, anunciou ontem que onze contas bancárias no sistema financeiro nacional foram congeladas devido a suspeitas de estarem envolvidas no financiamento do terrorismo em Moçambique.
Esta acção foi possível graças à aplicação da legislação que estabelece o regime jurídico de prevenção, repressão e combate ao terrorismo, assim como à proliferação de armas de destruição em massa, além da estratégia nacional de combate a este fenómeno.
Durante a apresentação do relatório do PGR sobre o estado da legalidade referente ao ano de 2024, Letela revelou que, em comparação com o ano anterior, o número de processos relacionados com terrorismo registou uma diminuição: foram 26 processos em 2023, contra 74 em 2022.
Ao longo dos anos, a soma totaliza 132 processos, dos quais 74 foram concluídos. Destes, 15 resultaram em despachos de acusação, enquanto 59 foram arquivados e 58 transitaram para o período seguinte. Actualmente, existem 34 processos com arguidos em prisão preventiva, e 24 arguidos foram restituídos à liberdade.
O Procurador-Geral justificou o elevado número de processos arquivados, explicando que muitos se referem a arguidos desconhecidos e que as dificuldades em aceder aos locais onde ocorreram os actos terroristas também contribuíram para essa situação.
Américo Letela reforçou a importância do combate ao terrorismo, destacando que as medidas adoptadas visam não apenas desmantelar redes de financiamento, mas também assegurar a segurança e a estabilidade do país.
A revelação do congelamento das contas bancárias sublinha o compromisso das autoridades em enfrentar as ameaças terroristas que afectam Moçambique, especialmente nas regiões mais vulneráveis.
A Associação Nacional de Professores (ANAPRO) denunciou, recentemente, a existência de supostas irregularidades no processo de pagamento de horas extras aos docentes na província de Cabo Delgado.
A situação, segundo a associação, está a gerar descontentamento e desmotivação entre os professores, que se sentem lesados em seus direitos.
Wahito Avito, porta-voz da ANAPRO na região, destacou que a maioria dos professores está a receber valores muito inferiores aos que lhes são devidos. “A maioria dos professores está a receber muito abaixo do que tem direito e ninguém dá explicações sobre o assunto. Por exemplo, alguns professores que deveriam receber cerca de trinta mil meticais estão a ser pagos apenas dez mil, e outros chegam a receber apenas mil meticais”, lamentou.
A insatisfação generalizada entre os docentes tem gerado um clima de desmotivação e desespero. “Os professores estão desmotivados e alguns sequer têm esperança de receber o valor que lhes é devido há vários anos. Isso pode afectar uma classe já moralizada após o governo garantir a disponibilidade de fundos para o pagamento de horas aos professores”, acrescentou Avito.
Além das irregularidades nos pagamentos, a ANAPRO expressou preocupação com a demora no enquadramento de vários professores na função pública.
Muitos deles estão sem salários há cerca de dois anos, o que agrava ainda mais a situação. “Alguns professores estão sem salários devido à falta de enquadramento na função pública. Esta situação está a criar transtornos, tanto para a classe quanto para as suas famílias, que enfrentam dificuldades em suportar o elevado custo de vida”, concluiu o porta-voz.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) realizou uma operação que culminou na apreensão de uma significativa quantidade de fármacos na cidade de Quelimane, na província da Zambézia.
Um técnico de farmácia, de 45 anos, foi detido sob suspeita de desvio de medicamentos do Sistema Nacional de Saúde, num valor superior a 700 mil meticais.
O suspeito, que possui mais de 20 anos de experiência na área da saúde, exercia funções na unidade sanitária de Manhaua, onde alegadamente substituía os medicamentos por quantidades reduzidas. Durante a busca realizada na sua residência, as autoridades encontraram uma vasta gama de produtos farmacêuticos, incluindo antibióticos, xaropes, amoxicilina, benzatinas penicilinas e tetraciclinas, entre outros.
Em declarações à imprensa, o indiciado confessou o desvio dos medicamentos, justificando que o fazia em pequenas quantidades para benefício próprio e de sua família. Contudo, negou categoricamente qualquer envolvimento na venda de fármacos no mercado paralelo.
Maximino Amílcar, chefe do Departamento de Comunicação e Imagem do SERNIC na Zambézia, elucidou que a detenção do técnico de farmácia ocorreu durante uma investigação de rotina relacionada a um potencial traficante de drogas. Durante a abordagem, foram encontrados diversos medicamentos na posse do suspeito, e este acabou por revelar que a sua fonte de fornecimento era outro técnico de farmácia do Centro de Saúde de Manhua.
Um trágico incêndio deflagrou no restaurante de um hotel localizado no distrito de Baita, na cidade de Liaoyang, resultando na morte de 22 pessoas e deixando três feridos.
O incidente, que ocorreu às 12h25 (horário local), gerou uma onda de consternação em todo o país, conforme relatado pela Agência de Notícias Xinhua.
Segundo a emissora estatal CCTV, as autoridades foram informadas sobre a gravidade da situação às 14h, quando já era confirmado o elevado número de vítimas. O incêndio rapidamente mobilizou socorros e esforços de emergência, sendo que o Ministério de Gestão de Emergências enviou uma equipa ao local para coordenar a resposta à tragédia.
Em resposta ao incidente, o presidente da China, Xi Jinping, emitiu instruções para que todas as medidas necessárias sejam tomadas para atender os feridos e prestar assistência às famílias das vítimas. Xi também sublinhou a importância de determinar rapidamente a causa do incêndio e de responsabilizar os envolvidos segundo a legislação vigente.
Além disso, as autoridades da província de Liaoning e da cidade de Liaoyang formaram equipas de resgate que estão actualmente a trabalhar no local, realizando operações de salvamento e gestão das consequências do desastre. As operações de socorro e a avaliação dos danos continuam em andamento, com as autoridades a priorizar a segurança e a assistência às vítimas e suas famílias.
Uma tragédia abalou o nordeste da Nigéria após a detonação de explosivos improvisados que resultou na morte de pelo menos 26 pessoas, incluindo mulheres e crianças.
O incidente ocorreu numa movimentada estrada que conecta as cidades de Rann e Gamboru, no estado de Borno, próximo à fronteira com os Camarões.
De acordo com informações do portal African News, a responsabilidade pelo ataque foi assumida por uma facção do Estado Islâmico, conhecida como Província da África Ocidental.
O porta-voz da polícia nigeriana, Nahum Daso, relatou à Associated Press que a maioria das vítimas era composta por agricultores e comerciantes locais que viajavam numa camionete Toyota, a qual passou por cima de uma mina terrestre que havia sido colocada na estrada.
O porta-voz esclareceu que os explosivos foram supostamente enterrados por militantes da referida facção. Além das 26 vítimas mortais, pelo menos três pessoas ficaram feridas e foram rapidamente transportadas para unidades de saúde próximas para receber tratamento.
As forças de segurança nigerianas já se deslocaram para a área, implementando medidas de protecção e iniciando operações de limpeza na busca por outros possíveis dispositivos explosivos. Abba Modu, um membro da Força-Tarefa Conjunta Civil, um grupo de vigilantes que colabora com os militares na luta contra os militantes islâmicos, sugeriu que os explosivos poderiam ter sido direccionados a agentes de segurança que frequentemente patrulham a rodovia.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um (1) Consultor para Facilitação da Co-criação do Plano de Implementação do Programa Participativo (PIP). Saiba mais.
A Pathfinder International pretende recrutar um (1) Consultor para Elaboração de Documentos Normativos da Plataforma Nacional dos Direitos dos Trabalhadores do Sexo (PNDTS). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Educação. Saiba mais.
Um jovem de 23 anos foi detido pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) acusado de assassinar a sua namorada, num crime que, segundo as autoridades, terá sido motivado por ciúmes e outras questões passionais.
O trágico incidente ocorreu na cidade da Beira, na província de Sofala, onde a vítima foi brutalmente atacada.
De acordo com informações divulgadas pelo porta-voz do SERNIC em Sofala, Alfeu Sitoe, o acusado terá desferido vários golpes no corpo da namorada utilizando instrumentos contundentes. Após o ato, o suspeito abandonou o corpo da vítima nas imediações de uma linha férrea, num ato que acrescentou gravidade ao crime, uma vez que um dos objectos utilizados no homicídio foi encontrado alojado no ânus da malograda.
A detenção do suspeito ocorreu na vila de Sange, no Malawi, resultado de uma eficaz colaboração entre a polícia local e as autoridades de investigação daquele país. Este desdobramento foi possível graças a um Mandado de Captura emitido pelo Tribunal Judicial da Província de Sofala, que permitiu a captura do jovem fugitivo.
O caso chocou a comunidade local e levantou questões sobre a violência doméstica e os crimes passionais, que continuam a ser uma preocupação crescente em muitas sociedades.
O SERNIC anunciou que continuará a investigar o caso com rigor, prometendo que todos os responsáveis pelo crime serão levados à justiça.
Um total de quarenta e cinco condutores foram alvo de multas nos postos de controlo rodoviário localizados em Nhongonhane e Matola-Rio, em decorrência de diversas infracções ao código de estrada.
A operação de fiscalização resultou na aplicação de multas que ascendem a 120.500 meticais. As principais infracções detectadas incluem excessos de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e uso indevido de telemóveis durante a condução.
No total, foram fiscalizadas quatrocentas e trinta e nove viaturas, com as autoridades a reiterarem a importância de respeitar as normas de trânsito para garantir a segurança de todos os utentes da via.
A Polícia de Trânsito continua a apelar à responsabilidade dos condutores e a promover campanhas de sensibilização para a redução de acidentes nas estradas.
As forças Houthi, que controlam uma parte significativa do Iémen, responsabilizaram os Estados Unidos por um ataque aéreo que teria causado a morte de 68 pessoas, incluindo crianças e mulheres, na madrugada de segunda-feira.
O ataque terá ocorrido numa prisão situada na zona de Thaqban, nos subúrbios a noroeste da capital, Sanaa, onde se encontravam imigrantes de origem africana.
Segundo o canal de televisão al-Masirah, controlado pelos Houthis, o ataque também deixou 47 feridos. Inicialmente, o relato do incidente indicava a morte de apenas oito pessoas, mas o novo balanço das vítimas foi substancialmente elevado. O acesso à área do ataque tem sido restrito, com jornalistas e organizações independentes sem permissão para investigar os acontecimentos.
As forças Houthi relataram que, apesar da guerra civil que assola o país, muitos migrantes africanos continuam a arriscar a travessia do Iémen em busca de melhores oportunidades de trabalho na Arábia Saudita. Este ataque aéreo é apenas um dos vários que têm visado os subúrbios de Sanaa e outras regiões controladas pelos rebeldes, que, segundo relatos, também têm realizado incursões em Saada e na província de Amran.
A contagem de vítimas dos ataques aéreos dos EUA no Iémen, conforme relatado pela AFP, já ultrapassou 228 desde o início das operações, com os Houthis a afirmarem que os ataques têm como objectivo os seus combatentes. O Comando Central dos EUA (Centcom) revelou que mais de 800 alvos foram atingidos no Iémen desde meados de Março, resultando na morte de numerosos combatentes Houthi.
A campanha militar dos Estados Unidos, denominada “Operação Rough Rider”, foi lançada com o intuito de forçar os rebeldes a cessar os seus ataques a navios no Mar Vermelho, uma rota vital para o comércio internacional. O Centcom, em comunicado, destacou que esta operação resultou na eliminação de centenas de combatentes Houthi, assim como de vários líderes do grupo.
A Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) procedeu à retirada do mercado de 5.935 litros de óleo da marca Super Vega, cuja comercialização foi recentemente interditada pelas autoridades competentes.
Esta operação decorreu na província de Gaza e teve como objectivo salvaguardar a saúde pública e garantir a segurança alimentar dos consumidores.
De acordo com informações prestadas por Raimundo Chiconela, chefe de Departamento de Operações da Indústria, Comércio, Turismo e Transportes na delegação da INAE em Gaza, os litros de óleo em questão, avaliados em mais de 700 mil Meticais, foram retirados de 24 estabelecimentos comerciais situados nos distritos de Chibuto, Mandlakazi, Mabalane, Chicualacuala, Mapai e Massangena.
O óleo Super Vega, produzido na província de Nampula, foi banido do consumo em todo o território nacional devido à sua falta de certificação adequada. A INAE destacou que a ausência do rótulo “Made in Mozambique” é indicativo de que o produto não seguiu o processo normal de produção, levantando preocupações sobre a sua qualidade e segurança.
Um apagão que afectou diversas regiões da Europa na segunda-feira, gerou um clima de incerteza e inquietação entre os cidadãos.
O corte abrupto de energia, que iniciou às 12h30, horário local, afectou não apenas a Península Ibérica, abrangendo Espanha e Portugal, mas também partes da França, paralisando transportes, incluindo trens, linhas de metrô e aeroportos internacionais.
A origem do apagão permanece envolta em mistério, o que tem alimentado especulações e receios entre a população. Entre as hipóteses levantadas está a possibilidade de um ciberataque, uma vez que a União Europeia havia emitido recomendações prévias para que a população preparasse um “kit de emergência” com duração mínima de três dias. Esta orientação, segundo relatos, havia deixado muitos cidadãos em estado de alerta, embora sem preparativos adequados.
“Há um tempo, a gente recebeu uma orientação da União Europeia de fazer um kit de emergência de no mínimo três dias. E, então, todos já estavam em alerta, embora ninguém estivesse preparado”, afirmou a brasileira Erika Santos, em entrevista ao Metrópoles.
Vale ressaltar que, no dia 26 de Março, a União Europeia divulgou um documento intitulado “Estratégia da União de Preparação”, onde as ameaças à cibersegurança são mencionadas como um dos desafios prementes para o bloco. O documento delineia 30 acções principais a serem implementadas no intuito de fomentar uma “cultura de preparação” nas políticas da União Europeia.
O ministro Adjunto e da Coesão Territorial de Portugal, Manuel Castro Almeida, também aventou a possibilidade de um ciberataque estar por detrás do apagão. No entanto, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, negou qualquer vínculo entre uma eventual ação virtual e a falta de energia eléctrica.
O combate ao incêndio devastador que assolou o maior porto do Irão, o porto de Shahid Rajaï, continua a decorrer, agora pelo terceiro dia consecutivo, após uma explosão catastrófica no sábado que resultou na morte de pelo menos 40 pessoas e deixou mais de mil feridos. A informação foi divulgada pela imprensa estatal iraniana.
De acordo com imagens transmitidas em directo pela televisão estatal, uma espessa nuvem de fumo negro ainda se eleva sobre os contentores empilhados no porto, evidenciando a gravidade da situação. As autoridades informaram que, assim que o incêndio for totalmente controlado, será iniciada a fase de limpeza do local e a avaliação dos danos causados pelo incidente.
A explosão, que foi audível a dezenas de quilómetros de distância, ocorreu por volta do meio-dia (09h30 em Lisboa) num cais do porto de Shahid Rajaï, um ponto estratégico que movimenta 85% das mercadorias do Irão. Este porto localiza-se nas proximidades da grande cidade costeira de Bandar Abbas, no estreito de Ormuz, uma importante via de transporte que representa um quinto da produção mundial de petróleo.
Embora a causa da explosão ainda não tenha sido determinada, a alfândega do porto sugere que o incidente pode ter ocorrido após o início de um incêndio numa unidade de armazenamento de materiais perigosos e produtos químicos. O líder supremo do Irão, ayatollah Ali Khamenei, ordenou uma investigação para apurar se a tragédia foi resultado de negligência ou se teve motivações intencionais.
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, visitou no domingo os hospitais da cidade vizinha de Bandar Abbas para prestar apoio aos feridos, reforçando a solidariedade do governo em face desta tragédia.
O Ministério da Saúde iraniano tem apelado à população para que se mobilize em apoio aos afectados, numa altura em que o país enfrenta um dos seus mais graves desastres industriais em anos.
O comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Cabo Delgado, Assane Nyito, anunciou a circulação de grupos terroristas no distrito de Metuge,...
Chuvas torrenciais e deslizamentos de terra resultaram na morte de pelo menos 19 pessoas nos estados himalaicos de Caxemira e Nagaland, no extremo norte...